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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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BRAGA INVESTE EM EQUIPAMENTOS ESCOLARES

Município intensificou investimentos em equipamentos escolares de todo o Concelho. Braga tem rede ´muito qualificada´ de equipamentos escolares

Ricardo Rio, presidente da Câmara Municipal de Braga, e Lídia Dias, vereadora da Educação, visitaram hoje, dia 18 de Setembro, a Escola Básica de S. Victor, que recentemente sofreu obras de requalificação.

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A intervenção, que teve um custo global de 150 mil euros, incluiu a reabilitação do recreio e a criação de um coberto nesse espaço ao ar livre, a pintura do edifício, a substituição de caixilharias, a reabilitação da torre e a criação de uma sala nessa zona, intervenção nas casas- de-banho e acertos nos espaços comuns.

Como afirmou Ricardo Rio, ao longo deste último ano o Município intensificou os investimentos em vários equipamentos escolares de todo o Concelho. “Temos vindo a realizar várias intervenções desta natureza, que conferem aos alunos melhores condições de conforto e segurança e contribuem decisivamente para a qualidade de vida das crianças e de quem aqui trabalha”, referiu, lembrando que a estas obras de dimensão mais reduzida se juntam as intervenções de fundo nas Escolas de Merelim S: Pedro, Gualtar, Esporões e S. Lázaro, bem como a aposta na remoção das placas de fibrocimento que tem sido suportada pelo Município.

Segundo o Edil, Braga está a criar uma ´rede muito qualificada´ de equipamentos escolares do ponto de vista das infra-estruturas físicas, o que permitirá, no próximo mandato autárquico, investir na dimensão da qualificação do projecto educativo.

“Queremos colocar ao dispor da comunidade escolar as ferramentas que necessitam para se modernizar, nomeadamente ao nível da dotação de meios informativos, uma área cujo investimento ainda é deficitário no concelho”, concluiu.

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CAMINHA RECEBE OS PROFESSORES NO FORTE DA LAGARTEIRA

O novo ano letivo está aí. Há mais alunos no concelho de Caminha.

A Escola Básica e Secundária de Vila Praia de Âncora foi adaptada para acolher o acréscimo de estudantes.

Mas há também grandes novidades, em matéria, sobretudo, de desporto escolar, porque os alunos do 2º e 3º ciclos do Agrupamento de Escolas Sidónio Pais vão ter nas aulas de Educação Física, pela primeira vez, as modalidades de SUP (Stand Up Paddle) e Canoagem.

O Surf vai também, brevemente, ser uma realidade. A tradicional receção aos professores fez-se ontem, no Forte da Lagarteira, em Vila Praia de Âncora.

Fotos: Câmara Municipal de Caminha

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PRESIDENTE DO MUNICÍPIO BARCELENSE PRESENTE NO ARRANQUE DO ANO LETIVO NA ESCOLA ROSA RAMALHO

O Presidente da Câmara Municipal de Barcelos, Miguel Costa Gomes, acompanhado pela Vereadora da Educação, Armandina Saleiro, visitou hoje a Escola EB 2,3 Rosa Ramalho, sede do Agrupamento, no arranque do ano letivo 2017/2018.

Miguel Costa Gomes frisou que este executivo tem tido como prioridade a “ aposta em políticas educativas que promovam a igualdade de oportunidades, a inclusão social e uma escola pública de excelência, consubstanciado em alguns projetos e ações municipais”. O Presidente da Câmara, na sua intervenção, referiu ainda que “não pensamos em Educação sem meios e condições, pois as crianças, jovens e família têm direito de usufruir de um ensino com dignidade”.

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Nesta visita, foi entregue à diretora do Agrupamento o cheque, no valor de cerca de 6.000€, relativo ao Projeto INOVATEC LAZER RR, desenvolvido pelos alunos do Agrupamento, que consiste na beneficiação de um espaço escolar onde os alunos possam desenvolver atividades de lazer, com todo o conforto necessário, no âmbito do Orçamento Participativo Escolar.

Ao longo do ano letivo transato, a Câmara Municipal de Barcelos fez uma série de melhoramentos nas escolas do concelho, nomeadamente de beneficiação, conservação e melhoramento, assim como manutenção de equipamentos e infraestruturas. Foram ainda instalados parques infantis nas escolas do concelho e foi feita a sua certificação. No total, foram investidos 124. 125,81€ + IVA.

Como novos projetos a iniciar no ano letivo 2017/2018, apoiados pelo Programa Norte 2020, num valor estimado de 1.500,000€, salientam-se o “Comunidade Educativa Digital”, que prevê a modernização dos equipamentos informáticos escolares com a aquisição de 153 computadores e 89 multifunções a distribuir pela generalidade das escolas e jardins de infância; o Projeto Apoio psicoeducativo e psicossocial ao 1º ciclo do Ensino Básico, e que consiste na disponibilização de uma equipa especializada de psicólogos e terapeutas da fala com intervenção direta no contexto escolar e familiar, no âmbito do Plano Integrado e Inovador de Combate ao Abandono e Insucesso Escolar; o Programa “Barcelos a Ler”, constituído por um conjunto de ações de promoção da literacia junto da população do pré-escolar e do 1º ciclo, promovido pela Rede das Bibliotecas Escolares e que tem como objetivo o incentivo à leitura e à escrita, de forma a promover o sucesso escolar; o Projeto “A diferença está no desporto”que visa dotar os Agrupamentos de Escola e Escola Não Agrupada de Barcelos de repostas complementares que permitam uma abordagem integrada e diferenciada a partir do desporto, com impacto direto na motivação dos alunos, na fomentação de sucesso, na promoção de algumas competências transversais com impacto na realização escolar, no estabelecimento de objetivos e, por sua vez, com impacto direto no sucesso académico.

Outros apoios na área da educação

As bolsas do ensino superior, os apoios à educação (através de refeição, transporte, material escolar, pequenos-almoços, acompanhamento psicológico, atividades extracurriculares, rede de bibliotecas, entre outros), bem como os subsídios de apoio às famílias (arrendamento habitacional, habitação social, transporte para pessoas com deficiências, serviços de saúde ocular e auditiva, promoção de imagem, medicina dentária, etc.) são para manter no âmbito da política que o Município de Barcelos tem vindo a desenvolver, na procura de condições equitativas para as famílias mais carenciadas.

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CERVEIRA LEVA ALUNOS E PROFESSORES À BIENAL DE ARTE

Novo ano letivo arranca com visita de professores e alunos à Bienal de Arte

O presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Cerveira, Fernando Nogueira, e a Vereadora da Área da Educação, Aurora Viães, assinalaram, esta quarta-feira, a abertura do ano letivo 2017/2018, convidando os professores do Agrupamento de Escolas do concelho para uma visita guiada à XIX Bienal Internacional de Arte de Cerveira. Alunos terão oportunidade de conhecer com os trabalhos expostos durante as próximas duas semanas.

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Em ano de Bienal de Arte, a habitual cerimónia de receção aos professores em Vila Nova de Cerveira não podia ter outro cenário: o Fórum Cultural. O autarca cerveirense começou por dar as boas-vindas aos cerca de 50 docentes presentes, “‘aos da casa’ e a todos quantos se juntam a uma equipa de excelência”.

Reafirmando que a educação continua a ser uma das grandes prioridades do executivo, Fernando Nogueira sublinhou “o carinho especial pelas escolas que se traduz em atenção e disponibilidade dentro das possibilidades, pois o sucesso dos nossos jovens reflete-se no desenvolvimento do concelho”, e lançou um desafio: “Estamos num evento e num espaço de referência artística com reconhecimento nacional e internacional e, apesar do encerramento da XIX edição acontecer no próximo sábado, a maioria das exposições vai estar disponível mais duas semanas para que possam trazer os vossos alunos a conhecer”.

O diretor do Agrupamento de Escolas, Professor Venceslau Teixeira, agradeceu à Câmara Municipal por ser um parceiro privilegiado, realçando o excelente trabalho que tem sido desenvolvido e que se revela no entusiasmo dos pais e alunos em regressar à escola.

Depois dos discursos de boas-vindas, seguiu-se uma visita guiada à exposição de Homenagem a Paula Rego, pela Curadora Helena Pereira.

MUNICÍPIO DE CABECEIRAS DE BASTO APOIA ESTUDANTES CABECEIRENSES

Câmara Municipal apoiou 120 jovens com bolsas de estudo e auxílios económicos. Um apoio financeiro de 85 mil euros às famílias

O presidente da Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto, Francisco Alves, entregou ontem, dia 13 de setembro, 120 bolsas de estudo e auxílios económicos a jovens cabeceirenses, um investimento que ascende a 85 mil euros, montante totalmente suportado pelo orçamento municipal e que se assume como um contributo importante para as famílias, para que os seus filhos estudantes possam concluir ou prosseguir a sua formação.

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A cerimónia da entrega de bolsas de estudo a alunos do ensino superior e auxílios económicos a alunos do ensino secundário decorreu na Casa do Tempo, onde se juntaram os bolseiros e seus familiares.

Acompanharam o presidente da Câmara o vereador Alfredo Magalhães, bem como os presidentes das Juntas de Freguesia.

Na oportunidade, o presidente da autarquia realçou que as bolsas de estudo e auxílios económicos são “um estímulo para que os jovens continuem os seus estudos”, uma medida que se reveste de grande importância social.

Bolsas de Estudo a alunos do Ensino Superior

Durante a reunião camarária do passado dia 18 de agosto, o executivo municipal aprovou, por unanimidade, a atribuição de 36 bolsas de estudo a alunos do Ensino Superior que concluíram com êxito o ano letivo 2015/2016, uma decisão que representa um investimento de 24.287,00 euros na formação de jovens estudantes cabeceirenses do ensino superior que tiveram bom aproveitamento escolar e que integram famílias economicamente vulneráveis.

Com a atribuição destas bolsas de estudo, a Câmara Municipal reconhece o esforço dos estudantes que frequentam o ensino secundário e superior, contribuindo para a formação e valorização do potencial humano de Cabeceiras de Basto, mas também para a melhoria da qualidade de vida de muitas famílias Cabeceirenses.

Auxílios Económicos a alunos do Ensino Secundário

Na mesma reunião do dia 18 de agosto, no âmbito da atribuição de auxílios económicos a alunos do ensino secundário, o executivo camarário aprovou 84 candidaturas que envolvem um investimento na ordem dos 59.430,00 euros. Trata-se de uma medida que visa apoiar os alunos de famílias com menores recursos económicos, contribuindo, assim, para atenuar as desigualdades sociais e económicas entre as populações do concelho e consequentemente, para melhorar as condições de vida da população residente, contribuindo igualmente para a formação e valorização do potencial humano de Cabeceiras de Basto.

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CABECEIRAS DE BASTO INOVA NA EDUCAÇÃO COM SALAS DE AULA DO FUTURO

O presidente da Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto, Francisco Alves, inaugurou hoje, dia 13 de setembro, primeiro dia de aulas, três salas voltadas para as novas tecnologias, onde os alunos poderão dar ‘largas’ à imaginação, fazendo jogos interativos e experiências ao mesmo tempo que adquirem novas competências e testam conhecimentos.

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Esta manhã, ao chegarem à escola, os alunos da EB Profª Filomena Mesquita, da EB Pe. Dr. Joaquim Santos e da EB do Arco de Baúlhe depararam-se com uma Sala de Aula do Futuro equipada com meios tecnológicos e de multimédia que estão agora ao dispor de estudantes e professores, uma ferramenta que tem como principal objetivo o combate ao insucesso escolar.

Acompanharam o presidente da Câmara nesta visita às três salas de aula, os presidentes das Juntas de Refojos, Outeiro e Painzela e do Arco de Baúlhe e Vila Nune, respetivamente Leandro Campos e Dra. Carla Lousada, o secretário executivo da CIM do Ave, Eng. Gabriel Pontes, a diretora do Agrupamento de Escolas, Dra. Céu Caridade, os coordenadores dos estabelecimentos de ensino, e o presidente da Associação de Pais e Encarregados de Educação, Prof. Luís Santos.

As Salas de Aula do Futuro são uma das ações incluída no ‘Plano Integrado e Inovador de Combate ao Insucesso Escolar’, iniciativa supramunicipal promovida pela Comunidade Intermunicipal (CIM) do Ave, financiada em 85% pelo Programa Operacional Regional do Norte – Norte2020, projeto com um investimento global na ordem dos 100 mil euros em Cabeceiras de Basto.

As Salas de Aula do Futuro têm como objetivo a melhoria das aprendizagens, combatendo o abandono, ao mesmo tempo que promovem o sucesso escolar dos alunos, pretendendo constituir-se como laboratórios de aprendizagem e espaços de inovação para os seus utilizadores. Professores e alunos têm a partir de hoje novos desafios quer no ensino, quer na aprendizagem, estando os docentes a ser capacitados para lidar com estas novas formas de ensinar em salas coloridas, divididas por zonas/áreas de ensino.

Nestas Salas de Aula do Futuro estão disponíveis um painel e mesa interativos, tablets, câmara fotográfica/vídeo, gravador de som, mesas de mistura para edição de som e vídeo, impressora 3D, visualizador 3D, sensores de temperatura, som e luz, comandos de resposta interativa e ainda legos para criação de histórias, personagens e cenários.

Para o presidente da Câmara, Francisco Alves, trata-se de uma aposta ganha, quer em termos do interesse espoletado em alunos e professores, quer pelas ferramentas multimédia e conteúdos que são disponibilizados aos seus utilizadores.

“As Salas de Aula do Futuro promovem ambientes educativos inovadores e impulsionam a diversificação dos métodos de trabalho e de abordagem curricular com vista ao sucesso educativo”, disse o autarca referindo que através da plataforma que é disponibilizada, os alunos ficarão a conhecer melhor, e de uma forma lúdica, o seu concelho, a sua história e o seu património mas também os conteúdos das demais disciplinas curriculares.

“Sinto-me verdadeiramente satisfeito por inaugurar estas salas”, confessou Francisco Alves, apelando a todos os alunos que “estimem” estes equipamentos para que mais tarde possam, também, ser usados por outras crianças. No final, deixou o seu reconhecido agradecimento a todos os técnicos envolvidos na conceção deste projeto inovador que abre novas portas ao conhecimento.

Por seu turno, o secretário executivo da CIM do Ave, Eng. Gabriel Pontes, elogiou o empenho da Câmara Municipal nesta iniciativa, antevendo o “sucesso” destas salas, uma medida que considerou “emblemática e transversal” a diversas áreas de ensino.

Gabriel Pontes enalteceu o trabalho em equipa, reconhecendo que com este projeto a escola torna-se mais inclusiva e interessante.

Para a diretora do Agrupamento de Escolas, Dra. Céu Caridade, “o futuro começa hoje a ser preparado”, mostrando-se “muito satisfeita” com a implementação destas salas de aula. Na sua intervenção, reconheceu o empenho e visão da Câmara Municipal que “continua a apostar na Escola e na Educação”, contando com os contributos do Agrupamento de Escolas e o trabalho e empenho de professores, funcionários e encarregados de educação.

Durante a sessão inaugural destas novas salas, Bruno Santos, o designer gráfico responsável pelo logótipo e material gráfico referente a este projeto, explicou também aos presentes o sentido da geometria presente no logótipo ao qual foram associadas imagens de diversos instrumentos tecnológicos como iphone’s, ipad’s, wifi, entre outros, “elementos ligados ao céu e ao sonho como uma ideia de ligação e navegação em rede”.

As salas de aula recorrem à Plataforma +Cidadania destinada a crianças do 1.º Ciclo do Ensino Básico e que tem como missão prevenir e reduzir o abandono escolar precoce e promover a igualdade de acesso a uma educação de qualidade. A plataforma proporciona um ambiente de aprendizagem rico em tecnologia, facilitador da aprendizagem, do trabalho colaborativo e da partilha de ideias. Na oportunidade Ângela Magalhães explicou e fez uma demonstração das características e valências desta plataforma.

Recorde-se que há já vários anos atrás a Câmara Municipal instalou quadros interativos em todas as salas de aula de todas as escolas do 1º Ciclo do concelho, uma aposta na modernização educativa que agora se complementa com a entrada em funcionamento destas Salas de Aula do Futuro, verdadeiros laboratórios onde, brevemente, também a robótica será uma realidade.

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FAMALICÃO ENTRA COM O PÉ DIREITO NO PRIMEIRO DIA DE AULAS

Paulo Cunha entregou hoje, simbolicamente, os livros escolares aos alunos do 1.º e 2.º ciclos

“Um grande alívio”. É assim que Carla Araújo, presidente da Associação de Pais da EB 2,3 Dr. Nuno Simões, se refere à gratuitidade dos manuais escolares em Vila Nova de Famalicão que, este ano, se estendeu pela primeira vez ao 2.º ciclo.

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A entrega simbólica das fichas de apoio a todo o universo do 1.º ciclo e dos manuais escolares aos alunos do 5.º e 6.º ano do Ensino Básico foi assinalada esta quarta-feira, 13 de setembro, pelo Presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, Paulo Cunha, e pelo vereador da Educação da autarquia, Leonel Rocha, que aproveitaram este primeiro dia de aulas para verificar no terreno que tudo estava preparado no concelho para receber os alunos no arranque do ano letivo.

A responsável pela Associação de Pais reconhece que a oferta dos livros por parte da autarquia“significa muito nos orçamentos das famílias famalicenses, sobretudo nas que têm mais do que um filho a estudar”, libertando assim verbas para outras necessidades das crianças, como por exemplo, a frequência em atividades extracurriculares.

Ao todo, serão beneficiados com esta medida 7 500 alunos (5 000 do 1.º ciclo e 2 500 do 2.º ciclo) num investimento total de 410 mil euros. Isto significa que em Famalicão uma família com um filho no 1.ª ciclo e outro no 2.º ciclo vai poupar perto de 150 euros com a aquisição dos livros escolares.

Paulo Cunha considera que este “é um esforço mais do que justificado por parte da autarquia, uma vez que é essencial para assegurar condições de igualdade para todas as crianças de Famalicão ao nível do processo educativo, o que é determinante para o seu futuro”.

O autarca salientou a importância desta medida, mas recordou um conjunto de outros apoios municipais à educação, ao nível, por exemplo, da ação social, transportes e refeições escolares, que juntamente com os apoios pedagógicos promovidos pela Rede Escolar concelhia formam um bolo maior, “todo ele importante para que hoje assistamos em Vila Nova de Famalicão a uma verdadeira democratização do ensino”.

Recorde-se que, no ano letivo 2002/2003, a Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão foi pioneira na atribuição gratuita dos manuais escolares a todas as crianças do 1.º ciclo do concelho. Entretanto, e com a decisão do atual governo de Portugal de oferecer, já a partir deste ano letivo, os manuais a todo o 1.º ciclo, a autarquia famalicense foi mais longe e avançou este ano com a gratuitidade dos livros para o segundo ciclo, ou seja, para o 5.º e 6.º ano, e continuou com a oferta das fichas de apoio para o 1.º ciclo.

Para além desta importante medida, a Câmara Municipal de Famalicão apoia também as famílias do concelho através de uma forte aposta na ação social escolar com, por exemplo, a oferta de material escolar aos alunos com os escalões A e B do 1.º ciclo, o que significa um investimento de 16 euros por aluno do Escalão A e 8 euros por aluno do Escalão B; a oferta de transporte escolar para os alunos do 2.º e 3.º ciclo e comparticipação de 50% para os alunos do Secundário; a comparticipação das refeições escolares e oferta da fruta; a inclusão de um quarto escalão social, entre outras medidas.

“São apoios essenciais para as famílias e, inclusivamente, para as escolas, uma vez que promovem a igualdade das crianças dentro da escola o que é relevante para o processo ensino/aprendizagem”, disse a diretora do Agrupamento de Escolas, Helena Pereira.

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BARCELOS QUER MANTER AS 4 SALAS NA ESCOLA DE ABORIM

ESCLARECIMENTO

Em virtude das notícias avançadas hoje relativas à Escola de Aborim, vem a Câmara Municipal de Barcelos esclarecer o seguinte:

  1. O Município de Barcelos tem feito todos os esforços e diligências, juntamente com o Agrupamento de Escolas Vale do Tamel – Lijó e a Associação de Pais de Aborim, junto da DGEST e do Ministério da Educação, no sentido de manter as quatro salas na Escola de Aborim.
  2. A gestão e constituição de turmas não é competência do Município, mas este tudo tem feito, junto das entidades competentes, para que não haja redução do número de turmas, dado que em julho estavam matriculadas 82 crianças.
  3. A Escola de Aborim é uma escola de acolhimento, conforme consta na Carta Educativa. Através da Junta de Freguesia de Aborim, o Município tem vindo a fazer um investimento de milhares de euros naquela escola, no sentido de criar condições para a prática letiva.
  4. Barcelos é um território que se orgulha de ter uma taxa de cobertura de 100% no ensino pré-escolar, e níveis de abandono escolar bastante residuais (0,92%).
  5. O Município de Barcelos tem efetuado uma forte aposta na área da educação, através de apoios sociais aos alunos e famílias, quer ao nível da requalificação e também de apetrechamento dos espaços educativos.

MOVIMENTO ASSOCIATIVO ESTUDANTIL DO ENSINO SUPERIOR REÚNE-SE EM BRAGA

ENDA Minho 2017

O Movimento Associativo Estudantil Nacional do Ensino Superior, reunido nos dias 9 e 10 de setembro, na Escola de Medicina da Universidade do Minho, em sede de Encontro Nacional de Direções Associativas (ENDA), com o intuito de debater posições que versam sobre diferentes áreas do Ensino Superior, apresenta as seguintes posições:

Ação Social

  • Ao longo dos últimos anos, o Movimento Associativo Estudantil Nacional alertou para a realidade do mercado de arrendamento, nomeadamente no que concerne a inflação de preços e falta de residências universitárias. Uma vez que um elevado número de estudantes do Ensino Superior se encontram deslocados, torna-se necessária a existência de uma rede de residências universitárias que, na impossibilidade de cobrir a totalidade das necessidades de alojamento, responda às necessidades básicas de acomodação desse contingente de estudantes. Contudo, o mesmo não se verifica, existindo, ainda, a agravante de uma crescente negligência e falta de investimento nas residências dos Serviços de Ação Social das várias Instituições do Ensino Superior.

Na conjuntura atual, é possível constatar um agravamento nos custos suportados por estudantes deslocados. Assim, o Movimento Associativo Estudantil Nacional salienta a necessidade do aumento do investimento, através do Orçamento de Estado 2018, nas residências universitárias dos serviços de ação social, para priorizar a melhoria das infraestruturas, a adaptação de edifícios, e a definição de um plano nacional a médio prazo para a construção de novas residências.

Defende, também, este Movimento como sendo fundamental a reposição de dedução à coleta em sede de IRS, dos custos suportados com alojamento em virtude da frequência do Ensino Superior e uma ação junto das entidades governativas locais que integrem cidades universitárias, por forma a serem encontradas soluções à falta de oferta de arrendamento para os estudantes universitários.

O movimento exige ao Governo uma resposta célere à problemática do mercado de habitação e das residências universitárias, sendo que caso a situação não se altere, compromete-se o movimento estudantil nacional a considerar todas as alternativas e mecanismos existentes que permitam reverter esta situação;

  • Face às recomendações para promover a redução do desperdício alimentar, da Comissão Nacional do Combate ao Desperdício Alimentar (CNCDA), o movimento associativo considera necessária a monitorização, elaboração e divulgação da realidade do desperdício e perdas alimentares nas Instituições de Ensino Superior, procurando melhorar a sustentabilidade alimentar e consciencializar os consumidores para a adoção de práticas de consumo responsáveis, reduzindo o desperdício e promovendo a redistribuição alimentar.

Metas 2020 - Pós 2020

A Estratégia Europa 2020 (E2020) é um plano que visa promover o crescimento e emprego, na década 2010-2020, repartindo-se em 8 metas ambiciosas, nas áreas do emprego, da investigação e desenvolvimento (I&D), das alterações climáticas e energia, da educação e da redução da pobreza. No atual panorama, 7 anos após a implementação da Estratégia 2020, o Movimento Associativo Estudantil Nacional alerta, sobretudo, para o facto do ensino superior português ter uma responsabilidade preponderante para a concretização de três dessas metas:

  1. 40% de diplomados entre os 30 e 34 anos que tenham completado o ensino superior ou equivalente;
  2. 3% de Investimento em I&D (em percentagem do PIB);
  3. 75% da população entre os 20 e os 64 anos estar empregada, promovendo a sustentabilidade e a qualidade do emprego.

Perante esta temática, o Movimento Associativo Estudantil Nacional defende a necessidade de:

  1. O Governo encetar todos os esforços necessários para desenhar e implementar programas adequados e especificamente orientados para o cumprimento das metas supracitadas;
  2. Envolver o Movimento Associativo Estudantil Nacional e das Instituições de Ensino Superior no processo de concretização das metas referidas;
  3. Reprogramar, quando necessário, os fundos comunitários afetos ao Portugal 2020 para financiar tais programas.

Financiamento e Organização do Sistema do Ensino Superior

  • O Movimento Associativo Estudantil Nacional tem vindo a denunciar a ilegalidade que, ano após ano, continua a ser cometida através da fixação do valor das propinas: as Instituições do Ensino Superior têm vindo a usar um índice de preços no consumidor para cálculo do valor da propina máxima que “não é o mais adequado”, citando o Instituto Nacional de Estatística. Assim, mantendo a exigência da correção da situação, o Movimento Associativo Estudantil Nacional solicita ao Governo a inclusão da uma norma na Lei do Orçamento de Estado para 2018 que preveja que o valor total das propinas cobradas pelas instituições de ensino superior públicas, por ano e por estudante de formação inicial (licenciaturas e mestrado integrados), nos anos letivos de 2017/18 e 2018/19, não possa ser superior a € 949,32. O valor de € 949,32 é o valor calculado pelo Instituto Nacional de Estatística da aplicação com os melhores dados estatísticos atualmente disponíveis correspondente à atualização para este ano de 1.200$00 em 1941, aplicando o Índice de Preços no Consumidor daquele instituto. Caso não seja atendida a pretensão anterior, solicita o Movimento Associativo Estudantil Nacional aos Grupos Parlamentares que introduzam tal norma em sede de discussão na especialidade do Orçamento de Estado para 2018;
  • A Lei n.º 37/2003, de 22 de agosto, que estabelece o financiamento nacional do ensino superior público, tem uma importância fulcral no fomento e difusão do conhecimento, materialização de uma investigação científica de qualidade, na promoção da igualdade de oportunidades e de uma cultura de mérito académico, sendo um investimento com efeitos reprodutivos elevados, conforme diversos organismos indicam. O movimento estudantil tem, sucessivamente, exortado a tutela para criar condições para a existência de uma discussão séria sobre as taxas de frequência no Ensino Superior (i.e taxas, emolumentos e propina) na sua especificidade e a Lei de Financiamento na generalidade. Assim, com via à discussão sobre o próximo Orçamento de Estado, os estudantes portugueses exortam a que seja preveja a limitação do valor de propina a cobrar nos cursos não conferentes de grau, e dos 2.º e 3.º ciclos de estudos; os deputados à Assembleia da República procedam à criação de um projeto de resolução que recomende ao Governo português o aumento do financiamento do sistema de Ensino Superior, bem como a respetiva avaliação e revisão; seja criada a perspetiva de um Plano de Financiamento do sistema de Ensino Superior - de duração não inferior a cinco anos - salvaguardando alterações de legislatura, orientação política ou ideológica, trazendo assim uma maior estabilidade no quadro de decisão de governo das instituições; seja criado, no âmbito da avaliação efetuada pela OCDE, um grupo de trabalho de composição plural – onde os estudantes do Ensino Superior sejam incluídos – com o objetivo de produzir um documento de avaliação e outro de alteração legislativa à Lei de Financiamento do Ensino Superior, dando cumprimento à realidade europeia existente;
  • Tendo a Secretaria de Estado da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (SECTES) garantido a iniciação de conversações com as Instituições de Ensino Superior no sentido de dar respostas às preocupações dos estudantes face à temática da tabela de taxas e emolumentos e verificando-se já a aproximação do início do ano letivo, o Movimento Associativo Nacional relembra a urgência de encetar os contactos supramencionados com as IES o mais brevemente possível, honrando o compromisso assumido perante o mesmo;
  • O Regime Jurídico das Instituições de Ensino Superior (RJIES) celebra 10 anos. Resultante da necessidade de congregar a organização e funcionamento de todo sistema de Ensino Superior (ES) num único documento normativo, desde logo, o movimento estudantil, em particular, expressou imediatamente duras críticas ao diploma, sendo que a principal razão para a contestação se prendia essencialmente com a perda de representatividade dos estudantes nos órgãos das Instituições de Ensino Superior.

Com o propósito de mitigar esta oposição ao RJIES, previu-se, no art. 185.º, a avaliação da aplicação da lei 5 anos após a sua entrada em vigor. A avaliação prometida e legalmente prevista não ocorreu em 2012 com o quadro parlamentar da altura, nem desde 2015 com o atual. A ausência de uma avaliação da aplicação da Lei n.º 62/2007 nos termos aí estabelecidos, traduziu-se numa oportunidade perdida para corrigir mais cedo, inclusivamente, alguns fenómenos que se verificaram na prática, ao abrigo do RJIES.

  • Assim, considera o movimento associativo que existem aspetos sobre os quais é urgente refletir, exigindo que seja desencadeado de imediato um processo de avaliação e revisão da Lei n.º 62/2017, de 10 de setembro, no que respeita à democraticidade na governação e gestão das Instituições, nomeadamente, que reflita nas questões relacionadas com a atribuição da competência de eleição dos Reitores e Presidentes a assembleias de maior dimensão e verdadeiramente representativas dos vários corpos académicos, maior representatividade dos estudantes nos órgãos de governo das IES, tendente à paridade entre professores e alunos, e à possibilidade de aquisição de bens e serviços pelas IES fora da Central de Compras, salvaguardando o cumprimento de exigências de transparência e boa administração;
  • Fazendo uma análise sobre os pagamentos do programa “Retomar” durante o decorrer do último ano letivo foi possível verificar um enorme atraso na sua transferência para os seus beneficiários. O Movimento Associativo Estudantil Nacional defende que no arranque do presente ano letivo deverá ser assumida uma data para o pagamento das últimas bolsas do programa “Retomar”, no sentido de possibilitar, a todos os estudantes, a organização e gestão dos seus gastos quotidianos;
  • O Programa “Mais Ciência, Menos Burocracia” foi idealizado como uma possível solução para simplificar alguns processos existentes no Ensino Superior português e, nesse sentido, aproveitar a era digital para, administrativamente, alterar o funcionamento de diversos processos e as burocracias associadas, bem como conhecer e tratar realidades como o abandono escolar. Autonomia, mobilidade e desburocratização foram os substantivos que definiam o conceito do Estudante ID. Passado um ano sobre a implementação experimental em diversas Instituições de Ensino Superior, é importante analisar e entender o que poderá ser melhorado no futuro. Assim, o Movimento Associativo Estudantil Nacional solicita a apresentação dos resultados e conclusões da fase experimental do Estudante ID, bem como a definição de metas a atingir no futuro e a devida articulação com os demais projetos enquadrados no Programa “Mais Ciência, Menos Burocracia”;
  • Decorrente da constituição do Conselho de Internacionalização do Ensino Superior Português (CIESP) e dos seus objetivos, urge a revisão da aplicabilidade do estatuto do estudante internacional e desenvolvimento de contactos e esforços para uma valorização do Ensino Superior português além da Ciência, em particular no que ao recrutamento de estudantes internacionais concerne. Assim, deverá ser avaliado o Decreto Lei n.º 36/2014, de 10 de março, devendo constar no mesmo, meios que permitam às Instituições de Ensino Superior desenvolver mecanismos para a sua efetiva internacionalização, nomeadamente, no que respeita ao processo de recrutamento de estudantes.

Outros assuntos

  • Vários documentos têm como intuito regulamentar os direitos e deveres dos estudantes em regimes especiais de frequência. Contudo, os regimes especiais de frequência não oferecem as mesmas garantias de igualdade de direitos a todos os estudantes, por a sua definição ser da responsabilidade única das Instituições de Ensino Superior (IES). O Movimento Associativo Estudantil Nacional vem por este meio requerer ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior a criação de um grupo de trabalho com o intuito de identificar e avaliar a realidade atual de todos os estatutos especiais existentes nas diversas IES, com o intuito de definir condições que devem constar em todos os regimes especiais, pelas quais as IES se devem reger e criar um Estatuto do Estudante do Ensino Superior que, no âmbito da simplificação necessária a toda a Administração Pública, compile todos os estatutos especiais num único documento mais justo e inclusivo;
  • Tornar a ciência mais aberta e acessível a todos constitui, indubitavelmente, um desafio coletivo, que fortalece não só a posição da ciência na sociedade, mas que contribui também para uma sociedade mais qualificada e preparada para enfrentar os desafios do futuro. Permitir que o conhecimento científico seja acessível e transmissível para a sociedade é investir no reforço do impacto social que a investigação tem, contribuindo para a sua valorização, transparência, reprodução e reconhecimento. Assim, recomenda o Movimento Associativo Estudantil Nacional que se efetuem as diligências necessárias, do ponto de vista legislativo, tecnológico e burocrático, para que o livre acesso ao conhecimento e à produção de ciência constitua a realidade da sociedade portuguesa e se estabeleça a criação de um fundo financeiro comum entre a Direção-Geral de Ensino Superior, as Instituições de Ensino Superior e os Laboratórios de Investigação Científica que permita salvaguardar a criação de um repositório de livre acesso online, sem restrições, sob égide regulatória do MCTES;
  • Na sequência das resoluções do Conselho de Ministros nº20/2016 e nº22/2016, que indiciaram a criação da Agência de Investigação Clínica e Inovação Biomédica e do Conselho Nacional dos Centros Académicos Clínicos, foi intenção do Governo desenvolver uma estratégia de reforço da qualificação e do desenvolvimento científico no domínio da saúde. Assim, o Movimento Associativo Estudantil Nacional vem solicitar ao MCTES que:
  1. Sejam divulgadas com a maior celeridade as conclusões do Grupo de Trabalho constituído, criado com o objetivo de pensar eventuais medidas de promoção de investigação clínica e da translação e inovação biomédica em Portugal;
  2. Os estudantes sejam incluídos na constituição de grupos de trabalho com intuito semelhante ao do revolvido pelo Conselho de Ministros, bem como na estrutura do Conselho Nacional dos Centros Académicos Clínicos, a título consultivo;
  3. Sejam clarificadas as medidas que asseguram o financiamento da Agência de Investigação Clínica e Inovação Biomédica e que esta fique integrada enquanto Infraestrutura de investigação de interesse estratégico da FCT; 4. Esta iniciativa específica e os mecanismos de financiamento a ela associados sejam estendidos a outras áreas do conhecimento, por forma a que exista uma maior produção de ciência e desenvolvimento da investigação em Portugal;
  • Atendendo ao facto da Saúde se revelar de elevada importância em qualquer Estado, a sua monitorização torna-se imperativa. A necessidade de planeamento dos recursos humanos em Saúde é objeto de elevada relevância no contexto internacional e nacional, recomendando-se a adequação do número de ingressos às capacidades formativas máximas enquanto garantia da qualidade do ensino e formação dos futuros profissionais de saúde e, consequentemente, da prestação de cuidados de saúde em Portugal. Na realidade do ensino médico, este objetivo apenas poderá ser alcançado se se colocar um término àdesintegração da formação médica, através da garantia de que, a todo o estudante que ingressa no curso de Medicina, seja assegurado o término da sua formação através do acesso àformação pós-graduada, durante o internato médico. Assim, o Movimento Associativo Estudantil Nacional vem propor:
  1. A existência de um planeamento dos recursos humanos em saúde;
  2. Uma reavaliação da pertinência de manter o contingente adicional de 15% de vagas para licenciados a admitir nos cursos de medicina, criado pelo Decreto-Lei no 40/2007, de 20 de fevereiro;
  3. A definição de uma política sustentada de redução do número de ingressos nos cursos de Medicina em Portugal, em concertação com a ANEM, com a Ordem dos Médicos e o Ministério da Saúde;
  4. Seja salvaguardado o financiamento da área da Saúde à semelhança do defendido pelo ENDA para o Ensino Superior;
  • O movimento associativo comprometeu-se a defender, desenvolver ações e promover práticas positivas em matéria de combate a todas as formas de discriminação e de desigualdades de género no ensino superior.
  • No decorrer do ENDA Minho foram eleitos Bruno Alcaide como representante dos Estudantes do Ensino Superior Universitário no Conselho Consultivo da A3ES e João Pedro Louro como representante dos Estudantes do Ensino Superior Universitário no Conselho Nacional de Educação.

O próximo Encontro Nacional de Direções Associativas decorrerá nos dias 16 e 17 de dezembro, organizado pela Associação de Estudantes do Instituto Superior de Contabilidade e Administração de Lisboa, no Auditório da Escola Superior de Comunicação Social, em Lisboa.

Braga, 10 de setembro de 2017

O Movimento Associativo Estudantil Nacional

PROBLEMAS NA ATRIBUIÇÃO DO SUBSÍDIO DE EDUCAÇÃO ESPECIAL NOS DISTRITOS DE PORTO, BRAGA E VIANA DO CASTELO

COMUNICADO

Exmos senhores:

Representantes da CNIPE e da ANEAE reuniram na quarta-feira passada, dia 6 de setembro, com representantes da comissão Regional do PCP, incluindo a Vereadora da CDU na Câmara Municipal de Viana do Castelo, Claudia Marinho . Reuniram também nesse dia com o coordenador Distrital do Bloco de Esquerda, Luis Louro.

O objectivo destas reuniões foi que as referidas associações pudessem denunciar ás estruturas distritais destes partidos, a situação e solicita que estes partidos acompanhem e intervenham para que possam ser definitivamente resolvidos os problemas com a atribuição do subsidio de educação especial nos concelhos do Distrito de Viana do Castelo.

O ano lectivo está a começar e há grande incerteza quanto ao encaminhamento destas crianças. Mantém-se também sem solução os processos de crianças com deficiência que foram injustamente indeferidos, criando uma situação falta de equidade relativamente a outras crianças do resto do país. A taxa deferimento em Viana do castelo rondará aproximadamente os 50%, sendo que no resto do pais será 90%.

As diversas associações não excluem a ideia de agendarem novas iniciativas de protesto no distrito , tal como aconteceu no passado, até que situação esteja resolvida. 

Subscrevemo-nos, atentamente

Rui Martins

Presidente da Direcção

MONÇÃO ENTREGA MATERIAL ESCOLAR

Entrega de material escolar a 71 crianças do concelho oriundas de 40 agregados familiares com dificuldades económicas decorreu, na manhã de hoje, no auditório da Biblioteca Municipal de Monção. Iniciativa solidária promovida pela Comissão de Proteção de Crianças e Jovens de Monção teve apoio do Grupo Centro Funerário do Alto Minho (CFAM). Conceição Soares agradeceu o apoio dos parceiros, incentivou o meio empresarial a seguir o exemplo da CFAM e desejou um bom ano letivo a todos.

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A Câmara Municipal de Monção está apostada em garantir um regresso às aulas em igualdade de circunstâncias a todos os alunos do concelho. Entre um conjunto de atividades previstas, umas já realizadas e outras por realizar, decorreu, na manhã de hoje, a entrega de material escolar a famílias monçanenses com dificuldades económicas.

A iniciativa, que teve lugar no auditório da Biblioteca Municipal de Monção, foi promovida pela Comissão de Proteção de Crianças e Jovens de Monção, contando com a colaboração da iniciativa privada através do Grupo Centro Funerário do Alto Minho (CFAM). Foram abrangidas 71 crianças de 40 agregados familiares acompanhados pela comissão.

A Vice-Presidente da Câmara Municipal de Monção, Conceição Soares, agradeceu o apoio dos parceiros envolvidos nesta ação solidária, incentivou o meio empresarial a seguir o exemplo da CFAM e deu conta que este gesto, aparentemente simples, faz uma enorme diferença para as famílias com adversidades financeiras. No final, desejou um bom ano letivo a todos.

Em representação do Grupo CFAM estiveram Armanda Gil e Márcio Alves. Após fazer um “apanhado” da história da empresa, Márcio Alves abordou a sua vertente social, sublinhando que é com agrado e satisfação que a empresa está presente sempre que é necessário ajudar quem mais precisa.

A presidente da CPCJ de Monção, Manuela Pinto, enalteceu a importância deste apoio solidário junto das famílias acompanhadas pela comissão, aconselhou as crianças a estudarem para terem um futuro melhor e desejou a todos que tenham um rendimento escolar positivo.

Os kits escolares, entregues numa bolsa promocional do Município de Monção, são constituídos por cadernos, lápis, afias, canetas, tesouras, colas, réguas, lápis coloridos, cartolinas, capas, encontrando-se adaptados à especificidade de cada ano letivo.

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ARCOS DE VALDEVEZ COMBATE INSUCESSO ESCOLAR

Município de Arcos de Valdevez e Agrupamento de Escolas apresentam candidatura para desenvolvimento do projecto School 4All Arcos de Valdevez

O Município de Arcos de Valdevez em parceria com o Agrupamento de Escolas de Valdevez apresentou o projeto Scholl 4All Arcos de Valdevez, que engloba o Plano Integrado e Inovador de Combate ao Insucesso Escolar da CIM do Alto Minho.

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Este plano tem como principal objetivo implementar estratégias eficazes de combate ao insucesso escolar, centradas e contextualizadas nos problemas locais e nas situações especificas de exclusão.

O Projeto Scholl 4All Arcos de Valdevez terá uma duração de três anos (2018/2020), e pretende desenvolver competências, atitudes e valores que ajudem os alunos a melhorar as suas aprendizagens, através da realização de um conjunto de atividades integradas em cinco grandes ações:

  1. Terra Educa: O caminho para a sustentabilidade: visa desenvolver um conjunto de atividades de divulgação, partilha e boas práticas para a sustentabilidade, associadas às manifestações do património imaterial, cultural e natural;
  2. Criarte - Promoção do espirito criativo no Alto Minho: propõe-se fomentar atividades que valorizem o espírito criativo e inovador, orientado para a valorização económica dos recursos culturais e criativos da região;
  3. Oficinas Criatividade Himalaya: propõe-se criar um espaço dedicado à educação, à experimentação, ao conhecimento e à divulgação da ciência e da cultura científica;
  4. Sala de Aula do Futuro: visa equipar a escola com uma sala de aula moderna, apetrechada de equipamento e tecnologias avançadas, que permitam criar um ambiente onde se potenciará e acelerará as aprendizagens;
  5. Equipa multidisciplinar: visa criar uma equipa de profissionais habilitados que assegurem o acompanhamento dos alunos, que revelam maiores dificuldades de aprendizagem, risco de abandono escolar, comportamentos de risco e absentismo escolar.

FAMALICÃO: PORTAL DA EDUCAÇÃO ABRE A ESCOLA À COMUNIDADE

Famalicão lançou novo instrumento de apoio ao processo educativo

Um espaço interativo, com informação útil para os encarregados de educação, mas também para os professores, para as escolas e para toda a comunidade. Assim é o novo portal da Educação que o município de Vila Nova de Famalicão apresentou esta segunda-feira e que já está disponível emwww.famalicaoeducativo.pt/.

Através de alguns cliques os encarregados de educação podem ficar a par, por exemplo, das ementas das escolas, mas também dos créditos e débitos dos alunos com as refeições, podem informar-se sobre a ação social escolar, sobre as atividades de enriquecimento curricular, os serviços educativos do município, ou simplesmente saber daquilo que se passa nas escolas do concelho através das notícias.

Por sua vez, os professores podem informar-se sobre os projetos municipais para as escolas e até inscrever as suas turmas na realização dos mesmos. Mas a utilidade deste portal vai muito além destas simples tarefas, servindo todos os agentes educativos de múltiplas formas. Através de cinco separadores, Pelouro da Educação, Rede de Educação e Formação, Plano Municipal de Melhoria e Eficácia da Escola, Plano Estratégico da Educação e Contactos, é possível aceder a informação muito diversa sobre o universo escolar no concelho.

O Portal da Educação é “mais uma ferramenta que colocamos ao dispor da comunidade educativa famalicense”, adiantou o presidente da Câmara Municipal, Paulo Cunha, salientando que “com esta plataforma abrimos mais um canal de comunicação e de partilha de informação com todos os que estão envolvidos no processo educativo do concelho”. O objetivo é, acima de tudo,  “envolver toda a comunidade no processo educativo”, sublinhou, afirmando que “se trata de uma ferramenta muito importante a vários níveis”.

“A dimensão digital tem, nos dias de hoje, cada vez maior peso na nossa comunidade e queremos que esta ferramenta seja uma forma de ajudar as pessoas a contribuírem para o processo educativo”, acrescentou o autarca. Além disso, segundo Paulo Cunha, o portal funcionará também como fator de atratividade das escolas de Famalicão. “Existem muitos jovens que não sendo de Famalicão procuram as nossas escolas para estudar e esta ferramenta irá potenciar ainda mais esta procura, porque auxilia e informa as pessoas sobre as soluções educativas que temos no concelho”, referiu acrescentando que “as escolas famalicenses estão bem apetrechadas e o nosso projeto educativo é um projeto bem estruturado, que suscita o interesse e atrai cada vez mais alunos”.

A sessão contou ainda com a participação do vereador da Educação Leonel Rocha, que salientou o trabalho em rede desenvolvido em Famalicão e apelou ao contributo de todos para tornar este portal o mais completo e abrangente possível.

ESPOSENDE OFERECE LIVROS ESCOLARES AOS ALUNOS DO 2º CICLO DO ENSINO BÁSICO

Município de Esposende garante oferta de cheques-livro a alunos do 2.º Ciclo

Num investimento estimado de aproximadamente 40 000 euros, a Câmara Municipal de Esposende vai assegurar a oferta dos manuais escolares obrigatórios a todos os alunos do 2.º Ciclo do Ensino Básico do concelho, no ano letivo 2017/2018. Uma vez que o Governo assumiu o pagamento dos livros do 1.º Ciclo, o Município de Esposende decidiu complementar os apoios que já existem na área social e garante o pagamento dos livros aos alunos do 2.º Ciclo.

Aprovada pelo Executivo Municipal, por unanimidade, a medida enquadra-se na política educativa e social do Município e abrange todos os alunos, na oferta de manuais escolares das disciplinas de Português, Matemática, História e Geografia de Portugal, Ciências Naturais e Inglês a todos os alunos do 2.º Ciclo do Ensino Básico (5.º e 6.º anos).

O Município de Esposende iniciou a prática de oferta de manuais escolares no ano letivo 2014/2015 com o objetivo de ajudar as famílias, face à crise que assolava o país e o concelho de Esposende em particular.

“A decisão do Governo que introduz o regime de gratuitidade dos manuais escolares a todos os alunos do 1.º ciclo do ensino básico da rede pública permite que disponibilizemos o valor que tínhamos destinado a esse fim, na oferta dos livros aos alunos do 2.º Ciclo. Esta medida complementa os diversos apoios que o Município de Esposende já tem implementados na área social”, referiu o presidente da Câmara Municipal de Esposende, Benjamim Pereira.

Numa perspetiva económica, esta medida do Município de Esposende visa, ainda, favorecer as empresas locais, na medida em que a compra dos manuais terá de ser efetuada nas livrarias do concelho. Por isso, a oferta do cheque-livro reveste-se, também, de grande importância para os agentes económicos locais, constituindo um apoio significativo à sua atividade.

Na mesma reunião do Executivo Municipal de Esposende foi aprovada a celebração de contratos-programa de desenvolvimento desportivo, envolvendo os clubes e associações do concelho. O Município assumirá o valor das inscrições dos atletas das diversas modalidades, além do seguro desportivo.

ENSINO SUPERIOR CHEGA A ESPOSENDE ATRAVÉS DE PROTOCOLO COM O IPCA

O Município de Esposende e o Instituto Politécnico do Cávado e Ave (IPCA) assinaram hoje o protocolo que estabelece uma parceria, no âmbito da cooperação nas áreas do ensino e da formação avançada, da internacionalização, do empreendedorismo, da inovação, da empregabilidade e do desenvolvimento económico. Além do funcionamento de uma Escola de Verão, o Município de Esposende vai acolher um cluster digital e pretende captar para o seu centro de negócios, “startups” criadas no IPCA.

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O presidente da Câmara Municipal de Esposende, Benjamim Pereira quer que Esposende venha a ser um espaço de excelência no que toca ao desenvolvimento tecnológico, logo que se firme a rede que, juntamente com o IPCA, pretende instalar e que envolve fortes atrativos para jovens empresas da área digital.

“O nosso concelho está vocacionado para o turismo, mas temos que acautelar o futuro da nossa população. Esta parceria com o IPCA dá-nos garantias de futuro e, por isso, este é um dia histórico para Esposende”, disse Benjamim Pereira que vê nos pressupostos do protocolo razões para suportar o otimismo, pois a captação de investimento para o território “obedece a critérios rigorosos. Não queremos indústria poluente no nosso concelho. Este protocolo encaixa de forma perfeita naquilo que é o desenvolvimento estratégico do nosso concelho”, disse.

Já para a presidente do IPCA, Maria José Fernandes, as áreas de intervenção já estão identificadas, pelo que o protocolo agora assinado apenas “efetiva uma cooperação que já existia. A dinamização de uma Escola de Verão (Summer School) do IPCA, em Esposende, promovendo formação avançada, designadamente seminários, conferências, cursos breves, ações de formação e programas de formação nacionais e internacionais”, disse Maria José Fernandes.

Este protocolo tem subjacente a necessidade de uma formação profissional permanente e a interação do ensino superior com o tecido empresarial, bem como a prestação de serviços nas áreas científicas e tecnológicas à comunidade envolvente e, em especial, aos jovens, aos empresários, às empresas e aos seus trabalhadores.

O protocolo contempla o apoio à inovação e ao empreendedorismo, à investigação e ao desenvolvimento dos projetos dos empreendedores, colaboração na integração de estudantes e diplomados do IPCA, designadamente no âmbito dos estágios curriculares e profissionais dos Cursos Técnicos Superiores Profissionais, das licenciaturas e dos mestrados em contexto laboral e de outros programas de integração dos diplomados nas empresas. A cooperação desenrolar-se-á no planeamento e desenvolvimento de projetos de investigação em todas as áreas de atuação do IPCA e que sejam de interesse para as empresas do concelho de Esposende. Será fomentada a investigação e desenvolvimento nas áreas de especialização das Escolas de Gestão, de Tecnologia, do Design, e da Hotelaria e Turismo.

PONTE DE LIMA: CENTRO EDUCATIVO DE LAGOAS RECEBE PRÉMIO NEPSO

Ponte de Lima - Centro Educativo das Lagoas encerra o ano com vitória em concursos pedagógicos –Prémio NEPSO

A Educação é um dos pilares estruturantes no progresso da sociedade. Sendo a Educação um dos pilares estratégicos de desenvolvimento, o Município de Ponte de Lima tem apostado na criação de equipamentos de qualidade e no apoio a projetos pedagógicos inovadores, como forma de incentivar e fomentar um ensino de qualidade.

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A comunidade Educativa tem correspondido à aposta e neste final de ano letivo foi revelado o prémio alcançado pela Escola Básica das Lagoas, no âmbito do projeto NEPSO (Nossa Escola Pesquisa a Sua Opinião), promovido pela Fundação Vox Populi.

A escola viu os trabalhos serem distinguidos com os seguintes prémios:

- Prémios Melhor trabalho e Melhor Comunicação atribuído ao projeto “Um olhar sobre os óleos alimentares” desenvolvido pelos alunos do 1.º Ciclo e do Pré-escolar, no montante de 1750 euros;

 - Prémio de Melhor proposta de ação para o projeto “Um olhar sobre a compostagem” desenvolvido pelos alunos do 2.º Ciclo da turma 5.ºE que obteve 750 euros;

 - Prémio Maior participação dos alunos para o projeto “Um olhar sobre a Floresta Autóctone” desenvolvido pelos alunos do 2.º Ciclo da turma 6.ºD, premiado com 750 euros.

Estes projetos revelaram-se uma excelente estratégia para a autoconstrução da aprendizagem dos nossos alunos, dando-lhes a oportunidade de desenvolver a sua autonomia. O NEPSO permitiu desenvolver nos alunos o gosto pela pesquisa e pela investigação.

O Município de Ponte de Lima congratula-se com este prémio atribuído à Escola Básica das Lagoas, distinção esta que vem reafirmar ainda mais a qualidade do ensino e dos projetos pedagógicos que são desenvolvidos nas escolas do concelho de Ponte de Lima, e que resultaram, nos últimos anos letivos, na obtenção de vários prémios nacionais e a participação em vários projetos internacionais de referência mundial.

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ESCOLA SECUNDÁRIA DE PONTE DE LIMA REPRESENTA PORTUGAL EM ABU DHABI NO CAMPEONATO DO MUNDO DE LAND ROVER 4X4 IN SCHOOLS

Equipa Limiana K-EVO sagrou-se Campeã Nacional

A Escola Secundária de Ponte de Lima - ESPL garantiu novamente presença no Campeonato do Mundo de Land Rover 4x4 In Schools, após a Escola se ter sagrado Campeã Nacional. 

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A ESPL volta assim este ano ao evento de escala mundial, por que passou já em 2015, e em 2016, ano em que alcançou o terceiro lugar na Final Mundial.

O Desafio Tecnológico Land Rover 4x4 in Schools é promovido pela Land Rover/Jaguar, e apoiado pela Denford, IROB, Universidade Harper Adams, Autodesk e pelos Centros Tecnológicos de Portugal. Abarcando vários países, o evento desafia as equipas participantes a construir um carro de tração às quatro rodas com controlo remoto, de acordo com as especificações fornecidas.

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O carro deve deslocar-se e ultrapassar obstáculos numa pista de testes tão exigente quanto a verdadeira, simulando as capacidades de um veículo 4x4 de dimensões completas. Cada equipa apresenta o seu veículo na final nacional para competir por um lugar na final mundial. A Final Nacional 4x4 in Schools realizou-se no dia 07 de julho, no Museu do Automóvel em Vila Nova de Famalicão, tendo contado com a organização da Land Rover Portugal e o apoio de vários Centros de Tecnológicos Nacionais, entre eles o CITEVE pela pessoa do Eng. César Silva, que acompanha a Escola Secundária de Ponte de Lima ao longo deste processo.

Ponte de Lima esteve representada neste evento nacional por duas tipologias de equipa- Beginners e Professionals- respetivamente XTREME K a equipa de alunos do 10º ano (Beginners), e K-EVO, a equipa que se sagrou Campeã Nacional 4x4 in Schools 2017, composta por Diogo Cerqueira, Luís Ligeiro, Hugo Oliveira e Pedro Gomes, do 11º ano do Curso Profissional Técnico de Manutenção Industrial, variante Eletromecânica da Escola Secundária de Ponte de Lima.

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O desafio exige às equipas da classe principiante o fabrico obrigatório do corpo do carro (carroçaria), dos componentes electrónicos de sensorização (sensor de inclinação e de luz) e um conhecimento e compreensão profundos sobre a suspensão do veículo, sistema propulsor, chassis e rodas. Às equipas da classe Profissional é exigido que, em termos de engenharia, vão além do nível de principiante, ao adicionarem ou criarem componentes da viatura (exemplo: chassis, suspensão, sistema de tração, etc).

KAMELEON é o carro da equipa K-EVO que apresentou inovações e alterações ao nível da engenharia, do design, da carroçaria e de eletrónica, que garantiu à equipa o 1º lugar na Final Nacional do desafio, e consequentemente o título de Campões Nacionais. A equipa destacou-se ainda ao alcançar o 1.° lugar no prémio Desenvolvimento de Projetos, o 1.° lugar no melhor Portefólio, e o 1.° lugar em Engenharia.

Já os alunos do 10.° ano, da equipa de Beginners, XTREME K, alcançaram o 1.° lugar no prémio Melhor Stand.

As equipas foram acompanhadas por Carlos Urbanos (Diretor do Curso), João Carlos Baptista, Marta Fiúza, Rui Quintela e Sónia Martins, os professores envolvidos no desafio. Os alunos da equipa K-EVO têm agora a responsabilidade de representar Portugal em Abu Dhabi, no Campeonato do Mundo em dezembro.

O Município de Ponte de Lima congratula-se com este prémio atribuído à Escola Secundária de Ponte de Lima, distinção esta que vem reafirmar ainda mais a qualidade do ensino e dos projetos pedagógicos que são desenvolvidos nas escolas do concelho de Ponte de Lima, e que resultaram, nos últimos anos letivos, na obtenção de vários prémios nacionais e a participação em vários projetos internacionais de referência mundial.

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IPCA QUER LEVAR ENSINO SUPERIOR PÚBLICO PARA FAMALICÃO

Objetivo foi publicamente declarado na cerimónia de tomada de posse de Maria José Fernandes como presidente da instituição

O Instituto Politécnico do Cávado e Ave (IPCA), com sede em Barcelos, quer trazer o ensino superior público para Vila Nova de Famalicão. O objetivo foi publicamente declarado na última segunda-feira, em Barcelos, na cerimónia de tomada de posse da nova presidente da instituição.  Maria José Fernandes disse que, a ideia “é criar em Famalicão um polo do IPCA, onde serão ministrados cursos técnicos superiores profissionais”. E acrescentou “A nossa expectativa é termos esses cursos a funcionar em Famalicão já no ano letivo 2018/2019”.

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A vontade expressa pela presidente do IPCA foi bem recebida “com muito agrado” pelo Presidente da Câmara Municipal, Paulo Cunha, que esteve presente na cerimónia e ouviu de viva voz Maria José Fernandes a explicar que “como Famalicão é um concelho muito industrializado, o objetivo é responder às necessidades das empresas ali localizadas, muitas delas com dificuldades em encontrar mão-de-obra especializada”.

Paulo Cunha revela que o objetivo expresso pela nova presidente da instituição é resultado de um trabalho conjunto que tem vindo a ser desenvolvido de há vários anos a esta parte entre o IPCA, o Município e as diversas instituições que integram a Rede Local de Educação e Formação, ao nível do diagnóstico de necessidades de ensino. A oferta de formação de nível 5 (Cursos Superiores Técnicos Profissionais e Cursos de Especialização Tecnológica) é precisamente reconhecida como uma das lacunas do território, não havendo resposta ao prosseguimento de estudos dos alunos que terminam os cursos profissionais e que pretendem prosseguir os estudos.  

Maria José Fernandes tomou posse na segunda-feira como presidente do IPCA, numa cerimónia em que foram também empossados os vice-presidentes, Agostinho Silva e Patrícia Gomes.

O Instituto Politécnico do Cávado e Ave (IPCA) é uma instituição do ensino superior público português, criado em 1994, pelo Decreto-Lei 304/94 de 19 de Dezembro. Oferece cursos de licenciatura, mestrados, especialização tecnológica, pós-graduação, em regime diurno e pós-laboral. Constituído por três escolas, Escola Superior de Gestão, Escola Superior de Tecnologia e Escola Superior de Design. O IPCA é uma Instituição de ensino superior público que realiza atividades nos domínios de formação graduada e pós-graduada, com a preparação de profissionais com elevado nível de qualidade.

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ESTUDANTES DE FAMALICÃO DEBATEM FUTURO DO ENSINO E RECONHECIMENTO DE COMPETÊNCIAS

Alunos do 3.º ciclo e secundário de Famalicão reuniram-se em Assembleia de Estudantes. Paulo Cunha marcou presença no encontro

A Escola de hoje não valoriza as competências não formais, não existindo uma articulação entre os aspetos formais e não formais no processo de avaliação das aprendizagens. Esta é uma das principais conclusões retirada da Assembleia de Estudantes de Vila Nova de Famalicão, que decorreu no passado dia 5 de julho, no Auditório do Agrupamento de Escolas de Camilo Castelo Branco, e que reuniu os alunos do 3º ciclo e ensino secundário dos estabelecimentos de ensino do concelho.

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De acordo com os jovens estudantes, “o perfil do aluno do século XXI: criativo, interventivo, participativo, autónomo, com espírito critico e responsável, não se compactua com os currículos extensos, pouco objetivos e em que não há uma integração de saberes”. Assim, os estudantes defendem que deveria haver uma maior preocupação das Escolas em conseguir integrar as competências transversais que são desenvolvidas pelos estudantes através da sua participação em projetos ou clubes dentro e fora da escola. Da mesma forma, também foram unânimes em referir que o processo de avaliação deve ser cada vez mais formativo e não estar apenas dependente dos resultados dos testes.

A Assembleia de Estudantes decorreu durante todo o dia e contou com a presença do presidente da Câmara Municipal, Paulo Cunha,  e dos vereadores do município Leonel Rocha, responsável pelos pelouro do Conhecimento e Empreendedorismo, e Sofia Fernandes, responsável pelos pelouros da Família, Juventude, Mobilidade e Saúde Pública.

Para Paulo Cunha, os estudantes devem assumir um papel interventivo, ativo e colaborativo na defesa de uma Educação dirigida aos seus interesses.

CACHAPUZ DISTINGUE ALUNOS DE ECONOMIA E GESTÃO DA UNIVERSIDADE DO MINHO

Cachapuz distingue alunos da EEG-UMinho pelo excelente desempenho no 18º Caso de Gestão

A Escola de Economia e Gestão da UMinho, em parceria com a Cachapuz, recebeu hoje, segunda-feira dia 17 de julho, no campus de Gualtar, em Braga, a Sessão de Encerramento do 18º Caso de Gestão – Cachapuz – Bilanciai Group, o culminar de um semestre de interação entre a UMinho e a Cachapuz, cuja apresentação dos trabalhos das 10 equipas envolvidas no projeto deste ano havia ocorrido no passado dia 16 de junho.

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Em 2017, a Cachapuz foi a empresa parceira no Caso de Gestão que constitui uma unidade curricular de projeto, realizado no final de curso, onde os estudantes, trabalhando em equipa, aplicaram de forma integrada os conhecimentos interdisciplinares adquiridos e as competências desenvolvidas ao longo do curso na resolução de um caso/problema de gestão. Este Caso de Gestão tem como objetivo primordial preparar os estudantes para a resolução de problemas reais de gestão, desenvolvendo ainda competências individuais e de equipa, de diagnóstico, análise e apresentação de soluções para esses problemas reais apresentados pelas empresas que se associam a esta ação.

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Nesta edição realçou-se a excelência da qualidade dos trabalhos apresentados, meritórios de elogios por parte da Cachapuz e dos docentes envolvidos. Algumas das medidas propostas foram ou serão aplicadas pela empresa, evidenciando a sua qualidade técnica, adequação à cultura da empresa e aplicabilidade à realidade de gestão da mesma. Pelo excelente desempenho desses alunos, a Cachapuz destacou os alunos com a entrega de certificados de excelência, de mérito e de participação. Destacou-se ainda uma equipa de excelência que foi galardoada com um troféu Cachapuz, sendo que dois dos seus alunos foram convidados pela empresa para realizar um estágio remunerado na área da gestão.

A sessão contou com a presença do Presidente da EEG-UMinho, Professor Doutor Rocha Armada, da Direção da Cachapuz, liderada pela Drª Graça Coelho, CEO da empresa, a Diretora do Curso de Gestão, Professora Doutora Carla Freire, o Coordenador do Caso de Gestão, Professor Doutor Joaquim Silva e ainda os docentes-tutores e todos os alunos envolvidos no Caso de Gestão.

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