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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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MAR DE GENTE ENCHE PRAÇA DA REPÚBLICA EM VILA PRAIA DE ÂNCORA PARA ASSISTIR À INAUGURAÇÃO DO ÂNCORA FOLK’17

A Praça da República em Vila Praia de Âncora foi ontem à noite pequena para acolher o mar de gente que ali afluiu para assistir ao espectáculo de abertura do “ÂNCORA Folk’17”, um grandioso festival de folclore que teve como cenário a fachada da capela da Nossa Senhora da Bonança, padroeira dos pescadores desta típica vila minhota do concelho de Caminha.

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O espectáculo decorreu até à 1 hora da madrugada e o público não arredou pé nem regateou o aplauso aos grupos participantes.

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Este festival é organizado pelo Grupo Etnográfico de Vila Praia de Âncora e contou este ano com representações da Polónia, Espanha e Ossétia do Norte-Alânia (Rússia), respectivamente os grupos “The Slowianki Ensemble”, “Grupo Municipal Virgen del Mar” de Almeria e “Youth Dance Ensemble ARFAN”.

O “ÂNCORA Folk’17” prossegue com a realização de espectáculos hoje na Praça Conselheiro Silva Torres em Caminha, amanhã junto à Igreja de Âncora e, no dia 13, no Cine-Teatro dos Bombeiros Voluntários em Vila Praia de Âncora.

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MINHOTOS PARTICIPAM EM ESPANHA NO “FESTIVAL DE LOS PUEBLOS DEL MUNDO”

O Grupo Etnográfico Danças e Cantares do Minho , vai mais uma vez representar Portugal no Festival Internacional de Folclore de Los Pueblos Del Mundo em Navamoral de L a Mata - Cárceres - Espanha no próximo dia 12 de Agosto.

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Este Festival tem a participação de vários países e desloca-se por toda a Estremadura Espanhola vindo também um dia á nossa cidade de Elvas.

O Grupo é já a segunda vez que é convidado pela Federação de Folclore da Estremadura Espanhola.

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CORO DOS PEQUENOS CANTORES DE ESPOSENDE E CORO ARS VOCALIS BRILHAM EM ESPANHA

O Coro de Pequenos Cantores de Esposende e o Coro Ars Vocalis fizeram, recentemente, uma digressão por Madrid, com passagem por Salamanca, onde se apresentaram na Catedral Velha.

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Na capital espanhola, os Coros assumiram a participação musical de uma celebração litúrgica na Catedral de Santa Maria a Real de Almudena, sede episcopal da diocese de Madrid, e realizaram um concerto na Basílica de la Milagrosa, repleta de público, numa partilha musical com o Coro de Jóvenes de Madrid. Em ambas as apresentações, que mereceram efusivos aplausos do público presente, os Coros apresentaram um repertório bastante diverso, com destaque para obras do compositor português Osvaldo Fernandes. Com direção musical de Helena Venda Lima, os Coros foram acompanhados por Diogo Zão (piano e órgão) e André Silva (percussão).

Para além da atividade musical, os cerca de 100 coralistas tiveram ainda a oportunidade de realizar visitas culturais aos principais museus, catedrais e outros monumentos de ambas as cidades.

Para além da divulgação dos projetos fora de portas, procurou-se estimular o contacto das crianças e jovens dos Coros com novas realidades artísticas, culturais e sociais, promovendo a motivação e o espírito de grupo e família, fundamentais no desenvolvimento deste trabalho.

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EQUIPAS DE ESPANHA, MARROCOS E PORTUGAL ESCOLHEM MELGAÇO PARA SE PREPARAREM PARA A PRÓXIMA ÉPOCA

Pré-época 2017/18

Centro de Estágios de Melgaço posiciona-se como um dos mais modernos, melhor equipados e mais completos complexos desportivos

Várias equipas de futebol, nacionais e internacionais, preparam-se para a época 2017/18 no Centro de Estágios de Melgaço. Espanha, Marrocos e Portugal são os países de origem das várias equipas que vêm desfrutar do Município Mais a Norte de Portugal para se inspirarem para a próxima época desportiva 2017/18.

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O FC Famalicão já a está a estagiar desde o dia 03 e até amanhã, 08 de julho; o FC Os Belenenses de 09 a 14 de julho; a equipa espanhola Iberos CF de 15 a 23 de julho; o GD de Chaves de 23 a 29 de julho; a equipa de Marrocos AS FAR Rabat de 06 a 15 de agosto; e o Salgueiros SUB 19 de 20 a 26 de agosto. Com exceção do GD de Chaves e da equipa marroquina (AS Far Rabat), o FC Famalicão, FC Os Belenenses e Iberos FC estagiam pela primeira vez no Centro de Estágios de Melgaço.

O Centro de Estágios tem já alguns jogos de porta aberta ao público: no dia 12 de julho, FC Os Belenenses vs SC de Braga, num jogo que assinala o habitual Trofeú Município de Melgaço, este ano a XVII edição; no dia 19 de julho, o Iberos CF vs Coruxo FC; e no dia 22 de julho, o Iberos CF vs RC Celta de Vigo B. Os jogos decorrem sempre pelas 18h00.

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Com uma localização privilegiada e inserido num espaço natural de rara beleza, o Melgaço Sports Center, centro de treinos oficializado pela UEFA, tem sido a escolha de vários atletas, das mais variadas modalidades.

O Centro de Estágios de Melgaço é um espaço idealizado e construído de forma a oferecer um serviço de elevada qualidade, com equipamentos adjacentes que visam a atividade desportiva, tanto na vertente lúdica como na vertente competitiva ao mais alto nível. O complexo constitui-se como um polo dinamizador do desenvolvimento do desporto, lazer e turismo na região e posiciona-se como um dos mais modernos, melhor equipados e mais completos complexos desportivos.

Divide-se em duas grandes áreas: a área de lazer, com diversos equipamentos que permitem a prática do desporto de manutenção e equipamentos destinados a atividades lúdicas e culturais; e a área destinada ao desporto de alta competição, servida por infraestruturas capazes de acolher diversas modalidades, tanto para competição como para treino. É nesta última área que se situa o Centro de Estágios, dotado de um conjunto de equipamentos próprios, disponibilizados em exclusivo aos clubes em estágio. É composto por estádio de futebol, pista de atletismo, campo de treinos, balneários, clube saúde, ginásio de manutenção, salas de tratamentos e massagem, entre outros. Estes equipamentos encontram-se vedados ao exterior, mas interligados entre si, visando oferecer as condições necessárias a um melhor estágio, em segurança, tranquilidade e com privacidade.

O complexo tem sido uma opção para muitos atletas, uma mais-valia para o concelho na medida em que potencia a marca Melgaço e tudo o que a referida aporta a vários níveis, como a gastronomia, cultura, história, costumes, desporto de Natureza entre outros.

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MUNICÍPIO DE PONTE DE LIMA PARTICIPA EM ESPANHA NA TUREXPO

Município de Ponte de Lima participou na 7ª edição da TurExpo – em Silleda – Espanha

O Município de Ponte de Lima marcou presença na 7ª edição da TurExpo – em Silleda - Espanha, entre os dias 8 e 11 de junho.

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Tendo por base as boas relações de cooperação e de proximidade, fronteiriça e cultural, entre o Município de Ponte de Lima e a Galiza, e considerando o aumento significativo do número de turistas espanhóis que todos os dias visitam a Vila mais Antiga de Portugal, Ponte de Lima apresentou-se na feira, com stand próprio, onde promoveu os mais diversos produtos de excelência de Ponte de Lima, com particular destaque para os vinhos, bem como a vasta oferta de alojamento e eventos de animação turística.

Em lugar de destaque esteve o Centro Equestre do Vale do Lima, que se fez representar presencialmente como prestador de serviços turísticos, tendo o Município de Ponte de Lima aproveitado a oportunidade para divulgar e promover as atividades que lá se praticam e que, em conjunto com os eventos equestres que por cá se realizam como é o caso da Feira do Cavalo, dos Concursos de Dressage ou os Concursos Internacionais de Saltos, tem colocado Ponte de Lima nos lugares cimeiros como Destino Equestre Internacional.

Apresentando um vasto leque de ofertas turísticas, o Município de Ponte de Lima aproveitou assim, esta oportunidade para convidar os nossos vizinhos espanhóis a (re) visitar Ponte de Lima e descobrir – e apreciar – o que de melhor Ponte de Lima tem para oferecer.

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VALENÇA CONGRATULA-SE COM OS ACORDOS DA CIMEIRA IBÉRICA

Reivindicações Antigas de Valença vão ser Concretizadas

O Presidente da Câmara de Valença congratula-se com os acordos alcançados na última Cimeira Ibérica que dão resposta a algumas das pretensões de Valença e desta região transfronteiriça.

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Eletrificação da linha do Minho até Valença

A eletrificação da linha do Minho até Valença, no âmbito do investimento na rede ferroviária Porto – Valença – Vigo foi considerada prioritária. Acordado ficou, ainda, estabelecer um convénio para a reabilitação da ponte internacional Valença / Tui. Investimentos fundamentais para a melhoria das ligações ferroviárias e a circulação de comboios rápidos nesta linha.

Valorização do Rio Minho

A cimeira reconheceu a importância do Rio Minho e a potencialização económica e paisagística desta região transfronteiriça. Acordado ficou o reforço da cooperação na aplicação dos fundos comunitários no pós 2020.

Mais Investimento nos Caminhos de Santiago e Fátima

Valença cidade central do Caminho Português para Santiago e ponto de partida do Caminho de Fátima, no topo norte de Portugal, vê reforçada a promoção e dinamização de dois traçados de peregrinações que são, hoje, uma referência turística importante para o concelho.

Reforço do Centro de Cooperação Policial

O Centro de Cooperação Policial e Aduaneira de Valença Tui e vê o seu trabalho, capacidades e meios reforçados, reconhecendo um trabalho que é essencial para a Eurocidade, mas também para toda esta região.

Combate aos Incêndios

O exemplo de Valença, com décadas, no apoio dos Bombeiros de Valença a Tui fica agora institucionalizado entre Portugal e Espanha, estabelecendo-se uma cooperação alargada até 25 kms dentro de cada pais no combate aos incêndios.

Valença Passará de 10G para 100G nas Comunicações

O reforço da ligação transfronteiriça em fibra, com a renovação dos equipamentos das ligações existentes em Valença, passando da atual capacidade de 10 G para a tecnologia de 100 G foi outro dos pontos acordados. Investimento fundamental para o reforço das comunicações nesta região transfronteiriça.

XIII DANCERVEIRA COM PRESENÇAS DE PORTUGAL, ESPANHA, BRASIL E CUBA

A um mês de subir ao palco da ‘Vila das Artes’, o XIII DANCERVEIRA vê reforçado o conceito de internacionalização e promete um intercâmbio artístico-cultural ainda mais alargado. Já estão confirmadas as presenças de escolas e de professores oriundos de Portugal, Espanha, Brasil e Cuba. ‘Dance Party’ é a novidade na programação deste ano.

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Agendado para de 29 de junho a 02 de julho, o DANCERVEIRA é um Festival Internacional de Dança não competitivo e que promove a interação entrepúblico, escolas, grupos e companhias de dança através de apresentações ao ar livre para celebrar a dança como arte.

Organizado pela ADEIXA – Associação de Dança do Eixo Ibero Atlântico, com o apoio do Município de Vila Nova de Cerveira, este evento reúne, anualmente,mais de 1000 bailarinos, na sua maioria provenientes da Península Ibérica, mas também de outros cantos do mundo.

Este ano, já estão confirmadas as presenças de duas escolas brasileiras– Companhia de Arte Jefferson Brandão da cidade de Taquari, no sul do Brasil, e a Devant Espaço de Dança, de Niterói no Rio de Janeiro. Não obstante, também são vários e reconhecidos os professores de dança que se juntam ao DANCERVEIRA para partilhar conhecimentos e experiências, nomeadamente de Portugal, Espanha, Brasil e, este ano, de Cuba.

Ao longo dos quatro dias, o DANCERVEIRAdinamizaatividades formativas e lúdicas voltadas para o aperfeiçoamento dos bailarinos e para momentos deconvívio.Durante as manhãse inícios de tarde decorrem diversos workshops com professores convidados e, à tarde/noite, realizam-se aulas de dança e espetáculos ao ar livre como o ‘Dançando na Água’, no Parque do Castelinho, e os espetáculos de dança, no Auditório Municipal. Esta XIII edição conta ainda com uma novidade que procura potenciar uma maior interação entre público e bailarinos, com o ‘Dance Party’ a decorrer no sábado 01 de julho, no Auditório Municipal, com a presença do DjIzan.

Está tudo a postos para, no último fim-de-semana de junho, Cerveira transformar-se na Vila da Dança. As inscrições para o XIII DANCERVEIRA terminam a 11 de junho.

ADRAVE - PROJETO ecoRIS3 - INTERREG EUROPE VAI TER PRIMEIRO ENCONTRO DE PARCEIROS EM SAN SEBASTIAN (ESPANHA)

Primeiro Encontro de Parceiros em San Sebastian, Espanha, marca o arranque do Projeto ecoRIS3 – INTERREG Europe

A Parceria do Projeto ecoRIS3 - Interreg Europe realizou o primeiro Encontro de Trabalho em San Sebastian, Espanha, que decorreu nos dias 23 e 24 de maio de 2017, no qual a ADRAVE participou.

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O Encontro, organizado pelo Parceiro Líder, Fomento de San Sebastian, incluiu a discussão sobre vários assuntos relacionados com o programa de trabalho e com aspetos regulamentares e administrativos, mas o mais importante a salientar foram as atividades realizadas que marcaram o início da análise SWOT relativa ao ecossistema de inovação e à estratégia regional de inovação em cada um dos territórios parceiros, a saber: Espanha, Finlândia, Letónia, Lituânia, França, Portugal, Itália e Irlanda.

A metodologia SWOT integrará um conjunto de entrevistas estruturadas a instituições e empresas do sistema da quadrupla hélix, nacionais e regionais, em cada uma das regiões ecoRIS3 parceiras, com o objetivo de realizar uma análise regional e um estudo comparativo das Estratégias Regionais de Inovação (RIS).

Foram efetuadas também, no quadro deste Encontro, duas visitas de estudo muito interessantes. A primeira ao Laboratório CEIT, da Universidade de Navarra, focado na investigação sobre a internet das coisas, onde foi possível contactar com os investigadores e conhecer os projetos em curso.

A segunda, à empresa IKOR, Lda., no domínio da produção de componentes eletrónicos, com sede em Espanha, e sucursais no México e na China. Esta empresa assinou recentemente um Acordo de Cooperação com o Fomento de San Sebastian, no qual se compromete a assegurar mentoring a Start Up empresariais na área dos produtos eletrónicos inovadores.

Em Portugal, os parceiros associados da ADRAVE são o Município de Vila Nova de Famalicão, através do Famalicão MADEIN, e o Município de Guimarães. Cada região Parceira deverá organizar um Workshop sobre os sistemas de inovação regional. O primeiro WorkShop realizar-se-á em Portugal, nos dias 28 e 29 de junho, onde será debatida a temática da cooperação entre os setores público e privado na promoção, organização e desenvolvimento de ecossistemas de inovação.

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DEPUTADO PAULO OLIVEIRA PARTICIPA NO FÓRUM PARLAMENTAR LUSO-ESPANHOL

O deputado famalicense Jorge Paulo Oliveira integrou a Delegação da Assembleia da República ao Fórum Parlamentar Luso-Espanhol, que se realizou esta semana em Vila Real, nos dias 21 e 22 de maio.

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O Fórum Parlamentar Luso-Espanhol, encontro que se realiza desde 2008, tem como objetivo contribuir, de forma útil, para o conteúdo substantivo das Cimeiras Governamentais, procedendo simultaneamente ao balanço e à avaliação anual das relações bilaterais entre Portugal e Espanha. A edição de 2017 teve como temas principais "Portugal e Espanha na Europa – Desafios Comuns” e “Cooperação Transfronteiriça: Ambiente, Energia e Infraestruturas". Destaque para a presença do Presidente da Assembleia da República, Eduardo Ferro Rodrigues e da Presidente do Congresso dos Deputados de Espanha, Ana Pastor.

A Delegação da Assembleia da República, assegurando a representatividade dos principais Grupos Parlamentares, integrou 12 deputados. Jorge Paulo Oliveira, tal como afiançara no parlamento português, levou a debate a Central Nuclear de Almaraz, manifestando aos deputados espanhóis a apreensão com que Portugal vê a extensão de vida útil daquela Central, que deveria ter terminado em 2010, mas que foi prorrogada até 2020, falando-se agora da possibilidade de uma nova extensão até 2040.

O social democrata afirmou que pela “proximidade e pela partilha das águas do rio Tejo, comporta riscos para as populações e para os territórios dos dois lados da fronteira”,recordando que nos últimos 35 anos, aquela central “registou um significativo numero de avarias e incidentes, alguns dos quais obrigaram mesmo à paragem sobretudo por falhas nos motores das bombas do sistema de refrigeração. Perante este quadro são fundados e justificados os receios das populações deste lado da fronteira”.

Jorge Paulo Oliveira deu também conta que o parlamento aprovou, por unanimidade, uma recomendação ao governo português para que desenvolva todos os esforços junto do Estado Espanhol para o encerramento da Central Nuclear de Almaraz.

Com interesse para o Minho, as duas delegações, reafirmaram a importância da cooperação entre os dois Estados na área das infraestruturas rodoviárias e ferroviárias, e concretamente, na necessidade de continuar a avançar com a modernização da linha ferroviária de passageiros entre o Porto e Vigo que permita reduzir os tempos de viagem.

FOLCLORE IBÉRICO BRILHA EM ANDORRA

No passado domingo, dia 30 de Abril, o Complexo Sociocultural da cidade andorrana de Encamp reuniu mais de 150 folcloristas representativos da cultura tradicional da Península Ibérica.

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O encontro organizado por motivo do 21º aniversario do Grupo de Folclore ‘Casa de Portugal’ contou ainda com a presença do Esbart Santa Anna de Escaldes-Engordany, da Escola de Ball Aires d’Andratx, da ilha espanhola de Maiorca e do Etnografico de Vila Praia de Âncora que viajou desde Portugal para participar no festival organizado pelos seus afilhados.

Às 16 horas teve o inicio do Festival com a passagem dos quatro Grupos pelo palco da sala de festas seguindo-se a protocolar entrega de obséquios e imposição da fita comemorativa na presença da Vice-Presidente da Câmara de Encamp, Esther París, do empresário José Costa, gerente da empresa Nova Constructora, SLU., patrocinadora oficial do evento e do deputado andorrano, Pere Lopez.

O Grupo de Folclore ‘Casa de Portugal’ iniciou o festival apresentando danças do seu reportório  (Foto 1) e concluiu convidando os elementos do Etnografico a dançarem conjuntamente a “Nossa Góta” tendo o publico assistente ovacionado ambos os grupos. (Foto 2)

Os danças andorranas estiveram a cargo do Esbart Santa Anna que apresentou três peças do seu reportório intercalando a troca de vestuário.  (Foto 3) Seguiu-se o folclore representativo da ilha de Maiorca através da Escola de Ball Aires d’Andratx que encheu o palco com diversas coreografias e a vivacidade das suas danças sendo constantemente ovacionado. (Foto 4)

Coube ao Etnografico de Vila Praia de Âncora encerrar a amostra folclórica apresentando uma elegante demonstração do trajar e a vivacidade das danças da Serra d’Arga. O Vira do Vale do Âncora serviu de pretexto para convidar José Luis Carvalho, Diretor do grupo andorrano e ex-elemento do Etnografico, a subir ao palco e dançar com os seus conterrâneos.  (Foto 5) O Vira Geral acabaria por encher o palco de entusiastas do folclore.

Logo após o folclore o Grupo Euphória animou todos os assistentes e folcloristas a divertirem-se ao som da musica popular portuguesa e espanhola e foi oferecido um lanche aos elementos dos grupos. (Foto 6)
No dia anterior, os componentes do grupo ancorense e maiorquino desfrutaram das águas termais de Caldea, visitaram a estancia de esqui de Gran Valira e passearam pelo centro histórico do Principado.

Tanto a organização do evento como a qualidade etnográfica do festival  (Foto 7) mereceram os maiores elogios de parte do público assistente e dos grupos convidados a uma nova edição emotiva e de reencontros do Festival de Folclore Ibérico.

Jose Luis Carvalho

Diretor

Grupo de Folclore 'Casa de Portugal'

Principado de Andorra

http://pt.calameo.com/read/0017159377cb5e833ef95

https://www.facebook.com/GrupodefolcloreCasadePortugal

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PAN MANTÉM QUEIXA CONTRA ESPANHA CONTRA ARMAZENAMENTO EM PORTUGAL DOS RESÍDUOS DA CENTRAL NUCLEAR DE ALMARAZ

PAN não alinha com estratégia do Governo e mantém queixa contra Espanha relativa à Central Nuclear de Almaraz

  • APA valida estratégia espanhola para prolongar o funcionamento de Almaraz
  • Perante silêncio do Governo, PAN quer ouvir Ministros do Ambiente e dos Negócios Estrangeiros
  • Padrões de segurança internacionais invocados não evitaram uma hecatombe nuclear no Japão

A Agência Portuguesa do Ambiente (APA) acabou de aprovar a construção do armazém da central nuclear de Almaraz. Uma decisão que vem confirmar o que o PAN tem vindo a antecipar há muitos meses e que vem validar a estratégia de sempre do governo de Espanha. A construção do Armazenamento Temporário Individualizado (ATI) serve para prolongar a vida da central de Almaraz para além de 2020, por mais 10 anos, uma central que já ultrapassou a sua vida útil para as centrais nucleares deste tipo.

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Um assunto desta relevância devia ter sido anunciado pelo governo e não pela APA pelo que o PAN vai chamar ao parlamento os Ministros do Ambiente, dos Negócios Estrangeiros e o Presidente da APA, para obter esclarecimentos sobre esta tomada de decisão que se baseou num grupo de trabalho que excluiu a colaboração e o conhecimento das ONGAs.

“Os padrões de segurança internacionais invocados pelo Presidente da APA, para avançar com esta esta lucrativa estratégia comercial também estavam estabelecidos em países com elevados standards de evolução tecnológica nuclear como o Japão e nem por isso evitaram uma hecatombe nuclear. Com a previsão de possíveis eventos sismológicos, no curto prazo, perto da Península Ibérica esta "solução adequada" é jogar roleta russa com um revólver cheio de munições”, defende André Silva, Deputado do PAN.

Esta decisão revela uma profunda submissão de Portugal a Espanha por aceitar a ausência de estudos conjuntos de impactos transfronteiriços, consentindo os estudos realizados apenas pelo estado espanhol sem a participação de Portugal.

O governo português continua a recusar-se a adotar uma posição firme em defesa dos interesses dos portugueses, validando toda e qualquer política energética de Espanha, o que revela a ausência de um projeto de defesa coletiva que coloque o interesse do bem comum acima dos interesses económicos que tudo mercantilizam.

Ao contrário das opções do governo, o PAN mantém a sua posição junto da Comissão Económica das Nações Unidas para a Europa (UNECE). O PAN apresentou em Janeiro duas denúncias à UNECE pelo incumprimento das Convenções de Espoo e Aarhus. Denúncias que estão a ser analisadas, por uma comissária designada para o efeito, até 15 de Agosto.

Por prever uma estratégia semelhante com a Central Nuclear de Santa Maria de Garoña por parte de Espanha, o PAN fez aprovar no parlamento uma resolução que insta ao Governo que denuncie junto do Secretariado da Convenção de Espoo a violação da referida Convenção por Espanha devido a mais dois incumprimentos: a inexistência de comunicação a Portugal das intenções de prolongamento da vida útil da Central Nuclear de Santa Maria de Garoña, assim como da inexistência de um Estudo de Impacto Ambiental (EIA) transfronteiriço. Até ao momento ainda não há indicações se o Governo vai ou não respeitar o mandato que a Assembleia da República lhe concedeu.

DEVOLUÇÃO DE OLIVENÇA A PORTUGAL ESTÁ NA ORDEM DO DIA!

A reclamação por parte de Espanha do território britânico de Gibraltar veio abrir uma janela de oportunidade que o Estado Português deve aproveitar para, de forma diplomática, exigir do país vizinho o cumprimento do seu compromisso assumido no Congresso de Viena realizado em 1815, obrigando-se a devolver a Portugal o território de Olivença e, desse modo, resolver de uma vez por todas o litígio fronteiriço que se mantém há mais de dois séculos.

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Com efeito, a decisão de saída da União Europeia por parte do Reino Unido – o nosso mais antigo aliado! – veio reavivar a Espanha a antiga esperança de obter a soberania sobre o território de Gibraltar, vulgarmente designado por “Rochedo”. Isto, apesar de em 1713, aquando da celebração do Tratado de Utrech, ter a Espanha cedido à Inglaterra “…a total propriedade da cidade e castelo de Gibraltar, junto com o porto, fortificações e fortes (…) para sempre, sem qualquer excepção ou impedimento”, como forma de parte de pagamento da Guerra da Sucessão Espanhola no âmbito de um sistema de compensações acordado como forma de Filipe de Anjou ser aceite pelos países beligerantes como rei de Espanha.

Ao contrário do que se verifica com Gibraltar que é pela Organização das Nações Unidas reconhecida como uma colónia e, como tal, é devido aos seus habitantes o direito à autodeterminação, Olivença constitui territorialmente parte integrante de Portugal, consagrado na alínea 1 do Artigo 5º da Constituição da República Portuguesa, o qual reza: “Portugal abrange o território historicamente definido no continente europeu e os arquipélagos dos Açores e da Madeira”.

O Tratado de Alcanizes celebrado em 1297 por D. Dinis. Rei de Portugal, com os soberanos dos reinos de Leão e Castela estabeleceu Olivença como parte integrante de Portugal. Em 1801, o Tratado de Badajoz que nem sequer contemplava a anexação da localidade de Vila Real por esta fazer parte do termo de Juromenha e não de Olivença, foi denunciado por Portugal por Espanha não ter cumprido a sua parte do acordo em virtude de ter invadido o nosso país, contrariando as disposições do Tratado. Por tudo isto e muito mais, a Espanha não possui a menor legitimidade para manter a ocupação do território de Olivença, município de Tálega incluído.

Com uma área de 430,1 quilómetros quadrados – correspondendo aproximadamente ao triplo das áreas dos concelhos de Lisboa e Porto no seu conjunto – Olivença é reclamada pelo Estado Português, o que justifica o facto de não ter sido até ao momento delimitada a fronteira desde a confluência da Ribeira do Caia com o rio Guadiana até à confluência da Ribeira dos Cuncos com o rio Guadiana.

À semelhança de Portugal em virtude da sua localização estratégica como porta de entrada para o continente, Gibraltar possui elevado interesse para o Reino Unido também como garantia de passagem par o Mar Mediterrâneo. Não foi em vão que em 1940, a Alemanha nazi chegou a planear a ocupação militar de Gibraltar (Operação Félix) e, com o apoio do exército espanhol, a invasão militar de Portugal (Operação Isabella) por parte de três divisões alemãs, tendo por objectivo principal o ataque aos portos de Lisboa e Setúbal a fim de impedir a sua utilização por parte das forças inglesas. Uma cumplicidade, aliás, que nos remete a memória para o Tratado de Fontainebleau de 1807, estabecido em segredo entre França e Espanha e que definiu a ocupação e partilha de Portugal.

A questão agora levantada pelo país vizinho, a pretexto da saída do Reino Unido da União Europeia, com a exigência da entrega de Gibraltar, vem desencadear um efeito de dominó relativamente ao status quo de vários territórios sob domínio de Espanha, a saber Ceuta e Melila, as Canárias e, por maioria de razão, o território de Olivença, de jure parte integrante de Portugal. A reclamação do Estado Português em relação a Olivença é legítima e, do Minho aos Açores, deve unir todos os portugueses – patriotas! – independentemente dos seus credos religiosos ou convicções partidária. Respeitemos os direitos dos seus habitantes independentemente das suas origens e a dualidade cultural que caracteriza o seu território com vista a uma transição civilizada da sua soberania, mas não abdiquemos da justiça que por direito é devida a Portugal!

Carlos Gomes

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NAÇÕES UNIDAS NOMEIAM COMISSÁRIA PARA ANALISAR DENÚNCIA DO PAN SOBRE A CENTRAL NUCLEAR DE ALMARAZ

  • Comissão Económica das Nações Unidas para a Europa reage à denúncia do PAN
  • Espanha instada a esclarecer o statusda decisão sobre a construção do referido armazém
  • Análise da denúncia sobre a construção do armazém de resíduos nucleares na central de Almaraz até 17 de agosto de 2017

A Comissão Económica das Nações Unidas para a Europa (UNECE) reagiu às denúncias apresentadas pelo PAN, Pessoas-Animais-Natureza, pelo incumprimento das Convenções de Espoo e Aarhus acerca da decisão do Governo espanhol de aprovar a construção de um armazém de resíduos nucleares na central de Almaraz a cem quilómetros da fronteira portuguesa.

Sobre o repositório de resíduos de Almaraz o Relatório da 38ª sessão do Comité de Implementação da Convenção de Espoo, (pontos 49 e 50, página 12), refere que o “Comité tomou nota das informações prestadas em 27 de Janeiro de 2017 pelo partido político português, Pessoas - Animais - Natureza (PAN), sobre a construção prevista do depósito temporário individual de resíduos radioativos na Central Nuclear de Almaraz, em Espanha”.

Foi também nomeada a comissária Zdanevich para esta questão que foi convidada a apresentar, até 15 de agosto de 2017, a sua análise das informações fornecidas pelo PAN para consideração na próxima sessão do Comité, incluindo uma lista de perguntas que podem ser endereçadas a Espanha para esclarecer o status da decisão sobre a construção do referido armazém.

No dia 26 de janeiro, por não ter obtido resposta do governo à pergunta feita ao Ministério do Ambiente do dia 5 de janeiro, o PAN avançou com uma denúncia junto da UNECE na expectativa de alertar a comunidade internacional para o incumprimento das Convenções de Espoo e Aarhus por parte de Espanha e acelerar as decisões que podem impedir a construção do referido depósito e encerrar de vez a bomba relógio que é a Central Nuclear de Almaraz. O PAN tem vindo a alertar que o objetivo central do Estado espanhol com a construção do armazém de resíduos nucleares é garantir o prolongamento do funcionamento da Central de Almaraz até 2030.

PAN QUER QUE GOVERNO PORTUGUÊS DENUNCIE ESTADO ESPANHOL POR MAIS UM INCUMPRIMENTO NAS OPÇÕES NUCLEARES

  • Incumprimentos no prolongamento da vida útil da Central Nuclear de Garoña revelam mais um desrespeito de Espanha pelos interesses dos portugueses
  • Riscos significativos para o meio ambiente e para saúde pública violam Convenção Internacional
  • Decisão de reabertura da central abre caminho ao prolongamento da vida das restantes centrais nucleares com mais de 40 anos - caso de Almaraz

O PAN – Pessoas-Animais-Natureza, dá hoje entrada de um Projeto de Resolução que pede ao Governo que denuncie junto do Secretariado da Convenção de Espoo a violação da referida Convenção por Espanha devido a mais dois incumprimentos: a inexistência de comunicação a Portugal das intenções de prolongamento da vida útil da Central Nuclear de Santa Maria de Garoña, assim como da inexistência de um Estudo de Impacto Ambiental (EIA) transfronteiriço.

O prolongamento da vida útil da Central Nuclear de Santa Maria de Garoña, em Burgos, é uma realidade factual e atual e em relação à qual urge uma atuação por parte do Governo, atendendo a que os meios de comunicação nacionais e espanhóis noticiam que o Conselho de Segurança Nuclear espanhol aprovou o prolongamento da referida Central Nuclear, encontrando-se apenas a aguardar a aprovação do Ministério da Energia espanhol.

O prolongamento do ciclo de vida útil da Central Nuclear de Santa Maria de Garoña tem riscos significativos para o meio ambiente e, por esta razão a Convenção de Espoo, indica que antes de ser tomada uma decisão deste tipo deve levar-se a cabo um EIA transfronteiriço. A mesma convenção reitera que Espanha é obrigada a notificar Portugal enquanto país potencialmente afetado, e não o fez.

A Nuclenor, SA (ENDESA e Iberdrola) requereu junto do Ministério da Indústria espanhol o prolongamento da vida útil da Central Nuclear até 02/03/2031. A extensão do ciclo de vida da Central Nuclear de Santa Maria de Garoña implica riscos consideráveis para o meio ambiente e que aumentam com o passar do tempo tais como o desgaste de todo o material, potenciais riscos externos como ataques terroristas e ainda os desastres naturais que, pela sua imprevisibilidade, deixam danos irreversíveis. Para além, disso, esta central encontra-se apenas a cerca de 300km de Portugal, o que em caso de acidente nuclear grave, e numa situação em que se verifiquem ventos de leste com velocidade de 30 km/h, a nuvem radioativa alcança Portugal em 10 horas.

A central nuclear de Garoña é a única das seis centrais espanholas fechada por razões de segurança e a decisão da sua reabertura e do prolongamento do seu ciclo de vida serve como precedente para respaldar o prolongamento da vida das restantes centrais nucleares, nomeadamente a central nuclear de Almaraz, a próxima a pedir o seu prolongamento para além dos 40 anos de vida.

O PAN entende que cabe ao Estado garantir a defesa dos interesses de Portugal, nomeadamente a proteção e a segurança dos cidadãos portugueses, bem como a preservação dos valores naturais do território.

“Não podemos continuar passivos perante o desrespeito dos portugueses e dos nossos valores naturais por parte de Espanha, absolutamente subordinada aos interesses económicos e corporativos” relembra André Silva, Deputado do PAN.

CELORICO DE BASTO LEVA CAMÉLIAS A ESPANHA

Celorico de Basto presente na I Mostra Internacional das Camélias em Cambados

O município de Celorico de Basto esteve em Espanha, na província de Pontevedra, no município de Cambados, a participar ativamente na I Mostra Internacional das Camélias para promover a XIV Festa Internacional das Camélias a decorrer em Celorico de Basto de 17 a 19 de março.

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Celorico de Basto oficialmente Capital das Camélias tem vindo a desenvolver uma série de ações promocionais para levar a Festa Internacional das Camélias pelo país e pelo mundo.

Este fim-de-semana esteve em Cambados tendo a comitiva celoricense sido recebida pela Alcaide de Cambados, Fátima Abal Roma, e pelos delegados dos serviços municipais.

“Temos vindo a desenvolver uma série de ações promocionais em Portugal e em Espanha para dar a conhecer Celorico de Basto como Capital das Camélias. Aqui em Cambados participamos integrados na I Mostra Internacional de Cambados e fomos o único Município estrangeiro convidado a participar, o que muito nos lisonjeia” disse o vereador da Cultura do Município de Celorico de Basto, presente na ação promocional. “Agradeço a forma calorosa como fomos recebidos numa mostra com muitos colecionadores e apaixonados pelas camélias”.

Hoje, 14 de março, Celorico de Basto esteve no Porto Welcome Center, no Aeroporto Sá Carneiro e no programa “Mundo Local” do Porto Canal, e amanhã, 15 de março, continuará com as ações promocionais, desta vez na BTL, Bolsa de Turismo de Lisboa.

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VALENCIANOS CAMINHAM PELA RAIA JUNTO À GALIZA

Gostas de Caminhar? Vem Descobrir Trilhos Entre Portugal e Espanha!

O bom tempo convida a mergulhar na natureza da Eurocidade por trilhos carregados de histórias e segredos preparados para serem descobertos.

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No próximo fim de semana arranca a primeira das oito caminhadas guiadas da Eurocidade.

A primeira caminhada decorrerá no Trilho da Veiga da Mira, em Valença, domingo, 19 de março. Uma visita ao Biótipo da Veiga da Mira, à Ecopista e às margens ribeirinhas do rio Minho, uma oportunidade para descobrir um dos principais espaços naturais do rio Minho. Uma caminhada com degustação de lampreia incluída no Festival Gastronómico Sabores da Lampreia que decorre este fim, de semana na comunidade valenciana de pescadores de São Pedro da Torre. Este trilho tem inscrição obrigatória.

O calendário anual de trilhos da Eurocidade prolonga-se até 24 de setembro.

Os percursos da Rede de Trilhos da Eurocidade são sempre circulares e centram-se na descoberta dos valores patrimoniais, culturais e naturais. Ano após ano, um numero crescentes de amantes da natureza e do turismo ativo, tem tornada esta rede da Eurocidade uma referência no Noroeste Peninsular.

Os interessados poderão obter mais informações ou inscrever-se pelo e-mail:caminhadas.andainas@gmail.com ou através dos telefones 00351 934 440 770 ou 0034 607 785 601

BRAGA APRESENTA POTENCIALIDADE TURÍSTICAS AO MERCADO ESPANHOL

Feira Internacional de Turismo decorreu em Pamplona
A Cidade de Braga marcou presença na 12.ª Feira Internacional de Turismo de Navarra, que decorreu este fim-de-semana em Pamplona (Espanha). Mais de 150 expositores nacionais e internacionais fizeram desta edição da ‘Navatur’ uma das mais participadas de sempre e Braga, em parceria com a Entidade Regional de Turismo Porto e Norte, aproveitou a ocasião para promover os eventos da Cidade, com destaque para a Semana Santa.

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A degustação de produtos regionais, com a doçaria tradicional em evidência, foi um dos pontos altos da Feira, tendo sido distribuídos os já conhecidos ‘Rebuçados do Senhor’, numa alusão à Semana Santa de Braga.

Durante o certame foram distribuídos mapas, roteiros, programas e calendários de eventos Bracarenses aos milhares de visitantes que passaram pelo espaço, além de material informativo de vários serviços existentes na Cidade com relevância turística, nomeadamente listas de alojamento ou empresas de visitas guiadas.
Do trabalho efectuado pelos técnicos municipais de turismo, resulta uma grande satisfação na procura de informação sobre a Cidade, nomeadamente pelo programa da Semana Santa.
Segundo a organização, neste evento houve uma grande procura de novos destinos turísticos, sendo que Braga - uma das novidades do certame -, ocupou um lugar de destaque, provocando enorme curiosidade entre os visitantes.
A ‘Navatur’ é um certame onde existe uma variada oferta turística de novas experiências na gastronomia, tradição, cultura, natureza e história, permitindo o contacto directo entre destinos e viajantes, onde cerca de 60% dos visitantes asseguram que aproveitam esta Exposição para escolher o destino para as suas férias.

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PORTUGUESES E ESPANHÓIS DEBATEM DESAFIOS E OPORTUNIDADES DO PROGRAMA ERASMUS +

Na abertura deste “seminário de contacto”, como lhe chamou a diretora da Agência Nacional Erasmus + Educação e Formação, Joana Mira Godinho, a vice-presidente da autarquia monçanense, Conceição Soares, sublinhou a importância do programa como partilha de conhecimentos e enriquecimento sociocultural.

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A Agência Nacional Erasmus + Educação e Formação, o Servicio Español para la Internacionalización de la Educación (SEPIE), e o Centro de Formação do Vale do Minho promovem uma sessão transfronteiriça de informação e apoio às instituições que queiram apresentar candidaturas ao Programa Erasmus +, ação chave 2, parcerias estratégicas.

Com a colaboração da Câmara Municipal de Monção, a sessão realiza-se hoje e amanhã no Cine Teatro João Verde, contando com a presença de técnicos especializados de ambos os países, cujas conferências abordam diversas questões relacionadas com o Programa Erasmus +.

O ponto de partida, às 14h30, foi dado pelo diretor do Servicio Español para la Internacionalización de la Educación, Pablo Martin Gonzalez, e pela diretora da Agência Nacional Erasmus + Educação e Formação, Joana Mira Godinho. Ambos enalteceram o papel do Programa Erasmus + na valorização pessoal dos estudantes.

Representando a Câmara Municipal de Monção, Conceição Soares deu as boas vindas aos presentes, desejou-lhes uma boa estadia na localidade e sublinhou a importância do Programa Erasmus + como instrumento fundamental para a partilha de conhecimentos e enriquecimento sociocultural. “O meu Erasmus foi em Espanha, na cidade de Bilbao, e a experiência foi gratificante e enriquecedora” adiantou.

Ao longo dos dois dias, serão constituídos grupos de trabalho com participantes de ambos os países e debatidas questões como desafios e oportunidades do Programa Erasmus +, cooperação para a inovação e intercâmbio de boas práticas, partilha de experiências e casos de sucesso e apresentação de ideias e projetos.

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FOI D. GARCIA II O PRIMEIRO REI DE PORTUGAL?

Passam 940 anos sobre a data da histórica Batalha de Pedroso, travada entre o Rei D. Garcia II e D Nuno Mendes, o último e o Conde de Portucale descendente da família de Vímara Peres. O confronto foi travado mais precisamente em 18 de Janeiro de 1071, perto de Tibães, entre Braga e o rio Cávado.

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Filho de Fernando I de Leão, coube a D. Garcia II por herança o Reino da Galiza cujos domínios se estendiam até Lisboa, tendo aos seus irmãos Sancho II e Afonso VI recaído respetivamente os territórios de Castela e de Leão.

Incorporava o Reino da Galiza o Condado da Galiza e o Condado Portucalense que, não obstante, manteve sempre um elevado grau de autonomia. A sua denominação destinava-se a diferenciar daquele, tomando o nome da cidade do Porto que foi a sua primeira capital.

Cresciam já por essa época no Condado Portucalense aspirações separatistas que, encabeçadas pelo Conde de Portucale, Nuno Mendes, viriam a culminar na Batalha de Pedroso onde foi derrotado e perdeu a vida, travando por algumas décadas a desejada independência de Portugal.

Por seu turno, passou D. Garcia II a titular-se GARCIA REX PORTUGALLIAE ET GALLECIAE ou seja, Rei da Galiza e de Portugal. A ele se deve nomeadamente a restauração das sedes de Braga e Tui.

Porém, o seu reinado teve existência efémera em virtude dor irmãos de D. Garcia terem formado uma coligação para lhe usurparem o poder, no que vieram a ter sucesso, tendo-o encarcerado até à sua morte, no castelo de Vermoim, em 22 de Março de 1090.

Cumprindo o seu desejo, D. Garcia foi sepultado acorrentado tal como vivera os últimos anos de sua vida. E, na lápide do seu sepulcro, foi de igual modo representado, ao qual se junta a seguinte inscrição em latim:

R. DOMINUS GARCIA REX PORTUGALLIAE ET GALLECIAE. FILIUS REGIS MAGNI FERDINANDI. HIC INGENIO CAPTUS A FRATRE SUO IN VINCULIS. OBIIT ERA MCXXVIII XIº KAL. APRIL.

Cujos dizeres podem ser traduzidos para o Português moderno da seguinte forma:

Aqui jaz o rei Garcia de Portugal e Galiza, filho do grande rei Fernando, que foi capturado pelo seu irmão com engano. Morreu preso a 22 de março de 1090.

Porém, a saga dos dois irmãos do Rei Garcia não se ficou por aqui e no ano seguinte, Sancho II expulsou Afonso VI, juntando os três reinos – Castela, Leão e Galiza e Portugal. Sancho II acabou assassinado e Afonso VI tomou a coroa de Leão, a qual abrangia os três reinos. A História prossegue a sua marcha imparável e foi necessário esperar cerca de setenta anos para que Portugal se tornasse um reino independente.