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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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BARCELOS HOMENAGEIA O ARTISTA CARLOS BASTO NO SEU 85º ANIVERSÁRIO

Galeria Municipal de Arte expõe as escolhas de uma vida dedicada à cultura. São 85 obras, cada uma a 85 euros para assinalar os seus 85 anos

Durante cinco dias, o Município de Barcelos vai homenagear o pintor e aguarelista barcelense Carlos Basto, que completa 85 anos no dia 20 de Abril, realizando uma exposição na Galeria Municipal de Arte, em que estarão patentes 85 obras, realizadas ao longo da sua vida artística.

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Para o Presidente da autarquia Miguel Costa Gomes, esta homenagem é “ uma forma que o Município de Barcelos encontrou para agradecer ao artista Carlos Basto o contributo que deu e que continua a dar para que Barcelos tenha mais visibilidade e projeção. Com esta exposição, teremos a oportunidade de celebrar os 85 anos de um ilustre e dedicado cidadão barcelense, um artista multifacetado que em todas as suas obras faz questão de refletir o orgulho que sente em ser barcelense e a extraordinária história e cultura do nosso concelho. E tenho a a certeza de que a galeria estará repleta de amigos ansiosos por brindar com Carlos Basto a mais um ano de arte, cultura e alegrias”.

Carlos Basto, grato pela forma como se sente acarinhado pelos barcelenses e pelo público em geral, vai, durante o evento, disponibilizar as suas obras pelo valor simbólico de 85 euros.

No dia 20 de Abril, dia do seu aniversário, pelas 21h00, decorrerá uma tertúlia com a participação de pintores, críticos de arte e o público em geral, em que o tema é “A Cor e o Traço na Pintura Barcelense”.

PINTORES MUTES DE ARCOS DE VALDEVEZ E MIGUEL MOREIRA E SILVA DE BRAGANÇA EXPÕEM EM LISBOA

Exposição de Pintura (Contrastes) de Mutes  & Miguel Moreira e Silva, na Vernissage, de 19 de Abril a 31 de Maio

Contraste é a base da comunicação visual, permitindo a distinção dos elementos em relação ao espaço circundante existente, na diferenciação dos seus tons de luz. Nesta Exposição de Pintura de nome CONTRASTES apresentada por Mutes & Miguel Moreira e Silva no dia 19/04/2017 com vernissage pelas 18.30, na Galeria Europa América, situada na Avenida Marquês de Tomar, 1B 1050-152, em LISBOA é bem visível a diferença nas propriedades visuais de cada um, contrastando - se na obra de ambos.

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Mutes nasce em França, Margny Les Compiegne em 1976, regressa a Portugal em 1986, reside atualmenteem Arcos de Valdevez. È pintor autodidata, expõe com regularidade desde 2004. Está representado em diversas coleções nos vários Continentes, ultrapassando mais de uma centena de exposições nacionais e internacionais. Através da sua arte somos transportados para um mundo de histórias contadas através da tela, onde é possível ver uma certa crítica social, religiosa e política m alguns dos trabalhos. São figuras mutantes com predominância de fortes e atrativos campos pictóricos, que nos fazem viajar num mundo imaginário, danças de uma mão que desenha de forma despreocupada, usando o (DES) Cubismo como forma de se afirmar. Organiza e projecta várias exposições, foi fundador e curador dos colectivos de pintura, M4K1, Um Coletivo no Individual, H.e.x.a e M.O.C.A. Frequentou alguns ateliês onde aprendeu técnicas do contornismo, acabando por fundir com a sua forma de fazer Cubismo.

- Rompendo com os padrões estéticos que primam pela perfeição das formas na busca da imagem realista, nesta minha coleção designada (Des) Cubismo Contornismo, busco a desestruturação da obra em todos os seus elementos. Decompondo a obra em partes, através de figuras mutantes imaginárias, contornando-a nas suas dimensões, numa superfície plana, sob estranhas e variadas formas com o predomínio de linhas curvas e retas, numa estruturação das figuras e dos objetos desajustados, movimentando-os em torno de si próprios através da sua fragmentação, dando abertura e apresentando todos os seus lados num plano frontal em relação ao espectador.

Miguel Moreira e Silva nasceu em 1967, vive e desenvolve o seu trabalho em Bragança. Licenciado em Animação e Produção Artística desenvolve regularmente os seus trabalhos artísticos desde 1992, expõe de forma permanente em Bragança na galeria História e Arte e no Museu Ibérico da Máscara e do Traje, desde 2007.

Sobre as obras: Os seus trabalhos deambulam entre múltiplas técnicas das quais se destaca a pintura, assemblage e a escultura. Nas telas, o autor explora o contraste das cores cheias que se aplicam sobre figuras humanas. As figuras, tratadas como personagens tipo refletem distintas tipologias de propaganda e aparato, denunciando os diferentes atributos e técnicas que em diferentes tempos e espaços provocaram o mesmo efeito de “fa stupire”. A assemblage constitui uma técnica recorrente na experimentação artística de Miguel Silva que lhe permite explorar o ecletismo dos elementos que as incorporam traduzindo uma atitude livre de categorizações, espaço confortável para a prática do autor. Todos os detalhes estabelecem uma forte carga emocional entre eles e entre o todo que supõe o seu conjunto. São narrativas, episódios pessoais, memórias, diários visuais onde a plasticidade dos objetos e a carga simbólica das formas assumem o valor lexical do registo. O autor mistura elementos que sugerem o ritual, a catarse como processo de exorcismo. Confronta-nos o pesadelo e a agressividade na angulosidade e dureza de materiais. A uniformização das composições é sugerida na envolvência sanguínea que cobre a superfície dos objetos reunidos."

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BARCELOS RECORDA ESCULTOR JOSÉ RODRIGUES

Sala Gótica, Museu de Olaria e Teatro Gil Vicente recebem em simultâneo os trabalhos do artista plástico

De desenhos a esculturas, passando pelos cenários, Barcelos vai acolher três exposições do recentemente falecido, José Rodrigues, um nome incontornável da história da arte portuguesa. O artista plástico, que integrava o famoso grupo d’ Os Quatro Vintes e foi fundador da Bienal de Cerveira, será recordado pela cidade neste programa de homenagem cuja inauguração acontece a 8 de outubro e se prolonga até 27 de novembro. A entrada é gratuita.

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Na Sala Gótica dos Paços do Concelho estarão expostos vários desenhos e esculturas do artista de várias fases, de 1960 a 2013, traçando um percurso da obra e estilo de José Rodrigues. Multifacetado, o artista dedicou-se também ao trabalho em barro, que poderá ser visto no rés-do-chão do Museu de Olaria, na exposição “Fragmentos”. José Rodrigues esteve ainda ligado aos palcos, na conceção e construção de cenografias – a que Rodrigues intitulava esculturas habitadas-, cujas maquetes e objetos relativos estarão em exposição no Teatro Gil Vicente, sob o título “Espaços Cénicos”.

A ligação do escultor ao Minho é conhecida, em particular com Vila Nova Cerveira. Em Barcelos, José Rodrigues deixou a Escultura aos Poetas, inicialmente montada no Largo dos Poetas, e reposta em frente ao Teatro Gil Vicente. As exposições, que estavam programadas antes do falecimento do artista, tornam-se assim num gesto de homenagem e agradecimento a José Rodrigues.

MONÇÃO INAUGURA EXPOSIÇÃO DE ARTES PLÁSTICAS E JOALHARIA

A Casa Museu de Monção, Unidade Cultural da Universidade do Minho inauguram a exposição de artes plásticas e joalharia das artistas Margarida Nunes e Maria Guia Pimpão, intitulada "(Sem) Linha de Fronteira", no próximo dia 1 de outubro (sábado), pelas 15h30, nas instalações da Casa Museu de Monção da Universidade do Minho, sitas na vila de Monção.

"Dois nomes, dois olhares, diferentes técnicas e abordagens.... Que pontos de contacto? Onde as semelhanças? Que linha de fronteira? Sempre que o olhar se lança, em exercício de liberdade e sem prévios conceitos, todas as linguagens artísticas se tocam, as linhas de fronteira como que se contorcem, juntando-se até se esbaterem. As fronteiras são uma criação do Homem. Mesmo quando a natureza nos dificulta o contacto, através de linhas físicas, como rios e relevos, sempre se encontrou forma de as ultrapassar. Certo é, que também o Homem as formou, através de linhas imaginárias, ou mesmo impostas pela força das armas, estanques como muros... alguns literalmente falando. Também essas foram superadas e são-no em cada momento histórico e na dependência da vontade. Na arte como na vida, encontrar semelhanças na diferença, é também um exercício de abertura e despojamento, e é este exercício que hoje vos propomos.... aqui fica o nosso!"

Esta exposição estará patente ao público até ao final do mês de outubro.

HORÁRIO DA EXPOSIÇÃO:

Terça a Sexta Feira - das 09h30 às 12h00 e das 14h00 às 17h00

Sábados - das 14h00 às 17h30

Domingos e Segundas: encerrada

PÓVOA DE LANHOSO EXPÕE ARTES PLÁSTICAS

Galeria do Theatro Club acolhe Exposição Aberta de Artes Plásticas

Está patente até ao dia 28 de agosto a XX Exposição Aberta de Artes Plásticas, na Galeria de Exposições do Theatro Club. A abertura decorreu no dia 6 de agosto, na presença do Vereador da Cultura e Turismo da Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso, André Rodrigues, que entregou os certificados de participação.

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"A Exposição Aberta de Artes Plásticas já é uma iniciativa municipal com créditos firmados e o facto de ser a XX Edição comprova-o. A aposta que o Município tem feito na cultura e na promoção dos nossos artistas dá cada vez mais frutos e eleva o nosso concelho", nota o referido Vereador.

Divulgar os novos valores emergentes das artes plásticas bem como artistas com carreiras firmadas; e reforçar a proximidade entre o público e a fruição plástica, estética e simbólica da produção artística, são objetivos desta iniciativa promovida pela Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso.

Estão em exposição cerca de 37 obras de arte, na Galeria e no Jardim António Lopes, em frente ao Theatro Club.

Participam artistas de todo o país, com trabalhos nas áreas de pintura, escultura, desenho e técnica mista. Para além da Póvoa de Lanhoso, os participantes são de Braga, Seia, Guimarães, Barcelos, Açores, Lisboa, Famalicão, Vieira do Minho, Fafe, Arcos de Valdevez e Santa Maria da Feira.

Durante a cerimónia de abertura, para além de artistas de todo o país, estiveram dois músicos a tocar flauta. A decoração esteve a cargo da Quinta Cedro do Ave e de Ana Mota Decor. Foi ainda servido um verde de honra, pela Associação de Turismo da Póvoa de Lanhoso.

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PÓVOA DE LANHOSO EXPÕE ARTES PLÁSTICAS

XX Exposição Aberta de Artes Plásticas

A XX Exposição Aberta de Artes Plásticas abre já no próximo sábado, dia 6 de agosto, na Galeria de Exposições do Theatro Club. A abertura está marcada para as 17h00.

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Participam 38 artistas de todo o país, que irão expor 76 obras nas áreas de pintura, escultura, desenho e técnica mista. “Desafiamos os Povoenses e quem nos visita a desfrutar de cada obra exposta nesta XX Exposição Aberta de Artes Plásticas, pois vai valer mesmo a pena e esta edição é um marco simbólico, pois é já a vigésima”, refere o Presidente da Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso, Manuel Baptista, destacando a participação de artistas locais.

Para além da Póvoa de Lanhoso, os participantes são de Braga, Seia, Guimarães, Barcelos, Açores, Lisboa, Famalicão, Vieira do Minho, Fafe, Arcos de Valdevez e Santa Maria da Feira.

Os artistas participantes pertencem a gerações diferentes e trabalham com técnicas muito diversificadas, numa fusão de géneros e de correntes estéticas.

De lembrar que a Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso, através do Pelouro da Cultura e Turismo, organiza a XX Exposição Aberta de Artes Plásticas da Póvoa de Lanhoso, que visa a promoção e divulgação da arte e dos artistas, não havendo prémios. Divulgar os novos valores emergentes das artes plásticas bem como artistas com carreiras firmadas; e reforçar a proximidade entre o público e a fruição plástica, estética e simbólica da produção artística, são também objetivos.

Esta XX Exposição Aberta de Artes Plásticas fica patente até 28 de agosto.

JOSÉ PEDRO CROFT EXPÕE GRAVURAS EM FAMALICÃO

Ala da Frente celebra primeiro aniversário com “Prova de Estado” de José Pedro Croft. Exposição é inaugurada a 4 de junho

A exposição “Prova de Estado”, de José Pedro Croft, inaugura, no próximo dia 4 de junho, o ano dois da Galeria Municipal Ala da Frente, em Vila Nova de Famalicão. O artista plástico que vai representar Portugal na próxima edição da Exposição Internacional da Bienal de Arte de Veneza, que decorrerá em 2017, vai passar por Vila Nova de Famalicão para mostrar cinco gravuras, cinco Prova(s) de Estado.

A Ala da Frente foi inaugurada precisamente há um ano, e para celebrar este primeiro aniversário chama a si um dos artistas mais notados da chamada geração de 80. Nesta exposição, José Pedro Croft mostra um trabalho onde, acima de tudo, se pressente o fazer intenso, a contínua procura numa entrega laboriosa, num processo artesanal que vai revelando cada prova, cada consequência, para nos afetar a atenção ao diferencial que cada resultado constitui.

José Pedro Croft nasceu no Porto em 1957. Estudou pintura na Escola Superior de Belas Artes de Lisboa, cidade onde reside desde a adolescência, e escultura com João Cutileiro, expondo regularmente desde 1980. O seu trabalho está representado em Portugal nas coleções do Centro de Arte Moderna da Fundação Calouste Gulbenkian, da Fundação EDP, da Fundação de Serralves e do Museu Berardo. No estrangeiro, as suas obras estão expostas em museus como a Fundació La Caixa, o Museu Nacional — Centro de Arte Reina Sofia, o Centro e Artes Visuales Fundación Helga de Alvear, em Espanha, o Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro e Pinacoteca do Estado de São Paulo, no Brasil, no Banco Central Europeu e no Sammlung Albertina, na Áustria.

No texto “José Pedro Croft: Prova de Estado”, o filósofo espanhol Amador Veja afirma o seguinte: “Parece-me que o trabalho de Croft com as suas provas de estado é um testemunho muito singular da renúncia em dar por definitiva a criação. Mais parece que, no seu estado de prova contínuo, se situa esperançosamente numa criação em devir constante, num fazer com que a obra vá sendo: moldando curvas nunca vistas até então, enrugando as texturas como protesto perante razões nem claras nem distintas, incisando no cobre como o mineiro que desce a níveis cada vez mais fundos da terra, isto é, tornando contínua a sagrada conversação da palavra criadora na sua atualização sempre necessária.”

A mostra estará patente ao público, de forma livre e gratuita, durante três meses, até 17 de setembro.

Recorde-se qua a Galeria Municipal “Ala da Frente”, assim chamada pelo facto da sala de exposição se encontrar na ala da frente do Palacete Barão da Trovisqueira, e por referência à contemporaneidade e vanguardismo associados ao espaço, foi inaugurada em 30 de maio de 2015, tendo iniciado o seu percurso com uma exposição de obras de Jorge Molder. Seguiu-se Rui Chafes, o vencedor do Prémio Pessoa 2015, com a mostra “Exúvia” e ainda "Encáusticas" de João Queiroz.

FICHA TÉCNICA

Título da exposição - "Prova de Estado"

Autor – José Pedro Croft

Data: 4 de junho a 17 de setembro

Horário: Terça a Sexta das 10h00 às 17h30. Sábado e Domingo das 14h30 às 17h30. Encerra aos feriados.

Entrada: Gratuita

MAESTRO ANTÓNIO VITORINO D'ALMEIDA TAMBÉM É ARTISTA PLÁSTICO

Victorino d’Almeida, reconhecido maestro e inesperado artista plástico

Pela primeira vez, o maestro António Victorino d’Almeida apresenta publicamente a veia de artista plástico, e só podia fazê-lo na ‘Vila das Artes’. Mais de 100 desenhos da sua autoria vão estar expostos no Fórum Cultural de Cerveira, com inauguração agendada para este sábado, às 21h30, seguida de uma Conferência/Concerto. Entrada livre.

Pela forte ligação às artes, Vila Nova de Cerveira foi o concelho escolhido pelo carismático maestro António Victorino d’Almeidapara revelar um outro lado artístico, na área do desenho, perfilando-se como um momento inédito a nível nacional.

A exposição ‘Storyboard’consiste num conjunto de frases que sugerem situações loucas, impossíveis, irrisórias, surreais que António Victorino d’Almeida resolveu mais tarde ilustrar. Trata-se de uma obra profusamente ilustrada por alguém que diz que não saber desenhar.Essa “coletânea de disparates” começou há largos anos, cerca de meio século, quando o autor viajou de comboio até Paris e depois de barco, até Londres – na companhia de um grande amigo - em que essas frases absurdas e ridículas lhes provocavam continuados acessos de hilaridade.

A vertente musical é orgulhosamente conhecida a nível mundial e, após a inauguração da exposição, o maestro António Victorino d’Almeida será figura central da Conferência/Concerto “A Portugalidade”. Com Miguel Leitee a participação especial de Carlos Lacerda, o diálogo fluirá com total naturalidade evocando características intrínsecas da Portugalidade e abordando figuras tão diferentes da cultura portuguesa como Amália Rodrigues, Carlos do Carmo, Carlos Paredes, além de importantes compositores portugueses como Frederico de Freitas, Joly Braga Santos, entre outros.

A presença em palco de um piano de cauda torna-se imprescindível, pois o Maestro António Victorino d’ Almeida dará asas à sua extraordinária capacidade de improvisador para, a par e passo, ir ilustrando musicalmente ao piano as ideias e os conceitos apresentados no decorrer da conferência.

Esta é uma homenagem em vida a uma das pessoas mais carismática e emblemática da cultura portuguesa e que o Governo português, através da Secretaria de Estado das Comunidades Portuguesas, decidiu fazer em 2015, e à qual o Município de Vila nova de Cerveira, em parceria com a Fundação Bienal de Cerveira, se associou.

Com entrada livre, a inauguração da exposição “Storyboard” acontece este sábado, às 21h30, seguida da Conferência Concerto “A Portugalidade”.

GERÊS EXPÕE ARTES PLÁSTICAS

Exposição de artes plásticas patente de 7 a 30 de novembro no Hotel Universal – vila do Gerês

No dia7 de novembro foi inaugurada a exposição relativa ao “ II Encontro de Artes – Pintar o Gerês – 2015”, resultante da participação de Terras de Bouro no Festival 6 Continentes e das Comemorações do Dia do Município, que ocorreram de 16 a 20 de outubro.

Esta iniciativa esteve repleta de atividades das quais se destacaram: a exposição de pintura naïf cujo motivo é o concelho de Terras de Bouro, pintura de rua, concertos musica, mostra de artesanato, tertúlia com autores terrabourenses e várias performances artísticas.

A exposição das obras resultantes da pintura de rua, que ocorreu no dia 18 de outubro, encontra-se, agora, patente no hall do Hotel Universal, na vila do Gerês e poderá ser visitada atá ao dia 30 de novembro.

ARTISTA CAMINHENSE ISABEL MELO EXPÕE EM VIZELA

30 de junho a 29 de julho – 2015. Exposição de Isabel Melo na Loja Interativa de Turismo

Isabel Melo nasceu em Caminha, no ano de 1968.

Entre os anos de 1993 e 2003, concluiu vários cursos no INATEL, Curso de Pintura, Curso de Artes Plástica, Curso de Pintura Óleo, Curso de Azulejaria Contemporânea. Entre os anos de 2002 e 2004, foi aluna da Sociedade Nacional de Belas Artes do curso de iniciação a Pintura. É ainda especialista de Informática do grau 2, Nível 1, na DSRN (Direcção Serviços da Região Norte – Ministério da Educação e Ciência).

Desde 2003 até aos dias de hoje, tem participado em várias exposições coletivas e individuais de pintura, em cidades como Porto, Vila Nova de Gaia, Paredes, Ermesinde, Gerês. De destacar a exposição individual em Belsarine Pastelaria, em Vizela.

PINTOR JAIME SILVA DOA PINTURAS A GUIMARÃES

Obras doadas pelo pintor Jaime Silva vão integrar Plataforma das Artes e da Criatividade. Município vimaranense e artista plástico oficializam doação

Exposição decorrerá em 2016 e terá por universo o núcleo das obras doadas à Câmara Municipal. Artista quer contribuir para reforçar a importância de Guimarães como uma centralidade de referência no domínio das artes plásticas.

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A Câmara Municipal de Guimarães e o pintor Jaime Silva oficializaram, esta segunda-feira, 30 de março, a oferta de dezasseis obras da autoria do artista plástico, uma delas composta por dezoito desenhos, cujo espólio será exposto publicamente a partir do próximo ano, no Centro Internacional de Artes José de Guimarães, situado na Plataforma das Artes e da Criatividade.

Jaime Silva é um dos mais importantes e reputados pintores da arte contemporânea, tendo granjeado reconhecimento nacional e internacional. Está representado num conjunto significativo de instituições e coleções públicas e privadas. O seu percurso artístico tem sido reconhecido pela maioria dos críticos de arte portuguesa, entre os quais, José Augusto França, Fernando Pernes, Fernando Azevedo, Laura Castro, Egídio Álvaro, Rui Mário Gonçalves, entre outros.

O pintor tem uma forte ligação afetiva a Guimarães, cidade onde viveu alguns anos importantes da sua vida e da vida do país – a transição da ditadura para a Democracia, entre 1972 e 1976. A vontade de Jaime Silva em contribuir para reforçar a importância de Guimarães como centralidade de referência no domínio das artes plásticas vem de encontro às aspirações do Município, que tem desenvolvido uma intensa atividade nas diversas áreas culturais, designadamente através do investimento estratégico em equipamentos vocacionados para locais expositivos.

«Consideramos Jaime Silva um vimaranense e a oferta de parte das suas obras é um ato generoso que a Câmara Municipal de Guimarães agradece. Trata-se de uma memória afetiva, com um grande simbolismo e uma elevada dimensão cultural no âmbito das artes plásticas», afirmou Domingos Bragança, Presidente do Município. O autor, por sua vez, enalteceu a «afirmação cultural e a dedicação de Guimarães», acrescentando que o seu gesto pretendeu associar-se a um concelho «com pessoas interessadas e interessantes».

EXPOSIÇÃO DO BRASILEIRO VICENTE CODA NA BIBLIOTECA MUNICIPAL DE FAFE (15-30 DE MAIO)

A Câmara Municipal de Fafe promove a inauguração da exposição “CONTEMPORAL”, do artista brasileiro Vicente Coda, que se realiza no próximo dia 15 de Maio (quinta-feira), às 21h30, na Biblioteca Municipal de Fafe

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Procedente da geração dos anos noventa, do Museu de Arte Moderna de Salvador da Bahia, Vicente Coda sempre trilhou por caminhos de múltiplas linguagens contemporâneas.

Pedagogo, especialista em Arte e Educação, precursor do primeiro curso de extensão em arte contemporânea na cidade de Aracaju -SE.

Agora o artista apresenta-nos nesta exposição “CONTEMPORAL”, pinturas que remetem para influências do grafite, somadas à atmosfera do cubismo, onde nos provoca o questionamento sobre a existência de uma linha divisória, entre o que realmente somos e o que representamos.

A exposição vai manter-se patente até ao dia 30 de Maio de 2014, no horário:
Segunda-feira a sexta-feira - 9h00-19h00 | Sábado -  10h00 às 13h00.

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MESTRE PINTOR FERNANDO ROSÁRIO RETRATA NA TELA AS GENTES DE ESPOSENDE

As gentes de Esposende têm no Mestre Fernando Rosário o pintor exímio que retrata na tela, com cores vivas e intensas, a fisionomia das gentes de Esposende, revelando as suas alegrias e angústias, a bondade e a dureza da vida, o sentimento devoto e a expressão firme de quem ousa enfrentar o mar. Qual ourives burilando a mais requintada peça de filigrana, Fernando Rosário vai muito além da imagem superficial, ele capta a alma, o sentimento e a grandeza das personagens retratadas, pessoas simples que são as nossas gentes.

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Fernando da Silva do Rosário, filho de Joaquim do Rosário e de Eva Gonçalves Ferreira da Silva, natural de Esposende, nasceu a 30 de Janeiro de 1950.

O Pintor Fernando Rosário desde muito cedo demostrou o seu talento para a pintura e desenho sendo reconhecido e admirado pelos seus professores já nos bancos da Escola Primária.

Vindo de uma família das mais numerosas e humildes da Vila, agora Cidade, de Esposende é o quarto dos catorze filhos. Aos 13 anos foi para Viana do Castelo trabalhar e frequentou o Curso Comercial noturno, vindo depois mais tarde aos 15 anos enveredar pela carreira profissional que mais desejava de desenhador e maquetista numa litografia na cidade de Braga que na altura era uma verdadeira escola de grandes artistas.

Em Novembro de 1971 foi chamado a cumprir o serviço militar em Lisboa e em 26 de Dezembro do mesmo ano, casa-se com Cristina L. Eiras. É mobilizado para cumprir o serviço Militar em Timor Leste em comissão de 1972 a 1974, aí aproveita o tempo e faz exposições temáticas como “Timor Sua Terra, Suas Gentes e Seus Trajes”, e concorre a vários concursos sobre “ Timor O Nosso Cartaz Turístico” e outros onde recebe menções honrosas e é premiado com primeiro prémio dos concursos.

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Colaborou na imprensa local daquele território português no Pacífico. Findas as obrigações, regressa a Portugal e retoma a sua profissão em Braga como desenhador do 4º ano, durante mais quatro anos. Em 1978 regressou à sua Terra Natal Esposende, vindo a estabelecer-se na freguesia de Marinhas com o seu ateliê de pintura e ao mesmo tempo com fotografia; terra essa do grande Pintor Henrique Medina que um dia quis conhecer o artista Fernando Rosário. Fizeram grande amizade ao ponto de se encontrarem várias vezes para de falarem de pintura; várias vezes na casa dele em “Goios” nesta mesma freguesia. Esta convivência com este grande pintor vem proporcionar a Fernando Rosário uma útil aprendizagem, fazendo alguns trabalhos que o Mestre Medina não podia aceitar.

Após este ciclo na sua vida, inicia um novo ciclo a todos os níveis. Continuou a pintar cada vez mais, multiplicando o sucesso com exposições e redobrado acolhimento e admiração

Sendo no retrato a disciplina com que mais se identifica, este artista esposendense é um valor Consagrado com reconhecido Mérito, e percurso bem próprios no panorama Artístico Cultural Nacional e no Estrangeiro. As suas exposições e obras foram-se sucedendo por muitos lugares do nosso país. Nelas exprimiu a sua superior capacidade em registar os processos de transformação do sítio do imaginário à realidade. Alimenta a memória coletiva e a identidade da comunidade e oferece-a como fonte da historiografia local.

Em 15 de Agosto de 2009, recebe de Sua Santidade Bento XVI, uma “Bênção Apostólica em Penhor de Graças pelo Seu Talento e Amor há Arte”.

No dia 15 de Fevereiro de 2012, foi recebido por Sua Santidade Bento XVI em Audiência Geral do Sumo Pontífice no Vaticano, para lhe entregar a sua própria Paleta com o Retrato pintado de Sua Santidade, aquando a vinda Dele a Portugal e passando por Fátima enviando a Paz para todo o Mundo através do recinto da Nossa Senhora de Fátima, “O Altar do Mundo”.

Em 18 de Agosto de 2008 por altura do Dia do Município, foi Galardoado pelo Presidente do Município com a Medalha de Mérito Cultural do Município de Esposende.

Em 2010 foi- lhe Prestada a Homenagem, com um livro e mostra dos seus trabalhos numa Exposição de Pintura no Antigo Teatro Club, agora transformado em Casa Museu dos Azulejos, nesta Cidade de Esposende, nas Comemorações do 1º Centenário deste Museu.

O Mestre Fernando Rosário, está representado, entre muitas outras, galerias de retratos a óleo. É para ele bem representativa a Galeria de Retratos dos Antigos Professores da Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra, com 33 retratos expostos na Sala do Conselho Científico, de sua autoria, inaugurada em 05 de Dezembro de 2006, tendo sido lançado um livro um ano depois com os Retratos de todos os Professores e respetiva biografia, patrocinado pela Fundação Eng.º António de Almeida, na pessoa do seu representante e “Presidente da Fundação” Doutor Fernando Aguiar Branco; tendo mais três outros retratos de antigos Professores na mesma Universidade, sendo um deles, fundador da Biblioteca da Universidade em 1911, e outro mais antigo tendo sido professor do Príncipe Filipe. Segue-se agora outra galeria dos Antigos Presidentes da Faculdade de Letras da mesma Universidade.

Além destas também está representado na Faculdade de Direito, Faculdade de Engenharia e Reitoria do Porto, e na Academia Portuguesa de História em Lisboa com cinco retratos. Na Fundação Eng.º António de Almeida com o próprio Fundador e sucessores presidentes da mesma, no Porto. Todavia a obra deste grande pintor é mais extensa e qualificada.

É também a “Arte Sacra” a sua mais-valia. É a expressão mística do Divino e do celestial, onde a perfeição e a grandeza transcendem o humano e lhe dão alma numa plenitude de verdadeira eternidade. O observador é fascinado pelo mistério do seu talento, do sentimento e do carisma ímpar que irradia o perfume do intangível e sobrenatural, saindo da mão firme e hábil do pintor.

O encantamento multiplica-se, a tela ganha cor e vida, os olhos das suas personagens envolvem-nos em ambiências e caminhos de serena inquietude. A narrativa Bíblica transforma-se em real, o cenário que envolve torna-se comum, e o tempo uma companhia permanente no momento mágico.

Por fim, de todos estes trabalhos que desenvolveu, resulta um conjunto de louvores e menções honrosas públicas de várias entidades da vida Académicas, Científica, Eclesiásticas, Individualidades Civis, Culturais e Sociais do Nosso País e fora dele.

Não tenho dúvidas que Fernando Rosário possui a inegável magia dos Deuses da arte, explora o traço, a côr, a técnica e a mística das artes plásticas com a naturalidade de um Mestre que a vida prendou e que a arte chamou a si. Seria fácil filosofar sobre uma qualquer teoria, com a intenção de enriquecer o seu trabalho, de o submeter a uma crítica ou de criar histórias sobre a sua história; o que não faltaria seria tema. Fernando Rosário espelha nas suas telas os seus sentimentos. Em cada quadro deixa um bocado de si e, na mestria do seu imaginário constrói a arte: pincelada a pincelada, olhar a olhar. E talvez seja por esta lenta e precisa construção ser tão sentida, tão vivida, que quem o conhece não precise de filosofar ou de criar qualquer teoria para definir a sua obra. Como ele, ela é transparente e honesta, é sentimento, é razão, é arte.

(Do Poeta Escritor e amigo Jorge Braga).

Em conclusão o Mestre Fernando Rosário como lhe chamam na terra dos Doutores e quem bem conhecem as suas obras e a sua simplicidade é um Autodidata; aprendeu fazendo, não se descurando nunca da sua formação. Nela investiu muito do seu talento e esforço. Além disso, preocupando-se com o saber do próximo, Fernando Rosário passou a ministrar os seus conhecimentos no seu ateliê, onde muitos filhos desta terra ”bebem” deste mesmo saber que transmite com dedicação e desprendimento. O Mestre Fernando Rosário possui um curriculum invejável pelas muitas e variadas Personalidades que tem vindo a retratar tais como:

Presidente, beneméritos e mais Membros da Academia Portuguesa de História

Presidentes e fundador da Fundação Eng.º António de almeida no Porto

Professor Doutor Edivaldo M. Boaventura – Universidade Federal da Bahia (Brasil)

Pintou Grandes Personalidades Civis e Militares, Juízes e Advogados, Médicos, Cirurgiões, Presidentes de Câmaras, Homens e Mulheres que se destacaram na Vida Social, grandes Beneméritos, Homens Bons e Generosos, Simples e Valentes Homens do Mar, Sábios da nossa História e Cultura Portuguesa em geral, Arcebispos, Bispos, Cónegos, Monsenhores e mais Membros do Clero.

 Fernando Rosário pintou algumas dezenas de telas originais para muitas e variadas Igrejas do nosso País.

Em 1980, dedicou-se ao Estudo e Técnica da “Arte do Restauro, “adquirindo conhecimentos e experiências com materiais apropriados para uma melhor conservação. Desde então recuperou umas centenas de telas de grandes dimensões e de grande valor artístico, de grande beleza. Antiguidades centenárias de cariz religioso, “Arte Sacra” que muito admira e gosta de fazer; colocada em muitos lugares de culto, como na Igreja da Sé de Braga “Cidade dos Arcebispos”, principalmente para o Museu da mesma. No Passo Episcopal, na capela de S. Geraldo da Sé; em muitas Misericórdias e outras Instituições de Norte a Sul do país.

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Como um grande Amigo e intelectual disse: o seu Curriculum é fruto de tudo que tem feito ao longo da vida apenas só com o seu talento.

Em Dezembro de 2011 concluiu o nono e décimo segundo Ano no Sistema de Reconhecimento e Validação de Competências na Escola Secundária Henrique Medina.

Em 10 de Abril de 2012 concluiu, com aproveitamento o CURSO DE FORMAÇÃO PEDAGÓGICA INICIAL DE FORMADORES na Área das Arte Educação Visual e Tecnológica. Meses depois recebe o CERFIFICADO DE COMPTÊNCIAS PEDAGÓGICAS, pelo INSTITUTO DO EMPREGO E FORMAÇÃO PROFISSIONAL,IP.

Fernando Rosário casou-se em 26 de Dezembro de 1971 com Cristina Loureiro Eiras, ambos naturais desta Cidade de Esposende, residentes na Rua Dr. Alexandre Tores Nº 58. Já com uma numerosa família composta por três filhas, sendo as duas mais velhas casadas, tem três netos tendo o mais velho 13 anos. O Pintor continua a trabalhar, a ter sonhos enquanto puder e Deus quiser.

1981- 18 De Agosto na Câmara M. de Esposende

1984- Em Outubro – Câmara Municipal de Esposende

1991- 15 De Agosto – – Câmara Municipal de Esposende

 1993- Casa do Minho em - Lisboa

1994- De 04 a 12 de Fevereiro-Estalagem Estela Sol, - Povoa de Varzim

1994 Hotel do Pinhal- de 17 a 26 de Outubro

1996- Em 25 de Janeiro -Santa Casa da Misericórdia de Barcelos

1998 – Salão Nobre do Centro social de Lavra – Matosinhos

2006 – Junho - Santa Casa da Misericórdia de Barcelos

2008 - Pela Páscoa - Câmara Municipal de Esposende

2011 – De 18 a 16 de Outubro, Museu M. de Esposende

2012 – De 03 a 30 do Mês de Abril - No Museu Municipal de Esposende, - Arte Sacra

Paço Episcopal de Braga e em muitas Misericórdias, igrejas Salões nobres de Bombeiros como de Vila das Aves e outras instituições de Norte a Sul do país.

Fenando da Silva do Rosário

Ateliê – Rua Custódio Vilas Boas – 4740-274 - Esposende

Rua Dr. Alexandre Torres, Nº 58 - 4740-231 Tlm. 965 083 578

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PINTOR JÚLIO CAPELA EXPÕE EM VIANA DO CASTELO

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Júlio Capela é uma artista plástico. Licenciado pelas Belas Artes do Porto em 1970.

Participou em inúmeras exposições coletivas no País e estrangeiro bem como individualmente.

Foi professor de Artes visuais e Desenho no ensino secundário e ensino Superior nomeadamente Cooperativa Árvore no Porto e Faculdade Lusíada em Vila Nova de Famalicão e Porto.

Colabora com galerias de Arte em várias cidades. Dedica-se à técnica de Aguarela , Acrílico e Óleo. É prémio de Pintura Palácio Nacional de Sintra em Aguarela, prémio de Desenho, Gaia vista pelos Artistas e várias menções Honrosas.

Vende serigrafias executadas por si no seu próprio ateliê e outros trabalhos, além de colaborar com várias galerias de arte.

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INATEL REALIZA CONCURSO DE ARTES PLÁSTICAS

O INATEL leva a efeito o Concurso de Artes Plásticas e alerta para as alterações que o mesmo sofreu para a edição deste ano:

A inscrição no Concurso é realizada mediante apresentação de fotografia, ou seja, o participante não entrega a obra a Concurso, mas uma ou mais fotografias desta, juntamente com restantes documentos constantes do Regulamento.

No Regulamento é estipulado o envio da inscrição por correio (CTT), ou e-mail, ou ainda presencialmente na Sede. Contudo, uma vez que é a primeira vez que o Concurso é divulgado nestes moldes, as candidaturas poderão também ser apresentadas nas Agências.

O júri fará a seleção das obras a Concurso através da (s) fotografia (s) entregue(s), sendo posteriormente estas que serão recolhidas para a Exposição.

O período de inscrições decorre até 31 de outubro.

O valor de cada prémio é de 1.000,00€.

CONCURSO DE ARTES PLÁSTICAS 2013

REGULAMENTO

O presente regulamento determina as condições de participação e seleção no Concurso de Artes Plásticas Fundação INATEL.

1 • OBJETIVO

1.1 O Concurso de Artes Plásticas Fundação INATEL cumpre em 2013 a 9ª edição e tem como objetivo incentivar e premiar a criatividade e a arte.

1.2 No corrente ano a seleção das obras a Concurso será realizada através de fotografias a entregar na inscrição no mesmo.

2 • ADMISSÃO

2.1 Podem concorrer autores de qualquer nacionalidade, associados individuais da Fundação INATEL e público em geral.

2.2 O Concurso é aberto a todas as obras e disciplinas artísticas consideradas hoje património do desenvolvimento das artes plásticas.

2.3 As obras apresentadas são de livre criação. São admitidas as seguintes formas de apresentação de trabalhos: artes bidimensionais e tridimensionais.

2.3.1 Artes bidimensionais e tridimensionais: cada obra entregue não poderá, em caso algum, exceder as dimensões de 1,5x1,5x1,5 metros e 20 kg de peso. Obras de dimensões/peso superiores não serão consideradas.

2.4 Não serão admitidas obras que tenham participado em edições anteriores do Concurso de Artes Plásticas Fundação INATEL.

3 • INSCRIÇÃO

3.1 Os associados deverão pagar, como taxa de inscrição, o valor de € 5,00 por cada obra participante.

3.2 O público em geral deverá pagar, como taxa de inscrição, o valor de € 15,00 por cada obra participante.

3.3 Cada concorrente poderá participar com um número máximo de duas obras.

3.4 Cada obra representa uma inscrição no Concurso.

3.5 Para o processo de inscrição, os concorrentes deverão entregar os seguintes elementos em formato papel ou digital (em suporte CD ou pen-drive):

- Apresentação da obra através de uma ou mais fotografias a cores, e no caso de se tratar de uma obra tridimensional, imagens de diferentes perspetivas da mesma. Este documento servirá para seleção da obra a Concurso.

- Memória descritiva da obra;

- Ficha de inscrição devidamente preenchida, anexa ao presente regulamento;

- Breve currículo/portfólio do autor, com enfoque no percurso artístico;

- Comprovativo de pagamento da taxa de inscrição, tendo em conta o seu estatuto de Associado ou Não Associado da Fundação INATEL, por cada obra a concurso.

3.6 A não apresentação de algum dos elementos mencionados no ponto anterior anulará a inscrição no Concurso.

3.7 O pagamento poderá ser efetuado em numerário, por cheque à ordem de Fundação INATEL ou por transferência bancária (0033 000000180680810 77)

3.8 A entrega dos elementos para inscrição pode ser efetuada através de correio eletrónico (cultura@inatel.pt) ou via postal para:

Fundação INATEL - Direção Cultural

Calçada de Sant’Ana, 180 - 1169-062 Lisboa

3.8.1 A inscrição pode ser igualmente efetuada presencialmente na Sede da Fundação INATEL.

3.9 As inscrições decorrerão até às 19 horas do dia 31 de Outubro de 2013 (data do carimbo do correio)

3.10 Não serão aceites inscrições cuja data seja posterior à data limite referida no ponto 3.9 do presente regulamento.

3.11 Das inscrições recebidas serão selecionadas até um número máximo de 30 (trinta) obras para a Exposição do Concurso.

3.12 A inscrição no concurso implica a aceitação do presente regulamento.

4 • JÚRI

4.1 Será nomeado um júri pela Fundação INATEL, a divulgar oportunamente, composto por três elementos de reconhecido mérito e idoneidade intelectual e cultural na área das artes plásticas, que avaliará e selecionará as obras apresentadas.

4.2 De todas as obras apresentadas a concurso, o júri selecionará até um máximo de 30, de entre as quais serão apurados dois prémios, em modalidades distintas.

4.3 Os critérios para atribuição dos prémios são da responsabilidade do júri, reservando-se a este o direito de não atribuir algum ou todos os prémios, se a qualidade das obras assim o impuser, bem como decidir da atribuição de menções honrosas.

4.4 As deliberações do júri serão constituídas em ata fundamentada, assinada por todos os elementos. Da sua decisão não haverá recurso.

5 • PRÉMIOS

5.1 Serão atribuídos dois prémios a duas obras de diferentes modalidades:

PRÉMIO MODALIDADE 1 – Prémio em numerário no valor de € 1.000,00.

PRÉMIO MODALIDADE 2 - Prémio em numerário no valor de € 1.000,00.

5.2 Caso o júri delibere conceder menção honrosa, será atribuída uma estada de duas noites para duas pessoas, regime APA, em época média ou baixa, numa unidade hoteleira da Fundação INATEL, à escolha, a usufruir até 31 de dezembro de 2014.

5.3 Não serão atribuídos prémios ex aequo ou na mesma modalidade.

5.4 As obras selecionadas, bem como os prémios, uma vez atribuídos, serão comunicados no sítio Internet da Fundação INATEL até ao dia 22 de novembro de 2013.

5.5 Apenas os concorrentes selecionados e premiados serão notificados.

5.6 Os prémios serão entregues aos autores em sessão pública, na inauguração da Exposição das obras selecionadas.

5.7 Com expressa aprovação dos autores, as obras premiadas tornar-se-ão pertença da Fundação INATEL, que as adquirirá até ao valor unitário máximo de € 500,00.

6 • ENTREGA DAS OBRAS SELECIONADAS PARA EXPOSIÇÃO

6.1 Os concorrentes selecionados serão informados por telefone ou correio eletrónico, até ao dia 22 de novembro de 2013, sobre a(s) obra(s) aceites para a Exposição.

6.2 As obras selecionadas devem ser entregues ou enviadas até ao dia 13 de dezembro de 2013, em locais a designar.

6.3 As obras selecionadas devem ser devidamente identificadas no verso com o título da obra e nome do autor, bem como ser entregues com as condições necessárias a serem transportadas e expostas.

6.4 Não serão aceites obras que impliquem montagem.

6.5 Obras que contenham materiais suscetíveis de perigo no seu manuseamento deverão ser entregues com a devida advertência.

6.6 Ao entregar a obra, o autor receberá da Organização um recibo com o qual deverá proceder ao levantamento posterior da mesma.

6.7 A Exposição das Obras Selecionadas e Premiadas da 9ª edição do Concurso de Artes Plásticas da Fundação INATEL decorrerá em data e local a anunciar, e estará patente pelo período de um mês.

6.8 A Fundação INATEL reserva-se o direito de cancelar a exposição, por motivos imprevistos.

7 • DEVOLUÇÃO DAS OBRAS SELECIONADAS

7.1 As obras selecionadas poderão ser levantadas, pelos proprietários ou por pessoas autorizadas, no respetivo local de entrega, mediante apresentação do recibo da mesma, até 28 de fevereiro de 2014.

7.2 As obras não recolhidas neste prazo serão consideradas abandonadas pelos proprietários, podendo a entidade organizadora delas dispor livremente.

8 • SEGUROS

O Seguro das obras fica ao encargo dos autores dos mesmos, sendo que a Fundação INATEL empenhar-se-á no cuidado a ter com as obras recebidas, mas não se responsabiliza por eventuais danos sofridos no desenrolar do concurso, bem como na itinerância de eventuais exposições.

9 • DISPOSIÇÕES FINAIS

9.1 Apesar das obras serem manuseadas com todo o cuidado, a Fundação INATEL não assumirá qualquer responsabilidade por situações imprevistas, bem como pela perda, furto ou danificação das mesmas.

9.2 Ao submeter uma obra a concurso, o participante declara tratar-se de uma obra sua e que não viola os direitos associados a qualquer outra produção existente.

9.3 Os participantes selecionados autorizam a menção dos seus nomes e reprodução das suas obras, tanto na elaboração do catálogo da exposição, como em publicações próprias e nos meios e suportes que a Fundação INATEL achar conveniente para a divulgação do Concurso.

10 • CASOS OMISSOS

Os casos omissos neste regulamento serão apreciados e decididos pelo Conselho de Administração da Fundação INATEL e da sua decisão não haverá recurso.

EXPOSIÇÃO ABERTA DE ARTES PLÁSTICAS DA PÓVOA DE LANHOSO MOSTRA-SE NA GALERIA DO THEATRO CLUB

Entre os dias 6 e 30 de setembro, a Galeria de Exposições do Theatro Club recebe a segunda parte da XVII Exposição Aberta de Artes Plásticas da Póvoa de Lanhoso.

Esta segunda parte pretende dar a conhecer mais trabalhos dos artistas que já expuseram na primeira parte da Exposição Aberta, que abriu no dia 10 de agosto.

Esta exposição abre espaço, uma vez mais, aos  artistas povoenses, naturais ou residentes, e a artistas com ligações à Póvoa de Lanhoso, para a mostra dos seus trabalhos. Por isso, a Galeria do Theatro volta, desta forma, a encher-se e a oferecer aos visitantes trabalhos de variadas inspirações, com cunho povoense.

Na primeira parte da edição deste ano, puderam ser apreciadas obras de 28 artistas plásticos em Pintura, Desenho, Técnicas Mistas ou Escultura.

A XVII Exposição Aberta de Artes Plásticas da Póvoa de Lanhoso visa a promoção e divulgação da arte e dos artistas, não havendo, portanto, qualquer prémio em disputa.

Theatro Club

Largo António Lopes

Vila da Póvoa de Lanhoso

theatro.club@mun-planhoso.pt

253 639 706 | 253 639 708

Horário:

Terça-feira a Sexta-feira: 09h00 - 12h30 | 14h00 - 17h30

Sábados, Domingos e Feriados: 15h00 - 18h00

TERRAS DE BOURO EXPÕE ARTES PLÁSTICAS

Terras de Bouro inaugura no próximo dia 31 de Agosto, pelas 17h 30m, no Salão Nobre dos Paços do Município, uma exposição coletiva de artes plásticas, a qual ficará patente ao público até ao dia 9 de Setembro.

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Trata-se de uma exposição dos trabalhos dos alunos do Atelier CRIARTE, dos alunos do Centro Juvenil de S. José - GUIMARÃES e ainda do Atelier PINTAR O S. MARTINHO da X Feira – Mostra realizada em 2010 em Terras de Bouro sob a orientação da artista plástica terrabourense Luzia Ferreira Teixeira, promotora da exposição com a colaboração das Juntas de Freguesia da Cidade; S. Paio, S. Sebastião e Oliveira do Castelo - Guimarães.

Durante a inauguração da exposição será feita a entrega dos prémios referentes aos trabalhos eleitos em concurso realizado durante a exposição de 10/06/2011, na Galeria das Juntas de Freguesia da Cidade; S. Paio, S. Sebastião e Oliveira do Castelo - Guimarães.

Exposição aberta ao público, no horário de funcionamento do município, de 31 de Agosto a 9 de Setembro de 2013.

 

A TAUROMAQUIA NAS ARTES PLÁSTICAS

A tauromaquia é um espetáculo de lide de touros bravos que consiste na arte de lidar a pé ou a cavalo, envolvendo ainda toda a componente que se encontra relacionada com o toureio, desde o processo de criação dos animais até à conceção do traje, a escolha e publicitação do cartel e toda a panóplia de cerimoniais que estão associados ao espetáculo propriamente dito.

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O termo tauromaquia provém do grego ταυρομαχία e quer dizer “combate de touros”, remontando as suas origens aos primórdios da humanidade na Península Ibérica, encontrando-se primitivamente associado a ritos sacrificiais dos povos celtiberos.

Também do ponto de vista estético, a tauromaquia exerceu sempre enorme fascínio no Homem, sendo a estela de Clunia, na região de Burgos, em Espanha, a mais antiga representação que se conhece da lide de um guerreiro com um touro. Escritores, compositores e artistas plásticos de todas as épocas e das mais variadas correntes estéticas inspiraram-se na tourada para conceberam magníficas obras de arte. Pintores célebres como Francisco Goya, Pablo Picasso, Édouard Manet e outros nossos contemporâneos como Anne-Marie Nivouliés de Pierrefort, José Carlos Marcos e António Guimarães Santos retrataram de forma magistral a corrida de touros, como se pode constatar através das imagens que reproduzimos.

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PÓVOA DE LANHOSO EXPÕE ARTES PLÁSTICAS

Estará patente, durante o mês de agosto, a XVII Exposição Aberta de Artes Plásticas da Póvoa de Lanhoso.

Com abertura agendada para as 17h00 do próximo dia 10 de agosto, na galeria do Theatro Club, esta exposição abre espaço, uma vez mais, aos artistas povoenses, naturais ou residentes, e a artistas com ligações à Póvoa de Lanhoso, para a mostra dos seus trabalhos.

Nesta edição, podem ser vistas obras de 28 artistas plásticos em Pintura, Desenho, Técnicas Mistas ou Escultura. A galeria do Theatro volta, desta forma, a encher-se e a oferecer, a quem a visita, trabalhos de variadas inspirações, com cunho povoense.

A XVII Exposição Aberta de Artes Plásticas da Póvoa de Lanhoso visa a promoção e divulgação da arte e dos artistas, não havendo, portanto, qualquer prémio em disputa.

PÓVOA DE LANHOSO REALIZA EXPOSIÇÃO DE ARTES PLÁSTICAS

XVII Exposição Aberta de Artes Plásticas da Póvoa de Lanhoso 2013

Já se encontram abertas as inscrições para a exposição aberta de Artes Plásticas da Póvoa de Lanhoso, que a Câmara Municipal local organiza anualmente. Trata-se da XVII edição.

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Esta Exposição Aberta realiza-se na Galeria do Theatro Club no mês de agosto. Poderão participar artistas residentes em Portugal, iniciados ou não, devendo os trabalhos e a ficha de inscrição ser entregues no Theatro Club – Divisão de Cultura e Turismo, na Póvoa de Lanhoso, até às 17 horas do dia 19 de julho (sexta feira) de 2013.Existe um regulamento que deve ser obrigatoriamente consultado no mesmo local.

Poderão ser apresentadas obras de Pintura, Desenho, Técnicas Mistas ou Escultura.

A XVII Exposição Aberta de Artes Plásticas da Póvoa de Lanhoso visa a promoção e divulgação da arte e dos artistas, não havendo, portanto, qualquer prémio em disputa.

VIZELA INAUGURA AMANHÃ EXPOSIÇÃO DE PINTURA DE DOMINGOS SILVA

A Câmara Municipal de Vizela inaugura amanhã, dia 12 de julho, pelas 11.00h, uma Exposição de Pintura do artista plástico Domingos Mendes da Silva. A Exposição estará patente na Fundação Jorge Antunes até 23 de julho.

Esta exposição é a sétima de um conjunto de exposições coordenado pela Comunidade Intermunicipal do Ave (CIM Ave), exposições que percorrem os municípios que a integram, de abril até agosto de 2013.

PINTOR DOMINGOS SILVA EXPÕE EM VIZELA

A Câmara Municipal de Vizela inaugura amanhã, dia 12 de julho, pelas 11.00h, uma Exposição de Pintura do artista plástico Domingos Mendes da Silva. A Exposição estará patente na Fundação Jorge Antunes até 23 de julho.

Esta exposição é a sétima de um conjunto de exposições coordenado pela Comunidade Intermunicipal do Ave (CIM Ave), exposições que percorrem os municípios que a integram, de abril até agosto de 2013.

TESOURO-MUSEU DA SÉ DE BRAGA INAUGURA EXPOSIÇÃO DA ARTISTA PLÁSTICA MARGARIDA COSTA

Com o motivo de celebrar a Primavera e o Verão, o Tesouro-Museu da Sé de Braga, inaugurará no próximo dia 24 de Maio, sexta-feira, pelas 18h00, a exposição Sinfonia de cor e movimento. Desta feita o Tesouro-Museu abre portas à artista plástica Margarida Costa.

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A cor e o movimento são o fio condutor desta exposição temporária que através de um conjunto diversificado de peças darão a conhecer a obra de Margarida Costa.

Cor e movimento são, igualmente, dois elementos de referência no seu trabalho e espelham a vivência e a originalidade do trabalho que a autora desenvolveu evidenciando a cultura, património da cidade inclusive da Sé de Braga.

Sendo o Museu predominantemente um espaço de diálogo esta é uma oportunidade para testemunhar as diferentes linguagens artísticas que nos são propostas por aqueles que têm o talento para criar.

Margarida Costa nasceu em Braga em 1954 e reside, atualmente, em Oeiras. Licenciada em Pintura pela Escola Superior de Belas Artes do Porto, teve como Mestres, Chartres D’Almeida, Ângelo de Sousa, Armando Alves, Júlio Resende, Domingos Pinho.

Com percurso pelo vitral, tapeçaria e fotografia, dedica-se à pintura cerâmica no seu atelier de Oeiras. Em Braga tem um espaço de exposição permanente das suas obras.

Realizou sob a orientação do Mestre Júlio Resende, um painel de cerâmica para o Lar do Comércio da Maia.

Investigou a arte popular e publicou “O traje regional de Viana do Castelo” e “Pirotecnia no Alto Minho”.

Tem a sua obra representada em instituições como: Museu da Olaria; Porto de Leixões; Metro do Porto; Câmara Municipal de Arouca; Associação dos Criadores de Bovinos da Raça Barrosã (AMIBA), Vila Verde; Associação de Desenvolvimento das Terras Altas do Homem Cávado e Ave (ATAHCA), Amares.

O Tesouro-Museu da Sé de Braga acolherá em parceria com a Associação Comercial de Braga a exposição/venda de cerâmicas do dia 24 de Maio até ao dia 8 de Setembro de 2013. Poderá ser visitada de Terça-feira a Domingo, entre as 09h30-13h00 e as 14h30-17h30. O acesso à exposição é feito a partir da Loja do Tesouro-Museu, situada na Rua D. Diogo de Sousa, nº 114. Entrada gratuita.

BRAGA: MARGARIDA COSTA APRESENTA SINFONIA DE COR E MOVIMENTO

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Vai ter lugar no próximo dia 24 de maio, pelas 18 horas, no Tesouro - Museu da Sé de Braga, a inauguração da Exposição “Sinfonia de Cor e Movimento”, da autoria da artista plástica Margarida Costa.

A iniciativa conta nomeadamente com o apoio da Associação Comercial de Braga e do Tesouro - Museu da Sé de Braga.

O acesso à exposição é feito a partir da Loja do Museu, situada na Rua D. Diogo de Sousa, n.º 114. Telefone: 253 263 317

A entrada é gratuita.

QUEM É O MESTRE PINTOR FERNANDO ROSÁRIO?

Fernando da Silva do Rosário, filho de Joaquim do Rosário e de Eva Gonçalves Ferreira da Silva, natural de Esposende, nasceu a 30 de Janeiro de 1950.

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O Pintor Fernando Rosário desde muito cedo demostrou o seu talento para a pintura e desenho sendo reconhecido e admirado pelos seus professores já nos bancos da Escola Primária.

Vindo de uma família das mais numerosas e humildes da Vila, agora Cidade, de Esposende é o quarto dos catorze filhos. Aos 13 anos foi para Viana do Castelo trabalhar e frequentou o Curso Comercial noturno, vindo depois mais tarde aos 15 anos enveredar pela carreira profissional que mais desejava de desenhador e maquetista numa litografia na cidade de Braga que na altura era uma verdadeira escola de grandes artistas.

Em Novembro de 1971 foi chamado a cumprir o serviço militar em Lisboa e em 26 de Dezembro do mesmo ano, casa-se com Cristina L. Eiras. É mobilizado para cumprir o serviço Militar em Timor Leste em comissão de 1972 a 1974, aí aproveita o tempo e faz exposições temáticas como “Timor Sua Terra, Suas Gentes e Seus Trajes”, e concorre a vários concursos sobre “ Timor O Nosso Cartaz Turístico” e outros onde recebe menções honrosas e é premiado com primeiro prémio dos concursos.

Colaborou na imprensa local daquele território português no Pacífico. Findas as obrigações, regressa a Portugal e retoma a sua profissão em Braga como desenhador do 4º ano, durante mais quatro anos. Em 1978 regressou à sua Terra Natal Esposende, vindo a estabelecer-se na freguesia de Marinhas com o seu ateliê de pintura e ao mesmo tempo com fotografia; terra essa do grande Pintor Henrique Medina que um dia quis conhecer o artista Fernando Rosário. Fizeram grande amizade ao ponto de se encontrarem várias vezes para de falarem de pintura; várias vezes na casa dele em “Goios” nesta mesma freguesia. Esta convivência com este grande pintor vem proporcionar a Fernando Rosário uma útil aprendizagem, fazendo alguns trabalhos que o Mestre Medina não podia aceitar.

Após este ciclo na sua vida, inicia um novo ciclo a todos os níveis. Continuou a pintar cada vez mais, multiplicando o sucesso com exposições e redobrado acolhimento e admiração.

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Sendo no retrato a disciplina com que mais se identifica, este artista esposendense é um valor Consagrado com reconhecido Mérito, e percurso bem próprios no panorama Artístico Cultural Nacional e no Estrangeiro. As suas exposições e obras foram-se sucedendo por muitos lugares do nosso país. Nelas exprimiu a sua superior capacidade em registar os processos de transformação do sítio do imaginário à realidade. Alimenta a memória coletiva e a identidade da comunidade e oferece-a como fonte da historiografia local.

Em 15 de Agosto de 2009, recebe de Sua Santidade Bento XVI, uma “Bênção Apostólica em Penhor de Graças pelo Seu Talento e Amor há Arte”.

No dia 15 de Fevereiro de 2012, foi recebido por Sua Santidade Bento XVI em Audiência Geral do Sumo Pontífice no Vaticano, para lhe entregar a sua própria Paleta com o Retrato pintado de Sua Santidade, aquando a vinda Dele a Portugal e passando por Fátima enviando a Paz para todo o Mundo através do recinto da Nossa Senhora de Fátima, “O Altar do Mundo”.

Em 18 de Agosto de 2008 por altura do Dia do Município, foi Galardoado pelo Presidente do Município com a Medalha de Mérito Cultural do Município de Esposende.

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Em 2010 foi- lhe Prestada a Homenagem, com um livro e mostra dos seus trabalhos numa Exposição de Pintura no Antigo Teatro Club, agora transformado em Casa Museu dos Azulejos, nesta Cidade de Esposende, nas Comemorações do 1º Centenário deste Museu.

O Mestre Fernando Rosário, está representado, entre muitas outras, galerias de retratos a óleo. É para ele bem representativa a Galeria de Retratos dos Antigos Professores da Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra, com 33 retratos expostos na Sala do Conselho Científico, de sua autoria, inaugurada em 05 de Dezembro de 2006, tendo sido lançado um livro um ano depois com os Retratos de todos os Professores e respetiva biografia, patrocinado pela Fundação Eng.º António de Almeida, na pessoa do seu representante e “Presidente da Fundação” Doutor Fernando Aguiar Branco; tendo mais três outros retratos de antigos Professores na mesma Universidade, sendo um deles fundador da Biblioteca da Universidade em 1911, e outro mais antigo tendo sido professor do Príncipe Filipe. Segue-se agora outra galeria dos Antigos Presidentes da Faculdade de Letras da mesma Universidade.

Além destas também está representado na Faculdade de Direito, Faculdade de Engenharia e Reitoria do Porto, e na Academia Portuguesa de História em Lisboa com cinco retratos. Na Fundação Eng.º António de Almeida com o próprio Fundador e sucessores presidentes da mesma, no Porto. Todavia a obra deste grande pintor é mais extensa e qualificada.

É também a “Arte Sacra” a sua mais-valia. É a expressão mística do Divino e do celestial, onde a perfeição e a grandeza transcendem o humano e lhe dão alma numa plenitude de verdadeira eternidade. O observador é fascinado pelo mistério do seu talento, do sentimento e do carisma ímpar que irradia o perfume do intangível e sobrenatural, saindo da mão firme e hábil do pintor.

O encantamento multiplica-se, a tela ganha cor e vida, os olhos das suas personagens envolvem-nos em ambiências e caminhos de serena inquietude. A narrativa Bíblica transforma-se em real, o cenário que envolve torna-se comum, e o tempo uma companhia permanente no momento mágico.

Por fim, de todos estes trabalhos que desenvolveu, resulta um conjunto de louvores e menções honrosas públicas de várias entidades da vida Académicas, Científica, Eclesiásticas, Individualidades Civis, Culturais e Sociais do Nosso País e fora dele.

Não tenho dúvidas que Fernando Rosário possui a inegável magia dos Deuses da arte, explora o traço, a côr, a técnica e a mística das artes plásticas com a naturalidade de um Mestre que a vida prendou e que a arte chamou a si. Seria fácil filosofar sobre uma qualquer teoria, com a intenção de enriquecer o seu trabalho, de o submeter a uma crítica ou de criar histórias sobre a sua história; o que não faltaria seria tema. Fernando Rosário espelha nas suas telas os seus sentimentos. Em cada quadro deixa um bocado de si e, na mestria do seu imaginário constrói a arte: pincelada a pincelada, olhar a olhar. E talvez seja por esta lenta e precisa construção ser tão sentida, tão vivida, que quem o conhece não precise de filosofar ou de criar qualquer teoria para definir a sua obra. Como ele, ela é transparente e honesta, é sentimento, é razão, é arte.

(Do Poeta Escritor e amigo Jorge Braga)

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Em conclusão o Mestre Fernando Rosário como lhe chamam na terra dos Doutores e quem bem conhecem as suas obras e a sua simplicidade é um Autodidata; aprendeu fazendo, não se descurando nunca da sua formação. Nela investiu muito do seu talento e esforço. Além disso, preocupando-se com o saber do próximo, Fernando Rosário passou a ministrar os seus conhecimentos no seu ateliê, onde muitos filhos desta terra ”bebem” deste mesmo saber que transmite com dedicação e desprendimento. O Mestre Fernando Rosário possui um curriculum invejável pelas muitas e variadas Personalidades que tem vindo a retratar tais como:

Presidente, beneméritos e mais Membros da Academia Portuguesa de História

Presidentes e fundador da Fundação Eng.º António de almeida no Porto

Professor Doutor Edivaldo M. Boaventura – Universidade Federal da Bahia (Brasil)

Pintou Grandes Personalidades Civis e Militares, Juízes e Advogados, Médicos, Cirurgiões, Presidentes de Câmaras, Homens e Mulheres que se destacaram na Vida Social, grandes Beneméritos, Homens Bons e Generosos, Simples e Valentes Homens do Mar, Sábios da nossa História e Cultura Portuguesa em geral, Arcebispos, Bispos, Cónegos, Monsenhores e mais Membros do Clero.

 Fernando Rosário pintou algumas dezenas de telas originais para muitas e variadas Igrejas do nosso País.

Em 1980, dedicou-se ao Estudo e Técnica da “Arte do Restauro, “adquirindo conhecimentos e experiências com materiais apropriados para uma melhor conservação. Desde então recuperou umas centenas de telas de grandes dimensões e de grande valor artístico, de grande beleza. Antiguidades centenárias de cariz religioso, “Arte Sacra” que muito admira e gosta de fazer; colocada em muitos lugares de culto, como na Igreja da Sé de Braga “Cidade dos Arcebispos”, principalmente para o Museu da mesma. No Passo Episcopal, na capela de S. Geraldo da Sé; em muitas Misericórdias e outras Instituições de Norte a Sul do país.

Como um grande Amigo e intelectual disse: o seu Curriculum é fruto de tudo que tem feito ao longo da vida apenas só com o seu talento.

Em Dezembro de 2011 concluiu o nono e décimo segundo Ano no Sistema de Reconhecimento e Validação de Competências na Escola Secundária Henrique Medina.

Em 10 de Abril de 2012 concluiu, com aproveitamento o CURSO DE FORMAÇÃO PEDAGÓGICA INICIAL DE FORMADORES na Área das Arte Educação Visual e Tecnológica. Meses depois recebe o CERFIFICADO DE COMPTÊNCIAS PEDAGÓGICAS, pelo INSTITUTO DO EMPREGO E FORMAÇÃO PROFISSIONAL,IP.

Fernando Rosário casou-se em 26 de Dezembro de 1971 com Cristina Loureiro Eiras, ambos naturais desta Cidade de Esposende, residentes na Rua Dr. Alexandre Tores Nº 58. Já com uma numerosa família composta por três filhas, sendo as duas mais velhas casadas, tem três netos tendo o mais velho 13 anos. O Pintor continua a trabalhar, a ter sonhos enquanto puder e Deus quiser.

1981- 18 De Agosto na Câmara M. de Esposende

1984- Em Outubro – Câmara Municipal de Esposende

1991- 15 De Agosto – – Câmara Municipal de Esposende

 1993- Casa do Minho em - Lisboa

1994- De 04 a 12 de Fevereiro-Estalagem Estela Sol, - Povoa de Varzim

1994 Hotel do Pinhal- de 17 a 26 de Outubro

1996- Em 25 de Janeiro -Santa Casa da Misericórdia de Barcelos

1998 – Salão Nobre do Centro social de Lavra – Matosinhos

2006 – Junho - Santa Casa da Misericórdia de Barcelos

2008 - Pela Páscoa - Câmara Municipal de Esposende

2011 – De 18 a 16 de Outubro, Museu M. de Esposende

2012 – De 03 a 30 do Mês de Abril - No Museu Municipal de Esposende, - Arte Sacra

Paço Episcopal de Braga e em muitas Misericórdias, igrejas Salões nobres de Bombeiros como de Vila das Aves e outras instituições de Norte a Sul do país.

Fenando da Silva do Rosário

Ateliê – Rua Custódio Vilas Boas – 4740-274 - Esposende

 Rua Dr. Alexandre Torres, Nº 58 - 4740-231 Tlm. 965 083 578

Email - fernandorosariopintor@live.com.pt

BARCELOS EXPÕE PINTURA DE MESTRE ADELINO ÂNGELO

Pintura na Biblioteca Municipal e no Posto de Turismo

A Câmara Municipal de Barcelos e a Fundação Mestre Adelino Ângelo promovem as exposições de pintura do Mestre Adelino Ângelo subordinada ao tema “Cristos do séc. XXI” (Obras do Museu) e de Lá-Salett Magalhães subordinada ao tema “Retrospectiva”. As exposições estão patentes na Biblioteca Municipal da Barcelos até 23 de março e podem ser vistas de segunda a sexta-feira, das 9h30 às 18h00 horas e ao sábado, das 9h30 às 12h30 e das 14h30 às 18h00 horas.

Adelino Ângelo nasceu em 1931, tendo fixado residência em Guimarães, onde foi professor. Retratou altas individualidades da política, da religião e da cultura, uma obra “vincada pela fusão de emoção, originalidade e sentido de criação”, como o próprio afirma.

Os quase trinta trabalhos expostos na Biblioteca Municipal vão muito para além do retrato, incidindo sobre a fragilidade dos homens e da sua condição social. São figuras apresentadas de modo cru e sem simbolismos, porque, como diz Adelino Ângelo “o verdadeiro artista é aquele que provoca, razão porque denuncio com a minha pintura o rosto da sociedade em que vivo”.

Lá-Salett Magalhães expõe cerca de dezena e meia de obras. Formada em arquitetura, pintura e escultura em Portugal, recebeu formação artística durante cinco anos no estrangeiro, expondo os seus trabalhos desde 2000. A sua atividade profissional está ligada à decoração.

No Posto de Turismo de Barcelos está patente até 17 de março, a exposição “O meu mundo, de Fernando Portela, um conjunto de 27 quadros que este autor, filho de barcelenses, traz a público.

Desde tenra idade, Fernando Portela privilegiou a pintura uma forma de expressão, embora tenha enveredado pelo trabalho da cerâmica que era a arte da terra e da sua família. “Gosto de pintura, mas a minha vida foi a cerâmica e o têxtil”. Aos 21 anos cumpriu o serviço militar em Timor e deixa-se contagiar pelas cores e exotismo da cultura timorense, voltando a pintar. Dois anos depois emigra para Espanha para continuar a trabalhar na cerâmica, onde fica até finais dos anos setenta. Volta para Barcelos e vira-se para a área têxtil. Nesta atividade tão intensa pouco tempo lhe sobra para a pintura, mas sempre que pode regressa à pintura.

Muito ligado à vida da comunidade de Galegos Santa Maria, onde mora, adia a criação de mais quadros e pinturas, ainda que confesse que possui “telas com mais de 40 anos, são a prova do que pintava naquele tempo longínquo”.

Na sequência de problemas de saúde, fica sem voz. Fernando Portela começa a expressar-se pela pintura, recuperando não apenas física e psicologicamente mas também a confiança nas suas qualidades artísticas.

Auto-didata, afirma: “não tive formação, mas gostava de ter... a vida não deixou, mas esta é a minha vocação”. E acrescenta: “a pintura é uma forma de me evadir do mundo. Fico sozinho neste mundo, longe das memórias do passado que me apoquentam. A pintura acalma-me o espírito e faz-me viver”.

PONTE DE LIMA: MUSEU DOS TERCEIROS APRESENTA ORATÓRIO DE PAULA REGO

Oratório de Paula Rego. De 23 de março a 16 de junho no Museu dos Terceiros, em Ponte de Lima

O Museu dos Terceiros apresenta a partir do dia 23 de março o Oratório da artista Paula Rego. A peça com cerca de três metros, foi criada entre 2008-2009. A sua criação surgiu de um convite que lhe foi dirigido pelo Foundling Museum de Londres, a primeira instituição a receber crianças abandonadas naquela cidade.

Paula Rego concebeu esta peça inspirando-se nos antigos oratórios religiosos, e concebeu os painéis com as pinturas de mulheres, homens e crianças que colocou no interior e nas portas de um grande armário de madeira.

A ideia de casa, de um espaço doméstico protetor, de um pequeno santuário de guarda que se pode fechar e defender, é transformado pela artista e transporta-nos para uma impiedosa apreciação de uma realidade social e pública.

O Oratório que já esteve exposto em Inglaterra, no México e no Brasil, estará exposto no Museu dos Terceiros em Ponte de Lima, entre 23 de março e 16 de junho, de terça a domingo, das 10h às 12.30 e das 14h às 18h.

ESPOSENDE: FERNANDO ROSÁRIO É UM DOS MELHORES PINTORES RETRATISTAS DO NOSSO PAÍS

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O Mestre Fernando Rosário é justamente considerado um dos melhores pintores retratistas do nosso país. Natural de Esposende, é na sua obra plástica de cariz religioso que se encontram alguns dos seus mais valiosos trabalhos. Porém, as paisagens e as gentes de Esposende também inspiram a sua arte, razão pela qual a autarquia publicou o Catálogo “Fernando Rosário e Esposende - Pintura 1970-2010”.

Reconhecendo o seu elevado mérito artístico e os trabalhos que dedica à sua terra natal, a Câmara Municipal de Esposende atribuiu-lhe em 2008 a Medalha de Mérito Cultural do Município.

THEATRO CLUB DA PÓVOA DE LANHOSO RECEBE EXPOSIÇÃO DE ALBINO TALAIA

De 16 de fevereiro a 9 de março, a galeria do Theatro Club da Póvoa de Lanhoso recebe uma exposição de pintura de Albino Talaia. A abertura da mostra, designada “Emoções”, está marcada para as 18h00 do próximo sábado.

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Albino Talaia participou em várias exposições de pintura em Braga, Barcelos, Guimarães, Porto, Chaves, Vila Nova de Famalicão e Póvoa de Lanhoso. Realizou exposições individuais de pintura e cerâmica em Braga e Guimarães. Os seus trabalhos integram diversas coleções particulares.

Albino Talaia nasceu na cidade de Braga, na freguesia da Sé, no dia 5 de fevereiro de 1960. Frequentou o Patronato Nossa Senhora da Torre e iniciou os estudos na Escola Primária da Sé, concluindo a 4.ª Classe. Seguiu o 1.º ano do ciclo no Liceu Nacional Sá de Miranda e, no ano seguinte, passou para a Escola André Soares. Concluiu o Curso Geral de Artes Visuais ou Aplicadas da Escola Carlos Amarante. Concluiu o complementar e o 12.º ano no Liceu Sá de Miranda. Frequentou o Curso Superior de Desenho na Cooperativa Árvore do Porto. É trabalhador do quadro da Autoridade Tributária e Aduaneira.

Albino Talaia é casado com Ana Maria, com quem tem dois filhos, a Catarina e o Gabriel, e é avó do Ricardo. Dedica esta exposição “Emoções” à família.

CELORICO DE BASTO EXPÕE “PICASSO EM FERRO”

A biblioteca Municipal de Celorico de Basto inaugurou, no dia 23 de novembro, uma exposição de Plácido Souto intitulada “Picasso em Ferro”.

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A cerimónia de inauguração contou com a presença do vereador da cultura, Fernando Peixoto, que não pode deixar de salientar o excelente trabalho exposto. “Definitivamente esta é uma exposição que merece a visita de todos os celoricenses. São verdadeiras obras de arte que marcam a cultura quer por se referir a um dos maiores pintores do século XX de que há memória, Pablo Picasso, quer pela arte agora introduzida, pelas mãos de Plácido Souto”, referiu.

O autor, Plácido Souto, expõe pela segunda vez nas Galerias da Biblioteca Municipal e mostra, agora, obras como o “Auto-Retrato” (Picasso;1907), “O beijo” (Picasso;1925), segundo o autor um trabalho com duas vertentes, “mordaz e carinhoso”, ou a “Cabeça da Mulher” (Picasso;1935), entre muitas outras obras.

A cerimónia de inauguração contou ainda com a presença de cerca de 40 alunos da escola EB 1/JI do Cruzeiro Alpendorada e Matos, de Marco de Canaveses, que passaram por Celorico de Basto e não quiseram perder “pitada” da exposição. As crianças mostram-se muito atentas às palavras do autor que, com toda a calma e dedicação ao trabalho desenvolvido, foi elucidando todos os presentes sobre o autor que destaca e cada obra exposta.

FAFE EXPÕE PINTURA DE MARIO IGLESIAS

Exposição de pintura do galego Mario Iglesias Iglesias abre na Casa da Cultura de Fafe este sábado à tarde

O artista galego Mario Iglesias expõe um conjunto de duas dezenas de obras suas na Casa Municipal de Cultura de Fafe, a partir deste sábado, 24 de novembro. A inauguração da exposição ocorre pelas 17h30, com a presença do pintor, que é também cineasta.

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A exposição – que se mantém patente até 21 de dezembro, no horário habitual - enquadra-se nas VII Jornadas de Cinema e Audiovisual de Fafe e II Fafe Film Fest, organizadas pelo Cineclube e pela Câmara Municipal de Fafe.

Mario Iglesias González, natural de Pontevedra (1962) é licenciado em Belas Artes pela Universidade de Vigo. Começou o seu percurso no audiovisual e, nos finais dos anos 90 iniciou-se no mundo das curtas-metragens, sendo premiado desde logo em diferentes festivais (“II Certame Internacional de Cinema Comprimido Notodofilmfest”; “Festivalito” de La Palma; “7º Concurso de Curtas-metragens Versão Espanhola/ SGAE”; “Festival de Málaga”, entre outros). Realizou até agora 14 curtas-metragens, desde 1996. É a partir do ano 2005 que começa a realizar longas-metragens. Escreveu o guião, realizou a direcção e a montagem de sete longas-metragens, entre as quais o filme “Relatos”, selecionado na Secção Oficial do Festival de Tóquio, sessão” Made in Spain” qualificado pela International Film Guide entre as cinco melhores películas espanholas de 2009 e que esta sexta-feira à noite é apresentado na Sala Manoel de Oliveira, em Fafe, com a presença do realizador.

Mario Iglesias já conquistou dezenas de galardões pelos seus filmes. Em 2011, o mesmo filme “Relatos” obteve o Prémio melhor filme no festival “Primavera de Cine”, Vigo. No ano anterior, a película obtivera o segundo prémio para melhor longa-metragem no Digital Internacional Film Festival, de Viña del Mar, Chile.

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PINTOR CARLOS BASTO EXPÕE EM BARCELOS

Carlos Basto expõe “Rota do barro em desenho aguarelado” na Sala Gótica. Exposição promovida pelo Município de Barcelos está patente até 2 de dezembro

Está patente até 2 de dezembro na Sala Gótica do edifício dos Paços do Concelho, a exposição “Rota do barro em desenho aguarelado”, do pintor barcelense Carlos Basto. O objetivo principal desta exposição é conciliar duas artes: a do desenho e a olaria. Estão expostas peças de olaria e de figurado de Barcelos e cerca de duas dezenas de trabalhos em aguarela e tinta-da-china, de Carlos Basto, os primeiros de um projeto de pintura dedicado ao roteiro do barro no concelho, que poderá culminar em publicação.

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Os trabalhos percorrem já algumas das freguesias da rota da olaria e do figurado, destacando os seus elementos patrimoniais mais significativos. Mas os caminhos, as paisagens, os lugares e as gentes do barro também já aparecem nestes trabalhos iniciais – a feira da louça, em Barcelos, o transporte da louça em carros de bois e a comercialização ao longo dos tempos, a extração de barro com sarilho num barreiro de Manhente, a secagem da louça nos “burros”, o amassar do barro, a pintura da louça, a reprodução de peças de figurado, os brinquedos de barro (pífaros, clarins, ocarinas, cucos e rouxinóis) e os desenhos do rosto e dos trabalhos de Rosa Ramalho e de Ana Baraça…

A exposição está integrada na primeira edição da Trienal Movimento Desenho 2012, uma iniciativa de âmbito nacional que decorre até 15 de Dezembro e que tem como principal objetivo a divulgação do desenho português, dos autores portugueses e o trabalho desenvolvido por agentes culturais. O Museu de Olaria de Barcelos é parceiro neste projeto, que decorre em simultâneo em várias câmaras municipais e outras instituições diversas.

A exposição pode ser vista de segunda a sexta-feira, das 9h00 às 12h00 e das 14h00 às 18h00 e aos sábados, domingos e feriados, das 10h00 às 12h00 e das 14h00 às 17h00.

Carlos Basto

Nasceu em Barcelos a 20 de abril de 1932. A sua aptidão para o desenho revelou-se muito cedo. Frequentou a Faculdade de Ciências da Universidade do Porto e durante este tempo desenhava caricaturas nos livros de curso de alguns colegas e professores. Em 1952, tinha vinte anos, quando venceu o 3.º Prémio Nacional da Caricatura.

Participou em várias exposições coletivas de artes plásticas. A primeira exposição individual de pintura ocorreu em 1992. Tem trabalhos em exposições permanentes na Fundação de Serralves, na Cooperativa Árvore, entre outros locais.

Autor de capas de livros, revistas e logótipos, ultimamente tem estado envolvido em trabalhos editoriais de livros-álbuns temáticos, sendo responsável pelo trabalho de ilustração. São exemplos deste admirável trabalho: Artesanato e Feiras de Barcelos, Apúlia da Terra e do Mar e Foi Aqui… em Guimarães

CAMINHA: SEIXAS NAS ARTES PLÁSTICAS

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O pintor Gilberto Ventura Terra Renda nasceu em Seixas, no Concelho de Caminha, e era sobrinho e afilhado do célebre arquiteto Miguel Ventura Terra. A revista “Ilustração Portugueza”, na sua edição de 21 de dezembro de 1914, dá conta da exposição de pintura que então realizou na qual, grande parte das obras expostas, eram dedicadas à sua terra natal.

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Caminho de Seixas

Exposição de Belas-Artes no Salão da “Ilustração Portugueza”

Foi muito visitada a exposição de quadros realisada no salao da “Ilustração Portugueza” pelo distinto pintor sr. Gilberto Ventura Renda, que apresentou n’ela trabalhos que foram justamente apreciados.

O assunto da maioria das suas telas foi o brilhante artista buscar ás belas e fecundas paisagens do nosso Minho, que tantos artistas tem inspirado em obras de grande valor, e n’eles vincou o sr. Renda os seus excecionaes recursos artísticos com a maior exuberância.

Lugar da Fonte (Seixas)

Tambem apresentou na sua galeria de quadros belíssimos estudos de figuras e composições de interior, nos quaes há riqueza de tonalidade e excelente técnica, que muito distinguem o seu trabalho. Os srs. dr. Bernardino Machado, Braamcamp Freire, presidente do Senado e outros vultos de destaque na sociedade, também visitaram a exposição, felicitando todos eles o distinto artista pelos seus belíssimos trabalhos, dos quaes muitos foram vendidos.

Fotos: Benoliel

Pensando...

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Deitando a vara

FAFE INAUGURA MEGA-EXPOSIÇÃO DO ARTISTA ORLANDO POMPEU NO PRÓXIMO SÁBADO

O artista fafense Orlando Pompeu abre este sábado à tarde, 13 de outubro, na sua cidade natal, uma mega-exposição de pintura sob o título genérico "Pré-Textos In-Conscientes". São mais de cinquenta obras, a maior parte delas desconhecidas do público fafense, e que representam a evolução mais recente do mais consagrado pintor deste concelho, com obra espalhada pelo mundo.

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A partir das 16h00, abre na Casa Municipal de Cultura um núcleo expositivo de pinturas concetuais. Segue-se a inauguração de uma mostra de pinturas gestuais na Biblioteca Municipal e finalmente, o terceiro núcleo expositivo, no Salão Nobre do Cinema-Teatro, com cerca de duas dezenas de pinturas concetuais.

Nos diversos locais expositivos, haverá animação musical pela Academia de Música José Atalaya.

A mega-exposição vai manter-se patente, de segunda-feira a sábado, até 16 de novembro.

Orlando Pompeu nasceu a 24 de maio de 1956, na freguesia de Cepães, em Fafe. Estudou desenho, pintura e escultura em Barcelona, Porto e Paris. Nos anos 90 progrediu no seu percurso artístico ao ir trabalhar para os Estados Unidos da América, primeiramente, e depois, Japão. A sua obra consta em várias coleções particulares e oficiais em Portugal, Espanha, França, Inglaterra, Brasil, Estados Unidos da América, Japão e Dubai.

O artista é detentor de uma carreira de trinta anos bem como um currículo nacional e internacional ímpar.

Para mais informações, visite a página eletrónica do autor: www.orlandopompeu.com.

A partir de sábado, Pompeu estará com três exposições em simultâneo, com um total de mais de cerca de centena e meia de obras.

Até 3 de novembro, continua com a exposição “Pré-Textos Concetuais” na Galeria Quadras Soltas, na Rua Miguel Bombarda, no Porto.

Entretanto, até 28 de outubro, tem patente a exposição “Pinturas gestuais”, na Galeria Trisquele e Medúlio, em Tui (Espanha).

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JOÃO CUTILEIRO EXPÕE NA GALERIA MUNICIPAL DE BARCELOS

«Uma Degustação» vai estar patente ao público de 29 de setembro a 24 de novembro

«Uma Degustação» é o título da exposição que o escultor João Cutileiro vai trazer à Galeria Municipal de Arte de Barcelos, de 29 de setembro a 24 de novembro. Promovida pela Câmara Municipal de Barcelos, a exposição de um dos mais importantes escultores portuguese da atualidade é composta por 44 obras, 20 das quais esculturas em pedra, cinco desenhos, 12 fotografias e ainda sete relevos.

«Uma Degustação» é uma espécie de antologia da obra do mestre português, que reuniu para a exposição em Barcelos peças representativas de várias expressões artísticas, da escultura à fotografia, passando pelos relevos e pelo desenho.

A iniciativa do Município de Barcelos, em parceria com a Empresa Municipal de Educação e Cultura de Barcelos (EMECB), resulta do desafio feito pela Galeria Municipal ao escultor, que, ao repto, respondeu como quem prepara uma refeição: sabendo que não poderia mostrar a totalidade da vasta obra, preparou, com desvelo, uns quantos pratos.

A exposição de João Cutileiro é, assim, única, marcada pelo peso natural da escultura em pedra – 20 peças –, mas também pelo desenho, com os cinco exemplares em diorito negro inspirados numa viagem à Índia, pela fotografia, de pessoas, que é aquilo que gosta de fazer, e pelo relevo, com esquissos de pássaros, produzidos por volta de 2000.

Feita propositadamente para Barcelos com obras da coleção particular do escultor, razão pela qual as peças não estarão à venda ao público, a exposição de Cutileiro é, sem dúvida, um dos momentos mais altos para a Galeria Municipal de Arte e uma das iniciativas culturais mais importantes para o concelho.

O presidente da Câmara reconhece que «Uma Degustação» “constitui um momento cultural verdadeiramente marcante para a cidade e para o concelho de Barcelos”. Para Miguel Costa Gomes, a exposição do mestre na Galeria Municipal “é também uma experiência interior riquíssima” e uma “oportunidade única de todos os barcelenses apreciarem as várias expressões artísticas do trabalho de um grande português”.

“Profundamente agradecido a João Cutileiro pelas belíssimas obras” que reuniu para a exposição em Barcelos, o presidente da Câmara sublinha ainda que a iniciativa patente até novembro na Galeria Municipal cumpre dois objetivos estratégicos definidos pelo atual executivo camarário: “Primeiro, contribuir para o enriquecimento cívico e cultural dos barcelenses e, segundo, fazer com que os roteiros dos grandes autores se cruzem com o concelho de Barcelos”.

A cerimónia de inauguração de «Uma Degustação» está marcada para dia 29 de setembro (sábado), pelas 18h00, na Galeria Municipal de Arte de Barcelos, e contará com a presença do escultor João Cutileiro.

A exposição pode ser visitada todos os dias das 10h00 às 12h30 e das 14h00 às 18h00, é aberta ao público em geral e tem entrada gratuita.

BRAGA: INAUGURAÇÃO DA EXPOSIÇÃO DE AGUARELAS DE BEATRIZ LAMAS DE OLIVEIRA LEVOU BASTANTE PÚBLICO À GALERIA DA CASA DOS CRIVOS

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A exposição de aguarelas “Raízes Nossas”, da autoria da pintora bracarense Beatriz Lamas de Oliveira, levou à galeria da Casa dos Crivos, em Braga, mais de uma centena de visitantes ao ato da inauguração que decorreu no passado dia 28 de abril.

A exposição contou com a presença da Vereadora da Cultura da Câmara Municipal de Braga, Dr.ª Ilda Carneiro, entre outras individualidades e numeroso público que visitou a exposição, entre o qual se destacavam familiares e amigos da pintora.

Para além do seu aspeto estético, a pintura de Beatriz Lamas de Oliveira revela-se de grande importância como um meio de sensibilização para a defesa e preservação do património, mormente nas suas vertentes arquitetónicas e paisagísticas, encontrando-se os temas que trata bastante ligados à cidade de Braga.

A exposição ficará patente ao público até ao dia 19 de maio na galeria da Casa dos Crivos, na Rua de São Marcos, em Braga.

A pintora Beatriz Lamas de Oliveira à porta da Galeria da Casa dos Crivos, em Braga 

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Prof Drª Sara Marques, Bartolomeu Jacq, Dr Rui Prata, Engº Manuel de Melo e esposa, Prof Dr Tiago Marques e D. Maria Delfina da Silva. 

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Os filhos da pintora não faltaram à inauguração da exposição, tendo dois deles vindo propositadamente de Londres. Na foto, junto de Beatriz Lamas de Oliveira, os filhos Tiago Marques, Bartolomeu Jacq e Sara Marques.

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Drª Nazaré Loureiro, Presidente do Conselho Clínico do ACES do Cavado III e Enfª Luzia Borges.

A artista foi sempre rodeada de carinho e amizade por parte dos visitantes.

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O Sr. Cesário Fernandes contemplando as aguarelas.

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Na foto, Prof Dr ª Sara Marques do Imperial College, Londres e a Drª Lélia Pinto, do Departamento de Cultura da Câmara Municipal de Braga.

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A pintura de Beatriz Lamas de Oliveira está intimamente ligada ao património da cidade de Braga.

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O escritor Fernando Mendes,  Drª Regina Bispo da Ceaul da Faculdade de Ciencias de Lisboa e Bartolomeu Jacq observam atentamente a exposição.

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A exposição despertou bastante interesse do público.

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Sr. Fernando Mendes, Eng Manuel Melo e esposa, e Cesário Fernandes.

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Dr. António Lamas de Oliveira à conversa com a Engª Joana Labescat.

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Dr. João Labescat da Silva e a Prof Dr ª Sara Marques trocam impressões acerca da exposição.

BRAGA: GALERIA DA CASA DOS CRIVOS INAUGURA AMANHÃ EXPOSIÇÃO DE AGUARELAS DE BEATRIZ LAMAS DE OLIVEIRA

A galeria da Casa dos Crivos, em Braga, inaugura amanhã, dia 28 de abril, pelas 17 horas, a exposição de aguarelas “Raízes Nossas” da autoria da pintora bracarense Beatriz Lamas de Oliveira. A exposição ficará patente ao público até ao dia 19 de maio. A Casa dos Crivos encontra-se situada na Rua de São Marcos.

Para além do seu aspeto estético, a pintura de Beatriz Lamas de Oliveira revela-se de grande importância como um meio de sensibilização para a defesa e preservação do património, mormente nas suas vertentes arquitetónicas e paisagísticas. Por essa razão, a arquiteta Fátima Pereira, imbuída do mesmo espírito, dedicou à obra da pintora as palavras que a seguir se reproduzem.

“A imagem da cidade tem lugar na mente de quem percorre, permanece ou simplesmente vislumbra a cidade. É entendida como a representação mental da cidade existente em cada um. Corporiza-se pelo somatório integrado de comportamentos sociais, de construções, de expressões culturais. É o resultado da ação combinada dos seus atores, do cidadão, do turista, e do visitante.

Existem elementos arquitetónicos, com valor patrimonial ou simplesmente com valor enquanto referência identitária do espaço que formam a imagem que cada um tem da urbe. No entanto, da imagem também faz parte o encontro, a abordagem ao outro, o estar com o outro, faz parte o velhinho que pontua a rua, o pedinte que toca acordeão e que aborda, faz parte o colorido do mercado, e o pregão da vendedora. A imagem da cidade é o resultado dos factos históricos e/ou relevantes mas também de acontecimentos banais, de ações do quotidiano que marcam socialmente. É importante que imagens e representações que hoje fazem parte do nosso imaginário da urbe sejam preservadas em prol da nossa identidade. A realidade da cidade faz parte da fundação da nossa identidade, do nosso espaço de conforto.

A imagem da cidade é um capital importantíssimo para a sua competitividade. Planear, posicionar e promover a imagem da cidade é vital para a consolidação da identidade territorial, para um sentimento de pertença partilhado por todos.

A arte, na multiplicidade da sua expressão perpétua realidades, sentimentos, apropriações do espaço e da natureza humana de todos e de cada um. Tomando o espaço público como ambiente cénico vai proporcionar que imagens presentes não se percam com opções políticas, com mudanças de paradigmas sociais, culturais ou económicos. É importante que o artista tenha a capacidade de interpretar a urbe, o social e o individual, para que o perpetue. É importante que cada um de nós teça contributos para que haja uma consciencialização social do valor de determinadas imagens, para o valor de determinados conjuntos.

Vivemos uma cidade onde as opções politicas poucas as vezes se centram no património, na imagem da cidade, são deixadas ao abandono em prol de ouras intenções não estratégicas porquê se assim fossem davam relevo aquilo que no nosso século e considerado como fator de competitividade: os recursos endógenos. Acordar nos dias de hoje voltado para a realidade patrimonial, pode ser o reconhecimento de uma lacuna ou um tentar de remedeio de opções mal realizadas, ou a força de reconhecer determinados valores em prol de benesses económicas.

O artista é livre, em nome da liberdade de criação, é ilógico impor-lhe limites, mas é-lhe conferida ao mesmo tempo uma responsabilidade de estar atento e de usar essa mesma liberdade em prol de todos. Será e sempre foi da responsabilidade do artista a critica avançada a determinadas opções políticas, pela procura de uma consciencialização e uma mudança de políticas públicas. A arte interpreta a sociedade de forma interventiva e crítica, tem uma ação ética e interventiva e esta possibilidade atribui à obra um certo valor social e uma responsabilidade de intervenção.”

Arqª Fátima Pereira

A pintora é natural de Ferreiros, no Concelho de Braga. Licenciada em Medicina na Faculdade de Medicina de Lisboa, frequentou e concluiu os Cursos de Medicina Tropical no INSA e o de Saúde Publica da ENSP de Lisboa. Exerceu a profissão no Ministério da Saúde, tendo estado colocada em vários pontos do país. Mas, as artes plásticas falaram mais alto e a artista respondeu ao apelo da sua verdadeira paixão que consiste na pintura. Mas, fiquemos com as suas próprias palavras.

BRAGA: GALERIA DA CASA DOS CRIVOS INAUGURA EXPOSIÇÃO DE AGUARELAS DE BEATRIZ LAMAS DE OLIVEIRA

A galeria da Casa dos Crivos, em Braga, inaugura no próximo dia 28 de abril, pelas 17 horas, a exposição de aguarelas “Raízes Nossas” da autoria da pintora bracarense Beatriz Lamas de Oliveira. A exposição ficará patente ao público até ao dia 19 de maio. A Casa dos Crivos encontra-se situada na Rua de São Marcos.

Para além do seu aspeto estético, a pintura de Beatriz Lamas de Oliveira revela-se de grande importância como um meio de sensibilização para a defesa e preservação do património, mormente nas suas vertentes arquitetónicas e paisagísticas. Por essa razão, a arquiteta Fátima Pereira, imbuída do mesmo espírito, dedicou à obra da pintora as palavras que a seguir se reproduzem.

“A imagem da cidade tem lugar na mente de quem percorre, permanece ou simplesmente vislumbra a cidade. É entendida como a representação mental da cidade existente em cada um. Corporiza-se pelo somatório integrado de comportamentos sociais, de construções, de expressões culturais. É o resultado da ação combinada dos seus atores, do cidadão, do turista, e do visitante.

Existem elementos arquitetónicos, com valor patrimonial ou simplesmente com valor enquanto referência identitária do espaço que formam a imagem que cada um tem da urbe. No entanto, da imagem também faz parte o encontro, a abordagem ao outro, o estar com o outro, faz parte o velhinho que pontua a rua, o pedinte que toca acordeão e que aborda, faz parte o colorido do mercado, e o pregão da vendedora. A imagem da cidade é o resultado dos factos históricos e/ou relevantes mas também de acontecimentos banais, de ações do quotidiano que marcam socialmente. É importante que imagens e representações que hoje fazem parte do nosso imaginário da urbe sejam preservadas em prol da nossa identidade. A realidade da cidade faz parte da fundação da nossa identidade, do nosso espaço de conforto.

A imagem da cidade é um capital importantíssimo para a sua competitividade. Planear, posicionar e promover a imagem da cidade é vital para a consolidação da identidade territorial, para um sentimento de pertença partilhado por todos.

A arte, na multiplicidade da sua expressão perpétua realidades, sentimentos, apropriações do espaço e da natureza humana de todos e de cada um. Tomando o espaço público como ambiente cénico vai proporcionar que imagens presentes não se percam com opções políticas, com mudanças de paradigmas sociais, culturais ou económicos. É importante que o artista tenha a capacidade de interpretar a urbe, o social e o individual, para que o perpetue. É importante que cada um de nós teça contributos para que haja uma consciencialização social do valor de determinadas imagens, para o valor de determinados conjuntos.

Vivemos uma cidade onde as opções politicas poucas as vezes se centram no património, na imagem da cidade, são deixadas ao abandono em prol de ouras intenções não estratégicas porquê se assim fossem davam relevo aquilo que no nosso século e considerado como fator de competitividade: os recursos endógenos. Acordar nos dias de hoje voltado para a realidade patrimonial, pode ser o reconhecimento de uma lacuna ou um tentar de remedeio de opções mal realizadas, ou a força de reconhecer determinados valores em prol de benesses económicas.

O artista é livre, em nome da liberdade de criação, é ilógico impor-lhe limites, mas é-lhe conferida ao mesmo tempo uma responsabilidade de estar atento e de usar essa mesma liberdade em prol de todos. Será e sempre foi da responsabilidade do artista a critica avançada a determinadas opções políticas, pela procura de uma consciencialização e uma mudança de políticas públicas. A arte interpreta a sociedade de forma interventiva e crítica, tem uma ação ética e interventiva e esta possibilidade atribui à obra um certo valor social e uma responsabilidade de intervenção.”

Arqª Fátima Pereira

A pintora é natural de Ferreiros, no Concelho de Braga. Licenciada em Medicina na Faculdade de Medicina de Lisboa, frequentou e concluiu os Cursos de Medicina Tropical no INSA e o de Saúde Publica da ENSP de Lisboa. Exerceu a profissão no Ministério da Saúde, tendo estado colocada em vários pontos do país. Mas, as artes plásticas falaram mais alto e a artista respondeu ao apelo da sua verdadeira paixão que consiste na pintura. Mas, fiquemos com as suas próprias palavras.

PINTORA BEATRIZ LAMAS DE OLIVEIRA EXPÕE AGUARELAS NA CASA DOS CRIVOS, EM BRAGA

A galeria da Casa dos Crivos, em Braga, inaugura no próximo dia 28 de abril, pelas 17 horas, a exposição de aguarelas “Raízes Nossas” da autoria da pintora bracarense Beatriz Lamas de Oliveira. A exposição ficará patente ao público até ao dia 19 de maio. A Casa dos Crivos encontra-se situada na Rua de São Marcos.

Para além do seu aspeto estético, a pintura de Beatriz Lamas de Oliveira revela-se de grande importância como um meio de sensibilização para a defesa e preservação do património, mormente nas suas vertentes arquitetónicas e paisagísticas. Por essa razão, a arquiteta Fátima Pereira, imbuída do mesmo espírito, dedicou à obra da pintora as palavras que a seguir se reproduzem. 

“A imagem da cidade tem lugar na mente de quem percorre, permanece ou simplesmente vislumbra a cidade. É entendida como a representação mental da cidade existente em cada um. Corporiza-se pelo somatório integrado de comportamentos sociais, de construções, de expressões culturais. É o resultado da ação combinada dos seus atores, do cidadão, do turista, e do visitante.

Existem elementos arquitetónicos, com valor patrimonial ou simplesmente com valor enquanto referência identitária do espaço que formam a imagem que cada um tem da urbe. No entanto, da imagem também faz parte o encontro, a abordagem ao outro, o estar com o outro, faz parte o velhinho que pontua a rua, o pedinte que toca acordeão e que aborda, faz parte o colorido do mercado, e o pregão da vendedora. A imagem da cidade é o resultado dos factos históricos e/ou relevantes mas também de acontecimentos banais, de ações do quotidiano que marcam socialmente. É importante que imagens e representações que hoje fazem parte do nosso imaginário da urbe sejam preservadas em prol da nossa identidade. A realidade da cidade faz parte da fundação da nossa identidade, do nosso espaço de conforto.

A imagem da cidade é um capital importantíssimo para a sua competitividade. Planear, posicionar e promover a imagem da cidade é vital para a consolidação da identidade territorial, para um sentimento de pertença partilhado por todos.

A arte, na multiplicidade da sua expressão perpétua realidades, sentimentos, apropriações do espaço e da natureza humana de todos e de cada um. Tomando o espaço público como ambiente cénico vai proporcionar que imagens presentes não se percam com opções políticas, com mudanças de paradigmas sociais, culturais ou económicos. É importante que o artista tenha a capacidade de interpretar a urbe, o social e o individual, para que o perpetue. É importante que cada um de nós teça contributos para que haja uma consciencialização social do valor de determinadas imagens, para o valor de determinados conjuntos.

Vivemos uma cidade onde as opções politicas poucas as vezes se centram no património, na imagem da cidade, são deixadas ao abandono em prol de ouras intenções não estratégicas porquê se assim fossem davam relevo aquilo que no nosso século e considerado como fator de competitividade: os recursos endógenos. Acordar nos dias de hoje voltado para a realidade patrimonial, pode ser o reconhecimento de uma lacuna ou um tentar de remedeio de opções mal realizadas, ou a força de reconhecer determinados valores em prol de benesses económicas.

O artista é livre, em nome da liberdade de criação, é ilógico impor-lhe limites, mas é-lhe conferida ao mesmo tempo uma responsabilidade de estar atento e de usar essa mesma liberdade em prol de todos. Será e sempre foi da responsabilidade do artista a critica avançada a determinadas opções políticas, pela procura de uma consciencialização e uma mudança de políticas públicas. A arte interpreta a sociedade de forma interventiva e crítica, tem uma ação ética e interventiva e esta possibilidade atribui à obra um certo valor social e uma responsabilidade de intervenção.”

Arqª Fátima Pereira

A pintora é natural de Ferreiros, no Concelho de Braga. Licenciada em Medicina na Faculdade de Medicina de Lisboa, frequentou e concluiu os Cursos de Medicina Tropical no INSA e o de Saúde Publica da ENSP de Lisboa. Exerceu a profissão no Ministério da Saúde, tendo estado colocada em vários pontos do país. Mas, as artes plásticas falaram mais alto e a artista respondeu ao apelo da sua verdadeira paixão que consiste na pintura.

PINTORA RICARDINA SILVA EXPÕE EM AVEIRO

A pintora Ricardina Silva tem patente na Casa Municipal da Juventude de Aveiro, até ao próximo dia 22 de Fevereiro, uma exposição de pintura subordinada ao tema “Imagination”. A exposição conta com o apoio do BLOGUE DO MINHO e pode ser visitada das 9h30 às 12h30 e das 14h às 18 h00.

Ricardina Silva expõe obras a óleo, a acrílico e técnica mista, abordando diferentes temáticas numa perspectiva Surrealista e Realista. 

Ricardina Silva nasceu em Esposende e vive actualmente em Caminha. Como ela própria refere, “desde tenra idade que adorava desenhar apenas com um lápis e uma folha branca, guardava todos os desenhos num dossier”. Aos dezassete anos experimentou a pintura sobre tela em acrílico.

Em 2006 realizou a primeira exposição e, a partir de então nunca mais parou. Sucederam-se os concursos e as bienais, passou a experimentar outras técnicas como a pintura a óleo, mista, pastel, aguarela e os desenhos começaram a ser realizados a carvão e grafite.

Para a artista, “cada obra é como um poema harmonioso, de cores luminosas que transparecem num clima rimático e transmitem a paz interior que desejo. Quando realizo um desenho ou uma pintura entrego o meu coração… a minha alma. É como se viajasse para um sítio maravilhoso e mágico, onde não existe o sofrimento, mas sim alegria e cor. Normalmente, para a realização das minhas obras utilizo diversas técnicas como o óleo, o acrílico e a mista. Apesar do diversificado leque de temáticas que já executei, nas minhas obras a que predomina é a do mar, remontando às minhas origens”.

Os seus trabalhos têm percorrido diversas localidades do nosso país onde têm registado grande aceitação, nomeadamente em Ourém e Ponte de Lima onde recentemente estiveram expostos ao público.

A pintora Ricardina Silva tem apresentado os seus trabalhos em diversos concelhos minhotos e um pouco por todo o país.

PINTORA BEATRIZ LAMAS OLIVEIRA EVOCA NA TELA E NAS PALAVRAS MEMÓRIAS DA QUINTA DO ANJO S. MIGUEL, EM BRAGA

A pintora bracarense Beatriz Lamas Oliveira produziu quatro aguarelas que retratam a Quinta do Anjo S. Miguel, na Freguesia de Ferreiros, em Braga. São bastantes e felizes as memórias que guarda do local onde passou momentos alegres de infância. As aguarelas encontram-se na posse da família. Porém, aceitou partilhar as lembranças com os leitores do BLOGUE DO MINHO a quem concede também a possibilidade de ver aqui as reproduções fotográficas das referidas aguarelas.

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“A quinta foi local de veraneio e brincadeira de mais de 20 crianças da família. A Quinta do Anjo S. Miguel fica na freguesia de Ferreiros, Concelho de Braga. Foi onde nasci!

O nome da freguesia deriva do facto de aqui terem existido forjas romanas. O meu avô Vidal herdou a Quinta de uma madrinha! A Rua que passa junto ao portão e segue depois para o interior da freguesia tem o nome do meu Avô: Rua José Vidal da Costa.

Era o nosso poiso de Verão. Na quinta havia e ainda há lagar de vinho, tulhas e adega, casa dos caseiros. Há uma capela onde, no dia 29 de Setembro, se celebra a Missa de S. Miguel. Produzia-se vinho. Havia um olival, muitas árvores de fruto, hortas e flores. Um lago chamado a Carranca, datado de 1821. No pinhal, até às vezes dormíamos a sesta. Levávamos um ou dois cobertores para estender no chão, umas quantas almofadas e o lanche, geralmente pão com marmelada e bananas. Apanhávamos caruma para o lume, o que fazia-nos sentir úteis! Também havia colmeias e abelhas...

Lá em cima, na casa dos caseiros havia galinheiros, coelheiras, o curral do porquinho, os estábulos das vacas de leite, os bois de carro e até havia um alambique onde se produzia aguardente. Eu reverenciava o alambique pois parecia um laboratório e era trabalho muito sério. Claro havia sempre cães de guarda. Lembro-me bem do Mondego!

Foi na quinta e sem esfoço nenhum que aprendemos coisas tão interessantes como sulfatar as vinhas e vindimar no alto das escadas. Comer broa com sardinha a pingar no pão durante a vindima e escorropichar os copos dos mais velhos. Aprender a diferença entre as pencas e as couves tronchudas...debulhar ervilhas e desfolhar o milho. A grande sensação de pertença que era uma grande roda de mulheres sentadas no chão a desfolhar as espigas, os chapéus de palha, as saias rotas e compridas e as malgas do vinho.

Apanhar sardaniscas, correr atrás das borboletas, admirar pirilampos, o susto das cobras...o meu cágado Ameixa e o calor do Verão. Andar primeiro de triciclo e depois de bicicleta.

Fazer marmelada e geleia, acender a lareira grande da cozinha, encher a goela dos perus de vinho fino e vê-los bêbados a dançar no chão prestes à degola, amolar as facas e acender o lume no fogão de lenha...

Matar o porco e aprender anatomia...chamuscar a pele do dito, os alguidares cheios da carne para o sarrabulho, cortar o sangue com vinagre.

A quinta? uma escola, uma festa, uma lonjura, um mundo.

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PINTORA BEATRIZ LAMAS OLIVEIRA RETRATA AZENHAS DO RIO CÁVADO

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A gravura reproduz uma aguarela, com 36x26 cm, representando uma azenha do Rio Cávado, na região de Amares, da autoria de Beatriz Lamas Oliveira. A pintora é natural de Ferreiros, no Concelho de Braga. Licenciada em Medicina na Faculdade de Medicina de Lisboa, frequentou e concluiu os Cursos de Medicina Tropical no INSA e o de Saúde Publica da ENSP de Lisboa. Exerceu a profissão no Ministério da Saúde, tendo estado colocada em vários pontos do país. Mas, as artes plásticas falaram mais alto e a artista respondeu ao apelo da sua verdadeira paixão que consiste na pintura. Mas, fiquemos com as suas próprias palavras.

“Pinto desde o dia em que descobri a antiga caixa de pintura da minha Mãe. Continha material para pintar a óleo. O cheiro intenso das tintas no meu quarto fazia-me dores de cabeça e isso levou-me a procurar outros materiais.

Nos anos 80 comecei a pintar a pastel seco. No dia em que comecei a pintar com pastel vendi o meu primeiro trabalho.

A minha forma de pintar tem evoluído no tempo e com o tempo evoluiu na forma. Inicialmente era uma necessidade avassaladora. Terapêutica.

Depois comecei a concentrar-me mais no sentido e menos na forma. Voltei do pastel seco para o óleo, como quem regressa ao passado! De um figurativo paisagístico fui passando ao contexto urbano e à análise do frio e da insensibilidade de ruas desertas mesmo quando cheias de gente. Não há pessoas nos meus quadros a óleo. Não é isto uma intenção. É uma constatação. As cidades e aldeias, sinto-as desumanizadas. Não posso desrealizar a realidade. E o que me sai das mãos e dos pincéis mostra isso. Eu aprendo sobre mim cada vez que termino um quadro.

Sinto-me atraída pela complexidade e uma certa ordem oculta na natureza. Ou seja, eu estou interessada no estudo de sistemas biológicos complexos.

Quando desenho eu tento descobrir o padrão repetitivo que torna as formas reconhecíveis ao olho e ao cérebro humano.

Estes padrões repetitivos existem em todos os seres vivos, por exemplo nas malhas celulares dos órgãos, mas em diferentes escalas. Quando a escala muda, ou a distância de onde olhamos, ou a direção da seção, o padrão parece sofrer uma mudança, mas ainda pode ser reconhecidos pelos nossos olhos como um outro aspeto da natureza.

Mas não só em todos os seres vivos. Também encontramos os mesmos padrões na organização de outros sistemas orgânicos e minerais, microscópicos ou macroscópicos, que se repetem em diferentes escalas mostrando uma ordem não imediatamente aparente no universo. Uma ordem matemática.

O nosso cérebro identifica esses padrões quase que instantaneamente!

Em 2010 comecei a utilizar a aguarela para expressar uma outra forma de sentir: mais plástica, menos autobiográfica, igualmente intuitiva. A aguarela como meio foi utilizada para descrever uma paisagem urbana e suburbana que eu sinto que está a mudar muito rapidamente e tem pinceladas de muita nostalgia e de muita ironia. Digo muitas vezes que o meu reino é o meu sorriso.

Nunca gostei de traçar planos para o futuro: sou só arquiteta do meu presente. Escrevo histórias desde a escola primária e a GRADIVA publicou o meu primeiro romance em 1999. "O Inseto Imperfeito". Alguns amigos começaram a perguntar se havia livro na forja: mas na forja ainda só tenho o ferro e a bigorna. Tenho um segundo romance escrito, As Mil e uma Noites frágeis. Em PDF. Já afirmei várias vezes que não quero árvores cortadas para imprimir a minha escrita. A diferença com o papel da aguarela é que uma folha com muito poucos gramas ilustra pensamentos e sentidos que caberiam num livro com centenas de páginas! A afirmação da mão sobre os materiais traz a capacidade de conceptualizar o trabalho libertando-o da pretensão da cópia da Natureza!

Aqui fica o meu sentir e estar de hoje. Pode ser sempre atualizado...como a água do rio a correr.”

PINTURA DE RICARDINA SILVA ENCONTRA-SE EXPOSTA EM PAREDES DE COURA ATÉ AO PRÓXIMO DIA 27 DE NOVEMBRO

A Exposição de pintura “Mais além…” de Ricardina Silva que se encontra patente ao público no Centro Cultural de Paredes de Coura, pode ainda ser visitada até ao próximo dia 27 de Novembro, de Terça-feira a Domingo, entre as 14 horas e as 18 horas. O Centro Cultural de Paredes de Coura encontra-se localizado na Avenida Cónego Bernardo Chousal.

A exposição apresenta quadros a óleo, acrílico e técnica mista, abordando diferentes temáticas numa perspectiva Surrealista e Realista. “Mais além…” foi o tema escolhido para designar o certame, reflectindo a visão da artista que procura “chegar mais além, descobrir, transformar, criar…”

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Ricardina Silva nasceu em Esposende e vive actualmente em Leiria. Como ela própria refere, “desde tenra idade que adorava desenhar apenas com um lápis e uma folha branca, guardava todos os desenhos num dossier”. Aos dezassete anos experimentou a pintura sobre tela em acrílico.

Em 2006 realizou a primeira exposição e, a partir de então nunca mais parou. Sucederam-se os concursos e as bienais, passou a experimentar outras técnicas como a pintura a óleo, mista, pastel, aguarela e os desenhos começaram a ser realizados a carvão e grafite.

Para a artista, “cada obra é como um poema harmonioso, de cores luminosas que transparecem num clima rimático e transmitem a paz interior que desejo. Quando realizo um desenho ou uma pintura entrego o meu coração… a minha alma. É como se viajasse para um sítio maravilhoso e mágico, onde não existe o sofrimento, mas sim alegria e cor. Normalmente, para a realização das minhas obras utilizo diversas técnicas como o óleo, o acrílico e a mista. Apesar do diversificado leque de temáticas que já executei, nas minhas obras a que predomina é a do mar, remontando às minhas origens”

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PAREDES DE COURA MOSTRA PINTURA DE RICARDINA SILVA

Encontra-se patente ao público, em Paredes de Coura, a exposição de pintura de Ricardina Silva, apresentando quadros a óleo, acrílico e técnica mista, abordando diferentes temáticas numa perspectiva Surrealista e Realista. A exposição, subordinada ao tema “Mais além…”, reflecte a visão da artista que procura “chegar mais além, descobrir, transformar, criar…”.

A exposição pode ser visitada até ao próximo dia 27 de Novembro, de Terça-feira a Domingo, entre as 14 h e as 18h, no Centro Cultural de Paredes de Coura, sito na Avenida Cónego Bernardo Chousal. A exposição de pintura de Ricardina Silva conta com o apoio do BLOGUE DO MINHO.

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Ricardina Silva nasceu em Esposende e vive actualmente em Leiria. Como ela própria refere, “desde tenra idade que adorava desenhar apenas com um lápis e uma folha branca, guardava todos os desenhos num dossier”. Aos dezassete anos experimentou a pintura sobre tela em acrílico.

Em 2006 realizou a primeira exposição e, a partir de então nunca mais parou. Sucederam-se os concursos e as bienais, passou a experimentar outras técnicas como a pintura a óleo, mista, pastel, aguarela e os desenhos começaram a ser realizados a carvão e grafite.

Para a artista, “cada obra é como um poema harmonioso, de cores luminosas que transparecem num clima rimático e transmitem a paz interior que desejo. Quando realizo um desenho ou uma pintura entrego o meu coração… a minha alma. É como se viajasse para um sítio maravilhoso e mágico, onde não existe o sofrimento, mas sim alegria e cor. Normalmente, para a realização das minhas obras utilizo diversas técnicas como o óleo, o acrílico e a mista. Apesar do diversificado leque de temáticas que já executei, nas minhas obras a que predomina é a do mar, remontando às minhas origens”.

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PAREDES DE COURA INAUGURA AMANHÃ EXPOSIÇÃO DE PINTURA DE RICARDINA SILVA

A exposição de pintura de Ricardina Silva é inaugurada amanhã, no Centro Cultural de Paredes de Coura, sito na Avenida Cónego Bernardo Chousal. A mostra vai estar patente ao público entre os dias 1 a 27 de Novembro, podendo ser visitada de 3ª a Domingo das 14h00 às 18h00.

Ricardina Silva vai expor quadro a óleo, a acrílico e técnica mista, abordando diferentes temáticas numa perspectiva Surrealista e Realista. O Título da exposição é "Mais além..." porque a autora pretende “chegar mais além, descobrir, transformar, criar...." e conta com o apoio do BLOGUE DO MINHO.

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Ricardina Silva nasceu em Esposende e vive actualmente em Leiria. Como ela própria refere, “desde tenra idade que adorava desenhar apenas com um lápis e uma folha branca, guardava todos os desenhos num dossier”. Aos dezassete anos experimentou a pintura sobre tela em acrílico.

Em 2006 realizou a primeira exposição e, a partir de então nunca mais parou. Sucederam-se os concursos e as bienais, passou a experimentar outras técnicas como a pintura a óleo, mista, pastel, aguarela e os desenhos começaram a ser realizados a carvão e grafite.

Para a artista, “cada obra é como um poema harmonioso, de cores luminosas que transparecem num clima rimático e transmitem a paz interior que desejo. Quando realizo um desenho ou uma pintura entrego o meu coração… a minha alma. É como se viajasse para um sítio maravilhoso e mágico, onde não existe o sofrimento, mas sim alegria e cor. Normalmente, para a realização das minhas obras utilizo diversas técnicas como o óleo, o acrílico e a mista. Apesar do diversificado leque de temáticas que já executei, nas minhas obras a que predomina é a do mar, remontando às minhas origens”.

Os seus trabalhos têm percorrido diversas localidades do nosso país onde têm registado grande aceitação, nomeadamente em Ourém e Ponte de Lima onde recentemente estiveram expostos ao público.

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PINTORA RICARDINA SILVA EXPÕE EM PAREDES DE COURA

A pintora Ricardina Silva vai expor em Paredes de Coura as suas obras a óleo, a acrílico e técnica mista, abordando diferentes temáticas numa perspectiva Surrealista e Realista. A mostra vai estar patente ao público, no Centro Cultural de Paredes de Coura, sito na Avenida Cónego Bernardo Chousal, em Paredes de Coura, entre os dias 1 a 27 de Novembro, podendo ser visitada de 3ª a Domingo das 14h00 às 18h00. O Título da exposição é "Mais além..." porque a autora pretende “chegar mais além, descobrir, transformar, criar....". A exposição conta com o apoio do BLOGUE DO MINHO.

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Ricardina Silva nasceu em Esposende e vive actualmente em Leiria. Como ela própria refere, “desde tenra idade que adorava desenhar apenas com um lápis e uma folha branca, guardava todos os desenhos num dossier”. Aos dezassete anos experimentou a pintura sobre tela em acrílico.

Em 2006 realizou a primeira exposição e, a partir de então nunca mais parou. Sucederam-se os concursos e as bienais, passou a experimentar outras técnicas como a pintura a óleo, mista, pastel, aguarela e os desenhos começaram a ser realizados a carvão e grafite.

Para a artista, “cada obra é como um poema harmonioso, de cores luminosas que transparecem num clima rimático e transmitem a paz interior que desejo. Quando realizo um desenho ou uma pintura entrego o meu coração… a minha alma. É como se viajasse para um sítio maravilhoso e mágico, onde não existe o sofrimento, mas sim alegria e cor. Normalmente, para a realização das minhas obras utilizo diversas técnicas como o óleo, o acrílico e a mista. Apesar do diversificado leque de temáticas que já executei, nas minhas obras a que predomina é a do mar, remontando às minhas origens”.

Os seus trabalhos têm percorrido diversas localidades do nosso país onde têm registado grande aceitação, nomeadamente em Ourém e Ponte de Lima onde recentemente estiveram expostos ao público.

PONTE DE LIMA EXPÕE PINTURA DE RICARDINA SILVA

Na Galeria da Torre da Cadeia Velha, em Ponte de Lima, encontra-se patente ao público até ao próximo dia 30 de Outubro a exposição de pintura de Ricardina Silva, podendo ser visitada de Segunda a Sábado, das 9h30 às 12h30 e das 12h30 às 18 horas. Aos Domingos, a exposição encontra-se aberta das 10 h às 12h30 das 15h às 18h.

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O título da exposição é “Olhar/Sentir” porque, como refere a pintora, “esta exposição pretende estimular sentimentos, emoções e olhares… interpretações e diferentes formas de ver e sentir a arte”.

A exposição é composta por pinturas a óleo, acrílico e técnica mista.

A pintora Ricardina Silva é natural de Esposende e vive actualmente em Leiria. Como ela própria refere, “desde tenra idade que adorava desenhar apenas com um lápis e uma folha branca, guardava todos os desenhos num dossier”. Aos dezassete anos experimentou a pintura sobre tela em acrílico.

Em 2006 realizou a primeira exposição e, a partir de então nunca mais parou. Sucederam-se os concursos e as bienais, passou a experimentar outras técnicas como a pintura a óleo, mista, pastel, aguarela e os desenhos começaram a ser realizados a carvão e grafite.

Para a artista, “cada obra é como um poema harmonioso, de cores luminosas que transparecem num clima rimático e transmitem a paz interior que desejo. Quando realizo um desenho ou uma pintura entrego o meu coração… a minha alma. É como se viajasse para um sítio maravilhoso e mágico, onde não existe o sofrimento, mas sim alegria e cor. Normalmente, para a realização das minhas obras utilizo diversas técnicas como o óleo, o acrílico e a mista. Apesar do diversificado leque de temáticas que já executei, nas minhas obras a que predomina é a do mar, remontando às minhas origens”.

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RICARDINA SILVA: PINTORA É NATURAL DE ESPOSENDE

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Ricardina Silva nasceu em Esposende e vive actualmente em Leiria. Como ela própria refere, “desde tenra idade que adorava desenhar apenas com um lápis e uma folha branca, guardava todos os desenhos num dossier”. Aos dezassete anos experimentou a pintura sobre tela em acrílico.

Em 2006 realizou a primeira exposição e, a partir de então nunca mais parou. Sucederam-se os concursos e as bienais, passou a experimentar outras técnicas como a pintura a óleo, mista, pastel, aguarela e os desenhos começaram a ser realizados a carvão e grafite.

Para a artista, “cada obra é como um poema harmonioso, de cores luminosas que transparecem num clima rimático e transmitem a paz interior que desejo. Quando realizo um desenho ou uma pintura entrego o meu coração… a minha alma. É como se viajasse para um sítio maravilhoso e mágico, onde não existe o sofrimento, mas sim alegria e cor. Normalmente, para a realização das minhas obras utilizo diversas técnicas como o óleo, o acrílico e a mista. Apesar do diversificado leque de temáticas que já executei, nas minhas obras a que predomina é a do mar, remontando às minhas origens”.

RICARDINA SILVA EXPÕE EM PONTE DE LIMA

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A pintora Ricardina Silva vai expor em Ponte de Lima diversas obras de sua autoria de carácter surrealista e realista abordando diversas temáticas. A exposição “Olhar/Sentir” estará é inaugurada no próximo dia 15 de Outubro e ficará patente ao público até ao dia 30 de Outubro, na Galeria da Torre da Cadeia Velha, podendo ser visitada de Segunda a Sábado das 9h30 às 12h30 e das 14h00 às 18h00. Domingo das 10h00 às 12h30 e das 15h00 às 18h00. E a entrada é livre.

O Título da exposição é "Olhar/Sentir". Porquê este título: "Esta exposição pretende estimular sentimentos, emoções e olhares...interpretações e diferentes formas de ver e sentir a arte.".Exposição composta por obras a óleo, a acrílico e técnica mista.

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As Vindimas na Pintura de Malhoa

A pintura “As Vindimas” constitui uma obra do pintor José Malhoa que se insere num conjunto de duas telas encomendadas nos finais do século XIX por um abastado emigrante oriundo da região de Aveiro, o Comendador Seabra, destinadas a ornamentar o cimo de uma escadaria do seu faustoso palacete, situado no Bairro Flamengo, na área sul do Rio de Janeiro. Este prédio viria a ser demolido nos anos oitenta do século XX para dar lugar a modernas construções, mais ao gosto das novas metrópoles. A outra tela que integra o conjunto titula-se “A Caminho da Romaria”, possuindo ambas a particularidade de retratarem os modos de vida característicos dos finais de oitocentos na região de Entre-o-Douro-e-Minho.

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Possuindo cerca de seis metros de altura, ambas as telas se apresentam recortadas em diagonal na parte inferior uma vez que se destinaram a ser expostas no cimo de uma escadaria a ladear a entrada de um salão nobre. Quando o palacete foi demolido, o seu recheio foi a leilão e, apesar de ter contado com a presença de um representante do Estado português, aquelas telas viriam a ser adquiridas juntamente com correspondência trocada pelo pintor José Malhoa, por um conceituado antiquário de Lisboa, o Sr. Jaime Afra, que as transportou para Portugal e durante vários anos as manteve expostas no seu estabelecimento situado nas proximidades da Praça do Príncipe Real.

Com o seu falecimento, ficámos a desconhecer o paradeiro destas duas obras-primas do mestre José Malhoa. Aliás, apesar da sua importância, as mesmas não se encontram no Museu José Malhoa, em Caldas da Rainha, nem em Figueiró dos Vinhos onde o artista viveu, nem as mesmas são referidas nas publicações acerca da obra do pintor. Recentemente, viemos a saber através da srª D. Isabel Afra, viúvia do antiquário Jaime Afra, que os referidos quadros foram vendidos para a colecção do antigo Banco BCP, actual Millenium, acreditando-se que ainda lá se encontrem.

O quadro “As Vindimas” constitui uma pintura a óleo sobre tela, produzida nos finais do século XIX e que, à semelhança de outras obras de arte que produziu, procurou retratar motivos populares, repletos de vida e cor, envolta numa atmosfera luminosa e plena de sensualidade. Esta obra retrata-nos a alegria esfusiante e singela do povo simples que se desloca em ambiente festivo para a festa no cumprimento de uma promessa, na devoção de algum santo milagreiro, levando consigo as suas alfaias, envergando os seus trajes característicos, exibindo o colorido garrido e a robustez das gentes simples do povo.

Influenciado por Silva Porto, o pintor José Malhoa é considerado o pioneiro do naturalismo em Portugal, tendo integrado o chamado “Grupo do Leão” e vindo a aproximar-se do impressionismo. Tal como na pintura de Silva Porto, também o paisagismo na obra de José Malhoa incide particularmente nos costumes mais pitorescos, valorizando desse modo a natureza como única realidade existente e, em consequência, rejeitando qualquer ideia de sobrenatural. No quadro “As Vindimas”, o pintor descreve o que viu, sem qualquer preconceito de ordem moral ou estética nem idealizações como o faziam os românticos, retratando apenas a natureza e as pessoas tal como elas se lhe apresentam. Aqui, a natureza adquire um carácter absoluto e permanente, por oposição ao idealismo, retratando cenas da vida rural, combinando uma luminosidade intensa e dramática com a técnica impressionista de representação da luz solar. Com efeito, a obra pictórica de José Malhoa insere-se nas correntes estéticas predominantes nos finais do século XIX, mormente o naturalismo, o realismo e o impressionismo.

Os finais do século XIX foram marcados por um verdadeiro fervilhar de novas ideias e correntes estéticas a reflectir as grandes mudanças sociais da época, a industrialização das sociedades modernas, a maior rapidez dos meios de transporte e melhoria das formas de comunicação a facilitar nomeadamente a circulação da cultura e do pensamento e, finalmente, a prenunciar grandes convulsões sociais. De toda a Europa, e principalmente de Paris, chegavam de comboio novas ideias políticas e filosóficas, a moda e novas correntes estéticas, à semelhança das mercadorias que eram importadas para consumo de uma burguesia que sobretudo no meio lisboeta se revelava cada vez mais exigente. Não obstante, são os motivos populares e genuínos que mais cativam José Malhoa na sua obra, incluindo os retratos produzidos em ambiente urbano.

Naturalmente, a pintura “As Vindimas” de José Malhoa, bem assim como grande parte da sua obra, sofreu as influências da pintura de Silva Porto mas, ao invés deste, utiliza recorrentemente uma paleta de cores vivas, audaciosas, plenas de sensualidade e beleza, através das quais inunda a luz solar. Aqui retrata a alegria do povo nos seus afazeres da lavoura, mostrando raparigas robustas e enérgicas, de peitos fartos e rostos saudáveis. Toda esta abundância de luz e cor mais não parece do que uma forma de celebrar a natureza e com ela o próprio sol, numa manifestação de fé quase panteísta com a qual o próprio naturalismo se chega a confundir na crença de que a razão humana pode atingir o entendimento do divino.

Malhoa-Romaria