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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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PÓVOA DE LANHOSO EXPÕE ARTES PLÁSTICAS

Galeria do Theatro Club acolhe XXI Exposição Aberta de Artes Plásticas

Até ao próximo dia 27 de agosto, a Galeria do Theatro Club da Póvoa de Lanhoso apresenta a XXI Exposição Aberta de Artes Plásticas, que abriu no passado sábado, dia 5 de agosto.

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Esta mostra integra a programação Verão com(n) vida. O Vereador da Cultura e Turismo da Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso, a quem coube entregar os certificados de participação, destacou o nível desta exposição. “Temos quadros com autores de diversos pontos do país, mas a qualidade é algo assinalável e que torna esta exposição bastante atrativa”, referiu André Rodrigues.

Esta exposição, na sua 21ª edição, é já uma referência cultural da Póvoa de Lanhoso. “Fazemos exposições nesta Galeria durante todo o ano. Esta é, por assim dizer, o ponto alto, que é quando reunimos muitos expositores, muitos artistas numa mostra coletiva, dando uma outra vida e uma dimensão ainda maior à galeria do Theatro Club”, salienta o mesmo responsável, lançando o repto: “Convido todas as pessoas que passarem pela Póvoa a visitarem o Theatro Club e a aproveitarem para visitar a exposição aberta”.

Os artistas participantes nesta edição são os seguintes: A. Dias Machado, Alfredo Soares, Anabela Rodrigues, António Augusto Nunes de Carvalho, Artur Oliveira Martins, Carlos Teixeira, Mutes, José Augusto Costa Araújo, Diamantino Torres Pereira, Dila Moniz, Germano, Zé Maria, Karla Neves, Helena Romão, Jorge Campos, Maria José Machado de Castro, Miguel Moreira e Silva, Maria da Conceição Fernandes Antunes, Fernanda Aguiar, Milita Marinho, Olga Giraldes, Olga Gonçalves, Paulo Gonçalves (Fonseca), Pedro Migueis, Roberta Veloso, Rosa Vaz, Sabina Figueiredo, Sandra Matos, Santiago Belacqua e Susana Ribeiro.

Grande parte dos trabalhos expostos é para venda, mas outros pertencem a coleções privadas.

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LUZ COUTO EXPÕE EM VIZELA

1 a 31 de agosto: Exposição ‘Fragmentos’, de Luz Couto na Loja Interativa de Turismo

A Loja Interativa de Turismo de Vizela recebe a exposição ‘Fragmentos’, de Luz Couto na Loja Interativa de Turismo, de 1 a 31 de agosto.

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Título‘Fragmentos’

Luz Couto nasceu em Santa Marta, Penafiel e reside em Valongo.

Possui o curso geral de formação Feminina e o curso de Estilismo do CITEM que completou na década de 90. Frequentou o atelier do Mestre Curval, e é membro da ARGO (Associação Artística de Gondomar).

Participou em várias exposições individuais e colectivas e em paralelo à sua atividade artística dedica-se ao artesanato.

Esta série de trabalhos é o resultado de uma aprendizagem contínua na área das artes plásticas e desenho em paralelo com a atividade que exerço ligada à moda e confeção. De conteúdo mais significativo do que simbólico, tocando o abstracto e utilizando para tal efeito uma delimitada variedade de materiais. Pretendendo esvaziar o olhar daquilo que se apreende e é qualificável e atribuir-lhe um outro sentido mais subjectivo e intimista. Retirada a carga simbólica e viajo para um universo mais nobre e poético tanto da obra em si como do artista enquanto sujeito.

PÓVOA DE LANHOSO EXPÕE ARTES PLÁSTICAS

XXI Exposição Aberta de Artes Plásticas realiza-se de 5 a 27 de agosto

De 5 a 27 de agosto, a Galeria do Theatro Club acolhe a XXI Exposição Aberta de Artes Plásticas. A abertura está marcada para as 17h00. Esta iniciativa integra a programação do Verão com(n) vida.

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“Dando continuidade ao modelo implementado desde a sua primeira edição, a Exposição Aberta de Artes Plásticas visa promover e divulgar a produção das artes plásticas, bem como o reconhecimento dos seus criadores. Afirmando-se como o evento de referência para a cultura artística da Póvoa de Lanhoso, a Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso congratula-se pela constância desta mostra, agradecendo e parabenizando todos os artistas que, ao longo dos anos, escolheram a galeria do Theatro Club para exporem a sua arte”, refere o Vereador da Cultura da Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso, André Rodrigues.

Participarão cerca de 40 artistas provenientes de locais como Póvoa de Lanhoso, Braga, Lisboa, Angra do Heroísmo, Seia, Guimarães, Fafe, Barcelos, Famalicão, Porto e Vieira do Minho.

Em exposição estarão 80 obras nas áreas de pintura, escultura, desenho e técnica mista.

São objetivos desta iniciativa, promovida anualmente pela Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso, divulgar os novos valores emergentes das artes plásticas, bem como artistas com carreiras firmadas e,  ao mesmo tempo, reforçar a proximidade entre o público e a fruição plástica, estética e simbólica da produção artística.

FAFE RECEBE ECO-FESTIVAL

Terra Mãe sensibiliza para causas ambientais. Mais de 15 concertos e diversas actividades num fim de semana dedicado à sustentabilidade ambiental

Este fim de semana, de 21 a 23 de Julho, a freguesia de Fornelos, em Fafe, recebe a segunda edição do Festival “Terra Mãe”. Organizado pela Associação Cultural e Recreativa “Movimento Amigos de St.ª Comba de Fornelos”, Comunidade “Gomos da Tangerina”, a Junta de Freguesia de Fornelos e o Município de Fafe, este Eco Festival pretende ser uma grande sala de exposição das artes tradicionais, ligado a grandes causas ambientais e com uma forte componente social.

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Sob o mote “Três dias para mudar o mundo, três dias para mudar de vida”, o festival Terra Mãe alia-se às causas ambientais e traz a Fafe um conjunto de concertos e workshops que promovem a sensibilização ecológica e alertam para a necessidade de proteger o ambiente, numa freguesia – Fornelos – considerada a sétima mais ecológica do país.

Durante o dia, as actividades são direccionadas para os mais novos e para as famílias, com caminhadas, jogos tradicionais, oficinas de nutrição, showcooking, eco construção, yoga, conversas em círculo, teatro, palestras de sensibilização e sustentabilidade, entre muitas outras actividades.

À noite, as actividades de cariz pedagógico dão lugar a diversos concertos. Cerca de 18 artistas nacionais e internacionais vão marcar presença neste festival que vai decorrer nos terrenos contínuos à Quinta do Minhoto, com cerca de dois hectares.

O grande destaque do Festival é a banda Olive Tree Dance a atuar no sábado, 22, seguindo-se Terrakota, Progeto Aparte, Yawal, Allantantou e Teresa Gabriel.

Na sexta, o grupo Terra Livre dá as boas vindas aos festivaleiros, a partir das 20h00. Noite dentro, podem contar ainda com a atuação de Criatura, Cabra Çega, Bob Figurante, Selecta Jahbruzzy and Guests e Bugalhos.

O festival termina no Domingo, com os concertos de Samba sem Fronteiras, Krioll’Art, Grupo de Danças do Mundo e Elisabete Almeida.

A boa comida também não vai faltar, com várias tasquinhas de comes e bebes e comida vegetariana. Quem passar pelo festival, poderá também apreciar o artesanato regional e assistir a momentos de animação e artes circenses.

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AQUAMUSEU DO RIO MINHO SERVE DE INSPIRAÇÃO AOS ALUNOS DE PINTURA DA UNISÉNIOR

Unisénior expõe tela artística na fachada principal do Aquamuseu

Os alunos de pintura da Universidade Sénior de Vila Nova de Cerveira elaboraram uma tela de pintura em acrílico, com o Aquamuseu do Rio Minho a servir de inspiração. Após concluído, o trabalho artístico encontra-se exposto na fachada principal daquele equipamento público para ser apreciado pelos visitantes.

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De grandes dimensões (4 metros) e bastante colorido, o painel carateriza-se pela criatividade ao recriar muito do que é possível admirar no próprio Aquamuseu, isto é, os vários peixes, utensílios e objetos relacionados com a pesca artesanal.

Desta forma, o Aquamuseu em estreita colaboração com a Unisénior integram-se na promoção do conceito de ‘Cerveira, Vila das Artes’, sobretudo num ano marcado pela XIX Bienal Internacional de Arte de Cerveira, agendada entre 15 de julho e 16 de setembro.

BARCELOS HOMENAGEIA O ARTISTA CARLOS BASTO NO SEU 85º ANIVERSÁRIO

Galeria Municipal de Arte expõe as escolhas de uma vida dedicada à cultura. São 85 obras, cada uma a 85 euros para assinalar os seus 85 anos

Durante cinco dias, o Município de Barcelos vai homenagear o pintor e aguarelista barcelense Carlos Basto, que completa 85 anos no dia 20 de Abril, realizando uma exposição na Galeria Municipal de Arte, em que estarão patentes 85 obras, realizadas ao longo da sua vida artística.

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Para o Presidente da autarquia Miguel Costa Gomes, esta homenagem é “ uma forma que o Município de Barcelos encontrou para agradecer ao artista Carlos Basto o contributo que deu e que continua a dar para que Barcelos tenha mais visibilidade e projeção. Com esta exposição, teremos a oportunidade de celebrar os 85 anos de um ilustre e dedicado cidadão barcelense, um artista multifacetado que em todas as suas obras faz questão de refletir o orgulho que sente em ser barcelense e a extraordinária história e cultura do nosso concelho. E tenho a a certeza de que a galeria estará repleta de amigos ansiosos por brindar com Carlos Basto a mais um ano de arte, cultura e alegrias”.

Carlos Basto, grato pela forma como se sente acarinhado pelos barcelenses e pelo público em geral, vai, durante o evento, disponibilizar as suas obras pelo valor simbólico de 85 euros.

No dia 20 de Abril, dia do seu aniversário, pelas 21h00, decorrerá uma tertúlia com a participação de pintores, críticos de arte e o público em geral, em que o tema é “A Cor e o Traço na Pintura Barcelense”.

PINTORES MUTES DE ARCOS DE VALDEVEZ E MIGUEL MOREIRA E SILVA DE BRAGANÇA EXPÕEM EM LISBOA

Exposição de Pintura (Contrastes) de Mutes  & Miguel Moreira e Silva, na Vernissage, de 19 de Abril a 31 de Maio

Contraste é a base da comunicação visual, permitindo a distinção dos elementos em relação ao espaço circundante existente, na diferenciação dos seus tons de luz. Nesta Exposição de Pintura de nome CONTRASTES apresentada por Mutes & Miguel Moreira e Silva no dia 19/04/2017 com vernissage pelas 18.30, na Galeria Europa América, situada na Avenida Marquês de Tomar, 1B 1050-152, em LISBOA é bem visível a diferença nas propriedades visuais de cada um, contrastando - se na obra de ambos.

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Mutes nasce em França, Margny Les Compiegne em 1976, regressa a Portugal em 1986, reside atualmenteem Arcos de Valdevez. È pintor autodidata, expõe com regularidade desde 2004. Está representado em diversas coleções nos vários Continentes, ultrapassando mais de uma centena de exposições nacionais e internacionais. Através da sua arte somos transportados para um mundo de histórias contadas através da tela, onde é possível ver uma certa crítica social, religiosa e política m alguns dos trabalhos. São figuras mutantes com predominância de fortes e atrativos campos pictóricos, que nos fazem viajar num mundo imaginário, danças de uma mão que desenha de forma despreocupada, usando o (DES) Cubismo como forma de se afirmar. Organiza e projecta várias exposições, foi fundador e curador dos colectivos de pintura, M4K1, Um Coletivo no Individual, H.e.x.a e M.O.C.A. Frequentou alguns ateliês onde aprendeu técnicas do contornismo, acabando por fundir com a sua forma de fazer Cubismo.

- Rompendo com os padrões estéticos que primam pela perfeição das formas na busca da imagem realista, nesta minha coleção designada (Des) Cubismo Contornismo, busco a desestruturação da obra em todos os seus elementos. Decompondo a obra em partes, através de figuras mutantes imaginárias, contornando-a nas suas dimensões, numa superfície plana, sob estranhas e variadas formas com o predomínio de linhas curvas e retas, numa estruturação das figuras e dos objetos desajustados, movimentando-os em torno de si próprios através da sua fragmentação, dando abertura e apresentando todos os seus lados num plano frontal em relação ao espectador.

Miguel Moreira e Silva nasceu em 1967, vive e desenvolve o seu trabalho em Bragança. Licenciado em Animação e Produção Artística desenvolve regularmente os seus trabalhos artísticos desde 1992, expõe de forma permanente em Bragança na galeria História e Arte e no Museu Ibérico da Máscara e do Traje, desde 2007.

Sobre as obras: Os seus trabalhos deambulam entre múltiplas técnicas das quais se destaca a pintura, assemblage e a escultura. Nas telas, o autor explora o contraste das cores cheias que se aplicam sobre figuras humanas. As figuras, tratadas como personagens tipo refletem distintas tipologias de propaganda e aparato, denunciando os diferentes atributos e técnicas que em diferentes tempos e espaços provocaram o mesmo efeito de “fa stupire”. A assemblage constitui uma técnica recorrente na experimentação artística de Miguel Silva que lhe permite explorar o ecletismo dos elementos que as incorporam traduzindo uma atitude livre de categorizações, espaço confortável para a prática do autor. Todos os detalhes estabelecem uma forte carga emocional entre eles e entre o todo que supõe o seu conjunto. São narrativas, episódios pessoais, memórias, diários visuais onde a plasticidade dos objetos e a carga simbólica das formas assumem o valor lexical do registo. O autor mistura elementos que sugerem o ritual, a catarse como processo de exorcismo. Confronta-nos o pesadelo e a agressividade na angulosidade e dureza de materiais. A uniformização das composições é sugerida na envolvência sanguínea que cobre a superfície dos objetos reunidos."

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BARCELOS RECORDA ESCULTOR JOSÉ RODRIGUES

Sala Gótica, Museu de Olaria e Teatro Gil Vicente recebem em simultâneo os trabalhos do artista plástico

De desenhos a esculturas, passando pelos cenários, Barcelos vai acolher três exposições do recentemente falecido, José Rodrigues, um nome incontornável da história da arte portuguesa. O artista plástico, que integrava o famoso grupo d’ Os Quatro Vintes e foi fundador da Bienal de Cerveira, será recordado pela cidade neste programa de homenagem cuja inauguração acontece a 8 de outubro e se prolonga até 27 de novembro. A entrada é gratuita.

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Na Sala Gótica dos Paços do Concelho estarão expostos vários desenhos e esculturas do artista de várias fases, de 1960 a 2013, traçando um percurso da obra e estilo de José Rodrigues. Multifacetado, o artista dedicou-se também ao trabalho em barro, que poderá ser visto no rés-do-chão do Museu de Olaria, na exposição “Fragmentos”. José Rodrigues esteve ainda ligado aos palcos, na conceção e construção de cenografias – a que Rodrigues intitulava esculturas habitadas-, cujas maquetes e objetos relativos estarão em exposição no Teatro Gil Vicente, sob o título “Espaços Cénicos”.

A ligação do escultor ao Minho é conhecida, em particular com Vila Nova Cerveira. Em Barcelos, José Rodrigues deixou a Escultura aos Poetas, inicialmente montada no Largo dos Poetas, e reposta em frente ao Teatro Gil Vicente. As exposições, que estavam programadas antes do falecimento do artista, tornam-se assim num gesto de homenagem e agradecimento a José Rodrigues.

MONÇÃO INAUGURA EXPOSIÇÃO DE ARTES PLÁSTICAS E JOALHARIA

A Casa Museu de Monção, Unidade Cultural da Universidade do Minho inauguram a exposição de artes plásticas e joalharia das artistas Margarida Nunes e Maria Guia Pimpão, intitulada "(Sem) Linha de Fronteira", no próximo dia 1 de outubro (sábado), pelas 15h30, nas instalações da Casa Museu de Monção da Universidade do Minho, sitas na vila de Monção.

"Dois nomes, dois olhares, diferentes técnicas e abordagens.... Que pontos de contacto? Onde as semelhanças? Que linha de fronteira? Sempre que o olhar se lança, em exercício de liberdade e sem prévios conceitos, todas as linguagens artísticas se tocam, as linhas de fronteira como que se contorcem, juntando-se até se esbaterem. As fronteiras são uma criação do Homem. Mesmo quando a natureza nos dificulta o contacto, através de linhas físicas, como rios e relevos, sempre se encontrou forma de as ultrapassar. Certo é, que também o Homem as formou, através de linhas imaginárias, ou mesmo impostas pela força das armas, estanques como muros... alguns literalmente falando. Também essas foram superadas e são-no em cada momento histórico e na dependência da vontade. Na arte como na vida, encontrar semelhanças na diferença, é também um exercício de abertura e despojamento, e é este exercício que hoje vos propomos.... aqui fica o nosso!"

Esta exposição estará patente ao público até ao final do mês de outubro.

HORÁRIO DA EXPOSIÇÃO:

Terça a Sexta Feira - das 09h30 às 12h00 e das 14h00 às 17h00

Sábados - das 14h00 às 17h30

Domingos e Segundas: encerrada

PÓVOA DE LANHOSO EXPÕE ARTES PLÁSTICAS

Galeria do Theatro Club acolhe Exposição Aberta de Artes Plásticas

Está patente até ao dia 28 de agosto a XX Exposição Aberta de Artes Plásticas, na Galeria de Exposições do Theatro Club. A abertura decorreu no dia 6 de agosto, na presença do Vereador da Cultura e Turismo da Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso, André Rodrigues, que entregou os certificados de participação.

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"A Exposição Aberta de Artes Plásticas já é uma iniciativa municipal com créditos firmados e o facto de ser a XX Edição comprova-o. A aposta que o Município tem feito na cultura e na promoção dos nossos artistas dá cada vez mais frutos e eleva o nosso concelho", nota o referido Vereador.

Divulgar os novos valores emergentes das artes plásticas bem como artistas com carreiras firmadas; e reforçar a proximidade entre o público e a fruição plástica, estética e simbólica da produção artística, são objetivos desta iniciativa promovida pela Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso.

Estão em exposição cerca de 37 obras de arte, na Galeria e no Jardim António Lopes, em frente ao Theatro Club.

Participam artistas de todo o país, com trabalhos nas áreas de pintura, escultura, desenho e técnica mista. Para além da Póvoa de Lanhoso, os participantes são de Braga, Seia, Guimarães, Barcelos, Açores, Lisboa, Famalicão, Vieira do Minho, Fafe, Arcos de Valdevez e Santa Maria da Feira.

Durante a cerimónia de abertura, para além de artistas de todo o país, estiveram dois músicos a tocar flauta. A decoração esteve a cargo da Quinta Cedro do Ave e de Ana Mota Decor. Foi ainda servido um verde de honra, pela Associação de Turismo da Póvoa de Lanhoso.

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PÓVOA DE LANHOSO EXPÕE ARTES PLÁSTICAS

XX Exposição Aberta de Artes Plásticas

A XX Exposição Aberta de Artes Plásticas abre já no próximo sábado, dia 6 de agosto, na Galeria de Exposições do Theatro Club. A abertura está marcada para as 17h00.

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Participam 38 artistas de todo o país, que irão expor 76 obras nas áreas de pintura, escultura, desenho e técnica mista. “Desafiamos os Povoenses e quem nos visita a desfrutar de cada obra exposta nesta XX Exposição Aberta de Artes Plásticas, pois vai valer mesmo a pena e esta edição é um marco simbólico, pois é já a vigésima”, refere o Presidente da Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso, Manuel Baptista, destacando a participação de artistas locais.

Para além da Póvoa de Lanhoso, os participantes são de Braga, Seia, Guimarães, Barcelos, Açores, Lisboa, Famalicão, Vieira do Minho, Fafe, Arcos de Valdevez e Santa Maria da Feira.

Os artistas participantes pertencem a gerações diferentes e trabalham com técnicas muito diversificadas, numa fusão de géneros e de correntes estéticas.

De lembrar que a Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso, através do Pelouro da Cultura e Turismo, organiza a XX Exposição Aberta de Artes Plásticas da Póvoa de Lanhoso, que visa a promoção e divulgação da arte e dos artistas, não havendo prémios. Divulgar os novos valores emergentes das artes plásticas bem como artistas com carreiras firmadas; e reforçar a proximidade entre o público e a fruição plástica, estética e simbólica da produção artística, são também objetivos.

Esta XX Exposição Aberta de Artes Plásticas fica patente até 28 de agosto.

JOSÉ PEDRO CROFT EXPÕE GRAVURAS EM FAMALICÃO

Ala da Frente celebra primeiro aniversário com “Prova de Estado” de José Pedro Croft. Exposição é inaugurada a 4 de junho

A exposição “Prova de Estado”, de José Pedro Croft, inaugura, no próximo dia 4 de junho, o ano dois da Galeria Municipal Ala da Frente, em Vila Nova de Famalicão. O artista plástico que vai representar Portugal na próxima edição da Exposição Internacional da Bienal de Arte de Veneza, que decorrerá em 2017, vai passar por Vila Nova de Famalicão para mostrar cinco gravuras, cinco Prova(s) de Estado.

A Ala da Frente foi inaugurada precisamente há um ano, e para celebrar este primeiro aniversário chama a si um dos artistas mais notados da chamada geração de 80. Nesta exposição, José Pedro Croft mostra um trabalho onde, acima de tudo, se pressente o fazer intenso, a contínua procura numa entrega laboriosa, num processo artesanal que vai revelando cada prova, cada consequência, para nos afetar a atenção ao diferencial que cada resultado constitui.

José Pedro Croft nasceu no Porto em 1957. Estudou pintura na Escola Superior de Belas Artes de Lisboa, cidade onde reside desde a adolescência, e escultura com João Cutileiro, expondo regularmente desde 1980. O seu trabalho está representado em Portugal nas coleções do Centro de Arte Moderna da Fundação Calouste Gulbenkian, da Fundação EDP, da Fundação de Serralves e do Museu Berardo. No estrangeiro, as suas obras estão expostas em museus como a Fundació La Caixa, o Museu Nacional — Centro de Arte Reina Sofia, o Centro e Artes Visuales Fundación Helga de Alvear, em Espanha, o Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro e Pinacoteca do Estado de São Paulo, no Brasil, no Banco Central Europeu e no Sammlung Albertina, na Áustria.

No texto “José Pedro Croft: Prova de Estado”, o filósofo espanhol Amador Veja afirma o seguinte: “Parece-me que o trabalho de Croft com as suas provas de estado é um testemunho muito singular da renúncia em dar por definitiva a criação. Mais parece que, no seu estado de prova contínuo, se situa esperançosamente numa criação em devir constante, num fazer com que a obra vá sendo: moldando curvas nunca vistas até então, enrugando as texturas como protesto perante razões nem claras nem distintas, incisando no cobre como o mineiro que desce a níveis cada vez mais fundos da terra, isto é, tornando contínua a sagrada conversação da palavra criadora na sua atualização sempre necessária.”

A mostra estará patente ao público, de forma livre e gratuita, durante três meses, até 17 de setembro.

Recorde-se qua a Galeria Municipal “Ala da Frente”, assim chamada pelo facto da sala de exposição se encontrar na ala da frente do Palacete Barão da Trovisqueira, e por referência à contemporaneidade e vanguardismo associados ao espaço, foi inaugurada em 30 de maio de 2015, tendo iniciado o seu percurso com uma exposição de obras de Jorge Molder. Seguiu-se Rui Chafes, o vencedor do Prémio Pessoa 2015, com a mostra “Exúvia” e ainda "Encáusticas" de João Queiroz.

FICHA TÉCNICA

Título da exposição - "Prova de Estado"

Autor – José Pedro Croft

Data: 4 de junho a 17 de setembro

Horário: Terça a Sexta das 10h00 às 17h30. Sábado e Domingo das 14h30 às 17h30. Encerra aos feriados.

Entrada: Gratuita

MAESTRO ANTÓNIO VITORINO D'ALMEIDA TAMBÉM É ARTISTA PLÁSTICO

Victorino d’Almeida, reconhecido maestro e inesperado artista plástico

Pela primeira vez, o maestro António Victorino d’Almeida apresenta publicamente a veia de artista plástico, e só podia fazê-lo na ‘Vila das Artes’. Mais de 100 desenhos da sua autoria vão estar expostos no Fórum Cultural de Cerveira, com inauguração agendada para este sábado, às 21h30, seguida de uma Conferência/Concerto. Entrada livre.

Pela forte ligação às artes, Vila Nova de Cerveira foi o concelho escolhido pelo carismático maestro António Victorino d’Almeidapara revelar um outro lado artístico, na área do desenho, perfilando-se como um momento inédito a nível nacional.

A exposição ‘Storyboard’consiste num conjunto de frases que sugerem situações loucas, impossíveis, irrisórias, surreais que António Victorino d’Almeida resolveu mais tarde ilustrar. Trata-se de uma obra profusamente ilustrada por alguém que diz que não saber desenhar.Essa “coletânea de disparates” começou há largos anos, cerca de meio século, quando o autor viajou de comboio até Paris e depois de barco, até Londres – na companhia de um grande amigo - em que essas frases absurdas e ridículas lhes provocavam continuados acessos de hilaridade.

A vertente musical é orgulhosamente conhecida a nível mundial e, após a inauguração da exposição, o maestro António Victorino d’Almeida será figura central da Conferência/Concerto “A Portugalidade”. Com Miguel Leitee a participação especial de Carlos Lacerda, o diálogo fluirá com total naturalidade evocando características intrínsecas da Portugalidade e abordando figuras tão diferentes da cultura portuguesa como Amália Rodrigues, Carlos do Carmo, Carlos Paredes, além de importantes compositores portugueses como Frederico de Freitas, Joly Braga Santos, entre outros.

A presença em palco de um piano de cauda torna-se imprescindível, pois o Maestro António Victorino d’ Almeida dará asas à sua extraordinária capacidade de improvisador para, a par e passo, ir ilustrando musicalmente ao piano as ideias e os conceitos apresentados no decorrer da conferência.

Esta é uma homenagem em vida a uma das pessoas mais carismática e emblemática da cultura portuguesa e que o Governo português, através da Secretaria de Estado das Comunidades Portuguesas, decidiu fazer em 2015, e à qual o Município de Vila nova de Cerveira, em parceria com a Fundação Bienal de Cerveira, se associou.

Com entrada livre, a inauguração da exposição “Storyboard” acontece este sábado, às 21h30, seguida da Conferência Concerto “A Portugalidade”.

GERÊS EXPÕE ARTES PLÁSTICAS

Exposição de artes plásticas patente de 7 a 30 de novembro no Hotel Universal – vila do Gerês

No dia7 de novembro foi inaugurada a exposição relativa ao “ II Encontro de Artes – Pintar o Gerês – 2015”, resultante da participação de Terras de Bouro no Festival 6 Continentes e das Comemorações do Dia do Município, que ocorreram de 16 a 20 de outubro.

Esta iniciativa esteve repleta de atividades das quais se destacaram: a exposição de pintura naïf cujo motivo é o concelho de Terras de Bouro, pintura de rua, concertos musica, mostra de artesanato, tertúlia com autores terrabourenses e várias performances artísticas.

A exposição das obras resultantes da pintura de rua, que ocorreu no dia 18 de outubro, encontra-se, agora, patente no hall do Hotel Universal, na vila do Gerês e poderá ser visitada atá ao dia 30 de novembro.

ARTISTA CAMINHENSE ISABEL MELO EXPÕE EM VIZELA

30 de junho a 29 de julho – 2015. Exposição de Isabel Melo na Loja Interativa de Turismo

Isabel Melo nasceu em Caminha, no ano de 1968.

Entre os anos de 1993 e 2003, concluiu vários cursos no INATEL, Curso de Pintura, Curso de Artes Plástica, Curso de Pintura Óleo, Curso de Azulejaria Contemporânea. Entre os anos de 2002 e 2004, foi aluna da Sociedade Nacional de Belas Artes do curso de iniciação a Pintura. É ainda especialista de Informática do grau 2, Nível 1, na DSRN (Direcção Serviços da Região Norte – Ministério da Educação e Ciência).

Desde 2003 até aos dias de hoje, tem participado em várias exposições coletivas e individuais de pintura, em cidades como Porto, Vila Nova de Gaia, Paredes, Ermesinde, Gerês. De destacar a exposição individual em Belsarine Pastelaria, em Vizela.

PINTOR JAIME SILVA DOA PINTURAS A GUIMARÃES

Obras doadas pelo pintor Jaime Silva vão integrar Plataforma das Artes e da Criatividade. Município vimaranense e artista plástico oficializam doação

Exposição decorrerá em 2016 e terá por universo o núcleo das obras doadas à Câmara Municipal. Artista quer contribuir para reforçar a importância de Guimarães como uma centralidade de referência no domínio das artes plásticas.

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A Câmara Municipal de Guimarães e o pintor Jaime Silva oficializaram, esta segunda-feira, 30 de março, a oferta de dezasseis obras da autoria do artista plástico, uma delas composta por dezoito desenhos, cujo espólio será exposto publicamente a partir do próximo ano, no Centro Internacional de Artes José de Guimarães, situado na Plataforma das Artes e da Criatividade.

Jaime Silva é um dos mais importantes e reputados pintores da arte contemporânea, tendo granjeado reconhecimento nacional e internacional. Está representado num conjunto significativo de instituições e coleções públicas e privadas. O seu percurso artístico tem sido reconhecido pela maioria dos críticos de arte portuguesa, entre os quais, José Augusto França, Fernando Pernes, Fernando Azevedo, Laura Castro, Egídio Álvaro, Rui Mário Gonçalves, entre outros.

O pintor tem uma forte ligação afetiva a Guimarães, cidade onde viveu alguns anos importantes da sua vida e da vida do país – a transição da ditadura para a Democracia, entre 1972 e 1976. A vontade de Jaime Silva em contribuir para reforçar a importância de Guimarães como centralidade de referência no domínio das artes plásticas vem de encontro às aspirações do Município, que tem desenvolvido uma intensa atividade nas diversas áreas culturais, designadamente através do investimento estratégico em equipamentos vocacionados para locais expositivos.

«Consideramos Jaime Silva um vimaranense e a oferta de parte das suas obras é um ato generoso que a Câmara Municipal de Guimarães agradece. Trata-se de uma memória afetiva, com um grande simbolismo e uma elevada dimensão cultural no âmbito das artes plásticas», afirmou Domingos Bragança, Presidente do Município. O autor, por sua vez, enalteceu a «afirmação cultural e a dedicação de Guimarães», acrescentando que o seu gesto pretendeu associar-se a um concelho «com pessoas interessadas e interessantes».