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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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MUNICÍPIO DE AMARES APOIA AQUISIÇÃO DE NOVA AMBULÂNCIA PARA OS BOMBEIROS VOLUNTÁRIOS DE AMARES

Foi aprovada ontem, por unanimidade, em reunião de câmara, a proposta para aprovação de concessão de apoio financeiro à Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Amares para comparticipação nas despesas com a aquisição de uma nova ambulância de Transporte de Doentes não Emergentes.

A proposta, apresentada pelo presidente Manuel Moreira, representa um apoio financeiro no montante de €10.000,00.

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ESPOSENDE APOIA BOMBEIROS

Município de Esposende atribui apoio financeiro de 35 mil euros aos bombeiros

A Câmara Municipal de Esposende aprovou, por unanimidade, em reunião do Executivo, a concessão de apoios financeiros de 35 mil euros, às corporações de bombeiros do concelho: à Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários de Esposende e à Benemérita Associação dos Bombeiros Voluntários de Fão. O subsídio anual de 17.500 euros a cada uma das corporações, constitui importante apoio para que os soldados da paz prossigam a missão no plano da Proteção Civil, assegurando o serviço às populações do município, no socorro aos acidentes de viação e transporte de doentes, assim como nos incêndios ou outras emergências.

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Segundo a proposta que subiu a votação, apresentada pelo vereador com a área funcional da Proteção Civil, Maranhão Peixoto, a conjuntura económico-financeira que o país atravessa, aliada a um conjunto de alterações na legislação que enquadram esta atividade, tem afetado de forma muito significativa a estabilidade destas associações, nomeadamente no que concerne às suas fontes de financiamento. Por isso, para que não haja limitações ao excelente desempenho das duas corporações de bombeiros e na continuidade das políticas de apoio institucional desenvolvidas pelo Município de Esposende, serão atribuídos montantes de 17.500 euros a cada uma das corporações.

Lembre-se que a autarquia mantém um apoio permanente às duas corporações, na compra de viaturas, ajuda na elaboração de candidaturas a fundos, ajuda em eventos e no subsídio anual, já por este executivo aumentado (o apoio passou de 14 000 para 17 500 euros em 2014).

Na reunião do Executivo foi, ainda, aprovado por unanimidade, o projeto de execução, para a requalificação da Escola Henrique Medina. Esta aprovação visa a submissão do projeto a candidatura.

Os arquitetos responsáveis pelo projeto de requalificação da Escola Henrique Medina estiverem presentes na reunião, tendo esclarecido dúvidas de vereadores e do público. Informou Marques Franco que o presidente da Câmara pediu contensão nos custos, pelo que a escolha dos materiais foi criteriosa, atendendo ao uso intensivo que estes locais têm e à falta de manutenção.

O projeto de requalificação da Escola Secundária com 3.º Ciclo Henrique Medina resulta do acordo entre o Município de Esposende e o Ministério da Educação e Ciência, prefigurando a primeira grande intervenção, desde que foi inaugurada, há 36 anos.

O projeto do arquiteto Marques Franco, prevê, na primeira fase de intervenção, a ampliação e a reformulação do refeitório, a construção de um bloco virado a nascente, na entrada da escola, que albergará o Polivalente, a Biblioteca, o Auditório, a Reprografia/ Papelaria, espaço para a direção e atendimento aos pais (espaço para diretores de turma), Secretaria, Sala de descanso e balneários para o pessoal. Nesta fase, deverão ser também removidas as coberturas existentes em amianto e na fase seguinte será efetuada a ligação entre os blocos de aulas, concluindo o projeto.

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BOMBEIROS FAMALICENSES COMEMORAM 90 ANOS COM NOVAS VIATURAS

Paulo Cunha marcou presença na sessão solene e garantiu a proximidade da autarquia às corporações do concelho

Os Bombeiros Voluntários Famalicenses contam desde este domingo, 25 de junho, com uma nova ambulância de socorro, um carro de comando e ainda um veículo para combate a matérias perigosas, que foi recuperado.

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A bênção das novas viaturas decorreu na cerimónia de comemoração dos 90 anos da corporação. “Preenchemos uma lacuna que era a necessidade de um carro de combate às matérias perigosas”, adiantou Bruno Alves, Comandante dos Bombeiros Famalicenses, na sessão solene a que se associaram, entre outros, o Presidente da Câmara Municipal, Paulo Cunha, e o Presidente da Liga Portuguesa de Bombeiros, Jaime Marta Soares.

Os Bombeiros Voluntários Famalicenses contam com 333 elementos, dos quais 140 bombeiros no ativo. Paulo Cunha transmitiu “uma palavra de apreço e gratidão a todos os voluntários” e garantiu a proximidade institucional da autarquia aos corpos de bombeiros do concelho, “consequência da importância do trabalho que desenvolvem”.

A cerimónia ficou ainda marcada pela apresentação da Escola de Cadetes e Infantes da corporação, com 40 elementos dos 6 aos 16 anos. Uma estrutura que Paulo Cunha considera da maior importância, pois “promove os valores da solidariedade entre os mais novos, incentiva à prática do voluntariado e pensa em novas gerações de bombeiros”.

Bruno Alves desafiou os deputados presentes na sessão solene a discutir e analisar na Assembleia da República um decreto “consubstanciado” para que as medidas na área da proteção civil sejam eficazes e adequadas. O comandante defendeu a criação de um“comando autónomo para os bombeiros, de modo a que cada entidade da Proteção Civil tenha uma área de atuação definida”.

O Presidente dos Bombeiros Famalicenses, António Meireles, lembrou que a corporação“tem projetos ambiciosos que aguardam parecer da tutela”. Segundo o responsável, já estão reunidos todos os pareceres necessários, faltando apenas “luz verde” do Ministério da Administração Interna para que o Centro de Formação e Treinos e Base de Apoio Logístico possa avançar.

PORQUE FALHARAM AS COMUNICAÇÕES EM PEDROGÃO GRANDE?

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Estive faz hoje 8 dias no teatro de operações de Pedrogão Grande, e sobre a falha nas comunicações oferece-se-me partilhar com Vexas o seguinte: 

PORQUE FALHARAM AS COMUNICAÇÕES EM PEDROGÃO GRANDE?

  1. Porque arderam as linhas de alimentação em pelo menos uma TBS (TETRA base station) (estação retransmissora SIRESP), e as baterias não têm autonomia por falta de manutenção, ficou precocemente inoperativa;
  2. O facto de alegadamente  terem ardido linhas de dados que asseguram a ligação de dados entre TBS e servidor, mas sobre isto nem me vou alongar por esta via, explicarei em pormenor pessoalmente a quem interesse na estrutura;
  3. Porque não existem redundâncias ao SIRESP que foram aparentemente pagas mas não instaladas;
  4. No domingo de manhã chegou ao terreno pouco passava das 5horas, uma viatura da SIRESP S.A., alegadamente a única que está operacional, apesar de recentemente a ANPC ter adquirido duas pick-up com semelhante missão. A viatura foi colocada num local que somente possibilitava garantir pouco mais de 1/3 da cobertura dos teatros de operações;
  5. Os terminais SIRESP portáteis estão equipados com antena helicoidal encurtada para proporcionar mais comodidade no seu transporte, antenas essas que somente se adequam ao meio urbano. Enviar pessoas com rádios com aquelas antenas encurtadas e não de quarto de onda completo, para incêndios florestais onde há reduzida cobertura, é logo à partida enviá-las para a possibilidade de morte;
  6. O número de canais disponíveis no local somente possibilitaria assegurar uma rede estratégica, contudo como os operadores da ANPC ignoram os aspetos técnicos do sistema TETRA, começaram por atribuir logo à partida mais talk groups do que aqueles que face ao volume de tráfego expectável o sistema poderia suportar, tendo saturado todas as slot´s dos canais disponíveis no local;
  7. O facto de se ter deixado de fazer manutenção aos rádios portáteis de VHF banda alta, nomeadamente a substituição de baterias já sem autonomia, levou a que se sobrecarregasse uma rede SIRESP com características somente adequadas à estratégia e alta-direção, com tática, manobra, e comando;
  8. Alguns terminais SIRESP sofrem da mesma falta de manutenção de baterias...;
  9. A distribuição de operadores rádio no posto de comando era a típica de um cenário de operações de socorro e não de uma operação de proteção civil, se em teoria as duas viaturas ( Bombeiros, e Proteção Civil) geririam uma o comando das operações de socorro, e a da ANPC a operação de proteção civil, ambas se envolveram na gestão das operações de socorro alheando-se parcialmente da gestão da operação de proteção civil. Inúmeras comunicações ficaram sem resposta via canais alternativos de banda alta que não estavam a ser monitorizados, ou cuja a receção era atenuada pela proximidade de frequências e antenas, sem que qualquer uma das viaturas disponha de filtros de rejeição, o que determina que uma emissão anule a receção a todos os outros equipamentos convencionais e digitais em frequências próximas. As viaturas de comando e comunicações foram pagas a preço de outro e estão mal concebidas porque privilegiam comodidade em detrimento de caraterísticas técnicas dos meios de radiocomunicações, já que nenhum dos rádios ali instalado sofreu ajustes de frontend para este tipo de operação;
  10. Como a operação não foi desde logo encarada como de proteção civil, não foram atempadamente ativados os meios adequados, ou sequer o plano municipal de proteção civil em devido tempo, tendo tardiamente sido ativado o plano distrital,quando na realidade já deveria estar ativado o plano nacional que não chegou a ser ativado;
  11. Atendendo a que as autoridades e agentes de proteção civil não encaram a operação de proteção civil, alguns dos equipamentos fundamentais para contacto local com a população não foram atempadamente ativados, ninguém no posto de comando assumiu as comunicações com radioamadores e operadores da banda do cidadão, apesar de se saber que muitas localidades estavam privadas de comunicação, deixaram-se assim as populações à mercê da própria sorte como na idade da pedra, até que lá chegasse um mensageiro;
  12. Os radioamadores que estiveram no terreno não foram monitorizados nem no posto de comando nem no SMPC, no primeiro porque ninguém se lembrou ou sabe operar tais equipamentos, e no segundo porque sequer dispõe de tais equipamentos e pessoal habilitado para o operar, o que determinou que por exemplo radioamadores em zona sem cobertura de telemóvel tivessem de solicitar a outro radioamador via repetidor VHF do Alto de Trevim que informassem de outra estrada tomada pelas chamas que não fosse a intervenção de voluntários de proteção civil, que avisaram os automobilistas, poderia ter sido uma segunda "estrada da morte", tendo o radioamador que recebeu as coordenadas transmitido a mensagem ao CDOS de Leiria via 117;
  13. Havia na zona algumas habitações e viaturas com rádio CB, mas ninguém no posto de comando monitorizou tal frequência;
  14. Os radioamadores cebêistas, e até rádio-operadores da banda livre PMR446 nunca deixaram de ter as comunicações expectáveis para os meios que usaram, mas os intervenientes nas operações de socorro não conseguiram com um sistema de milhões ter o que radioamadores e rádio-operadores tiveram com " tostões";
  15. Exige-se alegadamente tantos requisitos ao operadores de telecomunicações da ENB/LBP que trabalham para a ANPC, mas nem sequer conhecimentos de radioamador se exige, pelo menos para saberem porque raio levantam a antena de HF da viatura de comunicações, aquela que por vezes até serve para ouvir a bola, mas não alguém a pedir socorro o a informar que vai socorrer;
  16. Embora regulamentado, algumas viaturas de combate a incêndios que estivaram no terreno não tinham instalado rádio de VHF banda-alta que possibilitasse servir como redundância; 
  17. A GNR dispõe de infraestruturas móveis de reserva em radiocomunicações que poderiam ter sido acionados para o local, nomeadamente para linkar SIRESP com banda Alta. Tanto um camion como um jipe dos GIPS, que não foram mobilizados. Este jipe está encostado e nunca foi usado exceto em exposições de meios, carecendo de uma profunda revisão, mas o essencial para melhorar as comunicações neste caso está lá e estava operacional na ultima vez que foi visto;
  18. O RSB de Lisboa tem algumas viaturas com rádios de HF que poderiam comunicar com o ICOM IC706MKII que está instalado no posto de comando, mas dos operacionais do RSB no terreno ninguém foi formado para operar aquele equipamento, e no posto de comando ninguém sabe usar o rádio de HF.

Existia rede SIRESP no local e momento onde perdeu a vida um Bombeiro? Eu não sei, mas tenho curiosidade em saber! 

Em suma as comunicações falharam por diversos motivos, técnicos, e humanos, mas essencialmente porque as comunicações foram geridas por operadores rádio, e não por especialistas em radiocomunicações de emergência.

O que aconteceu ali com o SIRESP foi o mesmo já já havia acontecido nos incêndios na Ilha da Madeira há poucos anos, pelo que me questiono quantas pessoas afinal terão de morrer para que admitam de uma vez por todas que tal como está a única coisa que o SIRESP garante são vulnerabilidades potencialmente trágicas, pago a preço de ouro!

Questione-se à Cruz Vermelha se tinha comunicações na sua rede própria, e quanto custou essa rede!

Porque foi desmantelada a rede 150 da GNR? Porque fizeram o mesmo com a rede de VHF banda baixa dos Bombeiros?

O SIRESP tal como está é uma rede celular com ligação por cabo de dados entre si, que em caso de incêndio é muito vulnerável.

COMO PODERIAM NÃO TER FALHADO AS COMUNICAÇÕES?

  1. A rede SIRESP deveria ter sido usada somente como rede Estratégica e deste modo teria cumprido a sua missão se para o local tivessem sido enviadas as duas pick.-up´s da ANPC que alegadamente estão inoperacionais, ou em alternativa uma das viaturas da GNR que dispõe de link SIRESP para VHF convencional;
  2. Se todos os operacionais tivessem rádio de VHF Banda-Alta haveria alternativa quer através do repetidor B Lousã, quer através do repetidor B-candeeiros, ou mesmo através do repetidor B-Estrela. Porém o B-Lousã já estava com algum tráfego resultante do incêndio em Góis, que inteligentemente se socorreram do VHF convencional;
  3. Todos os canais simplex sejam de manobra táticos ou de comando, deveriam estar monitorizados no posto de comando e estações remotas em viaturas de comando ou outras só com esse propósito, garantindo-se assim que ao invés do que aconteceu nenhum pedido de socorro ou ajuda ficaria sem resposta em vias que embora possam não ser dedicadas ao efeito seriam uma alternativa. Esta resposta na falta de bombeiros para a operação pode ser assegurada até por radioamadores integrados como voluntários de proteção civil e previamente treinados para o efeito. Esta colaboração dos radioamadores deve estar previamente definida para que estes possam articular-se com o CDOS, ou com o posto de comando, de forma integrada sem causar constrangimentos à operação;
  4. Obviamente que para tudo isto funcionar todos teriam de ter rádio VHF com antenas adequadas à operação em meio florestal (coisa que não têm e nunca tiveram), mas também teria de haver outra hierarquização e disciplina nas comunicações, nada que não se resolva se para isso houver vontade;
  5. A simplificação de tudo isto passaria por colocar no ar logo após a deteção do foco de incêndio, um helicóptero de observação responsável por ordenar os preventivos cortes de vias, para evitar situações como a "estrada da morte", tendo este meio aéreo que possuir a bordo um repetidor VHF móvel para assegurar a comunicação em terra, bem como um operador dedicado à monitorização de um canal simplex dedicado a pedidos de socorro;
  6. A ligação redundante ao CNOS deve ser efetuada em HF, sem necessidade de qualquer repetidor, rede SIRESP, ou satélite, mas para isso importa que todos os operadores estejam aptos a operar o rádio de HF, uma vez mais aqui qualquer radioamador o saberia operar. É claro que o telefone de satélite pode ser uma solução para este efeito, mas muito dispendiosa e não tão prática.
    Deste modo não haveria qualquer possibilidade de falha nas comunicações, desde que se inclua no local um especialista em radioacomunicações de emergência e catástrofe, ao invés de Engenheiros de telecomunicações e outros licenciados especialistas nas suas áreas técnicas mas sem noção de como se gerem as comunicações de emergência, ou catástrofe.

Com os nossos melhores cumprimentos,

Associação de Proteção & Socorro 

Associação Federativa

P´la Direção

João Paulo Saraiva 

Presidente da Direcção / Coordenador da Unidade Operacional 

PRESIDENTE DO MUNICÍPIO FAMALICENSE PARTICIPA NAS COMEMORAÇÕES DOS 90 ANOS DOS BOMBEIROS VOLUNTÁRIOS

Este domingo, 25 de junho, a partir das 11h00, Paulo Cunha participa nas comemorações de Gavião e dos Bombeiros Famalicenses

O presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, Paulo Cunha, participa neste domingo, dia 25 de junho, nas comemorações do Dia da Freguesia de Gavião, que decorrem pelas 11h00. De seguida, o autarca participará na sessão solene comemorativa do 90.º aniversário da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários Famalicenses.

BOMBEIROS VÃO PARA OS INCÊNDIOS DE COMBÓIO

De acordo com a edição de hoje do Jornal de Notícias, o “Governo quer evitar desgaste de carros e garantir que as corporações não chegam cansadas aos incêndios de Viana do Castelo”. E acrescenta: “Este verão, 90 bombeiros vão deslocar-se de Lisboa e para os incêndios em Viana do Castelo de autocarro e de comboio. O objetivo, explicou o secretário de Estado da Administração Interna, é evitar que as corporações cheguem "cansadas" aos teatros de operações e, ao mesmo tempo, "evitar o desgaste" das viaturas de serviço e os acidentes.”

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Atendendo a que a rede ferroviária não abrange concelhos como Ponte de Lima, Ponte da Barca, Arcos de Valdevez, Paredes de Coura, Vila Nova de Cerveira e muitas outras em toda a região do Minho, deduzimos que quando sejam chamados a intervir em algumas destas localidades, os soldados da paz recorrerão aos serviços das empresas de camionagem em versão de outsourcing ou, em alternativa, irão de carro-de-praça, vulgo táxi, até ao local do sinistro, munidos das suas mangueiras, machados e outros instrumentos de combate aos fogos.

Naturalmente, para que as corporações não cheguem “cansadas” até aos teatros de operações, os autocarros que os transportarão desbravarão a densa e flamejante floresta para que os nossos bombeiros cheguem ao local fresquinhos que nem uma alface e, desse modo, possam combater o sinistro da forma mais confortável!

Portugal entrou no domínio da realidade virtual, o mesmo é dizer do surreal!

BOMBEIROS DE CERVEIRA ESPECIALIZAM-SE EM SOCORRO AQUÁTICO

Bombeiros Voluntários dotados com barco e equipa especializada em socorro aquático

A Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Vila Nova de Cerveira apresentou, este sábado, o novo barco e a equipa de 10 mergulhadores especializada em socorro aquático. Com suporte financeiro da Câmara Municipal, ‘Socorro Eficaz - Rio Seguro’ foi o projeto mais votado na edição 2016 do Orçamento Participativo Geral (OPG). Autarca Fernando Nogueira participou na viagem inaugural da embarcação.

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Banhado pelos rios Minho e Coura, o concelho de Vila Nova de Cerveira é frequentemente procurado quer por cerveirenses, quer por visitantes, para a realização de atividades de caráter lúdico e profissional, mas também desportivo.

Devido à possibilidade de ocorrência de sinistros em meio aquático e a necessidade de prestar socorro de forma mais eficiente e segura, uma das três propostas vencedoras do OPG visou dotar os bombeiros voluntários de Cerveira de conhecimentos técnicos, mas também de instrumentos e de ferramentas nesta especificidade. De sublinhar que os ‘soldados da paz’ cerveirenses tinham um barco que se encontrava em fim de vida, completamente obsoleto e nada funcional, não respondendo às reais necessidades afetas a uma operação de socorro.

Tendo sido a proposta mais votada do OPG com 1348 votos, o projeto tornou-se realidade após a aquisição de equipamento de mergulho/socorro e de um novo barco apropriado, bem como a criação de uma equipa composta por 10 mergulhadores que concluíram o primeiro passo de formação com o nível I da CMAS, estando prevista a realização de cursos de especialização para os próximos meses. A apresentação pública desta nova valência decorreu, no passado sábado, numa cerimónia simbólica que contou com a presença da direção da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários, Comandante e do Corpo Ativo, bem como do presidente da Câmara Municipal, Fernando Nogueira, e de outras entidades locais. Na margem do rio Minho, o padre Jorge Esteves procedeu à bênção da nova embarcação que, posteriormente, fez a sua viagem inaugural. No quartel, foram entregues os cartões de certificação de mergulhadores.

Em 2016, o Orçamento Participativo Geral de Vila Nova de Cerveira registou uma enorme participação, tendo sido eleitos três projetos vencedores que já estão a ser implementados, num investimento de 30 mil euros cada suportado pela Câmara Municipal. Depois da entrega da carrinha ao Clube Desportivo de Cerveira e do barco/constituição de equipa de mergulhadores dos Bombeiros Voluntários, resta o projeto de Valorização do Couço do Monte Furado que já se encontra em pedido de licenciamento ao IPPAR.

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CERVEIRA REQUALIFICA ANTIGO QUARTEL DOS BOMBEIROS VOLUNTÁRIOS

Autarquia e ESG estabelecem bases para reabilitação do Antigo Quartel dos Bombeiros Voluntários

A reutilização das instalações do Antigo Quartel dos Bombeiros Voluntários de Vila Nova de Cerveira, protocolada entre a Câmara Municipal e a Escola Superior Gallaecia em 2010, foi um dos assuntos debatidos no período antes da ordem do dia, da última reunião de câmara. Direção daquela escola universitária reafirma interesse e vontade em continuar no concelho, e Município em dar cumprimento ao protocolo de comodato. Garantido o financiamento, obras no edifício só depois da XIX Bienal Internacional de Arte de Cerveira.

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Com 22 anos de atividade em Vila Nova de Cerveira, a Escola Superior Gallaecia – única no distrito com estatuto de escola universitária -, antevê um aumento previsional significativo de estudantes e, consequentemente, a necessidade de ampliação do seu espaço. É sob este cenário que a direção e a autarquia já estão, há alguns meses, a trabalhar numa solução viável, no sentido de avançar com a recuperação do Antigo Quartel dos Bombeiros Voluntários para acolher a ampliação daquela escola.

A “intenção sólida de permanência” em Vila Nova de Cerveira foi manifestada pela direção da ESG em carta dirigida ao presidente da Câmara Municipal, que a remeteu para conhecimento da vereação, reunida a 31 de maio. Fernando Nogueira revelou que estão estabelecidas as bases para a reabilitação do edifício em causa, respeitando e dando cumprimento às decisões tomadas pelo executivo anterior, plasmadas no protocolo de comodato celebrado em 2010 e em vigor por um período de 20 anos.

Até ao momento, a Escola Superior Gallaecia já investiu cerca de 200 mil euros na melhoria das instalações e na construção da Magic Box. O projeto entretanto desenvolvido para o futuro integra uma das cinco ações prioritárias do Plano de Ação de Regeneração Urbana (PARU) do Município de Vila Nova de Cerveira, no qual cabe à autarquia a intervenção exterior (cobertura e fachada) e à ESG os trabalhos no interior. As obras só ainda não avançaram, porque o espaço em causa é imprescindível para acolher a XIX Bienal Internacional de Arte de Cerveira, agendada para de 15 de julho a 16 de setembro.

CABECEIRAS DE BASTO CONCEDE REGALIAS AOS BOMBEIROS VOLUNTÁRIOS

Câmara Municipal aprova primeiros pedidos de redução de IMI para bombeiros voluntários. Regulamento Municipal prevê outras regalias sociais

Desde o passado dia 12 de janeiro do corrente ano que está em vigor, em Cabeceiras de Basto, um Regulamento de Concessão de Regalias Sociais aos Bombeiros Voluntários Cabeceirenses que prevê para bombeiros no ativo, entre outras regalias, a redução de taxas e licenças para construção, reconstrução, ampliação ou conservação de habitação própria e a redução do IMI pago em 25%.

Bombeiros Cabeceirenses - Fanfarra - Dia do Município

Depois de terem sido solicitados e deferidos já 6 pedidos de isenção do pagamento das taxas de frequência das piscinas cobertas a bombeiros voluntários para a corrente época de funcionamento das piscinas, benefício este também previsto no Regulamento, o Executivo Municipal aprovou, na sua última reunião, do passado dia 25 de maio, a compensação, em 25% do IMI – Imposto Municipal sobre Imóveis, a três bombeiros voluntários que o requereram, no âmbito daquele Regulamento. Esta deliberação representa a devolução aos bombeiros requerentes de 25% do montante de IMI pago no corrente ano.

A aprovação deste regulamento resultou da vontade da Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto querer formular e concretizar uma política social de reconhecimento aos Bombeiros Voluntários, através da implementação de medidas em favor dos homens e mulheres que se colocam ao serviço das populações e da defesa do património, medidas estas que visam acarinhar, valorizar, proteger e fomentar o exercício de uma atividade de relevante interesse para a comunidade, em regime de voluntariado.

Para além desta preocupação em incentivar e estimular o voluntariado, a Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto tem, ao longo dos anos, apoiado a Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários Cabeceirenses, através da concessão de apoios financeiros que, no decurso do presente mandato, atingiu já o montante de 127,5 mil euros, para além de alguns outros apoios logísticos pontuais concedidos. De 1994 até aos dias de hoje, os Bombeiros Voluntários Cabeceirenses receberam do orçamento municipal mais de meio milhão de euros, mais concretamente o montante global de 528 mil euros, para financiamento das suas atividades, para apoio à aquisição de veículos e apoio à obra de construção do quartel. A Câmara Municipal concedeu, ainda, a esta importante instituição apoio técnico na preparação de candidaturas a programas nacionais ou comunitários, bem como apoio técnico de fiscalização na obra de reconstrução e ampliação do seu quartel.

Por sua vez, os Bombeiros Cabeceirenses têm sido importante parceiro da Câmara Municipal. Para além do trabalho que desenvolvem no âmbito das suas atribuições e competências, têm colaborado com a Câmara Municipal em inúmeras situações de que se destaca, entre outras, a participação da sua Fanfarra em iniciativas municipais, a limpeza de espaços públicos ou o abastecimento de água aos depósitos nos momentos críticos de falha ou redução de caudais das nascentes.

A Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto incentiva assim os voluntários a requererem os benefícios que o Regulamento estabelece tal como o fizeram já alguns dos elementos do corpo ativo daquela corporação de Bombeiros.

PONTE DE LIMA REQUALIFICA INSTALAÇÕES DA SECÇÃO DO FREIXO DOS BOMBEIROS VOLUNTÁRIOS

Requalificação das Instalações da Secção de Freixo dos Bombeiros Voluntários de Ponte de Lima. Inauguração – 25 de abril – 11 horas com a presença do Secretário de Estado da Administração Interna

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O Secretário de Estado da Administração Interna, Jorge Gomes, inaugura amanhã, terça-feira, 25 de abril, às 11 horas a “Requalificação das Instalações da Secção de Freixo dos Bombeiros Voluntários de Ponte de Lima”.

O Município de Ponte de Lima e a junta de freguesia de Ardegão, Freixo e Mato, ao abrigo do leque de empreendimentos transversais ao plano da requalificação e da beneficiação de infraestruturas, apoiaram a obra da responsabilidade dos Bombeiros Voluntários de Ponte de Lima.

Depois de analisada a configuração e a morfologia do terreno, a empreitada foi viabilizada, tendo em vista a agilização da resposta do quartel, e consequente eficácia de cobertura do território.

Neste contexto, “funcionalidade” foi a palavra de ordem, durante o processo de modernização e de melhoria dos serviços de proteção civil e socorro. Estabeleceu-se simultaneamente como propósito, a valorização e a dignificação dos bombeiros, através da criação de melhores condições de trabalho.

Sendo um investimento no valor de 318.211,59€+Iva, a obra foi cofinanciada pelo POSEUR - Programa Operacional Sustentabilidade e Eficiência no Uso de Recursos - Portugal 2020 e pelo Fundo de Coesão da União Europeia.

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BRAGA REIVINDICA EQUIPA PERMANENTE DE SAPADORES FLORESTAIS

Município formalizou apoio à candidatura da Associação Florestal do Cávado

O Município de Braga formalizou o apoio à candidatura para a constituição de uma equipa permanente de Sapadores Florestais no Concelho, apresentada pela Associação Florestal do Cávado. A declaração de compromisso assinada esta Segunda-feira, 3 de Abril, pelo presidente da Câmara Municipal de Braga, Ricardo Rio, garante todo o apoio do Município à criação desta equipa com o intuito de diminuir o risco de incêndios e contribuir para a valorização do património florestal do Concelho.

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A área de intervenção proposta na candidatura incide sobre os perímetros florestais do Bom Jesus e do Sameiro, espaços que apresentam enorme importância não só a nível florestal, mas também no plano paisagístico, cultural, religioso, turístico e ambiental, cuja protecção e preservação é considerada uma prioridade em termos de defesa da floresta contra incêndios.

A constituição de uma equipa de Sapadores Florestais no Concelho irá contribuir decisivamente para a diminuição do risco de incêndio numa área sensível e recorrentemente afectada por incêndios, aumentando significativamente a resiliência do território aos incêndios florestais.

A comprovar a importância desta área florestal, destaca-se a candidatura a Património Mundial da Humanidade da Unesco, que integra todo o conjunto arquitectónico e paisagístico do Bom Jesus do Monte, onde se destaca a basílica, os escadórios, o funicular e um espaço florestal com 25 hectares. Para além desta área, a proposta da Associação Florestal do Cávado inclui o Santuário do Sameiro, o monumento em honra do Coração Eucarístico de Jesus e a Capela de St.ª Marta, espaços de peregrinação e de grande interesse para o turismo religioso, com especial enfoque no Verão.

Face a estas características ímpares e à sua sensibilidade, esta é uma área já classificada pela Autoridade Nacional de Protecção Civil como sendo prioritária para a intervenção com meios aéreos, estando inclusive sinalizada como área de ‘Perigosidade Alta e Muito Alta’ de incêndio florestal. Esta é também uma área que apresenta um risco elevado pela proximidade a áreas florestais dos concelhos vizinhos de Guimarães e Póvoa de Lanhoso.

Nos últimos anos tem-se verificado nesta zona um elevado número de ocorrências, contabilizando-se grandes áreas ardidas, como no ano transacto cuja área ardida foi superior a 500 hectares, pelo que se reveste de especial importância o reforço da prevenção e vigilância deste espaço florestal, facto já identificado no Plano Municipal de Defesa da Floresta Contra Incêndios (PMDFCI).

BARQUENSES CAMINHAM EM SOLIDARIEDADE PELO BOMBEIROS VOLUNTÁRIOS DO SEU CONCELHO

Iniciativa insere-se no Peneda Gerês Trail Adventure e acontece no dia 8 de abril

O Peneda Gerês Trail Adventure (PGTA) está de volta em 2017 para mais uma semana de aventura e descoberta nos fantásticos trilhos do Parque Nacional Peneda Gerês. Como nas edições anteriores, a vertente solidária também estará presente na edição deste ano, com o PGTA Solidário.

O PGTA solidário contará com três caminhadas solidárias, sendo que a de Ponte da Barca vai ter lugar no dia 8 de abril, a partir das 20h00, junto ao edifício dos Paços do Concelho. As inscrições deverão ser efetuadas no secretariado da prova, igualmente nos Paços do Concelho, cujo custo de 3€ reverterá a favor da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Ponte da Barca.

Desta forma a organização quer honrar o trabalho excepcional desta grande instituição que tanto contribui para conservar a riqueza natural do nosso país!

VIZELA AJUDA BOMBEIROS

Câmara Municipal de Vizela doou terreno à RAHBVV para instalação do Centro de Instrução de Bombeiros

O Presidente da Câmara Municipal de Vizela, Dinis Costa, e o Presidente da Real Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Vizela, João Ilídio Costa, assinaram a escritura de doação de um terreno destinado à criação de um Centro de Instrução de Bombeiros, a ser reconhecido e homologado pela Escola Nacional de Bombeiros.

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A assinatura da referida escritura teve lugar no passado dia 3 de março, a qual estabelece que a Autarquia doou à RAHBVV um terreno com a área de 10.200,00 m2, sito no Lugar da Cruz de Vilar, União das Freguesias de Caldas de Vizela (S. Miguel e S. João), concelho de Vizela, a confrontar de Norte com Endutex, Lda., de Sul e Nascente com caminho e de Poente com José Luis Ferreira Pinto, descrito na Conservatória do Registo Predial de Vizela sob o n.º 814 e inscrito na matriz predial rústica da respetiva freguesia sob o artigo 276.

De realçar a proposta de doação, sem qualquer condição ou ónus, foi aprovada na reunião do executivo Municipal do passado doa 16 de fevereiro.

 

BRAGA APOSTA NO DESENVOLVIMENTO DE COMPETÊNCIAS DOS BOMBEIROS SAPADORES

A Companhia de Bombeiros Sapadores de Braga está a desenvolver uma acção de formação em Salvamento e Desencarceramento de nível II, ministrado pela Escola Nacional de Bombeiros.

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Esta iniciativa reflecte a aposta do Município de Braga na qualificação dos recursos humanos da sua Companhia de Bombeiros Sapadores, com o objectivo de dotar os formandos com competências técnico-operacionais para chefiar equipas em operações de salvamento e desencarceramento rodoviário e similares.

Já no ano transacto, o Município de Braga proporcionou um total de 6208 horas de formação aos profissionais da Companhia de Bombeiros Sapadores de Braga, atingindo 160 operacionais, que adquiriram competências em diversos cursos, nomeadamente em incêndios urbanos e industrias, em segurança e comportamento em incêndios florestais, em mergulho, na formação de tripulantes de ambulância de socorro, em segurança contra incêndios em edifícios, salvamento e desencarceramento, entre outros.

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BOMBEIROS DE CERVEIRA TÊM NOVOS VOLUNTÁRIOS

Bombeiros Voluntários com 10 novos membros

O Corpo Ativo dos Bombeiros Voluntários de Vila Nova de Cerveira ficou mais enriquecido com a incorporação de 10 novos bombeiros que receberam as suas divisas este fim-de-semana. Autarquia orgulha-se pelo altruísmo destes cerveirenses em abraçar tão nobre causa.

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Para assinalar o momento da passagem ao quadro ativo destes novos Bombeiros decorreu, no passado sábado, uma cerimónia de imposição de divisas presidida pelo autarca cerveirense Fernando Nogueira, além da presença dos membros dos corpos sociais da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Vila Nova de Cerveira, dos novos Comandante e 2º Comandante da Proteção Civil Distrital, entre familiares e amigos dos novos bombeiros.

Além de deixar votos de sucesso, o presidente da Câmara Municipal enalteceu a importância daqueles que decidem abraçar o voluntariado. Fernando Nogueira endereçou um profundo agradecimento a todos os ‘soldados da paz’ cerveirenses que “merecem todo o apoio, carinho e reconhecimento pelo altruísmo em prol da segurança e bem-estar das pessoas”.

Com esta incorporação, o Corpo Ativo dos Bombeiros Voluntários de Vila Nova de Cerveira dispõe de 50 elementos.

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MUNICÍPIO DE FAMALICÃO ENTREGA NOVOS CAPACETES DE PROTECÇÃO INDIVIDUAL

Bombeiros de Riba de Ave gratos

“O Senhor Presidente da Câmara merece a nossa gratidão e o nosso reconhecimento porque a nossa associação humanitária muito lhe deve. Muito obrigada por tudo o que tem feito por nós.” Palavras de Maria José Gonçalves, Presidente da Direção da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Riba de Ave, proferidas ontem, 14 de fevereiro, no átrio dos Paços do Concelho, perante o edil famalicense, no ato da entrega simbólica de novo equipamento de proteção individual à instituição. São vinte novos capacetes para incêndios florestais que a Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão cedeu à corporação ribadavense, num investimento de 2.500 euros, mediante a celebração de um protocolo de cooperação financeira.

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A responsável sublinhou ainda que “o apoio da Câmara Municipal tem sido essencial para que a associação humanitária realize um trabalho de excelência, salvaguardando a segurança dos seus bombeiros e cumprindo a sua missão de proteger as populações”.

Às palavras de elogio de Maria José Gonçalves, Paulo Cunha respondeu com um agradecimento recíproco. “Fico sensibilizado por essas palavras. Mas nós é que temos de agradecer ao corpo de Riba de Ave a dedicação e o trabalho absolutamente fundamental no socorro às populações. Temos de ser justos com os homens e as mulheres que se dedicam às causas humanitárias”, assinalou, enaltecendo ainda “a enorme competência e empenho nas suas funções” da direção e do comando dos Bombeiros de Riba de Ave.

Recorde-se que o Município de Vila Nova de Famalicão foi recentemente distinguido com a Menção Honrosa do Prémio Bombeiro de Mérito, atribuída pela Liga dos Bombeiros Portugueses, pela estreita relação que mantém com as suas três corporações de bombeiros. A autarquia famalicense atribui a cada corpo de bombeiros um subsídio anual na ordem dos 120 mil euros.

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CRAV ATRIBUI PRÉMIO “CRAV AMIGO” AOS BOMBEIROS VOLUNTÁRIOS DE ARCOS DE VALDEVEZ

O tradicional Jantar de Reis do CRAV reuniu dezenas de pessoas ligadas ao clube no Centro de Exposições de Arcos de Valdevez, no passado dia 21 de janeiro.

Neste convívio foi reservado um momento para a entrega do prémio “CRAV Amigo” este ano atribuído aos Bombeiros Voluntários de Arcos de Valdevez. O “cravito” foi entregue ao presidente desta associação, Germano Amorim. O prémio “CRAV Mérito” que também costuma ser atribuído por esta ocasião, será apenas entregue no jantar de aniversário do clube que este ano está agendado para o dia 24 de junho.

O jantar foi servido pela Casa Real e animado pela voz de Pedro Gomes e os DJ’s Rui Silva e Marco Amorim.

PRESIDENTE DO MUNICÍPIO ARCUENSE VISITA OBRAS DE RECUPERAÇÃO DO QUARTEL DOS BOMBEIROS VOLUNTÁRIOS

Obras são apoiadas pela Câmara Municipal em 105 mil euros e deverão ficar concluídas no presente ano

O Presidente da Câmara Municipal, João Manuel Esteves, acompanhado dos vereadores Hélder Barros e Olegário Gonçalves, bem como de elementos da direção da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Arcos de Valdevez, visitou esta terça-feira as obras de recuperação do Quartel desta associação.

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O executivo foi colocado a par do desenvolvimento dos trabalhos.

A obra, no valor de 556 412,97 €, encontra-se a decorrer a bom ritmo e é, para o Presidente da Câmara Municipal, João Manuel Esteves, “ fruto de uma parceria entre a Câmara Municipal e a Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Arcos de Valdevez”. Esta, encontra-se a ser realizada a pensar na melhoria das condições de vida da população arcuense e contribuirá também para a atratividade do concelho no âmbito do Turismo.

Por outro lado o autarca também reitera a importância desta intervenção no que toca à regeneração urbana.

De referir que a Câmara Municipal tem estado sempre próxima desta Associação, tentando apoia-la logística e financeiramente sempre que possível.

Relativamente a esta obra, foi celebrado um protocolo no valor de 105 mil euros entre a Câmara Municipal e os Bombeiros. Para além deste protocolo, todos os anos é celebrado um protocolo de apoio à atividade no valor de 60 mil euros e um outro, no valor de 25 mil euros, para apoiar a EIP - Equipa de Intervenção Permanente, cuja implementação e funcionamento passa pela congregação de esforços entre estas entidades.

Este tipo de investimentos por parte do Municipio reflete a vontade e atenção do mesmo relativamente à segurança da população e dos seus bens.

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MUNICÍPIO DE FAFE CELEBRA PROTOCOLO COM BOMBEIROS VOLUNTÁRIOS

Parceira garante equipa para Socorro e Transporte de Acidentados e Doentes

Foi aprovado, em reunião de câmara realizada a 15 de Dezembro, a celebração de um Protocolo entre o Município de Fafe e a Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Fafe, destinado ao socorro e transporte de acidentados e doentes.

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Este Protocolo visa a criação de uma equipa, constituída por cinco elementos, com a exclusiva missão de assegurar, em permanência, serviços de socorro e transporte de acidentados e doentes, incluindo a urgência pré-hospitalar no âmbito do sistema integrado de emergência médica à população.

Esta equipa assegurará o socorro e permanecerá ativa todos os dias.

O Município de Fafe garante todos os custos decorrentes da remuneração dos elementos da equipa, representando um apoio total de cerca de 58 mil euros.

O Protocolo entra em vigor a 1 de Janeiro de 2017 por um período de um ano.

Raul Cunha, Presidente da Câmara Municipal de Fafe, considera este protocolo uma forma relevante de apoiar os Bombeiros Voluntários, estreitando relações de cooperação, ao mesmo tempo que desempenha um papel determinante na concretização do serviço de socorro e transporte de doentes.

“Os Bombeiros Voluntários de Fafe têm levado por diante um trabalho notável, em diversas áreas, fazendo jus à sua missão de garantir o bem estar e segurança das populações.

O socorro e o transporte de doentes é uma das valências mais solicitadas e, como tal, faz todo o sentido que seja criada uma outra equipa que auxilie a que já existe.

A Câmara Municipal reconhece o esforço e empenho exemplares dos Bombeiros Voluntários e, por isso, é justo e meritório a atribuição deste apoio.”

Recorde-se que os Bombeiros Voluntários de Fafe já integravam uma equipa com este propósito, cujos custos inerentes eram comparticipados em 50% pelo Município de Fafe.