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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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CERVEIRA FELICITA ESCOLA SUPERIOR GALLAECIA

Experiência de Docentes da ESG reconhecida a nível internacional

Têm sido várias e meritórias as presenças de docentes da Escola Superior Gallaecia– ESG em eventos e iniciativas de cariz internacional, fruto do reconhecimento do trabalho e da experiência dos seus quadros numa oferta educativa de ensino superior de excelente qualidade. O Município de Vila Nova de Cerveira felicita a ESG pelo papel fundamental e contributo ativo para o desenvolvimento económico e cultural do concelho, elevando o nome de Vila Nova de Cerveira nas suas participações internacionais.

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Como exemplo disso mesmo, de realçar que, no passado dia 7 de novembro, a ESG esteve representada, pelo docente do curso do Mestrado Integrado em Arquitetura e Urbanismo Prof. Doutor Rui Florentino, na Real Academia de Belas Artes de Madrid, fazendo parte do júri da 6ª edição do Prémio Rafael Manzana de Nova Arquitetura Tradicional.

Já nos dias 5 e 6 de novembro, a Presidente do Conselho de Direção da ESG, a Prof.ª Doutora Mariana Correia, foi convidada a dar formação a conservadores que atuam em Património Mundial, no Curso Internacional Conservação da Arquitetura de Terra. Organizado pelo ICCROM-ATHAR nos Estados Árabes Unidos, este encontro contoucom a participação de profissionais da conservação do Egipto, EAU, Jordânia, Líbia, Palestina, Síria, Sudão e Yemen.

Outro exemplo de reconhecimento internacional é a presença no Japão do Docente do curso de Artes Plásticas e Multimédia da ESG, o Prof. Samuel Barbosa, onde se encontra a filmar ‘A Távola de Rocha’, um documentário sobre o realizador Paulo Rocha.

FAMALICÃO RECEBE 10º ENCONTRO DE SERVIÇOS DE APOIO ÀS BIBLIOTECAS ESCOLARES

Esta sexta e sábado, 24 e 25 de novembro, na Biblioteca Municipal Camilo Castelo Branco

“Bibliotecas: da utilidade à necessidade” é o tema do décimo Encontro de Serviços de Apoio às Bibliotecas Escolares, que decorre esta sexta e sábado, dias 24 e 25 de novembro, em Vila Nova de Famalicão.

Encontro vai decorrer na Biblioteca Municipal Camilo Castelo Branco

O encontro destina-se a bibliotecários municipais, professores bibliotecários, equipas das bibliotecas escolares, educadores de infância e professores do ensino básico e secundário das escolas/agrupamentos.

O primeiro dia do evento decorrerá na Biblioteca Municipal Camilo Castelo Branco e contará com a realização de várias conferências de enquadramento do tema, destacando-se a presença da Coordenadora da Rede Nacional de Bibliotecas Escolares, Manuela Pargana Silva, e dos escritores Gonçalo Cadilhe e Filipe Morato Gomes. O segundo dia da iniciativa, sábado, dia 25, ficará marcado por mais de uma dezena de workshops formativos dedicados às mais diversas áreas da biblioteconomia, que terão lugar na Escola Secundária Camilo Castelo Branco.

Demonstrar o papel que as bibliotecas escolares e municipais desempenham na formação de leitores competentes, autónomos e críticos e debater sobre a dimensão estratégica que estes espaços públicos de leitura representam na atual sociedade da informação são os grandes objetivos desta iniciativa, organizada pela Câmara Municipal em parceria com o Grupo de Trabalho das Bibliotecas de Famalicão e o Centro de Formação de Associação de Escolas de Famalicão (CFAE).

ESCOLA EM FAMALICÃO APRESENTA INOVAÇÕES CURRICULARES

Novos “mundos” na educação do 1.º ciclo em Famalicão. Paulo Cunha visitou Mundos de Vida e ficou a conhecer inovações curriculares, com o mandarim e o método de Singapura na matemática

Na Mundos de Vida, as aulas de matemática começam sempre com as crianças sentadas em carpetes a ouvir uma história. A história tem um problema e as crianças têm que encontrar estratégias para resolvê-lo. Discutem, debatem, apresentam argumentos uns aos outros e por fim chegam a uma conclusão ou a várias. Se conseguirem mais de três estratégias para resolver o problema é um “clever day”, um “dia inteligente”, em que as crianças se superam a si próprias.

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Assim é o método de Singapura para o ensino da matemática, um método inovador em Portugal, que a Mundos de Vida adotou para as crianças do 1.º Ciclo com a colaboração da Escola Superior de Educação do Porto.

A implementação do método de Singapura e a introdução do mandarim no currículo do 1.º ciclo são duas novidades que levaram o presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, Paulo Cunha, a visitar o colégio da Mundos de Vida, a funcionar em Lousado, no âmbito do Roteiro pela Inovação.

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Estes dois inovadores projetos vêm juntar-se ainda ao ensino bilingue com aulas lecionadas em português e inglês ao 1.º ciclo que arrancou há já dois anos. Para Paulo Cunha “a Mundos de Vida é uma instituição cujas boas práticas fazem parte do seu ADN e do seu dia-a-dia. O mandarim e o método de Singapura são dois novos projetos que muito influenciam o percurso educativo destas crianças e são uma forma inovadora de ensinar, de motivar a aprendizagem e criar condições para que as crianças também despertem para a inovação e sejam amanhã cidadãos mais qualificados e empreendedores”.

“Devagar que eu tenho pressa” é a máxima do método de Singapura, que classifica os seus alunos no topo dos exames de matemática desde meados da década de 1990.

Para o diretor da Mundos de Vida, Manuel Araújo, “a escolha deste método do ensino da matemática mobilizou toda a instituição e os seus recursos. Em abril passado, os responsáveis da disciplina frequentaram uma ação de formação em Londres e temos contado com o apoio da Escola Superior de Educação do Porto”, salientou o responsável.

“Com este método, as crianças aprendem desde cedo a pensar e a fortalecer o seu raciocínio, desenvolvendo processos de metacognição, isto é, pensar sobre o seu próprio pensamento, como fizeram e porque é que fizeram. E partem sempre do concreto par chegar ao abstrato”, explicou a professora da Escola Superior de Educação do Porto, Dária Fernandes. Para a responsável este método tem ainda outra vantagem que é a “diferenciação pedagógica, ir à individualidade e chegar a todos os alunos, conseguindo bons resultados”.

E se a Mundos de Vida é a primeira escola do país e introduzir o método de Singapura é também a primeira do distrito de Braga a adotar o mandarim como disciplina curricular do 1.º ciclo. Na sala de aula já se ouvem as primeiras palavras em mandarim graças ao protocolo que a instituição celebrou com o instituto Confucio da Universidade do Minho.

Segundo a Pró-Reitora da Universidade do Minho, Carla Martins “as crianças aprendem muito facilmente qualquer língua, portanto esta é a altura ideal para ensinar”. A responsável salientou ainda que para além do ensino do mandarim, o protocolo celebrado enquadra também a disseminação da cultura chinesa, o que nos dias de hoje é fundamental.

A Mundos de Vida apresentou ainda mais dois projetos: uma biblioteca de rua dentro de uma cabine telefónica ao estilo britânico onde qualquer pessoa é convidada a levar um livro por troca com outro; e um semáforo que controla o ruído durante as refeições.

O Colégio da Mundos de Vida foi inaugurado em 2015 e tem três turmas com 25 alunos cada.

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PRESIDENTE DO MUNICÍPIO FAMALICENSE VISITA COLÉGIO “MUNDOS DE VIDA”

Paulo Cunha visita Mundos de Vida para conhecer inovações curriculares que vão ser implementadas no 1.º Ciclo,  amanhã, sexta-feira, 17 de novembro, pelas 10h30, em Lousado. Colégio Mundos de Vida introduz mandarim e novo método no ensino de matemática

Crianças do Colégio Mundos de Vida têm acesso a ensino inovador

A Mundos de Vida vai voltar a inovar ao nível do ensino do 1.º Ciclo. Depois de, em 2015, ter avançado com a primeira Escola Bilingue do 1º Ciclo fora dos grandes centros urbanos do Porto e Lisboa, a instituição vai agora introduzir o ensino curricular do mandarim no colégio, em articulação com o Instituto Confúcio da Universidade do Minho, e com a introdução do Método de Singapura no ensino da matemática, com o apoio da Escola Superior de Educação do Porto, o que fará deste colégio de Famalicão o primeiro do país a usar o método de ensino de matemática com melhores resultados mundiais com pedagogia e recursos em todas as turmas do 1.º Ciclo.

As inovações curriculares introduzidas pela Mundos de Vida serão apresentadas publicamente, amanhã, sexta-feira, 17 de novembro, pelas 10h30, na Mundos de Vida, em Lousado, durante uma visita do Presidente da Câmara Municipal, Paulo Cunha, à instituição enquadrada no Roteiro pela Inovação de Vila Nova de Famalicão.

A Mundos de Vida é uma exemplar instituição de solidariedade social de Vila Nova de Famalicão disponibilizando vários tipos de respostas sociais e educativas para várias gerações. Foi a instituição responsável pelo primeiro serviço especializado de acolhimento familiar do país, designado Procuram-se Abraços. A Missão Pijama é uma iniciativa criada pela Mundos de Vida, em 2012, com a finalidade de sensibilizar o país para o "direito de uma criança crescer numa família", promover o acolhimento familiar de crianças e reduzir o número de crianças institucionalizadas.

CABECEIRAS DE BASTO REABRE ESCOLA ENCERRADA NA SEQUÊNCIA DE GRAVES INCIDENTES ALI OCORRIDOS

Incidentes no Centro Escolar Padre Dr. Joaquim Santos. Escola reabre segunda-feira, 13 de novembro

Tal como havia sido anunciado aos pais e encarregados de educação, o Centro Escolar Padre Dr. Joaquim Santos reabre no próximo dia 13 de novembro estando garantidas todas as condições de segurança para que a atividade letiva decorra com toda a normalidade.

Centro Escolar Padre Dr. Joaquim Santos

A Polícia Judiciária acaba de informar que, na sequência das investigações realizadas, deteve uma senhora que confessou a autoria dos incêndios que ocorreram em março e em setembro último, naquele estabelecimento de ensino.

Na verdade, a suspeita, agora detida, esteve a trabalhar no Centro Escolar Padre Dr. Joaquim Santos nos períodos em que ocorreram os incêndios, no âmbito de Programas do IEFP.

O facto da referida senhora ter sido, por razões de serviço e gestão de recursos humanos, colocada a trabalhar na Piscina do Arco de Baúlhe nos últimos dias, local onde ocorreram idênticos incidentes entre 28 e 31 de outubro, facilitou, de alguma forma, o trabalho da Polícia Judiciária que fez, naturalmente, a devida conexão permitindo assim descobrir as causas dos incêndios.

Os incêndios de setembro último obrigaram a encerrar a escola até à descoberta da verdade. Os relatórios técnicos elaborados na sequência das inspeções e vistorias realizadas para apuramento das causas davam como certo não haver qualquer relação dos incêndios com os sistemas elétricos e eletrotécnicos.

A Câmara Municipal em articulação e com a colaboração do Agrupamento de Escolas e da Associação de Pais fez ao longo deste período tudo o que era possível para minimizar os transtornos que a transferência das aulas de mais de 350 crianças do pré-escolar e alunos do 1º ciclo para outros estabelecimentos de ensino acarretaram.

A Câmara Municipal sublinha e agradece a excelente cooperação e a compreensão de toda a comunidade educativa designadamente professores, funcionários, pais e encarregados de educação.

AMARES REFLETIU SOBRE O PAPEL DOS ESTABELECIMENTOS DE ENSINO NA PROMOÇÃO E PROTEÇÃO DOS DIREITOS DAS CRIANÇAS

A Comissão de Proteção de Crianças e Jovens em Risco de Amares (CPCJ), em colaboração com a Coordenação Regional Norte, da Comissão Nacional de Promoção dos Direitos e Proteção de Crianças e Jovens (CNPDCJ), organizou, recentemente, uma ação de formação,subordinada ao tema: “A intervenção dos Estabelecimentos de Educação e Ensino na Promoção e Proteção dos Direitos das Crianças e Jovens”. A iniciativa,dirigida aos educadores de infância, professores titulares e diretores de turma, decorreu na Biblioteca Municipal Francisco de Sá de Miranda.

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Preocupada com a qualidade da parceria que mantém com o Agrupamento de Escolas de Amarese numa lógica de complementaridade e de reforço da estreita articulação entre os membros da comissão, professores e comunidade escolar, a CPCJ de Amares considerou pertinente realizar, uma vez mais, uma sessão de esclarecimento para abordar temáticas como: o papel/função da escola na proteção à criança/jovem, os três tipos de atuações de caráter preventivo (prevenção primária, secundária e terciária), o princípio da subsidiariedade e a desmistificação da “sinalização”.

A sessão, cuja abertura ficou a cargo da Presidente da CPCJ de Amares, Cidália Antunes, foi orientada pela técnica Paula Gaio, da Coordenação Regional Norte, da Comissão Nacional de Promoção dos Direitos e Proteção de Crianças e Jovens (CNPDCJ).

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FAMALICÃO: ENGENHO RECEBE BANDEIRA VERDE PELO QUARTO ANO CONSECUTIVO

Paulo Cunha participa na sessão do hastear da bandeira, segunda-feira, 2 de outubro, pelas 11h00

O presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, Paulo Cunha, participa na próxima segunda-feira, dia 2 de outubro, pelas 11h00, na cerimónia do hastear da bandeira verde do programa Eco Escolas, na Engenho - Associação de Desenvolvimento Local do Vale do Este.

Engenho tem colaborado com o projeto Os nOssos Rios

A Engenho recebeu pela quarta vez consecutiva a Bandeira Verde no encontro nacional realizado, na passada sexta-feira, em Mafra. Na altura o  presidente da direção da Engenho, Manuel Augusto Araújo, considerou a atribuição deste galardão como o “reconhecimento de um compromisso assumido a favor do ambiente, da natureza, da biodiversidade e da sustentabilidade”.

Através do programa Eco Escolas, nas suas diferentes atividades, iniciativas e desafios, a Engenho, que tem como parceiro estratégico a Câmara Municipal, envolve e corresponsabiliza os seus utentes e famílias, colaboradores, entidades parceiras, autarquias locais e toda a comunidade, numa lógica de assumir o ambiente e a natureza, como um “bem comum” que urge “preservar, defender e promover de forma integrada e integradora”, adiantou ainda o responsável.

Paralelamente, e ainda como instituição amiga do ambiente, a Engenho, em articulação e com o apoio da autarquia, tem assumido um papel relevante no âmbito do projeto municipal “Os nossos rios” traduzido na adoção do Rio Guizande, que tem sido objeto de várias campanhas de limpeza do leito e das margens, monitorização do caudal, proteção do ecossistema ribeirinho, inventariação do seu património e (re) encontro da comunidade com este pequeno rio, verdadeiro marcador identitário da paisagem desta zona do concelho e território de intervenção da Engenho.

BRAGA INVESTE EM EQUIPAMENTOS ESCOLARES

Município intensificou investimentos em equipamentos escolares de todo o Concelho. Braga tem rede ´muito qualificada´ de equipamentos escolares

Ricardo Rio, presidente da Câmara Municipal de Braga, e Lídia Dias, vereadora da Educação, visitaram hoje, dia 18 de Setembro, a Escola Básica de S. Victor, que recentemente sofreu obras de requalificação.

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A intervenção, que teve um custo global de 150 mil euros, incluiu a reabilitação do recreio e a criação de um coberto nesse espaço ao ar livre, a pintura do edifício, a substituição de caixilharias, a reabilitação da torre e a criação de uma sala nessa zona, intervenção nas casas- de-banho e acertos nos espaços comuns.

Como afirmou Ricardo Rio, ao longo deste último ano o Município intensificou os investimentos em vários equipamentos escolares de todo o Concelho. “Temos vindo a realizar várias intervenções desta natureza, que conferem aos alunos melhores condições de conforto e segurança e contribuem decisivamente para a qualidade de vida das crianças e de quem aqui trabalha”, referiu, lembrando que a estas obras de dimensão mais reduzida se juntam as intervenções de fundo nas Escolas de Merelim S: Pedro, Gualtar, Esporões e S. Lázaro, bem como a aposta na remoção das placas de fibrocimento que tem sido suportada pelo Município.

Segundo o Edil, Braga está a criar uma ´rede muito qualificada´ de equipamentos escolares do ponto de vista das infra-estruturas físicas, o que permitirá, no próximo mandato autárquico, investir na dimensão da qualificação do projecto educativo.

“Queremos colocar ao dispor da comunidade escolar as ferramentas que necessitam para se modernizar, nomeadamente ao nível da dotação de meios informativos, uma área cujo investimento ainda é deficitário no concelho”, concluiu.

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CAMINHA RECEBE OS PROFESSORES NO FORTE DA LAGARTEIRA

O novo ano letivo está aí. Há mais alunos no concelho de Caminha.

A Escola Básica e Secundária de Vila Praia de Âncora foi adaptada para acolher o acréscimo de estudantes.

Mas há também grandes novidades, em matéria, sobretudo, de desporto escolar, porque os alunos do 2º e 3º ciclos do Agrupamento de Escolas Sidónio Pais vão ter nas aulas de Educação Física, pela primeira vez, as modalidades de SUP (Stand Up Paddle) e Canoagem.

O Surf vai também, brevemente, ser uma realidade. A tradicional receção aos professores fez-se ontem, no Forte da Lagarteira, em Vila Praia de Âncora.

Fotos: Câmara Municipal de Caminha

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PRESIDENTE DO MUNICÍPIO BARCELENSE PRESENTE NO ARRANQUE DO ANO LETIVO NA ESCOLA ROSA RAMALHO

O Presidente da Câmara Municipal de Barcelos, Miguel Costa Gomes, acompanhado pela Vereadora da Educação, Armandina Saleiro, visitou hoje a Escola EB 2,3 Rosa Ramalho, sede do Agrupamento, no arranque do ano letivo 2017/2018.

Miguel Costa Gomes frisou que este executivo tem tido como prioridade a “ aposta em políticas educativas que promovam a igualdade de oportunidades, a inclusão social e uma escola pública de excelência, consubstanciado em alguns projetos e ações municipais”. O Presidente da Câmara, na sua intervenção, referiu ainda que “não pensamos em Educação sem meios e condições, pois as crianças, jovens e família têm direito de usufruir de um ensino com dignidade”.

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Nesta visita, foi entregue à diretora do Agrupamento o cheque, no valor de cerca de 6.000€, relativo ao Projeto INOVATEC LAZER RR, desenvolvido pelos alunos do Agrupamento, que consiste na beneficiação de um espaço escolar onde os alunos possam desenvolver atividades de lazer, com todo o conforto necessário, no âmbito do Orçamento Participativo Escolar.

Ao longo do ano letivo transato, a Câmara Municipal de Barcelos fez uma série de melhoramentos nas escolas do concelho, nomeadamente de beneficiação, conservação e melhoramento, assim como manutenção de equipamentos e infraestruturas. Foram ainda instalados parques infantis nas escolas do concelho e foi feita a sua certificação. No total, foram investidos 124. 125,81€ + IVA.

Como novos projetos a iniciar no ano letivo 2017/2018, apoiados pelo Programa Norte 2020, num valor estimado de 1.500,000€, salientam-se o “Comunidade Educativa Digital”, que prevê a modernização dos equipamentos informáticos escolares com a aquisição de 153 computadores e 89 multifunções a distribuir pela generalidade das escolas e jardins de infância; o Projeto Apoio psicoeducativo e psicossocial ao 1º ciclo do Ensino Básico, e que consiste na disponibilização de uma equipa especializada de psicólogos e terapeutas da fala com intervenção direta no contexto escolar e familiar, no âmbito do Plano Integrado e Inovador de Combate ao Abandono e Insucesso Escolar; o Programa “Barcelos a Ler”, constituído por um conjunto de ações de promoção da literacia junto da população do pré-escolar e do 1º ciclo, promovido pela Rede das Bibliotecas Escolares e que tem como objetivo o incentivo à leitura e à escrita, de forma a promover o sucesso escolar; o Projeto “A diferença está no desporto”que visa dotar os Agrupamentos de Escola e Escola Não Agrupada de Barcelos de repostas complementares que permitam uma abordagem integrada e diferenciada a partir do desporto, com impacto direto na motivação dos alunos, na fomentação de sucesso, na promoção de algumas competências transversais com impacto na realização escolar, no estabelecimento de objetivos e, por sua vez, com impacto direto no sucesso académico.

Outros apoios na área da educação

As bolsas do ensino superior, os apoios à educação (através de refeição, transporte, material escolar, pequenos-almoços, acompanhamento psicológico, atividades extracurriculares, rede de bibliotecas, entre outros), bem como os subsídios de apoio às famílias (arrendamento habitacional, habitação social, transporte para pessoas com deficiências, serviços de saúde ocular e auditiva, promoção de imagem, medicina dentária, etc.) são para manter no âmbito da política que o Município de Barcelos tem vindo a desenvolver, na procura de condições equitativas para as famílias mais carenciadas.

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CERVEIRA LEVA ALUNOS E PROFESSORES À BIENAL DE ARTE

Novo ano letivo arranca com visita de professores e alunos à Bienal de Arte

O presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Cerveira, Fernando Nogueira, e a Vereadora da Área da Educação, Aurora Viães, assinalaram, esta quarta-feira, a abertura do ano letivo 2017/2018, convidando os professores do Agrupamento de Escolas do concelho para uma visita guiada à XIX Bienal Internacional de Arte de Cerveira. Alunos terão oportunidade de conhecer com os trabalhos expostos durante as próximas duas semanas.

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Em ano de Bienal de Arte, a habitual cerimónia de receção aos professores em Vila Nova de Cerveira não podia ter outro cenário: o Fórum Cultural. O autarca cerveirense começou por dar as boas-vindas aos cerca de 50 docentes presentes, “‘aos da casa’ e a todos quantos se juntam a uma equipa de excelência”.

Reafirmando que a educação continua a ser uma das grandes prioridades do executivo, Fernando Nogueira sublinhou “o carinho especial pelas escolas que se traduz em atenção e disponibilidade dentro das possibilidades, pois o sucesso dos nossos jovens reflete-se no desenvolvimento do concelho”, e lançou um desafio: “Estamos num evento e num espaço de referência artística com reconhecimento nacional e internacional e, apesar do encerramento da XIX edição acontecer no próximo sábado, a maioria das exposições vai estar disponível mais duas semanas para que possam trazer os vossos alunos a conhecer”.

O diretor do Agrupamento de Escolas, Professor Venceslau Teixeira, agradeceu à Câmara Municipal por ser um parceiro privilegiado, realçando o excelente trabalho que tem sido desenvolvido e que se revela no entusiasmo dos pais e alunos em regressar à escola.

Depois dos discursos de boas-vindas, seguiu-se uma visita guiada à exposição de Homenagem a Paula Rego, pela Curadora Helena Pereira.

MUNICÍPIO DE CABECEIRAS DE BASTO APOIA ESTUDANTES CABECEIRENSES

Câmara Municipal apoiou 120 jovens com bolsas de estudo e auxílios económicos. Um apoio financeiro de 85 mil euros às famílias

O presidente da Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto, Francisco Alves, entregou ontem, dia 13 de setembro, 120 bolsas de estudo e auxílios económicos a jovens cabeceirenses, um investimento que ascende a 85 mil euros, montante totalmente suportado pelo orçamento municipal e que se assume como um contributo importante para as famílias, para que os seus filhos estudantes possam concluir ou prosseguir a sua formação.

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A cerimónia da entrega de bolsas de estudo a alunos do ensino superior e auxílios económicos a alunos do ensino secundário decorreu na Casa do Tempo, onde se juntaram os bolseiros e seus familiares.

Acompanharam o presidente da Câmara o vereador Alfredo Magalhães, bem como os presidentes das Juntas de Freguesia.

Na oportunidade, o presidente da autarquia realçou que as bolsas de estudo e auxílios económicos são “um estímulo para que os jovens continuem os seus estudos”, uma medida que se reveste de grande importância social.

Bolsas de Estudo a alunos do Ensino Superior

Durante a reunião camarária do passado dia 18 de agosto, o executivo municipal aprovou, por unanimidade, a atribuição de 36 bolsas de estudo a alunos do Ensino Superior que concluíram com êxito o ano letivo 2015/2016, uma decisão que representa um investimento de 24.287,00 euros na formação de jovens estudantes cabeceirenses do ensino superior que tiveram bom aproveitamento escolar e que integram famílias economicamente vulneráveis.

Com a atribuição destas bolsas de estudo, a Câmara Municipal reconhece o esforço dos estudantes que frequentam o ensino secundário e superior, contribuindo para a formação e valorização do potencial humano de Cabeceiras de Basto, mas também para a melhoria da qualidade de vida de muitas famílias Cabeceirenses.

Auxílios Económicos a alunos do Ensino Secundário

Na mesma reunião do dia 18 de agosto, no âmbito da atribuição de auxílios económicos a alunos do ensino secundário, o executivo camarário aprovou 84 candidaturas que envolvem um investimento na ordem dos 59.430,00 euros. Trata-se de uma medida que visa apoiar os alunos de famílias com menores recursos económicos, contribuindo, assim, para atenuar as desigualdades sociais e económicas entre as populações do concelho e consequentemente, para melhorar as condições de vida da população residente, contribuindo igualmente para a formação e valorização do potencial humano de Cabeceiras de Basto.

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CABECEIRAS DE BASTO INOVA NA EDUCAÇÃO COM SALAS DE AULA DO FUTURO

O presidente da Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto, Francisco Alves, inaugurou hoje, dia 13 de setembro, primeiro dia de aulas, três salas voltadas para as novas tecnologias, onde os alunos poderão dar ‘largas’ à imaginação, fazendo jogos interativos e experiências ao mesmo tempo que adquirem novas competências e testam conhecimentos.

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Esta manhã, ao chegarem à escola, os alunos da EB Profª Filomena Mesquita, da EB Pe. Dr. Joaquim Santos e da EB do Arco de Baúlhe depararam-se com uma Sala de Aula do Futuro equipada com meios tecnológicos e de multimédia que estão agora ao dispor de estudantes e professores, uma ferramenta que tem como principal objetivo o combate ao insucesso escolar.

Acompanharam o presidente da Câmara nesta visita às três salas de aula, os presidentes das Juntas de Refojos, Outeiro e Painzela e do Arco de Baúlhe e Vila Nune, respetivamente Leandro Campos e Dra. Carla Lousada, o secretário executivo da CIM do Ave, Eng. Gabriel Pontes, a diretora do Agrupamento de Escolas, Dra. Céu Caridade, os coordenadores dos estabelecimentos de ensino, e o presidente da Associação de Pais e Encarregados de Educação, Prof. Luís Santos.

As Salas de Aula do Futuro são uma das ações incluída no ‘Plano Integrado e Inovador de Combate ao Insucesso Escolar’, iniciativa supramunicipal promovida pela Comunidade Intermunicipal (CIM) do Ave, financiada em 85% pelo Programa Operacional Regional do Norte – Norte2020, projeto com um investimento global na ordem dos 100 mil euros em Cabeceiras de Basto.

As Salas de Aula do Futuro têm como objetivo a melhoria das aprendizagens, combatendo o abandono, ao mesmo tempo que promovem o sucesso escolar dos alunos, pretendendo constituir-se como laboratórios de aprendizagem e espaços de inovação para os seus utilizadores. Professores e alunos têm a partir de hoje novos desafios quer no ensino, quer na aprendizagem, estando os docentes a ser capacitados para lidar com estas novas formas de ensinar em salas coloridas, divididas por zonas/áreas de ensino.

Nestas Salas de Aula do Futuro estão disponíveis um painel e mesa interativos, tablets, câmara fotográfica/vídeo, gravador de som, mesas de mistura para edição de som e vídeo, impressora 3D, visualizador 3D, sensores de temperatura, som e luz, comandos de resposta interativa e ainda legos para criação de histórias, personagens e cenários.

Para o presidente da Câmara, Francisco Alves, trata-se de uma aposta ganha, quer em termos do interesse espoletado em alunos e professores, quer pelas ferramentas multimédia e conteúdos que são disponibilizados aos seus utilizadores.

“As Salas de Aula do Futuro promovem ambientes educativos inovadores e impulsionam a diversificação dos métodos de trabalho e de abordagem curricular com vista ao sucesso educativo”, disse o autarca referindo que através da plataforma que é disponibilizada, os alunos ficarão a conhecer melhor, e de uma forma lúdica, o seu concelho, a sua história e o seu património mas também os conteúdos das demais disciplinas curriculares.

“Sinto-me verdadeiramente satisfeito por inaugurar estas salas”, confessou Francisco Alves, apelando a todos os alunos que “estimem” estes equipamentos para que mais tarde possam, também, ser usados por outras crianças. No final, deixou o seu reconhecido agradecimento a todos os técnicos envolvidos na conceção deste projeto inovador que abre novas portas ao conhecimento.

Por seu turno, o secretário executivo da CIM do Ave, Eng. Gabriel Pontes, elogiou o empenho da Câmara Municipal nesta iniciativa, antevendo o “sucesso” destas salas, uma medida que considerou “emblemática e transversal” a diversas áreas de ensino.

Gabriel Pontes enalteceu o trabalho em equipa, reconhecendo que com este projeto a escola torna-se mais inclusiva e interessante.

Para a diretora do Agrupamento de Escolas, Dra. Céu Caridade, “o futuro começa hoje a ser preparado”, mostrando-se “muito satisfeita” com a implementação destas salas de aula. Na sua intervenção, reconheceu o empenho e visão da Câmara Municipal que “continua a apostar na Escola e na Educação”, contando com os contributos do Agrupamento de Escolas e o trabalho e empenho de professores, funcionários e encarregados de educação.

Durante a sessão inaugural destas novas salas, Bruno Santos, o designer gráfico responsável pelo logótipo e material gráfico referente a este projeto, explicou também aos presentes o sentido da geometria presente no logótipo ao qual foram associadas imagens de diversos instrumentos tecnológicos como iphone’s, ipad’s, wifi, entre outros, “elementos ligados ao céu e ao sonho como uma ideia de ligação e navegação em rede”.

As salas de aula recorrem à Plataforma +Cidadania destinada a crianças do 1.º Ciclo do Ensino Básico e que tem como missão prevenir e reduzir o abandono escolar precoce e promover a igualdade de acesso a uma educação de qualidade. A plataforma proporciona um ambiente de aprendizagem rico em tecnologia, facilitador da aprendizagem, do trabalho colaborativo e da partilha de ideias. Na oportunidade Ângela Magalhães explicou e fez uma demonstração das características e valências desta plataforma.

Recorde-se que há já vários anos atrás a Câmara Municipal instalou quadros interativos em todas as salas de aula de todas as escolas do 1º Ciclo do concelho, uma aposta na modernização educativa que agora se complementa com a entrada em funcionamento destas Salas de Aula do Futuro, verdadeiros laboratórios onde, brevemente, também a robótica será uma realidade.

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FAMALICÃO ENTRA COM O PÉ DIREITO NO PRIMEIRO DIA DE AULAS

Paulo Cunha entregou hoje, simbolicamente, os livros escolares aos alunos do 1.º e 2.º ciclos

“Um grande alívio”. É assim que Carla Araújo, presidente da Associação de Pais da EB 2,3 Dr. Nuno Simões, se refere à gratuitidade dos manuais escolares em Vila Nova de Famalicão que, este ano, se estendeu pela primeira vez ao 2.º ciclo.

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A entrega simbólica das fichas de apoio a todo o universo do 1.º ciclo e dos manuais escolares aos alunos do 5.º e 6.º ano do Ensino Básico foi assinalada esta quarta-feira, 13 de setembro, pelo Presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, Paulo Cunha, e pelo vereador da Educação da autarquia, Leonel Rocha, que aproveitaram este primeiro dia de aulas para verificar no terreno que tudo estava preparado no concelho para receber os alunos no arranque do ano letivo.

A responsável pela Associação de Pais reconhece que a oferta dos livros por parte da autarquia“significa muito nos orçamentos das famílias famalicenses, sobretudo nas que têm mais do que um filho a estudar”, libertando assim verbas para outras necessidades das crianças, como por exemplo, a frequência em atividades extracurriculares.

Ao todo, serão beneficiados com esta medida 7 500 alunos (5 000 do 1.º ciclo e 2 500 do 2.º ciclo) num investimento total de 410 mil euros. Isto significa que em Famalicão uma família com um filho no 1.ª ciclo e outro no 2.º ciclo vai poupar perto de 150 euros com a aquisição dos livros escolares.

Paulo Cunha considera que este “é um esforço mais do que justificado por parte da autarquia, uma vez que é essencial para assegurar condições de igualdade para todas as crianças de Famalicão ao nível do processo educativo, o que é determinante para o seu futuro”.

O autarca salientou a importância desta medida, mas recordou um conjunto de outros apoios municipais à educação, ao nível, por exemplo, da ação social, transportes e refeições escolares, que juntamente com os apoios pedagógicos promovidos pela Rede Escolar concelhia formam um bolo maior, “todo ele importante para que hoje assistamos em Vila Nova de Famalicão a uma verdadeira democratização do ensino”.

Recorde-se que, no ano letivo 2002/2003, a Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão foi pioneira na atribuição gratuita dos manuais escolares a todas as crianças do 1.º ciclo do concelho. Entretanto, e com a decisão do atual governo de Portugal de oferecer, já a partir deste ano letivo, os manuais a todo o 1.º ciclo, a autarquia famalicense foi mais longe e avançou este ano com a gratuitidade dos livros para o segundo ciclo, ou seja, para o 5.º e 6.º ano, e continuou com a oferta das fichas de apoio para o 1.º ciclo.

Para além desta importante medida, a Câmara Municipal de Famalicão apoia também as famílias do concelho através de uma forte aposta na ação social escolar com, por exemplo, a oferta de material escolar aos alunos com os escalões A e B do 1.º ciclo, o que significa um investimento de 16 euros por aluno do Escalão A e 8 euros por aluno do Escalão B; a oferta de transporte escolar para os alunos do 2.º e 3.º ciclo e comparticipação de 50% para os alunos do Secundário; a comparticipação das refeições escolares e oferta da fruta; a inclusão de um quarto escalão social, entre outras medidas.

“São apoios essenciais para as famílias e, inclusivamente, para as escolas, uma vez que promovem a igualdade das crianças dentro da escola o que é relevante para o processo ensino/aprendizagem”, disse a diretora do Agrupamento de Escolas, Helena Pereira.

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BARCELOS QUER MANTER AS 4 SALAS NA ESCOLA DE ABORIM

ESCLARECIMENTO

Em virtude das notícias avançadas hoje relativas à Escola de Aborim, vem a Câmara Municipal de Barcelos esclarecer o seguinte:

  1. O Município de Barcelos tem feito todos os esforços e diligências, juntamente com o Agrupamento de Escolas Vale do Tamel – Lijó e a Associação de Pais de Aborim, junto da DGEST e do Ministério da Educação, no sentido de manter as quatro salas na Escola de Aborim.
  2. A gestão e constituição de turmas não é competência do Município, mas este tudo tem feito, junto das entidades competentes, para que não haja redução do número de turmas, dado que em julho estavam matriculadas 82 crianças.
  3. A Escola de Aborim é uma escola de acolhimento, conforme consta na Carta Educativa. Através da Junta de Freguesia de Aborim, o Município tem vindo a fazer um investimento de milhares de euros naquela escola, no sentido de criar condições para a prática letiva.
  4. Barcelos é um território que se orgulha de ter uma taxa de cobertura de 100% no ensino pré-escolar, e níveis de abandono escolar bastante residuais (0,92%).
  5. O Município de Barcelos tem efetuado uma forte aposta na área da educação, através de apoios sociais aos alunos e famílias, quer ao nível da requalificação e também de apetrechamento dos espaços educativos.

MOVIMENTO ASSOCIATIVO ESTUDANTIL DO ENSINO SUPERIOR REÚNE-SE EM BRAGA

ENDA Minho 2017

O Movimento Associativo Estudantil Nacional do Ensino Superior, reunido nos dias 9 e 10 de setembro, na Escola de Medicina da Universidade do Minho, em sede de Encontro Nacional de Direções Associativas (ENDA), com o intuito de debater posições que versam sobre diferentes áreas do Ensino Superior, apresenta as seguintes posições:

Ação Social

  • Ao longo dos últimos anos, o Movimento Associativo Estudantil Nacional alertou para a realidade do mercado de arrendamento, nomeadamente no que concerne a inflação de preços e falta de residências universitárias. Uma vez que um elevado número de estudantes do Ensino Superior se encontram deslocados, torna-se necessária a existência de uma rede de residências universitárias que, na impossibilidade de cobrir a totalidade das necessidades de alojamento, responda às necessidades básicas de acomodação desse contingente de estudantes. Contudo, o mesmo não se verifica, existindo, ainda, a agravante de uma crescente negligência e falta de investimento nas residências dos Serviços de Ação Social das várias Instituições do Ensino Superior.

Na conjuntura atual, é possível constatar um agravamento nos custos suportados por estudantes deslocados. Assim, o Movimento Associativo Estudantil Nacional salienta a necessidade do aumento do investimento, através do Orçamento de Estado 2018, nas residências universitárias dos serviços de ação social, para priorizar a melhoria das infraestruturas, a adaptação de edifícios, e a definição de um plano nacional a médio prazo para a construção de novas residências.

Defende, também, este Movimento como sendo fundamental a reposição de dedução à coleta em sede de IRS, dos custos suportados com alojamento em virtude da frequência do Ensino Superior e uma ação junto das entidades governativas locais que integrem cidades universitárias, por forma a serem encontradas soluções à falta de oferta de arrendamento para os estudantes universitários.

O movimento exige ao Governo uma resposta célere à problemática do mercado de habitação e das residências universitárias, sendo que caso a situação não se altere, compromete-se o movimento estudantil nacional a considerar todas as alternativas e mecanismos existentes que permitam reverter esta situação;

  • Face às recomendações para promover a redução do desperdício alimentar, da Comissão Nacional do Combate ao Desperdício Alimentar (CNCDA), o movimento associativo considera necessária a monitorização, elaboração e divulgação da realidade do desperdício e perdas alimentares nas Instituições de Ensino Superior, procurando melhorar a sustentabilidade alimentar e consciencializar os consumidores para a adoção de práticas de consumo responsáveis, reduzindo o desperdício e promovendo a redistribuição alimentar.

Metas 2020 - Pós 2020

A Estratégia Europa 2020 (E2020) é um plano que visa promover o crescimento e emprego, na década 2010-2020, repartindo-se em 8 metas ambiciosas, nas áreas do emprego, da investigação e desenvolvimento (I&D), das alterações climáticas e energia, da educação e da redução da pobreza. No atual panorama, 7 anos após a implementação da Estratégia 2020, o Movimento Associativo Estudantil Nacional alerta, sobretudo, para o facto do ensino superior português ter uma responsabilidade preponderante para a concretização de três dessas metas:

  1. 40% de diplomados entre os 30 e 34 anos que tenham completado o ensino superior ou equivalente;
  2. 3% de Investimento em I&D (em percentagem do PIB);
  3. 75% da população entre os 20 e os 64 anos estar empregada, promovendo a sustentabilidade e a qualidade do emprego.

Perante esta temática, o Movimento Associativo Estudantil Nacional defende a necessidade de:

  1. O Governo encetar todos os esforços necessários para desenhar e implementar programas adequados e especificamente orientados para o cumprimento das metas supracitadas;
  2. Envolver o Movimento Associativo Estudantil Nacional e das Instituições de Ensino Superior no processo de concretização das metas referidas;
  3. Reprogramar, quando necessário, os fundos comunitários afetos ao Portugal 2020 para financiar tais programas.

Financiamento e Organização do Sistema do Ensino Superior

  • O Movimento Associativo Estudantil Nacional tem vindo a denunciar a ilegalidade que, ano após ano, continua a ser cometida através da fixação do valor das propinas: as Instituições do Ensino Superior têm vindo a usar um índice de preços no consumidor para cálculo do valor da propina máxima que “não é o mais adequado”, citando o Instituto Nacional de Estatística. Assim, mantendo a exigência da correção da situação, o Movimento Associativo Estudantil Nacional solicita ao Governo a inclusão da uma norma na Lei do Orçamento de Estado para 2018 que preveja que o valor total das propinas cobradas pelas instituições de ensino superior públicas, por ano e por estudante de formação inicial (licenciaturas e mestrado integrados), nos anos letivos de 2017/18 e 2018/19, não possa ser superior a € 949,32. O valor de € 949,32 é o valor calculado pelo Instituto Nacional de Estatística da aplicação com os melhores dados estatísticos atualmente disponíveis correspondente à atualização para este ano de 1.200$00 em 1941, aplicando o Índice de Preços no Consumidor daquele instituto. Caso não seja atendida a pretensão anterior, solicita o Movimento Associativo Estudantil Nacional aos Grupos Parlamentares que introduzam tal norma em sede de discussão na especialidade do Orçamento de Estado para 2018;
  • A Lei n.º 37/2003, de 22 de agosto, que estabelece o financiamento nacional do ensino superior público, tem uma importância fulcral no fomento e difusão do conhecimento, materialização de uma investigação científica de qualidade, na promoção da igualdade de oportunidades e de uma cultura de mérito académico, sendo um investimento com efeitos reprodutivos elevados, conforme diversos organismos indicam. O movimento estudantil tem, sucessivamente, exortado a tutela para criar condições para a existência de uma discussão séria sobre as taxas de frequência no Ensino Superior (i.e taxas, emolumentos e propina) na sua especificidade e a Lei de Financiamento na generalidade. Assim, com via à discussão sobre o próximo Orçamento de Estado, os estudantes portugueses exortam a que seja preveja a limitação do valor de propina a cobrar nos cursos não conferentes de grau, e dos 2.º e 3.º ciclos de estudos; os deputados à Assembleia da República procedam à criação de um projeto de resolução que recomende ao Governo português o aumento do financiamento do sistema de Ensino Superior, bem como a respetiva avaliação e revisão; seja criada a perspetiva de um Plano de Financiamento do sistema de Ensino Superior - de duração não inferior a cinco anos - salvaguardando alterações de legislatura, orientação política ou ideológica, trazendo assim uma maior estabilidade no quadro de decisão de governo das instituições; seja criado, no âmbito da avaliação efetuada pela OCDE, um grupo de trabalho de composição plural – onde os estudantes do Ensino Superior sejam incluídos – com o objetivo de produzir um documento de avaliação e outro de alteração legislativa à Lei de Financiamento do Ensino Superior, dando cumprimento à realidade europeia existente;
  • Tendo a Secretaria de Estado da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (SECTES) garantido a iniciação de conversações com as Instituições de Ensino Superior no sentido de dar respostas às preocupações dos estudantes face à temática da tabela de taxas e emolumentos e verificando-se já a aproximação do início do ano letivo, o Movimento Associativo Nacional relembra a urgência de encetar os contactos supramencionados com as IES o mais brevemente possível, honrando o compromisso assumido perante o mesmo;
  • O Regime Jurídico das Instituições de Ensino Superior (RJIES) celebra 10 anos. Resultante da necessidade de congregar a organização e funcionamento de todo sistema de Ensino Superior (ES) num único documento normativo, desde logo, o movimento estudantil, em particular, expressou imediatamente duras críticas ao diploma, sendo que a principal razão para a contestação se prendia essencialmente com a perda de representatividade dos estudantes nos órgãos das Instituições de Ensino Superior.

Com o propósito de mitigar esta oposição ao RJIES, previu-se, no art. 185.º, a avaliação da aplicação da lei 5 anos após a sua entrada em vigor. A avaliação prometida e legalmente prevista não ocorreu em 2012 com o quadro parlamentar da altura, nem desde 2015 com o atual. A ausência de uma avaliação da aplicação da Lei n.º 62/2007 nos termos aí estabelecidos, traduziu-se numa oportunidade perdida para corrigir mais cedo, inclusivamente, alguns fenómenos que se verificaram na prática, ao abrigo do RJIES.

  • Assim, considera o movimento associativo que existem aspetos sobre os quais é urgente refletir, exigindo que seja desencadeado de imediato um processo de avaliação e revisão da Lei n.º 62/2017, de 10 de setembro, no que respeita à democraticidade na governação e gestão das Instituições, nomeadamente, que reflita nas questões relacionadas com a atribuição da competência de eleição dos Reitores e Presidentes a assembleias de maior dimensão e verdadeiramente representativas dos vários corpos académicos, maior representatividade dos estudantes nos órgãos de governo das IES, tendente à paridade entre professores e alunos, e à possibilidade de aquisição de bens e serviços pelas IES fora da Central de Compras, salvaguardando o cumprimento de exigências de transparência e boa administração;
  • Fazendo uma análise sobre os pagamentos do programa “Retomar” durante o decorrer do último ano letivo foi possível verificar um enorme atraso na sua transferência para os seus beneficiários. O Movimento Associativo Estudantil Nacional defende que no arranque do presente ano letivo deverá ser assumida uma data para o pagamento das últimas bolsas do programa “Retomar”, no sentido de possibilitar, a todos os estudantes, a organização e gestão dos seus gastos quotidianos;
  • O Programa “Mais Ciência, Menos Burocracia” foi idealizado como uma possível solução para simplificar alguns processos existentes no Ensino Superior português e, nesse sentido, aproveitar a era digital para, administrativamente, alterar o funcionamento de diversos processos e as burocracias associadas, bem como conhecer e tratar realidades como o abandono escolar. Autonomia, mobilidade e desburocratização foram os substantivos que definiam o conceito do Estudante ID. Passado um ano sobre a implementação experimental em diversas Instituições de Ensino Superior, é importante analisar e entender o que poderá ser melhorado no futuro. Assim, o Movimento Associativo Estudantil Nacional solicita a apresentação dos resultados e conclusões da fase experimental do Estudante ID, bem como a definição de metas a atingir no futuro e a devida articulação com os demais projetos enquadrados no Programa “Mais Ciência, Menos Burocracia”;
  • Decorrente da constituição do Conselho de Internacionalização do Ensino Superior Português (CIESP) e dos seus objetivos, urge a revisão da aplicabilidade do estatuto do estudante internacional e desenvolvimento de contactos e esforços para uma valorização do Ensino Superior português além da Ciência, em particular no que ao recrutamento de estudantes internacionais concerne. Assim, deverá ser avaliado o Decreto Lei n.º 36/2014, de 10 de março, devendo constar no mesmo, meios que permitam às Instituições de Ensino Superior desenvolver mecanismos para a sua efetiva internacionalização, nomeadamente, no que respeita ao processo de recrutamento de estudantes.

Outros assuntos

  • Vários documentos têm como intuito regulamentar os direitos e deveres dos estudantes em regimes especiais de frequência. Contudo, os regimes especiais de frequência não oferecem as mesmas garantias de igualdade de direitos a todos os estudantes, por a sua definição ser da responsabilidade única das Instituições de Ensino Superior (IES). O Movimento Associativo Estudantil Nacional vem por este meio requerer ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior a criação de um grupo de trabalho com o intuito de identificar e avaliar a realidade atual de todos os estatutos especiais existentes nas diversas IES, com o intuito de definir condições que devem constar em todos os regimes especiais, pelas quais as IES se devem reger e criar um Estatuto do Estudante do Ensino Superior que, no âmbito da simplificação necessária a toda a Administração Pública, compile todos os estatutos especiais num único documento mais justo e inclusivo;
  • Tornar a ciência mais aberta e acessível a todos constitui, indubitavelmente, um desafio coletivo, que fortalece não só a posição da ciência na sociedade, mas que contribui também para uma sociedade mais qualificada e preparada para enfrentar os desafios do futuro. Permitir que o conhecimento científico seja acessível e transmissível para a sociedade é investir no reforço do impacto social que a investigação tem, contribuindo para a sua valorização, transparência, reprodução e reconhecimento. Assim, recomenda o Movimento Associativo Estudantil Nacional que se efetuem as diligências necessárias, do ponto de vista legislativo, tecnológico e burocrático, para que o livre acesso ao conhecimento e à produção de ciência constitua a realidade da sociedade portuguesa e se estabeleça a criação de um fundo financeiro comum entre a Direção-Geral de Ensino Superior, as Instituições de Ensino Superior e os Laboratórios de Investigação Científica que permita salvaguardar a criação de um repositório de livre acesso online, sem restrições, sob égide regulatória do MCTES;
  • Na sequência das resoluções do Conselho de Ministros nº20/2016 e nº22/2016, que indiciaram a criação da Agência de Investigação Clínica e Inovação Biomédica e do Conselho Nacional dos Centros Académicos Clínicos, foi intenção do Governo desenvolver uma estratégia de reforço da qualificação e do desenvolvimento científico no domínio da saúde. Assim, o Movimento Associativo Estudantil Nacional vem solicitar ao MCTES que:
  1. Sejam divulgadas com a maior celeridade as conclusões do Grupo de Trabalho constituído, criado com o objetivo de pensar eventuais medidas de promoção de investigação clínica e da translação e inovação biomédica em Portugal;
  2. Os estudantes sejam incluídos na constituição de grupos de trabalho com intuito semelhante ao do revolvido pelo Conselho de Ministros, bem como na estrutura do Conselho Nacional dos Centros Académicos Clínicos, a título consultivo;
  3. Sejam clarificadas as medidas que asseguram o financiamento da Agência de Investigação Clínica e Inovação Biomédica e que esta fique integrada enquanto Infraestrutura de investigação de interesse estratégico da FCT; 4. Esta iniciativa específica e os mecanismos de financiamento a ela associados sejam estendidos a outras áreas do conhecimento, por forma a que exista uma maior produção de ciência e desenvolvimento da investigação em Portugal;
  • Atendendo ao facto da Saúde se revelar de elevada importância em qualquer Estado, a sua monitorização torna-se imperativa. A necessidade de planeamento dos recursos humanos em Saúde é objeto de elevada relevância no contexto internacional e nacional, recomendando-se a adequação do número de ingressos às capacidades formativas máximas enquanto garantia da qualidade do ensino e formação dos futuros profissionais de saúde e, consequentemente, da prestação de cuidados de saúde em Portugal. Na realidade do ensino médico, este objetivo apenas poderá ser alcançado se se colocar um término àdesintegração da formação médica, através da garantia de que, a todo o estudante que ingressa no curso de Medicina, seja assegurado o término da sua formação através do acesso àformação pós-graduada, durante o internato médico. Assim, o Movimento Associativo Estudantil Nacional vem propor:
  1. A existência de um planeamento dos recursos humanos em saúde;
  2. Uma reavaliação da pertinência de manter o contingente adicional de 15% de vagas para licenciados a admitir nos cursos de medicina, criado pelo Decreto-Lei no 40/2007, de 20 de fevereiro;
  3. A definição de uma política sustentada de redução do número de ingressos nos cursos de Medicina em Portugal, em concertação com a ANEM, com a Ordem dos Médicos e o Ministério da Saúde;
  4. Seja salvaguardado o financiamento da área da Saúde à semelhança do defendido pelo ENDA para o Ensino Superior;
  • O movimento associativo comprometeu-se a defender, desenvolver ações e promover práticas positivas em matéria de combate a todas as formas de discriminação e de desigualdades de género no ensino superior.
  • No decorrer do ENDA Minho foram eleitos Bruno Alcaide como representante dos Estudantes do Ensino Superior Universitário no Conselho Consultivo da A3ES e João Pedro Louro como representante dos Estudantes do Ensino Superior Universitário no Conselho Nacional de Educação.

O próximo Encontro Nacional de Direções Associativas decorrerá nos dias 16 e 17 de dezembro, organizado pela Associação de Estudantes do Instituto Superior de Contabilidade e Administração de Lisboa, no Auditório da Escola Superior de Comunicação Social, em Lisboa.

Braga, 10 de setembro de 2017

O Movimento Associativo Estudantil Nacional

PROBLEMAS NA ATRIBUIÇÃO DO SUBSÍDIO DE EDUCAÇÃO ESPECIAL NOS DISTRITOS DE PORTO, BRAGA E VIANA DO CASTELO

COMUNICADO

Exmos senhores:

Representantes da CNIPE e da ANEAE reuniram na quarta-feira passada, dia 6 de setembro, com representantes da comissão Regional do PCP, incluindo a Vereadora da CDU na Câmara Municipal de Viana do Castelo, Claudia Marinho . Reuniram também nesse dia com o coordenador Distrital do Bloco de Esquerda, Luis Louro.

O objectivo destas reuniões foi que as referidas associações pudessem denunciar ás estruturas distritais destes partidos, a situação e solicita que estes partidos acompanhem e intervenham para que possam ser definitivamente resolvidos os problemas com a atribuição do subsidio de educação especial nos concelhos do Distrito de Viana do Castelo.

O ano lectivo está a começar e há grande incerteza quanto ao encaminhamento destas crianças. Mantém-se também sem solução os processos de crianças com deficiência que foram injustamente indeferidos, criando uma situação falta de equidade relativamente a outras crianças do resto do país. A taxa deferimento em Viana do castelo rondará aproximadamente os 50%, sendo que no resto do pais será 90%.

As diversas associações não excluem a ideia de agendarem novas iniciativas de protesto no distrito , tal como aconteceu no passado, até que situação esteja resolvida. 

Subscrevemo-nos, atentamente

Rui Martins

Presidente da Direcção

MONÇÃO ENTREGA MATERIAL ESCOLAR

Entrega de material escolar a 71 crianças do concelho oriundas de 40 agregados familiares com dificuldades económicas decorreu, na manhã de hoje, no auditório da Biblioteca Municipal de Monção. Iniciativa solidária promovida pela Comissão de Proteção de Crianças e Jovens de Monção teve apoio do Grupo Centro Funerário do Alto Minho (CFAM). Conceição Soares agradeceu o apoio dos parceiros, incentivou o meio empresarial a seguir o exemplo da CFAM e desejou um bom ano letivo a todos.

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A Câmara Municipal de Monção está apostada em garantir um regresso às aulas em igualdade de circunstâncias a todos os alunos do concelho. Entre um conjunto de atividades previstas, umas já realizadas e outras por realizar, decorreu, na manhã de hoje, a entrega de material escolar a famílias monçanenses com dificuldades económicas.

A iniciativa, que teve lugar no auditório da Biblioteca Municipal de Monção, foi promovida pela Comissão de Proteção de Crianças e Jovens de Monção, contando com a colaboração da iniciativa privada através do Grupo Centro Funerário do Alto Minho (CFAM). Foram abrangidas 71 crianças de 40 agregados familiares acompanhados pela comissão.

A Vice-Presidente da Câmara Municipal de Monção, Conceição Soares, agradeceu o apoio dos parceiros envolvidos nesta ação solidária, incentivou o meio empresarial a seguir o exemplo da CFAM e deu conta que este gesto, aparentemente simples, faz uma enorme diferença para as famílias com adversidades financeiras. No final, desejou um bom ano letivo a todos.

Em representação do Grupo CFAM estiveram Armanda Gil e Márcio Alves. Após fazer um “apanhado” da história da empresa, Márcio Alves abordou a sua vertente social, sublinhando que é com agrado e satisfação que a empresa está presente sempre que é necessário ajudar quem mais precisa.

A presidente da CPCJ de Monção, Manuela Pinto, enalteceu a importância deste apoio solidário junto das famílias acompanhadas pela comissão, aconselhou as crianças a estudarem para terem um futuro melhor e desejou a todos que tenham um rendimento escolar positivo.

Os kits escolares, entregues numa bolsa promocional do Município de Monção, são constituídos por cadernos, lápis, afias, canetas, tesouras, colas, réguas, lápis coloridos, cartolinas, capas, encontrando-se adaptados à especificidade de cada ano letivo.

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ARCOS DE VALDEVEZ COMBATE INSUCESSO ESCOLAR

Município de Arcos de Valdevez e Agrupamento de Escolas apresentam candidatura para desenvolvimento do projecto School 4All Arcos de Valdevez

O Município de Arcos de Valdevez em parceria com o Agrupamento de Escolas de Valdevez apresentou o projeto Scholl 4All Arcos de Valdevez, que engloba o Plano Integrado e Inovador de Combate ao Insucesso Escolar da CIM do Alto Minho.

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Este plano tem como principal objetivo implementar estratégias eficazes de combate ao insucesso escolar, centradas e contextualizadas nos problemas locais e nas situações especificas de exclusão.

O Projeto Scholl 4All Arcos de Valdevez terá uma duração de três anos (2018/2020), e pretende desenvolver competências, atitudes e valores que ajudem os alunos a melhorar as suas aprendizagens, através da realização de um conjunto de atividades integradas em cinco grandes ações:

  1. Terra Educa: O caminho para a sustentabilidade: visa desenvolver um conjunto de atividades de divulgação, partilha e boas práticas para a sustentabilidade, associadas às manifestações do património imaterial, cultural e natural;
  2. Criarte - Promoção do espirito criativo no Alto Minho: propõe-se fomentar atividades que valorizem o espírito criativo e inovador, orientado para a valorização económica dos recursos culturais e criativos da região;
  3. Oficinas Criatividade Himalaya: propõe-se criar um espaço dedicado à educação, à experimentação, ao conhecimento e à divulgação da ciência e da cultura científica;
  4. Sala de Aula do Futuro: visa equipar a escola com uma sala de aula moderna, apetrechada de equipamento e tecnologias avançadas, que permitam criar um ambiente onde se potenciará e acelerará as aprendizagens;
  5. Equipa multidisciplinar: visa criar uma equipa de profissionais habilitados que assegurem o acompanhamento dos alunos, que revelam maiores dificuldades de aprendizagem, risco de abandono escolar, comportamentos de risco e absentismo escolar.

FAMALICÃO: PORTAL DA EDUCAÇÃO ABRE A ESCOLA À COMUNIDADE

Famalicão lançou novo instrumento de apoio ao processo educativo

Um espaço interativo, com informação útil para os encarregados de educação, mas também para os professores, para as escolas e para toda a comunidade. Assim é o novo portal da Educação que o município de Vila Nova de Famalicão apresentou esta segunda-feira e que já está disponível emwww.famalicaoeducativo.pt/.

Através de alguns cliques os encarregados de educação podem ficar a par, por exemplo, das ementas das escolas, mas também dos créditos e débitos dos alunos com as refeições, podem informar-se sobre a ação social escolar, sobre as atividades de enriquecimento curricular, os serviços educativos do município, ou simplesmente saber daquilo que se passa nas escolas do concelho através das notícias.

Por sua vez, os professores podem informar-se sobre os projetos municipais para as escolas e até inscrever as suas turmas na realização dos mesmos. Mas a utilidade deste portal vai muito além destas simples tarefas, servindo todos os agentes educativos de múltiplas formas. Através de cinco separadores, Pelouro da Educação, Rede de Educação e Formação, Plano Municipal de Melhoria e Eficácia da Escola, Plano Estratégico da Educação e Contactos, é possível aceder a informação muito diversa sobre o universo escolar no concelho.

O Portal da Educação é “mais uma ferramenta que colocamos ao dispor da comunidade educativa famalicense”, adiantou o presidente da Câmara Municipal, Paulo Cunha, salientando que “com esta plataforma abrimos mais um canal de comunicação e de partilha de informação com todos os que estão envolvidos no processo educativo do concelho”. O objetivo é, acima de tudo,  “envolver toda a comunidade no processo educativo”, sublinhou, afirmando que “se trata de uma ferramenta muito importante a vários níveis”.

“A dimensão digital tem, nos dias de hoje, cada vez maior peso na nossa comunidade e queremos que esta ferramenta seja uma forma de ajudar as pessoas a contribuírem para o processo educativo”, acrescentou o autarca. Além disso, segundo Paulo Cunha, o portal funcionará também como fator de atratividade das escolas de Famalicão. “Existem muitos jovens que não sendo de Famalicão procuram as nossas escolas para estudar e esta ferramenta irá potenciar ainda mais esta procura, porque auxilia e informa as pessoas sobre as soluções educativas que temos no concelho”, referiu acrescentando que “as escolas famalicenses estão bem apetrechadas e o nosso projeto educativo é um projeto bem estruturado, que suscita o interesse e atrai cada vez mais alunos”.

A sessão contou ainda com a participação do vereador da Educação Leonel Rocha, que salientou o trabalho em rede desenvolvido em Famalicão e apelou ao contributo de todos para tornar este portal o mais completo e abrangente possível.