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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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VOLTAR OU FICAR, EIS A QUESTÃO

No final do mês passado foram divulgadas as conclusões do estudo "Planos futuros e regulação do bem-estar de imigrantes portugueses idosos no Luxemburgo". Realizada pela única instituição de ensino superior do Grão-Ducado, a investigação teve como principal objetivo saber se a primeira geração de portugueses que foi trabalhar para este pequeno Estado soberano situado na Europa Ocidental, limitado pela Bélgica, França e Alemanha, prefere ficar no país ou regressar a Portugal e que fatores influenciam a decisão.

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Numa nação onde vivem mais 90 mil cidadãos de nacionalidade portuguesa, o que equivale a 16% da população residente, o inquérito foi feito a 109 compatriotas com idade média de 55 anos, 65% dos quais ainda a trabalhar, e que maioritariamente declararam querer ficar no Luxemburgo.

Segundo o estudo, na escala de razões que levam a maioria destes emigrantes a optar por fixarem-se no Grão-Ducado, contrariamente à ideia inicial quando chegaram ao Luxemburgo, em que quase todos pensavam regressar a Portugal, encontram-se sobretudo a ligação aos netos, entretanto nascidos no país, e o acesso a cuidados de saúde.

As conclusões desta investigação devem merecer toda a atenção das autoridades portuguesas, porquanto estes motivos que levam a maioria dos emigrantes da primeira geração a decidir não voltar a Portugal após a reforma, seguramente que perpassa muitas das comunidades lusas espalhadas pelos quatro cantos do mundo.

 Os responsáveis políticos portugueses não podem ignorar esta realidade, antes pelo contrário, devem atempadamente estabelecer protocolos de colaboração com as autoridades destes países. Como é o caso do Luxemburgo, onde segundo uma das investigadoras do estudo “daqui a uns anos vai ser preciso adotar medidas para melhorar o quotidiano desta população e facilitar os cuidados nos lares de idosos, por causa, por exemplo, das barreiras linguísticas".

Mesmo no plano nacional, não se pode descurar esta realidade, não só pelos valores culturais e pátrios, mas inclusive pelo peso socioeconómico que, por exemplo, as pensões de reforma e outros benefícios sociais recebidos por emigrantes nos seus países de acolhimento têm no desenvolvimento do território português.

A BALANÇA MIGRATÓRIA EM PORTUGAL

Em meados deste ano foi disponibilizado online, o relatório anual sobre migrações internacionais da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE).

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Nas páginas dedicadas a Portugal, o “International Migration Outlook 2015”, aponta uma diminuição do número de estrangeiros residentes entre 2009 e 2013, e um significativo aumento da emigração desde 2010. Segundo o relatório, a balança migratória nacional (emigração – imigração) apresentou um resultado negativo de 10.500 pessoas em 2015, embora menos acentuado do que em anos anteriores (-30.100 em 2014 e -37.400 em 2012).

No entanto, estes dados que refletem a grave crise económica vivida em Portugal nesse período e levou mesmo à assistência financeira da troika, parecem estar desde o ano passado numa tendência de inflexão. O recente Relatório de Imigração, Fronteiras e Asilo do SEF indica a existência em Portugal de 397,731 imigrantes com título de residência válido, o que significa mais 2,32% de cidadãos estrangeiros residentes em território nacional que no ano anterior.

Segundo o documento do SEF, numa época em que a emigração portuguesa está a diminuir, no ano passado saíram de Portugal 38 mil pessoas, menos duas mil que em 2015, os imigrantes brasileiros continuam a ser a maior comunidade imigrante em território português, com um total de 81251 cidadãos, ou seja 20% dos imigrantes.

No rol das nacionalidades mais presentes no território português destacam-se, para além do tradicional fluxo africano, a imigração francesa, cuja comunidade registou um aumento superior a 2015 (33%), com 11293 imigrantes legalizados. Assim como a inglesa, que igualmente atraída pela segurança e benefícios fiscais, passou a ser uma das mais relevantes nacionalidades em Portugal (19384 imigrantes), ultrapassando inclusive a angolana (16994 imigrantes).

Esta estabilização da balança migratória, além de constituir um sinal positivo do cenário macroeconómico nacional, é um indicador do caminho que o país deve continuar a trilhar rumo a um futuro coletivo sustentado, e que passa necessariamente pela diminuição da emigração e pela entrada de imigrantes, elementos fundamentais para Portugal não perder população e competitividade socioeconómica.

Daniel Bastos

PÓVOA DE LANHOSO REALIZA AMANHÃ FESTA DO EMIGRANTE

Festa do Emigrante tem ponto alto nesta terça-feira, dia 15

Até 15 de agosto, a Póvoa de Lanhoso acolhe a Festa do Emigrante, com atividades diversas que vão desde a música, com destaque para Kátia Aveiro (noite de 14 de agosto), ao folclore (15 de agosto), passando pelo Mercado da Terra (13 a 15 de agosto) e pela iniciativa Póvoa em Festa (15 de agosto). O dia 15 é o ponto alto.

A Póvoa em Festa tem o início marcado para as 14h30, na Praça Eng. Armando Rodrigues, apresentando bolo com sardinhas. A organização é da Junta de Freguesia da Póvoa de Lanhoso.

Ainda amanhã, dia 15 de agosto, realiza-se o XXII Festival Folclórico Prof. Gonçalo Sampaio, com a participação de seis ranchos folclóricos. O programa começa pelas 14h30, com a concentração dos grupos nos Paços do Concelho para a imposição da fita e entrega de lembranças aos participantes, seguindo-se o desfile de Trajes do Minho pelas ruas da vila. O Festival começa pelas 15h30, na Praça Eng. Armando Rodrigues. O Rancho Folclórico Maria da Fonte de Fontarcada, Grupo Danças e Cantares de Santa Cruz de Riba Tâmega – Amarante, Rancho Folclórico da Póvoa de Lanhoso, Grupo Folclórico de Valadares – Vila Nova de Gaia – Porto, Rancho Folclórico Santa Maria de Verim e o Rancho Folclórico de S. Pedro – Figueiredo – Amares, irão atuar neste Festival, que preenche uma das tardes mais aguardadas do Verão.

A Festa do Emigrante começou no dia 12, com a atuação de Daniel Pereira “Cristo”. Já no domingo, começou o Mercado da Terra, que só termina amanhã, dia 15 de agosto. A noite de 14 de agosto, fica marcada pela atuação de Kátia Aveiro e de Da Capo e dos Djs’ Rui e Cirilo.

A Festa do Emigrante integra o programa de animação Verão Com(n)vida, numa organização da Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso.

FAFE JUNTA EMIGRANTES EM FESTA

Mickael Carreira marca presença nas boas vindas aos Emigrantes. Inscrições abertas na Loja de Turismo

O Município de Fafe dá as boas vindas aos emigrantes no próximo dia 10 de Agosto. A tradicional Festa do Emigrante terá lugar no Parque da Cidade e tem início marcado para as 20h00.

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Depois de servida a vitela assada à moda de Fafe, a animação é garantida com um concerto especial de Mickael Carreira. 

O músico promete um grande espectáculo para animar quem passar pelo Parque da Cidade. O concerto é de entrada livre, não sendo necessário bilhete, e está marcado para as 22h00.

As inscrições para o 'Jantar do Emigrante' podem ser feitas na Loja Interactiva de Turismo, na Praça 25 de Abril, a partir de hoje e até dia 9 de Agosto. Adultos e crianças com mais de 10 anos pagam 10 euros, sendo que para menores de 10 anos, o bilhete é gratuito.

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EXECUTIVO MUNICIPAL DE AMARES VISITA FILHOS DA TERRA EM LYON

No fim-de-semana em que se assinalou o Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas o presidente da Câmara Municipal de Amares, Manuel Moreira, e o vice-presidente, Isidro Araújo, estiveram de visita à cidade de Lyon, na localidade de Jassans-Riottier, onde tiveram oportunidade de contactar de perto com a comunidade em portuguesa, particularmente com os emigrantes naturais ou com ligações afetivas a Amares.

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Já no local, o executivo municipal de Amares foi recebido pelo presidente da Câmara Municipal de Jassans-Riottier, Jean Pierre, e pelo Conselheiro das Comunidades Portuguesas em Lyon, Cardia Lima, e pelo presidente da Associação Portuguesa de Jassans-Riottier Delfim Fernandes, que estabeleceram o elo de ligação entre os autarcas amarenses e os filhos da terra na localidade.

“O convite para esta visita surgiu do presidente da Associação Portuguesa de Jassans-Riottier que é um filho da terra e honrou-nos muito porque há nesta zona muitas pessoas naturais do concelho de Amares, sobretudo da freguesia de Rendufe”, começou por referir Manuel Moreira. 

“Foi com muito gosto que visitámos a nossa comunidade e os restantes emigrantes luso descendentes. Foi gratificante perceber que a nossa visita também lhes trouxe alguma alegria e a verdade é que nos sentimos em casa no meio de tantos portugueses e tanta gente do nosso concelho”, sublinhou o autarca, deixando uma palavra de reconhecimento a todos aqueles que saem da sua terra natal em busca de melhores condições de vida.

Esta visita, que contou ainda com a presença do presidente da Junta de Freguesia de Rendufe, contemplou um périplo por várias associações portuguesas com sede Jassans-Riottier, um tour  pelo centro histórico de Lyon e a ida ao Festival de Folclore Português de Lyon, entre outras iniciativas.

AMARENSES FORAM A LYON AO ENCONTRO DOS SEUS CONTERRÂNEOS

Uma comitiva do Concelho de Amares esteve em Jassans-Riottier (Lyon)

A comitiva do Concelho de Amares, liderada pelo Presidente Manuel Moreira, em frente à Mairie da cidade de Jassans-Riottier, nos arredores de Lyon

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No fim de semana do 10 e 11 de Junho 2017, a convite da Associação Cultural Desportiva Portuguesa (ACSP) de Jassans-Riottier, presidida pelo rendufense (Concelho de Amares), Delfim Fernandes, uma comitiva deslocou-se do Norte de Portugal para ir ao encontro dos amarenses que se encontram radicados nesta região de França. Fizeram parte desta deslocação o Presidente do Municipio Manuel Moreira, o Vice-Presidente Isidro Araujo e o Presidente da Junta de freguesia de Rendufe, Domingos Alves.

Este convite surgiu no âmbito do Festival Internacional de Fólclore que decorreu no domingo 11 de Junho na localidade francesa de Jassans-Riottier. Este evento é organizado anualmente pela associação portuguesa daquela localidade e estiveram presentes vários grupos fólcloricos de tradição portuguesa, presentes na região de Lyon e arredores.

Esta deslocação surge também na quadra das comemorações do 10 de Junho, dia des Portugal de Camões e das Comunidades Portuguesas. Assim o actual executivo minhoto do Município de Amares, pretendeu destacar a importância, o orgulho e coragem dos milhões de portugueses que compõem as comunidades portuguesas espalhadas pelo mundo, para os municípios e territórios portugueses.

Participaram activamente na realização e organização desta deslocação os Conselheiros das Comunidades Portuguesas de Strasbourg, Rui Ribeiro Barata e o dinâmico Conselheiro das Comunidades Portuguesas de Lyon, Cardia Lima.

No sábado 10 de Junho a comitiva de Amares, acompanhada pelos Conselheiros das Comunidades Portuguesas de Lyon e de Strasbourg, pela Cônsul Geral de Portugal em Lyon e pelo Presidente da associação portuguesa de Jassans-Riottier, foram recebidos no edificio da Câmara pelo Maire de Jassans-Riottier.

No domingo 11 de Junho, a comitiva foi ao encontro de várias associações portuguesas da região de Lyon, onde há uma forte presença de portugueses naturais da Freguesia de Rendufe e do Concelho de Amares. Depois houve ainda tempo, ao inicio da tarde, antes de regressar a Portugal,  para participar na inauguração do Festival Internacional em Jassans-Riottier.

HISTORIADOR DANIEL BASTOS LEVA A TERRAS HELVÉTICAS NO DIA DE PORTUGAL LIVRO SOBRE A EMIGRAÇÃO PORTUGUESA

Livro sobre a emigração portuguesa apresentado na Suíça no Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas

No passado dia 10 de Junho, celebrado como Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas, foi apresentado em Genebra, na Suíça, um dos principais destinos da emigração portuguesa, o livro Gérald Bloncourt – O olhar de compromisso com os filhos dos Grandes Descobridores”.

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O historiador Daniel Bastos na Livraria Camões em Genebra, ladeado pelo tradutor Paulo Teixeira (à esquerda), e o antigo dirigente associativo e sindical na Suíça, Manuel Barbosa (à direita)

 

A obra, uma edição bilingue em português e francês, concebida pelo historiador Daniel Bastos a partir do espólio do conhecido fotógrafo que imortalizou a gesta da emigração portuguesa para o centro da Europa nos anos 60 e 70, foi apresentada na Livraria Camões, um espaço cultural de referência da lusofonia em terras helvéticas, e esteve a cargo do tradutor Paulo Teixeira, e do antigo dirigente associativo e sindical na Suíça, Manuel Barbosa.

No decurso da sessão, que contou com a presença de vários representantes da comunidade portuguesa em Genebra, assim como do apresentador e jornalista Jorge Gabriel, que no âmbito do programa “Aqui Portugal” dedicado ao 25.º aniversário da RTP Internacional esteve em antena a partir da Livraria Camões, e do Cônsul-geral de Portugal em Genebra, Miguel de Calheiros Velozo, todos foram unânimes em considerar que as fotografias de Gérald Bloncourt constituem um contributo fundamental para a história da emigração portuguesa.

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A contar da direita, o apresentador e jornalista Jorge Gabriel, o proprietário da Livraria Camões, António Pinheiro, o historiador Daniel Bastos, o tradutor Paulo Teixeira, e o antigo dirigente associativo e sindical na Suíça, Manuel Barbosa.

 

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O historiador Daniel Bastos e o Cônsul-geral de Portugal em Genebra, Miguel de Calheiros Velozo, ladeados pelo tradutor Paulo Teixeira (à esquerda), e o antigo dirigente associativo e sindical na Suíça, Manuel Barbosa (à direita)

 

Segundo Daniel Bastos, a edição do espólio fotográfico de Gérald Bloncourt e apresentação do livro em Genebra, na Suíça, um dos principais destinos da emigração portuguesa, cuja comunidade é a terceira maior em terras helvécias, representam “um justo reconhecimento aos protagonistas anónimos da história portuguesa que lutaram aquém e além-fronteiras pelo direito a uma vida melhor e à liberdade”.

Refira-se que a sessão de apresentação, que impulsionou uma enriquecedora tertúlia que revisitou experiências, memórias e testemunhos sobre o fenómeno da emigração lusitana, em particular na Suíça, incluiu um Porto de Honra, um produto emblemático da cultura portuguesa.

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DANIEL BASTOS APRESENTA EM GENEBRA LIVRO SOBRE A EMIGRAÇÃO PORTUGUESA

No Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas, 10 de junho (sábado), é apresentado em Genebra, na Suíça, um dos principais destinos da emigração portuguesa, o livro Gérald Bloncourt – O olhar de compromisso com os filhos dos Grandes Descobridores”.

O historiador Daniel Bastos (esq.) acompanhado do      tradutor Paulo Teixeira

O historiador Daniel Bastos (esq.) acompanhado do tradutor Paulo Teixeira

 

A obra, concebida pelo historiador Daniel Bastos a partir do espólio do conhecido fotógrafo que imortalizou a história da emigração portuguesa, é apresentada às 18h00 na Livraria Camões, um espaço cultural que se assume como uma embaixada da lusofonia em terras helvéticas. 

A apresentação do livro, uma edição bilingue em português e francês, com prefácio do pensador Eduardo Lourenço, direcionada à comunidade portuguesa que é a terceira maior comunidade estrangeira da Suíça, estimada em 270.000 pessoas, estará a cargo do tradutor Paulo Teixeira, e do antigo dirigente associativo e sindical na Suíça, Manuel Barbosa.

Composta por um conjunto de centena e meia de fotografias da maior importância para a história portuguesa do último meio século, como as que Gérald Bloncourt captou sobre a vida dos emigrantes portugueses nos bidonvilles parisienses, a obra reúne ainda memórias, testemunhos e imagens originais que o fotógrafo francês realizou durante a sua primeira viagem a Portugal na década de 1960, onde retratou o quotidiano das cidades de Lisboa, Porto e Chaves. Assim como as da viagem a “salto” que fez com emigrantes lusos além Pirenéus, e as das comemorações do 1.º de Maio de 1974 em Lisboa, que permanecem como a maior manifestação popular da história portuguesa.

Segundo Daniel Bastos, cujo percurso tem sido alicerçado junto das comunidades lusófonas, a edição do espólio fotográfico de Gérald Bloncourt, constitui “um justo reconhecimento aos protagonistas anónimos da história portuguesa que lutaram aquém e além-fronteiras pelo direito a uma vida melhor e à liberdade”.

Refira-se que desde o seu lançamento, o livro “Gérald Bloncourt – O olhar de compromisso com os filhos dos Grandes Descobridores”, além dos vários distritos do território nacional, foi já apresentado junto das comunidades portuguesas em Paris, Luxemburgo, Toronto, Bruxelas, e agora em Genebra, a segunda mais populosa cidade suíça.

Capa do livro

PRESIDENTE DO MUNICÍPIO BARQUENSE DISCURSO NO ENCONTRO DOS GABINETES DE APOIO AO EMIGRANTE

Vassalo Abreu foi um dos oradores convidados do III Encontro dos Gabinetes de Apoio ao Emigrante

Autarca barquense falou em representação de todos os Presidentes de Câmara, numa sessão que contou com presença do Ministro dos Negócios Estrangeiros e do Secretário de Estado das Comunidades Portuguesas

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O presidente da Câmara Municipal de Ponte da Barca, Vassalo Abreu, foi um dos oradores convidados do III Encontro dos Gabinetes de Apoio ao Emigrante, que decorreu no passado sábado, em Leiria. O autarca barquense falou em representação dos 139 Presidentes de Câmara de Municípios com Gabinete de Apoio ao Emigrante, numa sessão que contou com a presença do Ministro dos Negócios Estrangeiros, Augusto Santos Silva, e do Secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, José Luís Carneiro.

Recorde-se que o Gabinete de Apoio ao Emigrante (GAE) é uma estrutura de apoio ao emigrante criada através da celebração de um Acordo de Cooperação entre a Câmara Municipal de Ponte da Barca e a Secretaria de Estado das Comunidades. Este gabinete presta serviço gratuito ao emigrante, residente ou não em Portugal, bem como aos seus familiares, ajudando-o na resolução dos diferentes problemas com que se depare e prestando ainda apoio no seu regresso e reinserção no país.

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ESCRITOR DANIEL BASTOS APRESENTA EM GUIMARÃES LIVRO DEDICADO À EMIGRAÇÃO PORTUGUESA

No passado sábado (27 de maio), foi apresentado em Guimarães o livro “Rostos da Emigração”, da autoria do escritor e antigo responsável do serviço social da Embaixada de Portugal em Bruxelas, Joaquim Tenreira Martins.

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A obra, um relato comovente de experiências de vida de mulheres e homens marcados pelo percurso migratório, foi apresentada na Galeria de Arte 9 Séculos, em pleno centro histórico da cidade que viu nascer Portugal.

A apresentação do livro com chancela da Editora Orfeu, e que conta com prefácio da reputada investigadora Maria Manuela Aguiar, esteve a cargo do historiador minhoto Daniel Bastos.

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O escritor Joaquim Tenreira Martins (esq.) acompanhado do historiador Daniel Bastos, durante a sessão de apresentação do livro “Rostos da Emigração” na Galeria de Arte 9 Séculos em Guimarães

 

Durante a sessão cultural intimista na cidade berço, Joaquim Tenreira Martins referiu que a sua obra é marcada pela sua experiência ao longo de quarenta anos no serviço social e jurídico da Embaixada de Portugal em Bruxelas. Segundo o mesmo, durante esse tempo, ouviu gente pobre, gente rica, visitou presos, limpou lágrimas e sofreu com as pessoas, e que nesse sentido a edição desta obra o conforta, alivia-o dos problemas que lhe foram colocados pelas diversas pessoas que recebeu.

Segundo Daniel Bastos, cujo percurso literário tem sido alicerçado junto das comunidades portuguesas, o livro “Rostos da Emigração” mergulha no fenómeno migratório português desvendando no seio da dignidade humana a experiência da emigração e a forma como se reflete na vida das famílias.

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JOAQUIM TENREIRA MARTINS APRESENTA EM GUIMARÃES LIVRO SOBRE A EMIGRAÇÃO PORTUGUESA

Guimarães recebe apresentação de livro dedicado à emigração portuguesa

No próximo dia 27 de maio (sábado), é apresentado em Guimarães o livro “Rostos da Emigração”, da autoria do escritor e antigo responsável do serviço social da Embaixada de Portugal em Bruxelas, Joaquim Tenreira Martins.

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A obra, um relato comovente de experiências de vida de mulheres e homens marcados pelo percurso migratório, é apresentada às 18h00 na Galeria de Arte 9 Séculos, em pelo centro histórico da cidade que viu nascer Portugal.

A apresentação do livro com chancela da Editora Orfeu, e que conta com prefácio da reputada investigadora Maria Manuela Aguiar, estará a cargo do historiador Daniel Bastos, cujo percurso literário tem sido alicerçado junto das comunidades portuguesas.

Segundo Daniel Bastos, o livro “Rostos da Emigração” mergulha no fenómeno migratório português desvendando no seio da dignidade humana a experiência da emigração e a forma como se reflete na vida das famílias.

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HISTORIADOR DANIEL BASTOS PARTICIPA NA UNIVERSIDADE DE ÉVORA NAS JORNADAS SOBRE MOBILIDADE E MIGRAÇÕES

O historiador Daniel Bastos participou no passado dia 9 de maio (terça-feira), como orador convidado, nas Jornadas de História e Arqueologia subordinadas à temática “A circulação de pessoas – evolução e perspetivas ao longo da História”, que decorreram na Universidade de Évora.

No âmbito da iniciativa, organizada pelo Núcleo de Estudantes de História e Arqueologia da Universidade de Évora, que cruzou na academia alentejana vários olhares sobre o tema da mobilidade e migrações, uma temática de premente relevância no contexto atual, Daniel Bastos atualmente docente no Colégio João Paulo II em Braga, apresentou uma comunicação intitulada “Gérald Bloncourt – o fotógrafo que imortalizou a emigração portuguesa para França nos anos 60”.

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Durante a sua intervenção nas jornadas em Évora, moderadas pela professora catedrática Fátima Nunes, o historiador Daniel Bastos (à direita) descreveu o fotógrafo Gérald Bloncourt como o guardião da memória e o cronista visual da emigração portuguesa para França nos anos 60.

 

Durante a sua comunicação neste encontro nacional multidisciplinar que computou a presença de discentes, docentes e investigadores, e que teve como principal objetivo aprofundar e dar a conhecer diferentes estudos que têm sido realizados sobre o fenómeno migratório ao longo da história portuguesa, o historiador minhoto cujo percurso tem sido alicerçado junto das comunidades portuguesas, definiu o fotógrafo Gérald Bloncourt como o guardião da memória e o cronista visual da emigração portuguesa para França nos anos 60. Daniel Bastos reiterou ainda que as comunidades lusas espalhadas pelos quatro cantos do mundo são genuínas embaixadoras da cultura, da economia e da língua portuguesa.

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FOLCLORE JUNTA MINHOTOS NA SUÍÇA

O Rancho Folclórico Português de Aarburg foi fundado a 27 de Maio de 1995 por um Grupo de Amigos e entusiastas pelas culturas dos nossos antepassados.

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Desde então tem vindo a manter bem viva as nossas Tradições por terras Helveticas e por onde tem passado como em França, no Principado do Mónaco, Luxemburgo, Portugal, Itália, tendo também já Participado em um Festival de Competição na Alemanha.

O Rancho Folclórico Português de Aarburg realiza anualmente o seu Festival de Folclore contando com a participação de Grupos do nosso querido Portugal, Suíça , França, Alemanha, Luxemburgo entre outros.

Este Grupo é composto por 52 componentes que representam bem vivas as Culturas do Baixo Minho.

O Grupo Folclórico é Membro Efectivo e Fundador da Federação Portuguesa de Folclore na Suíça.

A sua Festada é composta por:

Concertinas, Viola Braguesa, Cavaquinhos, Bombo Romeiro, Violão, Flauta, Ferrinhos e Reco- reco e os nossos dançadores com as Castanholas.

Fazemo-nos Representar com Trajes de Lavradeiras Ricas, Trajes de Feira, Trajes de Campo e Trajes de Trabalho.

Este ano comemoramos os 22 anos de existência e dia 17 de Junho realizamos o XVI Festival de Folclore com participações de de Grupos de Folclore vindos de outras comunidades portuguesas como o Luxemburgo e também de Portugal.

Participações:

Rancho Folclórico Português de Aarburg, Suiça

Rancho Folclórico de Wetzicon, Suíça

Grupo Etnográfico do Alto Minho, Luxemburgo

Grupo Etnográfico de Vila das Aves, Portugal

Ainda Vamos ter convidados especiais, Drª. Elizabete Faria, Presidente da Junta de Freguesia de Vila das Aves, Carlos Valente, Presidente da dos Bombeiros Voluntários de Vila das Aves, Camilo Cruz da Rusga de Joane e ainda Sérgio da Fonseca a fazer cobertura do Festival pela Rádio do Folclore Português.

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