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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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RUSGA DE SÃO VICENTE DE BRAGA MOSTRA "LENÇOS DE AMOR"

A exposição "Lenços de Amor, versos ao PAI: Do Pai da terra, ao Pai do Céu", irá prolongar-se até ao dia 7, sexta, do próximo mês de abril nos 4 pontos expositivos  onde esta se encontra. Atrio da Fundação INATEL em Braga, Av. Central, nº 77, Faculdade de Filosofia e Ciências Sociais da Universidade Católica Portuguesa em Braga, sita na Praça da Faculdade de Filosofia (Largo das Teresinhas), nº 1, Agrupamento de Escolas Sá de Miranda, rua Dr. Domingos Soares e, o edifício 15, Instituto de Ciências Sociais do 'Campus de Gualtar' da Universidade do Minho. Os horários de abertura ao público, dos pontos expositivos, continuam a ser os respetivos horários de funcionamento de cada uma das instituições parceiras.

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Novo ponto expositivo

A partir da próxima segunda-feira, dia 3 de abril, a ExproMinho - Escola Profissional do Minho, sita na, Av.do Cávado, nº 48 e 54, S. Vicente, receberá o 5º ponto expositivo, atendendo à especificidade de alguns cursos ligados à área do estilismo/moda, ministrados por aquele estabelecimento de ensino profissional.

Esta exposição resulta, ou melhor, é consequência, do sucesso alcançado, com a realização da primeira exposição sob a designação; “Lenços de Amor, versos à Mãe”, levada a efeito em 2011, também em três espaços públicos da cidade. Das apreciações positivas então recolhidas, foram significativas as inúmeras solicitações de voltar a repor aquele projecto expositivo. Quer pelo carácter inovador que o mesmo apresentava, - ao nível das novas linguagens e abordagens plásticas -, quer na singularidade da reinterpretação da temática dos “Lenços de Amor” e/ou Lenços Temáticos".

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Assim, Dona Esperança, a “bordadeira de serviço”, logo acedeu ao repto lançado. Só que desta vez, em vez da Mãe, quem iria ser  iria ser contemplado seria o Pai. Dito e feito. As peças, ou melhor, os 50 “Lenços de Amor” dedicados ao Pai, mais que um mero produto artístico, traduzem sentimentos e estados d’alma da própria. As quadras, a cor das linhas usadas e os motivos a que recorre, tudo faz parte de um jogo policromático, que tem por único objectivo, enaltecer, reconhecer e agradecer ao seu e, aos restantes Pais do mundo.

Paralelamente à exposição, é sempre levado a efeito uma edição dos nossos "Serões no Burgo/Tertúlias Rusgueiras", inerente à temática em questão, cujo tema será: - "Lenços de Amor, versos ao Pai - Os afectos no masculino...".

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RUSGA DE S. VICENTE DE BRAGA ASSINALA DIA DO PAI

Tendo por principal objectivo a celebração do dia do Pai a 19 de Março, dia de São José, a Rusga de São Vicente de Braga - Grupo Etnográfico do Baixo Minho  inaugura  amanhã, dia 17, sex, pelas 15:30h, na Delegação da Fundação INATEL em Braga, Av. Central, nº 77, o primeiro, dos quatro 'pontos expositivos', da exposição "Lenços de Amor, versos ao PAI: Do Pai da terra, ao Pai do Céu".

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Às16:00h, seguir-se-á a inauguração do segundo ponto expositivo, localizado na Faculdade de Filosofia e Ciências Sociais da Universidade Católica Portuguesa em Braga, sita na Praça da Faculdade de Filosofia (Largo das Teresinhas), nº 1, e, às 16:30h, será a vez da inauguração do 'ponto expositivo' três, no Agrupamento de Escolas Sá de Miranda, rua Dr. Domingos Soares. O quarto e último ponto expositivo, situa-se no edifício do Instituto de Ciências Sociais do 'Campus de Gualtar' da Universidade do Minho e, será inaugurado às 17:30h. Refira-se a propósito que, as duas instituições universitárias sediadas em Braga constituem, conjuntamente com a Rusga o "Arco Cultural", uma parceria tripartida, que surge em 2014, para a realização das 'Conferências Rusgueiras'.  

Esta exposição resulta, ou melhor, é consequência, do sucesso alcançado, com a realização da primeira exposição sob a designação; “Lenços de Amor, versos à Mãe”, levada a efeito em 2011, também em três espaços públicos da cidade. Das apreciações positivas então recolhidas, foram significativas as inúmeras solicitações de voltar a repor aquele projecto expositivo. Quer pelo carácter inovador que o mesmo apresentava, - ao nível das novas linguagens e abordagens plásticas -, quer na singularidade da reinterpretação da temática dos “Lenços de Amor” e/ou Lenços Temáticos".

Assim, Dona Esperança, a “bordadeira de serviço”, logo acedeu ao repto lançado. Só que desta vez, em vez da Mãe, quem iria ser  iria ser contemplado seria o Pai. Dito e feito. As peças, ou melhor, os 50 “Lenços de Amor” dedicados ao Pai, mais que um mero produto artístico, traduzem sentimentos e estados d’alma da própria. As quadras, a cor das linhas usadas e os motivos a que recorre, tudo faz parte de um jogo policromático, que tem por único objectivo, enaltecer, reconhecer e agradecer ao seu e, aos restantes Pais do mundo.

Paralelamente à exposição, é sempre levado a efeito uma edição dos nossos "Serões no Burgo/Tertúlias Rusgueiras", inerente à temática em questão, cujo tema será: - "Lenços de Amor, versos ao Pai - Os afectos no masculino...".

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PONTE DA BARCA REALIZA FEIRA DO FUMEIRO, ARTESANATO E VINHÃO

De 17 a 19 de fevereiro | Praça da República, Ponte da Barca promove mais uma edição da Feira do Fumeiro, Artesanato e Vinhão

A Feira do Fumeiro, Artesanato e Vinhão de Ponte da Barca está de regresso à Praça da República já nos próximos dias 17, 18 e 19 de fevereiro. Com inauguração marcada para as 18h, a iniciativa é promovida pela Câmara Municipal em parceria com a RZ Eventos e vai contar com mais de três dezenas de expositores da região Transmontana e do Alto Minho, com o melhor fumeiro que se produz no país,e com uma mostra de fumeiro de Vinho Verde produzido em Ponte da Barca. Para além do artesanato local, estarão presentes vários trabalhos executados com cortiça, vidro, madeira, lãs, entre outros. Não faltará também o excelente Vinho da Adega Cooperativa de Ponte da Barca com especial destaque para o Vinhão.

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A iniciativa visa atrair visitantes ao concelho de Ponte da Barca e, segundo a Vereadora da Cultura do Município de Ponte da Barca, Sílvia Torres 'dar ainda mais visibilidade aos produtos confecionados de modo típico e genuíno, conquistando os visitantes pela qualidade dos produtos em exposição, que vão desde o tão afamado fumeiro, até ao seu acompanhante ideal:o vinhão', objetivo que tem sido amplamente conquistado 'com um aumento significativo de visitantes ao longo dos anos. À gastronomia, há que juntar ainda o artesanato regional diversificado e um programa de animação bastante apetecível, estando deste modo reunidos todos os ingredientes para o sucesso desta feira', concluiu Sílvia Torres.

Animação durante os três dias do certame

O certame será complementado com um vasto programa de animação que inclui a atuação da Stand Up Comedy 'Jaimão' (dia 17, às 21h30), a atuação do grupo tradicional 'Os Alentejanos' (dia 18, às 21h30), e a atuação dos Ranchos Folclóricos de Azias, Lavradas e Lindoso (dia 19, a partir das 15h).

ARCUENSES RECRIAM BAILE DE MÁSCARAS VENEZIANAS

Paço em Família: Workshop de "Baile de máscaras venezianas"

O Paço de Giela apresenta um programa de atividades para famílias denominado “Paço em família” com sessões previstas para os últimos sábados de cada mês.

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Nestas sessões serão exploradas diversas temáticas através de ações lúdico-pedagógicas que visam promover a interação entre pais e filhos na fruição do monumento. 

No dia 25 de Fevereiro vai ser festejado o carnaval com as famílias. Numa pequena palestra subordinada ao tema "baile de máscaras venezianas", os participantes terão oportunidade de conhecer e perceber o esplendor dos Bailes de Veneza inspirados no século XVIII, através de uma verdadeira viagem no tempo.

Durante o Workshop, através de exercícios práticos, as famílias vão recriar um baile com as danças Pavana e Valsa.

Atividade gratuita sujeita a inscrição prévia.

A inscrição pode ser feita presencialmente ou através dos contactos:

E-mail: pacodegiela@cmav.pt

Telefone: 258 520 529

Telemóvel: 965 995 094

Esta atividade serve de aperitivo para o “baile veneziano” que se realiza depois, à noite (21H00), neste emblemático monumento.

GERAÇÃO CÔTA, UMA EXPOSIÇÃO D’OS DIABOS EM BARCELOS

Pelas Mãos de Côta e Geração Côta, dia 4 de fevereiro, às 18h, no Museu de Olaria

"Geração Côta", uma retrospetiva da obra familiar, estará em exposição na Sala de Exposições Temporárias do Museu de Olaria de Barcelos, a partir do dia 4 de fevereiro, e poderá ser visitada até ao final do ano. Um universo íntimo e próprio com mais de 130 peças, provenientes do acervo do Museu de Olaria e da coleção particular de Prazeres Côta, que cruzam a mitologia sagrada e profana em metamorfoses e cores aguerridas.

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Paralelamente, na Sala da Capela, é inaugurada uma exposição dedicada exclusivamente à obra de Júlia Côta, "Pelas Mãos de Côta". São 75 peças, na sua maioria da coleção particular da própria barrista, de uma carreira construída ao longo de várias décadas e que se demarca pelo recorrente emprego do apito nas peças decorativas.

Ambas as exposições integram a segunda mostra do ciclo dedicado às famílias mais carismáticas do figurado artesanal barcelense. A primeira mostra, dedicada à ceramista Rosa Ramalho, decorreu entre abril e dezembro de 2016.

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BARCELOS INAUGURA EXPOSIÇÃO DE CESTARIA

Inauguração da exposição "Da Vida Rural à Decoração - Percurso da Cestaria Tradicional"

Inaugura hoje, às 17h00, na Torre Medieval, a exposição coletiva "Da Vida Rural à Decoração - Percurso da Cestaria Tradicional", uma exposição que conta com a participação dos cesteiros do concelho de Barcelos e que visa retratar o percurso da cestaria nas últimas décadas.

Mais um registo onde a criatividade das gentes de Barcelos é um argumento de inovação e valorização cultural de um produto de identidade.

EDUARDO SILVA EXPÕE ARTESANATO EM VIZELA

10 de janeiro a 10 de fevereiro

Exposição de Eduardo Silva na Loja Interativa de Turismo

A Loja Interativa de Turismo de Vizela recebe a exposição de Eduardo Filipe da Costa e Silva, de 10 de janeiro a 10 de fevereiro.

Biografia:

Eduardo Filipe da Costa e Silva, é um vizelense, que assume com grande entusiasmo a sua paixão pelo artesanato.

Decidido a expandir as suas ideias, iniciou a sua atividade artística, enquanto autodidata, trabalhando com madeira, onde tem uma grande variedade de artigos.

Contacto do Artista:

Eduardo Filipe da Costa e Silva

Travessa do Largo das Teixugueiras

4815- 474 Vizela

914 100 280

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BARCELOS REALIZA WORKSHOP DE CONSTRUÇÃO DE FANTOCHES NA BIBLIOTECA MUNICIPAL

Dias 14 e 21 de janeiro, das 10h30 às 12, destinado a pais e filhos

No âmbito da rubrica “Acontece aos Sábados”, vai realizar-se, na Biblioteca Municipal de Barcelos, um workshop de construção de fantoches, nos dias 14 e 21 de janeiro, das 10h30 às 12h00, destinado a pais e filhos.

Nesta iniciativa, com a orientação do formador Luís Cardoso (Lukas Fantoches e Marionetas), os participantes irão aprender as técnicas da construção das marionetas de esponja e ter a oportunidade de criar um amigo personalizado e muito original para levar consigo.

A participação é gratuita, e a todos será oferecido um certificado de participação.

Mais informações e inscrições através do telefone 253809641 ou por email parabibliotecaanimacao@cm-barcelos.pt

CERTIFICAÇÃO DO TRAJE À VIANESA: COMO E PARA QUÊ?

O Dr. João Alpuim Botelho dedicou à questão da certificação do Traje à Vianesa a sua última crónica, da série “Política Cultural em Viana do Castelo”, publicada no passado dia 29 de Novembro no jornal vianense “A Aurora do Lima”. Como é do conhecimento geral, o Dr. João Alpuim Botelho é uma autoridade neste domínio. Foi Director do Museu do Traje de Viana do Castelo e, conjuntamente com Benjamim Pereira e António Medeiros, um dos autores da obra “Traje à Vianesa – Uma Imagem da Nação”. Pela importância que o tema assume para a preservação e divulgação do património cultural e artístico das gentes minhotas e do folclore em geral, o BLOGUE DO MINHO transcreve com a devida vénia o referido artigo de opinião.

Política Cultural em Viana do Castelo (4 - continuação)

  1. A Certificação do Traje à Vianesa

No mesmo caminho de afastamento da comunidade que vimos em relação às Festas, outra questão que tem levantado muitas preocupações é a sua excessiva institucionalização, que facilmente deriva num autoritarismo inconsequente. Já foi criada uma exigência de inscrição para o Cortejo da Mordomia (nomeadamente para os próprios Grupos Folclóricos, tratando-os como se não tivessem o saber ou a chieira para apresentar as suas Mordomas bem trajadas) e surge agora uma outra notícia: o processo de Certificação do Traje, de que tomámos conhecimento através das notícias do encerramento do respectivo período de Consulta “Pública”. 

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Uma vez mais o rol de equívocos é grande, desde logo a começar pela necessidade e utilidade desta certificação. Alguém sentiu necessidade dela e a pediu, ou foi apenas mais um desejo de protagonismo?

Conhecendo as pessoas que fizeram o trabalho acredito na sua qualidade, o que ponho em causa é a sua forma. Seria excelente se se tratasse de mais um estudo sobre o nosso traje, ao lado do “Traje à Vianesa”, de Cláudio Basto, de 1930, ou do “Traje à Vianesa Uma Imagem da Nação”, de Benjamim Pereira e António Medeiros em que também colaborei, de 2009 (que esgotou em poucos meses e continua à espera de reedição) ou do próprio “Catálogo do Museu do Traje”, de 2010, ou de tantos outros estudos mais parcelares que têm sido feitos.

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Mas o que agora se pretende é regulamentar o que pode ser considerado Traje à Vianesa. As questões que se levantam são muito complexas e exigiriam – acreditando que esta certificação tenha alguma utilidade – uma enorme participação de todos. É certo que houve reuniões, por convite, com os grupos (apenas duas para um tema que levanta tantas questões), mas faltaram as sessões públicas e verdadeiramente abertas onde pudessem participar as pessoas que continuam a fazer os trajes e principalmente as que participam nas Festas, desfilando e dançando com os seus trajes, ao lado doos que têm estudado e publicado trabalhos sobre o traje.

Pior do que isto é a má consciência que se nota do facto de ter sido amplamente divulgado o encerramento do período de Consulta “Pública” mas nunca ter sido anunciada a abertura dessa mesma consulta. Tentei informar-me, procurei no site da Câmara e não consegui ver o documento final, o tal que deveria ter sido “público”. E, se não se conhece o documento, nunca poderia ser feita uma “declaração de oposição devidamente fundamentada” a que alude o Aviso 10542/16 no Diário da República de 24.08.2016?

Porque o traje não é uma farda, este processo de certificação parece inútil e corre mesmo o risco de ser contrário aos princípios que a legislação estabelece para o Património Cultural Imaterial, quando determina a necessidade de “Participação, através do estímulo e garantia do envolvimento das comunidades, dos grupos e dos indivíduos no processo de salvaguarda e gestão do património cultural imaterial, designadamente do património que criam, mantêm e transmitem” (Dec.-Lei 139/09, art. 2º, c).

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O autoritarismo deste processo denuncia um desvario solitário que não compreende os ritmos próprios da evolução, com as suas discussões e tensões. O processo é contrário ao espírito da lei e potencialmente nocivo ao voluntarismo e empenho pessoal que deu às Festas a sua grandeza, correndo o risco de ser perigoso, por poder provocar o afastamento das pessoas que todos os anos se oferecem para participar.

E chamo a atenção aos Grupos Folclóricos e a todos os que participam anualmente nos cortejos: este documento cria normas sobre o que é ou não é Traje à Vianesa e é provável que nas Festas de 2017 haja a imposição de novas regras baseadas neste documento. É por isso fundamental esclarecer exactamente o que pretende fazer com ele.

João Alpuim Botelho

(Museólogo e ex funcionário da CM Viana do Castelo)

abjoao@gmail.com

~Fotos: João Alpuim Botelho

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INSTITUTO DE EMPREGO E FORMAÇÃO PROFISSIONAL CERTIFICA TRAJE À VIANESA

Foi já publicado em Diário da República n.º 248/2016, Série II de 28 de Dezembro de 2016, o extracto de Despacho nº. 15606/2016, do Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social e Economia - Instituto do Emprego e da Formação Profissional, I. P., que procede ao registo da produção tradicional “Traje à Vianesa - Viana do Castelo”, o qual se apresenta conforme abaixo se transcreve.

Despacho (extrato) n.º 15606/2016

Ao abrigo dos artigos 10.º e 11.º do Decreto-Lei n.º 121/2015, de 30 de junho, a Câmara Municipal de Viana do Castelo apresentou junto do Instituto do Emprego e da Formação Profissional (IEFP, I. P.) o pedido de registo da produção tradicional "Traje à Vianesa - Viana do Castelo" no Registo Nacional de Produções Artesanais Tradicionais Certificadas.

Considerando que o referido pedido de registo mereceu o parecer positivo da Comissão Consultiva para a Certificação de Produções Artesanais Tradicionais, nos termos da competência que lhe foi atribuída pelo n.º 1 do artigo 8.º do mesmo diploma;

Considerando que, tendo sido tornado público este pedido de registo através do Aviso n.º 10542/2016, publicado no Diário da República, 2.ª série - n.º 162, de 24 de agosto de 2016, não foi apresentada qualquer declaração de oposição no prazo fixado para o efeito;

O presidente do conselho diretivo do IEFP, I. P., ao abrigo das competências que, em razão da matéria, lhe foram conferidas pelo n.º 1 do artigo 13.º do Decreto-Lei n.º 121/2015, de 30 de junho, determina o seguinte:

1 - É aprovada a inclusão da produção tradicional "Traje à Vianesa - Viana do Castelo" no Registo Nacional de Produções Artesanais Tradicionais Certificadas, sendo titular do registo, enquanto entidade promotora, a Câmara Municipal de Viana do Castelo;

2 - A síntese do caderno de especificações que suporta o referido registo, incluindo a delimitação geográfica da área de produção, consta do anexo ao presente despacho;

3 - A entidade promotora deverá, em cumprimento do disposto no n.º 2 do artigo 13.º do Decreto-Lei n.º 121/2015, de 30 de junho, proceder ao registo da denominação da produção, sob a forma de indicação geográfica, junto do Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI, I.P.);

4 - O processo de certificação da produção artesanal tradicional "Traje à Vianesa - Viana do Castelo", uma vez registada como indicação geográfica, deverá observar as disposições fixadas no Decreto-Lei n.º 121/2015, de 30 de junho, designadamente nos artigos 14.º a 17.º e 19.º

2016-12-16. - A Diretora do Departamento de Assessoria da Qualidade, Jurídica e de Auditoria, Paula Susana Aparício Gonçalves Matos Ferreira.

ANEXO

I - Produção Tradicional objeto de registo: Traje à Vianesa - Viana do Castelo

II - Entidade Promotora titular do registo: Câmara Municipal de Viana do Castelo

III - Apresentação sumária: A produção tradicional em apreço, o "Traje à Vianesa - Viana do Castelo", é reconhecidamente um "Ex-Líbris" do saber-fazer artesanal português, quer pela sua imagem fortíssima e diferenciadora, quer pelo conjunto de mesteres tradicionais envolvidos na sua confeção, desde a tecelagem, a costura, o bordado, a renda, até ao fabrico e decoração das chinelas.

IV - Enquadramento histórico e delimitação geográfica da área de produção

Estamos perante um traje que se foi definindo e enriquecendo ao longo do século XIX, quando, após as profundas perturbações devidas às Invasões Francesas (1808-1810) e à Guerra Civil (1828-1834), se sucederam décadas de maior estabilidade e mesmo de um relativo progresso económico. Um traje que no início as camponesas das freguesias vizinhas de Viana do Castelo usavam (não só, mas também) para ir à cidade e que veio, mais tarde, a ser apropriado pela própria cidade como um dos seus ícones mais importantes e que motivou muitas ações em ordem à sua defesa e preservação.

Com efeito, o Traje à Vianesa tornou-se um dos ícones minhotos mais divulgados e foi utilizado em todos os tipos de suportes gráficos. Revistas, postais, calendários, publicidade a diversíssimos produtos, utilizavam largamente a imagem da lavradeira com o seu traje de festa. Em 1890, o pequeno príncipe de 5 meses que viria a ser o rei D. Manuel II é fotografado ao colo da sua ama que vestia o Traje à Vianesa. Mais tarde, senhoras de elevada posição social usamno em circunstâncias especiais e fazem-se fotografar com ele, como acontece em 1913, quando a mulher do rei deposto, D. Manuel II, se deixa fotografar trajada.

Todavia, se no final do século XIX e na primeira década do século XX se difunde por todo o país o uso do Traje de Festa das lavradeiras vianenses, localmente, aquelas que ao longo do século XIX o definiram e usaram como indumentária, começam a abandonar o seu uso e a deixar-se seduzir por vestes mais citadinas e urbanas. A própria "moda" de trajar este fato, fora do seu contexto de origem, levou a formas de o vestir abastardadas que começaram a preocupar alguns vianenses. É assim que em 1919 surge um primeiro Certame Regional de Danças e Descantes, organizado por Abel Viana e Rodrigo V. Costa, que tem como objetivo promover o Traje à Vianesa e reconduzir o seu uso à sua forma tradicional, inaugurando uma campanha de defesa deste traje que havia de prolongar-se pelos anos seguintes.

Segundo Abel Viana, foi a partir de 1926, quando uma Parada Regional integrou o programa das festas da Senhora da Agonia, que se vulgarizou a presença de grupos trajados em atos e representações oficiais, algo que já se verificava, desde 1917, mas só por ocasião das Festas da Senhora da Agonia.

Sendo que o Traje à Vianesa se tornou, ao longo dos tempos, um símbolo de Portugal (uma "imagem da nação"), é natural que o âmbito da sua produção tenha extravasado os limites do concelho que lhe dá o nome, sendo produzido em todo o litoral norte do país e usado como "traje nacional" nas situações mais variadas (desde festividades locais, passando pelas comemorações carnavalescas, até à sua utilização em eventos portugueses no estrangeiro).

Neste contexto, relativamente à delimitação da área geográfica de produção do Traje à Vianesa - Viana do Castelo, constata-se que a esmagadora maioria das artesãs produtoras das peças que compõem este traje (tecelagem, bordado, confeção) se localizam no território correspondente às NUT III do Alto Minho, do Cávado e do Ave, pelo que se definem como limites da respetiva localidade, região ou território de ocorrência da produção, os limites daquele território composto pelos seguintes concelhos:

NUT III Alto Minho: Viana do Castelo, Arcos de Valdevez, Caminha, Melgaço, Monção, Paredes de Coura, Ponte da Barca, Ponte de Lima, Valença, Vila Nova de Cerveira;

NUT III Cávado: Amares, Barcelos, Braga, Esposende, Terras do Bouro, Vila Verde;

NUT III Ave: Cabeceiras de Basto, Fafe, Guimarães, Mondim de Basto, Póvoa de Lanhoso, Vieira do Minho, Vila Nova de Famalicão, Vizela.

V - Caracterização do produto "Traje à Vianesa - Viana do Castelo"

O Traje à Vianesa é um produto múltiplo, composto por um conjunto de peças, todas manufaturadas artesanalmente na região do Minho (à exceção dos lenços), cujo resultado final se deve à combinação polié-drica entre elas e ao modo como os adornos em ouro o enfeitam e sublinham.

Segundo Cláudio Basto, o padrão geral do Traje à Vianesa, tal como era percecionado em 1930, é constituído por:

"Saia curta (aí pelo tornozelo), às listas verticais, de roda farta, pregueada miudamente na cinta, com barra larga a que chamam "forro", avental franzido também na parte superior, camisa branca, de mangas compridas, apanhadas nos ombros; colete que não desce da cintura; lenço traçado no peito e apertado atrás na altura da cinta; lenço trespassado sobre a nuca e atado no alto da cabeça; algibeira, que na forma lembra o coração e fica visível entre a saia e o avental; meias brancas, feitas à mão; chinelas."

A produção caseira das peças que compõem o traje foi permitindo a sua adaptação ao tipo de uso pretendido, e a sua evolução foi permeável às influências das modas e dos gostos. Assim, o traje à vianesa nunca foi imutável nem nasceu de acordo com um modelo único que a ele sempre se mantivesse fiel; pelo contrário, ele foi adquirindo sentidos que ultrapassaram e se sobrepuseram ao aspeto utilitário do uso quotidiano, transformando-se, adquirindo e reforçando um valor simbólico e cerimonial relevante.

Desta forma, quando se fala de Traje à Vianesa - Viana do Castelo, fala-se do que mais vulgarmente ainda se chama Traje à Lavradeira ou de Festa, nas variantes assumidas pelas diferentes freguesias de Viana do Castelo.

Nestas freguesias, os respetivos grupos folclóricos e etnográficos, que foram surgindo a partir dos anos 20 do século XX, podem ser considerados os grandes responsáveis pela maior definição e apropriação das "diferenças" que agora se verificam e que, anteriormente, não seriam tão vincadas ou disputadas.

Os grupos folclóricos das freguesias de Afife (1920-1926), de Areosa (final de anos 20) e de Santa Marta de Portuzelo (1940) terão sido os principais protagonistas no definir das características diferenciadoras do Traje à Vianesa, muito por influência dos seus responsáveis.

Assim, e ainda que seguindo, de um modo geral, o padrão geral do traje à vianesa descrito por Cláudio Basto, destacam-se, contemporaneamente, as tipologias principais de Afife, Areosa, Santa Marta de Portuzelo e de Geraz do Lima, tipologias estas que, pela proximidade, influenciaram outras freguesias vizinhas.

Quanto às diferentes peças que compõem este traje, fixam-se as seguintes características:

O lenço

Os lenços são de lã fina com ramagens, têm sempre franjas compridas (entre 10 e 12 cm), também elas de lã e feitas manualmente, e são usados na cabeça e, traçados, sobre o peito. O mais importante, no que diz respeito ao uso do lenço no Traje à Vianesa - Viana do Castelo, diz respeito à adequação cromática que deve ter relativamente às restantes peças do traje: de fundo vermelho para os trajes vermelhos (ainda que, por vezes, também se encontrem lenços amarelos no traje vermelho), de fundo azul forte para os trajes azuis, de fundo verde para o traje de Geraz do Lima, laranja e amarelo no caso de Afife e de fundo preto, roxo ou azul-escuro para o traje azul-escuro.

A camisa

A camisa do Traje à Vianesa - Viana do Castelo:

Tem a altura de uma vulgar blusa, mas admite outros comprimentos;

Pode ser feita em linho ou meio linho (50 % linho/50 % algodão), mas sempre na cor branca;

As suas mangas são compridas e apertam com um punho;

As suas mangas são largas e, pelo menos nas ombreiras, ostentam "pregas de imprensa" (as "pregas de imprensa" podem ter padrões variados e os alinhavos que as definem podem ser na mesma cor do restante bordado ou a branco);

É decorada com bordado (nos ombros, nas ombreiras, nos punhos, à volta do decote ou do colarinho, caso este exista);

O seu bordado é sempre monocromático (predomina o uso do azul forte, mas também se admitem como cores o branco, o azul claro e o verde, este último no caso de Geraz do Lima);

O fio de bordar corresponde ao fio de algodão, mercerizado, n.º 8;

As tipologias do desenho têm que estar de acordo com as cores (florais e vegetalistas para os casos do azul forte e verde, desenho miúdo de organização geométrica na utilização do branco e do azul claro);

Os seus punhos são sempre bordados e quase sempre rematados com bordado ou com pequenas rendas;

O seu colarinho, sempre chegado ao pescoço, é bordado, mas pode nem existir, substituído por um decote redondo rematado com caseado alto;

A abertura da camisa é dianteira e também bordada (pode ter ou não uma carcela enfeitada com uma renda delicada).

O colete

O colete do Traje à Vianesa - Viana do Castelo:

É curto, pela cintura ou um pouco acima;

É de fazenda de lã colorida (vermelha, azul ou verde, consoante o fato a que se destina);

Tem, na base, uma barra ("rigor") de veludo, preta ou de uma cor escura, a qual se eleva na zona central das costas, e que é contornada no seu limite superior por um apontamento bordado e no limite inferior, na linha de cintura, apresenta um debruado simples;

É profusamente bordado nas costas, sobretudo no "rigor", com motivos florais, podendo ainda integrar o escudo real nas versões popularizadas no século XIX;

Os seus bordados são feitos com linha de algodão perlé, lã, seda natural ou missangas, podendo também conter lantejoulas e vidrilhos;

O bordado do "rigor" é, em regra, muito colorido e apresenta diversos motivos, enquanto que o da parte superior é, na maioria das vezes, branco e menos variado, em que um motivo se repete;

Tem decote amplo e aperta com fita de nastro ou cordão de seda que cruza entre ilhós metálicos, dispostos em duas fieiras, uma de cada lado, como um espartilho.

A saia

A saia do Traje à Vianesa - Viana do Castelo:

É de lã, natural ou mistura (desde que a lã seja sempre predominante), e tecida artesanalmente;

É sempre listada, sendo que a cor de fundo (predominante) pode ser vermelha, azul forte, azul-escuro, preto ou verde, consoante a tipologia do traje a que se destina;

As riscas podem ser de cores variadas (amarelo, rosa, branco, verde, roxo, entre outras) e decoradas com "puxados";

Tem cós, que deve ter entre 10 e 12 cm de altura e que pode ou não ser cosido, com "pregas de enfiada";

Ostenta, muitas vezes, bordados no cós;

Tem sempre uma faixa no fundo a que se chama "forro" e que é preta na maioria dos casos, vermelha (no caso do traje da Areosa) ou azul-escura ou preta (no caso do traje de Afife), que se apresenta lisa ou bordada e que é recortada em "bicos" na parte que liga à tecelagem;

A altura do "forro" não deve ultrapassar o terço da altura total da saia;

Tem uma abertura para facilitar o vestir;

É debruada a fita de nastro;

Aperta com fita de nastro e colchete;

A altura da saia deve chegar um pouco abaixo do meio da perna.

O avental

O avental do Traje à Vianesa - Viana do Castelo:

É de lã natural ou mistura (desde que a lã seja predominante), tecido em tear manual;

É constituído por duas partes:

O cós pregueado, que deverá ter entre 10 a 12 cm de altura e que muitas vezes ostenta bordados;

O corpo do avental, onde, por sua vez, se distinguem duas partes: uma superior, logo a seguir ao cós, listada e outra com maior expressão, na parte inferior, muito colorida e decorada com padrões geométricos ou florais. A dividir estas duas partes pode encontrar-se um "tomado", uma fita encanudada ou enfavada, uma tira de tecelagem sobreposta (também ela recortada e decorada) ou um galão. Também pode não haver nada a marcar as duas partes e a distinção provir do próprio trabalho de tecelagem. Em todo o corpo do avental utilizam-se os "puxados" e "moscas" a sublinhar as decorações tecidas.

É debruado a fita de nastro em cima, fita que serve para atar o avental; é rematado por bainha ou debruado com fita de nastro.

A algibeira

A algibeira do Traje à Vianesa - Viana do Castelo:

É de flanela vermelha, azul, verde ou preta;

Tem forma dita de "coração";

A sua "boca" é sempre de veludo preto;

Pode ter um bolso interior, o "segredo";

É profusamente bordada, sobretudo e na maioria dos exemplares, com missangas, vidrilhos e lantejoulas mas pode aparecer algum bordado a fio de algodão mercerizado n.º 8, a lã ou fio de seda natural;

Pode ter bordadas datas ou palavras (como Amor e Viana) letras ou algarismos;

É rematada com bordado de missanga ou a fitilho ou fita de nastro armada;

É debruada, na parte superior, com fita de nastro que constitui o atilho para atar à cintura;

A algibeira usada em Afife difere deste cânone;

No traje verde de Geraz do Lima pode não se usar algibeira.

As meias

As meias são sempre brancas, em renda manual de fio de algodão, que pode ser lisa (no caso de Afife) mas, quase sempre é trabalhada, havendo pelo menos trinta e cinco pontos de renda que se usam na sua confeção.

A altura das meias deve ser, no mínimo, até ao joelho.

As chinelas

As chinelas são de manufatura artesanal, com a sola em madeira e a gáspea em calfe natural ou sintético. Estas últimas, sempre envernizadas, podem apresentar-se bordadas. As chinelas são forradas a branco. Também podem ser em camurça.

Podem apresentar-se lisas, com lacinho ou fivela, ou bordadas simplesmente a branco ou em várias cores vivas.

VI - Condições de inovação do produto e no modo de produção

No capítulo da inovação, importa reter que estamos perante uma produção tradicional muito particular, porquanto o processo de certificação do Traje à Vianesa - Viana do Castelo visa, essencialmente, estabilizar o conceito e evitar descaracterizações e deturpações que o afastem da sua tipologia tradicional, que o tornou conhecido e um dos símbolos de Portugal.

Neste contexto, e estabilizadas que estão no caderno de especificações as tipologias possíveis de identificação como Traje à Vianesa - Viana do Castelo, não serão admissíveis quaisquer alterações na composição da indumentária, configurem elas aspetos inovadores ou meras combinações diferentes das que ali são indicadas.

Não obstante, e embora não se trate propriamente de inovações, considera-se pertinente adotar as seguintes sugestões de melhoria que poderão contribuir para uma ainda maior qualificação desta importante produção artesanal:

Diversificar os motivos dos lenços de cabeça e do peito (dentro do género), seja por melhorias ao nível dos padrões e processos de estampagem seja pela procura de outros fornecedores;

Qualificar o bordado presente nas camisas, seja ao nível do desenho seja quanto à posição que ocupa nas mangas da camisa não permitindo que o bordado da ombreira desça abaixo do cotovelo;

Qualificar o bordado realizado nos coletes e nos "forros" das saias, fornecendo desenhos às bordadeiras e reintroduzindo motivos que estão a deixar de ser feitos;

Reintroduzir nos aventais padrões antigos de tecelagem, nomeadamente de características mais geométricas, padrões esses que têm vindo a ser substituídos pelos florais (sobretudo o padrão das rosas);

Atentar na largura dos cós das saias e aventais, que deve sempre ter entre 10 e 12 cm; valorizar a parte tecida da saia, estabilizando a largura do seu "forro", para que nunca ultrapasse um terço do comprimento total da saia (permitindo o predomínio da tecelagem);

Fomentar a diversidade dos padrões tecidos (nas saias) e bordados (nas camisas, coletes,

"forros" das saias, algibeiras), reintroduzindo motivos que caíram em desuso;

Fomentar a reintrodução do fio de lã e de seda nos bordados dos coletes, "forros" das saias e algibeiras.

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Fotos: José Carlos R. Vieira

GUIMARÃES ENSINA A FAZER VELAS AROMÁTICAS

Fazer Velas Aromáticas em família

No âmbito da Semana da Ciência e Tecnologia, que decorre de 21 a 27 de

novembro, o Curtir Ciência promove um workshop de Velas Aromáticas.

A participação é gratuita.

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Começou como uma necessidade e é hoje uma arte. A atividade de fazer velas sobreviveu

através dos séculos para se tornar um passatempo muito popular nos dias atuais.

Neste workshop dirigido às famílias, e sem limites à imaginação e criatividade, vamos

dar dicas para fazer velas aromáticas artesanais que podem ser usadas para aromatizar

as casas ou para oferecer.

A participação nesta atividade é gratuita mediante inscrição no Curtir Ciência – Centro Ciência

Viva de Guimarães, por telefone (253510830) ou por email: geral@ccvguimaraes.pt.

LOCAL Curtir Ciência

DATA 26 NOV, 15:30–17:00

PÚBLICO-ALVO Público em geral

LOTAÇÃO Máximo de 16 participantes.

GRUPO DE FOLCLORE "CASA DE PORTUGAL" APRESENTA EM ANDORRA O FOLCLORE, O ARTESANATO E A GASTRONOMIA PORTUGUESA

Êxito da cultura e gastronomia portuguesas na maior montra comercial de Andorra

Encerrou ontem domingo, de forma exitosa, a 38ª edição da Fira d’Andorra la Vella, no Principado de Andorra que registou nos três dias cerca de 70.000 visitantes, afluência superior a anos anteriores. O certâmen multissectorial realizado na capital do Principado é considerado pelos organizadores como o “acontecimento do ano” pela afluência de público e pelas transações comerciais, principalmente no setor automóvel.

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Integrado na Fira, realizou-se a 6ª edição da Fira d’Associacions, um encontro do mundo associativo andorrano e principalmente, uma oportunidade de percorrer outros lugares do mundo, o que demonstra a composição multicultural de Andorra.

O Grupo de Folclore ‘Casa de Portugal’ marcou presença pelo sexto ano consecutivo apresentando um stand com produtos de artesanato que incluía a venda cerâmica, bordados e cd’s do Grupo. Além do artesanato, o ponto forte da presença portuguesa é sem dúvida os petiscos à base de bacalhau como as pataniscas ou os bolinhos, iguarias que os visitantes da Fira apreciam assim como as bifanas, as moelas ou os rissóis. Tudo isto “regado” com um vinho verde fresquinho servido na tradicional tijela de cerâmica. O êxito dos petiscos e a aglomeração de gente obrigam a recorrer de forma imprevista aos fornecedores de produtos alimentares para repor existências.

No sábado à tarde as danças tradicionais “invadiram” o palco e o recinto da Fira d’Associacions proporcionando momentos de folclore minhoto e de convívio com o enumero publico assistente que interatuou com os elementos do Grupo.

A continuidade do Grupo neste certâmen mereceu destaque na edição Especial Fira d’Andorra dum dos principais jornais do Principado que dedicou três páginas à atividade cultural e de representatividade lusitana no Principado de Andorra.

Este certâmen é uma oportunidade única, proporcionada pelo Departamento de Particiapació Ciutadana do Comú (Câmara Municipal) de Andorra la Vella, na divulgação da portugalidade.”

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ROSITA EXPÕE EM VIZELA

3 a 31 outubro 2016. Exposição de Rosita na Loja Interativa de Turismo

A Loja Interativa de Turismo de Vizela recebe a exposição de Rosita, de 3 a 31 outubro. Antónia Rosa Amaral Alves Pinto - Rosita

Tipo de Artesanato: Bordado Regional em Quadros, Tabuleiros de Chá e Bonecas de Trapos

O interesse e a dedicação de "Rosita", como é conhecida pelo "Bordado Regional”, já vem de longa data quando estudante na extinta Escola Industrial e Comercial de Guimarães quando executiva trabalhos manuais na disciplina de "Lavores".

Depois adquiriu por iniciativa própria, tabuleiros de chá e quadros nos quais utiliza como materiais linhas de bordado de ouro e prata, entre outros tipos de bordado.

No ano de 2000, sabendo que a Fundação Jorge Antunes abriu as portas para toda a população do Vale de Vizela nessa área, e como sempre teve gosto pela agulha e dedal, aderiu a Oficina de Bordados com entusiasmo e muita dedicação. Houve uma exposição final.

Empenhando-se ao máximo, entendeu que deveria divulgar os seus trabalhos expondo-os na Montra da Sede do Município. Tendo já participado pelo terceiro ano consecutivo, nas Feiras de Artesanato do concelho de Vizela, assim como na Mostra de Artesanato Local - Venda Tradicional de Natal.

Como o saber não ocupa lugar, continuou durante estes catorze anos a aprender e aperfeiçoar a sua arte na decoração. Através das novas tecnologias e pesquisas, começou a desenvolver novas técnicas artesanais, tais como os trabalhos em pasta de papel, jornal, vidro, parafina, argila, tricot etc. sendo sempre reconhecida como “a Rosita dos bordados”, e poesia nos tempos livres.

Já foi por várias vezes contactada para participar noutras feiras de Artesanato de outros concelhos. O seu objetivo é fazer do bordado a sua profissão, adquirindo a Carta de Artesão e sendo certificada para dar formação nessa área, para não deixar que esta arte desapareça pois faz parte das nossas raízes e tradições.

Embora hoje em dia o Artesanato esteja cada vez mais a ser divulgado, o bordado regional é bem diferente, pois é uma arte que exige uma aprendizagem no terreno, paciência e um amor especial pela “agulha e o dedal”. Assim sendo, o seu maior objetivo será formar uma turma onde possa ensinar esta arte tão antiga. Espera que cada vez mais existam pessoas interessadas nesta arte.

- Participação na VI, VII, IX e Xª edição da Feira de Artesanato de Vizela

- Participação em todas as edições da Mostra de Artesanato Local de Vizela – - Venda Tradicional de Natal

- Realização de várias exposições na Montra de Turismo no Edifício-sede do Município de Vizela

GRUPOS FOLCLÓRICOS DEVEM DIVULGAR ARTESANATO POPULAR

O folclore constitui a sabedoria popular traduzida nos usos e costumes populares, perpetuados ao longo de gerações por meio da tradição e manifestado nomeadamente através do traje, das danças e cantares, mas também dos contos e lendas, dos jogos e provérbios, da gastronomia e da doçaria, da religiosidade e dos dialectos e ainda do próprio artesanato, porventura a forma de manifestação artística que melhor exprime o talento e nível de desenvolvimento de um povo.

Aos grupos folclóricos, enquanto entidades que possuem como missão conservar e divulgar o património cultural do povo, cabem também promover o artesanato local como uma das manifestações vivas do folclore do nosso povo.

Vem isto a propósito da tendência que actualmente se vem verificando relativamente às características das lembranças que nos tempos mais recentes têm servido para presentear grupos folclóricos e outras entidades que participam ou colaboram na organização de eventos de cariz folclórico.

Trata-se de peças que, pese embora o seu valor artístico, são produzidos em materiais sintéticos na maior parte dos casos, frequentemente em acrílicos, com recurso às novas tecnologias que permitem a impressão e recorte em toda a espécie de materiais, mas que nada têm a ver com o artesanato tradicional, aquele que constitui a criação mais genuína do nosso povo, na latoaria e cestaria, na cerâmica e na tecelagem entre outros.

Sem desprimor para a qualidade e generosidade das lembranças que os ranchos folclóricos geralmente oferecem aos grupos participantes nos seus eventos, seria adequado que procedessem a uma reavaliação dos objectos escolhidos para o efeito e passassem a dar primazia a produtos característicos das regiões que representam, mormente peças do artesanato local, encarando isso como uma forma coerente de promoverem a sua região e o respectivo folclore.

FAMALICÃO PROMOVE ARTESANATO E GASTRONOMIA

Mais gente e ambiente fantástico na Feira de Artesanato e Gastronomia de Famalicão. Artesãos fazem balanço muito positivo do evento que terminou este domingo

“Mais gente”, “mais vendas e contactos”, “grande animação” e “um ambiente fantástico”. É este o balanço, que os artesãos e gastrónomos que participaram na Feira de Artesanato e Gastronomia de Vila Nova de Famalicão fazem de mais um edição do evento que terminou este domingo.

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Com uma presença assídua há mais de 12 anos na feira, Luciana Campos considerou a edição de 2016 como uma das mais participadas de sempre. “O negócio correu muito bem, S. Pedro ajudou com o bom tempo e notamos mais público na feira”. Também o artesão Alberto Roriz dos tapetes de arraiolos se mostrou muito satisfeito com a sua participação referindo que “houve contactos, houve encomendas e houve muita gente, o que é excelente”.

Ao longo dos dez dias, mais de 200 mil pessoas passaram pela Feira de Artesanato e Gastronomia, sendo que o dia mais visitado foi a passada quarta-feira, que contou com o concerto de Zé Amaro.

Para o presidente da Câmara Municipal, Paulo Cunha, “a Feira de Artesanato e Gastronomia é um evento que se consolida ano após ano, projetando-se na região e no país, como uma feira que atrai muita gente, onde os artesãos concretizam bons negócios e com uma animação popular constante e de grande qualidade”.

Por isso, Paulo Cunha não podia estar mais satisfeito com o sucesso do evento. “A introdução da entrada gratuita há três anos foi uma aposta ganha, que beneficiou toda a gente”, salientou, acrescentando “a autarquia está atenta aos novos dinamismos e estamos preparados para novas alterações, tendo em vista uma maior satisfação tanto por parte dos artesãos como do público”.

O autarca mostrou-se ainda satisfeito com a participação nesta edição “de novos artesãos e novos empreendedores que trouxeram a esta feira uma nova vertente de verdadeira incubadora de novos projetos”.

MELHOR STAND E MELHOR PEÇA DE ARTESANATO

No que diz respeito aos concursos, o trabalho em cerâmica figurativa da autoria da artesã Isabel Machado conquistou o júri e venceu o prémio de Melhor Peça de Artesanato. Por sua vez, os trabalhos em ferro e os bordados em crivo de Júlio Ferreira e Glória Ferreira venceram o prémio de Melhor Stand.

Ao todo, mais de cem artesãos e cerca de uma dezena de restaurantes e tasquinhas, participaram no certame oferecendo aos visitantes a oportunidade de assistir ao vivo ao trabalho dos artesãos. À beleza e originalidade do artesanato, a feira junta os verdadeiros e genuínos sabores da gastronomia nacional. Tudo isto, num ambiente marcadamente popular animado pela presença de grupos folclóricos, cantares ao desafio e muita música tradicional portuguesa.

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PASSADO E FUTURO ENCONTRAM-SE NA FEIRA DE ARTESANATO E GASTRONOMIA DE FAMALICÃO

Evento que decorre até ao próximo dia 11, promete superar expetativas

Começam a confirmar-se as melhores expetativas para a 33.ª edição da Feira de Artesanato e Gastronomia de Vila Nova de Famalicão. O evento arrancou sexta-feira, com o primeiro dia a bater todos os recordes de afluência, registando a presença de mais de onze mil visitantes, sendo que durante o fim-de-semana foram cerca de 50 mil as pessoas que passaram pelo recinto da feira. O certame decorre até ao próximo domingo, dia 11.

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De acordo com o presidente da Câmara Municipal, Paulo Cunha, “estes números são o resultado do prestígio e da notoriedade que o evento tem alcançado nos últimos anos e refletem bem a qualidade e excelência da Feira”.

De resto, “não são muitas as comunidades do nosso país que se podem orgulhar de manter ao longo de 33 anos consecutivos a realização de uma feira que valoriza o artesanato e a gastronomia, e dá oportunidade aos artistas de promoverem a sua arte e os seus produtos”, salientou o autarca.

Paulo Cunha falava durante uma visita que efetuou à feira, durante a tarde de sábado, onde teve a oportunidade de conversar com os cerca de cem artesãos presentes no evento.

Para o autarca, a Feira de Artesanato e Gastronomia cumpre a “preservação de uma tradição que está muito enraizada na nossa comunidade, salvaguardando a memória e a identidade coletiva de Famalicão, da região e do país”. No entanto, Paulo Cunha assume a “ambição de trazer novas marcas ao certame”.

“A introdução de fatores de novidade não se circunscreve ao Espaço Famalicão Made In, mas também à presença de novos artesãos e novos empreendedores que fazem desta feira uma verdadeira incubadora de novos projetos”, acrescentou Paulo Cunha, referindo que para além “do passado histórico, a Feira valoriza também o presente e apresenta o futuro”.

Ao todo são mais de cem artesãos e cerca de uma dezena de restaurantes e tasquinhas presentes no certame. O trabalho ao vivo é uma das imagens de marca da Feira de Artesanato e Gastronomia, com os artesãos a elaborar as suas peças nas mais diversas artes, da cestaria à tamancaria, serralharia, barro, tecelagem, ourivesaria, marcenaria, entre muitas outras.

Enquanto isso, nos restaurantes prova-se a gastronomia e os petiscos típicos de cada região. São, pois, dias repletos de festa e animação, onde se recordam, valorizam e apreciam tradições e sabores ancestrais.

A animação popular variada anima o evento, que atrai público vindo de todo o país e da Galiza. Os grupos folclóricos, cantares ao desafio e muita música tradicional portuguesa são presença obrigatória, mas há também espaço para os grandes concertos.

O programa completo do evento pode ser consultado em:

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GERAÇÃO MADE IN MOSTRA-SE NA FEIRA DE ARTESANATO E GASTRONOMIA

Famalicão Made IN presente no certame para divulgar serviços e abraçar novas ideias de negócio

Uma montra de pequenos negócios, mas de grandes ideias e projetos. O Famalicão Made IN entra no espírito na Feira de Artesanato e Gastronomia, espaço privilegiado para artesãos e gastrónomos de todo o país mostrarem o seu trabalho, e expõe novos e irresistíveis produtos de um conjunto de empreendedores famalicenses que têm em comum o facto de estarem a ser acompanhados pelo Gabinete de Apoio ao Empreendedor. Aliás, os instrumentos municipais de estímulo ao investimento e de apoio às novas ideias de negócio serão ali divulgados e explicados a todos aqueles que queiram saber mais sobre todos os serviços que o gabinete disponibiliza.

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‘Agarrados’ à marca Famalicão Made IN, nove projetos empresariais que pertencem à Geração Made IN (as novas empresas criadas com o apoio deste programa da Câmara Municipal) esperam surpreender os milhares de visitantes que são aguardados ao longo dos dez dias do certame que hoje abre portas. Para conhecer e apreciar nos três stands do Famalicão Made IN há as bolachas sem glúten e à base de produtos naturais que substituem o açúcar da Maria Correia Natura e da Miolo de Nós. A cerveja artesanal e os derivados da castanha da Amálgama, os licores da Mini Kiwi Land e o mel gourmet da Toobee. As sandes de leitão da Miss Pig e os rissóis da Rissolândia. O portal Comer e Beber dá a conhecer os seus serviços de reservas online e a Liktuga as suas t-shirts com cortiça incorporada.

Motivos de sobra para uma visita à Feira da Artesanato e Gastronomia, que decorre até 11 de setembro com entrada gratuita, um dos principais cartazes turísticos da região e que goza de notoriedade nacional. Uma centena de artesãos de todo o país e seis restaurantes típicos proporcionam aos visitantes uma autêntica viagem pelo território português, garantindo as tradições e os sabores mais genuínos de cada região. Paralelamente, um grande palco recebe dezenas de nomes da música popular e tradicional portuguesa.

FAMALICÃO INAUGURA FEIRA DE ARTESANATO E GASTRONOMIA

Presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão percorre o certame no sábado, 3 de setembro, pelas 15h15. Paulo Cunha apresenta 33.ª edição da Feira de Artesanato e Gastronomia com uma visita ao evento

O presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, Paulo Cunha, convida os órgãos de comunicação social para uma visita à 33ª edição da Feira de Artesanato e Gastronomia com a apresentação do certame que se vai realizar sábado, 3 de setembro, pelas 15h15, no antigo campo da feira do município.

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A Feira de Artesanato e Gastronomia de Vila Nova de Famalicão abre já amanhã, sexta-feira, 2 de setembro, pelas 17h00, com  uma arruada dos Grupos de Bombos LACS BUM (Lagoa) e BOMBOÉMIA (Universidade do Minho) que irão animar os mais de cem artesãos e cerca de uma dezena de restaurantes e tasquinhas já confirmados no certame. A Feira decorre até 11 de setembro.

O trabalho ao vivo dos artesãos é uma das imagens de marca da Feira de Artesanato e Gastronomia, que vão elaborando as suas peças nas mais diversas artes, da cestaria à tamancaria, serralharia, barro, tecelagem, ourivesaria, marcenaria, entre muitas outras.

Enquanto isso, nos restaurantes prova-se a gastronomia e os petiscos típicos de cada região. São, pois, dez dias repletos de festa e animação, onde se recordam, valorizam e apreciam tradições e sabores ancestrais.

Para o presidente da Câmara Municipal, Paulo Cunha, “a Feira de Artesanato e Gastronomia de Famalicão alcançou nos últimos anos um prestígio e uma notoriedade a nível nacional difícil de superar”, salientando que “têm sido anos de grande afluência popular, com os números de visitantes a bater recordes, mas também com uma enorme procura por parte de artesãos e restaurantes que querem fazer parte desta iniciativa”.

O programa completo do evento pode ser consultado em:

http://www.vilanovadefamalicao.org/_feira_de_artesanato_e_gastronomia_4

MINHO CANTA E DANÇA NA FESTA DO AVANTE

Folclore, artesanato e gastronomia são algumas das marcas do nosso património cultural que vão marcar presença a próxima edição da Festa do Avante que se realiza já nos dias 2, 3 e 4 de setembro, no Seixal. A iniciativa da participação é das organizações regionais de Braga e Viana do Castelo do Partido Comunista Português que desse modo confere destaque à nossa região naquele que é considerado um dos maiores eventos culturais realizados no nosso país.

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Alto Minho leva arroz de sarrabulho e outras iguarias à Festa do Avante

Quem passar pelo espaço de Viana do Castelo na Festa do Avante, ficará a conhecer a gastronomia e as tradições do Alto Minho bem com a atividade politica e cultural do PCP no distrito.

Na gastronomia, salientamos o arroz de sarrabulho, os rojões à moda do Minho com arroz branco, as pataniscas de bacalhau e o bacalhau frito, acompanhados de arroz de feijão vermelho, assim como o típico caldo verde.

Para sobremesa, o Doce de Romaria de Caminha, os sidónios do Natário, os jesuítas da Leitaria do Carmo e o Pão-de-ló de Caminha.

Nas tasquinhas podem ser apreciados, o salpicão, o chouriço caseiro, o lombo fumado a sanguinha cozida e a broa de milho de curtidura caseira.

Também o artesanato regional marcará presença, podendo o visitante adquirir os bordados e rendas de Santa Marta de Portuzelo, os lenços dos namorados, o linho de Ponte da Barca, assim como artefactos de madeira, os cabeçudos em pasta de papel, T-shirts pintadas à mão, brincos e colares em filigrana.

Importa referir ainda a participação do Grupo Etnográfico de São Lourenço da Montaria (Viana do Castelo), que atuará no Sábado no Palco Arraial.

Baixo Minho leva folclore e outras experiências musicais ao palco da festa

Por seu turno, a Organização Regional de Braga do Partido Comunista Português leva este ano à Festa do Avante o Grupo Folclórico “As Ceifeiras de Gondar”, de Guimarães, e o Rancho Folclórico de S. Pedro do Bairro, de Vila Nova de Famalicão. Os grupos vão atuar no “Palco Arraial”, um dos 8 palcos principais da Festa do Avante.

Além dos ranchos folclóricos, subirá também ao palco os “Cabra Cega”, um grupo que nasceu em Braga cuja música parte da combinação da gaita de fole e instrumentos de percussão tradicional, tais como o bombo e a caixa. A Cabra deu os seus primeiros passos sobre músicas das nossas raízes tradicionais mas cedo começou a caminhar ao encontro da mistura das mesmas com ritmos e sons contemporâneos que influenciam cada um dos seus elementos. Ao longo do tempo têm vindo a ser recrutadas sonoridades provenientes de outras paisagens, sejam elas do passado, do presente ou mesmo do futuro, e é neste habitat heterogéneo que a Cabra Çega se tem vindo a desenvolver. A energia da Cabra transforma os sítios onde passa, puxa pela dança e envolve o público num espetáculo vivo e intenso.

Haverá ainda cantadores ao desafio, zés pereiras do grupo bracarense “Ida e Volta”, cabeçudos e gigantones, artesanato e várias iguarias da cozinha tradicional minhota.

No concurso de bandas, promovido pela Juventude Comunista Portuguesa, participará a banda “Slavecrowd”, de Fafe, que atuará no “Palco Novos Valores”.

Estão a ser organizadas excursões a partir de Braga, Guimarães, Barcelos, Esposende, Vila Nova de Famalicão, Fafe e Vizela, para além da viagem no “Comboio da Juventude, com partida de Braga e paragem em Nine e Vila Nova de Famalicão, numa iniciativa da JCP.

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FEIRA DE ARTESANATO E GASTRONOMIA DE FAMALICÃO PROLONGA SENSAÇÃO DE FÉRIAS

Certame abre esta sexta-feira, dia 2 de setembro, com mais de 100 artesãos, 12 restaurantes e tasquinhas e mais de 20 espetáculos musicais

É já nesta sexta-feira, dia 2 de setembro, que abrem as portas de uma das mais persistentes feiras de artesanato do país. Em Vila Nova de Famalicão, há mais de 30 anos consecutivos que o final das férias e o regresso ao trabalho é amenizado pela realização da Feira de Artesanato e Gastronomia que oferece aos visitantes motivos fortes para manterem o espírito de passeio e de desfrute gastronómico tão característico das férias.

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Do Norte ao Sul do país, a Feira de Artesanato e Gastronomia de Vila Nova de Famalicão percorre as tradições e os sabores mais genuínos de cada região, proporcionando aos seus visitantes uma autêntica viagem pelo território nacional.

As mãos são mesmo a principal matéria-prima do certame. São as mãos que moldam, que tecem, que cozinham, que desenham, que entrelaçam… São elas que materializam nos objetossaberes ancestrais, transmitidos e apurados ao longo de sucessivas gerações. Por isso, o trabalho ao vivo é uma das imagens de marca do certame que traz até ao dia 11 de setembro a Vila Nova de Famalicão mais de uma centena de artesãos, que vão elaborando as suas peças nas mais diversas artes, da cestaria à tamancaria, serralharia, barro, tecelagem, ourivesaria, marcenaria, entre muitas outras.

E são também as mãos as grandes responsáveis pelo requinte e apuro da confeção da gastronomia que será servida nos seis restaurantes típicos regionais e nas tasquinhas  que vão  afagar o estômago e a alma dos visitantes.

Para o presidente da Câmara Municipal, Paulo Cunha, “a Feira de Artesanato e Gastronomia de Famalicão é um dos grandes cartazes turísticos da região, registando um prestígio e uma notoriedade a nível nacional de relevo”.  E acrescenta: “Os últimos anos têm sido particularmente importantes para a força da feira, com os números de visitantes a bater recordes, mas também com uma enorme procura por parte de artesãos e restaurantes que querem fazer parte desta iniciativa”.

A animação popular variada e permanente tem contribuído também para a reputação do evento, que atrai público vindo de todo o país e da Galiza. Os grupos folclóricos, cantares ao desafio e muita música tradicional portuguesa são presença obrigatória. Este ano, destaque para os concertos de Zé Amaro e o quinteto Daniel Pereira Cristo, por entre mais de duas dezenas de espetáculos musicais, muitos deles proporcionados  por artistas e grupos famalicenses. Porque a Feira de Artesanato e Gastronomia de Vila Nova de Famalicão também é isso: um grande palco para os artistas e grupos da terra darem a conhecer o seu trabalho ao público.

“São dez dias de grande animação para recordar tradições populares e descobrir novas artes e sabores ancestrais”, refere Paulo Cunha, convidando as pessoas a várias passagens pelo recinto da feira, até porque, a entrada é livre.

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MINHO CANTA E DANÇA NA FESTA DO AVANTE

Folclore, artesanato e gastronomia são algumas das marcas do nosso património cultural que vão marcar presença a próxima edição da Festa do Avante que se realiza já nos dias 2, 3 e 4 de setembro, no Seixal. A iniciativa da participação é das organizações regionais de Braga e Viana do Castelo do Partido Comunista Português que desse modo confere destaque à nossa região naquele que é considerado um dos maiores eventos culturais realizados no nosso país.

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Alto Minho leva arroz de sarrabulho e outras iguarias à Festa do Avante

Quem passar pelo espaço de Viana do Castelo na Festa do Avante, ficará a conhecer a gastronomia e as tradições do Alto Minho bem com a atividade politica e cultural do PCP no distrito.

Na gastronomia, salientamos o arroz de sarrabulho, os rojões à moda do Minho com arroz branco, as pataniscas de bacalhau e o bacalhau frito, acompanhados de arroz de feijão vermelho, assim como o típico caldo verde.

Para sobremesa, o Doce de Romaria de Caminha, os sidónios do Natário, os jesuítas da Leitaria do Carmo e o Pão-de-ló de Caminha.

Nas tasquinhas podem ser apreciados, o salpicão, o chouriço caseiro, o lombo fumado a sanguinha cozida e a broa de milho de curtidura caseira.

Também o artesanato regional marcará presença, podendo o visitante adquirir os bordados e rendas de Santa Marta de Portuzelo, os lenços dos namorados, o linho de Ponte da Barca, assim como artefactos de madeira, os cabeçudos em pasta de papel, T-shirts pintadas à mão, brincos e colares em filigrana.

Importa referir ainda a participação do Grupo Etnográfico de São Lourenço da Montaria (Viana do Castelo), que atuará no Sábado no Palco Arraial.

Baixo Minho leva folclore e outras experiências musicais ao palco da festa

Por seu turno, a Organização Regional de Braga do Partido Comunista Português leva este ano à Festa do Avante o Grupo Folclórico “As Ceifeiras de Gondar”, de Guimarães, e o Rancho Folclórico de S. Pedro do Bairro, de Vila Nova de Famalicão. Os grupos vão atuar no “Palco Arraial”, um dos 8 palcos principais da Festa do Avante.

Além dos ranchos folclóricos, subirá também ao palco os “Cabra Cega”, um grupo que nasceu em Braga cuja música parte da combinação da gaita de fole e instrumentos de percussão tradicional, tais como o bombo e a caixa. A Cabra deu os seus primeiros passos sobre músicas das nossas raízes tradicionais mas cedo começou a caminhar ao encontro da mistura das mesmas com ritmos e sons contemporâneos que influenciam cada um dos seus elementos. Ao longo do tempo têm vindo a ser recrutadas sonoridades provenientes de outras paisagens, sejam elas do passado, do presente ou mesmo do futuro, e é neste habitat heterogéneo que a Cabra Çega se tem vindo a desenvolver. A energia da Cabra transforma os sítios onde passa, puxa pela dança e envolve o público num espetáculo vivo e intenso.

Haverá ainda cantadores ao desafio, zés pereiras do grupo bracarense “Ida e Volta”, cabeçudos e gigantones, artesanato e várias iguarias da cozinha tradicional minhota.

No concurso de bandas, promovido pela Juventude Comunista Portuguesa, participará a banda “Slavecrowd”, de Fafe, que atuará no “Palco Novos Valores”.

Estão a ser organizadas excursões a partir de Braga, Guimarães, Barcelos, Esposende, Vila Nova de Famalicão, Fafe e Vizela, para além da viagem no “Comboio da Juventude, com partida de Braga e paragem em Nine e Vila Nova de Famalicão, numa iniciativa da JCP.

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FAMALICÃO MOSTRA O MELHOR DO ARTESANATO E DA GASTRONOMIA LOCAL

Evento decorre de 2 a 11 de setembro e vai contar com mais de 100 artesãos, 12 restaurantes e tasquinhas e mais de 20 espetáculos musicais

Do Norte ao Sul do país, a Feira de Artesanato e Gastronomia de Vila Nova de Famalicão percorre as tradições e os sabores mais genuínos de cada região, proporcionando aos seus visitantes uma autêntica viagem pelo território nacional. O evento arranca no próximo dia 2 e decorre até 11 de setembro.

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Manuela Marques, oriunda de São Pedro de Corval, em Reguengos de Monsaraz, no Alentejo, é o exemplo de uma artesã que todos os anos faz centenas de quilómetros para participar no evento, levando até Famalicão a mais conceituada olaria e barro da Península Ibérica.

“Já participo nesta feira há cerca de 15 anos e gosto muito de estar em Famalicão, não só porque dou a conhecer a minha arte e os meus produtos, mas também porque é um evento muito animado, com grandes espetáculos, que atraem muitos visitantes e também pela excelente organização”.

Para esta artesã alentejana, “a decisão de tornar as entradas na feira gratuitas foi muito positiva e trouxe benefícios aos expositores”“É uma feira muito visitada, muito participada e muito animada onde gosto muito de estar”.

Mas há mais, dos tapetes de Arraiolos aos bordados de Viana, do vidro soprado da Marinha Grande a tantos outros. É todo um país que se mostra em Famalicão através da arte de bem-fazer com as mãos. O artesanato local estará naturalmente em destaque, com os artesãos famalicenses a ombrearem com os artesãos nacionais na conquista da atenção dos muitos milhares de pessoas que são esperadas no evento.

No total, são esperados mais de uma centena de artesãos de várias regiões do país, que vão elaborando as suas peças nas mais diversas artes. A estes juntam-se seis tasquinhas regionais para retemperar forças e seis restaurantes com os sabores mais genuínos para afagar o estômago e a alma.

A animação popular variada e permanente tem contribuído também para a reputação do evento, que atrai público vindo de todo o país e da Galiza. Os grupos folclóricos, cantares ao desafio e muita música tradicional portuguesa é presença obrigatória. Este ano, destaque para os concertos de Zé Amaro e do quinteto Daniel Pereira Cristo, por entre mais de duas dezenas de espetáculos musicais, muitos deles proporcionados por artistas e grupos famalicenses. Porque a Feira de Artesanato e Gastronomia de Vila Nova de Famalicão também é isso: um grande palco para os artistas e grupos da terra darem a conhecer o seu trabalho ao público.

Enfim, são dez dias repletos de festa e animação, onde se recordam, valorizam e apreciam tradições e sabores ancestrais.

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BARCELOS REVELA TRADIÇÃO E NOVIDADE

Tradição e novidade andaram de mãos dadas na Mostra de Artesanato e Cerâmica de Barcelos

Chegou ontem ao fim mais uma edição da Mostra de Artesanato e Cerâmica de Barcelos, que decorreu entre 29 de julho e 15 de Agosto, no Parque da Cidade. Mais de cem mil visitantes, cerca de 120 de stands e largas dezenas de artesãos marcaram o sucesso do evento que se realiza há 34 anos.

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No último domingo, à noite, o Concerto ao Artesanato, que veio substituir a Gala do Artesanato, contou com um espetáculo único protagonizado pela Banda Musical de Oliveira, em conjunto com o Coro de Câmara de Barcelos, e que marcou a cerimónia de entrega dos habituais galardões anuais para os melhores artesãos da Mostra.

Na categoria principal - Prémio Carreira -, foi distinguida Ermelinda Rodrigues, artesã que se dedica ao bordado de crivo de S. Miguel da Carreira.

Os prémios Revelação foram entregues a Fernando Pereira e a Joaquim Pinto, respetivamente, nas sub-categorias de Tradicional e Contemporânea.

Por fim, o artesão João Veiga arrecadou o Prémio Inovação.

Durante a entrega dos prémios, o Presidente da Câmara Municipal de Barcelos, Miguel Costa Gomes, realçou a “grande importância do evento para a afirmação da cidade enquanto capital do Artesanato” e também para a “dinamização cultural do turismo no concelho”.

Nas duas semanas de Mostra, passaram pelo palco do parque vários grupos folclóricos internacionais, mas também de música tradicional portuguesa.

A gastronomia foi outra das principais atrações da mostra e reuniu, na zona da restauração, várias associações recreativas locais que nestes dias se dedicaram à confeção de pratos tradicionais num ambiente bastante familiar.

A aposta nos produtos biológicos locais e na valorização dos produtos da Terra, inclusive com a presença de stands do ATHACA e do projeto PROVE, constituíram outra das grandes novidades desta edição, alcançando dessa forma públicos alternativos. Os workshops com os grandes mestres artesãos foram também alvo de muita procura por parte dos visitantes, que não quiseram perder esta oportunidade única de partilhar os saberes da tecelagem, da olaria, da cestaria e demais ofícios.

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ARTESANATO E GASTRONOMIA ATRAEM MILHARES DE VISITANTES A CELORICO DE BASTO

Milhares de pessoas passaram pela XIX Feira de Artesanato e Gastronomia em Celorico de Basto

Um dos certames culturais mais atrativos da região decorreu em Celorico de Basto, de 11 a 15 de agosto, e contou com a presença de milhares de pessoas oriundas de todos o país, “verdadeiros amantes dos sabores imprimidos na gastronomia local e apreciadores do artesanato de qualidade”.

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O presidente da Câmara Municipal de Celorico de Basto, Joaquim Mota e Silva, intitulou esta feira como um verdadeiro antidepressivo. “Esta feira é um local propício à confraternização, ao convívio, à partilha de experiências, um ponto de encontro de gentes que dificilmente se veriam em outras ocasiões. Vimos pessoas oriundas de vários pontos do país. De ano para ano temos imprimido uma qualidade superior nos produtos expostos, por forma a atrairmos ainda mais visitantes amantes da boa gastronomia e apreciadores de artesanato de qualidade”. Joaquim Mota e Silva reiterou a necessidade de apostar na qualidade do produto e manter a quantidade. “Temos uma feira com cerca de 160 expositores, e a qualidade é um fator decisivo no momento da seleção. Queremos que este certame ganhe cada vez mais notoriedade, seja um local de visita obrigatória, uma das melhores feiras do género que se promove em Portugal por isso, atuamos no sentido de imprimir a melhor qualidade naquilo que apresentamos” destacou. 

O edil celoricense realçou o facto de terem passado milhares de pessoas pelo recinto como sinal do bom trabalho desenvolvido. “É com alegria que verifico o êxito desta feira, milhares de pessoas passaram pelo recinto durante estes cinco dias, sinal de que estamos no bom caminho na promoção da melhor gastronomia, dos vinhos de excelência e do artesanato de qualidade”.

Um espaço com grande oportunidade de negócio para todos os expositores presentes. Como habitualmente, o local onde estiveram dispostos os vinhos e as tábuas com enchidos tiveram lotação esgotada, sempre repleto, nos 5 dias de certame. Neste espaço, juntaram-se milhares de pessoas a petiscar e a provar o vinho verde característico da região.

“Este espaço é fantástico, vimos todos os anos e paramos sempre por aqui a petiscar e a beber este excelente vinho verde. É muito agradável, vê-se muita gente conhecida” disse Susana Matos, presenta na zona dos vinhos.

A grande oportunidade de negócio destacou-se na parte da gastronomia e dos vinhos mas o artesanato também fez negócio e sobretudo, promoveu o produto. Pedro Teixeira, representante de um dos restaurantes presentes na feira, disse tratar-se de uma forma de incrementar o negócio. “Esta feira é realmente uma oportunidade de negócio, por norma temos sempre o restaurante cheio durante os dias em que decorre a feira. As pessoas gostam de vir cá jantar e nós oferecemos os nossos melhores pratos. Para além de fazermos negócio damos a conhecer a casa que representamos para que nos visitem futuramente. É um bom espaço de promoção, não há dúvida”.

Durante os 5 dias de feira os visitantes puderam assistir a várias atuações musicais como à atuação do Rancho de Sta. Maria de Canedo, os cavaquinhos de Arnoia, os Tamegaita, os Charanga Achicoria, o Rancho Folclórico os Amigos do Castelo, os IPUM, os Viva Moreira, os Romeiros, os Glow band + Marionetas LED, os Amigos das Tainadas, os Fanfarra Kaústica, os Clown Band + Palhaços Insufláveis, o Rancho Folclórico de Gandarela e os Borguinhas Marotos (Luxemburgo).

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ARTESANATO E GASTRONOMIA ATRAI MILHARES DE VISITANTES A CELORICO DE BASTO

Abertas as portas, são esperadas milhares de pessoas na XIX Feira de Artesanato e Gastronomia em Celorico de Basto. “De 11 a 15 de agosto são esperadas milhares de pessoas no recinto da feira”

“Uma feira que serve como antidepressivo”

Arrancou ontem, 11 de agosto, a XIX edição da Feira de Artesanato e Gastronomia. Um certame com mais de 160 expositores, “uma das maiores montras de artesanato e Gastronomia do norte de Portugal”, que espera, ao longo destes 5 dias, a presença de milhares de pessoas.

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“Esta é uma feira renovada, sempre com mais qualidade, uma montra do melhor que existe em Portugal com artesanato e gastronomia da melhor qualidade, onde as pessoas vão poder degustar pratos e vinhos de excelência, com um programa de animação atrativo voltado para a cultura popular” sublinhou o presidente da Câmara Municipal de Celorico de Basto, Joaquim Mota e Silva, durante a abertura do certame. “Trata-se de um evento com cada vez mais gente, um ponto de encontro, um local propício ao convívio, onde as pessoas se encontram e se divertem” destacou. O autarca disse ainda que este certame é uma “espécie de antidepressivo, onde a confraternização é a palavra de ordem”. No que respeita ao nº de stands, Joaquim Mota e Silva, não pode deixar de sublinhar que o nº de expositores é o ideal para que a qualidade dos produtos dos mesmos não seja posta em causa. “Não podemos ter mais expositores porque iriamos colocar em causa a qualidade dos produtos expostos, temos que ser seletivos e exigentes para que esta feira cresça cada vez mais na atratividade por tudo o que oferece a quem a visita”. O edil celoricense realçou ainda a oportunidade de negócio para os expositores e para o comércio local tendo em conta o nº de visitantes a passar por Celorico de Basto por estes dias.

Uma das particularidades desta feira é o local onde estão dispostos os vinhos e as tábuas com enchidos. Neste espaço, juntam-se milhares de pessoas a petiscar e a provar o vinho verde característico da região.

“Vou todos os anos à feira para degustar os deliciosos petiscos e provar o nosso vinho verde. É um local excelente para confraternizar, ficamos horas a fio na conversa” disse Filipe Alves, visitante da feira.

Durante os 5 dias de feira a animação será permanente com a atuação do Rancho de Sta. Maria de Canedo, os cavaquinhos de Arnoia, os Tamegaita, os Charanga Achicoria, o Rancho Folclórico os Amigos do Castelo, os IPUM, os Viva Moreira, os Romeiros, os Glow band + Marionetas LED, os Amigos das Tainadas, os Fanfarra Kaústica, os Clown Band + Palhaços Insufláveis, o Rancho Folclórico de Gandarela e os Borguinhas Marotos (Luxemburgo).

Ontem, os presentes puderam assistir à atuação do Rancho de Sta. Maria de Canedo, os cavaquinhos de Arnoia, os Tamegaita, os Charanga Achicoria. Hoje, véspera de fim-de-semana, a afluência será bem maior, com muita animação pelo recinto do certame.

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BARCELOS REINVENTA ARTESANATO

Mostra de Artesanato e Cerâmica de Barcelos reinventa-se para chegar a outros públicos

Artes e ofícios tradicionais convivem com produtos biológicos 

Experienciar e vivenciar as artes e os ofícios artesanais de Barcelos através de workshops ou dar a conhecer e provar os produtos biológicos locais e até deliciar os mais gulosos com uma oferta vasta e diversificada de doçaria são as grandes novidades desta edição da Mostra de Artesanato e Cerâmica de Barcelos. A decorrer até 15 de agosto, o certame recebe diariamente milhares de visitantes que procuram não só os clássicos Cristos dos Ramalhos e os Diabos dos Irmãos Mistério mas também as novidades das novas gerações de artesãos. O Concerto ao Artesanato é outra das novidades de 2016 durante o qual serão entregues os prémios Revelação, Inovação e Carreira. A atuação é da Banda Musical de Oliveira e do Coro de câmara de Barcelos.

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A valorização dos produtos da terra e dos ofícios locais tem sido um dos principais motes da Mostra de Artesanato e Cerâmica de Barcelos e nesta edição a autarquia apostou na inovação e juntou aos já credenciados antigos e novos valores do artesanato os produtores biológicos de Barcelos. A presença do projeto PROVE – Promover e Vender, que pretende contribuir para o escoamento de produtos locais, e da Associação de Desenvolvimento das Terras Altas do Homem, Cávado e Ave (ATAHCA), que se dedica ao desenvolvimento rural sustentável são exemplo do trabalho que se mostra nesta edição para promover a economia local.

Os concertos de música popular portuguesa, os espetáculos de folclore e a diversidade da gastronomia tradicional têm feito as maravilhas dos muitos que passam pelo evento que anualmente fortifica a identidade cultural da cidade e da região. Além da cerâmica e da olaria, há bordado, cestaria, joalharia, passando também por outras matérias como o couro, o cobre e a madeira. Dos enchidos aos típicos chinelos de lã, de tudo um pouco pode ser encontrado neste evento que reúne cerca de 120 stands e mais de uma centena de artesãos, 80 dos quais de Barcelos.

A Mostra conta com animação diária que inclui workshops tradicionais, arruadas e atuações de grupos locais como os Ecos do Povo ou o Rancho Folclórico de S. Tiago de Carapeços. Da programação musical, destaca-se o Concerto ao Artesanato que junta o Coro de Câmara de Barcelos e a Banda Musical de Oliveira e se realiza no domingo, dia 14, pelas 21h30. Pelo palco do Artesanato já passaram, na semana passada, nomes como Sangre Ibérico, Aurora ou Jorge Lomba.

Valorizar os produtos da terra e das artes e ofícios, estimulando a economia local, e revisitar e promover tradições culturais são os principais motivos desta mostra que pretende afirmar Barcelos enquanto Capital do Artesanato, colocando a cidade no mapa do mundo.

CERVEIRENSES RECRIAM EM CROCHET CENA MÍTICA ET

Bem que a mensagem pode ser: "ET phone home" to say: I love Cerveira. ET e Elliot estão de visita à ‘Vila das Artes’ e prometem ser o centro das atenções de miúdos e graúdos. Esta é a mas recente ‘obra de arte’ em crochet exposta em Vila Nova de Cerveira, integrada no projeto ‘O Crochet Sai à Rua’.

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De 1982, Hollywood, um dos maiores sucessos de bilheteria de toda a história do cinema, para 2016, Vila Nova de Cerveira, uma atração turística em crochet. A mítica cena de Elliot e o seu amigo extraterrestre a elevarem-se na bicicleta ao luar está recriada em crochet, em tamanho real (dois metros), na fachada do edifício da Câmara Municipal.

A criatividade e imaginação das mentoras e colaboradoras d ‘ O Crochet Sai à Rua’ não para, e continua a surpreender. Depois do crochet extravasar a área da cultura, tradição, etnografia, identidade, desporto e redes sociais, faltava a sétima arte.

A ideia foi surgindo aos poucos: primeiro uma bicicleta real toda ornamentada em crochet e que recolheu um feedback muito positivo, depois o ET por uma brincadeira e para complementar faltava mesmo o seu amigo Elliot. Assim surgiu o mote para recriar aquele que é o ponto alto de uma história que emocionou o mundo e conquistou inúmeros prémios, entre eles um Óscar em 1983: a amizade improvável e o apoio para fazer regressar o ET ao seu planeta.

A cena em crochet procura ser tão fiel à original, tanto que, durante a noite, o ET ‘ganha vida’ através de um elemento que lhe é tão característico. E mais não se revela, quer saber qual? Fica o convite: se até o ET e o Elliot estão de visita a Vila Nova de Cerveira, de que está à espera? Traga os seus pequenos para ver esta nova criação em crochet e, quanto a você, venha recordar um dos maiores e populares sucessos cinematográficos de todos os tempos, dirigido por Steven Spielberg.

O ET, agora em crochet, num local bem perto de si: a fachada do edifício da Câmara Municipal.

CELORICO DE BASTO REALIZA FEIRA DE ARTESANATO E GASTRONOMIA

Celorico de Basto prepara-se para receber a XIX edição da Feira de Artesanato e Gastronomia

Um dos maiores certames de artesanato e gastronomia decorre em Celorico de Basto, de 11 a 15 de agosto, no Mercado Municipal. Por estes dias, milhares de pessoas passam por um recinto onde reina a confraternização entre visitantes e residentes.

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“Esperamos milhares de pessoas em Celorico de Basto durante a XIX Feira de Artesanato e Gastronomia, um certame que, pelas suas características próprias, com gastronomia de qualidade e artesanato tradicional, atrai residente e turistas” destacou o presidente da Câmara Municipal de Celorico de Basto, Joaquim Mota e Silva, a dias do arranque do certame. O autarca referiu ainda que “a importância desta feira nota-se, também, pela quantidade de expositores que querem participar. Temos espaço a menos e expositores a mais, todos querem estar presentes para dar a conhecer os seus produtos. A Gastronomia é sobretudo, regional, mas temos artesanato do norte ao sul de Portugal”.

Nesta feira é também destaque o encontro entre residentes e emigrantes que estão por Celorico de Basto durante o mês de agosto. “Este é um certame que vive sobretudo da confraternização, é um ponto de encontro entre familiares e amigos emigrantes, presentes no concelho durante este mês de férias” sublinhou Joaquim Mota e Silva.

A feira conta com a participação de cerca de 160 expositores com amplo destaque para o artesanato. A gastronomia e os vinhos têm também lugar garantido e são muito requisitados pelos visitantes.

Durante os 5 dias de feira a animação será permanente com a atuação do Rancho de Sta. Maria de Canedo, os cavaquinhos de Arnoia, os Tamegaita, os Charanga Achicoria, o Rancho Folclórico os Amigos do Castelo, os IPUM, os Viva Moreira, os Romeiros, os Glow band + Marionetas LED, os Amigos das Tainadas, os Fanfarra Kaústica, os Clown Band + Palhaços Insufláveis, o Rancho Folclórico de Gandarela e os Borguinhas Marotos (Luxemburgo).

Um certame que abre as portas no próximo dia 11 de agosto, quinta-feira, a partir das 18h00.

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ARCOS DE VALDEVEZ EXPÕE "LOLITAS"

“Lolitas: bonecas de cartão” na Casa das Artes

O átrio da Casa das Artes / Biblioteca Municipal acolhe mais uma exposição de uma colecionadora particular do nosso concelho. Trata-se da exposição Lolitas: bonecas de cartão.

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A criadora das bonecas de cartão, Maria das Dores Brito Costa é natural de Arcos de Valdevez, onde reside na freguesia de Vilafonche.

Exerceu durante vários anos a profissão de datilografa, e é, atualmente, doméstica. Tem o grato prazer de expor, pela primeira vez, a sua modesta coleção de bonecas, por si manufaturadas, com os mais diversos materiais recicláveis . A sua atenção é dirigida, em especial, às crianças que regra geral adoram bonecas. Este tão agradável e até terapêutico entretenimento, teve inicio há alguns anos, quando sua inestimável mãe, de 91 anos, nas suas lúcidas e longas conversas, lhe voltava a narrar a mesma história de sempre.”Fui pedida em casamento, por um amigo, com quem nunca namorei". Enquanto ouvia a sua progenitora, Dores pegou numa folha de jornal e numa tesoura e foi dobrando, cortando e moldando, até, que, surpreendentemente, lhe nasceu das mãos, uma engraçada boneca. Seguidamente, surgiram bonecas sem fim. 

Dores Costa sente o maior prazer na sua confeção, pelos inocentes sorrisos e doces e ternos olhares que parecem que consigo pretendem comunicar.

As bonecas não deixam o observador indiferente, talvez por serem a manifestação interior de uma certa sofisticação e exuberância que a sua criadora teima em esconder.

A exposição está patente até 3 de Setembro. 

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CROCHET ESTÁ NA MODA EM CERVEIRA

‘O Crochet Sai à Rua’ de Cerveira para o mundo

Está na moda e veio mesmo para ficar. Todos os dias, em cada rua de Vila Nova de Cerveira há inúmeras máquinas fotográficas e telemóveis a disparar para não perder nenhum pormenor da ornamentação do centro histórico em crochet. Em apenas um mês, a beleza e o cariz comunitário da iniciativa ‘O Crochet Sai à Rua’ tem despertado o interesse de milhares de pessoas de várias nacionalidades.

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Uns exclusivamente de propósito, outros apanhados de surpresa. Dias de semana ou fins-de-semana, quem visita Vila Nova de Cerveira é unânime nos elogios à criatividade e imaginação, mas também ao espírito de união e envolvimento da comunidade, entre IPSS’s, comerciantes, freguesias e residentes, para conferir um elemento de atratividade diferenciador no período de verão, conjugando tradição e contemporaneidade, através da arte secular do crochet.

“Verdadeiras obras de arte”, “Ideia hermosa”, “Great effort”, “Très original”... Pelas ruas e na Loja Interativa de Turismo ouvem-se comentários de portugueses oriundos de várias regiões do país, espanhóis, franceses, americanos, alemães, ingleses, brasileiros, polacos, italianos que, maravilhados com a iniciativa, prometem divulgar o evento a familiares e amigos.

Para a II edição d’ ‘O Crochet Sai à Rua’ já se contabilizam mais de 200 quilómetros de fio transformados em peças únicas de crochet que têm conseguido conectar Vila Nova de Cerveira a vários cantos do mundo. Desde uma boneca de 6 m, aos 11 cervos com 5 m, da recriação da feira de gado, às fachadas de edifícios e árvores com adornos em crochet, não há ponto do centro histórico que não seja um motivo de paragem obrigatória e digno de registo.

E a verdade é que de hoje para amanhã, há sempre um elemento decorativo novo e que capta a atenção de quem deambula pelas ruas, garantindo um roteiro sempre singular. O impacto positivo da iniciativa tem contribuído para aguçar a vontade das ‘mãos de fada’ continuarem a fazer crochet e conceberem novas ideias. É o caso do mais recente ET todo elaborado em crochet que tem feito as delícias de miúdos e graúdos.

‘O Crochet Sai à Rua’ de Cerveira até meados do mês de setembro. Fica o convite para descobrir cada canto e encanto de um projeto comunitário considerado uma referência nacional e com destaque além-fronteiras.

BARCELOS MOSTRA ARTESANATO E CERÂMICA

Abertura da 34ª Mostra de Artesanato e Cerâmica de Barcelos

Hoje, dia 29 de julho, às 19h00, no Parque da cidade

A 34.ª Mostra de Artesanato e Cerâmica de Barcelos decorre no Parque da Cidade, entre o dia 29 de julho e 15 de agosto. Mais de uma centena de artesãos, 80 dos quais de Barcelos, estão representados neste certame que conta com cerca de 120 stands espalhados pelas várias áreas do recinto do Parque

Este certame, um dos mais antigos do país, conta com a presença dos mais importantes artesãos de cada setor do artesanato e retrata toda a riqueza da arte e do trabalho tradicional

BARCELOS MOSTRA ARTESANATO E CERÂMICA

Parque da Cidade recebe 34.ª Mostra de Artesanato e Cerâmica de Barcelos

A 34.ª Mostra de Artesanato e Cerâmica de Barcelos decorre no Parque da Cidade, entre o dia 29 de julho e 15 de agosto. Mais de uma centena de artesãos, 80 dos quais de Barcelos, estão representados neste certame que conta com cerca de 120 stands espalhados pelas várias áreas do recinto do Parque. Este certame, um dos mais antigos do país, conta com a presença dos mais importantes artesãos de cada setor do artesanato e retrata toda a riqueza da arte e do trabalho tradicional.

A Mostra de Artesanato e Cerâmica de Barcelos tem como objetivo promover o artesanato e os artesãos, sendo o grande evento anual na área do artesanato, afirmando Barcelos como capital do artesanato e trazendo à cidade muitos milhares de pessoas, mantendo um cruzamento harmonioso com a gastronomia e os vinhos, a música popular e o folclore nacional e internacional.

Quem visitar este espaço poderá, ainda, contar com muitos espetáculos musicais, onde se incluem música popular e atuações de grupos folclóricos do concelho de Barcelos e de grupos estrangeiros participantes no Festival do Rio; arruadas de bombos, espetáculos de dança, animação de rua diária entre outras atividades que, de forma ininterrupta, animarão a Mostra entre o palco principal, a praça do vinho e todo o recinto.

Os stands dedicados à valorização dos produtos da Terra e das artes e ofícios ligadas aos mesmos são algumas das novidades presentes neste grande certame, onde estarão presentes a ATHACA e o projecto PROVE, a Cooperativa Agrícola de Barcelos com stand para promoção da dimensão leiteira e agrícola do território e diversos stands com produtos biológico locais. Pelas mãos de grandes mestres teremos os workshop`s “Experiências com Arte Tradicionais”.

A tradição é um dos elementos fundamentais na construção da história e da memória dos homens, religando-os às suas raízes culturais mais profundas. Os workshops com artesãos locais são um meio privilegiado de passagem de testemunho e transmissão de conhecimento, ensinando estes ofícios seculares às gerações mais novas, uma aposta e iniciativa que pretende promover e recuperar a arte de bem-fazer chapéus de palha tradicionais de Cambeses ou recriar o processo de fiação de lã desde a tosquia ou de cozedura do pão tradicional são alguns dos pontos altos do programa de animação. Bordado de crivo, tecelagem em penas, cestaria grossa, brinquedos em madeira, olaria tradicional e o figurado são algumas das matérias que serão abordadas durante este programa.

As atividades realizam-se entre as 18h30 e as 20h30 num espaço próprio definido para o efeito e os interessados devem inscrever-se para turismo@cm-barcelos.pt até às 16h00 do dia do evento.

O certame tem entrada livre e o seguinte horário: de segunda a sexta feira, das 18h00 às 24h00; sábados e domingos das 16h00 às 24h00, e no dia 15 de Agosto, feriado, das 16h00 às 21h00.

ARTES E OFÍCIOS TRADICIONAIS REÚNEM ARTESÃOS EM CERVEIRA

II BIA – Artes e Ofícios Tradicionais reúne trabalhos de vários cantos do mundo

São 50 os artesãos inscritos na II BIA – Artes e Ofícios Tradicionais, a decorrer entre 10 e 14 de agosto, no Parque do Centro Coordenador de Transportes de Vila Nova de Cerveira. Reforçando o caráter internacional, o evento conta com um maior número de participantes, mais nacionalidades e uma enorme variedade de áreas representadas. Entrada livre.

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À semelhança da edição 2014, e mantendo o objetivo de valorizar o artesanato, a II BIA – Artes e Ofícios Tradicionais constitui-se como um espaço de encontro de natureza cultural, com um programa diversificado que abrange a exposição e venda de produtos artesanais, trabalhos ao vivo, gastronomia, ateliês, animação musical e uma ação de sensibilização relacionada com a promoção e os fundos de financiamento para as artes e ofícios, promovida pelo IEFP.

Este ano, o evento carateriza-se pela variedade de origens presentes e pela diversidade dos produtos e ofícios que apresentam. Para além de muitos portugueses e de espanhóis de várias regiões, destaca-se a presença de artesãos oriundos de Cabo Verde e Brasil. Os trabalhos apresentados vão desde a cestaria, trabalhos em madeira e em vidro, tapeçaria, couro, cerâmicas, bijuterias, até às várias produções de autor ao nível de joalharia e outras áreas.

A II BIA – Artes e Ofícios Tradicionais aposta ainda num vasto programa de animação ao som de música tradicional portuguesa com bombos e grupos folclóricos do concelho, mas também na dinamização de quatro concertos com diferentes estilos musicais associados à tradição: o folk português com Uxu Kalhus, o ritmo dos Melech Mechaya, a reinterpretação de clássicos da Bossa Nova e da MPB com o Trio Pagú, e a identidade cultural das Terras de Miranda, Nordeste Transmontano com os Galandum Galundaina.

A gastronomia também não é esquecida e, uma vez mais, as associações e juntas de freguesia do concelho apresentam o seu melhor na recriação e divulgação dos pratos mais tradicionais do Alto Minho.

A inauguração da II BIA – Artes e Ofícios Tradicionais está agendada para o dia 10 de agosto, às 16h00, prolongando-se até domingo, 14.

FEIRA DE ARTESANATO DE ESPOSENDE DESTACA TECELAGEM MANUAL

Tecelagem manual é atração na Feira de Artesanato de julho

A edição de julho da Feira de Artesanato de Esposende vai dar destaque à QUITO, uma marca 100% portuguesa, onde o macramé e o crochet se destacam, entre peças cuidadosamente feitas à mão, utilizando como matéria prima desperdícios têxteis, fio de algodão português e troncos de madeira das nossas praias. O certame realiza-se no próximo domingo, dia 17, entre as 10h00 e as 19h00, no Largo Rodrigues Sampaio, e é de acesso livre.

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Dejanira Abreu Carmo, natural de Coimbra, nasce a 14 de novembro de 1980. Vivendo a sua infância e adolescência no seio de uma família tradicional minhota, foi absorvendo a sensibilidade artística de sua avó, tios e primos, todos eles ligados à música, desenho, pintura, arquitetura e dança. 

Licenciada em arquitetura, exerce esta atividade em Lisboa, durante 11 anos, até decidir regressar ao Norte para dedicar-se às artes e ofícios. Com o pai, seu mestre, aprendeu a trabalhar o couro, o vidro e o macramé, sendo este último, objeto do seu maior interesse. Nasce assim a QUITO // arts&knots.  

Tapeçarias, porta-vasos, candeeiros e cestas são as peças chave da coleção “Field” (Campo) de 2016, criadas de forma única e procurando ir de encontro à necessidade e sensibilidade das pessoas.

A Feira de Artesanato é promovida pela Câmara Municipal de Esposende, com o intuito de valorizar o artesanato e promover os valores patrimoniais culturais e turísticos do concelho e das regiões do país em geral, conferindo, simultaneamente, maior dinâmica e animação à cidade.

CROCHET VESTE CERVEIRA DE COR E TRADIÇÃO

Crochet volta a sair às ruas de Cerveira com muitas novidades

A partir de sábado e até ao final do mês de setembro, Vila Nova de Cerveira veste-se de tradição e muita cor, prometendo cativar milhares de turistas nacionais e internacionais, com a II Edição do evento ‘O Crochet Sai à Rua’. Para este ano estão reservadas algumas surpresas!

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Tudo começou em 2014. O Município de Vila Nova de Cerveira, aliado ao Serviço do Turismo, lançou um desafio aos cerveirenses: pegar num resto de lã, tricotar um triângulo ou quadrado em crochet e fazer parte de um projeto único de ornamentação nas ruas da vila.

“Em 2016, o desafio é consolidar e afirmar o evento”, assegura Aurora Viães, Vereadora com o pelouro da Cultura. Para tal, este ano, devido ao sucesso de 2014, o “Crochet sai à Rua” começou por atribuir temas e proporcionar o envolvimento de IPSS’s, freguesias e comércio, tornando-o um projeto comunitário de intervenção que visa a decoração do centro histórico e a promoção e atratividade do concelho.

“Esta 2.ª edição reserva algumas novidades que irão surpreender miúdos e graúdos através de um roteiro pelo centro histórico”, explica a edil. Para além da realização de trabalhos ao vivo, as ruas do centro histórico serão embelezadas e decoradas de acordo com temas como o rio, o arco – íris, a feira do gado, entre outros.

De destacar peças como uma boneca de 6 metros de altura toda enfeitada em crochet, com um perfil dinâmico e interativo, à dimensão da casa onde funciona o atelier de crochet. Não passarão igualmente despercebidos os 11 cervos de cinco metros adornados com crochet, que remetem para cada freguesia do concelho.

As seis IPSS’s participantes possuem um espaço previamente definido para expor os trabalhos carinhosamente elaborados pelos utentes e a Universidade Sénior ficou encarregue da decoração do edifício da Câmara Municipal de Vila Nova de Cerveira.

Vila Nova de Cerveira assume-se como a Vila das Artes e, sem exceção, apresenta-se como a capital da arte secular do crochet entre os meses de julho e setembro. Esta iniciativa levou a vila alto-minhota a vários cantos do mundo, conseguindo visitas de milhares de portugueses e estrangeiros em 2014, tendo-se afigurado um autêntico sucesso.

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FEIRA INTERNACIONAL DE ARTESANATO TERMINA AMANHÃ EM LISBOA

Termina amanhã em Lisboa mais uma edição da Feira Internacional de Artesanato, considerada a maior festa intercultural na Península Ibérica e a segunda maior da Europa. A iniciativa é organizada pela Fundação AIP, com o apoio do IEFP, e contou com o Alto Patrocínio do Presidente da República.

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Ao longo da sua história, este evento tem promovido todas as regiões e suas culturas, mobilizando as especificidades locais em prol do desenvolvimento nacional e crescimento económico.

A 29ª edição da FIA Lisboa 2016 contou com um vasto programa que incluiu exposições temáticas, prémios e concursos, ateliers, workshops, atuações musicais, jogos tradicionais e conferências. A Feira Internacional de Artesanato assume-se como uma plataforma de excelência para a promoção do desenvolvimento regional e das culturas locais por via do artesanato, da gastronomia, das atividades culturais e turísticas, do património e recursos naturais e fontes de sustentabilidade da economia local, tendo aperfeiçoado, ao longo dos seus 28 anos de história, a simbiose entre economia e cultura, tradição e inovação.

A FIA trouxe à capital, durante 9 dias, profissionais e apreciadores dos ofícios artesanais, artes e design, agentes da área da gastronomia tradicional, bem como interessados no artesanato enquanto manifestação cultural.

Em destaque, estiveram novas áreas de exposição como o Espaço Design Nacional by LxD – Lisboa Design Show, que irá promover peças de joalharia, vestuário, calçado, mobiliário, entre outros, de origem nacional e também terá o Espaço Mixmarket, dirigido ao sector multiproduto e de origem não étnica.

Contou ainda com a Semana da Gastronomia Tradicional que registou o dobro dos participantes em relação ao ano anterior, destacando-se o atractivo turístico-cultural da gastronomia e vinhos de Portugal e integrando o 3º Festival de Carnes Portuguesas Certificadas (DOP) e a 2ªedição do Mercado da Cerveja Artesanal.

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GRUPO FOLCLÓRICO VERDE MINHO CANTA E DANÇA NA FEIRA INTERNACIONAL DE ARTESANATO EM LISBOA

O Grupo Folclórico Verde Minho levou ontem à Feira Internacional de Lisboa o colorido e a alegria das gentes minhotas, representando os usos e costumes da nossa região.

O folclore minhoto atraiu numeroso público que não regateou os aplausos e vibrou com as mais alegres rapsódias do nosso folclore, cantadas e bailadas como só as gentes do Minho sabem, contagiando com a sua jovialidade e simpatia todos os espetadores no pavilhão dedicado à gastronomia portuguesa. Uma vez mais, o Grupo Folclórico Verde Minho representou condignamente o Minho num certame de prestígio internacional.

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De 25 de Junho a 3 de Julho a FIL, Fundação AIP, organiza a Feira Internacional de Artesanato e, pelo primeiro ano, conta com o Alto Patrocínio do Presidente da República. A maior festa intercultural na Península Ibérica e a segunda maior da Europa, organizada pela Fundação AIP com o apoio do IEFP, e que durante a sua história tem promovido todas as regiões e suas culturas, mobilizando as especificidades locais em prol do desenvolvimento nacional e crescimento económico, congratula-se com este acto de relevante simbolismo que, mais do que incentivar, responsabiliza a organização da FIA na continuação de um trabalho em que as tradições e o futuro crescem lado a lado.

A 29ª edição da FIA Lisboa 2016 tem, como é habitual, um vasto programa em que constam exposições temáticas, prémios e concursos, ateliers, workshops, actuações musicais, jogos tradicionais e conferências. A FIA Lisboa 2016 assume-se como uma plataforma de excelência para a promoção do desenvolvimento regional e das culturas locais por via do artesanato, da gastronomia, das actividades culturais e turísticas, do património e recursos naturais e fontes de sustentabilidade da economia local, tendo aperfeiçoado, ao longo dos seus 28 anos de história, a simbiose entre economia e cultura, tradição e inovação.

A FIA traz à capital, durante 9 dias, profissionais e apreciadores dos ofícios artesanais, artes e design, agentes da área da gastronomia tradicional, bem como interessados no artesanato enquanto manifestação cultural. Como tal, a FIA Lisboa 2016 regressa à FIL com novidades. Em destaque estarão novas áreas de exposição como o Espaço Design Nacional by LxD – Lisboa Design Show, que irá promover peças de joalharia, vestuário, calçado, mobiliário, entre outros, de origem nacional e também terá o Espaço Mixmarket, dirigido ao sector multiproduto e de origem não étnica.

Por mais um ano consecutivo FIA Lisboa 2016 conta com a Semana da Gastronomia Tradicional, que salienta o atractivo turístico-cultural da gastronomia e vinhos de Portugal e que integra o 3º Festival de Carnes Portuguesas Certificadas (DOP) e a 2ªedição do Mercado da Cerveja Artesanal.

Fotos: Manuel Santos

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MINHO LEVA À FEIRA INTERNACIONAL DE ARTESANATO A MELHOR CRIAÇÃO DOS SEUS ARTESÃOS

O Minho é a região melhor representada na Feira Internacional de Artesanato que hoje abriu as suas portas no Parque das Nações, em Lisboa. De Barcelos veio mais de uma dezena de participantes que mostraram a sua enorme criatividade e fizeram jus a uma tradição que tem no lendário galo o seu ex-líbris e na personalidade da ceramista Rosa Ramalho o maior vulto da arte de modelar e dar vida ao barro.

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Mas o Minho encontra-se também condignamente representado por artistas provenientes de Braga, Viana do Castelo, Póvoa de Lanhoso, Ponte de Lima e, como não podia deixar de acontecer, Vila Verde e a sua marca “Namorar Portugal” que já ultrapassou as fronteiras.

À entrada do principal pavilhão, o Galo de Barcelos dá as boas-vindas aos visitantes. E, durante os vários dias em que decorre o certame, até ao dia 3 de julho, a Feira Internacional de Artesanato será animada por diversos grupos folclóricos e de música tradicional portuguesa. Amanhã, o Grupo Folclórico Verde Minho levará à FIL o colorido e a alegria do folclore minhoto, esperando-se a entrada de muitos visitantes identificados com esta região.

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A Feira Internacional do Artesanato conta na sua 29ª edição com Alto Patrocínio do Presidente da República

De 25 de Junho a 3 de Julho a FIL, Fundação AIP, organiza a Feira Internacional de Artesanato e, pelo primeiro ano, conta com o Alto Patrocínio do Presidente da República. A maior festa intercultural na Península Ibérica e a segunda maior da Europa, organizada pela Fundação AIP com o apoio do IEFP, e que durante a sua história tem promovido todas as regiões e suas culturas, mobilizando as especificidades locais em prol do desenvolvimento nacional e crescimento económico, congratula-se com este acto de relevante simbolismo que, mais do que incentivar, responsabiliza a organização da FIA na continuação de um trabalho em que as tradições e o futuro crescem lado a lado.

A 29ª edição da FIA Lisboa 2016 terá, como é habitual, um vasto programa em que constam exposições temáticas, prémios e concursos, ateliers, workshops, actuações musicais, jogos tradicionais e conferências. A FIA Lisboa 2016 assume-se como uma plataforma de excelência para a promoção do desenvolvimento regional e das culturas locais por via do artesanato, da gastronomia, das actividades culturais e turísticas, do património e recursos naturais e fontes de sustentabilidade da economia local, tendo aperfeiçoado, ao longo dos seus 28 anos de história, a simbiose entre economia e cultura, tradição e inovação.

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BARCELOS LEVA FIGURADO E OLARIA À FEIRA INTERNACIONAL DE ARTESANATO

De 25 de junho a 3 de julho Barcelos marca presença na FIA que este ano tem como tema a Cerâmica do Norte de Portugal

O galo de Barcelos volta a marcar presença na FIA - Feira Internacional de Artesanato, considerada a maior feira de artesanato da Península Ibérica. Esta é a 11ª participação consecutiva do concelho na feira, que decorre entre 25 de junho e 3 julho, na FIL – Feira Internacional de Lisboa.

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Nesta edição o tema da FIA é a Cerâmica do Norte de Portugal, o que potencia ainda mais a afirmação de Barcelos no evento dada a relevância patrimonial e artística do figurado e da olaria barcelense. Assim, os produtos locais terão uma forte representatividade, nomeadamente através da presença das reconhecidas famílias de ceramistas do concelho que são também embaixadoras da Cerâmica do Norte de Portugal e ícones maiores da criatividade nacional nas artes e ofícios.

No total serão mais de 35 artesãos locais, distribuídos ao longo de um stand com 36 metros quadrados, no qual o Galo e o Roteiro do Figurado de Barcelos estarão em destaque sob o mote “Barcelos, Cidade Viva e Criativa”. João Ferreira (barro), Laurinda Pias (barro), Jesus Pias (barro), Carlos Dias (barro), Irmãos Mistério (barro), Júlia Côta e Prazeres Côta (barro), Irmãos Baraça (barro) Conceição Sapateiro (barro), Ricardo Pinheiro (barro), Mina Gallos (barro), Irene Salgueiro (barro), Glória de Jesus (bordado de crivo) e Júlio Ferreira (ferro) são alguns dos artesãos que vão levar Barcelos à boca do mundo.

A FIA conta com 640 expositores de 40 países, sendo que Barcelos tem neste certame um momento de reafirmação do seu posicionamento como território criativo de excelência em Portugal e na península ibérica.

RANCHO FOLCLÓRICO VERDE MINHO PARTICIPA NA FEIRA INTERNACIONAL DE ARTESANATO EM LISBOA

À semelhança de anos anteriores, os artesãos do Minho vão levar à Feira Internacional de Artesanato a sua arte e mostrar os seus talentos. E, para animar, lá vão estar os minhotos do Rancho Folclórico Verde Minho que atuará inclusivamente no palco ali instalado. A sua participação está agendada para o dia 26 de junho, às 16h30, e contará certamente com o apoio de muitos minhotos que se deslocarão ao local do certame nesse dia.

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A Feira Internacional do Artesanato conta na sua 29ª edição com Alto Patrocínio do Presidente da República

De 25 de Junho a 3 de Julho a FIL, Fundação AIP, organiza a Feira Internacional de Artesanato e, pelo primeiro ano, conta com o Alto Patrocínio do Presidente da República. A maior festa intercultural na Península Ibérica e a segunda maior da Europa, organizada pela Fundação AIP com o apoio do IEFP, e que durante a sua história tem promovido todas as regiões e suas culturas, mobilizando as especificidades locais em prol do desenvolvimento nacional e crescimento económico, congratula-se com este acto de relevante simbolismo que, mais do que incentivar, responsabiliza a organização da FIA na continuação de um trabalho em que as tradições e o futuro crescem lado a lado.

A 29ª edição da FIA Lisboa 2016 terá, como é habitual, um vasto programa em que constam exposições temáticas, prémios e concursos, ateliers, workshops, actuações musicais, jogos tradicionais e conferências. A FIA Lisboa 2016 assume-se como uma plataforma de excelência para a promoção do desenvolvimento regional e das culturas locais por via do artesanato, da gastronomia, das actividades culturais e turísticas, do património e recursos naturais e fontes de sustentabilidade da economia local, tendo aperfeiçoado, ao longo dos seus 28 anos de história, a simbiose entre economia e cultura, tradição e inovação.

A FIA traz à capital, durante 9 dias, profissionais e apreciadores dos ofícios artesanais, artes e design, agentes da área da gastronomia tradicional, bem como interessados no artesanato enquanto manifestação cultural. Como tal, a FIA Lisboa 2016 regressa à FIL com novidades. Em destaque estarão novas áreas de exposição como o Espaço Design Nacional by LxD – Lisboa Design Show, que irá promover peças de joalharia, vestuário, calçado, mobiliário, entre outros, de origem nacional e também terá o Espaço Mixmarket, dirigido ao sector multiproduto e de origem não étnica.

Por mais um ano consecutivo FIA Lisboa 2016 conta com a Semana da Gastronomia Tradicional, que salienta o atractivo turístico-cultural da gastronomia e vinhos de Portugal e que integra o 3º Festival de Carnes Portuguesas Certificadas (DOP) e a 2ªedição do Mercado da Cerveja Artesanal.

RANCHO FOLCLÓRICO VERDE MINHO PARTICIPA NA FEIRA INTERNACIONAL DE ARTESANATO EM LISBOA

À semelhança de anos anteriores, os artesãos do Minho vão levar à Feira Internacional de Artesanato a sua arte e mostrar os seus talentos. E, para animar, lá vão estar os minhotos do Rancho Folclórico Verde Minho que atuará inclusivamente no palco ali instalado. A sua participação está agendada para o dia 26 de junho, às 16h30, e contará certamente com o apoio de muitos minhotos que se deslocarão ao local do certame nesse dia.

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A Feira Internacional do Artesanato conta na sua 29ª edição com Alto Patrocínio do Presidente da República

De 25 de Junho a 3 de Julho a FIL, Fundação AIP, organiza a Feira Internacional de Artesanato e, pelo primeiro ano, conta com o Alto Patrocínio do Presidente da República. A maior festa intercultural na Península Ibérica e a segunda maior da Europa, organizada pela Fundação AIP com o apoio do IEFP, e que durante a sua história tem promovido todas as regiões e suas culturas, mobilizando as especificidades locais em prol do desenvolvimento nacional e crescimento económico, congratula-se com este acto de relevante simbolismo que, mais do que incentivar, responsabiliza a organização da FIA na continuação de um trabalho em que as tradições e o futuro crescem lado a lado.

A 29ª edição da FIA Lisboa 2016 terá, como é habitual, um vasto programa em que constam exposições temáticas, prémios e concursos, ateliers, workshops, actuações musicais, jogos tradicionais e conferências. A FIA Lisboa 2016 assume-se como uma plataforma de excelência para a promoção do desenvolvimento regional e das culturas locais por via do artesanato, da gastronomia, das actividades culturais e turísticas, do património e recursos naturais e fontes de sustentabilidade da economia local, tendo aperfeiçoado, ao longo dos seus 28 anos de história, a simbiose entre economia e cultura, tradição e inovação.

A FIA traz à capital, durante 9 dias, profissionais e apreciadores dos ofícios artesanais, artes e design, agentes da área da gastronomia tradicional, bem como interessados no artesanato enquanto manifestação cultural. Como tal, a FIA Lisboa 2016 regressa à FIL com novidades. Em destaque estarão novas áreas de exposição como o Espaço Design Nacional by LxD – Lisboa Design Show, que irá promover peças de joalharia, vestuário, calçado, mobiliário, entre outros, de origem nacional e também terá o Espaço Mixmarket, dirigido ao sector multiproduto e de origem não étnica.

Por mais um ano consecutivo FIA Lisboa 2016 conta com a Semana da Gastronomia Tradicional, que salienta o atractivo turístico-cultural da gastronomia e vinhos de Portugal e que integra o 3º Festival de Carnes Portuguesas Certificadas (DOP) e a 2ªedição do Mercado da Cerveja Artesanal.

AMARES LEVA ATÉ FRANÇA O MELHOR DA SUA GASTRONOMIA E ARTESANATO

O rico património amarense esteve em evidência na sétima edição do ´Marché Portugais 2016` – uma montra da gastronomia e do artesanato português – que decorreu na vila de Cenon, em França. O vinho verde, a laranja e seus derivados, assim como azeite, alguns dos produtos mais caraterísticos do concelho, viajaram além fronteiras dando a conhecer aos visitantes as ofertas da região.

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O certame, que serviu de montra às várias regiões representadas, foi “mais uma excelente oportunidade para que Amares desse a conhecer um pouco do seu património material e imaterial, captando o interesse  dos emigrantes naturais ou com ligações afetivas ao Minho, e dos estrangeiros”, entendem o presidente da Câmara Municipal de Amares, Manuel Moreira, e o vice-presidente, Isidro Araújo, que visitaram o evento.

O executivo municipal, cuja aposta passa por captar mais turistas e investidores ao concelho, vai continuar a apostar na promoção no mercado externo como veículo de desenvolvimento social e económico do concelho.

No stand reservado ao concelho de Amares, os visitantes puderam apreciar, provar e comprar, os produtos do concelho, e conhecer um pouco mais da identidade, cultura e tradições através de panfletos e brochuras promocionais do concelho.

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FEIRA INTERNACIONAL DE ARTESANATO ESTÁ DE VOLTA AOS PAVILHÕES DA FIL EM LISBOA

Feira Internacional do Artesanato conta na sua 29ª edição com Alto Patrocínio do Presidente da República

De 25 de Junho a 3 de Julho a FIL, Fundação AIP, organiza a Feira Internacional de Artesanato e, pelo primeiro ano, conta com o Alto Patrocínio do Presidente da República. A maior festa intercultural na Península Ibérica e a segunda maior da Europa, organizada pela Fundação AIP com o apoio do IEFP, e que durante a sua história tem promovido todas as regiões e suas culturas, mobilizando as especificidades locais em prol do desenvolvimento nacional e crescimento económico, congratula-se com este acto de relevante simbolismo que, mais do que incentivar, responsabiliza a organização da FIA na continuação de um trabalho em que as tradições e o futuro crescem lado a lado.

A 29ª edição da FIA Lisboa 2016 terá, como é habitual, um vasto programa em que constam exposições temáticas, prémios e concursos, ateliers, workshops, actuações musicais, jogos tradicionais e conferências. A FIA Lisboa 2016 assume-se como uma plataforma de excelência para a promoção do desenvolvimento regional e das culturas locais por via do artesanato, da gastronomia, das actividades culturais e turísticas, do património e recursos naturais e fontes de sustentabilidade da economia local, tendo aperfeiçoado, ao longo dos seus 28 anos de história, a simbiose entre economia e cultura, tradição e inovação.

A FIA traz à capital, durante 9 dias, profissionais e apreciadores dos ofícios artesanais, artes e design, agentes da área da gastronomia tradicional, bem como interessados no artesanato enquanto manifestação cultural. Como tal, a FIA Lisboa 2016 regressa à FIL com novidades. Em destaque estarão novas áreas de exposição como o Espaço Design Nacional by LxD – Lisboa Design Show, que irá promover peças de joalharia, vestuário, calçado, mobiliário, entre outros, de origem nacional e também terá o Espaço Mixmarket, dirigido ao sector multiproduto e de origem não étnica.

Por mais um ano consecutivo FIA Lisboa 2016 conta com a Semana da Gastronomia Tradicional, que salienta o atractivo turístico-cultural da gastronomia e vinhos de Portugal e que integra o 3º Festival de Carnes Portuguesas Certificadas (DOP) e a 2ªedição do Mercado da Cerveja Artesanal.

PONTE DE LIMA EXPÕE ARTESANATO LIMIANO

“Visite Ponte de Lima” | Exposição “Mãos: Arte e Identidade Limiana”. Torre da Cadeia Velha - 4 a 28 de maio

“Mãos: Arte e Identidade Limiana” é o tema de uma exposição temporária que vai estar patente ao público na Torre da Cadeia Velha, em Ponte de Lima, de 4 a 28 de maio.

Dedicada ao artesanato limiano, a mostra apresenta 36 peças que representam a identidade cultural e tradicional do concelho. É objetivo desta exposição começar um novo ciclo na divulgação dos produtos tradicionais do nosso concelho e deste destino turístico, não só ao nível local mas, e sobretudo, ao nível nacional e internacional, através do lançamento de uma nova imagem (logomarca) associada ao convite a este destino turístico “visite Ponte de Lima”.

Visando o estímulo do empreendedorismo e da criatividade associada a uma determinada identidade, o Município de Ponte de Lima desafiou os artesãos do concelho a elaborarem uma peça a partir de uma nova identidade, com uma simbologia própria. Parece quase antagónico travar a criatividade, contudo desafiamos a verem os resultados.

A marca “Visite Ponte de Lima” foi criada a partir da identidade, do que melhor caracteriza o concelho. Nos triângulos inferiores, a azul, está o rio Lima, os triângulos superiores representam a Ponte sobre o rio. Cada cor dos triângulos tem uma simbologia: o vermelho a tradição, o roxo a identidade histórica e o verde a natureza e o mundo rural.

A inauguração da exposição “Mãos: Arte e Identidade Limiana” está agendada para o dia 4 de maio, quarta-feira, às 18h30, na Torre da Cadeia Velha.

Visite a exposição “Mãos: Arte e Identidade Limiana” na Torre da Cadeia Velha, de segunda-feira a sábado, entre as 9h30 e as 13h00 e das 14h00 às 17h30.

PONTE DE LIMA PROMOVE ARTESANATO

“Visite Ponte de Lima”: Chamada de trabalhos para Exposição Coletiva de Artesanato Limiano

De 4 a 26 de maio irá decorrer na Torre da Cadeia Velha uma Exposição Coletiva de Artesanato Limiano. Convidamos todos os artesãos, que ainda não foram contatados, a participarem nesta mostra.

É objetivo desta exposição começar um novo ciclo na divulgação dos produtos tradicionais do nosso concelho, não só ao nível local mas, e sobretudo, ao nível nacional e internacional, daí o lançamento de uma nova imagem (logomarca) associada ao convite “visite Ponte de Lima”.

Os interessados devem fazê-lo até ao próximo dia 13 de abril.

MUSEU DA OLARIA EM BARCELOS APRESENTA EXPOSIÇÕES “GERAÇÃO RAMALHO” E “JÚLIA RAMALHO 60/70”

Centenas de obras da coleção particular da família Ramalho marcam o início de um ciclo dedicado às famílias mais carismáticas do figurado de Barcelos

Exposições dedicadas ao trabalho de olaria da família Ramalho inauguram no próximo dia 9 de abril, às 18h30, no Museu de Olaria, em Barcelos. “Geração Ramalho”, patente até ao final do ano na Sala de Exposições Temporárias, reúne os trabalhos mais representativos de cada protagonista dos Ramalhos, inclusive Rosa Ramalho.  A neta e discípula de Rosa Ramalho apresenta na Sala da Capela do Museu da Olaria a exposição “Júlia Ramalho 60/70”, uma mostra comemorativa dos 60 anos de carreira e 70 de idade da barrista, que estará patente até ao dia 3 de Julho.

Mais de um século após o nascimento de Rosa Ramalho, matriarca da geração, exibe-se  uma seleção dos trabalhos mais representativos de cada um dos protagonistas da família de oleiros. Traçar a história de uma linguagem familiar e compreender diferenças e  aproximações entre obras e artistas é o objetivo desta iniciativa marcando o início de um ciclo dedicado às famílias mais carismáticas do figurado de Barcelos.

“Geração Ramalho” é o título da exposição a inaugurar no próximo dia 9 de de Abril, e que estará patente até 31 de Dezembro, na Sala de de Exposições Temporárias do Museu de Olaria. Esta mostra marca o início de um ciclo dedicado às famílias mais carismáticas do figurado de Barcelos.

A neta e discípula de Rosa Ramalho apresenta na Sala da Capela do Museu da Olaria a exposição “Júlia Ramalho 60/70”, uma mostra comemorativa dos 60 anos de carreira e 70 de idade da barrista, que estará patente até ao dia 3 de Julho.

O figurado é uma arte popular de dimensão simbólica que exorciza mitos, lendas e medos mas fortemente ancorada nos símbolos do tradicionalismo religioso, evocando assim para uma constante tensão entre o divino e o mundano. A família Ramalho, mas também tantos outros homens e mulheres incógnitos a quem a História não reconheceu, contribuiu de forma indelével para a construção da identidade da olaria local e nacional e, subsequentemente, fixou-se no imaginário e na memória coletiva do povo português.

Ernesto de Sousa, crítico de arte e um dos principais divulgadores do trabalho de Rosa Ramalho no meio 'culto', reconhecia na arte popular (e no figurado) um começo do homem, um regresso à origem, onde o criador (artista) é alheio a todo e qualquer cânone ou formalismo e, portanto, dotado de um olhar ingénuo e livre. Para Ernesto de Sousa “o figurado posiciona-se nas fronteiras entre a arte popular e a arte erudita, entre sagrado e profano, entre tradição e vanguarda, entre o real e o imaginário”.

BARCELOS COMEMORA DIA NACIONAL DO ARTESÃO

Dia Nacional do Artesão junta 70 artesãos em Barcelos

Os melhores juntam-se no Auditório da Biblioteca Municipal, dia 17 de março, às 14h30, para comemorar e discutir os diferentes apoios existentes nesta área

O Dia Nacional do Artesão é um dia muito especial para toda a comunidade barcelense, uma arte enraizada nos hábitos, tradições, e que marca o dia a dia deste concelho, não fosse Barcelos a capital do Artesanato. Para assinalar este dia, a Câmara Municipal de Barcelos, através do Pelouro do Turismo e Artesanato, irá promover a realização de uma Conferência, na Biblioteca Municipal, com início às 14h30.

A sessão tem como objetivo comemorar o Dia Nacional do Artesão, mas acima de tudo chamar a atenção da comunidade artesanal para os apoios existentes à atividade, neste momento, e ainda reforçar a necessidade e a importância da formação ao longo da vida neste setor, de forma a promover a adaptação destes ao novos contextos da sociedade. É também uma forma de reforçar o posicionamento de Barcelos como capital do Artesanato, mostrando a força do setor em Barcelos.

Presente na iniciativa estará o vereador do Pelouro do Turismo e Artesanato do Município de Barcelos, Carlos Brito, e ainda Armando Santos, do Centro de Emprego de Barcelos; e Luís Rocha, do CEARTE – Centro de Formação Profissional do Artesanato.

O Dia do Artesão é um dia muito especial para toda a comunidade barcelense, não fosse Barcelos a capital do Artesanato. Prova disso, também, é o recente roteiro do Figurado de Barcelos, com réplicas gigantes espalhadas pelo centro urbano, bem como o das Artes e Ofícios nas rotundas da cidade. Estas esculturas e painéis foram concebidos para homenagear, rememorar e valorizar os mestres artesãos locais, bem como chamar à cidade turistas nacionais e estrangeiros.

CERVEIRA MOSTRA CROCHET NA FEIRA INTERNACIONAL DE TURISMO EM LISBOA

'O Crochet Sai à Rua' de Cerveira para Lisboa

Projeto de Vila Nova de Cerveira apresenta-se, este sábado à tarde, na BTL - Feira Internacional de Turismo de Lisboa com duas novas atrações (ver anexo) que prometem surpreender os presentes:

- logotipo de 'Cerveira - Vila das Artes' em crochet

- cadeirão totalmente revestido a crochet, com 1379 flores em 3 tons de roxo, 7kgs de lã, resultado de 650 horas de trabalho

A febre do Crochet promete muitas surpresas para os meses de julho, agosto e setembro em Vila Nova de Cerveira!

NAMORAR PORTUGAL É UM BISCOITO!

‘Cookies Design Namorar Portugal’ trazem-lhe um autêntico festim para os sentidos

A marca Namorar Portugal deu hoje as boas vindas a uma linha de produtos que alia a imagem deslumbrante à textura suave, predicados que são exponenciados por um aroma sedutor e um sabor absolutamente irresistível. As ‘Cookies Design Namorar Portugal’ preparam-se para fazer furor com biscoitos que são um autêntico festim para os sentidos. Nem a audição escapa, porque o som de uma bolacha crocante a quebrar é, em si mesmo, um ótimo tónico para incitar uma relação de paixão entre o público e as deliciosas bolachas inspiradas nos motivos dos Lenços de Namorados. A apresentação da linha de produtos da marca Bolachinha, da empresa Stress Off, decorreu durante a manhã de hoje (3 de março), no espaço Namorar Portugal, localizado no Centro de Dinamização Artesanal de Vila Verde.

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Num altura em que a extensa, diversificada e emotiva programação entra na ‘reta final’, a marca territorial vilaverdense continua a surpreender a região e o país com o lançamento de criativas e inovadoras propostas, que vão colocar os motivos da tradição minhota ainda mais perto do coração dos portugueses. “Esta atividade não estava no programa inicial, que como tivemos oportunidade de referir, é sempre um programa em aberto, que se vai adaptando às dinâmicas existentes”, afirmou a vereadora da Cultura, Júlia Fernandes, dando as boas-vindas ao novo membro da grande família Namorar Portugal. “Penso que será mais um caso de grande sucesso e mais uma forma de conquistarmos os corações pelo sabor, pelo cheiro e pelo facto de serem [as bolachas] visualmente muito bonitas, inspiradas nos Lenços de Namorados. Apresentamos hoje um produto de uma área que faltava preencher e que é visualmente fantástico. Um casamento perfeito, que resulta da junção de saberes de uma equipa bem estruturada”, concluiu Júlia Fernandes.

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“As mensagens de amor, carinho e fraternidade, tornam Portugal mais bonito”

Por parte da empresa sedeada em Cervães, o tom é de otimismo e confiança no futuro do projeto. “A Stress Off foi a empresa que construiu esta marca [bolachinha], sob o teto da grande marca namorar Portugal, a quem agradecemos a confiança depositada. Uma marca que demonstra uma grande envolvência, com excelentes dinâmicas locais com repercussões em termos regionais e nacionais. As mensagens de amor, carinho e fraternidade, tornam Portugal mais bonito”, afirmou Gracinda Gomes. Por sua vez, Adão Gomes apresentou a multifacetada equipa por trás de um projeto moderno, arrojado e inovador, que alia o sabor delicioso a uma estratégia de marketing bem definida e uma imagem absolutamente encantadora. A tradição minhota dá o mote, mas a Stress Off apresenta-nos uma linha altamente moderna em todos os sentidos.

Biscoitos deliciosos e totalmente personalizáveis

O namoro entre a Bolachinha e a marca territorial vilaverdense começou há menos de um mês, com as casinhas Namorar Portugal, e desde então a relação já avançou de forma circunstancial, culminando no leque variado e saboroso leque de produtos que hoje foram apresentados. Adão gomes continuou revelando que todas as criações são personalizáveis, adaptando-se perfeitamente a mensagem e aspeto em função dos gostos do cliente ou da ocasião. De seguida, coube à mestre de doçaria Patrícia, revelar ao público alguns dos segredos da confeção do produto. “Este biscoito é diferente dos mais comuns, porque não leva ovo, o que lhe permite ter um prazo de validade mais alargado. A receita partiu de uma fórmula inglesa, adaptada para utilizar os ingredientes locais, com mel produzido em Cervães e com a substituição do aromatizante pela canela”, afirmou, lembrando que os interessados poderão participar no Workshop ‘Cookies Design Namorar Portugal’, que terá lugar no próximo sábado, 5 de março, pelas 15h00, no Espaço Namorar Portugal.

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Crescimento exponencial deve-se ao talento dos parceiros Namorar Portugal

Por sua vez, o presidente do Município de Vila Verde, António Vilela, começou com uma brincadeira em tom de elogio. “Dá vontade de perguntar: Isto também se come? Os produtos são de tamanha beleza que vai dar a sensação de estarmos a comer uma obra de arte”, gracejou, deixando também rasgados elogios ao trabalho desenvolvido pela equipa da Bolachinha. O edil prosseguiu lembrando a incrível dinâmica vivida ao longo Mês do Romance, que agora entra na reta final. “Ao longo destes 39 dias de programação foi apresentada uma variedade enorme de produtos, com um grande contributo para o crescimento da marca Namorar Portugal, que tem verificado uma grande evolução num espaço de tempo tão curto. Isso deve-se a esta capacidade de criação e vontade de fazer coisas inovadoras. “O crescimento exponencial deve-se ao facto de as pessoas colocarem o seu talento ao serviço da marca Namorar Portugal, do país e sobretudo das pessoas, uma vez que um dos objetivos consiste em impulsionar economicamente os parceiros e empresas”, referiu António Vilela.

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VILA VERDE HOMENAGEIA BORDADEIRAS DOS LENÇOS DE NAMORADOS

Uma homenagem sentidas às bordadeiras dos famosos Lenços de Namorados

O Espaço Namorar Portugal foi, hoje (2 março), palco de uma justa e sentida homenagem às grandes obreiras por trás da tradição minhota que tem conquistado corações e levado o nome de Vila Verde e de todo o país aos quatro cantos do mundo pelas melhores razões. A iniciativa, intitulada simbolicamente “Aliança Artesanal a Bordar o Amor de Portugal”, assumiu-se como um momento de reconhecimento do trabalho desenvolvido pelas artesãs que bordam os Lenços de Namorados e que assim ajudam a manter viva a identidade cultural da nossa região. Por outro lado, a sessão permitiu também acrescentar ao espólio do Espaço Namorar Portugal alguns novos produtos, cujos bordados foram desenvolvidos pelas artesãs da Cooperativa Aliança Artesanal, que já não se dedicam apenas à confeção de Lenços de Namorados e que, atualmente, bordam manualmente os motivos dos Lenços de Namorados numa gama variada de produtos, muitos dos quais incluídos na marca territorial vilaverdense Namorar Portugal.

“O lema ‘Aliança Artesanal a Bordar o Amor de Portugal’ é precisamente a mensagem que queremos passar, valorizando e reconhecendo o trabalho que estas bordadeiras desenvolvem todos os dias. Foi este trabalho, desenvolvido com carinho e dedicação ao longo dos anos, que nos permitiu chegar onde estamos, que nos permite hoje falarmos de Vila Verde como capital dos Lenços de Namorados e da marca Namorar Portugal. Não esquecendo, obviamente, a figura da dona Conceição Pinheiro, que dedicou grade parte da sua vida à capacitação das mulheres e à recolha e promoção dos Lenços de Namorados”, afirmou a vereadora da Cultura. Júlia Fernandes prosseguiu frisando que o evento se assume claramente como “uma homenagem que prestamos às nossas bordadeiras e à Aliança Artesanal, que ao longo destes anos têm perpetuado a tradição, com a sua mão o seu trabalho e esforço, garantindo que hoje temos este grande espólio que é o ex-líbris de Vila Verde”.

Bordados em gravatas, toalhas, saquinhos de cheiro…

A apresentação dos produtos coube a uma das artesãs da cooperativa sediada em Vila Verde, Cristina Lopes, que sublinhou de forma clara que, nos dias que correm, bordar Lenços de Namorados é apenas uma parte do trabalho que desenvolvem. “A Aliança não se resume a bordar Lenços. Fazemos bordados à mão em várias peças e temos hoje aqui uma pequena amostra disso mesmo, com produtos que ainda não integravam a linha Namorar Portugal, que a partir de agora também estarão aqui disponíveis”, referiu, antes de apresentar ao público as gravatas, almofadas para as alianças de noiva, toalhas, saquinhos de cheiro e Lenços com dedicatória para o pai. Um leque variado de produtos, com diferentes feitios e utilidades, que ganham um novo encanto com os bordados artesanais dos motivos da tradição minhota, assumindo-se como veículos de sentimentos e afetos, que vão levar espalhar pelo país as escritas de amor da região minhota.

“O motor deste processo foi a Aliança Artesanal”

Por sua vez, o presidente do Município de Vila Verde deixou rasgados elogios a “um trabalho exemplar na promoção dos motivos dos Lenços de Namorados”. “O motor deste processo foi a Aliança Artesanal, as pessoas que aqui trabalharam ao longo dos anos e que nunca desistiram do projeto, com uma persistência que contagiou também as pessoas de fora. Além disso, muitos dos promotores também utilizam a mão-de-obra especializada para os seus artigos, num reconhecimento inequívoco da grade qualidade e rigor do trabalho desenvolvido nesta casa. As peças que por aqui passam ganham valor acrescentado”, afirmou António Vilela, prosseguindo com um discurso em tom de louvor. “O sucesso da marca deve atribuído aos promotores, mas em primeira mão às pessoas que trabalharam ao longo dos anos e nunca deixaram de acreditar neste processo, principalmente a Dona Conceição e a dona Maria do Carmo. Sempre acreditaram no potencial dos produtos e a verdade é que hoje atingimos um nível tão elevado que seria difícil de imaginar há alguns anos”, concluiu.

CABECEIRAS DE BASTO INAUGURA EXPOSIÇÃO DE TANOARIA

Francisco Alves inaugurou exposição de Tanoaria na Casa do Tempo

O Presidente da Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto, Francisco Alves, inaugurou esta manhã, 19 de fevereiro, a exposição de ‘Tanoaria’ patente ao público na Casa do Tempo. As peças expostas foram gentilmente cedidas pela Junta de Freguesia de Basto, autarquia que colaborou com a Casa do Tempo na realização desta mostra.

Exposição de Tanoaria na Casa do Tempo (3)

A tanoaria é uma arte ancestral que consiste no fabrico de vasilhames em madeira para o armazenamento do vinho. Esta atividade era desenvolvida junto das zonas ribeirinhas, intimamente ligadas às regiões de produção vinícola. Com as madeiras de carvalho, castanho, mogno, acácio ou eucalipto, fabricam-se tonéis, pipas, pipos, canecos, celhas e outros artefactos, especialmente para a colheita, tratamento, armazenamento e transporte do vinho.

Exposição de Tanoaria na Casa do Tempo (2)

No concelho de Cabeceiras de Basto ainda se exerce a atividade da tanoaria, mais propriamente nas freguesias de Basto e Faia. Atualmente há ainda tanoeiros (artesãos) que se dedicam ao fabrico de peças, segundo as formas tradicionais, mas em número reduzido e como objetos decorativos.

Coube ao presidente da Junta de Freguesia de Basto, Fernando Sousa, fazer uma breve explicação da arte da tanoaria, na qual ele próprio trabalhou, bem como das técnicas que eram usadas na construção das pipas. A iniciativa contou também com a presença dos alunos do 10º ano do curso profissional de Técnico de Comércio do Externato de S. Miguel de Refojos.

De salientar que a Casa do Tempo realiza ao longo do ano várias exposições temporárias com o objetivo de preservar as nossas tradições, os nossos costumes e a nossa história, como é o caso das profissões do antigamente.

No final, o autarca agradeceu o trabalho e empenho da organização, bem como a presença dos alunos.

Exposição de Tanoaria na Casa do Tempo (1)

BARCELOS RESPIRA CULTURA!

Concertos, exposições e workshops marcaram o fim-de-semana em Barcelos

No fim-de-semana de 8, 9 e 10 de janeiro respirou-se mais uma vez cultura em Barcelos. Exposições, concertos, workshops e os cantares de reis brilharam no encerramento de “Barcelos Cidade Presépio”. Foram vários os edifícios municipais que se encheram de gente para apreciar aquilo que Barcelos sabe fazer melhor – a Arte.

Concerto de Ano Novo

Na sexta-feira à noite, o Teatro Gil Vicente recebeu o concerto “Retratos de Amor” com a voz de Helena Ressurreição (mezzosoprano) e Nuno Areia ao piano. Neste concerto, fez-se uma viagem por obras de grandes e intemporais compositores, numa procura enérgica das muitas formas que o amor pode assumir, através da união da voz e do piano.

Cantares dos Reis (5)

A Sala Gótica dos Paços do Concelho encheu-se, na manhã de sábado, de cor e perfume com a exposição de orquídeas, na Festa da Orquídea. Ainda no âmbito desta exposição, realizaram-se dois workshops, um no sábado dedicado à espécie dendrobium e outro no domingo dedicado a cymbidium.

A Biblioteca Municipal de Barcelos deu as boas-vindas ao ano de 2016 com a inauguração da exposição de pintura “Metamorfose” da artista plástica barcelense Papillon.

Concerto Galeria

O Museu de Olaria recebeu grandes nomes do Artesanato de Barcelos no workshop "Bestiário Vacceo". Júlia e Prazeres Côta, Vítor e Moisés Baraça, Júlia e António Ramalho deram a conhecer a arte que brota das suas mãos e do seu imaginário e orientaram os presentes com as suas técnicas.

O Teatro Gil Vicente encheu-se, no final da tarde de sábado, para receber o concerto de Ano Novo pelas Classes de Conjunto do Conservatório de Música de Barcelos. E, à noite, a Galeria Municipal de Arte foi o palco do concerto “Sons da terra para exaltação dos bichos”, pelo Coro de Câmara de Barcelos, no âmbito da exposição “A Barca das Sementes” de Henrique do Vale que aí está patente.

Festa das Orqu+¡deas

O domingo também foi produtivo a nível cultural com o workshop/tertúlia de pintura, denominado “Sentido fresco” - pintura em aguarela para jovens e adultos-, sob a orientação do artista Henrique do Vale, na Galeria Municipal.

E “Barcelos Cidade Presépio” encerrou, no final da tarde de domingo, com as atuações de vários Grupos Folclóricos e de Música Tradicional do concelho com os Cantares dos Reis, no Auditório dos Paços do Concelho.

Papillon

Retratos de Amor

Workshop Galeria

Workshop Vaccea Arte Museu (1)

Workshop Vaccea Arte Museu (3)

 

ARTESÃOS MINHOTOS MARCAM PRESENÇA NA FEIRA DE NATAL DA AMADORA

Fumeiros de Ponte de Lima dão-se a provar na Feira de Enchidos de Mem Martins

O Parque Delfim Guimarães, na cidade da Amadora, vive o ambiente de festa próprio da quadra natalícia. A Feira de Natal da cidade da Amadora constitui uma verdadeira montra de artesanato tradicional e moderno, queijos, enchidos, licores e muitas outras iguarias provenientes das mais diversas regiões do país e até do estrangeiro.

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Do Minho vieram artesãos de Braga com a sua joalharia, os alfarrábios e as suas mantas tradicionais, Cabeceiras de Basto trouxe magníficas toalhas de linho. O Alentejo apresentou o pão, o queijo e as azeitonas e Trás-os-Montes as alheiras de Mirandela, o saboroso presunto e o folar. De Espanha veio o torrão de Alicante e de África as características esculturas em madeira.

A esta localidade dos arredores de Lisboa sempre estiveram ligados minhotos ilustres como o poeta Delfim Guimarães que ali viveu e dirigiu a Liga de Melhoramentos das Amadora, a qual entre outras iniciativas esteve na origem das Escolas Alexandre Herculano e da petição levada ao rei D. Carlos que possibilitou a mudança do nome original da localidade – Porcalhota – para a sua atual designação. Também o “Jornal da Amadora”, um dos órgãos de Imprensa regional do concelho da Amadora, encontra-se em mãos de minhotos, oriundos de Amares, herdeiros de Jaime Macedo. A presença minhota é ainda registada pela existência de numerosos comerciantes e alguns grupos folclóricos sediados neste concelho.

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Também a vila de Mem Martins, no vizinho concelho de Sintra, regista uma animação própria da época com a realização de uma Feira do Fumeiro, em pleno centro da localidade. Neste certame, registamos a presença dos fumeiros de Ponte de Lima, aqui representados pela “Quinta dos Fumeiros”, da Freguesia de Poiares.

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MINHO LEVA NATAL À FEIRA INTERNACIONAL DE LISBOA

Viana do Castelo, Ponte de Lima, Barcelos, Guimarães e Vila Verde marcam presença na Feira Internacional de Lisboa

É Natalis e o ambiente é de festa na Feira Internacional de Lisboa. Dezenas de artesãos, livreiros e uma grande diversidade de empresas das mais variadas áreas de atividade, com especial incidência para as que laboram na criação e confeção de presentes adequados à quadra natalícia, marcam presença na edição deste ano da Natalis.

Do Minho vieram os têxteis de Guimarães e o artesanato de Barcelos, as iguarias de chocolate de Vila Verde e os enchidos tradicionais de Viana do Castelo e Ponte de Lima. Santarém trouxe os brinquedos artesanais e as mantas tradicionais. Não faltaram a perfumaria e a ourivesaria, o vestuário e o calçado, a literatura e a doçaria, a música e a diversão para os mais jovens. E, até a RTP fez hoje a transmissão em direto do programa “Aqui Portugal” com muitos artistas em palco.

Até ao próximo dia 8 de dezembro, Natalis é um programa que promete muito divertimento com o parque de diversões da Diverlandia mesmo ao lado com os seus carroceis e outros jogos que recuperam a animação da Feira Popular de Lisboa.

Com áreas temáticas diferenciadas, Natalis é um evento dedicado exclusivamente ao Natal onde o visitante pode escolher a sua compra e experienciar alguns produtos em lounges dedicados.

Trata-se de um local em ambiente natalício, onde as melhores empresas e entidades transformam os seus produtos em presentes originais, aromas deliciosos, brilho festivo e sons natalícios que compõem o fundo musical.

Aqui desafiam-se os players da gastronomia regional a apresentarem as delícias culinárias características da época natalícia, onde o paladar se regala com as melhores iguarias de Natal, doces, vinho quente, licores e muitas outras especialidades.

CERVEIRA FESTEJA NATAL COM ARTE DE CROCHET

Sagrada Família em crochet exposta Na’Tal Cerveira

José, Maria e o Menino Jesus vão estar representados, a partir de hoje, na fachada da Loja Interativa de Turismo (LIT) de Vila Nova de Cerveira. Com 1,20m de altura, a particularidade desta Sagrada Família é ser totalmente criada em crochet, de forma a assinalar a quadra festiva que se aproxima e a consolidar o projeto ‘O Crochet Sai à Rua’.

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Ao longo de duas semanas de intenso trabalho e de muitos quilos de novelos de linha de crochet, a LIT de Cerveira ergue às suas portas mais um atrativo em crochet que conjuga em pleno os conceitos de tradição e de modernidade, com a arte secular do crochet a ser o elo de ligação.

Se por um lado, a preservação de histórias e costumes está representada em três figuras tão importantes do Evangelho vestidas em tonalidades quentes (amarelo, castanhos e laranjas), partilhando a mensagem de amor e de união familiar que se propaga ao longo dos tempos e com maior simbolismo nesta época; por outro lado, a estrutura de 1,20m apresenta uma forma muito criativa e interpretativa da Sagrada Família, algo caraterístico da ‘Vila das Artes’.

Não obstante, este Natal em crochet não ficava completo sem uma árvore ‘vestida’ a rigor. Também à frente do edifício da LIT, uma árvore natural será igualmente ornamentada com adornos natalícios minuciosamente trabalhados à mão, em tons de vermelho.

Á semelhança de outras efemérides – Dia dos Namorados, Páscoa e Verão –, a presente Sagrada Família em crochet constitui-se como um ponto de partida para uma visita ao centro histórico da vila, onde os turistas podem fazer um percurso pela magia presente nas ruas, apreciando uma decoração própria e assistindo a um conjunto de atividades que integram o programa Na’tal Cerveira.

De acordo com o presidente da autarquia, Fernando Nogueira, este projeto tem como objetivo a consolidação da marca de Cerveira, Vila das Artes’, através da preservação de uma arte secular e associando-a a iniciativas com méritos firmados e de elevada criatividade no domínio da ornamentação temática.

NATAL EM VIZELA É YOUTUBE E ARTESANATO

Youtube e artesanato no Natal do Espaço Jovem de Vizela

Neste Natal o Espaço Jovem de Vizela faz de ti um artista e dá-te um cartão jovem de presente!

O Espaço jovem de Vizela promove a atividade ‘Natal no Espaço Jovem 2015’, nos dias 21, 22, 23, 28, 29 e 30 de dezembro e tem como temas a plataforma informática Youtube e as artes manuais – (artesanato).

Destacamos o Workshop que se realiza no dia 21 e que conta com a presença de conhecidos jovens youtubers nacionais como Carina Muito à Frente (feminino e divertido); Gally a Gaja (Comédia) e Tiago Braga (Música). No encontro irá também marcar presença Dark Master, jovem youtuber vizelense.

Seguem-se três oficinas de capacitação youtube onde os jovens irão poder partilhar conhecimentos, técnicas e métodos de como tornar os seus vídeos melhores e mais vistos. Nos dias 28 e 29, passamos do computador para as ferramentas manuais com o atelier de artesanato dinamizado pela Associação de Artesãos de Vizela.

As inscrições são gratuitas, limitadas e podem ser feitas através da página Facebook www.facebook.com/vizelaespacojovem.

A Câmara Municipal de Vizela oferece um Cartão Jovem aos jovens que se inscreverem em todas as oficinas.

Programa:

Sessão n.º 1  - dia 21 de dezembro – 15:00 – Espaço Jovem de Vizela

Workshop – O que é ser um youtuber?

Sessão n.º 2 - dia 22 de dezembro – 10:00 – Espaço Jovem de Vizela

Apresentação do programa e construção grupal.

Sessão n.º 3 – dia 23 de dezembro - 15:00 – Espaço Internet de Vizela

Oficina Youtube – Técnicas de captação vídeo e áudio

Sessão n.º 4 – Oficina Youtube - dia 28 de dezembro – 15:00 – Espaço Internet de Vizela

Técnicas de edição e publicação de vídeo e áudio.

Sessão n.º 5 - dia 29 de dezembro – 14:00 – Espaço Jovem de Vizela

Oficina Artesanato – Reciclagem de Materiais.

Sessão n.º 6 – Oficina Artesanato - dia 30 de dezembro – 14:00 – Espaço Jovem de Vizela

Reciclagem de Materiais.

Vem passar o teu Natal connosco!!

VIZELA EXPÕE ARTESANATO DE JOSÉ RIBEIRO

1 a 30 de novembro 2015. Exposição de José Ribeiro na Loja Interativa de Turismo

A Loja Interativa de Turismo de Vizela recebe a exposição ‘Miniaturas com história’, de José Ribeiro.

A exposição pode ser visitada de 1 a 30 de novembro.

José António Faria Ribeiro é natural de Vizela.

Autodidata por vocação, desde sempre revelou talento para o artesanato.

Após a sua infância a criar os seus próprios brinquedos, decidiu concentrar-se numa atividade mais criativa e pessoal.

As suas obras baseiam-se sobretudo numa recolha incessante do património minhoto, transformando-as posteriormente em miniaturas. Desde figuras religiosas, fachadas de igrejas, entre outros, um dos seus últimos e prestigiados trabalhos foi a casa do Alto, casa de Raul Brandão.

José Ribeiro é um perfecionista, faz artesanato há 45 anos e das suas mãos saem verdadeiras obras de arte.

CABECEIRAS DE BASTO DIVULGA TRADIÇÃO DA LATOARIA

Livro sobre ‘A Latoaria em Cabeceiras de Basto’ dá a conhecer arte ancestral em extinção

O livro ‘A Latoaria em Cabeceiras de Basto’, escrito por Teresa Soeiro, foi apresentado no passado sábado, dia 24 de outubro, na Biblioteca Municipal Dr. António Teixeira de Carvalho, no Arco de Baúlhe. Associada à edição deste livro, está também patente ao público no Núcleo Ferroviário do Arco de Baúlhe do Museu das Terras de Basto uma exposição, com o mesmo nome, que dá a conhecer aos visitantes esta arte ancestral em vias de extinção.

Visita à exposição sobre a Latoaria no Museu da

Coube à vice-presidente da Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto e vereadora da Cultura, Dra. Isabel Coutinho, presidir à sessão, na qual marcaram presença o vereador Prof. Mário Leite, a presidente da União de Freguesias de Arco de Baúlhe e Vila Nune, Dra. Carla Lousada, a coordenadora da edição, Dra. Isabel Fernandes, assim como diversas pessoas que colaboraram na concretização do livro e da exposição, quer através de testemunhos, quer através da cedência de peças.

Agradecendo a presença de todos, Isabel Coutinho, salientou a importância da arte da latoaria, destacando também a “excelência” do livro apresentado ao público. “Trata-se de um livro que representa a latoaria na nossa terra”, latoaria artesanal que transforma chapa em utensílios, em arte, em decoração, disse a vice-presidente da Câmara Municipal, reconhecendo ainda todos quantos colaboraram quer na concretização do livro, quer na recolha de peças para a exposição temporária dedicada à ‘Latoaria em Cabeceiras de Basto’.

O livro “à memória de João Leite Pacheco o último latoeiro de Cabeceiras de Basto” é uma edição da Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto, com coordenação de Isabel Fernandes. Escrita pela Professora Doutora Teresa Soeiro da Faculdade de Letras da Universidade do Porto e Investigadora do CITCEM – Centro de Investigação Transdisciplinar Cultura, Espaço e Memória, a obra tem como principal objetivo dar a conhecer ao público a monografia que é dedicada ao ofício do latoeiro/funileiro do Arco de Baúlhe.

Na sua intervenção, a autora do livro, Teresa Soeiro, falou da sua experiência no estudo deste ofício e da importância das peças retratadas, recordando à plateia o que aprendeu com João Leite Pacheco, “o último latoeiro de Cabeceiras de Basto – um artista com gosto na arte”, explicou.

Isabel Fernandes, que coordenou a edição da obra, agradeceu às famílias dos últimos latoeiros de Cabeceiras de Basto a sua disponibilidade em colaborar com o Município nesta sua publicação, afirmando que o livro revela não só “a história da arte, como também dos materiais usados e dos produtos realizados”.  

“Com este estudo, o Museu das Terras de Basto dá continuidade ao caminho trilhado há uns anos atrás, primeiro com o estudo da lã, agora com a latoaria e, no futuro, pretendendo-se dar atenção ao pão”.

No final da sessão, os presentes foram convidados a visitar a exposição temporária ‘A Arte da Latoaria em Cabeceiras de Basto’ patente ao público no Núcleo Ferroviário do Arco de Baúlhe do Museu das Terras de Basto.

Teresa Soeiro no uso da palavra

BRUXARIAS VALE D'ESTE REGRESSAM A BRAGA

'Bruxarias Vale D'Este' regressam com três dias de animação. Terceira edição decorre de 30 de Outubro a 1 de Novembro

A iniciativa 'Bruxarias Vale D'Este' terá a sua terceira edição de 30 de Outubro a 1 de Novembro, na freguesia de Este S. Pedro, em Braga. Esta é uma organização da Associação dos Artesãos do Minho, em colaboração com a União de Freguesias de Este (S. Pedro e S. Mamede), Junta de Freguesia de Gualtar e com apoio do Município de Braga.

O evento, que assinala o Dia das Bruxas, apresenta um vasto programa de animação, com destaque para os espectáculos de fogo com 'Artystika Malatitsch', insufláveis, peddypapers, carrinhos de choque 'Pinta fantasma' e ainda para a presença do Padre Fontes que vai protagonizar o espectáculo 'Esconjuro da Queimada Galega', no dia 31 de Outubro, às 21h00.

A feira abre ao público no dia 30, às 10h00, enquanto a cerimónia oficial de abertura está marcada para as 20h00, com a realização de um espectáculo de fogo.

Ao longo de todo o fim-de-semana haverá actividades com a participação dos escuteiros, concursos, sorteios e muita música tradicional com os grupos 'Nova Geração D'Este', Academia Sénior Dr. Egas Moniz, Grupo de Concertinas e Cavaquinhos de Gualtar, 'Borguinha' e Grupo de Concertinas d'Este.

PORQUE NÃO SE PRESERVAM OS FARÓIS DO PORTINHO DE VILA PRAIA DE ÂNCORA?

Quais “sentinelas do mar”, os faróis do Portinho de Vila Praia de Âncora constituem já um dos ex-líbris de Vila Praia de Âncora. Embora sem utilidade prática, eles fazem parte do património da região e constituem um elemento que faz parte integrante da comunidade piscatória e da população ancorense em geral.

O seu interesse turístico e patrimonial está aliás, bem patente na sua reprodução nas lembranças do turismo que constitui porventura a maior fonte de receitas da localidade de Vila Praia de Âncora. De resto, o próprio site oficial da Câmara Municipal de Caminha refere-se àquelas peças nos seguintes termos: “A réplica do farol existente do Portinho de Vila Praia de Âncora é uma das peças decorativas mais representativas e mais procuradas deste tipo de artesanato.”

Com a sua desativação, foram inicialmente substituídas as lanternas mas os faróis acabaram por serem mantidos intactos no local onde sempre se encontraram, a indicar o enfiamento da barra do portinho que, durante muitas décadas, foi responsável por várias tragédias e momentos de angústia dos pescadores locais.

Porém, nos últimos tempos temos vindo a assistir ao desmantelamento dos faróis do portinho de Vila Praia de Âncora, como bem documenta a foto que junto publicamos, da autoria do ancorense Fernando Oliveira, procurando registar o dia magnífico e soalheiro que hoje se fez sentir naquela terra.

Desconhece-se a autoria da má iniciativa, mas apela-se à Câmara Municipal de Caminha para que se preserve os dois faróis do portinho que são já património das gentes de Vila Praia de Âncora!

FARIA LOPES EXPÕE ARTESANATO EM VIZELA

1 a 31 de outubro – 2015. Exposição de Joaquim Faria Lopes na Loja Interativa de Turismo

A Loja Interativa de Turismo de Vizela recebe a exposição de artesanato ‘Nova Vida’, de Joaquim Faria Lopes.

A exposição pode ser visitada de 1 a 31 de outubro.

O artesão ficou com o “bichinho” do artesanato devido a uma doença que o incapacitou para a sua carreira profissional (carpinteiro cofragem), mas deu-lhe visão para olhar para o “lixo” com outros olhos, que dele faz arte.

Recicla materiais (jornais, revistas, etc) em peças decorativas como baús, vasos, candeeiros, cestas, espelhos e outros objetos que possam entrar na imaginação de cada um.

Transforma o lixo em arte, com todo o carinho, imaginação e criatividade em peças únicas e úteis.

A sua participação em eventos artesanais destaca-se na montra da loja de turismo de Vizela, na feira romana, feira de artesanato, feira de natal, em Vizela.

Participação também nas feiras de artesanato de Braga, Guimarães e Moreira de Cónegos.

ARTESÃO MANUEL LOPES EXPÕE EM VIZELA

Exposição de Manuel Lopes na Loja Interativa de Turismo. A exposição pode ser visitada de 1 a 30 de setembro.

Manuel Fernandes Lopes, natural da freguesia de Infias, faz do artesanato a sua profissão.

A paixão por esta arte surge através do teatro. Foi ator durante 7 anos, mas nunca se limitou à arte de representar. Participou sempre em todas as atividades que complementam o espetáculo, tendo desde então encontrado o gosto exacerbado pelas artes plásticas. Nesta fase, surge a oportunidade de fazer um curso de olaria na “Oficina de Guimarães”.

A partir de 1997, começou a viver do artesanato e tem participado em inúmeras feiras, tendo também adquirido a sua carta de artesão. O barro é o seu material de eleição. Os seus trabalhos caracterizam-se sobretudo na criação de lindíssimas peças de decoração como quadros, candeeiros, esculturas, entre outros.

O gosta da partilha e a força de não deixar “morrer” esta arte, faz com que ainda consiga ter algum tempo para dar formação em escolas, infantários, lares da Terceira Idade e a todo o público interessado nesta área.

A venda deste artesanato é feita na sua oficina, que se situa na Rua da Alegria, nº 167, na freguesia de Infias. Para além do contacto direto na loja, poder-se-á encontrar alguns dos seus artigos expostos na loja de recordações do Santuário de S. Bento das Pêras.

TERRAS DE BOURO PROMOVE ARTESANATO E TURISMO

XV Feira-Mostra de “S. Martinho nas Terras do Gerês” decorre nos dias 6, 7 e 8 de novembro

O Município de Terras de Bouro prepara-se para realizar a XV edição da Feira-mostra de “S. Martinho nas Terras do Gerês”. Este evento, que visa promover e preservar os mais variados produtos turísticos e artesanais do concelho de Terras de Bouro, tem o início marcado para o dia 6 de novembro e decorrerá até ao dia 8 do mesmo mês.

 

As iFOTOnscrições para a participação na XV Feira-Mostra decorrem até ao dia 23 de outubro sendo realizadas através do preenchimento da respetiva ficha de inscrição e enviada para o município de Terras de Bouro.

Para mais informações deverá consultar a respetiva documentação (ficha de inscrição e o regulamento oficial) na página eletrónica do município, ou contactar o Gabinete da Cultura e Comunicação da Câmara Municipal de Terras de Bouro (253350010).

ARTESANATO ATRAI MILHARES DE PESSOAS A BARCELOS

Milhares de pessoas visitaram a Capital do Artesanato e levaram um "pedaço" da sua arte e história

A 33.ª Mostra de Artesanato e Cerâmica de Barcelos voltou a transformar-se na maior montra da produção e divulgação local e nacional de Artesanato

Foram 17 dias em que o Artesanato foi o Rei e os artesãos o destaque. Um evento anual que trouxe a Barcelos milhares de pessoas e consolidou, mais uma vez, a posição do concelho no panorama local, nacional e internacional como A Capital do Artesanato.

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Um espaço que reuniu artistas e artesãos experientes, os Mestres mais conceituados e as novas promessas de jovens artesãos.

A  33.ª Mostra de Artesanato e Cerâmica de Barcelos é, na sua essência, uma montra viva e privilegiada para a promoção e revelação de novos artesãos, um "trampolim" para um mercado cada vez mais procurado e em ascensão.

A 33.ª Mostra de Artesanato e Cerâmica de Barcelos, que decorreu entre o dia 31 de julho e 16 de agosto no Parque da Cidade, revelou-se, mais uma vez, um verdadeiro sucesso, tendo confirmando que a decisão deste executivo em prolongar os dias do certame (17 dias este ano) é uma aposta para manter,  já que "a adesão do público, em todos os dias do certame, mostram que este é, além de um espaço de promoção e divulgação da riqueza cultural do povo de Barcelos, onde o artesanato e a gastronomia brilham, também um espaço de lazer e convívio", sublinhou o Presidente da Câmara Municipal de Barcelos, Miguel Costa Gomes, na sua intervenção na Gala do Artesanato que, este ano, premiou oito artesãos.

Uma arte única e que está tão presente na nossa história. “No concelho de Barcelos sente-se, por todas as freguesias, a arte e criatividade que, felizmente, tanto tem atraído os jovens que estão, cada vez mais, interessados em abraçar esta profissão de sucesso e futuro. A prova disso é a entrega de dois dos grandes prémios desta 5ª Gala do Artesanato a jovens artesãos barcelenses (Lukas – prémio inovação e Telmo Macedo – prémio revelação). Há dez anos, tal aposta não acontecia nem era possível”, referiu o Presidente da Câmara, Miguel Costa Gomes, frisando, ainda, a “importância desta Mostra no apoio aos artesãos e na afirmação de Barcelos como capital do artesanato”.

Este ano, a Gala do Artesanato realizou-se no sábado, 15 de agosto, e foram atribuídas as cinco distinções e os prémios Inovação, Revelação e Carreira.

Quanto às distinções, a categoria Figurado de Barcelos foi para João Ferreira; a categoria Bordados e Tecelagem para Inês Ferreira; a categoria Miniaturas foi atribuída a Laurinda Pias; a categoria Madeiras, Metais, Ferro e Derivados coube a Manuel Cordeiro; e a categoria Olaria foi para Inês Machado. Quanto ao Prémio Revelação foi para Telmo Macedo; o Prémio Inovação foi atribuído a Luís Cardoso (Lukas); e o Prémio Carreira foi, este ano, para Fernando Morgado.

Esta 33.ª edição da Mostra contou com mais de 40 espetáculos musicais, onde se incluíram a música popular, atuações de grupos folclóricos do concelho de Barcelos e de grupos estrangeiros participantes no Festival do Rio.

Fizeram ainda parte as arruadas de bombos, rusgas de concertinas, cantares ao desafio e espetáculos de dança, entre outras atividades que, de forma ininterrupta, animaram a Mostra entre o palco principal, a praça do vinho, a praça da alimentação, bem como todo o recinto.

Este ano, o número de stands e artesãos aumentaram, contando com mais de 130 artesãos, 81 dos quais de Barcelos, e 140 stands espalhados pelas várias áreas do recinto do Parque.

MILHARES DE PESSOAS VISITAM FEIRA DE ARTESANATO E GASTRONOMIA DE CELORICO DE BASTO

“Celorico de Basto foi o centro de todas as atenções com a XVIII edição da Feira de Artesanato e Gastronomia”

A XVIII Feira de Artesanato e Gastronomia decorreu de 12 a 16 de agosto no Mercado Municipal de Celorico de Basto.

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“Foram 5 dias de uma feira que levou ao recinto milhares de pessoas oriundas de vários pontos do país e do estrangeiro. Como é hábito, este certame voltou a ser o ponto de encontro da nossa comunidade e contou, com milhares de visitantes, muitos dos quais turistas, que visitaram o concelho exclusivamente devido ao certame” disse o presidente da Câmara Municipal de Celorico de Basto, Joaquim Mota e Silva. Em altura de balanço o autarca salientou a importância económica do evento e a qualidade dos expositores presentes. “O balanço desta feira é muito positivo. As milhares de pessoas que passaram pelo certame não vieram apenas ver, fizeram negócio, compraram, jantaram na feira, degustaram o vinho verde da melhor qualidade e a doçaria. De facto, esta feira prima pela qualidade dos produtos expostos e é, verdadeiramente, um dos maiores pontos de interesse durante este período de férias”, disse.

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Recordar que nesta edição a feira de artesanato e gastronomia contou com 170 expositores. “A nossa feira é cada vez mais requisitada pela hipótese de negócio e promoção dos produtos que a mesma acarreta no entanto, enquanto organização, temos o cuidado de selecionar devidamente os expositores tendo em conta a qualidade dos produtos expostos. Ao mesmo tempo, apostamos na animação de rua como principal ponto de atratividade com vários espetáculos que tornam a feira ainda mais aliciante”, reforçou o autarca.

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Pelo palco e recinto do certame passaram no dia 12 o rancho folclórico do Centro Cultural e Recreativo de S. Bartolomeu do Rego, a Female fanfarra e a Marioneta Humana terminando com uma sessão de fogo-de-artifício. No dia 13 destaque para a atuação de Carlos Pinheiro – The voice Kids, a Banda do Galo e os Gaiteiros da Ponte Velha. Na sexta-feira nota para a atuação do Rancho Folclórico de Sta. Maria de Canedo, os White Led Orquestra e os Pavão, Flamingo, Príncipe e Princesa das Flores. O sábado, como habitualmente, contou com o recinto cheio de gente, no dia da atuação das Doze Damas, dos Amigos das Tainadas, da Banda Pantomina, dos manipuladores de fogo e Infatable Flowers. Ontem, 16 de agosto, ultimo dia de feira, destaque para a atuação da Tuna de Arnoia, o Rancho Folclórico Estrelas do Minho Luxemburgo e o Rancho Folclórico Amigos do Castelo. Como tem disso hábito a Feira de Artesanato e Gastronomia culminou com uma sessão fogo-de-artifício.

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Importa salientar que a Feira de Artesanato e Gastronomia decorre há 18 anos consecutivos com o 15 de agosto, feriado e dia santo, como data de referência.

BARCELOS REALIZA GALA DA MONTRA DE ARTESANATO E CERÂMICA

A Mostra termina no dia 16 de agosto e tem como um dos seus pontos altos a Gala do Artesanato, que se realiza no sábado, dia 15, às 22h00.

A 33.ª edição da Mostra de Artesanato e Cerâmica de Barcelos abriu as suas portas no dia 31 de julho e conta 130 artesãos representados, 81 dos quais de Barcelos, e mais de 140 expositores espalhados pelo Parque da Cidade.

Gala do Artesanato

A Gala acontece sábado, 15 de agosto, e este é o momento de distinguir os artesãos e o artesanato e homenagear esta nobre tradição que faz de Barcelos a cidade rainha do artesanato. Serão atribuídos os prémios Inovação, Revelação e Carreira, bem como as sete distinções nas categorias de bordados, olaria, figurado, madeira e derivados, ferro e derivados, miniaturas e tecelagem.

Durante o certame, os visitantes podem apreciar e comprar o melhor do artesanato barcelense e nacional e, ao mesmo tempo, provar a gastronomia e os vinhos do concelho, usufruir da vasta programação musical, que conta com mais de 40 espetáculos de música popular e atuações de grupos folclóricos do concelho de Barcelos. A arruada de rusgas e concertinas está reservada para a noite de sexta-feira, dia 14 de agosto, que termina com cantares ao desafio.

A animação é ininterrupta, e entre o palco principal, a praça do vinho e a praça da alimentação é possível encontrar variadas especialidades da gastronomia minhota, que têm forte presença nesta Mostra. Várias associações do concelho apresentam, ao longo da Mostra, um cardápio diversificado de refeições a todos os visitantes.

A 33.ª edição da Mostra de Artesanato encerra no domingo, 16 de agosto, com “Histórias”, um espetáculo de Dança pela Associação Recreativa e Cultural de Arcozelo (ARCA).

O certame tem entrada livre e o horário é o seguinte: de segunda a sexta feira, das 18h00 às 24h00; sábados e domingos, das 16h00 às 24h00.

CELORICO DE BASTO MOSTRA GASTRONOMIA E ARTESANATO

Arrancou oficialmente a XVIII Feira de Artesanato e Gastronomia em Celorico de Basto.

“São esperados milhares de visitantes num certame de referência cultural para a região” – afirma o presidente da Câmara Municipal de Celorico de Basto, Joaquim Mota e Silva.

A XVIII Feira de Artesanato e Gastronomia abriu ontem, 12 de agosto, as portas para mais uma edição de um certame com 170 stands onde predomina a gastronomia e o artesanato.

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“Ano após ano a feira melhora em qualidade e a identidade. Um espaço que acolhe restauração regional, o nosso vinho verde e artesanato tradicional e urbano. Ao longo destes 5 dias são esperados milhares de visitantes num espaço que é, habitualmente, um ponto de encontro entre residentes e emigrantes” disse o presidente da Câmara Municipal de Celorico de Basto, Joaquim Mota e Silva. Ao mesmo tempo destacou esta feira como um acontecimento que contribui para a economia local. “Para além dos residentes e emigrantes esta feira conta sempre com muitos turistas que visitam o concelho e pernoitam por cá durante este período com o intuito de consumir os nossos produtos regionais. De facto, a Feira de Artesanato e Gastronomia é um espaço de confraternização entre familiares e amigos, fruto de um grande trabalho, que dá um grande contributo à economia local” disse.

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Esta edição conta com 170 expositores com standes de gastronomia, vinhos e artesanato num ambiente propício à confraternização. A entrada é livre e a animação permanente com enfoque para a animação de rua que percorre os stands e diverte os presentes.

Em dia de abertura os visitantes deste certame puderam assistir à atuação do rancho folclórico do Centro Cultural e Recreativo de S. Bartolomeu do Rego, à atuação da Female fanfarra e da Marioneta Humana tendo culminado com uma sessão de fogo-de-artifício.

Hoje é destaque a atuação de Carlos Pinheiro – The voice Kids, da Banda do Galo e dos Gaiteiros da Ponte Velha.

O certame prolonga-se até domingo com espetáculos variados.

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CELORICO DE BASTO MOSTRA ARTESANATO E GASTRONOMIA

Celorico de Basto prepara-se para receber a XVIII Feira de Artesanato e Gastronomia

O certame arranca no próximo dia 12 de agosto, pelas 18h00, com uma cerimónia oficial de abertura, e contará com cerca de 170 expositores, num recinto preparado para receber os esperados milhares de visitantes.

“Esta feira é um evento muito requisitado contando, a cada edição, com milhares de pessoas no recinto. Este ano e tendo em conta a procura aumentamos um dia, por isso teremos 5 dias de feira para que todos possam conhecer e adquirir artesanato de qualidade e degustar a melhor gastronomia sempre acompanhada pelo nosso vinho verde, que tão bem nos identifica” disse o presidente da Câmara Municipal de Celorico de Basto, Joaquim Mota e Silva.

O certame é muito requisitado pelos expositores que vêm esta feira como o local ideal para a promoção e venda dos produtos. Ao longo de 5 dias os visitantes poderão usufruir da animação permanente que encherá o recinto de alegria.

No dia 12 destaque para a atuação do rancho folclórico do Centro Cultural e Recreativo de S. Bartolomeu do Rego, da Female fanfarra e da Marioneta Humana terminando com uma sessão de fogo-de-artifício. No dia 13 destaque para a atuação de Carlos Pinheiro – The voice Kids, da Banda do Galo e dos Gaiteiros da Ponte Velha. Na sexta-feira nota para a atuação do Rancho Folclórico de Sta. Maria de Canedo, os White Led Orquestra e os Pavão, Flamingo, Príncipe e Princesa das Flores. O sábado é sempre um dia de grande afluência e contará com a atuação das Doze Damas, os Amigos das Tainadas, a Banda Pantomina, manipuladores de fogo e Infatable Flowers. No último dia de feira o destaque vai para a atuação da Tuna de Arnoia, do Rancho Folclórico Estrelas do Minho Luxemburgo e do Rancho Folclórico Amigos do Castelo culminando com uma sessão de fogo-de-artifício.

MOSTRA DE ARTESANATO E CERÂMICA JUNTA EM BARCELOS OS MELHORES MESTRES

Os Mestres mais conceituados reúnem-se na 33.ª Mostra de Artesanato e Cerâmica de Barcelos

Inauguração na próxima sexta-feira, dia 31 de julho, às 19h00, e prolonga-se até dia 16 de agosto

São mais de 130 artesãos, 81 dos quais de Barcelos, que estão representados neste certame que conta com cerca de 140 stands espalhados pelas várias áreas do recinto do Parque. Dezassete dias em que o Artesanato é o Rei e o destaque são os artesãos, onde os mais conceituados da cidade têm uma ala reservada.

O certame tem como objetivo promover o artesanato e os artesãos, sendo o grande evento anual, afirmando Barcelos como capital do artesanato e trazendo à cidade muitos milhares de pessoas, mantendo um cruzamento harmonioso com a gastronomia e os vinhos, a música popular e o folclore nacional e internacional.

Nesta 33.ª edição, o público pode contar com mais 40 espetáculos musicais, onde se incluem música popular e atuações de grupos folclóricos do concelho de Barcelos e de grupos estrangeiros participantes no Festival do Rio; arruadas de bombos, rusgas de concertinas, cantares ao desafio e espetáculos de dança, entre outras atividades que, de forma ininterrupta, animarão a Mostra entre o palco principal, a praça do vinho, a praça da alimentação e todo o recinto.

Pelo palco principal da Mostra irão passar o grupo Jáfumega, no dia 1 de agosto, às 22h00, Diabo na Cruz, no dia 8, às 22h00, e nomes como Joana Fernandes, Carlos Soutelo, In Fusão, Lasso, entre outros.

Destaque também para a desfolhada minhota (dia 12) e para a 5.ª Gala do Artesanato, que este ano acontece no dia 15, às 22h00, onde serão atribuídos os prémios Inovação, Revelação e Carreira, bem como as sete distinções nas categorias de bordados, olaria, figurado, madeira e derivados, ferro e derivados, miniaturas e tecelagem.

A gastronomia tem também uma forte presença nesta Mostra, particularmente com as tasquinhas que, durante todo o tempo do certame, apresentam, na praça da alimentação, um variado cardápio de refeições, com destaque para os pratos tradicionais, a todos os visitantes.

O certame tem entrada livre e o seguinte horário: de segunda a sexta feira, das 18h00 às 24h00; sábados e domingos, das 16h00 às 24h00.

CERVEIRA MOSTRA A ARTE DO CROCHET

A arte do crochet volta a Cerveira em formato exposição

A Loja Interativa de Turismo (LIT) de Vila Nova de Cerveira inaugura, esta sexta-feira, a mostra “O Crochet sai à rua…em Cerveira”. Artigos de moda e decoração em crochet recordam sucesso do projeto de ornamentação pública que, no verão passado, atraiu milhares de portugueses e estrangeiros ao centro histórico e cujo regresso está marcado para 2016.

A ‘Vila das Artes’ foi, sem dúvida, a capital da arte secular do crochet entre os meses de julho e setembro de 2014 com o projeto “O Crochet sai à Rua”, mas também o será em 2015 num formato exposição que, além de evocar lembranças, projeta a sua consolidação para os próximos anos.

Entre 17 de julho e 19 de setembro, quem visitar a Galeria da LIT de Cerveira poderá reviver o evento, através do contacto com alguns trabalhos em crochet, transformando aquele espaço de promoção turística da simbiose entre tradição e modernidade. A exposição “O Crochet Sai à Rua… em Cerveira” estará patente na Galeria da LIT, entre 17 de julho e 19 de setembro, de segunda a sábado das 09h30 às 13h00 e das 14h00 às 17h30.

Cartão-de-visita do verão 2014 da ‘Vila das Artes’, o projeto “O Crochet Sai à Rua” consistiu na ornamentação das ruas e espaços públicos do centro histórico, através do forte envolvimento da população, comerciantes, associações, IPPS’s, escolas e estabelecimentos de ensino.

Dado o sucesso e o feedback de vários cantos do mundo, a Câmara de Vila Nova de Cerveira decidiu realizar este evento de dois em dois anos, mantendo a essência da preservação de usos e costumes dos antepassados e de incuti-los nas novas gerações. Para 2016 é certo de que “O Crochet Sai à Rua de Cerveira” com muitas surpresas.

ESPOSENDE REALIZA FEIRA DE ARTESANATO

Feira de Artesanato de julho destaca trabalhos em madeira de Arlinda Aires

A próxima edição da Feira de Artesanato do Município de Esposende, que se realiza no próximo domingo, dia 19 de julho, vai dar destaque à artesã Arlinda Aires.

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Natural do Porto mas residente em Rio Tinto - Gondomar, Arlinda Aires comercializa uma gama muito variada de artigos em madeira, entre os quais brinquedos e instrumentos musicais, como bombos e pandeiretas. Iniciou-se nestas lides há cerca de 35 anos, com a criação de instrumentos musicais para o grupo folclórico do qual fazia parte. Há três anos, a convite da Junta de Freguesia de Rio Tinto participou, pela primeira vez, numa feira de artesanato e, desde então, tem vindo a marcar presença regularmente em diversos certames, entre os quais a Feira de Artesanato de Esposende, onde é presença assídua. O marido de Arlinda Aires deixou-se contagiar pelo gosto pelo artesanato, construindo também alguns brinquedos e acompanhando a artesã em todas as iniciativas.

Atendendo a que os seus trabalhos são do agrado tanto dos mais pequenos como dos mais velhos, Arlinda Aires entendeu atribuir a temática “Recordar e Brincar” ao seu stand.

A Feira de Artesanato de Esposende realiza-se sempre no terceiro domingo de cada mês, entre as 19h00 e as 19h00, no Largo Rodrigues Sampaio, com acesso gratuito.

FEIRA INTERNACIONAL DE ARTESANATO EM LISBOA RECEBEU 115 MIL VISITANTES

A FIA Lisboa 2015, que se realizou de 27 de Junho a 5 de Julho na FIL - Parque das Nações - comemorou este ano a 28º edição e reforçou a sua posição como palco da maior Festa Intercultural da Península Ibérica. O certame recebeu cerca de 115 mil visitantes, um acréscimo de 2,6% face à edição de 2014, a qual recebeu 112 mil visitantes.

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Na edição deste ano, a FIA Lisboa contabilizou um total de 643 expositores, contando com 227 expositores estrangeiros que representaram os cinco continentes numa mostra de mais de 40 países onde se destacou a presença de Timor Leste como País Convidado numa demonstração do seu património cultural e histórico e intrínsecas ligações a Portugal e a sua importância como produtor de artesanato.

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África do Sul, Alemanha, Brasil, Cuba, Egipto, Equador, Espanha, França, Gana, India, Indonésia, Itália, Lituânia, Madagáscar, Mali, Marrocos, Moçambique, Nepal, Paquistão, Perú, Quénia, Reino Unido, Ruanda, Rússia, Senegal, Sérvia, Suíça, Tailândia, Tunísia, Turquia, Ucrânia, Vietname, Zimbabwe entre outros marcaram igualmente presença afirmando o posicionamento da FIA como plataforma de excelência para a promoção e o desenvolvimento da cultura, artes e tradições.

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Realçamos equitativamente a presença do Centro de Portugal como região convidada, promovendo o Turismo Centro de Portugal justificando-se pelo facto de se distinguir pelo Património Mundial da Humanidade - Mosteiro de Alcobaça e Mosteiro da Batalha, Convento de Cristo em Tomar e Universidade de Coimbra, Alta e Sofia- pela natureza exuberante que apresenta, pelo Artesanato genuíno- reflexo de artes antigas e modos de vida tradicionais, pela gastronomia e vinhos regionais.

A FIA Lisboa 2015 contou ainda com 202 manifestações paralelas, entre elas workshops, seminários e desfiles.

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Organizada pela Fundação AIP, através da AIP - Feiras, Congressos e Eventos, com a colaboração do IEFP - Instituto de Emprego e Formação Profissional, a FIA Lisboa trouxe à capital um espaço que aglomerou tradição, contemporaneidade, criatividade, inovação e design.

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Ao longo dos seus 27 anos de história, a FIA-Lisboa tem vindo a alcançar uma simbiose perfeita entre tradições e produtos endógenos, tornando-se num veículo privilegiado para a divulgação do Artesanato e Gastronomias Regionais e da cultura dos povos presentes em cada edição.

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A FIA Lisboa em 2014

Em 2014 a FIA Lisboa recebeu cerca de 112.000 visitantes em 9 dias de feira. A diversidade dos expositores, as propostas artesanais aliadas ao design mais contemporâneo, as iniciativas multiculturais e a ampliação da área dedicada à gastronomia, contribuíram para o sucesso da FIA Lisboa 2014, certame que é já uma referência consagrada nas feiras do sector.

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GASTRONOMIA TRADICIONAL TEM FESTIVAL NA FEIRA INTERNACIONAL DE ARTESANATO

Decorre no âmbito da Feira Internacional de Artesanato a Semana da Gastronomia Tradicional, constituído este ano como o 2º Festival de Carnes Portuguesas Certificadas – DOP.

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Confecionada por seis restaurantes de cozinha tradicional portuguesa em representação de seis regiões do país, este evento constitui ainda uma oportunidade para os visitantes se deliciarem com os melhores pratos e produtos genuínos da nossa culinária.

Do Minho ao Algarve, passando pela Serra da Estrela e o Alentejo, não faltam as melhores iguarias, sem esquecer a doçaria de Almada e a cerveja artesanal que este ano possui presença destacada.

Constituindo a gastronomia nas suas mais diversas variantes uma das vertentes do nosso artesanato, também ela não podia deixar de concorrer para o sucesso deste grandioso certame. Isto porque não é só de barro que se faz o nosso artesanato!

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GASTRONOMIA TRADICIONAL MARCA PRESENÇA NA FEIRA INTERNACIONAL DE ARTESANATO

No âmbito da Feira Internacional de Artesanato decorre a Semana da Gastronomia Tradicional, constituído este ano como o 2º Festival de Carnes Portuguesas Certificadas – DOP.

Confecionada por seis restaurantes de cozinha tradicional portuguesa em representação de seis regiões do país, este evento constitui ainda uma oportunidade para os visitantes se deliciarem com os melhores pratos e produtos genuínos da nossa culinária.

Do Minho ao Algarve, passando pela Serra da Estrela e o Alentejo, não faltam as melhores iguarias, sem esquecer a doçaria de Almada e a cerveja artesanal que este ano possui presença destacada.

Constituindo a gastronomia nas suas mais diversas variantes uma das vertentes do nosso artesanato, também ela não podia deixar de concorrer para o sucesso deste grandioso certame. Isto porque não é só de barro que se faz o nosso artesanato!

FEIRA INTERNACIONAL DE ARTESANATO JUNTA EM LISBOA ARTESÃOS DE TODO O MUNDO

Centenas de artesãos das mais variadas regiões de Portugal e ainda de muitos países dos vários continentes afluíram a Lisboa para participar naquele que é já considerado um dos mais importantes certames da especialidade.

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Eles vieram da Rússia e da Índia, da China e do Nepal, de Marrocos e da Tunísia, de Moçambique e de Cabo Verde, de Cuba e da Turquia. Mas, também os portugueses não faltaram à chamada e, de norte a sul do país, vieram os barristas de Barcelos e as bordadeiras de Guimarães e Viana do Castelo, as rendilheiras de Vila do Conde e os ourives de Amarante.

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Os pavilhões estão profusamente coloridos com os mais garridos lenços de seda, os luminosos candeeiros turcos e as cores alegres do artesanato minhoto. E, qual sinfonia de cores, os deslumbrantes trajes do Minho e a vivacidade das suas danças e cantares compõem um quadro soberbo capaz de inspirar o mestre José Malhoa.

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Timor-Leste é o país convidado da edição deste ano, procurando-se desse modo divulgar o artesanato daquele país lusófono, o que pode constituir uma mais-valia para a sua população nomeadamente ao nível da empregabilidade.

A Feira Internacional de Artesanato é uma autêntica festa que convida os visitantes a visitá-la. O certame decorre até ao próximo dia 5 de julho.

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MINHO LEVA CERVEJA ARTESANAL À FEIRA INTERNACIONAL DE ARTESANATO

A cerveja artesanal do Minho “Letra” marca presença na Semana Gastronómica que decorre no âmbito da Feira Internacional de Artesanato.

A cerveja artesanal minhota foi criada por dois investigadores da Universidade do Minho, Filipe Macieira e Francisco Pereira, naturais respetivamente de Braga e Ponte de Lima, os quais criaram uma empresa destinada à investigação e produção de cerveja artesanal. Como novidade, a cerveja é apresentada com uma letra diferente de acordo com o aroma obtido pelas diferentes variedades de levedura e de lúpulos.

Estes dois investigadores realizaram o mestrado integrado em Engenharia Biológica na Universidade do Minho em 2008 e são agora proprietários da empresa FermentUM, produtora da Letra – Cerveja Artesanal Minhota, lançada em Outubro de 2013 no mercado português.

ARTESÃOS DE BARCELOS, GUIMARÃES, VIANA DO CASTELO E VILA VERDE REPRESENTAM O MINHO NA FEIRA INTERNACIONAL DE ARTESANATO

O Minho encontra-se representado – e bem! – na Feira Internacional de Artesanato que hoje abriu as suas portas, pelos artesãos dos concelhos de Barcelos, Guimarães, Viana do Castelo e Vila Verde. E, a abrir o certame, não podia faltar o folclore a transmitir a alegria das gentes minhotas. Coube ao Grupo Folclórico das Lavradeiras da Meadela como se canta e dança na nossa região.

A Feira Internacional de Artesanato arrancou hoje, em grande, com numerosos artesãos nacionais e estrangeiros e um dos pavilhões exclusivamente dedicados à Semana de Gastronomia.

Mal as portas da FIL se abriram, o público percorreu com avidez os diversos stands à procura de novidades, muitos mesmo tentando encontrar uma lembrança para oferecer.

Timor-Leste é o país convidado para a edição deste ano, procurando-se desse modo divulgar o artesanato daquele país lusófono, podendo constituir uma mais-valia para a sua população nomeadamente ao nível da empregabilidade.

Com a participação ativa dos artesãos e do folclore do Minho, a Feira Internacional de Artesanato é uma autêntica festa que convida os visitantes a visitá-la. O certame decorre até ao próximo dia 5 de julho.

VIANA DO CASTELO LEVA A FESTA DO MINHO À FEIRA INTERNACIONAL DE ARTESANATO

A Feira Internacional de Artesanato arrancou hoje, com muita alegria e entusiasmo, a som das concertinas e dos cavaquinhos do Grupo Folclórico das Lavradeiras da Meadela, vindos propositadamente de Viana do Castelo para conferir o mais colorido ao stand do seu concelho. Em redor, o Minho marcava ainda presença através das representações de Barcelos, Vila Verde e Guimarães que trouxeram a olaria e os bordados, o linho e os lenços de namorados, e muito mais poderiam mostrar do seu rico e vasto artesanato.

As “Lavradeiras da Meadela” despertaram de imediato a atenção do público que aplaudiu e dançou com os componentes do rancho, deixando-se levar pela alegria contagiante das gentes do Minho.

E, como não podia deixar de suceder, também a gastronomia minhota marcou presença na Semana Gastronómica que este ano dispõe pela primeira vez de um pavilhão inteiro para os apreciadores dos nossos melhores paladares.

Com a participação ativa dos artesãos e do folclore do Minho, a Feira Internacional de Artesanato é uma autêntica festa que convida os visitantes a visitá-la. O certame decorre até ao próximo dia 5 de julho.