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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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MUNICÍPIO DE BRAGA E ASSOCIAÇÃO COMERCIAL COLABORAM NA DINAMIZAÇÃO DAS ACTIVIDADES COMERCIAIS

Acordo de cooperação no valor de 225 mil euros

O Município de Braga e a Associação Comercial de Braga irão estabelecer um acordo de cooperação tendo em vista apoiar um programa de desenvolvimento empresarial que consagra actividades de apoio ao empreendedorismo, formação, inovação e promoção comercial, com a finalidade de reforçar a afirmação nacional e internacional de Braga como pólo de excelência para a atracção e dinamização de actividades económicas ligadas ao sector terciário da nossa economia. A proposta de comparticipação financeira à ACB, no valor de 225 mil euros, será analisado na próxima Reunião do Executivo Municipal, a realizar dia 3 de Abril.

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O acordo consagra o desenvolvimento de diversas acções conjuntas, com a finalidade de promover o empreendedorismo, a inovação e formação no comércio, turismo e serviços no concelho de Braga, nomeadamente:

Actuar sobre os factores críticos de melhoria da competitividade das empresas do Concelho; disponibilizar serviços de apoio ao empresário e investidor, em articulação com os serviços municipais afectos ao “Balcão Único”; promover iniciativas de dinamização comercial, em parceria com a Câmara e outros operadores relevantes, bem como actividades de divulgação da oferta comercial, turística e cultural de Braga; implementar com sucesso os projectos “Activar Braga” e “Welcome Braga”; apoiar as empresas do Concelho na busca de oportunidades em mercados extra-regionais e internacionais; intervir na implementação de medidas de apoio à modernização empresarial e promover o acesso à inovação tecnológica e às acções de investigação e desenvolvimento de interesse para as actividades económicas de Braga.

Considera a Autarquia que, atendendo à relevância e interesse colectivo das actividades desenvolvidas pelas associações empresariais, em particular pela ACB, importa, no actual contexto socioeconómico, estimular as actividades económicas através do reforço da cooperação com as Associações, proporcionando condições favoráveis ao desenvolvimento empresarial, em especial nas áreas de apoio ao empreendedorismo, formação, inovação empresarial, promoção comercial e turística.

O prazo de vigência deste acordo de cooperação irá iniciar-se na data da sua aprovação e termina no final do ano 2017.

MELGAÇO APOSTA NO DESENVOLVIMENTO DO COMÉRCIO LOCAL

No próximo sábado: DESENVOLVER O COMÉRCIO LOCAL: VAMOS FAZER O QUE AINDA NÃO FOI FEITO

Sessão de formação, sábado, pelas 15h00, no Salão Nobre da Câmara Municipal

A Câmara Municipal de Melgaço quer reunir novamente os melgacenses, desta vez para juntos definirem uma estratégia de desenvolvimento do comércio local. Estão previstas duas sessões para o efeito, sob a temática ‘Comércio Tradicional em Melgaço - (‘Vamos fazer o que ainda não foi feito…’)’, tendo como público-alvo os comerciantes e empresários interessados em investirem no concelho. A primeira acontece já no próximo sábado, 7 de janeiro, pelas 15h00, no Salão Nobre da Câmara Municipal.

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Com a iniciativa a autarquia pretende assumir um Pacto Comunitário com os melgacenses, ‘um compromisso para o desenvolvimento de Melgaço’, afirma Manoel Batista, Presidente da Câmara Municipal de Melgaço.

A sessão de sábado, intitulada ‘O que podemos fazer?’, acontece sob a orientação de João Abreu, que desafiará os presentes a pensarem juntos como gerar ideias de Negócio Criativas com Baixo Orçamento. Para tal serão apresentados dois casos de sucesso, com comerciantes de outras localidades com as mesmas características da Vila de Melgaço.

A segunda sessão acontece no dia 14 de janeiro com o tema ‘Que apoios podemos ter para fazer acontecer?’. A formadora será a Helena Carvalho e focar-se-á em quatro pontos fundamentais para levar avante este compromisso, nomeadamente: Soluções de financiamento - Comércio Invest; enquadramento do comércio nos programas e projetos de regeneração urbana; animação comercial associativa; e outros incentivos e financiamentos alternativos.

ARCOS DE VALDEVEZ REALIZA APRESENTAÇÃO PÚBLICA MAGIA DE NATAL 2016

Realizou-se, dia 5 de dezembro, a Apresentação Pública da Magia de Natal, no âmbito da Campanha de Natal 2016, promovida pela ACIAB, Câmara Municipal de Arcos de Valdevez e Comércio Tradicional de Arcos de Valdevez, são várias as ações que se realizarão durante o período natalício, onde a aposta se centra na promoção dos produtos locais, para dinamização das empresas, para atrair visitantes e promover a economia local. Desta forma, Arcos de Valdevez vai estar repleto de ações alusivas ao natal, como animação, sonorização, decoração de ruas, iluminação de natal e muitas outras ações. 

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João Manuel Esteves, Presidente da Câmara Municipal de Arcos de Valdevez, falou sobre as ações integradas na Magia de Natal, em parceria com a ACIAB, que iniciou com a iluminação nas ruas de Arcos de Valdevez, no dia 25 de novembro e que se prolongam até dia 7 de janeiro. “Esta parceria com a ACIAB e as associações do concelho, transmitem um sentimento de partilha, promovendo o comércio, atraindo assim mais turismo a Arcos de Valdevez”.

No âmbito da Magia de Natal, realizar-se-á de 8 a 11 de dezembro a Feira dos Doces e do Chocolate, no Campo do Trasladário, na qual estarão presentes os doces típicos da época natalícia, assim como muita animação alusiva ao Natal. Para a passagem de ano, estará presente o Programa da TVI “Somos Portugal”, que terá início às 14h30 até às 20h00 e que fará reportagem em vários locais do concelho.

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António Marques Campos, Presidente da Direção da ACIAB, falou da importância destas iniciativas no concelho de Arcos de Valdevez, uma vez que promovem o comércio, “A iluminação de Natal cria um ambiente acolhedor, os empresários preocupam-se cada vez mais com a decoração das montras, de forma a receber o consumidor, os turistas e os emigrantes”. Afirmou ainda que a parceria com o Município é de extrema importância, porque os empresários sentem-se mais apoiados, o que dinamiza o tecido empresarial, tornando-o mais atrativo, criando assim mais riqueza para o nosso concelho.

Francisco Peixoto Araújo, Vice-presidente da Direção da ACIAB, fez questão de realçar que este tipo de iniciativas fazem parte dos objetivos da ACIAB, com o intuito de atrair pessoas de outras regiões e turismo, de forma a fomentar a economia da região, através de um conjunto de iniciativas, eventos que promovem as nossas empresas e a região. Salientou ainda, que a Iluminação de Natal iniciou mais cedo e que abrange mais ruas, pois para o comércio é relevante este tipo de eventos trazendo mais vida e animação embelezando mais  ruas e centro histórico. 

Referiu ainda, que à semelhança dos anos anteriores, a ACIAB aposta no Sorteio de Natal, tendo aumentado o número de aderentes e patrocinadores a esta iniciativa, cerca de 200 empresas aderentes e 35 empresas patrocinadoras dos concelhos de Arcos de Valdevez e de Ponte da Barca.

Francisco Peixoto Araújo, lançou um desafio ao Município de Arcos de Valdevez, parceria entre as duas entidades na realização de eventos e ações para 2017, para promoção e dinamização do tecido empresarial e região.

Ao longo do ano, a ACIAB tem apostado na realização de diversas iniciativas, passando a mensagem de que comprando nas nossas empresas promove-se a região, aproxima-se os clientes do comércio, dinamizando o tecido empresarial e a região. 

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FAMALICÃO ASCULTA COMÉRCIO DE PROXIMIDADE

Câmara e ACIF avançam para roteiro de auscultação do comércio de proximidade. Paulo Cunha e Fernando Xavier realizaram primeira jornada de trabalho na Rua Vasconcelos e Castro

A Rua Vasconcelos e Castro, no centro de Vila Nova de Famalicão, serviu nesta terça-feira, 22 de novembro, de ponto de partida para um novo roteiro de proximidade do presidente da Câmara Municipal visando a auscultação da sociedade civil famalicense. Os desafios, forças e fraquezas do comércio de proximidade são o novo alvo da atenção de Paulo Cunha, que se faz acompanhar nesta dinâmica pelo Presidente da ACIF – Associação Comercial e Industrial de Vila Nova de Famalicão, Fernando Xavier, e por representantes operacionais da Unidade de Gestão do Centro Urbano.

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A lógica deste novo programa passa por uma visita a todos os estabelecimentos comerciais situados no núcleo central urbano de Famalicão e por uma conversa informal com os comerciantes, para que ambos os responsáveis registem as suas preocupações e sugestões para um núcleo urbano mais atrativo.

Foi isso que aconteceu nesta primeira jornada de trabalho, com Paulo Cunha e Fernando Xavier a percorrerem, um a um, os cerca de vinte estabelecimentos comerciais da Rua Vasconcelos e Castro, uma rua particularmente bem situada na cidade, já que liga o centro à entrada principal do Parque da Devesa e ao Centro Coordenador de Transportes.

A próxima jornada de trabalho do roteiro pelo comércio de proximidade está agendada para o dia 6 de dezembro e incidirá sobre a Rua Alves Roçadas.

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ACIAB REALIZA SEMINÁRIO SOBRE "OBRIGAÇÕES NO TRABALHO - CÓDIGO DO TRABALHO, SEGURANÇA E SAÚDE, ACÇÃO INSPETIVA"

Dia 08 de novembro | 14h30 | Auditório do Turismo Arcos de Valdevez

A ACIAB vai realizar, em parceria com a ACT – Autoridade para as Condições do Trabalho, um seminário que tem como temática “Obrigações no Trabalho - Código do Trabalho, Segurança e Saúde, Ação Inspetiva”.

A iniciativa terá lugar no dia 8 de novembro (terça-feira), pelas 14h30, no Auditório Municipal de Informação e Turismo, no Campo do Trasladário, em Arcos de Valdevez.

A sessão de esclarecimento necessita de inscrição que deve ser enviada por email (aciab@aciab.pt), ou entregue nas instalações da ACIAB, até ao dia 7 de novembro (12h00). Para qualquer esclarecimento contactar a ACIAB através dos telefones 258 521 473 ou 258 454 524.

A Ficha de Inscrição para o Seminário “Obrigações no Trabalho - Código do Trabalho, Segurança e Saúde, Ação Inspetiva” encontra-se disponível no site da ACIAB em www.aciab.pt.

Programa

14h20 Receção dos participantes

14h35 Sessão de abertura

Vice-presidente executivo da ACIAB - Francisco Peixoto Araújo

Diretor do Centro Local do Alto Minho da ACT – Joaquim Silva

15h00 - Obrigações no Código do Trabalho, as Empresas e a Ação Inspetiva

ACT, Joaquim Silva, Diretor do CLAM

16h00 - A Organização das Atividades de Segurança e Saúde no Trabalho,

ACT, Alda Alves, Técnica Superior do CLAM

17h00 - Debate

17h30 - Encerramento

PONTE DA BARCA ACOLHE FEIRA DOS SALDOS

Iniciativa da Câmara Municipal de apoio do tecido empresarial do concelho

É já a partir de amanhã, dia 7 de outubro (com abertura às 19h), que a Praça da República de Ponte da Barca acolhe a Feira dos Saldos. A iniciativa, que se prolonga até domingo, altura em que a Tuna dos Voluntários de S. João da Madeira vai animar o certame (17h), é organizada pela Câmara Municipal com o apoio do tecido empresarial do concelho e contará com um conjunto de catorze estabelecimentos que vão proporcionar ao público a aquisição de produtos a preço de saldo, com descontos que chegam até aos 70%.

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Como salienta o autarca de Ponte da Barca, Vassalo Abreu 'a Feira dos Saldos é mais um evento de apoio aos comerciantes do concelho, através da disponibilização de um espaço alternativo para venda dos seus produtos.Vassalo Abreu acrescenta que é ainda 'uma oportunidade para comerciantes e consumidores fazerem bons negócios, tendo em conta a diversidade de produtos apresentados e o seu baixo preço'.

Recorde-se que esta Feira dos Saldos, que já se realiza há alguns anos, tem alcançado um assinalável êxito, face à grande recetividade, para além de proporcionar aos expositores o escoamento de stock, através da venda direta ao público.

MUNICÍPIO DE MONÇÃO REÚNE COM COMERCIANTES

O Município de Monção reúne no próximo dia 7 de setembro, quarta-feira, pelas 19h00, no Museu do Alvarinho, com o objetivo de aferir a sensibilidade dos empresários locais relativamente à continuidade ou não dos parquímetros instalados no centro histórico da vila.

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A Câmara Municipal de Monção, com o apoio da Associação Comercial e Industrial dos Concelhos de Monção e Melgaço, promove no dia 7 de setembro, quarta-feira, uma reunião de trabalho aberta a todos os proprietários de estabelecimentos comerciais localizados em Monção.

Este encontro, que contará com a presença do autarca local, Augusto de Oliveira Domingues, decorrerá no Museu do Alvarinho, pelas 19h00, servindo para aferir a sensibilidade dos empresários locais relativamente à continuidade ou não dos parquímetros instalados no centro histórico da localidade

Refira-se que o contrato de concessão para exploração dos parquímetros teve um prazo de oito anos, tendo terminado no passado mês de junho. Colocam-se agora três hipóteses: Novo procedimento concursal, gestão por parte da autarquia ou regresso ao estacionamento gratuito.

PONTE DA BARCA REALIZA CONCURSO DE MONTRAS DE ESTABELECIMENTOS COMERCIAIS

Comercio Tradicional de Ponte da Barca engalanou-se para a Romaria de S. Bartolomeu. A montra vencedora foi a da loja W52

Foram 21 os comerciantes locais que aceitaram o desafio lançado pela Câmara Municipal e engalanaram as respetivas montras para receber a Romaria mais genuína do Alto Minho – a Romaria de S. Bartolomeu de Ponte da Barca. O concurso levado a cabo pretendeu, essencialmente, fomentar o envolvimento do comércio local, dinamizando e tornando mais atrativa a visita à sede do concelho e aos seus espaços comerciais, cuja envolvência de todos é importante para que o espírito da festa se sinta em todos os sentidos e de forma transversal.

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'O envolvimento de todos na preparação da Romaria de S. Bartolomeu é um dos fatores que a torna tão única, por isso lançamos o desafiou aos comerciantes e a prova do sucesso foi o elevado número de inscritos', salientou a Vereadora da Cultura, na ocasião de entrega dos prémios.

Pela beleza das montras a concurso e do empenho que cada uma demonstrava, todas mereciam sair vencedoras mas aquela que reuniu consenso entre todos os jurados foi a montra da loja W52, cujo prémio (200€), foi doado à Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Ponte da Barca. Em segundo lugar ficou a Loja Sofia, e em terceiro o estabelecimento comercial Sonhos do Lar.

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A RIQUEZA DO NOSSO COMÉRCIO TRADICIONAL

O Comércio Tradicional de Arcos de Valdevez e de Ponte da Barca possui características únicas como a proximidade com o cliente e o acesso a produtos únicos e exclusivos, muitos deles produzidos pela população local. O relacionamento que se cria entre os comerciantes e os consumidores assenta em relações informais, de confiança e lealdade.

Importa reforçar que o Comércio Tradicional simboliza a identidade da nossa região e constitui um fator de emprego que é importante manter, pois dele depende a estabilidade e prosperidade das famílias e da sua qualidade de vida.

A ACIAB – Associação Comercial e Industrial de Arcos de Valdevez sempre pautou os seus esforços por criar mecanismos que apoiem o Comércio Tradicional, quer ao nível da sua promoção como da sua remodelação física e estrutural.

A aposta sistemática na criação de médias e grandes superfícies comerciais, como são os hipermercados, acarretam consequências graves para o pequeno comércio: frisa-se que o Comércio Tradicional de Arcos de Valdevez e de Ponte da Barca é o responsável pela empregabilidade de uma significativa mão-de-obra ativa dos concelhos. Simultaneamente, com a implementação de médias e grandes superfícies nos nossos concelhos são destruídas regras e dinâmicas próprias do nosso comércio (horários, publicidade, animação das ruas…) que tem, igualmente, um contributo fundamental no combate à desertificação populacional dos centros históricos das nossas vilas bem como das zonas rurais.

Parece-nos que as grandes superfícies já existentes em Arcos de Valdevez e em Ponte da Barca são um número mais que suficiente para as necessidades da população, tendo de haver espaço para a existência de um comércio de proximidade, um comércio que espelha as origens das trocas comerciais e a sua evolução sem perder a essência.

Inúmeras são as vantagens de comprar no Comércio Tradicional das quais elencamos a proximidade e as relações afetivas que se criam entre o cliente e o comerciante; a diferenciação dos produtos e serviços (únicos e personalizados); o aumento da qualidade de vida da população; a promoção da nossa região e do nosso país e a defesa da nossa cultura e das nossas tradições; a dinamização dos centros históricos através de eventos e iniciativas que dão vida aos concelhos, pois se o comércio encerra, os centros históricos sentem essa desertificação através da diminuição dos clientes e dos turistas e consequentemente a quebra económica.

Neste contexto, o cliente assume um papel primordial pois tendo a sua confiança, o Comércio Tradicional enfrenta melhor as adversidades advindas de qualquer conjuntura. Não podemos alimentar mais o declínio dos nossos centros urbanos com a construção de grandes superfícies comerciais. Não podemos deixar morrer as empresas familiares do nosso comércio, que fazem parte da história das nossas vilas, que passaram de geração em geração trazendo com elas conhecimentos valiosos.

É preciso sensibilizar a população, as várias entidades e órgãos de poder para a importância de mantermos ativas lojas com séculos de história assim como o incentivo à criação de novas empresas nos centros históricos, no nosso Comércio Tradicional, na nossa identidade e no que possuímos de mais genuíno.  

Defendendo estes princípios e caminhando sempre sob este prisma, a ACIAB pretende continuar a estratégia de fomentar as atividades do comércio, envolver os consumidores ativando a sua participação e proporcionar vida e dinamismo aos centros históricos. 

É com base nesta reflexão que se deve pensar sobre se vale a pena deixar abrir novas médias e grandes superfícies em Arcos de Valdevez e Ponte da Barca.

Colaboração: ACIAB

PENSAR E AGIR NO COMÉRCIO LOCAL DE MELGAÇO

Pensar Melgaço com visão estruturada e alicerçada num pensamento estratégico

Sessão de trabalho no Salão Nobre da Câmara Municipal, 18 de maio, pelas 19h00

A Câmara Municipal quer trabalhar com os agentes locais e posicionar o concelho: criar, atrair e reter talentos, empresas, investimentos e atividades. A desertificação dos municípios, especialmente os do interior, coloca a economia local perante uma situação difícil, que exige medidas urgentes. Para tal, a autarquia melgacense organiza no próximo dia 18 de maio uma reunião para a qual convida todos os empreendedores do concelho.

A iniciativa visa refletir sobe o presente e potenciar a dinamização económica, reforçando a criação de um ambiente favorável aos negócios, através do estímulo ao aparecimento de mais empreendedores e empresas com características inovadoras, capazes de identificar oportunidades, investir e gerar riqueza e emprego no concelho.

A Câmara de Melgaço quer assumir-se como motor de desenvolvimento e crescimento do concelho, ao lado do empresário: ‘O Comércio Local é uma mais-valia sobre a qual devemos pensar e agir’, considera o autarca melgacense, Manoel Batista, salientando que ‘é preciso uma visão estruturada alicerçada num pensamento estratégico.'

Os participantes vão ter conhecimento do que está a ser pensado para Melgaço e deverão apresentar as suas ideias, colocar as suas dúvidas e questões, numa sessão em que se pretende fomentar a cocriação. A reunião tem lugar no Salão Nobre da Câmara Municipal e é aberta a todos os empreendedores.

BRAGA RECEBE SEGUNDA LOJA IKEA DO NORTE DO PAÍS

IKEA é investimento estruturante para a Região – afirmou o Presidente do Município Bracarense

“Hoje é um dia muito especial para Braga, com a abertura de uma loja que é uma marca para a Cidade e uma referência para a Região e para o País”. As palavras são de Ricardo Rio, presidente da Câmara Municipal de Braga, durante a cerimónia de abertura da loja IKEA em Braga, que se realizou esta Quinta-feira, 17 de Março, e que contou com a presença do Ministro da Economia, Manuel Caldeira Cabral.

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A nova loja IKEA, instalada no centro comercial Nova Arcada, é a quarta a nível nacional e a segunda do norte do País. Trata-se de um investimento estruturante para a Região, com impacto muito significativo na economia local e na criação de emprego, representando um investimento de 25 milhões de euros e a criação de 250 novos postos de trabalho directos.

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Na ocasião, o Autarca realçou o “apoio ao empreendedorismo” desenvolvido em Braga, mas também os “projectos marcantes a nível nacional” com a ligação do conhecimento académico ao tecido empresarial, sendo que este novo espaço vai “contribuir para uma maior atractividade da Cidade e para complementar as muitas ofertas que Braga já dispõe”.

Segundo Ricardo Rio, a administração do IKEA reconheceu o papel “verdadeiramente exemplar de Braga” em todo o processo de instalação da nova loja na Cidade, “não apenas pela celeridade”, mas também, pela “capacidade de articulação” entre todos os agentes. “O nosso desígnio sempre foi o de retirar todas as pedras do caminho de maneira a que este projecto se pudesse concretizar”, referiu o Edil.

Este é o primeiro espaço da marca fora dos grandes centros urbanos de Lisboa e Porto. O IKEA Portugal viu em Braga uma Região de grande potencial para dar continuidade ao seu projecto de expansão e levar a sua missão de criar um melhor dia-a-dia para a maioria das pessoas, não só para os residentes deste Concelho, mas também para todos da zona norte de Portugal.

Segundo António Machado, director de expansão da IKEA Portugal, esta nova loja “cumpre com o objectivo” da multinacional sueca, de estar “cada vez mais perto de mais famílias portuguesas, de uma forma inspiradora e acessível” para a maioria da população. “Esta loja passou pelo conceito de adaptação a um espaço comercial que já estava construído, no entanto, esse foi grande desafio para criarmos algo novo e surpreendente”, referiu o responsável, agradecendo o papel de Ricardo Rio em todo o processo que “sempre mostrou total empenho e disponibilidade para que este projecto fosse possível”.

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A cerimónia de abertura contou com a presença do Ministro da Economia, Manuel Caldeira Cabral, que realçou a relação do grupo IKEA com Portugal. “Este é um modelo de negócio muito original e interessante, que representa uma inovação a vários níveis e um exemplo para as empresas nacionais”, referiu o governante.

Lembrando a história atribulada da nova superfície comercial, que “sofreu várias contrariedades”, Caldeira Cabral referiu que este projecto que agora renasce “demonstra a confiança dos agentes económicos na cidade de Braga, nos seus consumidores, mas também uma confiança no País”, deixando uma palavra de elogio à população Bracarense e dos Concelhos limítrofes “que têm dado muito dinamismo à Região, afirmando Braga como um pólo de comércio e de exportação a nível nacional”.

Esta nova loja vai também contribuir para atrair visitantes, não só das várias regiões de Portugal, como também de zonas estratégicas de Espanha como a Galiza ou Vigo, impulsionando, assim, a economia local e regional. Todo o modelo da loja, com mais 22 mil metros quadrados, distribuídos por dois pisos, foi desenhado tendo em conta as características da Região norte e moldado para ir ao encontro do mercado local e às necessidades dos residentes Bracarenses.

AMARES REVELA DINÃMICA COMERCIAL

Mercado Municipal de Amares oferece variedade de produtos de qualidade aos consumidores

Mais uma loja passa a estar aberta ao público no Mercado Municipal de Amares, aumentando a variedade da oferta disponível aos consumidores. Aos espaços já existentes de venda de hortofrutícolas, flores, cosméticos e perfumes junta-se, agora, uma superfície comercial dedicada à venda de produtos tradicionais, artesanais e gourmet.

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Primando pela qualidade, diversidade e diferenciação dos produtos apresentados, as lojas do Mercado Municipal estão abertas ao público, diariamente, entre as 9h00 e as 19h00. Às quartas-feiras, dia da feira semanal, é possível encontrar, também, uma oferta variada de produtos como carne, peixe, enchidos, frutas, legumes, pão e doces, entre outros, com a máxima frescura, bom preço e qualidade de sempre.

O Mercado Municipal de Amares pretende ser um espaço de contacto privilegiado entre o consumidor e o comércio tradicional, tendo em vista a valorização dos produtos da terra e, simultaneamente, a promoção de uma alimentação saudável e equilibrada.

BRAGA PROMOVE COMÉRCIO TRADICIONAL

‘I Shop Braga’ representa nova forma de promoção do comércio. Plataforma de vendas online arranca com 18 empresas

O presidente da Câmara Municipal de Braga, Ricardo Rio, participou hoje, 15 de Fevereiro, na apresentação pública da plataforma de comércio electrónico ‘I Shop Braga’, um projecto da Associação Comercial de Braga (ACB), que representa uma nova forma de promoção do comércio tradicional da Cidade.

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Para o Autarca Bracarense, este novo canal de negócios coloca o comércio de Braga noutro patamar de competitividade. “Esta plataforma junta a qualidade e diversidade da oferta comercial existente em Braga, com o Conhecimento e a Inovação que a Cidade ostenta nos mais diversos sectores”, referiu Ricardo Rio, salientando que o ‘I Shop Braga’ é “uma nova forma de levar Braga ao Mundo, de projectar a Cidade e de atrair mais visitantes”.

O presidente da Câmara Municipal destacou o esforço que a ACB tem desenvolvido para agregar todos os agentes económicos do Concelho, em particular do comércio, em iniciativas conjuntas que visam potenciar o desenvolvimento económico. Segundo o Autarca, o ‘I Shop Braga’ é um bom exemplo desta nova forma de actuação da ACB que tem sido um dos parceiros privilegiados do Município na animação comercial e na promoção do tecido empresarial.

A plataforma de comércio electrónico, inserida no projecto conjunto entre a ACB e 30 empresas de comércio a retalho do centro urbano de Braga, assume-se como um canal privilegiado de vendas e um meio de divulgação dos atributos do comércio tradicional Bracarense, assente numa oferta diferenciada de lojas, património histórico e cultural, turismo e outras características distintivas.

Em www.ishopbraga.com, os utilizadores podem comprar artigos de vestuário, calçado, assessórios e outros produtos das melhores lojas da Cidade em qualquer parte do mundo. O arranque da plataforma conta com 18 empresas aderentes, mas o objectivo da ACB é chegar às 50 empresas em 2018 e, desta forma, alavancar as vendas do comércio tradicional em cerca de um milhão de euros.

Para o presidente da ACB, Domingos Barbosa, este projecto é um “bom exemplo do que é possível fazer-se, de forma conjunta e articulada, com os apoios disponibilizados às associações comerciais e empresas no âmbito do programa ‘Comércio Investe’”. Segundo este responsável, o ‘I Shop Braga’ será um “espaço comercial de excelência, onde serão transaccionados os melhores e mais característicos produtos de empresas de Braga”.

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ACIAB LANÇA DESAFIO AO COMÉRCIO TRADICIONAL

Objetivo: Fomentar o Comércio e Cativar o Cliente

A ACIAB lançou um desafio aos empresários do Comércio Tradicional de Arcos de Valdevez e de Ponte da Barca para de uma forma conjunta decorarem as montras dos seus estabelecimentos.

Tendo como mote o Carnaval e o Dia dos Namorados, o intuito da ACIAB ao propor este desafio aos comerciantes é tornar a oferta comercial mais apelativa quer para os residentes locais quer para os turistas que diariamente visitam esta região.

Esta uniformização das montras tendo como pano de fundo a temática das máscaras e da diversão, associada ao Carnaval e a temática do amor, associada ao Dia de S. Valentim, fará com que as ruas do comércio local se transformem num espaço ainda mais agradável e proporcionem ao cliente uma visita muito mais divertida e proveitosa.

As vilas de Arcos de Valdevez e de Ponte da Barca ficarão com certeza mais vivas, bonitas e coloridas. O conceito foi muito bem aceite pelos empresários que se empenharam na elaboração de montras para fazer sobressair e brilhar o nosso comércio.

A ACIAB deixou o repto às empresas para que até ao final do ano continuem a investir na apresentação das suas lojas e dos seus produtos e serviços. Durante os próximos meses iremos ver, com certeza,  o talento das lojas dos dois concelhos fazendo das suas montras uma galeria e promovendo com sensibilidade estética o negócio de cada comerciante, valorizando os espaços e transformando-os de forma criativa para que convidem o cliente a entrar e a comprar.

Com esta ação pretende-se apostar na comercialização, promoção e dinamização das atividades económicas da região e ao mesmo tempo proporcionar às empresas a possibilidade de implementação de estratégias ajustadas de comunicação com o seu mercado, apresentando os seus produtos e desenvolvendo contactos que facilitem o seu fortalecimento.

Esta ação demonstra que Arcos de Valdevez e Ponte da Barca são, efetivamente, dois municípios onde o comércio tradicional tem uma presença forte e um papel muito significativo.

BLOCO DE ESQUERDA EM VIANA DO CASTELO DEBATE TRATADO DE COMÉRCIO LIVRE ENTRE EUROPA E ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA

A organização do Bloco de Esquerda em Viana do Castelo leva a efeito no próximo dia 29 de Janeiro, uma sessão de reflexão e debate acerca do acordo de comércio livre proposto entre os Estados Unidos e a Europa (TTIP) e suas consequências nomeadamente para Portugal. A sessão tem lugar nas suas instalações sitas na rua de Santo António, 100, 1º andar, em Viana do Castelo.

"TTIP - Might is Right" (Holanda 50' de 2015) de Roland Duong à conversa com:

- Alda de Sousa - Professora, Investigadora e ex deputada Europeia

- Henrique Borges Professor e dirigente sindical

O acordo de comércio livre proposto entre os Estados Unidos e a Europa (TTIP) causa preocupação acerca do direito europeu à auto-determinação. A parte mais controversa do TTIP é o ISDS – mecanismo de resolução de litígios entre investidores e o Estado ( (investor-state dispute settlement). O ISDS tornará possível que as empresas processem os governos que prejudicarem os seus investimentos. Mas será este sistema de arbitragem, em que poucos advogados de investimento decidem sobre milhões do dinheiro dos contribuintes, uma proteção dos nossos interesses de negócio ou uma ameaça à democracia?

O que é o TTIP?

O TTIP (Transatlantic Trade and Investment Partnership), tal com outros tratados, está a ser negociado em grande segredo. Tem como finalidade “harmonizar” regulamentos existentes na UE e nos EUA, relativos a uma série de diferentes indústrias. Desafia leis que protegem o meio ambiente, refreiam os interesses corporativos, protegem a segurança alimentar, promovem energias renovadas e contêm práticas arriscadas como a extração do gás de xisto.

O TTIP poderá limitar a capacidade das autoridades públicas, em decidir como disponibilizar serviços públicos como a água. Pior, o TTIP irá favorecer as companhias que violarem as leis estabelecidas localmente, e forçar-nos-á a gastar dinheiros públicos, ou na luta contra grandes negócios, ou então que alteremos as nossas leis, de forma a agradar os interesses do capital – ou então as duas hipóteses. Um tribunal arbitral criado acima dos Estados terá o poder de dizer a um país que os lucros de determinada empresa são mais importantes que a saúde pública ou a proteção ambiental.

ACIAB PROMOVE FEIRA DOS SALDOS EM PONTE DA BARCA

De 5 a 9 de fevereiro na Praça da República

Ponte da Barca vai receber, de 5 a 9 de fevereiro (de sexta a terça-feira), a Feira dos Saldos, uma iniciativa organizada pela ACIAB em parceria com a Câmara Municipal de Ponte da Barca e o tecido empresarial do concelho.

Com entrada gratuita, a Feira dos Saldos estará aberta ao público a partir das 17h00 do dia 5 de fevereiro (sexta-feira); de 6 a 8 de fevereiro (sábado a segunda-feira) abrirá as 10h00 e encerrará às 23h00 e no dia 9 de fevereiro (terça-feira) o horário será das 10h00 às 20h00.

O evento contará com um conjunto de estabelecimentos que proporcionam ao público produtos a preço de saldo, com descontos que chegam até aos 70%. Até ao momento, já foram realizadas diversas iniciativas neste âmbito com o objetivo de proporcionar às empresas a possibilidade de escoar o seu stock e ao mesmo tempo facultar aos clientes a possibilidade de obter bons produtos a preços muito mais baixos.

Pretende-se com este tipo de iniciativas criar movimento e fomentar o tecido empresarial da região, incutindo vitalidade ao comércio e fidelizando os clientes, trabalhando assim a dinâmica de proximidade entre o consumidor e as empresas de forma a impulsionar o seu crescimento.

Convidamos toda a população a visitar a Feira dos Saldos e a fazer compras no Comércio Tradicional, aproveitando todas as vantagens que este tem para lhe oferecer.

PAI NATAL DISTRIBUI PRESENTES EM PONTE DA BARCA E ARCOS DE VALDEVEZ

Pai Natal distribui Presentes no Comércio Tradicional

Natal é no Comércio Tradicional! É sob este mote que a ACIAB promove a animação de rua, de 18 a 23 de dezembro, onde o Pai Natal e as Mães Natais visitam os estabelecimentos comerciais e percorrem as ruas do comércio levando alegria e magia a Arcos de Valdevez e a Ponte da Barca. Brindes e doçuras são os presentes distribuídos pelos clientes e principalmente pelas crianças. Arcos de Valdevez e Ponte da Barca apresentam um vasto leque de atividades natalícias com o objetivo de proporcionar ao público, adulto e infantil, dias recheados de música, animação e espírito de Natal.

Ponte da Barca apresentou hoje, dia 22 de dezembro, ao público o maior bolo de Mel de Portugal, com 200 kg e mais de 50 metros, confecionado por quatro pastelarias locais entre as quais se destacam as associadas da ACIAB, a pastelaria Caracas, a pastelaria Cascata e a pastelaria Doce Lima. Esta iniciativa inseriu-se na tradicional Feira do Mel, que se realiza todos os anos nesta altura.

A animação de Natal promovida pela ACIAB ao longo dos anos tem o intuito de fomentar o tecido empresarial da região, com principal enfoque no comércio tradicional. Paralelamente, a ação pretende, à semelhança de todas as iniciativas organizadas pela ACIAB, fomentar a dinâmica de proximidade entre o consumidor, as empresas e a ACIAB, de forma a impulsionar o desenvolvimento da região.

Durante a época natalícia venha a Arcos de Valdevez e a Ponte da Barca ver a iluminação de Natal, saborear e comprar os produtos típicos da quadra, apreciar o trabalho artesanal característico da região e deixe-se levar pela magia de Natal.

Neste Natal Compre no Comércio Tradicional!

ESPÍRITO DE NATAL INVADE COMÉRCIO TRADICIONAL

A ACIAB promove, em parceria com o Município de Ponte da Barca, a Campanha de Natal 2015, inserida num conjunto de ações que vão decorrer no concelho durante a época natalícia. A apresentação pública da iniciativa foi feita hoje, em conferência de imprensa, onde estiveram presentes António Campos, presidente da direção da ACIAB; Francisco Peixoto Araújo, vice-presidente executivo da ACIAB; António Vassalo Abreu, presidente da Câmara Municipal de Ponte da Barca e a Vereadora da Cultura, Turismo e Desporto, Sílvia Torres.

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A parceria entre a ACIAB e a Câmara Municipal pretende reunir esforços no sentido de dinamizar e promover o comércio local e assim “animar o ponto de venda através de ações comerciais, incentivar a cooperação empresarial para animar o ambiente do nosso comércio e, desta forma, promover a procura atraindo consumidores”, referiu o presidente da ACIAB.

Durante o mês de dezembro, Ponte da Barca receberá um conjunto de iniciativas como exposições, concursos, showcookings e muita animação de Natal com personagens alusivas à época. Neste seguimento, a ACIAB aposta na “Chegada do Pai Natal” que acompanhado das Mães Natais farão as delícias dos mais pequenos, no dia 8 de dezembro, na Praça da República, onde chegarão pelas 15h00 e distribuirão prendas por todas as crianças presentes.

Simultaneamente, a ACIAB aposta na animação de rua, de 18 a 23 de dezembro, com o Pai Natal e as Mães Natais a distribuírem brindes pelas empresas e seus clientes. De 1 de dezembro a 4 de janeiro, quem fizer compras nos estabelecimentos locais pode preencher um cupão e está automaticamente habilitado a 30 prémios, patrocinados pelo Comércio Tradicional, que serão sorteados no dia 6 de janeiro.

A ACIAB aposta também na promoção do comércio através de um vídeo promocional que, através de canais de fácil acesso como as redes sociais, lança, de uma forma simples e divertida, uma mensagem que chega a um grande número de pessoas mostrando a magia que se vive durante este período de festa que é o Natal.

Com estes eventos pretende-se promover Ponte da Barca e o seu tecido empresarial, isto é, dinamizar o concelho e criar condições para atrair visitantes e fomentar a vitalidade dos negócios locais.

O comércio possui inúmeras vantagens e condições para fazer compras, por isso neste Natal compre no Comércio Tradicional!

“MAGIA DE NATAL” DINAMIZA COMÉRCIO DE ARCOS DE VALDEVEZ

Foi ontem apresentada no Posto de Turismo de Arcos de Valdevez a Campanha - Magia de Natal 2015 a levar a cabo pela Câmara Municipal e a ACIAB - Associação Comercial e Industrial de Arcos de Valdevez e de Ponte da Barca, ao longo do mês de Dezembro.

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Porque é importante promover o que se faz em Arcos de Valdevez, esta campanha é implementada a pensar na dinamização do comércio local e na população, tanto a mais jovem como a mais adulta.

Para esta campanha, a autarquia aprovou, na última reunião do executivo, um protocolo, ontem assinado, com a ACIAB de 20 mil euros para apoiar as iniciativas previstas para os próximos tempos.

Para além das variadas iniciativas que serão realizadas como a Feira dos Doces e do Chocolate, entre os dias 5 e 8 de Dezembro; a Feira Artesanal de Natal, nos dias 12 e 13 de Dezembro, o Mercado de Natal, nos dias 19 e 20 de Dezembro; a iniciativa NATAL NAS RUAS que levará até várias artérias da vila momentos musicais por grupos corais e musicais, entre os dias 18 e 24 de Dezembro, é de referir o alargamento da iluminação natalícia a um maior número de ruas da zona urbana, sempre tendo em consideração a criação do espírito natalício na população e animação do comércio, bem como programas de férias no Paço de Giela nos dias 22 e 23,29 e 30 Dezembro; o Natal na Porta do Mezio, de 06 de Dezembro a 06 de Janeiro, a Passagem de Ano no Campo do Trasladário e o sorteio de Natal no dia 6 de Janeiro.

Para João Manuel Esteves, presidente da Câmara Municipal, esta iniciativa reveste-se de total importância porque há uma forte aposta na promoção do comércio e dos produtos da terra. Com ela espera-se “gerar dinâmica! Atrair mais visitantes ao concelho e dinamizar a economia local”, revelou.

 

SALÃO AUTO EM BRAGA É “APOSTA GANHA” PARA O FUTURO

Abertura da segunda edição do certame

Decorreu hoje, dia 25 de Setembro, a sessão de abertura da segunda edição do Salão Auto de Braga, um evento com organização da InvestBraga que, até Domingo, leva ao Parque de Exposições as principais marcas do sector automóvel e do motociclismo. As expectativas para este ano passam por receber dez mil visitantes no certame, que no ano transacto registou um total de sete mil visitas.

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Com 60 marcas em exposição, incluindo cerca de 90 por cento das marcas de todo o sector automóvel, o certame conta ainda com diversos stands de peças e acessórios que prometem fazer as delícias dos aficionados do sector, num espaço com dez mil metros de exposição. Desde viaturas novas, seminovas e motociclos, o Salão Auto de Braga vai apresentar algumas novidades da área, entre as quais a apresentação oficial do novo modelo da Jaguar, que traz a Braga o mais recente XE.

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Na ocasião, Ricardo Rio, presidente da Câmara Municipal de Braga, sublinhou que o certame é demonstrativo da atenção que a InvestBraga presta a cada sector de actividade, elogiando os ajustamentos efectuados que fazem com que esta edição tenha crescido em termos de número de expositores e área de exposição. “É um evento atractivo para os que queiram adquirir uma viatura e para quem pretenda usufruir do potencial lúdico que uma iniciativa destas propicia”, afirmou

Também Carlos Oliveira, presidente da InvestBraga, referiu que este é um evento que está alinhado com a retoma que se verifica em termos económicos, garantindo que o certame tem condições de atractividade que lhe permitem atrair cada vez mais pessoas da região e até do Norte de Espanha. “É notória a evolução deste certame face à edição anterior, isto porque o próprio sector tinha dificuldade em estar presente neste tipo de eventos. Neste novo ciclo, em que a economia está a despertar, o Salão Auto é uma aposta clara para o futuro”, disse.

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Do programa constam igualmente momentos de “muita adrenalina” para brindar os entusiastas de carros e motos, como os espectáculos de Freestyle de motos, com a presença dos conceituados Nh Pina e Jacques Stunt, e os shows de Drift com o piloto André Silva. Os espectáculos terão lugar na parte exterior do Parque de Exposições.

O evento abriu ao público hoje, pelas 18h00, e estará de portas abertas até às 24h00. No Sábado, o horário será das 14h00 às 24h00 e no Domingo, último dia do evento, a abertura está marcada para as 10h00 com o encerramento previsto para as 20h00.

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SALDOS EM PONTE DA BARCA FAZEM SUCESSO

Feira dos Saldos em Ponte da Barca Recebeu Centenas de Visitantes. Produtos a Preços de Saldo fizeram Sucesso

Ponte da Barca recebeu este fim-de-semana a Feira dos Saldos e, durante três dias, os visitantes puderam fazer compras de pronto a vestir, sapataria e produtos têxteis com descontos até 70%. Esta iniciativa foi organizada pela ACIAB em parceria com a Câmara Municipal de Ponte da Barca e o tecido empresarial do concelho com o objetivo de promover o tecido empresarial e, simultaneamente, estimular a economia local, dinamizando a região e promovendo a sua oferta económica.

Inauguração - Francisco Araújo e Inocêncio Ara

A Feira realizou-se na Praça da República, proporcionando aos visitantes um espaço agradável e adequado à iniciativa. Na abertura da Feira dos Saldos estiveram presentes Francisco Peixoto Araújo, vice-presidente executivo da ACIAB e Inocêncio Araújo, Adjunto do Presidente da Câmara Municipal de Ponte da Barca que oficializaram a abertura desta iniciativa dando as boas-vindas aos empresários participantes.

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Francisco Peixoto Araújo salientou que “este tipo de ações são criadas e organizadas a pensar nas empresas da região de forma a proporcionar-lhes mecanismos de promoção das suas marcas e produtos” e finalizou afirmando que “até ao momento já foram realizadas várias feiras semelhantes a esta, tanto em Arcos de Valdevez como em Ponte da Barca, tendo sido sempre bem acolhidas pelos empresários que veem neste tipo de iniciativas uma forma de escoar os seus produtos e angariar novos clientes”. Os empresários envolvidos na iniciativa fazem um balanço muito positivo do evento, uma forma de rentabilizar os negócios pois numa época em que os orçamentos são mais escassos o público procura alternativas que lhes permitam obter bons produtos a preços muito mais baixos.

A ACIAB perspetiva que, no futuro próximo, mais eventos desta natureza sejam realizados no sentido de fomentar o comércio tradicional, contribuindo assim para um maior envolvimento entre as empresas e a população.

Feira dos Saldos

PONTE DA BARCA REALIZA FEIRA DOS SALDOS

Feira dos Saldos em Ponte da Barca, de 4 a 6 de setembro na Praça da República

Ponte da Barca vai receber, de 4 a 6 de setembro (de sexta a domingo), a Feira dos Saldos, uma iniciativa organizada pela ACIAB em parceria com a Câmara Municipal de Ponte da Barca e o tecido empresarial do concelho.

O evento contará com um conjunto de estabelecimentos proporcionando ao público produtos a preço de saldo, com descontos que chegam até aos 70%. A ACIAB realizou até ao momento diversas iniciativas neste âmbito com o objetivo de proporcionar às empresas a possibilidade de escoar o seu stock ao mesmo tempo que faculta aos clientes a possibilidade de obter bons produtos a preços muito mais baixos.

Com entrada gratuita, a Feira dos Saldos estará aberta ao público dia 4 de setembro, sexta-feira, das 17h00 às 23h00; dia 5 de setembro, sábado, das 10h00 às 23h00 e dia 6 de setembro, domingo, das 10h00 às 20h00.

Pretende-se com este tipo de iniciativas criar movimento e fomentar o tecido empresarial da região, incutindo vitalidade ao comércio e fidelizando os clientes, trabalhando assim a dinâmica de proximidade entre o consumidor e as empresas de forma a impulsionar o seu crescimento.

Convidamos toda a população a visitar esta Feira e a fazer compras no Comércio Tradicional, aproveitando todas as vantagens que este tem para lhe oferecer!

COMÉRCIO TRADICIONAL DE ARCOS DE VALDEVEZ E PONTE DA BARCA PREPARA-SE PARA CELEBRAR O DIA DA MÃE

Dia da Mãe | 3 de Maio: Ofereça Emoções, Compre no Comércio Tradicional

O Dia da Mãe comemora-se no dia 3 de maio, domingo, e a ACIAB assinala este dia, juntamente com as empresas, convidando a população a fazer compras no Comércio Local e a surpreender as mães com os melhores produtos e serviços.

Dia da Mãe

A ACIAB tem vindo a promover diversas iniciativas para incutir dinamismo e vitalidade ao tecido empresarial e o balanço tem sido positivo uma vez que as ações têm fomentado a dinâmica de proximidade entre o consumidor e as empresas, estimulando a economia.

Durante estes dias procure os melhores produtos no Comércio Tradicional e surpreenda a sua Mãe oferecendo-lhe um presente especial adquirido nas perfumarias, floristas, ourivesarias, casas de pronto-a-vestir, sapatarias, no fundo em todas as lojas do nosso comércio e festeje o dia em beleza num dos restaurantes de Arcos de Valdevez e de Ponte da Barca, tornando este dia único e inesquecível.

Neste Dia Especial Ofereça Emoções…Surpreenda a Sua Mãe!

ACIAB APRESENTA EM PONTE DA BARCA MEDIDA “COMÉRCIO INVESTE”

Objetivo: Apostar na Inovação e Dinamização do Comércio

A ACIAB apresentou, no dia 2 de março, a Medida Comércio Investe, aos empresários de Ponte da Barca. A sessão teve lugar no auditório da Casa da Cultura e o objetivo foi, à semelhança do que foi feito em Arcos de Valdevez, no dia 24 de fevereiro, elucidar acerca da Medida Comércio Investe, nomeadamente a quem se destina e todos os trâmites necessários para apresentar uma candidatura ao projeto.

Comércio Investe

António Marques Campos, Presidente da Direção da ACIAB salientou a importância destes apoios para as empresas uma vez que visam a modernização e valorização da oferta dos estabelecimentos abertos ao público através da aposta na inovação e da utilização de formas avançadas de comercialização, ou seja, uma forma de se atualizarem e modernizarem em vários parâmetros.

Na sessão esteve também presente António Vassalo Abreu, presidente da Câmara Municipal de Ponte da Barca e Francisco Peixoto Araújo, vice-presidente executivo da ACIAB que iniciou a apresentação da Medida que se destina a micro e pequenas empresas, independentemente da sua forma jurídica com atividade principal na CAE 47 (com exceção das seguintes classes 47300, 47240, 47790, 47770, 47783, 47910, 47810, 47820 e 47890).

A medida divide-se em duas áreas: projetos individuais, cujas candidaturas podem ser feitas até ao dia 27 de março (18H) e projetos conjuntos (mínimo de 10 empresas e máximo de 30 empresas) com candidaturas abertas até ao dia 13 de abril (18H).

Relativamente aos projetos individuais, estes são promovidos para micro e pequenas empresas, inseridas nas CAE 47 (Comércio a Retalho) mas só são apoiados estabelecimentos de comércio a retalho tradicional com área de venda inferior a 500 m2.Para os projetos individuais o incentivo financeiro assume a natureza de incentivo não reembolsável e correspondente a 40% das despesas elegíveis, não podendo ultrapassar o valor de 35.000 € por projeto individual.

Relativamente aos projetos conjuntos o incentivo financeiro é 45 % das despesas elegíveis para as empresas aderentes, não podendo ultrapassar o valor de 20.000 € por empresa.

O projeto individual pode beneficiar de um prémio de boa execução correspondente a uma majoração de 5% do valor do incentivo apurado e o projeto conjunto também pode beneficiar de um prémio de boa execução correspondente a uma majoração de 10% do valor do incentivo apurado para as empresas aderentes.

Para uma consulta mais detalhada acerca da Medida Comércio Investe, os interessados podem consultar o site da ACIAB, em www.aciab.pt; dirigir-se à ACIAB em Arcos de Valdevez ou Ponte da Barca ou contactar através dos telefones 258 521 473 e 258 454 524.

ACIAB DIVULGA INCENTIVOS À MODERNIZAÇÃO DO COMÉRCIO

Medida “Comércio Investe” para a Modernização e Valorização do Comércio

No dia 24 de fevereiro, vários empresários reuniram-se no Auditório Municipal de Informação e Turismo de Arcos de Valdevez para a apresentação da Medida “Comércio Investe”, realizada pela ACIAB. O propósito desta apresentação foi informar acerca dos benefícios, condições de apresentação para as candidaturas, condições de elegibilidade e outros parâmetros processuais relacionados com a execução de candidaturas ao regime de incentivos nesta medida.

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António Marques Campos, Presidente da Direção da ACIAB abriu a sessão, juntamente com o Presidente da Câmara Municipal Arcos de Valdevez, João Manuel Esteves. António Campos começou por dar as boas-vindas aos empresários e evidenciou a natureza desta ação salientando que a medida Comércio Investe pode ser, quando devidamente aproveitada, uma ferramenta útil para os empresários da área do comércio da região e as empresas devem capitalizar esta oportunidade para se dinamizar e modernizar de forma a estimular os seus negócios.

O vice-presidente executivo da ACIAB, Francisco Peixoto Araújo, enquadrou a medida que se divide em duas componentes: projetos individuais, cujas candidaturas podem ser feitas até ao dia 27 de março (18H) e projetos conjuntos (mínimo de 10 empresas e máximo de 30 empresas) com candidaturas abertas até ao dia 13 de abril (18H).

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Para os projetos individuais o incentivo financeiro assume a natureza de incentivo não reembolsável e correspondente a 40% das despesas elegíveis, não podendo ultrapassar o valor de 35.000 € por projeto individual.

Relativamente aos projetos conjuntos o incentivo financeiro é 45 % das despesas elegíveis para as empresas aderentes, não podendo ultrapassar o valor de 20.000 € por empresa.

O projeto individual pode beneficiar de um prémio de boa execução correspondente a uma majoração de 5% do valor do incentivo apurado e o projeto conjunto também pode beneficiar de um prémio de boa execução correspondente a uma majoração de 10% do valor do incentivo apurado para as empresas aderentes.

Relativamente aos projetos individuais, estes são promovidos para micro e pequenas empresas, inseridas nas CAE 47 (Comércio a Retalho) cujo objetivo é a modernização e valorização da oferta dos estabelecimentos abertos através da aposta na inovação e da utilização de formas avançadas de comercialização e só são apoiados estabelecimentos de comércio a retalho tradicional com área de venda inferior a 500 m2.

Para uma consulta mais detalhada acerca da Medida Comércio Investe, os interessados podem consultar o site da ACIAB, em www.aciab.pt; dirigir-se à ACIAB em Arcos de Valdevez ou Ponte da Barca ou contactar através dos telefones 258 521 473 e 258 454 524.

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COMÉRCIO DE ARCOS DE VALDEVEZ REALIZA FEIRA DOS SALDOS

ACIAB Promove Feira dos Saldos em Arcos de Valdevez com descontos até 70%

Arcos de Valdevez vai receber, de 14 a 17 de fevereiro, (de sábado a terça-feira) a Feira dos Saldos, iniciativa organizada pela ACIAB, em parceria com a Câmara Municipal de Arcos de Valdevez e tecido empresarial do concelho.

O evento contará com um conjunto de estabelecimentos de vários setores de atividade, desde pronto-a-vestir, perfumaria, sapataria, entre outros. A ação é promovida no fim de semana de 14 a 17 de fevereiro, que engloba duas datas importantes para o tecido empresarial - o Dia dos Namorados e o Carnaval – tirando assim o maior partido do evento e atraindo visitantes.

Esta feira multissetorial tem como finalidade fomentar oferta comercial, “e tem sido uma ação muito bem-vinda tanto pelos empresários como pelos clientes do nosso comércio, por estas razões faz todo o sentido continuar a promover este tipo de iniciativas”, destaca Francisco Peixoto Araújo, vice-presidente executivo da ACIAB.

Com entrada gratuita, a Feira dos Saldos estará aberta ao público dia 14 de fevereiro, sábado, das 14h30 às 23h00dia 15 de fevereiro, domingo, das 10h00 às 23h00; dia 16 de fevereiro, segunda-feira, das 10h00 às 23h00 e dia 17 de fevereiro, terça-feira, das 10h00 às 20h00.

A estratégia subjacente à realização desta iniciativa consiste na comercialização, promoção, divulgação e dinamização das atividades económicas da região, ao mesmo tempo que proporciona às empresas a possibilidade de implementação de estratégias ajustadas de comunicação com o seu mercado, apresentando os seus produtos e desenvolvendo contactos que facilitem o seu fortalecimento.

Convidamos toda a população a visitar esta Feira e a fazer compras no Comércio Tradicional, aproveitando todas as vantagens que este tem para lhe oferecer!

COMÉRCIO TRADICIONAL DE ARCOS DE VALDEVEZ E PONTE DA BARCA PREPARA DIA DE S. VALENTIM

Fim-de-semana dos Namorados: Ofereça Emoções, Compre no Comércio Tradicional

O Dia de S. Valentim está à porta. Já pensou o que vai oferecer a quem mais gosta? A ACIAB sugere-lhe que durante esse fim-de-semana surpreenda comprando nos estabelecimentos comerciais de Arcos de Valdevez e Ponte da Barca. A oferta variada de produtos e serviços irão fazer as delícias de quem mais gosta.

Neste dia especial faça compras nas perfumarias, floristas, ourivesarias, pronto-a-vestir, óticas, sapatarias, no fundo em todas as lojas do nosso comércio, e impressione com os melhores produtos e serviços.

O Comércio Tradicional assenta numa estratégia de fidelização de clientes, procurando promover um conjunto de áreas para atrair os consumidores e fidelizá-los a este tipo de comércio, dinamizando-o e dando-lhe vida. Neste sentido, a iniciativa “Fim de semana dos Namorados” tem como objetivo promover o comércio tradicional e aproximar, cada vez mais, o tecido empresarial e os seus consumidores, contribuindo para o desenvolvimento económico da região.  

Impressione com os melhores produtos e ofereça, ao final do dia, um jantar diferente e romântico.

Ofereça Emoções, Compre no nosso Comércio!

MERCADO DE VILA PRAIA DE ÂNCORA ABERTO TODOS OS DIAS

O Município de Caminha está a requalificar o Mercado Municipal de Vila Praia de Âncora. Os vendedores já expõem nas novas bancas e expositores, mas há mais trabalhos de requalificação a decorrer, num investimento total de cerca de 50 mil euros.

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Para já, o espaço interior do Mercado foi requalificado. Foram colocadas novas bancas e expositores, um novo equipamento frigorífico para o pescado, foram recuperadas as fachadas e aplicadas novas caixilharias. Em breve vai ser colocado um novo equipamento frigorífico para as frutas e legumes. Prevê-se igualmente a melhoria da rede de drenagem dos pavimentos e a renovação do pátio exterior.

“Os arranjos estão a decorrer em várias fases e as melhorias no espaço estão a ser feitas pelos funcionários municipais”, revela Flamiano Martins. “O Mercado já tem um novo ar, mas vai ficar mais confortável e mais apelativo ainda”, acrescenta o vice-presidente do Município, em visita ao espaço.

O Mercado Municipal de Vila Praia de Âncora está aberto todos os dias a partir das 8h. De segunda a sábado encerra às 17h e ao domingo às 13h. Para além do peixe e dos produtos hortícolas, o espaço tem à disposição do público um talho e mais áreas comerciais em funcionamento.

Pouco a pouco, as obras no Mercado Municipal estão a dar maior dignidade ao espaço e a dar maior comodidade a vendedores e visitantes. E numa manhã de compras ouvem-se “Olhe este rodovalho que dá para o senhor e para a senhora, olhe que bonito!” e “Isso come-se tudo e chora-se por mais”, ou ainda “Esta fruta é toda portuguesa, menina!”.

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MARCA DE CAFÉS LANÇA EDIÇÃO DE PACOTES DE AÇÚCAR DEDICADOS AOS LENÇOS DE NAMORADOS

Os Cafés Christina são a primeira marca portuguesa embaixadora da certificação dos lenços de namorados do Minho.

No ano em que comemora 10 anos de presença naquela que é considerada a maior e mais importante Romaria de Portugal: as festas de Nossa Senhora d’Agonia, a empresa decidiu lançar uma edição de pacotes de açúcar dedicados aos Lenços de Namorados. Esta coleção é lançada nos principais pontos de venda nas regiões norte e centro de Portugal, e pretende dar a conhecer a história deste produto minhoto, a sua importância para a cultura e tradição nacional e a relevância da sua certificação.

A coleção de pacotes de açúcar dedicada aos Lenços de Namorados resulta de um protocolo assinado recentemente com a ADERE-MINHO, tornando-se os Cafés Christina na primeira empresa portuguesa Embaixadora da Certificação dos Lenços dos Namorados do Minho.

A Festa no Milheiral contempla música, teatro, dança, ateliers, um piquenicão e uma tradicional desfolhada. A iniciativa realiza-se no Parque Verde de Lanheses, a partir do meio-dia de domingo, 1 de Setembro.

Fonte: http://radiogeice.com/fm/

MUNICÍPIO DE CAMINHA LANÇA FORMAÇÃO EM COMÉRCIO E TURISMO

As inscrições estão abertas até ao final do mês

O Município de Caminha vai promover gratuitamente quatro Formações Modulares Certificadas nas áreas de Comércio e de Turismo. As inscrições estão abertas até ao final do mês. Este foi um anúncio feito ontem, dia 6, por Flamiano Martins, à margem da abertura de um Workshop sobre Estratégia Empresarial.

Workshop Estratégia Empresarial

O Caminha Empreende – o Programa Municipal para a Inovação, o Emprego e o Empreendedorismo, mais concretamente a medida 3.1, prevê um incentivo à formação e à (re)inserção profissional. Assim, o Gabinete de Apoio ao Empresário da Câmara Municipal de Caminha criou uma Bolsa de Formação e é nesse âmbito que vão começar a ser promovidas formações que permitam melhorar competências dos empregados e dos desempregados do concelho de Caminha.

“É mais uma medida de incentivo ao emprego, que visa dotar munícipes de melhores competências, adequadas às necessidades do concelho”, explica Flamiano Martins, vice-presidente do Município caminhense.

A primeira ação é a abertura destas quatro Formações Modulares Certificadas nas áreas de Comércio e de Turismo. São elas: Língua Inglesa – Atendimento (50 horas); Atendimento e Venda Presencial (25 horas); Marketing Turístico (50 horas); e Animação Turística (25 horas).

Estas formações são promovidas pelo Gabinete de Apoio ao Empresário da Câmara Municipal de Caminha em parceria com a Open Space. Os interessados em frequentar estas formações devem fazer a sua inscrição até ao dia 30 de agosto no Gabinete de Apoio ao Empresário da Câmara Municipal de Caminha.

O TRAJE DOS RANCHOS FOLCLÓRICOS NA ERA DO PRONTO-A-VESTIR

Até finais do século XIX, era ainda usual entre nós, no meio rural, ser a maior parte do vestuário produzida artesalmente no ambiente doméstico. O agricultor produzia o linho ou comprava na feira o pano. E, não faltavam em muitas aldeias os teares e as pessoas mais hábeis para os manusear, processar o linho ao longo de todo o ciclo que vai até ao produto acabado e bordar. Em “As Farpas”, o escritor Ramalho Ortigão elogiou como ningém a sensibilidade artística da bordadeira de Viana do Castelo.

A industrialização no nosso país faz-se sentir a partir de meados do século XIX que corresponde ao período chamado do “fontismo”, fazendo surgir alguns pólos industriais nalgumas regiões do país, correspondendo em certa medida às principais cidades que vieram a tornar-se capitais de distrito. Em Braga, por exemplo, estabeleceu-se então a industria chapeleira, daí irradiando para toda a região sob a sua influência, através do comércio, o célebre chapéu braguês que, com uma certa imaginação e fantasia, muitos ranchos folclóricos do Alto Minho foram alterando-lhe as formas. Esquecidos, no baú da memória, ficaram os velhos barretes de confeção caseira, naturalmente mais tosco e, por essa razão, indevidamente excluído da apresentação pública, por muitos grupos apenas reservada aos trajes mais vistosos, geralmente domingueiros.

O desenvolvimento tecnológico industrial e a produção em série deu origem ao comércio de “pronto-a-vestir”, formatando hábitos e ideias e submetendo a criatividade do indivíduo ao “criador da moda” contratado pela indústria têxtil. Paralelamente, o receio do desaparecimento de antigos costumes e modos de viver levaram ao aparecimento dos grupos folclóricos que se destinaram a preservar de uma forma algo museológica tais tradições, preservando dessa forma a memória da identidade e fazendo reviver as velhas usanças. Mas, também estes não ficaram imunes às influências do seu tempo, refletindo em cada época as respetivas mentalidades e hábitos de vida.

Com o advento do turismo associado ao folclore, tão intensamente explorado e nem sempre da malhor maneira durante o período do Estado Novo, surgiu um novo segmento de mercado constituído pelo comércio de artesanato e “fatos regionais”, com implantação sobretudo nos principais centros turísticos e de influência do folclore como sucede com Viana do Castelo. Trata-se de uma atividade que vão vive exclusivamente do turista que pretende um “souvenir” mas dos próprios grupos folclóricos que aí fazem as suas compras. Com a chegada do verão e, com ele, as férias dos nossos emigrantes, aumentam as encomendas de “fatos regionais” para vestir de uma assentada todos os componentes de um grupo a formar algures, no seio de uma qualquer associação portuguesa. Trata-se de uma prática que, no entanto, não é exclusiva dos nossos compratiotas que vivem no estrangeiro, porquanto é extensível a muitos grupos folclóricos sediados nas próprias regiões de origem que dizem representar.

Convém lembrar que, as lojas de artigos regionais que comercializam “fatos” para ranchos folclóricos fazem-no sobretudo com interesse comercial e sem qualquer preocupação ou responsabilidade de natureza etnográfica, vendendo aquilo que “os ranchos da região usam” e não propriamente aquilo que deveriam usar… ao contrário do que sucede com as farmácias, estes estabelecimentos comerciais não dispõem de um “diretor-técnico” especializado na matéria!

Entretanto, o desenvolvimento das novas tecnologias tem vindo a criar novas possibilidades de mercado com a alteração dos hábitos de consumo também no domínio do vestuário. E, se até há relativamente pouco tempo era frequente vermos todas as pessoas vestidas de igual forma segundo os padrões impostos pela moda, eis que surgem as tendências individuais da moda dando emprego aos novos designers, termo que actualmente se emprega para designar aquelas que outrora eram tratadas por “modistas” ou costureiras. Estes criam um novo design para uso exclusivo do cliente numa ocasião especial e de acordo com as suas próprias caraterísticas e personalidade. Daí, também as “novas tendências da moda” surgem nos grupos folclóricos onde determinados componentes introduzem novas cores e estilos ao traje, conferindo-lhe foros de autenticidade que, com o decorrer do tempo, conquistarão espaço nos figurinos e manequins das lojas de “fatos regionais” com a garantia de que são os fatos que “os ranchos da região usam”. E, assim, perpetuam um erro que acabará com o tempo por adquirir “certificação” de autenticidade.

Carlos Gomes in http://www.folclore-online.com/

CAMINHA É O PRIMEIRO MUNICÍPIO A ADERIR À CÂMARA DE COMÉRCIO E INDÚSTRIA FRANCO-PORTUGUESA

Facilitar o processo de internacionalização e divulgar as potencialidades do concelho no mercado francês são os objetivos do protocolo

Foi assinado hoje, dia 5 de julho, um acordo de cooperação entre a Câmara Municipal de Caminha e a Câmara de Comércio e Indústria Franco-Portuguesa. Para além do acordo, foi comunicada ainda a adesão do Município a esta Câmara de Comércio. Caminha é assim o primeiro município a celebrar a adesão.

Assinatura de Protocolo com Câmara do Comércio F

Promover a internacionalização das empresas de Caminha no mercado francês, divulgar as potencialidades turísticas do concelho, bem como incentivar a fixação e implantação de empresas francesas em Caminha são os principais objetivos deste acordo de cooperação assinado hoje. A par do protocolo a adesão do Município à Câmara de Comércio e Indústria Franco-Portuguesa vem facilitar ainda mais o processo de internacionalização e interação das empresas do concelho no mercado francês.

Este acordo foi assinado no âmbito da visita da delegação francesa de Pontault-Combault a Caminha, para assinalar o 35º aniversário da geminação.

Durante a cerimónia Flamiano Martins realçou o facto de este protocolo dar início a uma nova fase da geminação, já que permite estreitar os laços económicos e comerciais entre as duas localidades. “O protocolo permite uma maior interação entre as empresas”, disse.

Também Monique Delessard, presidente da Câmara de Pontault-Combault, enalteceu a escolha das comemorações do 35º aniversário da geminação, para a assinatura deste protocolo, que apelidou de “1º casamento” e que vem dar um novo valor à geminação. Monique Delessard enalteceu também a rapidez com que todo o processo foi concretizado, desde a sua passagem por Caminha, em outubro do ano passado, uma vez que durante essa visita foi demonstrada a vontade de estabelecer parcerias a nível económico.

Assinatura de Protocolo com Câmara do Comércio F

Carlos Vinhas, presidente da Câmara de Comércio e Indústria Franco-Portuguesa, elogiou as potencialidades da vila de Caminha, que caraterizou como “tranquila” e frisou que, apesar da situação económico-financeira complicada que as empresas enfrentam, é necessário aproveitar as oportunidades existentes. Desta forma, mostrou-se disponível para ajudar as empresas do concelho no que for necessário, no que ao processo de internacionalização diz respeito.

Também Mário Castilho marcou presença na cerimónia. O presidente da Associação Portuguesa Cultural e Social (APCS) de Pontault-Combault reconheceu que este é um novo passo para a geminação e que devem começar em breve os encontros entre os empresários portugueses e franceses.

Na cerimónia marcaram presença alguns empresários do concelho de Caminha, nomeadamente das empresas MSP & Filhos, Lda; Lacoancora; Metalocaminha, Ribeiro e Lima, Fragrâncias & Joias e Orbitur.

Recorde-se que no âmbito das comemorações do 35º aniversário da geminação, 10 ciclistas pedalam em bicicletas de 2 lugares desde Pontaul-Combault a Caminha, onde chegam amanhã por voltas 12h30.

Assinatura de Protocolo com Câmara do Comércio F

Assinatura de Protocolo com Câmara do Comércio F

PROGRAMA NATURALANHOSO APOIA NATALIDADE E COMÉRCIO LOCAL

Encontra-se aberto o período de candidaturas ao programa NaturaLanhoso, promovido pela Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso, que pretende constituir-se como um instrumento de incentivo à natalidade, contribuindo para promover a melhoria das condições de vida da população, especialmente das crianças nos primeiros meses de vida, e fomentar a economia do concelho, uma vez que o apoio tem que ser despendido no comércio local.

Logotiponaturalanhoso net

“Esta é uma medida inovadora, que pretende ser um incentivo à natalidade e um apoio para estabelecimentos comerciais instalados no concelho. Com esta resposta, vamos atribuir às famílias do concelho que decidam ter filhos um apoio financeiro, que varia entre os mil e os 500 euros, a ser descontado no comércio local com produtos para os bebés”, refere o Presidente da Câmara Municipal, Manuel Baptista, destacando a relevância da política social da autarquia. “Este programa decorre das prioridades que definimos para este ano, com a apresentação de novas medidas sociais e o reforço de algumas das existentes, que nos parecem mais importantes. Desta forma, queremos transmitir às famílias povoenses que estamos atentos às dificuldades que atravessam neste momento e que tentamos ajudá-las, para que tenham melhor qualidade de vida”.

As famílias beneficiárias desta medida terão acesso a um apoio nos seguintes termos: primeiro e segundo filho – 500 euros; terceiro filho – 750 euros; quarto filho e seguintes – mil euros.

São condições de atribuição que a criança se encontre registada como natural do concelho da Póvoa de Lanhoso; que o requerente ou requerentes do direito ao incentivo residam no concelho da Póvoa de Lanhoso, no mínimo, há três anos contínuos, contados na data do nascimento da criança, e estejam recenseados no concelho nos seis meses anteriores à data da candidatura; que a criança resida efetivamente com o requerente ou requerentes; e que o requerente ou requerentes do direito ao incentivo não possuam, à data da candidatura, quaisquer dívidas para com o Município.

A candidatura será instruída com os seguintes documentos, a entregar no Gabinete de Apoio ao Munícipe, da Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso: formulário disponível para o efeito nos serviços municipais ou em www.mun-planhoso.pt, devidamente preenchido; fotocópia do Bilhete de Identidade ou Cartão do Cidadão do requerente ou requerentes e restantes elementos do agregado familiar; fotocópia do N.º de Contribuinte do requerente ou requerentes; Certidão de Eleitor com a data de inscrição, a solicitar na Junta de Freguesia; Certidão comprovativa do domicílio fiscal, atestando a residência no concelho da Póvoa de Lanhoso no mínimo há três anos contínuos, a solicitar no serviço de Finanças; e fotocópia da Certidão de Nascimento ou documento comprovativo do registo da criança.

A candidatura deve dar entrada nos serviços municipais, contendo todos os documentos mencionados, até seis meses, no máximo, após o nascimento da criança.

São elegíveis as despesas realizadas em artigos de puericultura, designadamente vestuário, produtos alimentares, carrinhos de passeio, carrinhos auto, de entre outros produtos destinados ao bebé.

EM 1821, MERCADORES DE PONTE DE LIMA RECLAMAM JUNTO DOS VENDEDORES AMBULANTES JUNTO DAS CORTES GERAES E EXTRAORDINÁRIAS DA NAÇÃO PORTUGUEZA

Na sessão de 26 de abril de 1821, foi pelo Secretário das Cortes Geraes e Extraordinárias da Nação Portugueza lido um requerimento dos mercadores de loja aberta de Ponte de Lima que se insurgiam contra os vendedores ambulantes. O referido requerimento já havia sido apresentado na sessão de 24 de abril, tendo a sua aprovação sido adiada. Transcreve-se a parte do debate mais diretamente respeitante ao referido requerimento, respeitando-se a grafia da época.

O senhor Secretario Barroso, leo por segunda vez o Parecer da Commissão do Commercio sobre o Requerimento dos Mercadores de Ponte de Lima, e disse:

O senhor Peixoto - Já sustentei esse Parecer quando se apresentou; e ainda agora sustentarei a minha opinião. Os Vendilhões e Tendeiros volantes, alem de perigosos para a segurança publica como já ponderei, por ser huma escola em que muitos salteadores se tem formado, não tendo domicilio e estabelecimento certo, não contribuem em cousa alguma para os cargos da Nação, ao mesmo tempo que privão aos Commerciantes estaveis dos justos lucros com que convem que entretenhão e melhorem o seu Commercio, e satisfação aos deveres de Cidadãos uteis. Aquelles Vendilhões só servem para conduzirem hum luxo frivolo ás aldeias mais reconditas, aonde com as suas continuas incursões tem introduzido fazendas estrangeiras, que nada durão, efeito abandonar as fabricadas no proprio paiz, que erão a todo o respeito muito melhores para o uso do campo. Os Fabricantes de Manchester e Liverpool não podem certamente ter melhores Agentes, e Commissarios: sem elles teriamos certamente poupado a maioria da grande somma de milhões de cruzados que a Grão-Bretanha, principalmente desde o infeliz Tratado de 1810, nos tem levado a troco de quatro trapos de algodão que nada valem. Já a previdente Pragmatica de 24 de Mayo de 1749 acautelou, tão manifesto abuso quando no Cap. 18 declarou o Legislador: que por ser informado da occasião que dá para gastos escusados, do grande prejuiso que causa aos que vendem nas lojas, e de outros graves damnos a que contribue certa especie de gente que anda pelas casas vendendo em caixas, e trouxas: e destas causas deduzio a prohibição dessas vendas feitas pelas Cidades, Villas e Lugares, de fazendas que sirvão para vestido enfeite movel e quincalherias. O Alvará de 21 de Abril de 1751 ampliando ainda mais a providencia do dito Cap. 18, dizendo: que extendia a sua geral prohibição ás lojas volantes que se costumão armar nas ruas e lugares publicos á similhança de Feira, com grave prejuiso do Commercio, e dos Mercadores que devem sustenta-lo: exceptua sómente os homens chamados de pan-no de linho Vassallos nuturaes destes Reynos, e as Collarejas; com tanto porem que não possão vender mais do que pannos brancos, botões, linhas e outras miudezas, com tanto que tudo seja da fabrica do Reyno, e dos seus Dominios. O Alvará do 19 de Novembro de 1757 suscitou a observancia destas Leys, particularmente contra os Contrabandistas, a quem trata por abjecção de todas as Nações. São diversos os Editaes posteriores ao mesmo fim; de sorte que em geral não se precisa de Providencias novas: eu porem desejara que ellas se ampliassem, para que aquelles mesmos Mercadores, que tem suas casas estabelecidas, costumão hir ás Feiras a differentes Terras com suas lojas, não possão nas Terras, e Mercados de rua, ou semana vender fazendas algumas que não sejão fabricadas nestes Reynos. O Parecer da Commissão, em vez de attender ás supplicas dos Requerentes hia reduzi-los a peor estado, porque continha huma Revogação implicita das Leys que lhes erão favoraveis; e por isso de nenhuma sorte deveria passar.

O senhor Borges Carneiro. - A respeito de Lisboa devem conservar-se todas as Leys do ministerio do Marquez de Pombal, que prohibem as trouxas e caixas volantes, pois que isto he prejudicial ao Commercio, e áquellas Classes a quem se devem todos os beneficios que delle resultão. Por consequencia, quando passe este artigo a respeito das Provincias do Reyno, prohibão-se as trouxas e caixas volantes.

O senhor (Não vinha o nome) Não sei se sobre os requerimentos dos Negociantes de Lisboa houve já alguma decisão.

O senhor Luiz Monteiro. - Não houve decisão: parece-me que se mandou buscar á Regencia huma Consulta, e que ainda não veio. O Parecer da Commissão he unicamente relativo ás tendas, que se estabelecem nas feiras francas.

O senhor Peixoto. - Eu para certificar-me li o requerimento sobre que recahio o Parecer da Commissão, e vi que os Mercadores de Ponte de Lima, requerem contra os tendeiros de lojas volantes; e eu ainda a respeito daquelles que tem estabelecimento queria, como disse, que se observasse a providencia do Alvará de 1751, que só lhes admitte fazendas Nacionaes.

O senhor Alves do Rio. - Eu não posso admittir restricção alguma de Commercio: seria huma vergonha na Europa, se nós tratássemos de prohibir o Commercio interno. Sabemos o que diz a pragmatica de D. João V., mas não tratamos de Leys instituidas, tratamos de Leys que se devem instituir: a liberdade do Commercio interno he da maior necessidade possivel. Quanto á distincção das fazendas estrangeiras, eu estimaria muito que se adoptasse ame-

dida proposta, mas sempre perguntaria se se podem embaraçar, depois do Tratado de 1810? Parece-me que a Commissão não pode votar pelo Commercio restricto.

O senhor Brito. - As Leys feitas modernamente favorecem a Liberdade do Commercio interior: todos estes homens, se estão na pratica de fazer este negocio, he porque as Leys os auctorizavão, e se fosse o contrario, os Negociantes de Ponte de Lima não virião ao Congresso. Por tanto parecia-me que se guardasse o Decreto de 2 de Dezembro de 1814, que estabelece a liberdade do Commercio.

O senhor Castello Branco. = Parere-me fóra de lugar dar a Assemblea huma decisão geral nesta materia sobre hum requerimento unicamente da Provinca do Minho, porque as Leys que ha a este respeito são relativas a todo o Reyno. Julgo pois, que se devesa reduzir a materia desta requerimento a hum Projecto geral, e que a Commissão o redija, tomando as medidas que lhe são relativas.

MUNICÍPIO DE VIZELA SORTEIA ESPAÇOS DE VENDA VAGOS NA FEIRA SEMANAL

A Câmara Municipal vai proceder ao sorteio para atribuição de espaços de venda vagos na feira semanal, conforme deliberado na reunião do Executivo Municipal de 29 de novembro transato.

O sorteiro terá lugar no próximo dia 31 de janeiro de 2013, às 11.00 horas, no auditório dos Bombeiros Voluntários.

Esta arrematação está em conformidade com o disposto no n.º 1 do Art.º 23.º do Decreto-Lei n.º 42/2008, de 10 de março, e do Art.º 25º do Regulamento Municipal de Feiras do Município de Vizela.

As candidaturas podem ser entregues até ao dia 24 de janeiro de 2013 em impresso próprio. O regulamento deste sorteio pode ser consultado em www.cm-vizela.pt, http://www.cm-vizela.pt/index.php?/apoio-ao-municipe/i177-avisos-e-editais ou no Balcão Único do edifício da Câmara Municipal de Vizela, sito na Praça do Município nº 522.

EM 1821, COMERCIANTES DE VIANA DO CASTELO RECLAMARAM DO FÍSICO-MÓR JUNTO DAS CORTES DO REINO

Os comerciantes de Viana do Castelo enviaram em 16 de março de 1821 uma representação às Cortes Geraes e Extraordinárias da Nação Portugueza, reclamando das prepotências a que estavam sujeitos por parte do Physico-Mór naquela Comarca. O Physico-Mór foi um cargo criado em 1430, ao tempo de D. João I, ao qual incumbia a superintendência dos negócios de saúde e higiene, incluindo a fiscalização e o estabelecimento regras para o exercício da medicina, possuindo autoridade para aplicar muitas e outras penalizações em caso de infração.

Transcreve-se o parecer apresentado pelo deputado Soares Franco, respeitando-se a grafia da época.

O senhor Soares Franco, por parte da Commissão de Saude Publica, leo o seguinte:

PARECER.

Os Commerciantes da Villa de Vianna do Minho representão a este Augusto Congresso as vexações que soffrem da parte do Delegado do Physico Mór naquella Comarca, obrigando-os a tirar heranças para venderem por grosso, e por miudo não só varias drogas que não podem ser subjeitas á Inspecção do Physico Mór sem sacrificio do Commercio, mas ainda exercitando huma jurisdicção visivelmente incompetente sobre as vendas de agoa-ardente, e vinagre: opprimindo os póvos com licenças excessivamente caras com emolumentos pesadissimos, e o que he ainda peior com a imposição de condemnações arbitrarias, applicadas em proveito da Repartição que a faz, e das quaes não ha recurso senão para a Corte do Rio de Janeiro, aonde o Physico Mór tem todo o interesse em as confirmar. A' Commissão parece, que sobre este Requerimento deverá ser ouvido o Doutor José Pinheiro de Freitas Soares, residente nesta Capital, não só para informar com a possivel brevidade se os Delegados do Physico Mór exercitão jurisdicção em toda a parte do Reyno sobre os objectos de que trata o presente Requerimento; mas tambem para juntar em fórma legal toda a Legislação geral, e especifica, que auctorisar a Repartição do Physico Mór para tomar conhecimento dos objcetos, em que actualmente exercitar jurisdicção a fórma dos Processos; quem executa as Sentenças; qual he o expediente dos recursos que se interpõe para a Corte do Rio de Janeiro; qual he a renda das Commissões; para quem se applicão, qual he o preço das licenças por abertura das Boticas, e para sua continuação; quanto tempo durão; e quaes são os emolumentos que percebem os Delegados do Physico Mór, e seus Officiaes, quando vão a diligencias na terra, e districto, e quando sahem a visitas, ou correições de Comarca; que ordenados tem os Delagados, e seus Officiaes, e quem os paga; e finalmente qual he o preço das licenças pelas lojas de Droguistas, e vendas de agoa-ardente, e vinagre, e qual o emolumento, que podião todas estas lutas, e as Boticas na occasião em que são visitadas, e quando he que são visitadas.

A Commissão só depois desta informação de que póde promulgar o seu parecer sobre a providencia que póde merecer o presente Requerimento, e o que por occasião delle se poderá applicar a todo o Reyno com mais ou menos demora. Lisboa 11 de Março de 1821. - Francisco Soares Franco - João Alexandrino de Sousa Queiroga - João Vicente da Sylva.

O senhor Guerreiro oppoz-se ao Parecer de Commissão, julgando não ser necessario exigir informa-

ções do Delegado Physico Mór, sendo que a este respeito havia Legislação.

O senhor Soares Franco opinou, que não só isto era necessario, senão ainda algumas instrucções particulares.

O senhor Guerreiro disse, que dos Juizes Commissarios deveria exigir-se copia das instrucções manuscriptas; por quanto, vendo-as elle occasionalmente, achou no artigo das Custas huma determinação que bem poderia chamar-se - furto reduzido a systema.

O senhor Borges Carneiro apoyou este parecer, accrescentando: que até á definitiva decisão deste negocio devião suspender-se as remessas pecuniarias pare o Rio de Janeiro: que o producto das condemnações feitas por estes Juizes, erão applicadas em proveito dos mesmos Juizes; e que as nossas Leys constantemente determinão, que nenhum Juiz possa impor multas que hajão de reverter em sua utilidade.

O senhor Alves do Rio propoz que desde já se ordenasse a suspensão das condenações.

O senhor Freire apoyou a proposta, votando pela suspensão daquelle Juizo exclusivo; assim como da remessa do dinheiro que ainda não estivesse cobrado.

O senhor Guerreiro ponderou que, derribando-se este edificio, era necessario erigir outro.

O senhor Castello Branco foi de parecer que, havendo a este respeito Leys anteriores ao novo regimen, fosse este suspendido; e se procedesse a formar hum novo Regulamento, que proveja nos casos em que as Leys anteriores não são sufficientes, regendo em tanto aquellas mesmas Leys.

O senhor Borges Carneiro observou, que o Congresso havia procedido a respeito das Candelarias por modo similhante ao proposto.

Concluio-se approvando o Parecer da Commissão, e outro sim determinando: que ao Delegado do Physico Mor se exigisse a remessa de todas as instrucções particulares, impressas ou manuscriptas: que a Commissão ficasse encarregada de, com a possivel brevidade, infligir hum Projecto de Regulamento interino para o Delegado do Physico Mór, e mais Empregados de sua dependencia; e que, em quanto a suspender a remessa do producto das condemnações, e sustar a arrecadação das não cobradas, se esperasse pelo determinado Regulamento.

O senhor Gyrão propoz que se declarasse urgente o Projecto de Decreto sobre o privilegio exclusivo das Agoas-ardentes. Foi apoyado.

O senhor Brito (segundo a ordem do dia) apresentou e leo a emenda ao artigo 2.º do projecto de Decreto sobre o encontro das dividas do Thesouro.

Seguio-se larga discussão sobre se deverião admittir-se, ou não os Titulos, ou Creditos por seu valor nominal: sobre se poderia alterar-se a deliberação já tomada pelo Congresso, a este respeito; e sobre se ás Commissões se daria a faculdade de outra vez redigir o Projecto? De tudo entendi pouco - diz o Tachygrapho Machado.)

Accordou-se, por 47 contra 38 votos, que tornasse o Projecto ás Commissões reunidas de Commercio e de Fazenda para de novo o redigir, com faculdade de alterar e ampliar o que já sobre este assumpto estava resolvido.

O senhor Ferreira de Sousa propoz a seguinte emenda ao artigo 3.° do mesmo Projecto, em que deveria ler-se = os encontros de que trata o artigo 1.º = Foi apoyada.

O senhor Annes de Carvalho propoz que se observasse o Regimento interino das Cortes na parte em que determina, que não possa adoptar-se Projecto algum de Ley, sem precederem tres discussões. Foi apoyado.

MODA EM MOVIMENTO “MEXE” COM COMÉRCIO TRADICIONAL DE TERRAS DE BOURO

DESFILE DE MODA Inverno 2012, sexta-feira, 14 Dezembro de 2012, 21h00 /PAVILHÃO MUNICIPAL DE TERRAS DE BOURO

Depois de Amares e Vila Verde se terem enchido de cor, animação e muita agitação, o projecto “Moda em Movimento” ruma a Terras de Bouro. Esta Sexta-feira, dia 14 de Dezembro, por volta das 21h00, o Pavilhão Municipal de Terras de Bouro vai mexer com mais um grandioso desfile, que inclui propostas para a coleção de Outono - Inverno 2012 dos estabelecimentos comerciais locais. Ao todo, cerca de duas dezenas de estabelecimentos comerciais aderiram ao projecto.

Esta sexta-feira, a partir das 21h00, o Pavilhão Municipal de Terras de Bouro, com ENTRADA GRATUITA, vai acolher o desfile das propostas da Lojinha, Creativa, Sapataria Lusitânia, Maria do Céu Cerqueira, Ana Teresa Rodrigues da Cunha, Ourivesaria Duque, Corredoura Pronto-a-Vestir, Boutique do Gerês, Seixos Brancos e MinhoVisão. Associam-se a esta acção o Café Corredoura, o restaurante Bem Cozinhado, o Restaurante Lua-de-Mel, o Talho do Manel, a Pensão Rio Homem, a pastelaria e padaria Cais Novo, a Oficina Machado, Coelhos Audiovisuais e a Padaria Lurdes.

Mais uma vez, a produção conta com arranjo de cabelos e maquilhagem a cargo de Teresa Freitas / Keune, com decoração da Planet Party. Os MCs SU e Mauro e a jovem Bárbara Lopes são responsáveis pela animação musical, com articulaçõ geral pelo DJ Tito.

O projeto de animação/promoção do comércio tradicional Moda em Movimento Natal/Inverno 2012 é dinamizado pelo grupo ideiacinco (com sede em Vila Verde), em parceria com a Associação Comercial de Braga (ACB) e com o apoio do Município de Terras de Bouro, e promete uma noite inesquecível para todos os amantes de moda.

EM 1947, DEPUTADO VIANENSE ROCHA PÁRIS DEFENDE MERCADO LIVRE DO MILHO FACE À ABUNDÂNCIA DA SUA PRODUÇÃO NA NOSSA REGIÃO

Na sessão de 12 de fevereiro de 1947 da União Nacional, o deputado Rocha Páris fez uma exaustiva apreciação do problema de abastecimento de milho no norte do país, particularmente na região do Minho. A sessão foi presidida pelo Dr. Albino dos Reis Júnior.

O Dr. Rocha Páris era natural de Viana do Castelo e formou-se em Direito pela Universidade de Coimbra. Foi também jornalista e era lavrador. Em 1911 e 1919, participou nas incursões de Paiva Couceiro com vista ao restabelecimento da Monarquia. Exilado desde 1911, apenas regressou a Portugal após o 28 de maio de 1926. Foi Presidente da Câmara Municipal de Viana do Castelo, Governador Civil substituto do Distrito e Presidente da Comissão Distrital de Viana do Castelo da União Nacional.

Na segunda Sessão Legislativa que decorreu entre 1946 e 1947, interveio por duas vezes preconizando que, por a produção do milho na região de Entre-o-Douro-e-Minho ter então sido abundante, a mesma deveria ser libertada de certas restrições na sua aquisição. A esse respeito, transcrevemos do Diário das Sessões a parte respeitante à sua intervenção, respeitando a grafia original.

 

“O Sr. Rocha Páris: - Sr. Presidente: ao pronunciar nas sessões de 11 de Dezembro de 1946 e de 14 de Janeiro findo algumas palavras sobre o problema do milho, que tanto continua preocupando, sobretudo a população do Norte do País, tive apenas em vista chamar a atenção do Governo para um assunto cuja gravidade não me parece lícito, nem moral, nem político, ocultar.

Não contava voltar a referir-me ao assunto.

Sou, porém, obrigado a fazê-lo em virtude das exposições ultimamente enviadas a esta Assembleia por alguns grémios da lavoura.

Procurei então ouvir a opinião de organismos de vários concelhos sobre o restabelecimento do mercado livre do milho no corrente ano agrícola, tendo-me respondido afirmativamente ou enviado posteriormente a sua concordância com a sugestão apresentada os seguintes organismos:

Província do Minho:

Distrito de Braga:

Conselho geral do Grémio da Lavoura de Amares.

Câmaras Municipais de Barcelos, Braga, Celorico de Basto, Esposende, Terras do Bouro, Vieira do Minho e Vila Nova de Famalicão.

Juntas de Freguesia de Ponte, Costa e as da cidade de Guimarães, todas do concelho de Guimarães.

Distrito de Viana do Castelo:

Câmaras Municipais de Caminha, Melgaço, Monção, Paredes de Coura, Ponte de Lima, Ponte da Barca e Valença.

Grémio da Lavoura de Melgaço.

Juntas de Freguesia de Chaviães (Melgaço), Loivo (Vila Nova de Cerveira) e as do concelho de Viana do Castelo, Alvarães, Amonde, Anha, Areosa, Capareiros, Cardielos, Carreço, Carvoeiro, 'Castelo do Neiva, Darque, Deão, Deocriste, Soutelo, Lanheses, Mazarefes, Meadela, Meixedo, Moreira de Geraz, Mujães, Nogueira, Outeiro, Perre, Portela Susã, Montaria, Neiva, Santa Leocádia de Geraz, Santa Maria de Geraz, Portuzelo, Sub-portela, Torre, Vila Franca, Vila Fria, Vila Mou, Vila de Punhe e Vilar.

Província do Douro Litoral:

Câmaras Municipais de Baião, Castelo de Paiva, Felgueiras, Lousada, Maia, Matosinhos, Paços de Ferreira, Penafiel, Resende e Vila do Conde.

Província de Trás-os-Montes:

Câmaras Municipais de Alfândega da Fé, Lamego, Miranda do Douro, Mirandela, Moncorvo, Montalegre, Régua, Santa Marta de Penaguião e Valpaços.

Província da Beira Litoral:

Câmaras Municipais de Águeda, Aveiro, Mealhada, Mira, Murtosa, Oliveira de Azeméis, Oliveira do Bairro, Penela, Soure, Vagos e Vale de Cambra.

Província da Beira Alta:

Câmaras Municipais de Castro Daire, Mortágua, Nelas, Oliveira do Hospital, Penedono, Sátão, Sernancelhe, Tarouca e Vila Nova de Paiva.

Província da Beira Baixa:

Câmaras Municipais de Arganil, Idanha-a-Nova, Sertã e Vila de Rei.

Os Municípios de Castelo Branco, Condeixa e Mogadouro declararam que o assunto não interessava aos respectivos concelhos e os de Fafe, Mesão Frio e Penacova discordaram da sugestão por mim apresentada.

O Diário das Sessões de 22 de Janeiro passado diz que os Grémios da Lavoura do distrito de Viana do Castelo tinham enviado à Presidência da Assembleia Nacional uma exposição manifestando a sua formal discordância com as considerações que fiz sobre a venda do milho e regresso ao regime do mercado livre.

De facto, o Grémio da Lavoura de Viana do Castelo e Caminha promoveu, com a assistência do engenheiro agrónomo Sr. Pires de Lima, delegado do Ministério da Economia junto dos grémios da lavoura do Norte, uma reunião em que se fizeram representar todos os grémios do distrito.

As deliberações, porém, não foram tomadas por unanimidade, visto dias depois a sua realização - e [...] antes o Grémio de Melgaço se manifestara a favor do meu ponto de vista - se ter efectuado na vila de Melgaço uma grande reunião de lavradores, que deram o seu completo apoio às considerações que tive a honra de fazer nesta Assembleia, que já tomou conhecimento do que ali se passou por telegrama que oportunamente lhe foi enviado pelo presidente do Grémio da Lavoura daquele concelho e que novamente passo a de:

Grémio Lavoura Melgaço interpretando sentir unânime totalidade seus sócios reunidos cerca [...] dia 25 corrente esta vila mantém apoio dado V. Ex.ª telegrama dia 13 Dezembro e representação enviada pela comissão escolhida essa reunião sobre movimentação milho de que faço parte representação Grémio Lavoura. - Presidente Grémio Lavoura.

Na representação a que se refere este telegrama diz-se:

Abordado o assunto do milho, foi também resolvido por unanimidade que se pedisse a V. Ex.ª o seguinte:

Que novamente peça à Assembleia Nacional que a venda e movimento, pelo menos no corrente ano, em que foi abundantíssima, passasse a ser livre, tanto mais que desapareceu o perigo do seu escoamento para a Espanha, o que é bem provado pelas recentes apreensões, efectuadas pela guarda fiscal, de milho que vinha de Espanha para Portugal, sendo a produção de milho em Espanha também muito grande no corrente ano.

Se a movimentação e venda do milho passasse a ser livre, este apareceria nos mercados e feiras em abundância e seria melhor distribuído, fixando-se, é claro, um preço cujo limite justo fosse acessível ao comprador, e não prejudicial ao vendedor; além disso, como V. Ex.ª muito bem sabe, é com a venda do milho que as casas agrícolas modestas vão adquirir outros produtos que lhes fazem falta e encontram nos referidos mercados ou feiras, muitas vezes por simples troca de mercadorias.

Também das trinta e sete freguesias rurais do concelho de Viana do Castelo, onde reside o maior número de sócios do Grémio de Lavoura de Viana do Castelo e Caminha, trinta, e cinco são unânimes em pedir, de acordo com as suas autoridades, os seus produtores e consumidores, em termos bem expressivos, o mercado livre do milho.

Apenas duas freguesias - a de Afife e a de Serreleis - não responderam à minha pergunta, naturalmente porque o assunto não interessa aos seus habitantes.

Desta última freguesia e de um dos seus mais importantes lavradores e proprietários recebi, porém, o seguinte telegrama:

Como lavrador aplaudo calorosamente vossa intervenção problema milho protestando contra grémios lavoura que não representam vontade geral lavradores.

Os concelhos do distrito de Viana, por intermédio das suas Câmaras a seguir indicadas, disseram-me:

Caminha: "Meu nome e povo concelho felicito vossa atitude problema milho advogando justa causa lavoura nortenha expondo verdadeira doutrina seguir. Presidente".

Monção: "Julgo abundância milho último ano agrícola neste concelho permite restabelecimento mercado livre cereal. Presidente".

Paredes de Coura: "E fora de dúvida assunto merece boa ponderação e estudo devido. Vários factores há a tomar em conta, alguns bastante imprevisíveis no momento presente. Factores há, porém, já evidentes - boa produção e o desejo geral do concelho, nos seus produtores e consumidores, de livremente poderem transaccionar os seus produtos".
Ponte de Lima: "Ressalvando os interesses do concelho, isto é, mantendo o necessário fornecimento de milho à população que dele carece até à próxima colheita, sem intermitências e sem os resultados desastrosos que se verificaram neste ano que está prestes a terminar, sou de opinião que, transitoriamente, a venda do milho por parte dos produtores se faça em regime livre".

Valença: "Sou também de opinião de que deve ser restabelecido o mercado livre do milho no corrente ano agrícola, sob o fundamento alegado: excepcional colheita do cereal em questão".

As Câmaras de Arcos de Valdevez e de Vila Nova de Cerveira, reconhecendo embora que a colheita do milho foi excepcional, não concordam com o comércio livre deste cereal.

Tal é o aspecto da questão no distrito de Viana do Castelo: a grande maioria dos produtores e consumidores preferem o comércio livre do milho, pensando o contrário as direcções dos grémios da lavoura, com excepção do Grémio de Melgaço.

Foram também, lidas na sessão de 6 do corrente duas representações, uma do Grémio da Lavoura de Braga e outra do Grémio do Douro Litoral, e na de 12 do corrente uma do Grémio dia Lavoura de Coimbra, esta particularmente interessante. Nota-se também o mesmo que observei em Viana do Castelo.

Em Braga sobressai mesmo o facto curioso de o conselho geral de um grémio da lavoura - o de Amares - ter dado o seu apoio a uma sugestão apresentada em 27 de Novembro findo (antes, portanto, de eu ter trazido o assunto à Assembleia Nacional), em que um dos Srs. Procuradores diz:

A última colheita foi extraordinàriamente [...] do que sucedeu em 1944, a recolha do cereal foi muito tardia, tendo-se consumido até ao presente muito pouco deste pão.

As grandes disponibilidades de milho nacional temos ainda a acrescentar a existência em armazém do proveniente das colónias e da Argentina, com perspectivas de novos desembarques, o que faz prever uma superabundância que de maneira alguma se harmoniza com as restrições em vigor...

O nosso concelho pode exportar umas boas centenas de toneladas de milho sem deixar de fornecer a cada consumidor a quantidade procurada.

Portanto, o milho existente no nosso concelho ou tem de ser consumido no nosso concelho pelas pessoas e pelos animais domésticos, em regime de liberdade, ou tem de ser em grande parte inutilizado pelos parasitas dos celeiros se for mantido o racionamento em vigor...

As Câmaras de Barcelos, Braga, Celorico de Basto, Esposende, Terras do Bouro, Vieira do Minho, Vila Nova de Famalicão e diversas juntas de freguesia de Guimarães, conforme já tive ocasião de dizer, concordam em absoluto com o que tenho exposto, o mesmo acontecendo com as Câmaras de Baião, Felgueiras, Lousada, Maia, Matosinhos, Paços de Ferreira, Penafiel, Vila do Conde, Castelo de Paiva e Resende, que fazem parte da província da Beira Litoral e julgam também conveniente o mercado livre do milho.

Parece-me, Sr. Presidente, ter infelizmente de concluir-se que se está claramente desenhando uma divergência séria de opiniões entre lavradores e consumidores, por um lado, e as direcções de alguns grémios da lavoura, por outro.

O Sr. Cincinato da Costa: - V. Ex.ª pode dizer-mo quem é que provocou a reunião dos grémios?

O Orador: - Foi o presidente da direcção do Grémio da Lavoura de Viana do Castelo e Caminha.

O Sr. Cincinato da Costa: - Muito obrigado. É que podia ter sido provocada por entidades estranhas.

O Orador: - O sistema que actualmente pretende disciplinar e reger a distribuição do milho folhou em absoluto.

Não se compreende, nem pode admitir-se, que ele permita que se passem semanas sem que se faça distribuição da farinha que o' racionamento atribui a cada pessoa, que assim se vê impossibilitada de poder cozer o seu pão.

Não só compreende que ainda se obrigue a vir à cidade requisitar a necessária guia de trânsito para poder levar na sua aldeia o milho para o moinho, pois caso contrário o milho corre o risco de ser apreendido.

O Sr. Melo Machado: - Aqui para o Sul, para levar o milho ao moinho as guias são distribuídas nu acto em que se faz o manifesto, de maneira que não há necessidade de haver dois critérios.

O Orador: - Assim muitos têm de percorrer bom número de quilómetros para conseguirem a preciosa guia.

Mas para a obter quantas horas perdidas, por vezes, nas "bichas" da Intendência, como lhe chama o bom povo!...

Não se compreende que o actual sistema permita que, sendo proibida a venda de milho a particulares, haja ainda freguesias rurais onde não existam celeiros ou mesmos postos de venda de milho.

De uma das mais ricas freguesias rurais da ribeira Lima escreve-me um importante lavrador:

É proibida a venda de milho a particulares, não é verdade?

Pois até hoje não há na minha freguesia nem nas quatro mais próximas qualquer celeiro ou posto de venda de milho!

Donde se tem comido?

A resposta é fácil.

Não se compreende que a cinco meses do início da presente campanha cerealífera a Federação Nacional dos Produtores de Trigo não tenha podido ainda levantar, em muitos sítios, o milho manifestado para venda.

Concordo absolutamente com o que diz o Grémio da Lavoura de Coimbra:

De facto, pelas disposições legais é absolutamente proibido aos produtores vender milho aos consumidores, mas a Federação Nacional dos Produtores de Trigo, à ordem de quem o milho está retido e única entidade que o pode vender, não abastece os mercados consumidores.

De modo que, não se podendo vender milho, mas tendo de se comer, é evidente que se tem de ir buscar onde ele estiver, com todas as suas graves consequências.

Se não fora o "mercado negro", muita gente teria morrido de fome.

Para mim e para muitos o grande erro está em confundir as duas palavras "produzir" e "manifestar".

De facto, Sr. Presidente, o defeito consiste em dizer-se: produziram-se tantos milhões de quilogramas em vez de manifestaram-se tantos milhões de quilogramas.

E é assim que, por vezes, os números nos (podem induzir em graves erros...

Desejo, finalmente, acentuar que de facto se trata de um assunto que reveste aspecto político de grande importância, visto não dever ser indiferente a quem governa tomar conhecimento do que se passa naqueles sectores em que mais intensamente vibra, por vezes, a própria alma nacional.

O erro, o perigo político, está, não em demonstrar a verdade, não em apontar sinceramente defeitos e erros que se vão notando, mas precisamente em procura? ocultá-los, deturpando-os ou escondendo-os à consideração dos que têm sobre os seus ombros o pesado encargo de governar.

Tenho dito.

Vozes: - Muito bem, muito bem!”