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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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MUNICÍPIO ARCUENSE E ASSOCIAÇÃO HUMANITÁRIA DOS BOMBEIROS VOLUNTÁRIOS CELEBRAM PROTOCOLO DE APOIO E PROTECÇÃO À POPULAÇÃO

Celebrado protocolo de apoio e proteção à população arcuense, entre o Município e a Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários

A Câmara Municipal e a Associação Humanitária dos Bombeiros de Arcos de Valdevez celebraram um protocolo, no valor de 60.000,00€, para dar continuidade ao trabalho meritório de proteção e socorro que esta associação desempenha junto da população.

Com este protocolo as duas entidades irão cooperar nos domínios do aviso, alerta, intervenção, apoio e socorro através do corpo de Bombeiros Voluntários; Colaborar com o Serviço Municipal de Proteção Civil, na implementação e coordenação de programas de prevenção e vigilância de fogos florestais; Assegurar, com plena eficácia, as comunicações telefónicas, via rádio ou outras, na Central de Comunicações, 24 horas por dia, todos os dias do ano e Assegurar a emergência pré-hospitalar, como reforço complementar ao SBV – Suporte Básico de Vida, de forma a garantir a continuidade de parâmetros de qualidade na assistência pré-hospitalar à população.

Com estes investimentos o Município pretende dotar as populações dos melhores meios de salvaguarda de pessoas e bens, bem como proporcionar uma assistência eficaz em caso de necessidade.

MUNICÍPIO ARCUENSE RENOVA PROTOCOLOS COM SAPADORES FLORESTAIS

Proteção da Floresta Contra Incêndios

A Câmara Municipal celebrou protocolos com entidades detentoras de equipas de Sapadores Florestais, nomeadamente, a Associação Florestal Atlântica, a Associação Florestal do Lima e as Assembleias de Compartes dos Baldios das Freguesias de Cabreiro, Gavieira e Soajo, bem como com a Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários.

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Os protocolos celebrados com as entidades detentoras de sapadores florestais, no valor global de 67,500.00€ euros, têm o objetivo de prevenir incêndios florestais, através da realização de ações de silvicultura preventiva, nomeadamente a criação de faixas de gestão de combustíveis, vigilância das áreas rurais, assim como ações de primeira intervenção, apoio ao combate e às subsequentes operações de rescaldo e vigilância pós-incêndio. Os Protocolos também estabelecem a limpeza de estradas e caminhos municipais numa extensão de aproximadamente 200 km.

PARTIDO "OS VERDES" QUESTIONA O GOVERNO ACERCA DO ACOMPANHAMENTO PSICOLÓGICOS DOS BOMBEIROS PORTUGUESES

Verdes preocupados com segurança, financiamento e apoio psicológico dos Bombeiros Portugueses

O Deputado José Luís Ferreira, do Grupo Parlamentar Os Verdes, entregou na Assembleia da República uma pergunta em que questiona o Governo, através do Ministério da Administração Interna, sobre o descontentamento e até tristeza pela forma como os Bombeiros, agentes de Proteção Civil, têm sido acompanhados a todos os níveis perante o cenário de incêndios que se sucedeu ao longo do corrente ano.

Pergunta:

O Grupo Parlamentar Os Verdes realizou nos passados dias 28 e 31 de outubro, um conjunto de visitas às áreas afetadas tanto pelo Incêndio de Pedrógão Grande como pelos Incêndios deflagrados nos dias 15 e 16 de outubro.

Durante essa jornada de trabalho, tivemos a oportunidade, não só, de contactar com as populações afetadas, mas também reunir com vários elementos de Comando de Corpos de Bombeiros de áreas atingidas pelos incêndios.

Ao longo das diversas reuniões com o comando dos Corpos de Bombeiros foi notório a manifestação de algum descontentamento e até tristeza pela forma como estes agentes de Proteção Civil têm sido acompanhados a todos os níveis perante o cenário de incêndios que se sucedeu ao longo do corrente ano.

Os Verdes consideram que os Bombeiros são um dos agentes com maior relevância no pilar do Combate, no que diz respeito ao Sistema Nacional de Defesa da Floresta Contra Incêndios, como tal merecem toda a consideração e respeito. Importa referir que todo o trabalho desenvolvido por estes homens e mulheres é um trabalho de risco, no qual é necessário ter todas as condições de segurança quer em termos de viaturas quer de equipamentos de proteção individual.

Num contexto nacional, os Bombeiros estão na sua maioria integrados em Associações Humanitárias, que dependem economicamente dos serviços de saúde e de emergência pré-hospitalar e de todos os fundos/donativos provenientes de várias entidades, sejam elas do Estado ou particulares. Os Incêndios Florestais representam, em termos de danos, um tipo de ocorrência no qual existem grandes perdas, seja de viaturas ou de equipamentos de proteção individual. Em todos os corpos de bombeiros que visitámos e mantivemos contacto, o PEV foi informado que o fardamento para Incêndio Florestal, a que os Bombeiros têm direito, é de apenas um por cada elemento e que quando o mesmo se danifica, terá que ser a Associação Humanitária ou o próprio bombeiro a substituí-lo. Com as viaturas danificadas, o financiamento para a reparação das mesmas chega só após o término do Dispositivo Especial de Combate a Incêndios Florestais (DECIF).

Ora, as Associações Humanitárias, não tendo na maioria das vezes verbas suficiente para o arranjo das viaturas, ficam com os veículos em Estado INOP (inoperacional) até que o financiamento chegue, diminuindo assim o efetivo de viaturas e a operacionalidade do corpo de bombeiros.

Os Verdes sabem que também relativamente ao pagamento do combustível, é efetivado por norma no final do DECIF, colocando em causa a subsistência dos Corpos de Bombeiros.

Neste conjunto de reuniões, Os Verdes tiveram também conhecimento que o apoio psicológico não está a chegar a todos os corpos de bombeiros e nos locais onde chega, não é suficiente. As Equipas de Apoio Psicossocial (EAPS) pertencentes à resposta operacional da Autoridade Nacional da Proteção Civil (ANPC) são constituídas por elementos Bombeiros com formação académica em Psicologia que cumprem serviço operacional, tal como os colegas a quem podem prestar apoio e estão organizados em seis equipas supradistritais.

Assim e considerando que os Bombeiros são o principal interveniente no combate e que, para realizarem o seu trabalho em segurança, necessitam de ter todos os meios, equipamentos e apoio ao seu dispor, solicito, ao abrigo das disposições constitucionais e regimentais aplicáveis, a S. Ex.ª O Presidente da Assembleia da República que remeta ao Governo a seguinte pergunta, para que o Ministério da Administração Interna possa prestar os seguintes esclarecimentos:

1-    Relativamente à situação do financiamento:

  1. a)     O Governo tem conhecimento dos impactos que o financiamento tem nas Associações Humanitárias e no trabalho que estas desempenham?
  2. b)     O Governo já procedeu à transferência dos montantes relativos às despesas de combustível para os Corpos de Bombeiros afetados pelo Incêndio de Pedrógão Grande?
  3. c)     Qual o montante (em euros), de material danificado até à presente data em Incêndios Florestais? Deste valor, quanto já foi transferido para os respetivos corpos de bombeiros?
  4. d)     O Governo pondera antecipar a transferência de dinheiro relativo a despesas (alimentação, danos e combustível), tendo em conta o excecional ano de Incêndios que afetou o país?

2-    O Governo garante a cobertura de todos os Bombeiros com pelo menos um Equipamento de Proteção Individual para Incêndios Florestais? Para quando está prevista a entrega de mais Equipamentos de Proteção Individual (EPI) Florestal a cada Bombeiro?

3-    Está previsto que os EPIs, tais como fardamento, botas, lanternas, capacetes, luvas, entre outros, possam integrar as despesas de incêndios florestais, tirando desta forma a necessidade de reposição deste material por parte das Associações Humanitárias ou até dos próprios Bombeiros?

4-    Desempenhando as EAPS um papel fundamental na saúde mental dos Bombeiros, quantos Bombeiros receberam apoio psicológico nos meses de Junho a Outubro de 2017? Destes, quantos continuam com apoio diferenciado? Quantas vezes as EAPS foram ativadas pelos Comandos dos Corpos de Bombeiros nos meses de Junho a Outubro de 2017? Qual a periodicidade com que as EAPS visitam os Corpos de Bombeiros no território atribuído a cada equipa?

5-    Que medidas estão previstas a curto prazo para valorizar o trabalho desenvolvido pelos Bombeiros? Para quando está previsto a instituição do Cartão Social para os Bombeiros?

O Grupo Parlamentar “Os Verdes”

ABERTO CONCURSO PARA CONSTITUIÇÃO DA EQUIPA DE SAPADORES FLORESTAIS NO VALE DO MINHO

Prazo termina a 3 de novembro

Está a decorrer a candidatura para a constituição da Equipa de Sapadores Florestais. Esta candidatura é realizada no âmbito da Associação de Produtores Florestais do Vale do Minho. O prazo termina a 3 de novembro.

A candidatura para a constituição da Equipa de Sapadores Florestais dirige-se a pessoas com idade inferior a 50 anos e com a escolaridade mínima obrigatória. Dá-se preferência a pessoas com experiência em trabalhos agrícolas/florestais e carta de condução. A entidade empregadora é a Associação de Produtores Florestais do Vale do Minho, o local de trabalho será o concelho de Caminha e é um trabalho a tempo inteiro.

A criação de equipas de sapadores florestais e a respetiva atividade desenvolvem-se no quadro de um programa nacional de sapadores florestais, orientado para a prossecução dos objetivos da proteção e defesa da floresta estabelecidos no Plano Nacional de Defesa da Floresta Contra Incêndios e na Estratégia Nacional para as Florestas.

Os interessados deverão preencher a ficha de candidatura disponível em www.cm-caminha.pt e remetê-la até dia 3 de novembro, para Associação de Produtores Florestais do Vale do Minho, Avenida Miguel Dantas nº 69, 4930 – 678 ou para Gabinete Técnico Florestal do Município de Caminha, Largo Calouste Gulbenkian, 4910-113 Caminha.

BOM JESUS DE BRAGA É O PALCO DA I EDIÇÃO DO “BOMBEIRO DE ELITE”

Prova realiza-se dia 7 de Outubro e reúne 130 participantes

Desafiar os bombeiros a ultrapassarem os seus limites e promover, em simultâneo, o convívio entre todos os bombeiros do país são os grandes objectivos da Prova “Bombeiro de Elite”, que se irá realizar no dia 7 de Outubro, pelas 10h00, e que tem como palco o Bom Jesus de Braga.

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A prova é organizada pela Associação Nacional dos Bombeiros Profissionais juntamente com a ADN Eventos Desportivos e conta com o apoio da Câmara Municipal de Braga. O número de atletas inscritos nesta prova permite antever um enorme sucesso, sendo que a competição está aberta a todas as Corporações de Bombeiros do País (Bombeiros Profissionais, Voluntários e Privativos).

Estão inscritos 130 participantes, número que excedeu as expectativas da organização e obrigou ao fecho das inscrições. Irão participar 50 Corpos de Bombeiros, oriundos de vários locais do país, incluindo Açores, Madeira e até Espanha, o que demonstra a importância da prova e a perspectiva de continuidade e crescimento da mesma.

Esta é a primeira prova em Portugal que tem como pano fundo um monumento nacional, um espaço de beleza única e que é candidato a Património Mundial da Unesco. Essa característica tem atraído maior interesse ao evento.

Como salientou Firmino Marques, Vice-presidente da Câmara Municipal de Braga, durante a conferência de imprensa de apresentação da iniciativa, é com enorme satisfação que a Cidade recebe esta prova ´num local de beleza inexcedível´. “Esta é uma prova que tem ainda o benefício de dar a conhecer à população a capacidade física e de superação dos nossos Bombeiros, que têm pela frente um desafio exigente e de coragem, passando a mensagem da eficácia da formação disponibilizada a todos os bombeiros sem excepção”, referiu.

A prova de resistência consiste na subida dos 566 degraus dos escadórios do Bom Jesus em contra-relógio. Os Bombeiros estarão equipados com o equipamento completo de protecção individual de bombeiro (Casaco de fogo, botas, calças, cogula, luvas, capacete e Aparelho Respiratório circuito aberto “ARICA”) e terão de percorrer a distância de 615 metros (com um desnível positivo de 116 metros) no menor tempo possível.

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MUNICÍPIO DE BRAGA APRESENTA PROVA “BOMBEIRO DE ELITE”

Amanhã, Sexta-feira, dia 29 de Setembro, pelas 12h00, no Bom Jesus de Braga

O Município de Braga apresenta a Prova “Bombeiro de Elite”, em cerimónia que terá lugar amanhã, Sexta-feira, dia 29 de Setembro, pelas 12h00, no Bom Jesus de Braga.

A apresentação do evento contará com as presenças do presidente da Câmara Municipal de Braga, Ricardo Rio, com o Vice-presidente da Câmara Municipal de Braga, Firmino Marques, com o Comandante dos Bombeiros Sapadores de Braga, João Felgueiras, com o presidente da ANBP, Fernando Curto, e com o presidente do SNBP, Sérgio Carvalho.

Desafiar os bombeiros a ultrapassarem os seus limites e promover, em simultâneo, o convívio entre todos os bombeiros do país são dois dos grandes objectivos desta prova inédita que se irá realizar no dia 7 de Outubro.

BRAGA TEM SAPADORES FLORESTAIS

Braga passa a contar com equipa de Sapadores Florestais permanente

Braga vai passar a contar com uma equipa permanente de Bombeiros Sapadores Florestais. Uma medida há muito ansiada pelo Município com o intuito de diminuir o risco de incêndios e contribuir para a valorização do património florestal do Concelho.

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Trata-se de ‘um momento histórico’ para Braga, resultante de um protocolo estabelecido entre a Câmara Municipal e a Associação Florestal do Cávado (AFC), para a constituição de uma equipa composta por cinco elementos, auxiliados por uma viatura todo-o-terreno totalmente equipada.

“Esta é uma medida fundamental para garantirmos boas condições de prevenção. A partir de agora, passamos a contar com uma equipa em permanência e a ter os meios para que esse trabalho de prevenção possa ser mais abrangente em termos territoriais e com resultados mais qualificados”, referiu Ricardo Rio, presidente da Câmara Municipal de Braga, durante a cerimónia de assinatura do protocolo que se realizou esta Quinta-feira, 14 de Setembro, na Praça do Município, em Braga.

Como explicou o Autarca, ao longo dos últimos anos o trabalho de prevenção e de ordenamento florestal era desenvolvido em articulação com várias entidades. “Embora esse trabalho fosse de grande relevância, ficava muito aquém das reais necessidades do terreno e não reflectia as nossas pretensões para esta matéria”, esclareceu Ricardo Rio, sublinhando que esta equipa vai contribuir para que Braga passe a ter uma resposta mais eficaz nesta matéria.

O processo de selecção dos elementos está a decorrer neste momento e em Outubro a equipa estará no terreno. Estes Sapadores Florestais vão incidir a sua actuação em acções de silvicultura preventiva, nomeadamente na limpeza de matos, realização de fogos controlados, manutenção da rede divisional e linhas de quebra-fogo.

A vigilância e o apoio no combate aos incêndios florestais e às consequentes operações de rescaldo são, também, algumas das responsabilidades que a equipa de Sapadores vai assumir, assim como a realização de acções de sensibilização junto da população para as normas de conduta na prevenção, uso de fogo e limpeza das florestas.

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MUNICÍPIO DE MELGAÇO REGISTA VOTO DE LOUVOR AOS BOMBEIROS

Reconhecimento pelo trabalho na luta contra as chamas que assolaram vários pontos do concelho

O Presidente da Câmara Municipal de Melgaço, Manoel Batista, deixou ontem, em reunião de Câmara, uma nota de louvor aos bombeiros do concelho e a todos os meios que se deslocaram a Melgaço, coordenados pela Proteção Civil e pelo CODIS, bem como à proteção civil da vizinha Galiza, ‘pelo excelente trabalho na resolução dos incêndios que ocorreram na passada segunda-feira’.

Na reunião, o autarca lamentou os vastos prejuízos causados nas florestas de Fiães, Cristóval, Paços e Chaviães e Alvaredo, destacando que toda a zona florestal de Paços desapareceuLamentou, ainda, a origem criminosa dos incêndios, inegável pela imagem brutal que testemunhou no local (Soutomendo de cima), segunda-feira à noite, com três círculos de fogo em simultâneo, não ligados entre si, incêndio esse apenas debelado terça-feira de manhã.

‘Temos no concelho uma corporação que nos protege, em qualquer circunstância. A Câmara Municipal reconhece isso e está, e estará, todos os dias ao lado dos Bombeiros Voluntários. Sempre disponível para os ajudar e apoiar. Sabemos reconhecer o trabalho destes homens e mulheres. São essenciais no apoio à população e na Proteção Civil.’, atenta Manoel Batista.

JOVENS DE BRAGA APRENDEM A CONHECER O QUOTIDIANO DOS BOMBEIROS

 ‘Férias Fantásticas’ leva crianças a conhecer o quotidiano dos Bombeiros Sapadores de Braga. Programa envolve cerca de 200 jovens

Um grupo de crianças que estão a participar no programa ‘Férias Fantásticas’, promovido pelo Município de Braga, passaram esta Quinta-feira, 10 de Agosto, um dia diferente com a visita ao Quartel dos Bombeiros Sapadores.

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Várias actividades preencheram o dia, no qual as crianças tiveram a oportunidade de conviver de perto com os ‘Soldados da Paz’ e conhecer as suas tarefas e rotinas diárias. Procedimentos de suporte básico de vida, deslizar no ‘slide’, ou subir na auto-escada dos Bombeiros, foram algumas das iniciativas realizadas.

Uma visita que contou com a presença de Firmino Marques, vice-presidente da Câmara Municipal de Braga, que lembrou que este programa potencia a inclusão social, bem como a melhoria da qualidade de vida e bem-estar da população mais vulnerável. “Esta é uma forma muito positiva de promover a coesão e o desenvolvimento social através da articulação com os vários parceiros locais. Estas crianças estão a ter a oportunidade de conhecer todo o Concelho e diversas instituições, algo que de outra forma não seria possível”, referiu o Autarca, enaltecendo igualmente o “trabalho e o empenho” dos voluntários que tornam possível a realização de mais uma edição das ‘Férias Fantásticas’,

Recorde-se que o programa ‘Férias Fantásticas’ visa atender às necessidades das famílias em situação de vulnerabilidade social e suas crianças, promovendo a ocupação saudável e feliz dos tempos livres.

A iniciativa envolve cerca de 200 jovens com idades compreendidas entre os 6 e os 17 anos, referenciados pelos Agrupamentos de Escolas e Juntas de Freguesia do Concelho, e 30 monitores, sendo dividida em três turnos. As ´Férias Fantásticas´ terminam no dia 1 de Setembro.

MUNICÍPIO DE AMARES APOIA AQUISIÇÃO DE NOVA AMBULÂNCIA PARA OS BOMBEIROS VOLUNTÁRIOS DE AMARES

Foi aprovada ontem, por unanimidade, em reunião de câmara, a proposta para aprovação de concessão de apoio financeiro à Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Amares para comparticipação nas despesas com a aquisição de uma nova ambulância de Transporte de Doentes não Emergentes.

A proposta, apresentada pelo presidente Manuel Moreira, representa um apoio financeiro no montante de €10.000,00.

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ESPOSENDE APOIA BOMBEIROS

Município de Esposende atribui apoio financeiro de 35 mil euros aos bombeiros

A Câmara Municipal de Esposende aprovou, por unanimidade, em reunião do Executivo, a concessão de apoios financeiros de 35 mil euros, às corporações de bombeiros do concelho: à Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários de Esposende e à Benemérita Associação dos Bombeiros Voluntários de Fão. O subsídio anual de 17.500 euros a cada uma das corporações, constitui importante apoio para que os soldados da paz prossigam a missão no plano da Proteção Civil, assegurando o serviço às populações do município, no socorro aos acidentes de viação e transporte de doentes, assim como nos incêndios ou outras emergências.

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Segundo a proposta que subiu a votação, apresentada pelo vereador com a área funcional da Proteção Civil, Maranhão Peixoto, a conjuntura económico-financeira que o país atravessa, aliada a um conjunto de alterações na legislação que enquadram esta atividade, tem afetado de forma muito significativa a estabilidade destas associações, nomeadamente no que concerne às suas fontes de financiamento. Por isso, para que não haja limitações ao excelente desempenho das duas corporações de bombeiros e na continuidade das políticas de apoio institucional desenvolvidas pelo Município de Esposende, serão atribuídos montantes de 17.500 euros a cada uma das corporações.

Lembre-se que a autarquia mantém um apoio permanente às duas corporações, na compra de viaturas, ajuda na elaboração de candidaturas a fundos, ajuda em eventos e no subsídio anual, já por este executivo aumentado (o apoio passou de 14 000 para 17 500 euros em 2014).

Na reunião do Executivo foi, ainda, aprovado por unanimidade, o projeto de execução, para a requalificação da Escola Henrique Medina. Esta aprovação visa a submissão do projeto a candidatura.

Os arquitetos responsáveis pelo projeto de requalificação da Escola Henrique Medina estiverem presentes na reunião, tendo esclarecido dúvidas de vereadores e do público. Informou Marques Franco que o presidente da Câmara pediu contensão nos custos, pelo que a escolha dos materiais foi criteriosa, atendendo ao uso intensivo que estes locais têm e à falta de manutenção.

O projeto de requalificação da Escola Secundária com 3.º Ciclo Henrique Medina resulta do acordo entre o Município de Esposende e o Ministério da Educação e Ciência, prefigurando a primeira grande intervenção, desde que foi inaugurada, há 36 anos.

O projeto do arquiteto Marques Franco, prevê, na primeira fase de intervenção, a ampliação e a reformulação do refeitório, a construção de um bloco virado a nascente, na entrada da escola, que albergará o Polivalente, a Biblioteca, o Auditório, a Reprografia/ Papelaria, espaço para a direção e atendimento aos pais (espaço para diretores de turma), Secretaria, Sala de descanso e balneários para o pessoal. Nesta fase, deverão ser também removidas as coberturas existentes em amianto e na fase seguinte será efetuada a ligação entre os blocos de aulas, concluindo o projeto.

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BOMBEIROS FAMALICENSES COMEMORAM 90 ANOS COM NOVAS VIATURAS

Paulo Cunha marcou presença na sessão solene e garantiu a proximidade da autarquia às corporações do concelho

Os Bombeiros Voluntários Famalicenses contam desde este domingo, 25 de junho, com uma nova ambulância de socorro, um carro de comando e ainda um veículo para combate a matérias perigosas, que foi recuperado.

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A bênção das novas viaturas decorreu na cerimónia de comemoração dos 90 anos da corporação. “Preenchemos uma lacuna que era a necessidade de um carro de combate às matérias perigosas”, adiantou Bruno Alves, Comandante dos Bombeiros Famalicenses, na sessão solene a que se associaram, entre outros, o Presidente da Câmara Municipal, Paulo Cunha, e o Presidente da Liga Portuguesa de Bombeiros, Jaime Marta Soares.

Os Bombeiros Voluntários Famalicenses contam com 333 elementos, dos quais 140 bombeiros no ativo. Paulo Cunha transmitiu “uma palavra de apreço e gratidão a todos os voluntários” e garantiu a proximidade institucional da autarquia aos corpos de bombeiros do concelho, “consequência da importância do trabalho que desenvolvem”.

A cerimónia ficou ainda marcada pela apresentação da Escola de Cadetes e Infantes da corporação, com 40 elementos dos 6 aos 16 anos. Uma estrutura que Paulo Cunha considera da maior importância, pois “promove os valores da solidariedade entre os mais novos, incentiva à prática do voluntariado e pensa em novas gerações de bombeiros”.

Bruno Alves desafiou os deputados presentes na sessão solene a discutir e analisar na Assembleia da República um decreto “consubstanciado” para que as medidas na área da proteção civil sejam eficazes e adequadas. O comandante defendeu a criação de um“comando autónomo para os bombeiros, de modo a que cada entidade da Proteção Civil tenha uma área de atuação definida”.

O Presidente dos Bombeiros Famalicenses, António Meireles, lembrou que a corporação“tem projetos ambiciosos que aguardam parecer da tutela”. Segundo o responsável, já estão reunidos todos os pareceres necessários, faltando apenas “luz verde” do Ministério da Administração Interna para que o Centro de Formação e Treinos e Base de Apoio Logístico possa avançar.

PORQUE FALHARAM AS COMUNICAÇÕES EM PEDROGÃO GRANDE?

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Estive faz hoje 8 dias no teatro de operações de Pedrogão Grande, e sobre a falha nas comunicações oferece-se-me partilhar com Vexas o seguinte: 

PORQUE FALHARAM AS COMUNICAÇÕES EM PEDROGÃO GRANDE?

  1. Porque arderam as linhas de alimentação em pelo menos uma TBS (TETRA base station) (estação retransmissora SIRESP), e as baterias não têm autonomia por falta de manutenção, ficou precocemente inoperativa;
  2. O facto de alegadamente  terem ardido linhas de dados que asseguram a ligação de dados entre TBS e servidor, mas sobre isto nem me vou alongar por esta via, explicarei em pormenor pessoalmente a quem interesse na estrutura;
  3. Porque não existem redundâncias ao SIRESP que foram aparentemente pagas mas não instaladas;
  4. No domingo de manhã chegou ao terreno pouco passava das 5horas, uma viatura da SIRESP S.A., alegadamente a única que está operacional, apesar de recentemente a ANPC ter adquirido duas pick-up com semelhante missão. A viatura foi colocada num local que somente possibilitava garantir pouco mais de 1/3 da cobertura dos teatros de operações;
  5. Os terminais SIRESP portáteis estão equipados com antena helicoidal encurtada para proporcionar mais comodidade no seu transporte, antenas essas que somente se adequam ao meio urbano. Enviar pessoas com rádios com aquelas antenas encurtadas e não de quarto de onda completo, para incêndios florestais onde há reduzida cobertura, é logo à partida enviá-las para a possibilidade de morte;
  6. O número de canais disponíveis no local somente possibilitaria assegurar uma rede estratégica, contudo como os operadores da ANPC ignoram os aspetos técnicos do sistema TETRA, começaram por atribuir logo à partida mais talk groups do que aqueles que face ao volume de tráfego expectável o sistema poderia suportar, tendo saturado todas as slot´s dos canais disponíveis no local;
  7. O facto de se ter deixado de fazer manutenção aos rádios portáteis de VHF banda alta, nomeadamente a substituição de baterias já sem autonomia, levou a que se sobrecarregasse uma rede SIRESP com características somente adequadas à estratégia e alta-direção, com tática, manobra, e comando;
  8. Alguns terminais SIRESP sofrem da mesma falta de manutenção de baterias...;
  9. A distribuição de operadores rádio no posto de comando era a típica de um cenário de operações de socorro e não de uma operação de proteção civil, se em teoria as duas viaturas ( Bombeiros, e Proteção Civil) geririam uma o comando das operações de socorro, e a da ANPC a operação de proteção civil, ambas se envolveram na gestão das operações de socorro alheando-se parcialmente da gestão da operação de proteção civil. Inúmeras comunicações ficaram sem resposta via canais alternativos de banda alta que não estavam a ser monitorizados, ou cuja a receção era atenuada pela proximidade de frequências e antenas, sem que qualquer uma das viaturas disponha de filtros de rejeição, o que determina que uma emissão anule a receção a todos os outros equipamentos convencionais e digitais em frequências próximas. As viaturas de comando e comunicações foram pagas a preço de outro e estão mal concebidas porque privilegiam comodidade em detrimento de caraterísticas técnicas dos meios de radiocomunicações, já que nenhum dos rádios ali instalado sofreu ajustes de frontend para este tipo de operação;
  10. Como a operação não foi desde logo encarada como de proteção civil, não foram atempadamente ativados os meios adequados, ou sequer o plano municipal de proteção civil em devido tempo, tendo tardiamente sido ativado o plano distrital,quando na realidade já deveria estar ativado o plano nacional que não chegou a ser ativado;
  11. Atendendo a que as autoridades e agentes de proteção civil não encaram a operação de proteção civil, alguns dos equipamentos fundamentais para contacto local com a população não foram atempadamente ativados, ninguém no posto de comando assumiu as comunicações com radioamadores e operadores da banda do cidadão, apesar de se saber que muitas localidades estavam privadas de comunicação, deixaram-se assim as populações à mercê da própria sorte como na idade da pedra, até que lá chegasse um mensageiro;
  12. Os radioamadores que estiveram no terreno não foram monitorizados nem no posto de comando nem no SMPC, no primeiro porque ninguém se lembrou ou sabe operar tais equipamentos, e no segundo porque sequer dispõe de tais equipamentos e pessoal habilitado para o operar, o que determinou que por exemplo radioamadores em zona sem cobertura de telemóvel tivessem de solicitar a outro radioamador via repetidor VHF do Alto de Trevim que informassem de outra estrada tomada pelas chamas que não fosse a intervenção de voluntários de proteção civil, que avisaram os automobilistas, poderia ter sido uma segunda "estrada da morte", tendo o radioamador que recebeu as coordenadas transmitido a mensagem ao CDOS de Leiria via 117;
  13. Havia na zona algumas habitações e viaturas com rádio CB, mas ninguém no posto de comando monitorizou tal frequência;
  14. Os radioamadores cebêistas, e até rádio-operadores da banda livre PMR446 nunca deixaram de ter as comunicações expectáveis para os meios que usaram, mas os intervenientes nas operações de socorro não conseguiram com um sistema de milhões ter o que radioamadores e rádio-operadores tiveram com " tostões";
  15. Exige-se alegadamente tantos requisitos ao operadores de telecomunicações da ENB/LBP que trabalham para a ANPC, mas nem sequer conhecimentos de radioamador se exige, pelo menos para saberem porque raio levantam a antena de HF da viatura de comunicações, aquela que por vezes até serve para ouvir a bola, mas não alguém a pedir socorro o a informar que vai socorrer;
  16. Embora regulamentado, algumas viaturas de combate a incêndios que estivaram no terreno não tinham instalado rádio de VHF banda-alta que possibilitasse servir como redundância; 
  17. A GNR dispõe de infraestruturas móveis de reserva em radiocomunicações que poderiam ter sido acionados para o local, nomeadamente para linkar SIRESP com banda Alta. Tanto um camion como um jipe dos GIPS, que não foram mobilizados. Este jipe está encostado e nunca foi usado exceto em exposições de meios, carecendo de uma profunda revisão, mas o essencial para melhorar as comunicações neste caso está lá e estava operacional na ultima vez que foi visto;
  18. O RSB de Lisboa tem algumas viaturas com rádios de HF que poderiam comunicar com o ICOM IC706MKII que está instalado no posto de comando, mas dos operacionais do RSB no terreno ninguém foi formado para operar aquele equipamento, e no posto de comando ninguém sabe usar o rádio de HF.

Existia rede SIRESP no local e momento onde perdeu a vida um Bombeiro? Eu não sei, mas tenho curiosidade em saber! 

Em suma as comunicações falharam por diversos motivos, técnicos, e humanos, mas essencialmente porque as comunicações foram geridas por operadores rádio, e não por especialistas em radiocomunicações de emergência.

O que aconteceu ali com o SIRESP foi o mesmo já já havia acontecido nos incêndios na Ilha da Madeira há poucos anos, pelo que me questiono quantas pessoas afinal terão de morrer para que admitam de uma vez por todas que tal como está a única coisa que o SIRESP garante são vulnerabilidades potencialmente trágicas, pago a preço de ouro!

Questione-se à Cruz Vermelha se tinha comunicações na sua rede própria, e quanto custou essa rede!

Porque foi desmantelada a rede 150 da GNR? Porque fizeram o mesmo com a rede de VHF banda baixa dos Bombeiros?

O SIRESP tal como está é uma rede celular com ligação por cabo de dados entre si, que em caso de incêndio é muito vulnerável.

COMO PODERIAM NÃO TER FALHADO AS COMUNICAÇÕES?

  1. A rede SIRESP deveria ter sido usada somente como rede Estratégica e deste modo teria cumprido a sua missão se para o local tivessem sido enviadas as duas pick.-up´s da ANPC que alegadamente estão inoperacionais, ou em alternativa uma das viaturas da GNR que dispõe de link SIRESP para VHF convencional;
  2. Se todos os operacionais tivessem rádio de VHF Banda-Alta haveria alternativa quer através do repetidor B Lousã, quer através do repetidor B-candeeiros, ou mesmo através do repetidor B-Estrela. Porém o B-Lousã já estava com algum tráfego resultante do incêndio em Góis, que inteligentemente se socorreram do VHF convencional;
  3. Todos os canais simplex sejam de manobra táticos ou de comando, deveriam estar monitorizados no posto de comando e estações remotas em viaturas de comando ou outras só com esse propósito, garantindo-se assim que ao invés do que aconteceu nenhum pedido de socorro ou ajuda ficaria sem resposta em vias que embora possam não ser dedicadas ao efeito seriam uma alternativa. Esta resposta na falta de bombeiros para a operação pode ser assegurada até por radioamadores integrados como voluntários de proteção civil e previamente treinados para o efeito. Esta colaboração dos radioamadores deve estar previamente definida para que estes possam articular-se com o CDOS, ou com o posto de comando, de forma integrada sem causar constrangimentos à operação;
  4. Obviamente que para tudo isto funcionar todos teriam de ter rádio VHF com antenas adequadas à operação em meio florestal (coisa que não têm e nunca tiveram), mas também teria de haver outra hierarquização e disciplina nas comunicações, nada que não se resolva se para isso houver vontade;
  5. A simplificação de tudo isto passaria por colocar no ar logo após a deteção do foco de incêndio, um helicóptero de observação responsável por ordenar os preventivos cortes de vias, para evitar situações como a "estrada da morte", tendo este meio aéreo que possuir a bordo um repetidor VHF móvel para assegurar a comunicação em terra, bem como um operador dedicado à monitorização de um canal simplex dedicado a pedidos de socorro;
  6. A ligação redundante ao CNOS deve ser efetuada em HF, sem necessidade de qualquer repetidor, rede SIRESP, ou satélite, mas para isso importa que todos os operadores estejam aptos a operar o rádio de HF, uma vez mais aqui qualquer radioamador o saberia operar. É claro que o telefone de satélite pode ser uma solução para este efeito, mas muito dispendiosa e não tão prática.
    Deste modo não haveria qualquer possibilidade de falha nas comunicações, desde que se inclua no local um especialista em radioacomunicações de emergência e catástrofe, ao invés de Engenheiros de telecomunicações e outros licenciados especialistas nas suas áreas técnicas mas sem noção de como se gerem as comunicações de emergência, ou catástrofe.

Com os nossos melhores cumprimentos,

Associação de Proteção & Socorro 

Associação Federativa

P´la Direção

João Paulo Saraiva 

Presidente da Direcção / Coordenador da Unidade Operacional 

PRESIDENTE DO MUNICÍPIO FAMALICENSE PARTICIPA NAS COMEMORAÇÕES DOS 90 ANOS DOS BOMBEIROS VOLUNTÁRIOS

Este domingo, 25 de junho, a partir das 11h00, Paulo Cunha participa nas comemorações de Gavião e dos Bombeiros Famalicenses

O presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, Paulo Cunha, participa neste domingo, dia 25 de junho, nas comemorações do Dia da Freguesia de Gavião, que decorrem pelas 11h00. De seguida, o autarca participará na sessão solene comemorativa do 90.º aniversário da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários Famalicenses.

BOMBEIROS VÃO PARA OS INCÊNDIOS DE COMBÓIO

De acordo com a edição de hoje do Jornal de Notícias, o “Governo quer evitar desgaste de carros e garantir que as corporações não chegam cansadas aos incêndios de Viana do Castelo”. E acrescenta: “Este verão, 90 bombeiros vão deslocar-se de Lisboa e para os incêndios em Viana do Castelo de autocarro e de comboio. O objetivo, explicou o secretário de Estado da Administração Interna, é evitar que as corporações cheguem "cansadas" aos teatros de operações e, ao mesmo tempo, "evitar o desgaste" das viaturas de serviço e os acidentes.”

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Atendendo a que a rede ferroviária não abrange concelhos como Ponte de Lima, Ponte da Barca, Arcos de Valdevez, Paredes de Coura, Vila Nova de Cerveira e muitas outras em toda a região do Minho, deduzimos que quando sejam chamados a intervir em algumas destas localidades, os soldados da paz recorrerão aos serviços das empresas de camionagem em versão de outsourcing ou, em alternativa, irão de carro-de-praça, vulgo táxi, até ao local do sinistro, munidos das suas mangueiras, machados e outros instrumentos de combate aos fogos.

Naturalmente, para que as corporações não cheguem “cansadas” até aos teatros de operações, os autocarros que os transportarão desbravarão a densa e flamejante floresta para que os nossos bombeiros cheguem ao local fresquinhos que nem uma alface e, desse modo, possam combater o sinistro da forma mais confortável!

Portugal entrou no domínio da realidade virtual, o mesmo é dizer do surreal!

BOMBEIROS DE CERVEIRA ESPECIALIZAM-SE EM SOCORRO AQUÁTICO

Bombeiros Voluntários dotados com barco e equipa especializada em socorro aquático

A Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Vila Nova de Cerveira apresentou, este sábado, o novo barco e a equipa de 10 mergulhadores especializada em socorro aquático. Com suporte financeiro da Câmara Municipal, ‘Socorro Eficaz - Rio Seguro’ foi o projeto mais votado na edição 2016 do Orçamento Participativo Geral (OPG). Autarca Fernando Nogueira participou na viagem inaugural da embarcação.

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Banhado pelos rios Minho e Coura, o concelho de Vila Nova de Cerveira é frequentemente procurado quer por cerveirenses, quer por visitantes, para a realização de atividades de caráter lúdico e profissional, mas também desportivo.

Devido à possibilidade de ocorrência de sinistros em meio aquático e a necessidade de prestar socorro de forma mais eficiente e segura, uma das três propostas vencedoras do OPG visou dotar os bombeiros voluntários de Cerveira de conhecimentos técnicos, mas também de instrumentos e de ferramentas nesta especificidade. De sublinhar que os ‘soldados da paz’ cerveirenses tinham um barco que se encontrava em fim de vida, completamente obsoleto e nada funcional, não respondendo às reais necessidades afetas a uma operação de socorro.

Tendo sido a proposta mais votada do OPG com 1348 votos, o projeto tornou-se realidade após a aquisição de equipamento de mergulho/socorro e de um novo barco apropriado, bem como a criação de uma equipa composta por 10 mergulhadores que concluíram o primeiro passo de formação com o nível I da CMAS, estando prevista a realização de cursos de especialização para os próximos meses. A apresentação pública desta nova valência decorreu, no passado sábado, numa cerimónia simbólica que contou com a presença da direção da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários, Comandante e do Corpo Ativo, bem como do presidente da Câmara Municipal, Fernando Nogueira, e de outras entidades locais. Na margem do rio Minho, o padre Jorge Esteves procedeu à bênção da nova embarcação que, posteriormente, fez a sua viagem inaugural. No quartel, foram entregues os cartões de certificação de mergulhadores.

Em 2016, o Orçamento Participativo Geral de Vila Nova de Cerveira registou uma enorme participação, tendo sido eleitos três projetos vencedores que já estão a ser implementados, num investimento de 30 mil euros cada suportado pela Câmara Municipal. Depois da entrega da carrinha ao Clube Desportivo de Cerveira e do barco/constituição de equipa de mergulhadores dos Bombeiros Voluntários, resta o projeto de Valorização do Couço do Monte Furado que já se encontra em pedido de licenciamento ao IPPAR.

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CERVEIRA REQUALIFICA ANTIGO QUARTEL DOS BOMBEIROS VOLUNTÁRIOS

Autarquia e ESG estabelecem bases para reabilitação do Antigo Quartel dos Bombeiros Voluntários

A reutilização das instalações do Antigo Quartel dos Bombeiros Voluntários de Vila Nova de Cerveira, protocolada entre a Câmara Municipal e a Escola Superior Gallaecia em 2010, foi um dos assuntos debatidos no período antes da ordem do dia, da última reunião de câmara. Direção daquela escola universitária reafirma interesse e vontade em continuar no concelho, e Município em dar cumprimento ao protocolo de comodato. Garantido o financiamento, obras no edifício só depois da XIX Bienal Internacional de Arte de Cerveira.

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Com 22 anos de atividade em Vila Nova de Cerveira, a Escola Superior Gallaecia – única no distrito com estatuto de escola universitária -, antevê um aumento previsional significativo de estudantes e, consequentemente, a necessidade de ampliação do seu espaço. É sob este cenário que a direção e a autarquia já estão, há alguns meses, a trabalhar numa solução viável, no sentido de avançar com a recuperação do Antigo Quartel dos Bombeiros Voluntários para acolher a ampliação daquela escola.

A “intenção sólida de permanência” em Vila Nova de Cerveira foi manifestada pela direção da ESG em carta dirigida ao presidente da Câmara Municipal, que a remeteu para conhecimento da vereação, reunida a 31 de maio. Fernando Nogueira revelou que estão estabelecidas as bases para a reabilitação do edifício em causa, respeitando e dando cumprimento às decisões tomadas pelo executivo anterior, plasmadas no protocolo de comodato celebrado em 2010 e em vigor por um período de 20 anos.

Até ao momento, a Escola Superior Gallaecia já investiu cerca de 200 mil euros na melhoria das instalações e na construção da Magic Box. O projeto entretanto desenvolvido para o futuro integra uma das cinco ações prioritárias do Plano de Ação de Regeneração Urbana (PARU) do Município de Vila Nova de Cerveira, no qual cabe à autarquia a intervenção exterior (cobertura e fachada) e à ESG os trabalhos no interior. As obras só ainda não avançaram, porque o espaço em causa é imprescindível para acolher a XIX Bienal Internacional de Arte de Cerveira, agendada para de 15 de julho a 16 de setembro.