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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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CAFÉ CULTURAL RESIDÊNCIA ARTÍSTICA ESTREIA EM FAFE

Música e Graffiti em destaque nesta primeira edição

Fafe recebe, pela primeira vez, um ciclo de residências artísticas do projeto Café Cultural Residência Artística, criado numa parceria entre o Município de Fafe e a organização Café Cultural do artista plástico e produtor brasileiro, Vicente Coda.

Este projecto, centrado nas diferentes formas culturais, vai destacar, na primeira residência, até 24 de Março, a música e o graffiti, estando programadas várias iniciativas como o músico Luiz Fontineli e os grafiters Pedro Loureiro e João Vasco.

No Sábado, dia 18, Luiz Fontineli dá o mote para vários dias de animação com um Workshop de Ritmos Nordestinos, na Junta de Freguesia de Fornelos, a partir das 21h30.

No dia seguinte, dia 19, no Multiusos de Fafe, quer os graffits, quer a música nordestina serão o tema de vários workshops destinados a todos os públicos.

Na sexta-feira, dia 23, a partir das 16h00, são inaugurados, na Praça das Comunidades, os trabalhos finais de Graffiti, desenvolvidos pelos dois grafiters que estiveram em Fafe. À noite, pelas 21h30, é apresentado, na Sala Manoel de Oliveira, o projecto de Sinergia entre os artistas convidados, a Academia de Música José Atalaya e a Escola Bailado de Fafe.

Este primeira residência termina no dia 24, com um concerto de Luiz Fontineli e a Banda de Rua no Teatro-Cinema de Fafe, às 21h30.

Pompeu Martins, Vereador da Cultura da Câmara Municipal de Fafe revela que “se trata de um projecto inovador, dinâmico e progressista e que vai trazer à nossa cidade um conjunto de artistas de renome e diferentes manifestações culturais. O que vai acontecer em Fafe durante estas duas semanas é, na verdade, uma partilha de aprendizagens e experiências num laboratório de descobertas artísticas. Cada artista vai desenvolver uma oficina na sua área e criar um trabalho único em conjunto com a população.”

AMARES APOSTA NA CRIATIVIDADE ARTÍSTICA

Encontrarte Amares estimula capacidade criativa através de concursos internacional de desenho e de cinema de animação experimental

Amares volta a receber entre os dias 27 e 30 de julho o Festival de Artes Plásticas e Cinema de Animação Encontrarte. “Património em Trânsito” será o mote para a 5ª edição da bienal que abrirá portas para que artistas nacionais e internacionais, das mais variadas áreas, criem laços de diálogo com Amares, propondo um olhar autoral capaz de refletir a realidade atual da região.

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Assente numa pluralidade de discursos decorrentes de práticas artísticas diversificadas, objetiva a construção de um espírito crítico capaz de projetar, valorizar e promover as dinâmicas da região.

Transformação, movimento, transpiração e trânsito vão ser as palavras-chave para estudar a complexidade do território.

Inscrições abertas até 10 de junho

Promover, fomentar e estimular o interesse pelo Cinema de Animação ao nível local, nacional e internacional e o interesse pelo desenho, enquanto disciplina autónoma, bem como, valorizar artistas e estudantes da área, quer nacionais quer internacionais, são os objetivos centrais dos concursos de cinema de animação experimental e concurso internacional de desenho promovidos no âmbito do Encontrarte Amares 2017. As inscrições estão abertas e decorrem até ao dia 10 junho 2017.

Concurso Internacional de Cinema de Animação Experimental 

A Edição 2017 do Encontrarte Amares propõe uma reflexão em torno da multiplicidade e contemporaneidade no cinema de animação.

O principal objetivo deste festival passa por traçar uma abordagem transescalar, que hierarquiza e acompanha os vários estádios da produção cinematográfica e seus agentes, e pela qual as diferentes formas de pensar e fazer cinema de animação contemporâneas se manifestam.

O Concurso Internacional de Cinema de Animação Experimental promove a divulgação de obras e autores nacionais e internacionais, valorizando a originalidade, a componente visual e as narrativas não convencionais, e assume-se como um incentivo à criação de novas abordagens cinematográficas de carácter experimental.

Regulamento e inscrições disponíveis no site: http://encontrarte.pt/portuguese/edio-2017/concurso-de-cinema-animao-experimental/sobre.html.

Concurso Internacional de Desenho

O Concurso Internacional de Desenho, a realizar-se no âmbito do Encontrarte Amares 2017, visa a criação de uma plataforma de desenvolvimento e consolidação do que se entende como a dimensão artística do desenho.

“É nosso objetivo promover a reflexão em torno do papel do desenho na contemporaneidade e o potencial inerente à sua autonomização em relação ao processo de criação artística. Isto é, o desenho já não é visto apenas como um método auxiliar, mas também como um processo criativo independente. E é essa a dimensão do desenho que nos interessa”, refere a equipa do Encontrarte.

Por isso, serão valorizadas as ferramentas (intelectuais e físicas) que, hoje em dia, alicerçam a singularidade desta disciplina, como também, a procura de novos caminhos e significados face à sua autonomia e no sentido do seu crescimento e afirmação.

Regulamento e inscrições disponíveis no site: http://encontrarte.pt/portuguese/edio-2017/concurso-de-desenho/sobre.html

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GUIMARÃES ORGANIZA BIENAL DE ARTES

Bienal de Ilustração de Guimarães é apresentada na próxima 6ª feira, 17 março

Programa, que incluirá um concurso de âmbito nacional, é anunciado no final desta semana. Encontro com os jornalistas decorrerá na Plataforma das Artes.

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A programação da primeira edição da BIG – Bienal de Ilustração de Guimarães é apresentada em conferência de imprensa na próxima sexta-feira, 17 de março, às 11 horas, na Plataforma das Artes e da Criatividade.

Na oportunidade, será anunciada a data do evento, a abertura das inscrições e o conceito que está subjacente a este novo projeto cultural da Câmara Municipal de Guimarães, em parceria com a cooperativa A Oficina, Museu de Alberto Sampaio e “CAAA – Centro para os Assuntos da Arte e da Arquitectura”.

A BIG - Bienal de Ilustração de Guimarães tem como principal objetivo dignificar o papel dos ilustradores no desenvolvimento cultural, seja no campo da edição (livros, revistas, jornais, cartazes, suportes clássicos de comunicação de massas), seja no âmbito das novas tecnologias. A BIG pretende colocar Guimarães como referência nacional e internacional no domínio do fomento da massa crítica e da criação na área da ilustração.

PROFESSORES DE ARTES DA ESCOLA SUPERIOR GALLAECIA EXPÕEM EM MONÇÃO

Monção inaugura a Exposição de Professores de Artes da Escola Superior Gallaecia,  hoje, pelas 16h00, nas instalações da Casa Museu de Monção da Universidade do Minho, sitas na vila de Monção.

Trata-se de uma iniciativa da, Unidade Cultural da Universidade do Minho que conta com o apoio da Casa Museu de Monção da Universidade do Minho e da Fundação Bienal de Cerveira. Os docentes da Licenciatura em Artes Plásticas e Multimédia da Escola Superior Gallaecia têm a honra de apresentar os seus trabalhos artísticos, fruto do percurso individual de cada docente.

Artistas: Alexandre Costa, Damião Matos, Emília Simão, Henrique Silva, Hermano Passos, José Vicente, Margarida Leão, Samuel Barbosa e Teresa Correia.

Esta exposição estará patente ao público até ao final do mês de março.

HORÁRIO DA EXPOSIÇÃO:

Terça a Sexta Feira - das 09h30 às 12h00 e das 14h00 às 17h00

Sábados - das 14h00 às 18h00

Domingos e Segundas: encerrada

Mais informações em:

www.casamuseumoncao.uminho.pt

PROFESSORES DE ARTES EXPÕEM EM MONÇÃO

O Presidente e a Direção da Casa Museu de Monção, Unidade Cultural da Universidade do Minho, promovem a Exposição de Professores de Artes da Escola Superior Gallaecia, no próximo dia 8 de março (quarta feira), pelas 16h00, nas instalações da Casa Museu de Monção da Universidade do Minho, sitas na vila de Monção.

Com o apoio da Casa Museu de Monção da Universidade do Minho e da Fundação Bienal de Cerveira, os docentes da Licenciatura em Artes Plásticas e Multimédia da Escola Superior Gallaecia têm a honra de apresentar os seus trabalhos artísticos, fruto do percurso individual de cada docente.

Artistas: Alexandre Costa, Damião Matos, Emília Simão, Henrique Silva, Hermano Passos, José Vicente, Margarida Leão, Samuel Barbosa e Teresa Correia.

Esta exposição estará patente ao público até ao final do mês de março.

HORÁRIO DA EXPOSIÇÃO:

Terça a Sexta Feira - das 09h30 às 12h00 e das 14h00 às 17h00

Sábados - das 14h00 às 18h00

Domingos e Segundas: encerrada

Mais informações em:

www.casamuseumoncao.uminho.pt

www.facebook.com/pages/Casa-Museu-de-MonçãoUniversidade-do-Minho/809321412454696

NAVIO GIL EANNES RECEBE EXPOSIÇÃO “ARTE & MEDICINA”

De 4 de março a 30 de abril, vai estar patente no Navio Museu Gil Eannes a exposição “Arte & Medicina”.

É uma exposição do Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra, a qual foi idealizada por uma equipa de curadoras Cristina Nogueira e Carolina Gomes.

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A exposição exibe 61 reproduções de pinturas e iluminuras de museus de todo o mundo tendo como objetivo induzir o visitante a refletir na forma como a arte representou a medicina, os médicos, as doenças e os hospitais, e a sua evolução história. Exibem-se ainda objetos de uso médico do acervo da Escola Superior de Saúde de Viana do Castelo.

A exposição que conta com o apoio da Fundação Gil Eannes, será inaugurada no próximo dia 4 de março às 18h, e poderá ser visitada todos os dias a partir das 9.30h.

VISITAS GUIADAS À ARTE URBANA EM GUIMARÃES TERMINAM ESTE DOMINGO

ESTE DOMINGO DE MANHÃ (11H)

Guimarães realiza última visita guiada a mostras de arte urbana em paragens de autocarro

Inscrições abertas para conhecer projeto urbano “As Paragens onde o Tempo Habita”. Última visita ao conjunto de ilustrações decorrerá este domingo de manhã.

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A Câmara Municipal de Guimarães tem abertas inscrições para a participação na última visita guiada de autocarro, agendada para este domingo, 19 de fevereiro, às intervenções artísticas realizadas em dezassete abrigos de paragens de transportes públicos no centro de Guimarães, um dos eventos que assinalou o 15º aniversário da elevação do Centro Histórico a Património Cultural da Humanidade.

As inscrições para o público poder acompanhar a visita ao projeto urbano “As Paragens onde o Tempo Habita” são limitadas aos lugares existentes no autocarro. O percurso tem início às 11 horas, no abrigo da Alameda S. Dâmaso (Norte), seguindo-se o da Rua de Santo António, Alameda da Universidade (2), Rua Teixeira Pascoais e Pavilhão Francisco de Holanda.

O périplo continua pela Avenida São Gonçalo (2), Alameda Dr. Mariano Felgueiras (em frente ao Hospital), Escola de Creixomil, Alameda Dr. Mariano Felgueiras (em frente ao GuimarãeShopping), Avenida D. Afonso Henriques, Largo República do Brasil (2), Alameda Abel Salazar (em frente à Escola Martins Sarmento), Rua Dr. R. Carvalho e Av. Cónego Gaspar Estaço (junto ao Tribunal).

Marcações por correio eletrónico ou na Praça S. Tiago

Os interessados poderão efetuar as inscrições através de correspondência eletrónica (cultura@cm-guimaraes.pt) ou diretamente na Loja Interativa de Turismo de Guimarães, na Praça de S. Tiago, até ao dia anterior à data pretendida. Para tal, deverão indicar o nome, contacto de telemóvel e número de pessoas inscritas.

O projeto, coordenado pela Escola Superior Artística de Guimarães (ESAG), em parceria com as empresas ARRIVA e JCDecaux, é constituído por ilustrações da autoria de Flavie Monjon, Mafalda Neves, João Silvestre, Catarina Peixoto, Sérgio Marques e Evandro Souza Dias, jovens autores, mestres em ilustração pela ESAG, dirigida por Paulo Leocádio, que coordenará a visita.

IRMANDADE DE S. VICENTE DE BRAGA REALIZA CONFERÊNCIAS DEDICADAS AO MÁRTIR

1ª Conferência

27 | jan.(sex)

Tema: Azulejos entre talha(s)” *

Convidado: Doutor Eduardo Pires de Oliveira, investigador e especialista em História da Arte

Moderação: José Pinto, Juiz Presidente da Irmandade

Local: Igreja paroquial de São Vicente, rua de São Vicente, Braga

Hora: 21:30h

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2ª Conferência

03 | fev.(sex)

Tema: “Intervenção arqueológica em espaços religiosos”

Convidado: Prof. Doutor Luís Fontes, arquólogo da Unidade de Arqueologia da Universidade do Minho (UAUM) e, docente da UMinho

Moderação: José Pinto, Juiz Presidente da Irmandade

Local: Igreja paroquial de São Vicente, rua de São Vicente, Braga

Hora: 21:30h

*No final da conferência, irá a leilão uma fotografia do interior da Igreja de São Vicente, oferecida por Libório Manuel Silva, editor da obra: «Azulejo em Braga - O Largo Tempo do Barroco». Insere-se este leilão, na campanha de angariação de fundos "Abrigar São Vicente". A base de licitação da foto é de: 25,00€. Os interessados, poderão fazer chegar as suas propostas diretamente na sacristia, das 09:30h às 12:00h e das 16:00h às 18:30h, ou através do  email: "irmandadesaovicente@gmail.com", e, ainda no final da Conferência.

Com estas duas conferências temáticas, a Irmandade de São Vicente de Braga encerra o programa de 2017 da festa em honra do seu padroeiro.

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PONTE DE LIMA RECEBE EXPOSIÇÃO DE ARTE CONTEMPORÂNEA

LETHES ART Ponte de Lima 2017. Memória & Identidade (s) – Candidaturas até 31 de março

A Vila de Ponte de Lima vai receber mais uma grande exposição de Arte Contemporânea.

O projeto artístico Lethes Art, que promove a criação e exibição de obras de arte contemporânea de Artistas nacionais e estrangeiros, vai permanecer numa da Vilas Mais Antigas de Portugal entre 1 de julho a 30 de setembro, ocupando diversos locais de exposição.

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Já em 2016 o Município de Ponte de Lima abriu as portas do seu património a idêntica iniciativa promovendo a mostra em vários museus municipais, um jardim temático, uma capela, ou uma casa senhorial.

Em 2017, esta mostra internacional de arte contemporânea irá apresentar-se em diversos edifícios e locais históricos da vila, desde espaços museológicos, jardins, capelas, igrejas ou uma antiga prisão de mulheres constituem a geografia física dos locais de exposição do roteiro do LETHES ART Ponte de Lima.

Artistas de todo o mundo estão convidados a participar com os seus trabalhos nesta mostra de arte contemporânea. O tema do LETHES ART em 2017, ‘Memória & Identidade(s)’, convida à participação em diversas áreas: Arquitetura, Cerâmica, Desenho, Escultura, Fotografia, Ilustração, Instalação de Arte, Livro de Artista, Pintura, Poesia, Vídeo, Computer Art, Land Art, Projection Art, Sound Sculpture.

As candidaturas são feitas online, na opção ‘Área do Artista’, de 16 de janeiro a 31 de março de 2017. Leia as Condições de Participação e o Conceito 2017 e registe-se na plataforma do LETHES ART para submeter as suas obras de arte à participação. Lethes Art!

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PONTE DE LIMA RECEBE EXPOSIÇÃO DE ARTE CONTEMPORÂNEA

LETHES ART Ponte de Lima 2017. Memória & Identidade (s) – Candidaturas até 31 de março

A Vila de Ponte de Lima vai receber mais uma grande exposição de Arte Contemporânea.

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O projeto artístico LETHES ART que promove a criação e exibição de obras de arte contemporânea de artistas nacionais e estrangeiros, vai permanecer na Vila Mais Antiga de Portugal entre 1 de julho a 30 de setembro, ocupando diversos locais de exposição.

Já em 2016 o Município de Ponte de Lima abriu as portas do seu património a idêntica iniciativa promovendo a amostra em vários museus municipais, um jardim temático, uma capela, ou uma antiga ‘prisão das mulheres’.

Em 2017, esta mostra internacional de arte contemporânea irá apresentar-se em diversos edifícios e locais históricos da vila, desde espaços museológicos, jardins, capelas ou igrejas constituem a geografia física dos locais de exposição do roteiro do LETHES ART Ponte de Lima.

Todos os artistas nacionais e estrangeiros estão convidados a participar com os seus trabalhos nesta mostra de arte contemporânea. O tema do LETHES ART em 2017, ‘Memória & Identidade(s)’, convida à participação em diversas áreas: Arquitetura, Cerâmica, Desenho, Escultura, Fotografia, Ilustração, Instalação de Arte, Livro de Artista, Pintura, Poesia, Vídeo, Computer Art, Land Art, Projection Art, Sound Sculpture.

As candidaturas são feitas online, na opção ‘Área do Artista’, de 16 de janeiro a 31 de março de 2017. Leia as Condições de Participação e o Conceito 2017 e registe-se na plataforma do LETHES ART para submeter as suas obras de arte à participação.

FAMALICÃO REALIZA CONCURSO DE ARTE VICENTINA

Inscrições para concurso de Arte Vicentina decorrem até sábado

Decorrem até ao próximo sábado, 14 de janeiro, as inscrições para participar no concurso de Arte Vicentina, promovido pelo Município de Vila Nova de Famalicão, através do Gabinete do Associativismo, em parceria com a União das Freguesias de Arnoso Santa Maria, Arnoso Santa Eulália e Sezures.

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O concurso que põe à prova a criatividade da população, desafiando-a a apresentar réplicas do grande arco das festas de S. Vicente, resulta numa exposição que terá lugar durante o dia 22 de janeiro, no Monte de S. Vicente.

Os arcos a concurso devem ter uma altura máxima de 1,5 metro, e podem ser criados com qualquer material, sendo contudo condição de participação que as obras incorporem materiais/resíduos provenientes da terra ou que esta esteja simbolicamente representada.

Dado que as obras selecionadas serão expostas ao ar livre, em local público junto à Capela de S. Vicente, os artistas deverão ter em consideração a sua facilidade de instalação e remoção. A divulgação dos premiados e respetiva entrega de prémios será feita no dia 22, na “Mostra Associativa”. Todos os artistas serão contemplados com certificado de participação e aos primeiros classificados serão entregues diplomas e troféus.

Refira-se que as inscrições realizam-se na Junta de Freguesia de Sezures através do preenchimento de ficha própria, sendo a data limite para receção das mesmas o dia 14 de janeiro de 2017.

RTP2 MOSTRA OBRA DOS ARTISTAS PORTUGUESES

“Estou nas Tintas”: Apresentação do programa reúne artistas de várias gerações

Estreia a 6 de Janeiro de 2017 na RTP2 e é apresentado publicamente três dias antes, no dia 3 de Janeiro, na Galeria da Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa (FBAUL) com a presença de vários artistas portugueses de diferentes gerações. “Estou nas Tintas” é um programa sobre artes, produzido pela Provetouch e realizado por António de Almeida Lopes para a RTP.

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Júlio Pomar, Cruzeiro Seixas, Eurico Gonçalves, Dalila D’Alte, Manuel Botelho, Ana Mesquita, Carlos Nogueira, Odeith e Nomen são alguns dos artistas entrevistados que estarão presentes na Galeria da FBAUL no dia 3 de Janeiro, às 18h30, para a apresentação pública do programa “Estou nas Tintas”, que estreia no dia 6 de Janeiro, às 21h, na RTP2, e que será uma celebração das obras e dos criadores portugueses.

Quem são os nossos artistas? Que obra têm? O que é que ela transmite ou representa? O que têm a dizer ao mundo? O que os move ou inspira? Estas foram algumas das linhas de orientação deste projecto, que vai dar a conhecer a vida e a obra de cerca de 80 dos mais importantes nomes da arte nacional.

Um ano depois do início das filmagens chega a hora de o partilhar com o público, que tem, desta forma, a oportunidade de entrar nas casas e nos ateliês de múltiplos artistas. A ambição dos autores é que esta série se torne um documento essencial da história da arte portuguesa, uma referência basilar para quem no futuro tiver interesse em conhecer uma parte significativa da nossa herança artística.

António de Almeida Lopes, realizador do programa “Repórteres de Palmo e Meio” e de campanhas como “Saúde com Sabor”, “Praia Limpa, Praia Segura” ou “Riscos e Rabiscos”, foi o autor da ideia e quem realizou o projecto – aprovado pela directora de programas da RTP2, Teresa Paixão – e Joaquim Luís Feijão o responsável pela Provetouch, a produtora que abraçou e embarcou nesta viagem durante sete meses.

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Voz aos artistas

“Essa frase ‘estou nas tintas’ é um exemplo de como o sentido que se pode dar às coisas pode ser muito diferente. Ninguém pense que tem a verdade absoluta.” – Júlio Pomar

 

“Pintar, para mim, é uma forma de estar vivo, é como respirar, comer…” – Diogo Navarro

 

“Picasso dizia que a arte limpa, do quotidiano, a poeira dos dias.” – Ana Mesquita

 

“Se a função do artista é a procura do belo, eu encontrei essa procura no corpo da mulher.” – Francisco Simões

 

“Nessa altura, comemorava-se a venda de um quadro, fosse de quem fosse.” – Gracinda Candeias

 

“Eu estou sempre apaixonada. Tento-me apaixonar nem que seja por um livro, por uma frase, pelo amanhecer…” – Tamara Alves

 

“Eu penso que a actividade artística se define, quer em pintura, quer no cinema, quer na literatura, seja onde for… é exactamente o repensar constantemente métodos, definições, objectivos, trajectórias…” – Jaime Silva

 

“Eu tenho pavor do óbvio e tento sempre fazer coisas inesperadas.” – José Costa Reis

 

“A técnica, no meu ponto de vista, é apenas um suporte ou um apoio para a concretização de um trabalho.” – Carlos Nogueira

 

“A pintura acaba por ser a nossa forma de nos expressarmos e acaba por ser o alfabeto da pessoa.” – Jorge Almeida

 

“Não temos um grande museu de arte portuguesa, por exemplo. Nós se quisermos ver a evolução da arte portuguesa, desde o princípio do século até hoje, onde é que vamos?” – Manuel Baptista

 

“O amor, a cultura, a poesia são realmente a coisa mais importante que nós temos, para agarrar com ambas as mãos com toda a força.” – Cruzeiro Seixas

 

“Qualquer fotógrafo é um contador de histórias.” – Joel Santos

 

“Os artistas portugueses, para mim, são mais uma dessas facetas que nós temos que ser capazes de valorizar, que fazem parte do nosso património.” – Manuel Botelho

 

“A arte é a zona mais criativa da natureza humana.” – Eurico Gonçalves

Lista de artistas convidados do programa

 

Pintores

 

Alexandre Alonso Clo Bourgard Cruzeiro Seixas David Levy Lima Diogo Navarro Eleutério Sanches Eurico Gonçalves Gabriela Carrascalão Gracinda Candeias Gustavo Fernandes Jaime Silva

Jorge Almeida Júlio Pomar Luís Noronha da Costa Madalena Raimundo Manuel Baptista Manuel Botelho Maria de Lurdes Oliveira Mário Rita Pedro Guimarães

 

Escultores

 

Carlos Nogueira Francisco Simões Frederico Elias Isabel Garcia Manuela Madureira Manuel Sousa Pereira Mestre José Rodrigues Rogério Timóteo Rui Matos Susana Piteira

 

Writers

 

Adalberto Brito (Youth One) Artur Silva (Bordalo II) Gustavo Teixeira (Mesk) João SAMINA Miguel Caeiro (RAM) Nuno Palhas (Third) Nuno Reis (Nomen) Oliveiros Júnior (Utopia) Sérgio Odeith

 

Ilustradores

 

Ana Mesquita João Saramago José Pereira Marco Mendes Rita Ravasco Sara Osório (Sara-a-Dias) Tamara Alves

 

Artistas plásticos

 

Ana Isabel Miranda Rodrigues António Canau Bernardete Moreira Cristiano Neves

Dalila D’Alte Joel Santos José Costa Reis José Pedro Alves Paula Bernardes Sérgio Santos

 

Outros especialistas

 

Ágata Rodrigues (Fundação José Rodrigues) Ana Roque António Soares Celine de Azevedo Cristina Ehrn David Brites Fernando Catarino Inês Almeida Professora Joana de Oliveira (Agrupamento de Escolas D. Carlos I – Sintra) José Esteves Maria Hortense Canelas Mizette Nielsen Mouralinda Serralha Nisha Narotomo Nuno Lima de Carvalho (Galeria de Arte – Casino Estoril) Sara António Matos (Atelier-Museu Júlio Pomar) Sérgio Pinheiro Telma Araújo Wilson Galvão

 

Colaboração especial

 

Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa Prof. Dalila D’Alte Prof. Eurico Gonçalves Prof. Jaime Silva Prof. Manuel Botelho Carlos Sanches (Músico) João Gil (Músico) José Cid (Músico)

 

Ficha Técnica

 

Direcção de Produção Joaquim Luís Feijão

 

Produção Rute Simão Carina Rodrigues António de Almeida Lopes

 

Entrevistas Beatriz Machado Carina Rodrigues Rute Simão

 

Textos Carina Rodrigues António de Almeida Lopes Rute Simão

 

Pesquisa António de Almeida Lopes Carina Rodrigues Rute Simão

 

Operadores de Câmara Fernando Silva Miguel Marques Ricardo Oliveira

 

Assistentes de Câmara Tomás Feijão Rodrigo Coutinho

 

Edição Afonso Brito Clemente Alves Joana Júdice

 

Técnico Responsável de Som Joaquim Luís Feijão

 

Apoio Técnico Carlos Loureiro Francisco Esteves

 

Locução Carina Rodrigues

 

Backoffice Fernando Pinheiro

 

Realização António de Almeida Lopes

 

Uma Produção PROVETOUCH

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RTP2 DÁ A CONHECER A OBRA DOS MAIORES VULTOS DA ARTE NACIONAL

“Estou nas Tintas”: O homem à frente da obra

O “Estou nas Tintas” estreia a 6 de Janeiro de 2017, às 21h00, e as expectativas são imensas. Durante 13 semanas, o programa produzido pela RTP2 vai dar a conhecer a vida e a obra de cerca de 80 dos mais importantes nomes da arte nacional.

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Dar voz à obra e ao criador foi o principal objectivo deste projecto, que tenta abordar as mais variadas formas de expressão artística e divulgar métodos, pensamentos e singularidades dos artistas plásticos portugueses.

Além de nomes incontornáveis – Júlio Pomar, Cruzeiro Seixas, José Costa Reis, Odeith e o Mestre José Rodrigues (que infelizmente partiu aos 79 anos em setembro passado, deixando-nos uma última recordação sua e da sua obra) são alguns dos convidados do programa –, o “Estou nas Tintas” pretende também dar destaque a novos nomes do panorama artístico português. António de Almeida Lopes, realizador de programas como “Saúde com Sabor”, “Praia Limpa, Praia Segura” ou “Riscos e Rabiscos”, foi o autor da ideia e quem realizou o projecto e Joaquim Feijão o responsável pela Provetouch, a produtora que abraçou e embarcou nesta viagem durante sete meses.

Um ano depois do início do projeto chega finalmente a hora de o partilhar com o público, que tem desta forma a oportunidade de entrar dentro das casas e dos ateliers de múltiplos artistas nacionais. A ambição dos autores é que esta série se torne um documento incontornável da história da arte nacional, uma fonte de informação basilar para quem no futuro tiver interesse em conhecer uma parte significativa da herança artística portuguesa.

Voz aos artistas

“Essa frase ‘estou nas tintas’ é um exemplo de como o sentido que se pode dar às coisas pode ser muito diferente. Ninguém pense que tem a verdade absoluta.” – Júlio Pomar

“Pintar, para mim, é uma forma de estar vivo, é como respirar, comer…” – Diogo Navarro

“Picasso dizia que a arte limpa, do quotidiano, a poeira dos dias.” – Ana Mesquita

“Se a função do artista é a procura do belo, eu encontrei essa procura no corpo da mulher.” – Francisco Simões

“Nessa altura, comemorava-se a venda de um quadro, fosse de quem fosse.” – Gracinda Candeias

“Eu estou sempre apaixonada. Tento-me apaixonar nem que seja por um livro, por uma frase, pelo amanhecer…” – Tamara Alves

“Eu penso que a actividade artística se define, quer em pintura, quer no cinema, quer na literatura, seja onde for… é exactamente o repensar constantemente métodos, definições, objectivos, trajectórias…” – Jaime Silva

“Eu tenho pavor do óbvio e tento sempre fazer coisas inesperadas.” – José Costa Reis

“A técnica, no meu ponto de vista, é apenas um suporte ou um apoio para a concretização de um trabalho.” – Carlos Nogueira

“A pintura acaba por ser a nossa forma de nos expressarmos e acaba por ser o alfabeto da pessoa.” – Jorge Almeida

“Não temos um grande museu de arte portuguesa, por exemplo. Nós se quisermos ver a evolução da arte portuguesa, desde o princípio do século até hoje, onde é que vamos?” – Manuel Baptista

“O amor, a cultura, a poesia são realmente a coisa mais importante que nós temos, para agarrar com ambas as mãos com toda a força.” – Cruzeiro Seixas

“Qualquer fotógrafo é um contador de histórias.” – Joel Santos

“Os artistas portugueses, para mim, são mais uma dessas facetas que nós temos que ser capazes de valorizar, que fazem parte do nosso património.” – Manuel Botelho

“A arte é a zona mais criativa da natureza humana.” – Eurico Gonçalves

Lista de artistas convidados do programa

Pintores

Alexandre Alonso

Clo Bourgard

Cruzeiro Seixas

David Levy Lima

Diogo Navarro

Eleutério Sanches

Eurico Gonçalves

Gabriela Carrascalão

Gracinda Candeias

Gustavo Fernandes

Jaime Silva

Jorge Almeida

Júlio Pomar

Luís Noronha da Costa

Madalena Raimundo

Manuel Baptista

Manuel Botelho

Maria de Lurdes Oliveira

Mário Rita

Pedro Guimarães

Escultores

Carlos Nogueira

Francisco Simões

Frederico Elias

Isabel Garcia

Manuela Madureira

Mestre José Rodrigues

Rogério Timóteo

Rui Matos

Susana Piteira

Writers

Adalberto Brito (Youth One)

Artur Silva (Bordalo II)

Gustavo Teixeira (Mesk)

João SAMINA

Miguel Caeiro (RAM)

Nuno Palhas (Third)

Nuno Reis (Nomen)

Oliveiros Júnior (Utopia)

Sérgio Odeith

Ilustradores

Ana Mesquita

João Saramago

José Pereira

Marco Mendes

Rita Ravasco

Sara Osório (Sara-a-Dias)

Tamara Alves

Artistas plásticos

Ana Isabel Miranda Rodrigues

António Canau

Bernardete Moreira

Cristiano Neves

Dalila D’Alte

Joel Santos

José Costa Reis

José Pedro Alves

Paula Bernardes

Sérgio Santos

Outros especialistas

Ágata Rodrigues (Fundação José Rodrigues)

Ana Roque

António Soares

Celine de Azevedo

Fernando Catarino

Inês Almeida

Professora Joana de Oliveira (Agrupamento de Escolas D. Carlos I – Sintra)

José Esteves

Maria Hortense Canelas

Mizette Nielsen

Mouralinda Serralha

Nisha Narotomo

Nuno Lima de Carvalho (Galeria de Arte – Casino Estoril)

Sara António Matos (Atelier-Museu Júlio Pomar)

Sérgio Pinheiro

Telma Araújo

Wilson Galvão

Colaboração especial

Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa

Prof. Dalila D’Alte

Prof. Eurico Gonçalves

Prof. Jaime Silva

Prof. Manuel Botelho Carlos Sanches (Músico)

João Gil (Músico)

José Cid (Músico)

ARCOS DE VALDEVEZ CRIA CENTRO INTERPRETATIVO DO BARROCO

Centro Interpretativo do Barroco – adjudicado o Estudo Histórico e Arqueológico

A Câmara Municipal adjudicou a prestação de serviços para o Estudo Histórico e Arqueológico do Centro Interpretativo do Barroco - Igreja do Espirito Santo à firma Archeo'Estudos, Investigação Arqueológica, Lda, pelo valor de 69.550,00 euros mais IVA.

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O projeto de criação do Centro Interpretativo do Barroco na Igreja do Espírito Santo, integrado num monumento nacional de grande valor estilístico, cultural e arquitetónico, é uma aposta da autarquia dos Arcos de Valdevez, que pretende assim promover a recuperação do edifício e do valiosíssimo espólio arquitetónico, potenciar o uso cultural com programa alusivo ao estilo artístico do Barroco e divulgar junto do público em geral e do educativo o conhecimento da arte, da sociedade e do pensamento da época barroca. A Autarquia pretende, de igual modo, transformar este monumento numa porta de entrada da Rede do Barroco na região.

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A intervenção arqueológica agora contratualizada pretende a avaliação de áreas que serão afetadas pela empreitada de requalificação, caracterizando as sequências estratigráficas contemporâneas, mas também as pré-existentes à construção do edifício religioso. Será igualmente realizado acompanhamento específico durante toda a obra, prevendo possibilidades de ocorrências arqueológicas e patrimoniais. A componente de investigação histórica neste projeto terá como objetivo o enquadramento do templo enquanto monumento representativo do Barroco no contexto regional minhoto, assim como na obtenção, análise e interpretação de dados, que serão adaptados aos conteúdos a disponibilizar pelo Centro Interpretativo; os dados recolhidos nesta etapa, serão de igual forma importantes para a interpretação dos resultados da investigação arqueológica e no estabelecimento de algumas das estratégias de abordagem à requalificação deste monumento.

Este projeto insere-se na operação “NORTE-04-2114-FEDER-000114 - Centro Interpretativo do Barroco - Igreja do Espírito Santo / Arcos de Valdevez”, cofinanciada pelo Fundo Europeu, Programa Operacional NORTE 2020, Eixo Prioritário 4 - Qualidade Ambiental e conta com um Investimento Elegível de 978.467,62 € e Comparticipação Comunitária de 831.697,48 €.

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BARCELENSES ANALISAM OBRA DE JOSÉ RODRIGUES

Conversas sobre a obra de José Rodrigues 

Amanhã, dia 17 de novembro, às 15h00, no Teatro Gil Vicente 

A Câmara Municipal de Barcelos promove amanhã, dia 17 de novembro, uma sessão de Conversas sobre a obra de José Rodrigues, aberta à comunidade em geral, mas dirigidas sobretudo aos alunos de artes do Ensino Secundário e Ensino Superior, com a participação de Cabral Pinto, atual diretor da Bienal de Arte de Cerveira.

A iniciativa está integrada no programa de exposições dedicado ao trabalho de José Rodrigues e que estarão patentes até ao final do mês no Museu de Olaria, Teatro Gil Vicente e Sala Gótica dos Paços do Concelho.

BANDA LINDI MARTINI ANIMA APRESENTAÇÃO DO ENCONTRARTE AMARES

É já amanhã, dia 5 de novembro, pelas 21h30, que o Auditório Conde de Ferreira, em Amares, acolhe a apresentação dos novos desafios do Encontrarte Amares 2017. Na  conferência de imprensa de apresentação irá também revisitada a edição de 2015.

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A noite vai contar com a presença dos Linda Martini, uma das mais relevantes bandas da música nacional, que partilhará a sua experiência em torno da residência artística que está a ter lugar em Amares, desde o dia 1 novembro, na Quinta dos Ferrage.

Amares conta com a vossa presença!

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ARTISTAS DE GAIA EXPÕEM EM BARCELOS

Ondas da Bienal de Gaia invadem Barcelos. Dia 5 de novembro, às 17h, na Galeria Municipal de Arte

A Galeria Municipal de Arte recebe no próximo sábado, dia 5 de novembro, às 17h, a exposição coletiva de artes plásticas “Onda Bienal em Barcelos”. Um projeto que engloba o trabalho de quarenta e oito artistas plásticos e que escolheu Barcelos como ponto de paragem obrigatória.

Depois do sucesso da 1ª Bienal de Gaia 2015, a “Artistas de Gaia – Cooperativa Cultural”, com o apoio da Câmara Municipal de Vila Nova de Gaia, decidiu desenvolver o projeto “ONDA BIENAL”, que pretende divulgar e incentivar os artistas plásticos, criar novos públicos de forma a mostrar a importância da arte na formação das pessoas.

Para o Presidente da Câmara Municipal de Barcelos, Miguel Costa Gomes, “ é uma honra para o Município abrir as portas a esta exposição coletiva de artes plásticas, num concelho onde a criatividade espelha as gentes que o compõem, onde as cores, o barro, os bordados, a madeira, o ferro são a base de uma arte sem igual”.

Um dos objetivos da “Artistas de Gaia – Cooperativa Cultural” é também realizar em Barcelos, entre julho e setembro de 2017, um polo da 2ª Bienal Internacional de Arte de 2017.

Esta mostra de pintura, escultura e fotografia será acolhida na Galeria Municipal de Arte e estará patente até 31 de dezembro, com entrada gratuita.

FESTIVAL DE ARTE BINNAR ARRANCA AMANHÃ EM FAMALICÃO

Primeira edição do evento decorre de 3 a 20 de novembro e vai percorrer vários espaços da cidade

É com um solo da cantora portuguesa Ana Deus, ex-Três Tristes Tigres e Osso Vaidoso, que abre esta quinta-feira, 3 de novembro, a primeira edição do festival de arte BINNAR, que a partir de amanhã, e durante os próximos dezoito dias, vai percorrer os principais espaços culturais do concelho de Vila Nova de Famalicão com concertos, cinema, exposições, performances e oficinas. 

O fotógrafo colombiano Daniel González é um dos artistas que compõem a exposição coletiva MIT Me There.jpg

A iniciativa, organizada pela associação cultural BINNAR com o apoio da Câmara Municipal, conta com um programa diversificado que reúne mais de uma dezena de artistas consagrados e emergentes do panorama artístico nacional e internacional. 

A performance de Ana Deus está marcada para as 21h30, na Casa das Artes de Famalicão. Dos vários concertos agendados para os próximos dias, destaque para a atuação de uma das mais conhecidas bandas da Galiza, os Cró, esta sexta-feira, dia 4, a partir das 22h00, no espaço cultural Cru. 

Um dos pontos altos do festival acontece já no próximo dia 12 de novembro, com a inauguração da instalação artística “(MIT) Me There”, no Museu da Indústria Têxtil. Uma exposição coletiva internacional que reúne trabalhos de fotografia e pintura de vários artistas, entre os quais a espanhola Núria Figueiredo e o fotógrafo colombiano Daniel González. 

A Fundação Cupertino de Miranda, a Galeria Soledade Malvar, o Mosteiro de Arnoso Santa Eulália, a Fundação Castro Alves, o Museu Ferroviário e a escola de artes “A Casa ao Lado” são outros dos espaços que vão dar palco às diversas iniciativas do BINNAR, cujo programa completo está disponível para consulta em www.binnar.org

Todas as iniciativas e atividades inseridas no âmbito do festival são de entrada gratuita.

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CEMITÉRIOS SÃO GALERIAS DE ARTE FUNERÁRIA E PANTEÃO DE FIGURAS ILUSTRES

Os municípios deveriam organizar roteiros culturais de modo a dar a conhecer a História e a arte que ali se guarda

Desde as suas origens, o Homem procurou sempre superar a sua própria morte, constituindo essa uma das essências de todas as religiões. Através de determinados ritos garantia a viagem eterna para uma nova vida, colocando-se na posição fetal ou levando consigo a moeda com que haveria de pagar a Caronte a travessia para o Hades.

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As antas e dolmens, as lanternas etruscas, as pirâmides egípcias e as técnicas de mumificação não são mais do que expressões de arte funerária de diferentes civilizações de épocas distintas que são atualmente estudadas e conservadas, classificadas como património cultural.

Durante muitos séculos, entre nós, o sepultamento era feito no interior das igrejas ou no terreno adjacente considerado campo santo. Ainda atualmente se conservam em muitos locais as pedras tumulares com as respetivas inscrições e, não raras as vezes, brasões de família. Nalguns casos, porém, uma certa falta de sensibilidade para a necessidade de se preservar o património tem levado à destruição das sepulturas existentes no interior das igrejas e capelas com a realização de obras alegadamente de melhoramento.

Em 1835, passou a ser proibido o enterro dentro das igrejas, decisão que juntamente com outras medidas tomadas pelo governo de Costa Cabral vieram a estar na origem da Revolução da Maria da Fonte.

Durante o século XIX, fortemente marcado pelo Romantismo, a arte funerária regista um grande desenvolvimento que se traduz na construção de grandes jazigos repletos de esculturas e motivos arquitetónicos, o emprego de novos símbolos associados nomeadamente a profissões e a obediências maçónicas, figuras alegóricas, motivos vegetalistas e uma profusão de epitáfios.

Com efeito, a arte funerária reflete a visão do cosmos e a interpretação da vida e da morta feita a partir de um determinado contexto histórico, social e ideológico, revelando a estrutura social e a mentalidade da sociedade em que a mesma foi produzida. Devido ao seu elevado interesse patrimonial e cultural, alguns cemitérios tornaram-se visitas obrigatórias e estão incluídas nos roteiros turísticos como sucede com o cemitério de Pére Lachaise, em Paris, ou o cemitério dos Prazeres, em Lisboa, onde se encontram magníficas obras de arte e em cujos jazigos repousam os restos mortais dos nossos mais ilustres poetas e outras figuras ilustres.

No dia em que muitos minhotos vão aos cemitérios visitar as sepulturas dos seus entes queridos já falecidos, o BLOGUE DO MINHO deixa aqui a sugestão para que aquele espaço de meditação seja também visto noutra perspetiva, contemplando as obras de arte, procurando decifrar os símbolos e descobrindo as figuras notáveis que ali repousam, algumas das quais marcaram em suas vidas o desenvolvimento da sociedade local.

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ARTISTA PEDRO CABRITA REIS EXPÕE “RIDI PAGLIACCIO” EM FAMALICÃO

Exposição foi inaugurada no passado sábado, dia 15, pelo artista plástico português

Em 1993, Pedro Cabrita Reis decidiu reunir alguns autorretratos que familiares e amigos lhe tiraram e começar a trabalhar sobre eles. Nesse momento nascia “Ridi Pagliaccio”, um trabalho que o artista plástico português terminou alguns anos mais tarde e que agora pode ser apreciado na galeria de arte contemporânea Ala da Frente, em Vila Nova de Famalicão.  

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A exposição, que vai estar patente no espaço cultural até dia 21 de janeiro, foi inaugurada no passado sábado, dia 15 de outubro, com a presença do autor.  

Sobre as 25 obras expostas, Pedro Cabrita Reis explica que o que as torna a todas particulares é o facto de serem baseadas em imagens que os outros têm de si próprio, chegando mesmo a dar uma forma muito peculiar da sua figura.  

“Há uma tónica comum a todas elas: o humor. Em todas as fotos há uma história e a intenção de brincar com ela, de desfazer o mito do artista enquanto herói, desmistificando aquela pose heroica que nos habituamos a ver em todos os autorretratos de artistas, poetas e músicos”, disse.

“Os artistas não podem nunca tomar uma posição de heroísmo. Devem antes adotar uma certa modéstia, por vezes irónica, mas sempre sujeita a fragilidades, sempre sujeitos a serem analisados e pensados pelos outros”, acrescentou Pedro Cabrita Reis, que não saiu de Vila Nova de Famalicão sem antes elogiar a solidez e o respeito que a Ala da Frente tem vindo a ganhar no seio da comunidade artística portuguesa.

“Não se iludam com o tamanho. A sala é pequena mas as coisas grandes não produzem necessariamente coisas maiores. É o entusiasmo e a dedicação que pomos nas pequenas coisas que fazem com elas que fiquem e perdurem no tempo”.

Considerado um dos artistas mais reconhecidos da atualidade, Pedro Cabrita Reis nasceu em Lisboa em 1956, cidade onde atualmente vive e trabalha. Com reconhecimento internacional consolidado, o seu trabalho tornou-se crucial para o entendimento da escultura a partir de meados da década de 80.

Conta com exposições individuais nas maiores galerias nacionais e internacionais e com obras presentes em importantes coleções - Fundação EDP, Fundação Serralves, Calouste Gulbenkian, Tate Modern - e nas maiores feiras e bienais de arte, como é o caso da Bienal de Veneza e de São Paulo.

Recorde-se que a Galeria Municipal “Ala da Frente”, assim chamada pelo facto da sala de exposição se encontrar na ala da frente do Palacete Barão da Trovisqueira, e por referência à contemporaneidade e vanguardismo associados ao espaço, foi inaugurada em 30 de maio de 2015, tendo iniciado o seu percurso com uma exposição de obras de Jorge Molder. Seguiu-se Rui Chafes, o vencedor do Prémio Pessoa 2015, com a mostra “Exúvia”, e José Pedro Croft, com “Prova de Estado”.

FICHA TÉCNICA

Título da exposição: "Ridi Pagliaccio"

Autor: Pedro Cabrita Reis

Data: 15 de outubro de 2016 a 21 de janeiro 2017

Horário: Terça a Sexta das 10h00 às 17h30. Sábado das 14h30 às 17h30.

Encerra aos domingos e feriados.

Entrada: Gratuita

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BRAGA PROMOVE ARTES NO MERCADO CULTURAL DO CARANDÁ

Percurso pelas Artes no Mercado Cultural do Carandá

O Município de Braga promove este Sábado, 8 de Outubro, a partir das 14h30, no Mercado Cultural do Carandá, um Dia Aberto com Percurso pelas Artes. 

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A iniciativa, organizada em colaboração com o Conservatório Bomfim e a Arte Total, situadas no Mercado Cultural do Carandá, incide na participação do público em diferentes actividades em duas áreas das artes: dança e música.

No auditório do Conservatório Bomfim será feita uma apresentação das actividades que vão decorrer durante a tarde, seguido de um concerto pela Orquestra Académica do Conservatório Bomfim. 

Na Escola de Dança Arte Total, os participantes vão poder assistir, às 16h00, a aulas abertas e posteriormente todos serão convidados (pais, crianças e avós) a participarem numa aula de dança criativa. Poderão, também, assistir a uma pequena performance pela Arte Total Companhia.

PEDRO CABRITA MOSTRA “RIDI PAGLIACCIO” NA ALA DA FRENTE EM FAMALICÃO

Exposição estará patente ao público, de forma livre e gratuita, de 15 de outubro a 21 de janeiro

É com a obra de um dos artistas mais conhecidos da atualidade que a galeria de arte contemporânea Ala da Frente, em Vila Nova de Famalicão, vai fechar o ano de 2016. A exposição “Ridi Pagliaccio” de Pedro Cabrita Reis é a proposta do espaço cultural para os próximos meses e estará patente ao público a partir de 15 de outubro.

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No total são 25 as obras que compõem esta mostra, “onde o desenho e a fotografia nos dão uma forma muito peculiar da figura de Cabrita Reis e onde somos levados a encontrar o seu universo mais particular através de uma ação plástica muito cuidada”, refere António Gonçalves, curador da Ala da Frente.

Sobre os trabalhos apresentados nesta exposição, que poderão ser apreciados de forma livre e gratuita até 21 de janeiro do próximo ano, o responsável explica ainda que “há um pretexto lançado por cada imagem fotográfica e uma resposta do desenho, da tinta, da mancha, para fazer o corpo da obra existir”.

Pedro Cabrita Reis nasceu em Lisboa em 1956, cidade onde atualmente vive e trabalha. Com reconhecimento internacional consolidado, o seu trabalho tornou-se crucial para o entendimento da escultura a partir de meados da década de 80. A sua complexa obra, caracterizada por um idiossincrático discurso filosófico e poético, engloba uma grande variedade de meios: pintura, escultura, fotografia, desenho e instalações compostas de materiais encontrados e de objetos manufaturados, “com um cuidado e empenhado labor que lhe tem permitido apresentar obras de grande singularidade e de forte referência”, refere António Gonçalves. E acrescenta: “os materiais que usa e a forma como os compõe nas suas obras, provocam-nos uma atenção particular, são detentores de uma poética original”.

Cabrita Reis conta com exposições individuais nas maiores galerias nacionais e internacionais e com obras presentes em importantes coleções - Fundação EDP, Fundação Serralves, Calouste Gulbenkian, Tate Modern - e nas maiores feiras e bienais de arte, como é o caso da Bienal de Veneza e de São Paulo.

Recorde-se que a Galeria Municipal “Ala da Frente”, assim chamada pelo facto da sala de exposição se encontrar na ala da frente do Palacete Barão da Trovisqueira, e por referência à contemporaneidade e vanguardismo associados ao espaço, foi inaugurada em 30 de maio de 2015, tendo iniciado o seu percurso com uma exposição de obras de Jorge Molder. Seguiu-se Rui Chafes, o vencedor do Prémio Pessoa 2015, com a mostra “Exúvia”, e José Pedro Croft, com “Prova de Estado”.

FICHA TÉCNICA

Título da exposição: "Ridi Pagliaccio"

Autor: Pedro Cabrita Reis

Data: 15 de outubro de 2016 a 21 de janeiro 2017

Horário: Terça a Sexta das 10h00 às 17h30. Sábado das 14h30 às 17h30.

Encerra aos domingos e feriados.

Entrada: Gratuita

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BRAGA VIRA CAPITAL DO BARROCO

Concerto da Casa da Música e Entrada de D. José de Bragança são os pontos altos

A Braga Barroca, iniciativa que o Município de Braga está a promover para assinalar as Jornadas Europeias do Património, vive amanhã o seu Dia Maior. A programação proposta tem como seus maiores destaques a encenação da Entrada Pública do arcebispo D. José de Bragança e o grande concerto pela Orquestra e Coro Barroco da Casa da Música, que vai decorrer na rua do Raio, defronte do renovado Palácio do Raio.

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Esta iniciativa, que conta com entrada livre, é considerado o ponto alto da programação da Braga Barroca, evento que decorre desde a passada quarta-feira nas ruas e monumentos barrocos da cidade.

A recriação da entrada solene do Arcebispo D. José de Bragança está marcada para as 17h30 e tem início no Arco da Porta Nova. Este momento, que vai reunir algumas centenas de figurantes, integra um cortejo pelas ruas do centro histórico que terminará no Largo do Paço. Esta recriação baseia-se nas esplendorosas descrições da chegada deste prelado à cidade de Braga, ocorrida com grande solenidade em 23 de Julho de 1741.

Durante a tarde estão agendadas diversas encenações de rua, além de visitas guiadas ao património barroco da cidade de Braga, tal como o percurso pelas 7 Maravilhas do Barroco que tem ponto de partida às 09h30 na igreja de São Paulo.

Ao longo da manhã e tarde estão ainda agendados espectáculos de rua, como é o caso do “Extravagância Barroca” pelo Teatro do Bolhão, que irá animar algumas varandas barrocas do centro histórico. 

A Braga Barroca termina no domingo, pelas 18h00, com um Sarau Barroco pelo Conservatório de Música Calouste Gulbenkian, que irá decorrer no Salão Medieval da Reitoria.

Com um intenso programa de iniciativas centradas na vivência do período barroco, o evento está a oferecer à Cidade mais de 80 horas de programação, que incluem quatro concertos, oficinas didácticas, sessões de história local, exposições, teatro, visitas guiadas e recriações históricas, actividades que visam fomentar o conhecimento e a divulgação da história local.

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BRAGA BARROCA É UM ESPECTÁCULO!

Braga Barroca oferece mais de 80 horas de programação à Cidade. Evento decorre entre amanhã e domingo

O Município de Braga promove, entre os dias 21 e 25 de Setembro, a terceira edição da Braga Barroca. Com um intenso programa de iniciativas centradas na vivência do período barroco, o evento vai oferecer à Cidade mais de 80 horas de programação, que incluem quatro concertos, oficinas didácticas, sessões de história local, exposições, teatro, visitas guiadas e recriações históricas, actividades que visam fomentar o conhecimento e a divulgação da história local.

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O programa arranca amanhã, dia 21, a partir das 09h30, no Convento do Pópulo, com ‘Tons de Azul’, uma oficina pedagógica que visa explorar os azulejos do Convento do Pópulo, datados do século XVIII. A oficina termina com um concerto de música barroca, da responsabilidade do Conservatório Bonfim. A actividade é dirigida aos alunos do 1.º ciclo do ensino básico e sujeita a inscrição.

Às 11h00, no Largo do Paço, haverá “Leituras Poéticas à Época” dinamizadas pela Biblioteca Lúcio Craveiro. Com sessões às 11h30 e às 16h00, “A Elegância da Vida Palaciana no Período Barroco”, é uma visita encenada no Museu dos Biscainhos realizada pelo Colégio Luso Internacional de Braga, e que está sujeita a inscrição.

No Largo do Paço, pelas 14h00, “O Arauto Anuncia as Novas do Reino” pela Companhia Viv’Arte.

Às 14h30, também no Largo do Paço, irá decorrer “A Música no Barroco”, um concerto didáctico de música da época pelo Departamento de Música da UMinho, seguido de uma sessão de história da música, com destaque para instrumentos como o cravo e o violino. Nesta oficina os participantes serão também convidados a conhecer a fonte, a ala sul do edifício e os magníficos painéis de azulejo, bem como outros elementos arquitectónicos do período barroco. Esta actividade destina-se a alunos do 1.º e 2.º ciclo do ensino básico e está sujeita a inscrição.

Entre as 14h30 e as 19h00, no Largo do Paço, realiza-se uma mostra de doçaria conventual, licores e iguarias setecentistas.

Às 21h00, na Igreja da Penha, terá lugar uma representação de quadros vivos “Anjos Iluminados”, interpretados pelo Tin.Bra, seguido da sessão de história local ‘Braga no Itinerário do Barroco Português’, orientada por Assunção Lemos e integrada no projecto ‘À Descoberta de Braga’.

Animação de rua e mostra de ‘Sabores Setecentistas’

De referir que durante todo o evento, diferentes personagens da época e figuras do imaginário barroco irão percorrer as praças, jardins e ruas da Cidade, transformando Braga num palco de estórias ao vivo. Braga transforma-se assim num palco de estórias ao vivo: poetas românticos, histórias de amor e galanteio, damas procuram malfeitores, música e dança nas praças, representações da corte, peripécias de taberna, cetraria e cavalos, cortejos de aristocracia, demonstrações de esgrima, maestros cómicos e modelistas que apresentam as melhores perucas e ensinam as mais sofisticadas técnicas de embelezamento.

De igual forma, haverá uma pequena mostra de doçaria conventual, licores e iguarias denominada ‘Sabores Setecentistas’. A mostra irá decorrer de acordo com o seguinte calendário:

  • 21 Setembro - 14h30/19h00 - Largo do Paço;
  • 22 Setembro - 14h30/19h00 - Largo do Paço | 20h30/23h00 Museu dos Biscainhos;
  • 23 Setembro - 14h30/19h00 – Largo do Paço | 20h30/23h00 Museu dos Biscainhos;
  • 24 Setembro - 10h00/19h00 - Largo do Paço | 20h30/23h00 Palácio do Raio;
  • 25 Setembro - 14h30/19h00 - Largo do Paço.

Inscrições e mais informações sobre as actividades em cultura@cm-braga.pt

O programa completo da Braga Barroca 2016 está disponível através do link https://goo.gl/qrN912

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BRAGA BARROCA CONVIDA À DESCOBERTA DE PERÍODO ÁUREO DA CIDADE

Evento decorre de 21 a 25 de Setembro

O Município de Braga promove, entre os dias 21 e 25 de Setembro, a terceira edição da Braga Barroca. Com um intenso programa de iniciativas centradas na vivência do período barroco, o evento vai oferecer à Cidade mais de 80 horas de programação, que incluem quatro concertos, oficinas didácticas, sessões de história local, exposições, teatro, visitas guiadas e recriações históricas, actividades que visam fomentar o conhecimento e a divulgação da história local.

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Para o presidente da Câmara Municipal de Braga, Ricardo Rio, a Braga Barroca constitui um “momento único para redescobrir uma época de ouro da história da Cidade”. “O evento foi uma aposta ganha por parte deste Executivo Municipal, desde logo pelo sucesso das edições anteriores, pelo envolvimento das entidades parceiras, mas sobretudo pela receptividade que os Bracarenses tiveram desde a primeira hora por esta iniciativa”, referiu o Edil durante a apresentação do evento, que decorreu hoje, 16 de Setembro, no Palácio do Raio.

O Autarca explicou que o Município tem procurado preencher o calendário de eventos da Cidade com iniciativas de diferente cariz no sentido de criar oferta cultural “capaz de combater a sazonalidade turística e de atrair a Braga um número crescente de visitantes ao longo de todo o ano”.

O certame - integrado nas comemorações das Jornadas Europeias do Património e do Dia Mundial do Turismo - pretende fornecer uma experiência abrangente, através de acções de âmbito artístico que procuram recriar hábitos e tipologias de vida, e envolver progressivamente a Cidade e os seus agentes.

Para a vereadora da Cultura, Lídia Dias, a Braga Barroca “não é apenas mais um evento do calendário anual”. “Este é um momento que queremos ver enraizado no quotidiano, reunindo as instituições culturais da Cidade e solidificando tendências no público Bracarense”, sustentou a vereadora.

Este ano obtém particular protagonismo o reabilitado Palácio do Raio que é, segundo a vereadora, “o expoente da incansável tarefa de valorização do património que a Misericórdia de Braga tem levado a efeito”.

Lídia Dias destacou ainda a participação das diversas entidades parceiras do evento, nomeadamente do Museu dos Biscainhos, Conservatório Calouste Gulbenkian, Cabido da Sé, Santa Casa da Misericórdia de Braga, Conselho Cultural da Universidade do Minho, Seminário de S. Pedro e S. Paulo, Biblioteca Lúcio Craveiro da Silva e Fundação Bomfim.

Concerto com Orquestra Barroca da Casa da Música

Um dos pontos altos do programa do evento acontecerá no dia 24, pelas 21h30, em frente ao Palácio do Raio, com o concerto ‘Vivaldi e as Quatro Estações’ pela Orquestra Barroca da Casa da Música, do Porto.

A programação arranca no dia 21, sendo que o destaque vai para a sessão de história local, pelas 21h30, na Igreja da Penha, a realizar no âmbito do projecto ‘À Descoberta de Braga’. De salientar ainda o concerto didáctico ‘Música no Barroco’, às 14h30, no Largo do Paço, e para a visita encenada pelos alunos do CLIB ao Museu dos Biscainhos.

No dia 22, às 10h0 e às 15h00, haverá ‘Uma viagem ao Museu dos Biscainhos com o PIF’H e, pelas 21h30, um circuito musical pelo UM Ensemble, em que o público é convidado a explorar os recantos do museu através de sonoridades do barroco.

O concerto ‘Preciosidades do Barroco: da ópera à música experimental’, pelo Com.Cordas Ensemble é o destaque do dia 23. No dia 24 está agendada uma visita guiada pelas ‘7 Maravilhas do Barroco’, uma visita ao Palácio do Raio e a encenação triunfal do Arcebispo D. José de Bragança e cortejo com início às 17h30, no Arco da Porta Nova.

A Braga Barroca 2016 termina no dia 25 com o ‘Viva Vivaldi’, pela Casa da Música, um espectáculo integrado no festival de Teatro Infantil ‘Era uma vez no mês…’ e com o Sarau Barroco pelo Conservatório de Música Calouste Gulbenkian, a ter lugar no Salão Medieval da Universidade do Minho.

De referir que durante todo o evento, diferentes personagens da época e figuras do imaginário barroco irão percorrer as praças, jardins e ruas da Cidade, transformando Braga num palco de estórias ao vivo.

O programa completo do evento está disponível através do link https://goo.gl/qrN912

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CERVEIRA HOMENAGEIA MESTRE JOSÉ RODRIGUES

“Jardim Mestre Zé Rodrigues” perpetua o homem e o artista

Pela dedicação e ligação íntima ao concelho, e pelo respeito e amizade às suas gentes, a Câmara Municipal de Vila Nova de Cerveira aprovou, esta quarta-feira, por unanimidade, a atribuição do nome do Mestre José Rodrigues ao espaço ajardinado à entrada na vila onde se encontra a grandiosa escultura da sua autoria - ‘O Esforço’. Assim, nasce o “Jardim Mestre Zé Rodrigues – Escultor – 1936/2016”.

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A morte do Mestre José Rodrigues, no passado sábado, é encarada pelo município cerveirense como uma perda irreparável para a cultura nacional e, em particular, para Cerveira, ‘Vila das Artes’. Como forma de reconhecimento e homenagem póstuma, a Câmara Municipal propôs uma alteração toponímica, de modo a perpetuar o nome do escultor num jardim onde, há alguns anos, se ergueu uma das suas ‘filhas artísticas’, ‘O Esforço’. No local, será colocada uma placa identificativa “Jardim Mestre Zé Rodrigues – Escultor – 1936/2016”.

“A pessoa e a obra do Mestre José Rodrigues estão eternamente ligadas a Vila Nova de Cerveira, e este ato simbólico representa um contributo para a recordação e preservação da memória do Homem e Artista nos dias de hoje e para as novas gerações. Consideramos que é mais uma justa homenagem ao percurso pessoal e artístico, pela centralidade, pela existência de um trabalho da sua autoria e por ser um espaço de beleza natural. O Mestre José Rodrigues idolatrava a interação entre a arte e a natureza e, se aquele jardim em pleno coração da vila já lhe pertencia pela obra “O Esforço”, de hoje em diante é mesmo seu ”, afirma o presidente Fernando Nogueira.  

Depois de ter decretado dois dias de luto municipal (10 e 11 de setembro), com o hastear da bandeira do Município a meia-haste nos Paços do Concelho, a autarquia cerveirense aprovou também, na reunião de vereação, um Voto de Pesar pelo falecimento do Mestre José Rodrigues, guardando um minuto de silêncio em sua memória.

Já em 2012, no Dia do Município, a 01 de outubro, Vila Nova de Cerveira agradecia o trabalho e dedicação do Mestre José Rodrigues, agraciando-o com a entrega do mais prestigiado título municipal, a Medalha de Honra do Município, pela propulsão que conferiu às Bienais Internacionais de Arte de Vila Nova Cerveira e ao seu papel enquanto diretor artístico na VI edição.

José Rodrigues foi um dos propulsores das Bienais Internacionais de Arte de Vila Nova de Cerveira e um dos sócios-fundadores da Fundação Bienal de Arte de Cerveira. Com um vasto e rico currículo de âmbito nacional e internacional, o Mestre é reconhecido também pelas suas inúmeras esculturas públicas que se encontram espalhadas pro Portugal e no estrangeiro, sendo o autor de três símbolos escultóricos que embelezam Vila Nova de Cerveira, nomeadamente “O Cervo”, imponente escultura que se encontra no Monte da Encarnação e que todos associam à ‘Vila das Artes’; o “Esforço”, que se encontra junto ao centro da vila; e as “Navegações” junto à margem do rio Minho; para além do espólio aberto ao público no Convento S. Paio.

Cerveira, ‘Vila das Artes’ respira cultura em cada esquina e é amplamente reconhecida como tal graças a alguns rostos com nomes, e um deles é e será o Mestre José Rodrigues.

CIDADÃOS PROTESTAM CONTRA A DESTRUIÇÃO DOS BRASÕES FLORAIS DA PRAÇA DO IMPÉRIO EM BELÉM

Está a correr um abaixo-assinado na internet promovido por um grupo de cidadãos entre os quais se contam muitas personalidades conhecidas ligadas à cultura, insurgindo-se contra a intenção da Câmara Municipal de Lisboa em destruir os brasões florais da Praça do Império, em Lisboa.

O abaixo-assinado é dirigido à Assembleia Municipal de Lisboa e encontra-se no endereço http://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=pt82251

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Preservar a Praça do Império é defender a Portugalidade

Para: Assembleia Municipal de Lisboa

A Nova Portugalidade, grupo de cidadãos que visa o estudo, promoção e defesa do património material e espiritual da Portugalidade, lastima a decisão, anunciada ontem por diversos órgãos de comunicação social, de remover da Praça do Império o conjunto de brasões florais que presentemente a adornam. A Câmara Municipal de Lisboa, iniciadora do processo, fá-lo precipitadamente, pois não podemos – não no-lo permitiria a fé que temos nessa alta instituição - crer que o faça por preconceito ideológico e em atentado à nossa memória colectiva. Parece claro, contudo, que a decisão obedece à visão, aliás conhecida e insistentemente difundida, de importantes responsáveis camarários para o local. Ora, os canteiros alusivos às antigas províncias portuguesas do ultramar não são marca de anacronismo, mas dessa história que a Praça evoca e deve celebrar. 
Os canteiros floridos da Praça do Império são, pese embora o desprezo que lhes parecem votar alguns espíritos menos avisados, um símbolo vivo, actual, da viva e actual globalização portuguesa. Representam-se ali, com os seus brasões de armas, os pedaços de Portugalidade que mais longamente se mantiveram ligados entre si; hoje, o jardim é testemunho forte de uma aventura colectiva que marcou o nosso passado e pode bem determinar o nosso futuro. Como atestado pelas impressivas manifestações de carinho com que os povos da Portugalidade nos brindaram aquando do Euro 2016, o mundo português é bem mais que um slogan: o largo espaço que os portugueses descobriram, habitaram e abraçaram é uno no sentimento que lhe é comum, fecundo nos benefícios que promete e sólido como fórum alternativo de afirmação do Estado português. É hoje tão actual como em 1500. 
Não pode existir argumento financeiro, estético ou histórico que concorra para a destruição de algo tão belo e pleno de significado. Se avançar com o projecto de requalificação agora aprovado para a Praça do Império, a CML cometerá um crime contra Lisboa, o património nacional e a profunda amizade que mantemos com os povos da Portugalidade. Mais, tratar-se-ia de um crime contra a História e, portanto, contra o próprio país. O povo português, residente ou não em Lisboa, não pode permitir semelhante barbaridade. A Câmara Municipal de Lisboa, crêem os signatários, também não. A Praça do Império, com tudo o que nela sugere a grandeza passada e potencial futuro do país, não pode ser devorada pela falsa religião do progresso. 
Pela memória, 
Rafael Pinto Borges, Fundador da Nova Portugalidade 
Abel Matos Santos, Psicólogo clínico 
Ana Cristina Pinto, Escritora 
António Carvalho Capela, Economista 
Alexandre Franco de Sá, Professor Universitário 
Aline Gallasch-Hall de Beuvink, Professora universitária e historiadora 
Benigno Guterres, Estudante timorense residente em Lisboa 
Carlos Fino, Jornalista 
Eurico Barros, Crítico de cinema 
Fernando Ribeiro Rosa, presidente da Junta de Belém 
Filipe Anacoreta Correia, Jurista e deputado do CDS – Partido Popular 
Francisco Quelhas Lima, presidente da AE da Faculdade de Direito da Universidade Católica do Porto 
Hugo Dantas, Jurista 
Isabel Santiago Henriques, Fotógrafa e assistente de realização 
Jaime Nogueira Pinto, jurista, professor universitário, escritor 
Joaquim Magalhães de Castro, Fotógrafo e escritor 
José António Rodrigues Pereira, Oficial superior na situação de Reforma, investigador de história marítima 
João Borges, Designer e museógrafo 
Luís Bonifácio, Engenheiro 
Luís Farinha Franco, Assessor do Ministério da Cultura, heraldista 
Mamede Broa Fernandes, Estudante 
Manuel Azevedo Graça, Historiador da Arte 
Manuel Ribeiro de Faria, Oficial Superior na Reserva, ex-director do Museu Militar 
Marcelo Mendes Pinto, Arqueólogo e investigador 
Maria do Guadalupe Mègre Pinto Teixeira, Jurista, quadro superior dirigente da ONU 
Mário Cunha Reis, Engenheiro 
Pe. Mário Tavares de Oliveira 
Miguel Castelo-Branco, Assessor do Ministério da Cultura, investigador 
Nuno Canas Mendes, Professor universitário 
Nuno da Motta Veiga C. Alves, Arquitecto 
Pedro Pestana Bastos, Jurista 
Pedro Quartin Graça, Jurista e ex-deputado independente eleito pelo PSD 
Pedro Sanchez, Arquitecto 
Raul Almeida, Gestor, politólogo e ex-deputado do CDS - Partido Popular 
Rui Brito Fonseca, Professor universitário, investigador, consultor 
Vasco Silva, Editor 

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MORREU O MESTRE JOSÉ RODRIGUES

Cerveira de luto pela morte do Mestre José Rodrigues

Faleceu o prestigiado artista e amigo de Vila Nova de Cerveira, o Mestre José Rodrigues, aos 79 anos de idade, considerado um dos maiores nomes das artes plásticas portuguesas.

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A notícia da sua morte representa uma perda irreparável para a cultura nacional e internacional e, muito em particular, para Vila Nova de Cerveira, concelho ao qual esteve intimamente ligado por ter sido um dos fundadores da reconhecida Bienal Internacional de Artes e deixar um valioso legado artístico que sempre honrou a ‘Vila das Artes’.

“Será sempre lembrado em Vila Nova de Cerveira com muita estima, carinho e deixa uma eterna saudade. Se Cerveira é conhecida como ‘Vila das Artes, muito deve a esta personalidade que ficará para sempre ligada à história e identidade cerveirenses. Um artista, um bom homem e um grande amigo de quem, entre várias caraterísticas, saliento a sua verdadeira paixão pelas obras de arte, desprendida da vertente comercial”, afirma o presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Cerveira, Fernando Nogueira.

O Município de Vila Nova de Cerveira expressa as mais sinceras condolências à família, amigos e toda a comunidade artística.

O Mestre José Rodrigues, escultor e artista plástico, nasceu em Luanda, Angola, a 28 de outubro de 1936. Realizou os seus estudos artísticos na Escola Superior de Belas-Artes do Porto, onde concluiu o curso de Escultura (1963). Em 1968, com os colegas Ângelo de Sousa, Armando Alves e Jorge Pinheiro, que com ele terminaram o curso com a classificação máxima, formou o grupo ‘Os Quatro Vintes’.

Foi um dos fundadores da Cooperativa Cultural Árvore, no Porto e um dos promotores da Bienal de Arte de Cerveira, tendo sido diretor geral da 6.ª edição (1988). Desde 1964 que tinha exposições individuais em diversas cidades do país e no estrangeiro. Além da escultura dedicou-se igualmente a outras expressões artísticas. Fez ilustração para livros de escritores e poetas como Eugénio de Andrade, Jorge de Sena, Vasco Graça Moura. Produziu cerâmica e medalhística.

O funeral do Mestre José Rodrigues está agendado para amanhã, domingo, pelas 11h00, em Matosinhos.

FESTIVAL DE ARTE URBANA EM BRAGA ESTIMULA A CRIATIVIDADE DOS NOVOS TALENTOS

Evento decorre de 25 a 27 de Agosto

De 25 a 27 de Agosto, Braga acolhe o BragArt - Festival de Street Art. O evento, idealizado por Bruno Guedes, responsável pelo movimento artístico e cultural Bragartes, foi o projecto mais votado no Orçamento ‘Tu Decides’, e insere-se na programação da Capital Ibero-Americana da Juventude, pretendendo valorizar a Arte Urbana, com um festival artístico ao longo do rio Este e no Centro Histórico da Cidade, procurando criar um estímulo directo para as Artes e Cultura.

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“É importante que as Cidades se moldem a estas novas tendências. A nível internacional, as principais cidades já utilizam a arte urbana como uma forma de estimular a criatividade e de promoverem uma espécie de regeneração urbana assente numa vertente cultural incorporada”, referiu Ricardo Rio, presidente da Câmara Municipal de Braga, durante a apresentação do evento que decorreu esta Quinta-feira, 18 de Agosto, no gnration.

Segundo o Autarca, “Braga enquanto Cidade cosmopolita, tem que perceber estas novas dinâmicas artísticas e valorizar os talentos que vão surgindo a nível local e nacional, dando-lhes oportunidade de expressarem a sua criatividade”, aproveitando a ocasião para desafiar os jovens Bracarenses a apresentarem propostas à edição do Orçamento ‘Tu Decides’, cujo período de candidaturas decorre até 31 de Agosto.

Sob o mote ‘Colorir o Futuro’, o festival “dará a conhecer artistas locais e nacionais de grande potencial, que têm vindo a merecer cada vez mais a atenção de todos, ao demonstrar as suas capacidades artísticas no campo do graffiti e street art”, explicou Bruno Guedes, mentor do projecto, agradecendo ao Município de Braga a oportunidade de desenvolver esta iniciativa.

Artistas como Odeith, Youthone, gonçaloMAR, mile1art, Violant, JSD 253 e Beckham têm já presença confirmada e vão desenvolver um mural denominado ‘Hall of Fame’ com 70 metros de cumprimento que vai trazer uma nova dinâmica à ciclovia do rio Este, junto à ponte S. João.

Ainda sob a alçada do festival, haverá duas exposições de Street Art com o apoio da Associação Comercial de Braga e da Biblioteca Lúcio Craveiro da Silva, que decorrem de 25 de Agosto a 2 de Setembro desde o Arco da Porta Nova até ao Largo Barão de São Martinho. Associado a esta exposição fotográfica será também possível observar uma mostra de pranchas de skate, que serão personalizadas pelo artista bracarense André Machado. Na tentativa de captar atenção, assim como, cultivar apontamentos musicais urbanos, e ao mesmo tempo, valorizar o potencial suburbano de Braga, será apresentado ao longo do dia 25 de Agosto, a performance musical e artística do BBOY Trigger e do projecto suburbano bracarense, MC Galleno & STR Family.

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ARTISTAS CRIAM ARTE EM DIRETO NO LARGO DE CAMÕES EM PONTE DE LIMA

Mais de duas dezenas de artistas provenientes de várias cidades do país transformaram o Largo de Camões num atelier de pintura ao ar livre. Protegidos pelas sombras de uma praça aquecida pelo sol de Verão, os criadores convidados para o evento Arte na rua – pintores à solta em Ponte de Lima, que decorreu no passado sábado, 6 de agosto, abriram as telas vazias e, em direto, começaram a criar arte sustentada na observação da paisagem urbana e natural da vila. Sob o olhar atento de transeuntes e veraneantes, foram nascendo compassadamente trabalhos de influências e estilos diversos, na sua maioria dedicados a referências cimeiras da cultura local.

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Um dos símbolos mais representados foi a ponte romana/medieval e a respetiva paisagem envolvente. No total finalizaram-se 15 telas e uma escultura em pasta de papel, resultado da criatividade de Madalena Macedo (Guimarães), de Mário Rebelo de Sousa (Vila Praia de Âncora), de Monteiro da Silva (Barcelos), de Fátima Miranda (Barcelos), de José Luís Pinto (Barcelos), de Vítor Carneiro (Santo Tirso), de Camilo de Lellis (Famalicão), de Rosa Vaz (Braga), de Flor Rocha (Porto), de Joel Correia (Caminha), de João Marrocos (Caminha), de Alice Castro (Esposende), de António Miranda (Barcelos), de Fátima Granja (Barcelos) e de Marcelino Abreu (Barcelos).

A primeira edição do evento, que por causa das altas temperaturas se transferiu à tarde para a Avenida dos Plátanos, contou com a presença do Presidente do Município, Eng.º Victor Mendes, e do Vereador da Educação, Dr. Paulo Barreiro de Sousa.

A totalidade das obras criadas no Arte na rua – pintores à solta em Ponte de Lima será exposta na Torre da Cadeia Velha, em data a definir.

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ARTE NA LEIRA E VIVÊNCIAS DA AGRICULTURA DUAS MOSTRAS A NÃO PERDER EM CAMINHA

Propostas de cultura e lazer no concelho também passam pelas exposições

Durante o mês de agosto são várias as propostas de cultura e lazer no concelho, incluindo as exposições, de vários géneros, com destaque para a 18ª edição da Arte na Leira, que se mantém patente em plena Serra d’Arga, numa iniciativa do pintor Mário Rocha, que conta com o apoio do Município de Caminha. Hoje ao final da tarde abre ao público mais uma exposição a não perder: “Vivência(s) da Agricultura no Vale do Âncora”, que ficará patente no Centro Social e Cultural de Vila Praia de Âncora.

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Arte na Leira pode ser visitada até ao próximo dia 21 deste mês, na Casa do Marco, em Arga de Baixo, numa organização da Associação Arte na Leira.

“Em plena Serra d’Arga existe este recanto cultural que parece integrar-se tão naturalmente no espaço tal como as pedras, as árvores e até um espigueiro que por lá habitam, há muito. Ao entrar, somos recebidos por uma grande tapeçaria de Mário Rocha, que nos promete (sem sabermos) uma experiência extraordinária. Promessa essa, que se cumpre”. Assim descrevia a jornalista Susana Ribeiro a sua experiência ao visitar pela primeira vez a mostra. 

Na abertura da mostra houve ainda um animado desfile de roupas, com padrões inspirados no Minho, da autoria de Isabel Lima, uma das artistas convidadas da Arte na Leira 2016, a que se juntam Rico Sequeira, Luís Coquenão, Jean Pierre Porcher, Jaime Silva, Ana Lima Netto, Cecília Guimarães, António Carmo, Marco Rooth, Dilar Pereira, Juliana Sá, Lara Lavey, Luís Paupério, Mafalda Ayres, Manuel Lima, Mário Rebelo, Marion Ache, Miguel Silva Rocha, Rita Sá Lima, Rita Sá Machado, Túhárágen e Joana Caçador.

Participam também os institutos politécnicos de Bragança, Porto e Viana do Castelo, o Festival de Cans de Curtas Metragens, a Associação do Porto de Paralisia Cerebral, a CAL - Comunidade Artística Limiana e o Instituto Português de Fotografia.

Entretanto, a partir das 18h30 de hoje e até 7 outubro, no Centro Social e Cultural de Vila Praia de Âncora, a proposta é para revisitar as memórias do concelho. A exposição tem por tema “Vivência(s) da Agricultura no Vale do Âncora” e apresenta testemunhos, objetos e fotografias. A organização é do Centro de Memória do Centro Social e Cultural de Vila Praia de Âncora.

ADMIRADORES COMEMORAM 50 ANOS DA MORTE DE ANTÓNIO PEDRO

Uma oportunidade para revisitar a obra deste vulto das artes e das letras

António Pedro desapareceu precocemente, com apenas 56 anos. Vulto das artes e das letras, a sua figura está ligada a Moledo, onde veio a falecer há meio século. Por iniciativa de um grupo de admiradores, vão ser assinalados os 50 anos da sua morte e esta será também uma grande oportunidade de revisitar a sua obra. As várias iniciativas repartem-se pelo Porto, Viana do Castelo e Caminha.

1- Por ocasião do cinquentenário da morte de António Pedro da Costa, ocorrida em Moledo do Minho, em 17/8/1966, um grupo de admiradores da sua figura e obra e com ligações àquele local, resolveu homenagear a sua memória;

2- É intenção da Comissão Organizadora da homenagem recordar não só a figura imponente, em todos os aspetos, de António Pedro, mas sobretudo reviver a sua obra e a sua incansável ação, em prol da modernidade;

3- O percurso pessoal de António Pedro, oriundo de uma família com raízes minhotas, mas nascido em Cabo Verde, passou por Seixas, La Guardia (Galiza), Viana do Castelo, Coimbra, Lisboa, Rio de Janeiro, São Paulo, Paris, Londres e Porto, tendo acabado os seus dias em Moledo do Minho;

4- A sua multifacetada obra desdobrou-se em vários universos, desde poesia (podendo considerar-se o primeiro surrealista português), romance. pintura, desenho, cerâmica, ensaio, jornalismo, tendo-se destacado aos microfones da B.B.C durante a segunda guerra mundial. Na sua última fase de vida (António Pedro faleceu com apenas 56 anos) foi grande obreiro do Teatro Experimental do Porto, no final da época de 50, rasgando novos caminhos para o teatro em Portugal;

5- António Pedro foi um verdadeiro cosmopolita, um homem que no seu tempo esteve muitas vezes para além dele.

Por essa razão e, porque é urgente revisitar a sua obra e as lições da sua ação, esta comissão resolveu organizar um programa de iniciativas, conforme anexo, que visa despertar o interesse, o conhecimento e a atenção para a obra e para o papel de António Pedro na cultura nacional.

A Comissão Organizadora é composta por João Alberto Brandão Alves Pimenta (Porto), Teresa André (Lisboa) e Rodrigo Pita de Meireles (Caminha).

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PONTE DE PARADA FOI CLASSIFICADA COMO MONUMENTO DE INTERESSE PÚBLICO

A Ponte de Parada, também conhecida como Ponte do Bôco, foi classificada como Monumento de Interesse Público (MIP).

Construída entre 1908 e 1909, esta ponte faz a ligação entre o Lugar de Aldeia, freguesia de Parada do Bouro, concelho de Vieira do Minho, e o lugar de Dornas, freguesia de Bouro (Santa Maria), concelho de Amares, e é atualmente a mais antiga ponte de betão armado portuguesa.

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IGREJA DO ESPÍRITO SANTO EM ARCOS DE VALDEVEZ VAI RECEBER CENTRO INTERPRETATIVO DO BARROCO

A Câmara Municipal de Arcos de Valdevez viu ser aprovado o projeto de criação do Centro Interpretativo do Barroco na Igreja do Espírito Santo. O projeto, integrado no próprio monumento religioso de grande valor estilístico, cultural e arquitetónico, é uma aposta da autarquia dos Arcos de Valdevez, que pretende assim promover a recuperação do edifício e do valiosíssimo espólio arquitetónico; potenciar o uso cultural com programa alusivo ao estilo artístico do Barroco; divulgar junto do público em geral e do educativo o conhecimento da arte, da sociedade e do pensamento da época barroca.

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O projeto contempla a recuperação da Igreja do Espírito Santo e do valioso artístico e incorporará novas tecnologias de realidade aumentada e virtual para dar a conhecer esta Igreja e outras da região, bem como o enquadramento histórico e social da época Barroca.

O Centro será uma porta de entrada da Rede do Barroco na região.

A Igreja do Espírito Santo está classificada como imóvel de interesse público, sendo um dos mais icónicos monumentos do estilo de arte Barroca do alto Minho.

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São também objetivos primordiais o estímulo à visita de novos públicos, enfocados num turismo cultural, ciente da importância e originalidade do monumento e das suas abordagens tecnológicas de última geração em relação à interpretação do templo e do Barroco, inclusive na região, bem como do desenvolvimento de uma programação artística, aproveitando o facto de existir um notável espaço cénico e acústico; será igualmente alargada a perspetiva da potenciação de eventos diversos, usando o espaço como “âncora” local, que permita o retomar do templo como edifício centralizador, e difusor, das dinâmicas sociais inter-relações da comunidade.

Este projeto insere-se na operação “NORTE-04-2114-FEDER-000114 - Centro Interpretativo do Barroco - Igreja do Espírito Santo / Arcos de Valdevez”, cofinanciada pelo Fundo Europeu, Programa Operacional NORTE 2020, Eixo Prioritário 4 - Qualidade Ambiental e conta com um Investimento Elegível de 978.467,62 € e Comparticipação Comunitária de 831.697,48 €. Esta candidatura contou o apoio da Direção Regional de Cultura Norte, através da inserção do projeto no modelo de rotas do Barroco, e com a parceria da Fábrica da Igreja de Arcos Valdevez (Salvador).

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FAMALICÃO: CARVALHO COM 110 ANOS GANHA NOVA VIDA NA DEVESA

Paulo Cunha e Isaque Pinheiro apresentam obra de arte, amanhã, sexta-feira, pelas 11h00

O Presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão Paulo Cunha e o escultor Isaque Pinheiro convidam os órgãos de comunicação social a conhecerem o resultado final da obra artística “Rebater uma árvore”, que está patente no Parque da Devesa. O encontro com os jornalistas está marcado para amanhã, sexta-feira, dia 5 de agosto, pelas 11h00, na Devesa.

Refira-se que durante os últimos dois meses, o escultor transformou a árvore – que teve ser abatida por questões de segurança – numa verdadeira obra de arte. A intervenção artística que teve como objetivo honrar aquela árvore, tirando partido da sua beleza e imponência e valorizar o parque e a natureza envolvente é ainda pouco comum no nosso país.

O grande Carvalho-alvarinho (Quercus robur) que se situava no talude entre a Casa do Território e o moinho morreu há mais de dois anos. Nos últimos tempos as quedas dos seus ramos demonstraram a necessidade do abate por questões de segurança, o que aconteceu no dia 2 de maio de 2016. Media 30 metros de altura, pesava 7 toneladas e tinha cerca de 110 anos.

Isaque Pinheiro nasceu em Lisboa, em 1972. Vive e trabalha no Porto. Para além de exposições individuais nas galerias, Caroline Pagès em Lisboa, Mário Sequeira em Braga, Presença no Porto, Esther Montoriol em Barcelona, Laura Marsiaj no Rio de Janeiro, Moura Marsiaj em São Paulo e Ybakatu em Curitiba, destacam-se também participações em exposições coletivas no Stenersen Museum em Oslo, Centro Galego de Arte contemporânea em Compostela e Caixa Cultural do Rio de Janeiro. Está representado nas coleções Fundação Caixanova em Espanha, Museu da Bienal de Cerveira em Vila Nova de Cerveira, Centro Galego de Arte Contemporânea em Compostela, Fundação PLMJ em Lisboa e Fundação Edson Queiroz, Fortaleza, Brasil, entre outras.

CERVEIRA É VILA DAS ARTES DESDE A PRÉ-HISTÓRIA

Investigação da UM traz novos dados sobre a arte rupestre de Cerveira

Foram identificadas cerca de 40 novas gravuras rupestres no concelho de Vila Nova de Cerveira. O trabalho de campo, recentemente desenvolvido por uma equipa da Universidade do Minho, com o apoio do Município, vai agora avançar para uma fase mais técnica/de gabinete para inventariar, estudar, conservar e divulgar mais esta descoberta de arte rupestre, consolidando a história cerveirense.

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De grande riqueza patrimonial, Vila Nova de Cerveira é um concelho que apresenta um elevado potencial arqueológico que agora se alarga à arte rupestre, apresentando concentrações muito significativas de gravuras que remontam às origens históricas em formações rochosas situadas nas encostas e chãs da Serra da Gávea e que, desde há vários anos, suscita o interesse de profissionais e a curiosidade de visitantes.

O mais recente estudo decorreu ao longo do passado mês de julho, com uma equipa de cinco investigadores da Universidade do Minho a pesquisar arte rupestre em Cerveira, na sequência do projeto de investigação de pós-doutoramento “Paisagem e representação do poder na Pré-história Recente: Arte Atlântica e Estátuas-Menir”.

O trabalho consistiu na deteção de gravuras mediante a realização de prospeção sistemática de áreas de maior potencial, originando a descoberta de cerca de 40 novos locais gravados. Para cada uma das gravuras identificadas procedeu-se à contextualização física e arqueológica dos locais, à limpeza dos afloramentos, ao estudo técnico e formal das gravuras e ao levantamento fotogramétrico.

Os dados recolhidos vão agora ser analisados e sistematizados em gabinete, afim de se proceder à sua inventariação e definição de estratégias para posterior proteção e conservação.  De sublinhar que, dando continuidade à estratégia de promoção de Vila Nova de Cerveira enquanto polo de turismo cultural, a Câmara Municipal está já a preparar com os investigadores uma visita guiada às gravuras, a ter lugar no próximo mês de setembro equacionando a criação alguns trilhos e sinalizações que divulguem este e outros legados já descobertos.

O grupo de investigadores da Universidade do Minho constituído por alunos do Mestrado e Licenciatura em Arqueologia da Universidade do Minho, sob a coordenação do Doutor Manuel Santos Estévez, pós-doutorando da Universidade do Minho, e da Prof.ª Doutora Ana Maria dos Santos Bettencourt, Professora Auxiliar com Agregação da mesma instituição de ensino.

VIANA DO CASTELO EXPÕE ARTE CONTEMPORÂNEA

A Galeria do Absoluto Design Hotel inaugura a exposição coletiva de arte contemporânea “Diálogos no Absoluto”, que reúne os artistas Acácio Viegas, Agostinho Santos, Alexandre Rola, Américo Carneiro, Cipriano Oquiniame, Helena Dias, Joana de Brito Degues, Miguel Neves Oliveira, Nuno Ranha e Ricardo Campos.

O evento terá lugar no Absoluto Design Hotel, no dia 5 de agosto, pelas 21H30, na Rua da Bandeira 174, em Viana do Castelo.

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PÓVOA DE LANHOSO DEDICA "UM DIA PELA ARTE"

“Um dia pela arte” aproximou artistas e comunidade

“Um dia pela arte” foi como se designou mais uma das propostas do “Verão Com(N)Vida” e que se realizou a 30 de julho. Desta atividade resultou o busto da Maria da Fonte (por Nigel Cave), vários desenhos a carvão (por Domingos Silva) e três painéis de grafites, que serão expostos até à próxima sexta-feira, dia 5 de agosto.

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Domingos Silva representou a Pintura e Nigel Cave a Escultura. Esteve ainda representada a arte de trabalhar a Madeira através de Abel Poças e a Cestaria com Manuel Cunha. Bruno Lisboa representou o Grafite, Pako, o Hip – Hop e a companhia de teatro Tin.Bra trouxe ainda animação circense. Houve também a presença de elementos da Escola da Banda Musical de Calvos, workshops e atividades, música e dança tradicional.

A comunidade foi convidada a participar e a aproveitar esta oportunidade de proximidade com os artistas em pleno processo de criação e, na verdade, esta proposta criou curiosidade a quem passou pelo Largo António Lopes, na Vila Povoense. As pessoas puderam experimentar as várias atividades, tendo-se formado um ambiente de diversão, tanto nas crianças como nos mais crescidos, a que ajudou também o bom tempo que se fez sentir.

Reunir diversas vertentes artísticas, mais tradicionais e mais recentes, desde a música às artes mais elementares, como, por exemplo, o trabalho da madeira, e envolver a população interessada, de todas as idades, numa experiência diferente foram objetivos.

Todas as atividades funcionaram como oficinas para que as pessoas pudessem experimentar e apurar o gosto e os conhecimentos pelas artes.

Os artistas estiveram, entre as 10h00 e as 20h00, no Largo António Lopes, na Vila da Póvoa de Lanhoso, trabalhando ao vivo e com quem aceitou o desafio de participar ativamente, em “Um dia pela arte”. 

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ARTISTAS PINTAM PONTE DE LIMA AO VIVO NO LARGO DE CAMÕES

Pintores de Portugal, ajoelhai!

Isto é um milagre, não é cor nem tinta!...

Mas não pinteis, pintores! Orai, rezai!

Uma beleza destas não se pinta!...

Teófilo Carneiro

O Largo de Camões – espaço central de cultura e convívio – vai ser palco de um ateliê de pintura ao vivo, no próximo sábado, 6 de agosto. Intitulado Arte na rua – pintores à solta em Ponte de Lima, o evento congregará vários artistas que, ao longo do dia, vão reproduzir nas diversas telas existentes a riqueza do património material e imaterial da vila.

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Já confirmadas estão as presenças de Fátima Granja, Fátima Miranda, António Miranda, Monteiro da Silva, Madalena Macedo e António Fernando Leite Machado, de Barcelos; João Marrocos e Joel Correia, de Caminha; Vítor Carneiro, de Santo Tirso; Mário Rebelo de Sousa, de Âncora; Alice Castro, de Esposende; Camilo de Lellis, de Famalicão, e de Flor Rocha, do Porto.

Além da observação direta dos criadores a trabalhar num estúdio improvisado ao ar livre, os veraneantes poderão trocar experiências com os artistas.

O resultado final das pinturas ao vivo ficará em exposição na Torre da Cadeia Velha, em data a definir.

A Arte na rua espera por si.

TERRAS DE BOURO PROMOVE ENCONTRO DE ARTES

III ENCONTRO DE ARTES NO PNPG - PINTAR O GERÊS - 30 Julho

O Município de Terras de Bouro informa que se vai realizar no próximo sábado dia 30 de Julho, a partir das 10h, na Freguesia do Campo do Gerês, no "Sítio dos Canastros", sob moderação e coordenação da artista plástica, pintora, escultora e poetisa Luzia Teixeira (Lucy Bream) e com todo o apoio técnico, logístico e cedência das instalações por João Barroso, o III Encontro de Artes no PNPG – Pintar o Gerês”.

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Este evento teve início em 2014 e decorreu na Vila do Gerês, sendo criado em para dar a conhecer Terras de Bouro, a Serra do Gerês e tudo o que o PNPG - Parque Nacional da Peneda Gerês comporta, com o único objetivo de "Pintar o Gerês" e Terras de Bouro na sua integridade. Já em 2015, teve uma prospeção mais alargada ao município, sendo que, além da Vila do Gerês, parte do programa decorreu no Museu de Vilarinho da Furna e Museu da Geira, inserida no Programa "O Festival 6 Continentes. Este ano, concentram-se as ações exclusivamente no seio da Freguesia do Campo de Gerês, visando um programa extensivo no dia 30 de Julho, com atividades artísticas de: Expressão de Artes Plásticas, Audiovisuais, Artes de Palco e Poesia.

No decorrer do mês de Agosto, decorrerá um Exposição Coletiva da autoria dos artistas que participam no referido «Encontro de Artes», em simultâneo com outras atividades artísticas. As obras elaboradas neste encontro do dia 30 de Julho, serão apresentadas em Exposição nos dias 1 e 2 de Outubro - inserida no Programa "O Festival 6 Continentes.

 Trata-se de uma iniciativa que visa Movimentos Artísticos - Encontro de Artistas que, inspirados no lema "Pintar o Gerês", abordam a temática em vários estilos, técnicas e dimensões, com o lema “Somos Artistas que abraçam a Arte como modo de ser e estar na vida” e sem fins lucrativos nestes eventos.

PONTE DE LIMA LEVA CRIANÇAS À ARTE NA LEIRA

Oficinas de Verão Área Protegida das lagoas de Bertiandos e S. Pedro de Arcos – Arte na Leira

A Oficina Desporto e Cultura das Oficinas de Verão que o Serviço Educativo da Área Protegida das Lagoas de Bertiandos e S. Pedro D´Arcos do Município de Ponte de Lima está a dinamizar levou 40 crianças até à Arte na Leira.

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A Arte na Leira é uma mostra de arte, expressa de diversas forma, desde a pintura, cerâmica, serigrafia e outras. Da autoria do artista plástico Mário Rocha a iniciativa realiza-se há 18 anos, e está patente ao público em plena Serra D´Arga, até 21 de agosto.

Como forma de assinalar esta 18ª edição, foi lançado um livro sobre a vida e obra do mentor deste projeto artístico, “Mário Rocha: Retrato de uma vida”. O autor considera que a Arte na Leira “dá a conhecer novas expressões e vivências num ambiente natural.”

Esta visita da Oficina sobre Desporto e Cultura da Área Protegida, permitiu às crianças, que são provenientes de várias localidades, nomeadamente de Viana do Castelo, Porto, Paredes de Coura, Arcos de Valdevez, Vila Verde, Ponte de Lima e Paris, conhecer todas as obras expostas e interagir com o autor, que realizou um workshop sobre pintura, no qual desenharam uma tela alusiva ao atleta olímpico Limiano Fernando Pimenta.

Associou-se a esta visita o Vereador da Educação da Câmara Municipal de Ponte de Lima, Dr. Paulo Sousa, que realçou a importância deste projeto e a forma como o Município de Ponte de Lima “promove, dinamiza e fomenta a interação das suas ações com as expressões culturais que se vão realizando na região.”

A Arte na Leira 2016 mostra numerosos trabalhos, nas áreas da pintura, escultura, tapeçaria, cerâmica, fotografia, moda e design, entre outras. 

As Oficinas de Verão, projeto que visa o desenvolvimento ecológico e rural e a ocupação lúdica das crianças com idades compreendidas entre 5 e 12 anos, prolongam-se até ao próximo mês de setembro.

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PÓVOA DE LANHOSO INCENTIVA POPULAÇÃO A CONTACTAR COM A ARTE

“Um dia pela arte” convida população a participar

“Um dia pela arte” é como se designa mais uma das propostas deste ano da iniciativa “Verão Com(N)Vida” e que se realiza a 30 de julho. A população está convidada a participar e a aproveitar esta oportunidade de ver de perto os artistas em processo de criação.

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“Como tem sido prática, o Município pretende melhorar e inovar o programa cultural do Verão e este evento vem nesse mesmo sentido. O Largo António Lopes será embelezado e potenciado com os diversos tipos e formas de arte”, explica o Vereador da Cultura da Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso, André Rodrigues.

Reunir diversas vertentes artísticas, mais tradicionais e mais recentes, desde a música às artes mais elementares, como, por exemplo, o trabalho da madeira e da pedra, e envolver a população interessada, de todas as idades, numa experiência diferente é o que se pretende.

Isto porque todas estas atividades previstas vão funcionar como oficinas para que todas as pessoas possam experimentar e possa desperte nelas o gosto pelas artes ou então que possam progredir nos seus conhecimentos.

Desta forma, artistas de diversas áreas estarão, entre as 10h00 e as 20h00, no Largo António Lopes, na Vila da Póvoa de Lanhoso, trabalhando ao vivo e com as pessoas que quiserem participar mais ativamente. Domingos Silva representará a Pintura e Nigel Cave a Escultura. Estará ainda representada a arte de trabalhar a Madeira a Pedra e a Cestaria. Bruno Lisboa representará o Grafite, Pako o Hip – Hop e a companhia de teatro Tin.Bra irá trazer outra animação. Haverá ainda workshops e atividades, música e dança tradicional.

O Largo António Lopes está também associado às Artes, pois situa-se em frente à principal sala de espetáculos da Póvoa de Lanhoso, ou seja, o Theatro Club, palco das mais diversas manifestações artísticas.

FAMALICÃO APOSTA NA INOVAÇÃO DA ARTE DO MOBILIÁRIO

A emoção tem razão na arte do mobiliário. Emotional Objects inscreveu hoje o seu nome na lista do roteiro Famalicão Made IN

A Emotional Objets é mais um exemplo em Vila Nova de Famalicão de que é possível inovar com arte num sector tradicional da economia portuguesa. João Faria é um excelente testemunho da reinvenção do sector. O arquiteto mentor desta nova marca de mobiliário desenha peças que conjugam diferentes materiais e buscam a perfeição, resultado da harmonia improvável entre a razão e a emoção.

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Mesas de centro, secretárias e aparadores estão entre as 26 coleções que João Faria já desenvolveu e quer começar a comercializar. É também o caso da Manteigueira Íris que já lhe valeu um prémio internacional de design e de outros objetos de uso diário.

São objetos que provocam o olhar, ainda que “limpos e menos vistosos, mas carregados de complexidade e valor acrescentado”, como hoje o arquiteto os apresentou ao Presidente da Câmara Municipal. Paulo Cunha visitou a Emotional Objects em mais uma jornada do roteiro Famalicão Made IN.

João Faria combina as técnicas artesanais e tradicionais com a alta tecnologia e associa-lhe um traço único de beleza e elegância. Um trabalho que conta com várias sinergias. “Excelentes empresas, todas de Vila Nova de Famalicão, colaboram com a Emotional Objects na parte dos metais, das madeiras, dos aços inoxidáveis e dos vidros. Fazem coisas raras e conseguem levar a sua arte até ao fim”, explicou.

A Emotional Objects “desenvolve linguagens estéticas internacionais”, razão pela qual a internacionalização da marca é a aposta. “Queremos conquistar todos os mercados que nos querem, até os menos óbvios como o Irão, país com um gosto muito europeu e que aprecia objetos de qualidade”. João Faria não tem dúvidas: “O mundo há de ser nosso”

Paulo Cunha não poupou nas palavras para elogiar o trabalho da Emotional Objects. “Objetos de grande qualidade e requinte”, considerou, enaltecendo ainda o facto de envolver outras empresas famalicenses. “É um projeto que amarra no território para acrescentar valor ao que faz, sendo um bom exemplo de economia em rede”.

O autarca disponibilizou a “força institucional” da Câmara Municipal para ajudar a Emotional Objects a crescer. “O sucesso deste projeto é uma reivindicação nossa. Sinal inequívoco de uma parceria que queremos que seja construtiva”, rematou.

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SERRA D’ARGA: ARTE NA LEIRA ARRANCA CHEIA DE NOVIDADES

Patente até 21 de agosto na Casa do Marco, em Arga de Baixo

Arrancou no passado sábado a 18ª edição da Arte na Leira, marcada pelo lançamento do livro “Mário Rocha: Retrato de uma vida”, sobre a vida e obra do mentor deste evento, que há 18 anos consecutivos dá visibilidade e prestigia a Serra D’Arga e o concelho de Caminha. Nesta edição, que pode ser visitada até 21 de agosto, há numerosos trabalhos para admirar e/ou adquirir, nas áreas da pintura, escultura, tapeçaria, cerâmica, fotografia, moda e design, entre outras.

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Numa mesa moderada pelo presidente do Instituto Politécnico de Viana do Castelo, Rui Teixeira, coube a Isabel Pires de Lima a apresentação do livro “Mário Rocha: Retrato de uma vida”. A ex-ministra da Cultura é ela própria uma apaixonada pela Serra d’Arga e profunda conhecedora do evento que tornou a Casa do Marco, em Arga de Baixo, uma referência no roteiros culturais e das mostras de arte moderna.

Sobre a obra, mas sobretudo sobre Mário Rocha, falou com entusiasmo em plena eira da Casa do Marco, sublinhando as três regiões que influenciam trabalho do artista, desde logo o Alto Minho, mas também o Douro e o Alentejo. Essas inspirações estão patentes nas numerosas obras de Mário Rocha, dispersas por vários locais em Portugal e no estrangeiro. A partir de agora é porém possível revisitar uma boa parte dessa imensa coleção, através das páginas do novo livro.

O presidente da Câmara de Caminha, Miguel Alves interveio também brevemente, salientando que a Arte na Leira é um evento que qualifica a oferta cultural do concelho e dá visibilidade à Serra D’Arga e cuja longevidade é com certeza produto do mérito, da persistência e da coragem do artista Mário Rocha.

Miguel Alves sublinhou também que há um elemento comum ao evento, à obra e à própria visão do pintor Mário Rocha, que interpela tudo à sua volta, ou seja, que comunica, fazendo a diferença e tornando a Arte na Leira única.

O presidente partilhou também com a vasta audiência que, num dia de muito calor, não quis perder a inauguração, a sua alegria por ser um sábado particularmente rico em termos culturais para o concelho, já que nessa manhã foi também inaugurada a nova Biblioteca Municipal de Caminha. 

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Na abertura da mostra houve ainda um animado desfile de roupas, com padrões inspirados no Minho, da autoria de Isabel Lima, uma das artistas convidadas da Arte na Leira 2016, a que se juntam Rico Sequeira, Luís Coquenão, Jean Pierre Porcher, Jaime Silva, Ana Lima Netto, Cecília Guimarães, António Carmo, Marco Rooth, Dilar Pereira, Juliana Sá, Lara Lavey, Luís Paupério, Mafalda Ayres, Manuel Lima, Mário Rebelo, Marion Ache, Miguel Silva Rocha, Rita Sá Lima, Rita Sá Machado, Túhárágen e Joana Caçador.

Participam também os institutos politécnicos de Bragança, Porto e Viana do Castelo, o Festival de Cans de Curtas Metragens, a Associação do Porto de Paralisia Cerebral, a CAL – Comunidade Artística Limiana e o Instituto Português de Fotografia.      

O resto da tarde foi vivida no tradicional em ambiente descontraído e festivo que carateriza estas iniciativas na Casa do Marco, onde não faltou a música nem o fogo de artificio, a saudar, já à noitinha, o arranque de mais uma edição da Arte na Leira, recheada de novas propostas artísticas.

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PONTE DE LIMA MOSTRA VIVÊNCIAS ARTÍSTICAS

Vivências Artísticas na Torre da Cadeia Velha em Ponte de Lima. Exposição de Pintura e Escultura – até 30 de julho

O Presidente da Câmara Municipal de Ponte de Lima, Eng. Victor Mendes, acompanhado pelos vereadores Ana Machado e Paulo Sousa, visitou a exposição de pintura e escultura, designada “Vivências artísticas” patente ao público na Torre da Cadeia Velha, até 30 de julho, da autoria de Conceição Trigo.

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Com várias exposições individuais, Conceição Trigo, expõe com regularidade desde 1996, participando também em exposições coletivas de pintura, nacionais e internacionais.

Mestre em Educação Artística, o seu percurso artístico, não se define com um estilo ou corrente artística pré-definida, mas sim, por explorar e utilizar diferentes materiais e técnicas na criação das suas obras artísticas, tanto na pintura como na escultura.

Na mostra patente na Torre da Cadeia Velha, em Ponte de Lima, apresenta um conjunto de peças escultóricas figurativas, utilizando papel maché/jornal e diversos materiais reciclados para a sua produção.

Do conjunto exposto, referência para a peça do jogo de Xadrez, composto por 32 peças (escultura) alusivo à tradicional “Vaca das Codas”. O conceito e o princípio básico do design deste jogo, caracteriza-se pelo valor histórico e simbólico da tradicional lenda da Vaca das Cordas. Trata-se de uma narrativa pormenorizada à composição do jogo, as peças minuciosamente esculpidas representam e identificam os vários elementos que compõem a secular tradição.

Visite a exposição de pintura e escultura na Torre da Cadeia Velha, em Ponte de Lima, de segunda a sábado, das 9h30 às 13h00 e das 14h00 às 17h30.

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VILA VERDE ENTREGA PRÉMIOS AOS VENCEDORES DO CONCURSO DE ARTE JOVEM

Entrega de prémios durante a Sessão de Encerramento da 9ª Bienal Internacional de Arte Jovem de Vila Verde

A Biblioteca Professor Machado Vilela, em Vila Verde, acolhe no próximo sábado (16 de julho), pelas 17h00, a Cerimónia de Encerramento da 9ª Bienal Internacional de Arte Jovem de Vila Verde. A sessão, gratuita e aberta ao público em geral, contempla a entrega dos prémios aos vencedores de um concurso em que participaram dezenas de jovens artistas (sub-35) de vários pontos do país e do estrangeiro (Espanha e México). As obras a concurso estão em exposição até ao próximo sábado, pelo que se ainda não teve a oportunidade de visitar a mostra artística tem aqui uma excelente oportunidade, já que a sessão encerramento inclui ainda uma visita guiada pela exposição.

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O coração do Minho palpita mais forte desde o dia 02 de julho, com uma autêntica lufada de ar fresco, criatividade e inovação. A iniciativa contribui para elevar a cultura e promover o desenvolvimento de jovens artistas (sub-35) e, em simultâneo, permite à população contactar com diversas formas artísticas inovadoras e modernas, aumentando o número motivos de interesse para vilaverdenses e visitante, contribuindo diretamente para a promoção e desenvolvimento do território.

Recorde-se que a jovem artista Alexandra Rafael, de Coimbra, conquistou o Grande Prémio da 9ª Bienal Internacional de Arte Jovem de Vila Verde, com a sua instalação 'Recolhas'. O segundo prémio foi para Filipe Cortez, com o trabalho 'Collection'. Destaque também para dois primeiros lugares, em ex aequo, no Prémio Jovem Revelação. O júri premiou as obras 'Nem Preto, Nem Branco', da Escola Secundária de Vila Verde, e ‘Poéticas de Luz’, da Escola Monsenhor Elísio de Araújo. Nota de destaque ainda para as 4 Menções Honrosas, atribuídas às obras 'Migrante', de Alexandre Carvalho, 'Ubicácion Água', de Omar SM, '10 Chifres', de Bessa Oliveira, e 'Dissecação', de Joana Couto.

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FAMALICÃO RECEBE FESTIVAL DAS ARTES

Festival de artes de rua e circo decorre entre 15 e 23 de Julho. Famalicão recebe Vaudeville Rendez-Vous, este sábado, com a estreia absoluta de “Arremesso”

Está quase, quase a começar o maior e mais influente festival de artes de rua e circo contemporâneo da região norte – o Festival Internacional Vaudeville Rendez-Vous. O evento que, este ano, envolve para além de Vila Nova de Famalicão, Braga e Guimarães, arranca já na próxima sexta-feira, dia 15, na cidade-berço e termina em Vila Nova de Famalicão, no dia 23, com espetáculo “A Corps Pedus”. Cada cidade conta com cerca de oito iniciativas.

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Em Vila Nova de Famalicão, o primeiro espetáculo acontece já no sábado, dia 16, no Parque da Juventude (zona do campo de ténis), pelas 19h00. Arremesso, uma estreia absoluta da Companhia Bisonte Amarelo, inspira-se nos anos de prática em solidão e autoaprendizagem que Filipe Caldeira fez com os objetos tradicionais de malabarismo como bolas. É a reflexão sobre um lugar de prática que normalmente fica escondido, recolocando-o no agora. Recupera a memória de um lugar a só e deixa ver o homem e a matéria criada que nunca se vê. Os estados a cru da prática pela prática. O treino. O frágil, a falha, o erro – lugares normalmente distantes do circo. Algo na iminência de acontecer. A beleza e a violência vivem lado a lado. Momentos apagados. Momentos criados. A cadência. O ritmo: baixo-me e levanto-me infinitas vezes. Entre o céu e a terra o irreconhecível e o malabarismo, uma paisagem onde o corpo não precisa agora de identidade, nem rosto, uma ficção no meio de uma tempestade que se chama progresso.

No domingo, 17 de julho há Debate na Casa do Território, pelas 15h00. Será uma iniciativa onde se pretende aprofundar o papel do circo e o trabalho social que alguns projetos ligados a esta linguagem exerceram e continuam a exercer nos seus territórios de ação. Serão referidos três exemplos de projetos em que o circo teve um papel preponderante no desenvolvimento social das comunidades. Os projetos: Crescer e Viver (Rio de Janeiro / Brasil), representado por Junior Perim; CircusLab (Viseu / Portugal), representado por Giacomo Scalisi; Circriolo (Cidade da Praia / Cabo Verde), representado por Jorge Rui Martins.

À noite, pelas 22h00, na Praça D. Maria II será apresentado o espetáculo Tangram, na Praça D. Maria II. Complexo, sexy e irreverentemente criativo, Tangram redefine as fronteiras da dança, do novo circo e do teatro físico. Co-criado e interpretado pela reconhecida bailarina Cristina Casadio e pelo mundialmente conhecido artista circense Stefan Sing, Tangram descreve a luta humana da atração e repulsa.

Na terça-feira, dia 19, o festival regressa ao Parque da Juventude com “Resiliência”, pelas 19h00. O explora como ser resiliente neste mundo conturbado, buscando esta essência da forma, da cor, do espaço, do ser num processo contínuo de simplificação, utilizando as artes do novo circo e suas técnicas virtuosas que nos abrem novas linhas e planos no espaço e novas perspetivas sobre o ser humano e os seus limites.

Segue-se na quarta-feira, dia 20, pelas 19h00, na Praça D. Maria II Tauromáquina, que foi nomeado para melhor espetáculo de rua na Catalunha em 2015. Dois homens e uma máquina põem a descoberto os contrastes entre o ferro e carne num jogo entre o corpo vs máquina. Uma dança de forças mecânicas e humanas, um diálogo animalesco, um motor emocional. É uma performance que explora a inteligência robótica com capacidade emocional e a arte e técnica de domar.

Na quinta-feira, 21 de julho, é dia de Oficina Radar 360, no Centro Coordenador de Transportes, pelas 22h00. A atividade exploratória, desafia os públicos a criar uma cenografia expansiva a partir das temáticas do espetáculo “Os Transportadores”, que é apresentado no dia seguinte, sexta-feira, no mesmo local pelas 22h00. A ecologia, o consumismo, o excesso de informação, o desperdício e a poluição, serão temas base desta pesquisa em conjunto.

Sobre “Transportadores”, o espetáculo vencedor da primeira Bolsa de Criação Isabel Alves Costa questiona o excesso, a carência, o desperdício, o alto consumo, a sociedade fabricada, a natureza bruta… a memória individual e a consciência coletiva, da e na, sociedade contemporânea.

Vila Nova de Famalicão faz as honras do encerramento do festival que ficará a cargo da Cie Bivouac, que apresentará o espetáculo “A Corps Perdu”, no dia 23, às 22h00, na Praça D. Maria II.

Em A Corps Perdu cada movimento do mastro e do corpo é uma razão para chegar a alguém, o símbolo de um ponto de vista sobre a vida e seus paradoxos e uma tentativa de evitar a resignação e chegar a um estado ideal de liberdade, ação e criatividade.

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Consulte toda a programação em http://teatrodadidascalia.com/td/vaudevillerendez-vous/

Fichas Técnicas:

ARREMESSO | 16 DE JULHO| 19H00

PARQUE DA JUVENTUDE

ESTREIA ABSOLUTA | COPRODUÇÃO

COMPANHIA: BISONTE AMARELO (FILIPE CALDEIRA E CATARINA GONÇALVES)

EQUIPA ARTÍSTICA E TÉCNICA:

Criador e Performer: Filipe Caldeira

Cocriadora e Acompanhamento Artístico: Catarina Gonçalves

Direção Técnica: Carin Geada

Música: Tiago Ângelo

Figurinos: Inês Mariana moitas

Agradecimentos: Erva Daninha

DEBATE | 17 DE JULHO | 15H00

CASA DO TERRITÓRIO

O Circo e os seus círculos sociais

Este será um debate onde aprofundaremos o papel do circo e o trabalho social que alguns projetos ligados a esta linguagem exerceram e/ ou continuam a exercer nos seus territórios de acção. Como ponto de partida para este debate focar-nos-emos em 3 exemplos de projetos em que o circo teve um papel preponderante no desenvolvimento social das comunidades. Os projetos: Crescer e Viver (Rio de Janeiro / Brasil), representado por Junior Perim; CircusLab (Viseu / Portugal), representado por Giacomo Scalisi; Circriolo (Cidade da Praia / Cabo Verde), representado por Jorge Rui Martins.

Inscrições em http://teatrodadidascalia.com/

TANGRAM | 17 DE JULHO | 22H00

PRAÇA D. MARIA II

ESTREIA NACIONAL

COMPANHIA: STEFAN SING & CRISTINA CASADIO

EQUIPA ARTÍSTICA E TÉCNICA ARTISTIC AND TECHNICAL TEAM:

Co-criação e interpretação: Stefan Sing e Cristiana Casadio

Orientação: Julia Christ, Sabine Rieke e Iris Zordia

Figurinos: Intrika

Música: Nikolaus Herdiekenhof aka ›cellolitis‹, venetian snares, 9 bajanescu quartett e Stefan Sing

Desenho de Luz e Direção de Cena: Citronella Antholz

RESILIÊNCIA | 19 DE JULHO | 19H00

PARQUE DA JUVENTUDE

ESTREIA ABSOLUTA | COPRODUÇÃO

COMPANHIA: UMPOR1

EQUIPA ARTÍSTICA E TÉCNICA:

Direção Artística: Bruno Machado

Orientação Artística: Cláudia Nóvoa

Assistência de Direção e Produção: Mickaella Dantas

Interpretação e Cocriação: André Araújo, Bruno Machado, Carmen Viegas, Chandra Malatisch, Juliana Moura e Luís Reis

Cenografia: A Casa ao Lado

Música Original: Luca Argel

Fotografia: Aclo

Coprodução: Festival Internacional Vaudeville Rendez-Vous

Residências Artísticas: Acro Clube da Maia, Junta de Freguesia Tenões, Lago Discount

TAUROMÁQUINA | 20 DE JULHO | 19H00

PRAÇA D. MARIA II

ESTREIA NACIONAL

Tauromáquina foi nomeado para melhor espetáculo de rua na Catalunha em 2015.

COMPANHIA: ANIMAL RELIGION

EQUIPA ARTÍSTICA E TÉCNICA:

Performers: Benet Jofre and Quim Giron

Música: Felix Cucurull

Técnico de luz: Joana Serra

Figurinos: Txell Genot

Produção e Agenciamento: Anna Aro 10

OFICINA RADAR 360 | 21 DE JULHO | 17H30

CENTRO COORDENADOR DE TRANSPORTES

Duração: 2h

Público-alvo: M/10 anos

Lotação: 20 pessoas (2 grupos)

Formadores: Radar 360

TRANSPORTADORES | 22 DE JULHO | 22H00

CENTRO COORDENADOR DE TRANSPORTES

Espetáculo vencedor da primeira Bolsa de Criação Isabel Alves Costa.

COMPANHIA: RADAR 360

EQUIPA ARTÍSTICA E TÉCNICA:

Direção Artística: António Oliveira

Interpretação e Cocriação: António Oliveira, Bruno Machado, Joana Domingos, Julieta Rodrigues e Viriato Morais

Cenografia e Construção: Hugo Ribeiro

Figurinos: Julieta Rodrigues

Sonoplastia: António Oliveira, Maria Mónica, Tiago Ralha e Vasco Ferreira

Video e Ilustração: Maria Mónica

Consultadoria Vídeo e Ilustração: Patrício Brito

Desenho de Luz: Vasco Ferreira

Fotografia: Teresa Couto

Assistência de Direção e Apoio Dramatúrgico: Gonçalo Fonseca

Co-produção: Comédias do Minho / Fimp / Teatro Municipal do Porto

Apoios à Criação: Fábrica da rua da Alegria, Ipp, Teatro Municipal Campo Alegre

A CORPS PERDU | 23 DE JULHO | 22H00

PRAÇA D. MARIA II

ESTREIA NACIONAL

COMPANHIA: BIVOUAC COMPAGNIE

EQUIPA ARTÍSTICA E TÉCNICA:

Direção: Maryka Hassi

Assistência de Direção: Benjamin Lissardy

Cenografia: Maureen Brown

Música: Erwan Le Guen

Mastro Chinês: Benjamin Lissardy, Gaëtan Dubr iont, Nhat Nam Lê, Maureen Brown

Acrobacia: Charlie Marey

Trampolim: Nat Whittingham

Figurinos: Aline Froux

Desenho de Luz: Patrick Cathala

Direção de Cena: Raphael Quillart

MINHO REÚNE TODA A ARTE EM MONÇÃO

16 de julho, sábado. Festival Vincul`arte junta fotografia, pintura, música, poesia e teatro num dia repleto de arte com palcos instalados em diferentes pontos do centro histórico de Monção. O objetivo desta iniciativa incide no reforço da dinâmica e diversidade cultural do município, criando vínculos fortes da população com a arte.

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Este sábado, 16 de julho, a arte vai “andar” pelo Centro Histórico de Monção. O Festival Vincul`arte, que se estreia nestas andanças, apresenta, durante a tarde e noite, exposições de fotografia e pintura, concertos musicais, declamações de poesia e peças de teatro.

Com organização da Associação Clube Azul, apoio da autarquia monçanense e colaboração de várias coletividades do concelho, as intervenções artísticas, todas gratuitas,decorrem na Praça Deu-la-Deu Martins, Largo de Camões, Largo do Loreto e Avenida General Humberto Delgado, a melhor varanda sobre o rio Minho.

De acordo com a organização, o objetivo desta iniciativa passa por reforçar a dinâmica e diversidade cultural do município tendo como base um projeto com múltiplas formas de criação, expressão, difusão e fruição cultural. Focaliza-se também na criação de laços fortes entre as pessoas e a arte.

A abertura oficial do Festival Vincul`arte acontece pelas 14h00, no Museu do Alvarinho, com a presença do Vereador das Atividades Culturais, Paulo Esteves, seguindo-se a apresentação do galardão FAJOVIC, promovido pela Federação das Associações Juvenis de Viana do Castelo.

As intervenções culturais iniciam-se após a cerimónia de abertura, prolongando-se durante sensivelmente 12 horas ininterruptas. A declamação de poesia estará a cargo de Valeriano Varela & José Alberto Pinto e Burgueses Famintos, ficando a componente teatral sob responsabilidade do grupo de teatro da Filarmónica Milagrense.

Participam os grupos Jigsaw&The Great MoonshinersBand; Filho da Mãe; GrandFather`sHouse, Cró; Surma; Vive lesCônes; Jacketx e Areia nos Calções. Os artistas convidados a expor são Patricia Oliveira, Fernando Guedes; Joana Degues; Laro Lagosta; Joana Rosa Caçador; Zure Ama e Valérie Carreira. Estará igualmente patente uma exposição da Senhora das Dores 2016.

Contacto:

André Simões

969 803 301

BIENAL INTERNACIONAL DE ARTE JOVEM DE VILA VERDE JÁ TEM VENCEDORES

Artista de Coimbra destacou-se entre quase meia centena de obras de artistas nacionais e internacionais

Alexandra Rafael venceu a 9ª Bienal Internacional de Arte Jovem de Vila Verde

A arte marcou a agenda cultural de Vila Verde e de toda a região, com a apresentação ao público das 45 obras que integram a 9ª Bienal de Arte Jovem de Vila Verde, que decorreu ao final da tarde de ontem (02 de julho). O coração do Minho palpitou mais forte com autêntica uma lufada de ar fresco, criatividade e inovação. A iniciativa contribui para elevar a cultura e promover o desenvolvimento de jovens artistas (sub-35) e, em simultâneo, permite à população contactar com diversas formas artísticas inovadoras e modernas, aumentando o número motivos de interesse para vilaverdenses e visitante, contribuindo diretamente para a promoção e desenvolvimento do território.

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A jovem artista Alexandra Rafael, de Coimbra, conquistou o Grande Prémio da 9ª Bienal Internacional de Arte Jovem de Vila Verde, com a sua instalação 'Recolhas'. O segundo prémio foi para Filipe Cortez, com o trabalho 'Collection'. Destaque também para dois primeiros lugares, em ex aequo, no Prémio Jovem Revelação. O júri premiou as obras 'Nem Preto, Nem Branco', da Escola Secundária de Vila Verde, e ‘Poéticas de Luz’, da Escola Monsenhor Elísio de Araújo. Nota de destaque ainda para as 4 Menções Honrosas, atribuídas às obras 'Migrante', de Alexandre Carvalho, 'Ubicácion Água', de Omar SM, '10 Chifres', de Bessa Oliveira, e 'Dissecação', de Joana Couto.

Jovens criadores voltaram a surpreender pela positiva

A sessão de abertura começou com performances de guitarra e violino protagonizadas por jovens vilaverdenses, que abrilhantaram o momento e enfatizaram o ambiente de cultura que se respirava na Biblioteca Municipal Professor Machado Vilela, em pleno centro da sede de concelho, e deram o mote para a tão ansiada visita à exposição. Presente na cerimónia, a vereadora da Cultura do Município de Vila Verde, Júlia Fernandes, não escondeu o regozijo pelo sucesso crescente da iniciativa. “A cada edição a genialidade artística é ainda mais surpreendente que na anterior. Isto só tem sido possível porque os jovens acreditam nas suas potencialidades e se dedicam de corpo e alma à criação de trabalhos verdadeiramente deslumbrantes, mostrando que não há limites para a criatividade e para a imaginação”, afirmou.

Fomentar a arte, a cultura, o turismo e a educação

Com o pelouro da Educação também sob a sua tutela, Júlia Fernandes não hesita em apontar os benefícios da Bienal na formação dos mais jovens. “Inserida nesta iniciativa, a Bienal na Escola tem surpreendido pela excelência dos trabalhos a concurso e pelo talento dos alunos dos estabelecimentos de ensino do concelho”, vincou, acrescentando que “a arte tem um papel insubstituível no desenvolvimento da cultura do concelho e representa um dos pilares estruturantes na construção de um território atrativo, que se quer afirmar também pelas suas dinâmicas culturas, pela valorização do potencial humano e pelo desafios e oportunidades que é capaz de gerar para o crescimento sustentado de múltiplas manifestações culturais e artísticas”.

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“É uma satisfação pertencer ao mundo da arte”

Por sua vez, o Diretor Artístico e Presidente do Júri, o artista pradense Luís Coquenão, fez questão de sublinhar que apesar de haver de facto prémios e artistas destacados, já que incorpora um concurso, o espírito da BIAAJVV extrapola o âmbito do tangível e material. “É com muito gosto que estou nesta posição, mas estou aqui também como artista. Há prémios e vamos destacar alguém, mas como organizador penso que o lugar que cada artista e encontrou nesta exposição é um espaço no mundo a arte. Para mim é uma satisfação pertencer ao mundo da arte e penso que é também com este espírito que se desenvolve esta bienal”, referiu.

“Não tenho dúvidas que Vila Verde se vai afirmar na rede das cidades criativas”

O presidente do Instituto Português do Desporto e da Juventude deixou rasgados elogios ao trabalho desenvolvido, “tem-se vindo a constituir um ecossistema que considero fundamental em qualquer política de desenvolvimento local que reforça a atratividade do exterior”. Manuel Barros prosseguiu enfatizando o papel da Bienal vilaverdense no panorama da cultura nacional. “Hoje os próprios artistas reivindicam a existência desta bienal. O Município de Vila Verde estabeleceu um convénio com a bienal de Cerveira. Lá é para os seniores e esta é das esperanças, mais vocacionada para os jovens”, frisou, acrescentando que “Vila Verde tem apostado na criação de marcas fortes e esta é uma das mais importantes”. O presidente do IPDJ concluiu frisando que “com esta marca forte não tenho dúvidas que Vila Verde se vai afirmar na rede das cidades criativas, que está em evolução”.

Exposição aberta todos os dias até 16 de julho

Foram apresentadas a concurso 58 projetos, de 36 concorrentes, dos quais 10 são de nacionalidade estrangeira (Espanha e México). Foram selecionadas 45 obras em diversas modalidades artísticas, sendo que 4 dessas obras são resultado da iniciativa "A Bienal na Escola 2015”. As obras estarão em exposição aberta ao público todos os dias (até 16 de julho) na Biblioteca Municipal Professor Machado Vilela, com visitas guiadas às Terças e Quintas, pelas 17h00, ou com marcação prévia através do 253 323 600. A 9ª Bienal Internacional de Arte Jovem foi organizada pelo Município de Vila Verde, com a colaboração da associação D’Arte e do Instituto Português do Desporto e da Juventude, tendo o BPI como principal patrocinador.

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BRAGA APRESENTA ARTE TUMULAR DO CEMITÉRIO DE MONTE D’ARCOS EM LIVRO

Obra será apresentada a 1 de Julho

Na próxima Sexta-feira, dia 1 de Julho, será apresentado no Salão Nobre dos Paços do Concelho, o livro ‘Memorial do Cemitério de Monte D’arcos de Braga - Arte Tumular e seus Eméritos’.

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A obra, da autoria Alexandra Maria Ferreira de Castro, conta com uma nota introdutória de Ricardo Rio, presidente da Câmara Municipal de Braga, e aborda, através da reprodução fotográfica, a Arte Tumular existente Cemitério de Monte D’arcos, definindo-a de grande riqueza patrimonial, histórica e artística.

Trata-se de um livro pioneiro, em que mereceram destaque, as personalidades de grande relevo religioso, social e político, sepultadas, onde são retratados homens e mulheres, uns mais ilustres do que outros mas, que tiveram um papel fundamental na história da sociedade Bracarense e do país, como por exemplo, Fidalgos da Casa Real, Arcebispos, Presidentes da Câmara, Ministros, escritores, heróis da pátria, negociantes, entre muitos outros.

Os cemitérios são Museus ao ar livre, que devem ser visitados sem preconceitos. São espaços de oração, de respeito, de devoção, de dor e de cultura, nesse sentido, todos interessados a marcarem presença na cerimónia pública de apresentação da obra que está agendada para as 17h00 de Sexta-feira, dia 1 de Julho.

PONTE DE LIMA EXPÕE ARTE CONTEMPORÂNEA

ART-MAP 2016: “Re-Conhecimento: arte como um saber visual”

Ponte de Lima recebe exposição de Arte Contemporânea. Inauguração 1 de julho – 18 horas

A Vila de Ponte de Lima vai receber uma grande exposição de Arte Contemporânea. A inauguração está agendada para sexta-feira, 1 de julho, às 18 horas, com início na Capela das Pereiras. Será convidado de honra o Diretor Regional de Cultura Norte, Dr. António Manuel Torres da Ponte.

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Entre julho e agosto o projeto ART-MAP invade o Centro Histórico e diversos equipamentos da Vila Mais Linda de Portugal. Trata-se de uma iniciativa de interesse artístico que visa divulgar diversas obras de escritores e artistas plásticos de diversas nacionalidades e colocá-las em diálogo com a população através de um circuito de exposições coletivas de arte nos monumentos, museus ou galerias desta localidade e de uma galeria patente no portal da internet do projeto supracitado.

O Município de Ponte de Lima abre as portas do seu património à iniciativa que conta com uma seleção de cerca de 300 obras de 140 artistas de vários países: Portugal, Reino Unido, França, Espanha, Alemanha, Polónia, Suécia, Finlândia, Bulgária, Croácia, Estados Unidos, Itália, Suíça, Irlanda, Iraque, Irão, Ucrânia, Sérvia, Turquia, Grécia, Líbano, Canadá, Perú, Dinamarca, Brasil, Israel, e Macedónia.

A mostra está patente de 1 de Julho a 30 de agosto, em vários edifícios históricos: Paços do Concelho, Universidade Fernando Pessoa – Casa da Garrida, Capela das Pereiras, Museu dos Terceiros, CIPVV (Centro de Interpretação e Promoção do Vinho Verde), CIPT (Centro de Interpretação e Promoção do Território – Museu Rural), Museu do Brinquedo Português, Biblioteca Municipal e Arquivo Municipal. Vários espaços comerciais associaram-se à iniciativa, como pastelarias, restaurantes e hotéis, abrindo as suas portas à exposição de obras de arte contemporânea.

Aos visitantes será oferecido um Roteiro da Mostra com referência aos vários edifícios e locais de exposição das obras de arte. Nesse roteiro encontrará o mapa da vila e informação relacionada com os horários de funcionamento de cada local de exposição. Por outro lado, o Catálogo da Exposição apresenta-se como objeto de construção/desconstrução de conceitos e culturas.

Mais informações sobre este projeto móvel de curadoria estão disponíveis no endereço http://projectartmap.com/submission/, a partir do qual poderá, também, visitar as obras já submetidas ao concurso de 2016, atualizadas continuamente na Galeria Virtual do projeto.

PROJETO ARTÍSTICO EM BARCELOS ARRANCA COM FESTIVAL DA CANÇÃO

É já na quinta e sexta-feira, às 21h30, que decorre o Festival da Canção no Largo da Porta Nova 

O Projeto Artístico (PA) Barcelos 2016 arranca com o Festival da Canção decorre nos dias 9 e 10 de junho, pelas 21h30, no Largo da Porta Nova, e tem duas categorias: Versão Original e Cover. O P.A. é organizado pela Câmara Municipal de Barcelos através do Pelouro da Juventude e decorre entre junho e dezembro contemplando várias áreas de ação e de interesse.

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O Projeto Artístico é uma iniciativa dedicada à educação através das expressões artísticas e que tem como principal objetivo criar condições de produção, revelação e valorização das competências dos jovens do concelho.

Já em julho, no dia 15, decorre o Festival de Bandas de Barcelos, pelas 21h30, na Alameda das Barrocas, onde também decorrerá, no dia 17, pelas 18h00, o Festival de Dança. As inscrições para estas duas iniciativas estão abertas até dia 24 de junho.

Depois do verão, o projeto continua com o Encontro de Coros no Teatro Gil Vicente, nos dias 25 e 26 de novembro, pelas 21h30, e cujas inscrições estarão abertas até dia 28 de outubro. O auditório do teatro receberá ainda este ano a Noite de Fados, no dia 3 de dezembro, pelas 21h30. As inscrições decorrem até dia 4 de novembro e o casting de selação decorre no dia seguinte, pelas 9h30, na Casa da Juventude.

Os jovens barcelenses têm vindo a revelar um interesse proeminente nas áreas relacionadas com as múltiplas dimensões artísticas, nomeadamente na música e na dança, o que se reflete na forte adesão aos eventos realizados pelo Pelouro da Juventude.

ARTISTA ACÁCIO VIEGAS EXPÕE DESENHO DIGITAL EM VIANA DO CASTELO

O artista vianense Acácio Viegas inaugura no próximo dia 11 de Junho, pelas 21H30, na Galeria do Absoluto Design Hotel, a exposição “Ser Consciente”, na qual será apresentada uma série de trabalhos de desenho abstrato digital. A Galeria encontra-se situada na Rua da Bandeira 174, em Viana do Castelo.

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Nascido em 1976, em Viana do Castelo é mestre em Design Industrial, pela Universidade do Porto. Designer desde 1999, tem passado pelas mais diversas áreas, desde o design do produto, design gráfico, web design ao retail design. Em 1999, expõe na primeira edição da  Experimentadesign,  Meeting Point, com o objeto “Quatro L. Constam do seu portfólio trabalhos reconhecidos internacionalmente, obtidos pela participação em concursos e selecionados por meios de comunicação, nas áreas do design gráfico e de produto.

Em 2002, por convite, ingressa na carreira docente, no Instituto Politécnico de Viana do Castelo, como assistente onde permaneceu por vários anos.

Em 2014, em busca de novas formas de expressão, fruto de uma necessidade interior de manifestação espiritual e expansão da consciência, encontra na arte a forma de extrapolar a funcionalidade dos objetos e a objetividade da comunicação imposta pelo design, abrindo novos caminhos de exploração semântica da forma para comunicar com a alma.

A mistura de conhecimentos influenciam claramente a escolha das técnicas e dos suportes, apresentando o artista uma abordagem pragmática na representação. Explora o digital como forma de estudo, preferindo as técnicas industriais e contemporâneas para materializar as suas ideias e pensamentos relacionados com manifestações espirituais, culturais e de essência da própria vida.

Na sua arte, propõe-se provocar um despertar da consciência, uma mudança de significado ou de perspetiva.

Os seus primeiros ensaios artísticos são mostrados ao grande público, pela primeira vez, na edição de 2015 do Guimarães nos noc, com a exposição “Consciência” e em seguida, em Lisboa, no Instituto Macrobiótico de Portugal, com a exposição individual “Ser”, com obras inspiradas em textos originais de vários autores portugueses.

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JOSÉ PEDRO CROFT E PAULO CUNHA INAUGURAM EM FAMALICÃO “PROVA DE ESTADO” NA ALA DA FRENTE

Exposição abre amanhã, sábado, 4 de junho, pelas 20h00

O artista plástico José Pedro Croft e o presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, Paulo Cunha, inauguram este sábado, 4 de Junho, pelas 20h00, a exposição “Prova de Estado”, na Galeria Municipal Ala da Frente, na cidade famalicense. O artista plástico que vai representar Portugal na próxima edição da Exposição Internacional da Bienal de Arte de Veneza, que decorrerá em 2017, vai passar por Vila Nova de Famalicão para mostrar cinco gravuras, cinco Prova(s) de Estado.

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A Ala da Frente foi inaugurada precisamente há um ano, e para celebrar este primeiro aniversário chama a si um dos artistas mais notados da chamada geração de 80. Nesta exposição, José Pedro Croft mostra um trabalho onde, acima de tudo, se pressente o fazer intenso, a contínua procura numa entrega laboriosa, num processo artesanal que vai revelando cada prova, cada consequência, para nos afetar a atenção ao diferencial que cada resultado constitui.

José Pedro Croft nasceu no Porto em 1957. Estudou pintura na Escola Superior de Belas Artes de Lisboa, cidade onde reside desde a adolescência, e escultura com João Cutileiro, expondo regularmente desde 1980. O seu trabalho está representado em Portugal nas coleções do Centro de Arte Moderna da Fundação Calouste Gulbenkian, da Fundação EDP, da Fundação de Serralves e do Museu Berardo. No estrangeiro, as suas obras estão expostas em museus como a Fundació La Caixa, o Museu Nacional — Centro de Arte Reina Sofia, o Centro e Artes Visuales Fundación Helga de Alvear, em Espanha, o Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro e Pinacoteca do Estado de São Paulo, no Brasil, no Banco Central Europeu e no Sammlung Albertina, na Áustria.

No texto “José Pedro Croft: Prova de Estado”, o filósofo espanhol Amador Veja afirma o seguinte: “Parece-me que o trabalho de Croft com as suas provas de estado é um testemunho muito singular da renúncia em dar por definitiva a criação. Mais parece que, no seu estado de prova contínuo, se situa esperançosamente numa criação em devir constante, num fazer com que a obra vá sendo: moldando curvas nunca vistas até então, enrugando as texturas como protesto perante razões nem claras nem distintas, incisando no cobre como o mineiro que desce a níveis cada vez mais fundos da terra, isto é, tornando contínua a sagrada conversação da palavra criadora na sua atualização sempre necessária.”

A mostra estará patente ao público, de forma livre e gratuita, durante três meses, até 17 de setembro.

Recorde-se qua a Galeria Municipal “Ala da Frente”, assim chamada pelo facto da sala de exposição se encontrar na ala da frente do Palacete Barão da Trovisqueira, e por referência à contemporaneidade e vanguardismo associados ao espaço, foi inaugurada em 30 de maio de 2015, tendo iniciado o seu percurso com uma exposição de obras de Jorge Molder. Seguiu-se Rui Chafes, o vencedor do Prémio Pessoa 2015, com a mostra “Exúvia” e ainda "Encáusticas" de João Queiroz.

FICHA TÉCNICA

Título da exposição - "Prova de Estado"

Autor – José Pedro Croft

Data: 4 de junho a 17 de setembro

Horário: Terça a Sexta das 10h00 às 17h30. Sábado e Domingo das 14h30 às 17h30. Encerra aos feriados.

Entrada: Gratuita

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CAUSA ANIMAL UNE-SE À ARTE CERVEIRENSE

"Os Animais de Todos e de Ninguém" é o mote da Exposição de Obras de Artistas Plásticos e Escolas, cuja inauguração acontece este sábado, na Loja Interativa de Turismo de Vila Nova de Cerveira. Mostra visa sensibilizar para os princípios do bem-estar animal e angariar verbas para a atuação da Associação Patas e Patas.

Lançado o desafio pela Associação Patas e Patas, os vários estabelecimentos de ensino de Vila Nova de Cerveira prontamente assumiram o compromisso. Ao longo do presente ano letivo, crianças e jovens do Agrupamento de Escolas, da Creche do Centro de Apoio Social às Empresas, da Escola Superior Gallaecia, da ETAP, do Colégio de Campos e da Santa Casa da Misericórdia transformaram-se em pequenos artistas, cuja musa inspiradora eram os ‘amiguinhos de estimação’.

Por si só, e como seria de esperar, o tema já suscitou muita recetividade. A adesão superou todas as expetativas e a criatividade e imaginação deram lugar a verdadeiras obras de arte. E assim surgiu o projeto "Os Animais de Todos e de Ninguém" promovido pela Associação Patas e Patas, em colaboração com as escolas do concelho, a Câmara Municipal e o Conselho Local de Ação Social, mas também a participação de alguns artistas de renome como Henrique do Vale, Cabral Pinto, Fernanda Araújo, Henrique Silva e Margarida Leão.

Com esta ação, a Associação Patas e Patas pretende transmitir a mensagem de que os animais considerados de rua e/ou sem dono são na realidade uma responsabilidade de todos, no sentido em que, se cada um agir de acordo com os princípios do bem-estar animal, essencialmente esterilizando e vacinando, a problemática teria uma outra dimensão.

De realçar que os presentes trabalhos que integram a Exposição de Obras de Artistas Plásticos e Escolas já foram expostos durante o VII Educarte que decorreu no final de abril, no Fórum Cultural, acolhendo um feedback extremamente positivo. A partir deste sábado, as obras vão estar expostas na Loja Interativa de Turismo e no Salão Multiusos do Cineteatro de Cerveira, até ao dia 25 de junho.

O projeto "Os Animais de Todos e de Ninguém" terminará com um Jantar Solidário no dia 16 de julho, no INATEL Cerveira, com o objetivo de leiloar as obras de arte e para o qual estão todos convidados!

SAMUEL ÚRIA PARTICIPA O ANIVERSÁRIO DA CASA DAS ARTES DE FAMALICÃO

Espaço cultural famalicense celebra amanhã 15 anos ao serviço da Arte e da Cultura

A Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão está há quinze anos com o fôlego das grandes casas de espetáculo nacionais. O espaço cultural famalicense celebra esta quarta-feira, dia 1 de junho, mais um aniversário e não vai deixar passar a data em branco. O próximo fim-de-semana promete ser de festa e vai contar com um convidado especial: Samuel Úria.

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 O músico português tem concerto agendado para esta sexta e sábado, dias 3 e 4 de junho, e é o principal nome das comemorações do 15.º aniversário da Casa das Artes. Samuel Úria prepara-se para apresentar em Famalicão o seu mais recente trabalho – “Carga de Ombro” – lançado no final do passado mês de abril e sucessor de “A Descondecoração” (2010) e “O Grande Medo do Pequeno Mundo” (2013).

Os concertos irão decorrer a partir das 22h30, no Foyer da Casa das Artes e terão um limite máximo de 150 espectadores. O bilhete tem o custo de 1 euro, reduzindo para metade para estudantes e portadores do Cartão Quadrilátero Cultural.

Antes da atuação de Úria, pelas 21h30, há ainda tempo para um outro momento. Falamos da apresentação da peça de teatro itinerante “Por Detrás do Sol”, um projeto performativo, coproduzido com a Narrativensaio.

Tocado e cantado ao vivo, “Por detrás do Sol” joga-se na hibridez entre o teatro e as artes plásticas, transpondo barreiras entre o real e o imaginário. Os intérpretes convocam o público para uma viagem pelas várias salas da Casa das Artes, experienciando atmosferas distintas em cada espaço. 
Trata-se de uma instalação encenada a partir de histórias de várias figuras das artes e da literatura, como Charles Baudelaire, Simone de Beauvoir, Chavela Vargas, Camilo Pessanha, Frida Kahlo e Florbela Espanca, que deambulam pelas salas falando sobre temas como o amor, o desamor a vida e a obra. 

Mas a programação de junho da Casa das Artes não se fica por aqui. Na música, destaque ainda para o concerto dos Grandfather’s House, no dia 25, no café concerto. A banda bracarense, cujo som viaja entre o rock e o blues, é composta por Rita Sampaio, Tiago Sampaio e João Costeira e acaba de lançar o seu disco de estreia, intitulado “Slow Move”.

No que toca a teatro, junho reserva-nos ainda dois outros momentos. No dia 17 e 18, o grande auditório recebe a peça “Lisístrata”, uma coprodução da Casa das Artes e a ACE – Escola de Artes de Famalicão, e no dia 25 de junho, a peça “A Fera Amansada”, uma adaptação da obra de William Shakespeare levada à cena pelo Jangada Teatro.

Por fim, o cinema, que continua a ser uma das grandes apostas do espaço cultural famalicense. “Os 33” e “10 Cloverfield Line” são algumas das propostas cinematográficas para este mês.

Mais informações no site oficial da Casa das Artes de Famalicão, em www.casadasartes.org

TAPETES FLORIDOS NO MINHO SÃO OBRAS DE ARTE EFÉMERA

Por ocasião das celebrações do Corpus Christi, muitas cidades e vilas do Minho alindam-se com magníficos tapetes floridos que deslumbram os visitantes e preenchem de cores vivas as ruas e praças por onde passará solenemente a procissão religiosa.

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As vilas de Caminha e de Ponte de Lima encontra-se entre as que mais fazem o gosto por se engalanar e dar a conhecer o talento dos seus habitantes, beneficiando com isso da visita de milhares de turistas que aproveitam para registar em fotografia estes magníficos quadros daquilo que modernamente se poderia designar por arte urbana à moda do Minho.

Trata-se de verdadeiras obras de arte efémera ou seja, apenas destinadas às celebrações que ocorrem neste dia e sem qualquer intencionalidade de as preservar por maiores períodos de tempo. A sua preservação dependerá, pois, da capacidade de registar e difundir estes magníficos trabalhos, mormente através da publicação de vídeos e álbuns fotográficos, para que a memória não se apague!

Fotos: Luís Valadares / Câmara Municipal de Caminha

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CONCURSO ARTÍSTICO VALORIZA NOITE BRANCA DE BRAGA

Candidaturas de 26 de Maio a 19 de Junho

Com o objectivo de enriquecer culturalmente a edição deste ano da Noite Branca de Braga, a Fundação Bracara Augusta (FBA), em parceria com o Município de Braga, lançou um concurso artístico aberto a toda a comunidade para a realização de actividades culturais durante o evento.

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O concurso, que vai na sua terceira edição, pretende atrair participações no domínio das ‘Media Arts’ (arte digital e multimédia), Teatro, Dança, Música, Artes Visuais, Arquitectura, Design e Arte Urbana, com o foco na candidatura de Braga a 'Cidade Criativa da UNESCO'. A Fundação Bracara Augusta apoiará os projectos com financiamento até 5.000€, 2.000€ e 500€, num apoio total de 25.000€.

Ao concurso podem concorrer pessoas singulares ou colectivas, independentemente da sua naturalidade. As candidaturas decorrem de 26 de Maio a 19 de Junho e podem ser efectuadas online em www.fbracaraugusta.org. Os vencedores serão anunciados a 4 de Julho.

Segundo Sameiro Araújo, presidente da Fundação Bracara Augusta, este concurso tem sido ‘um sucesso’, uma vez que vem registando uma forte adesão de artistas nacionais e internacionais. “Nas edições anteriores, esta iniciativa contou com certa de 300 candidaturas, resultando em 26 projectos seleccionados que enriqueceram a programação da Noite Branca”, referiu.

“Estamos a reforçar a componente cultural da programação da Noite Branca através de projectos artísticos nacionais e internacionais que, de acordo com a sua especificidade, serão distribuídos por diferentes espaços da Cidade durante o evento”, explicou Sameiro Araújo.

A Noite Branca de Braga irá decorrer de 2 a 4 de Setembro e é um evento que atrai milhares de pessoas à Cidade fruto de uma programação intensa e diversificada. O regulamento do concurso artístico está disponível no site da FBA.

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CASA DA CULTURA DE MELGAÇO ACOLHE EXPOSIÇÃO COLETIVA DE ARTISTAS AMADORES

ESTILOS II é inaugurada amanhã

Esta é a segunda vez que o espaço cultural recebe a iniciativa, este ano com trabalhos de oito artistas

A Casa da Cultura, em Melgaço, volta a acolher ESTILOS, uma mostra coletiva de pintura e escultura que reúne obras de artistas melgacenses. A inauguração acontece amanhã, 11 de maio, pelas 17h00.

A 1ª exposição coletiva de pintura aconteceu em 2013 e foram apresentados trabalhos de quatro artistas Melgacenses. Nesta segunda edição o número de artistas aumentou consideravelmente: oito artistas do concelho mostram, até 4 de junho, verdadeiras obras de arte. Eduarda Castro, Manuel João Afonso, Isabel Domingues, Ondina Esteves, Marina Gonçalves, Alice Gomes, Jorge Cunha e Fernando Pereira apresentam trabalhos em diversos materiais, desde pinturas em tela, passando por esculturas e trabalhos em metal.

A mostra assume-se assim como um importante veículo de dinamização dos trabalhos destes artistas, na medida em que oferece aos artistas a oportunidade de contacto, divulgação e comercialização das suas obras.

De entrada livre, a exposição pode ser visitada durante o horário da Casa da Cultura: das 9h30 às 12h30 e das 14h00 às 18h00 (segunda a sábado).

A Casa da Cultura

A Casa da Cultura de Melgaço é um serviço público, que tem por finalidade promover e valorizar o património cultural de Melgaço, tendo em vista a compreensão, permanência e construção da identidade do concelho e a democratização da cultura.

Desde a sua abertura ao público, em 1995, que a Casa da Cultura se tem empenhado em realizar espetáculos diversos de grande qualidade. Os programas culturais desenvolvidos estão estruturados numa perspetiva de formação de públicos que visam, principalmente, a implementação de hábitos culturais.

É um espaço de encontro e convívio aberto à intervenção e dinâmica cultural do concelho que põe à disposição do público uma agenda recheada de um conjunto de iniciativas para dinamizar a vida cultural do concelho.

CERVEIRA APRESENTA CERVO COMO ÍCONE PAISAGÍSTICO

‘Museus Fora de Portas’ apresentam Cervo como ícone paisagístico-cultural

A escultura ‘O Cervo’ de José Rodrigues é a essência da 3ª edição do evento ‘Museus Fora de Portas’, a decorrer entre 14 e 18 de maio, em Vila Nova de Cerveira. A imponência da obra, da localização e da relação com o rio Minho vai envolver diversos públicos para um debate mais alargado sobre a carga cultural que a paisagem absorve.

Ateliês-oficinas, conferências, ações de formação para professores, espetáculo multimédia e de pianosão algumas das propostas do ‘Museus Fora de Portas’, cuja 3ª edição é inspirada natemática dos “Museus e Paisagens Culturais”lançado pelo ICOM para as comemorações do Dia Internacional dos Museus (18 de Maio).

Uma vez mais, oAquamuseu do Rio Minho, o Museu da Bienal de Cerveira, o Convento de Sampaio e a Câmara Municipal unem esforços para promover os museus junto da comunidade local e, desta vez, com um tema muito próximo dos cerveirenses: olhar para o Cervo altaneiro sobre a Serra da Gávea, símbolo por excelência desta margem do Rio Minho e das Terras de Cerveira.

Um dos destaques do vasto programa está reservado para a noite de 14 de maio. Após a iluminação do Cervo às 21h00, os jardins do Aquamuseu do rio Minho acolhem um espetáculo multimédia acompanhado ao piano por Ricardo Amorim, intitulado ‘O Cervo’, às 21h30.

Outra atividade em relevo acontece no período da tarde do dia 18 de maio, com a dinamização de uma mesa redonda sob o tema da “Apropriação simbólica da paisagem: do José Rodrigues ao IKEA”. 30 Anos volvidos sobre a implantação da Escultura do Cervo por José Rodrigues, o local e a escultura em si tornaram-se ícones da paisagem e identidade cerveirense e do Alto Minho. A proposta é refletir sobre este percurso de apropriação simbólica através de diferentes abordagens e cruzando as perfectivas da geografia, história, arte, marketing e publicidade.

Procurando envolver alunos e professores na iniciativa, nos dias 12, 13 e 16 de maio decorrem as oficinas escolares ‘Do Cervo até ao Rio’, dinamizadas nas escolas do concelho pelo Aquamuseu, Convento de Sampaio e Museu da Bienal de Cerveira. No dia 14 decorre uma sessão de formação para professores subordinada ao tema “Museus e Património Cultural como ferramenta pedagógica” para dar a conhecer alguns conceitos e estratégias de trabalho desenvolvidas pelos museus e que podem ter uma finalidade pedagógica.

Ainda a 17 de maio, no Largo do Terreiro, os alunos das escolas de Vila Nova de Cerveira são desafiados a participar no atelier “A minha Paisagem”, com a realização de duas atividades: a criação da sua t-shirt (individual) e a formação de um painel que ficará em exposição no Largo do Terreiro, recorrendo à técnica base de impressão por gravura (coletivo).

O ‘Museu Fora de Portas’ promete um contacto direto entre comunidade e museus fora do espaço formal, suscitando diálogo e interação sobre o território, a cultura e a sociedade. O objetivo passa por destacar as valências museológicas do concelho e sensibilizar para a conservação e valorização do património cultural.

MUNICÍPIO DE ESPOSENDE PROMOVE INCLUSÃO SOCIAL ATRAVÉS DA ARTE

Apresentado projecto “AMAReMAR”

“AMAReMAR – Arte e Comunidade” é como se designa o projecto que o Município de Esposende está a desenvolver para a comunidade de Esposende, com o intuito de promover a inclusão social através de práticas artísticas, e que ontem foi apresentado publicamente, numa sessão informal, que decorreu na sede do projecto, localizada na cidade.

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O Presidente da Câmara Municipal, Benjamim Pereira, assinalou a mais-valia de um projecto desta natureza, quer porque potencia a auto estima das pessoas e evidencia as suas potencialidades, quer porque contribui para fomentar o convívio entre gerações, atendendo a que envolve a participação de diferentes faixas etárias.

Tendo por base a reflexão sobre a cultura local, a história das gentes e das suas origens, o “AMAReMAR” convida a comunidade a procurar a realização pessoal, a felicidade, o amor e a solidariedade. “Mais importante do que os bens materiais é a felicidade e o bem-estar das pessoas”, referiu o Presidente Benjamim Pereira, assinalando que “os projetos de caráter imaterial têm tanto valor como as projetos materiais”, razão pela qual o Município abraçou, desde a primeira hora, esta iniciativa.

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Pegando no mote da animação apresentada por um grupo de participantes no projecto, “O que é que sonhas para Esposende?”, o Presidente da Câmara Municipal deixou claro que a par da melhoria da qualidade de vida da população, é igualmente importante dar oportunidade às pessoas de darem o melhor de si em prol da comunidade, através deste género de projetos. Mostrou-se, por isso, expectante, quanto aos frutos do “AMAReMAR”, seduzido pelo entusiamo e alegria tanto dos promotores do projecto como de todos quantos estão a participar nas várias actividades que estão já a ser desenvolvidas, nomeadamente oficinas de Música, Ilustração, Multimédia e 3D, e Teatro. O resultado final do trabalho em curso será materializado através da apresentação de um espectáculo.

Na qualidade de coordenadora artística do projecto, Eva Fernandes agradeceu e saudou o Município pela iniciativa. “É um projecto emocionante, porque o ponto de partida deste projecto são as pessoas”, afirmou, explicando que a ideia “é trabalhar Esposende”, explanando o que foi, o que é, e o que será Esposende depois deste projeto.

Considerando que “o maior valor de uma comunidade são as pessoas”, Eva Fernandes referiu que os objectivos da iniciativa passam por “fortalecer uma comunidade, dando-lhe voz, ajudando-a a reflectir sobre questões da identidade, através da arte, uma poderosa ferramenta para proteger a população da invisibilidade, da indiferença e da falta de sentido crítico”.

No espaço onde funciona a sede do “AMAReMAR” já se exibem as primeiras etapas do projecto, e foi notório o entusiasmo e a alegria dos participantes, partilhados pela voz de uma das Esposendenses que abraçou a iniciativa. Sameiro não poupou nos elogios ao programa, enaltecendo o facto de fomentar a partilha e o convívio entre as várias gerações, para além de realçar as potencialidades de cada um, “sem barreiras, nem preconceitos”.

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JOÃO CERQUEIRA REALIZA CONFERÊNCIA SOBRE ARTE PÚBLICA NO CENTRO DE ESTUDOS REGIONAIS DE VIANA DO CASTELO

No próximo dia 11de Maio (quarta-feira), na Sala Couto Viana da Biblioteca Municipal de Viana do Castelo, às 17 horas, João Cerqueira apresenta a comunicação com o título “Arte Pública”, no âmbito do ciclo de estudos “Arte, da criação à fruição”, promovido pelo Centro de Estudos Regionais e sua Academia Sénior.

João Cerqueira é doutorado em História da Arte pela Faculdade de Letras do Porto, onde apresentou uma tese sobre a obra do artista plástico José de Guimarães. Sobre este artista publicou dois livros, um dos quais publicado na China pela TodayArtMuseum. Colaboroucom a revista Arte Ibérica, tem artigos dispersos por diversas revistas internacionais e é autor dos títulos “Arte e Literatura na Guerra Civil de Espanha”, “A Culpa é destas Liberdades”, “As Reflexões do Diabo”, “Maria Pia: Rainha e Mulher”, em co-autoria com Manuel Pavão, e “A Tragédia de Fidel Castro”. Este livro, publicado em Portugal pela Saída de Emergência, venceu o USA BestBookAwards 2013, o Beverly HillsBookAwards 2014, o Global EbookAwards 2014, foi finalista do Montaigne Medal 2014, foi finalista do WishingShelfIndependentBookAwards 2014, foi considerado pela revista ForewordReviews a terceira melhor tradução publicada nos EUA em 2012, e foi recentemente adaptado ao teatro nos EUA.

A sessão é pública.

“ROMÂNICO EM CELORICO” RECEBE VISITA GUIADA

No dia 30 de abril, o Românico de Celorico foi alvo de uma visita guiada promovida pelo Município de Celorico de Basto em parceria com a Rota do Românico.

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A visita cingiu-se aos monumentos inseridos na Rota do Românico tendo começado na Igreja de Sta. Maria de Veade seguindo para a Igreja do Salvador de Ribas e a igreja do Salvador de Fervença. A visita terminou no único Castelo inserido na Rota do Românico, o Castelo de Arnoia.

“A valorização do nosso património é fundamental e crucial para a nossa identidade. Temos edifícios com marcas inigualáveis da arquitetura românica que tornam este concelho local de visita obrigatória para os “amantes” do património”, disse o presidente da Câmara Municipal de Celorico de Basto, Joaquim Mota e Silva. “O românico é um dos pontos de atratividade deste concelho mas existem outros igualmente aliciantes dignos de visita”.

A participar na ações estiveram várias dezenas de visitantes que se mostraram maravilhados com as características dos monumentos. O guia da visita, técnico da Rota do Românico, mostrou todos os pormenores deste estilo arquitetónico saliente nos monumentos visitados.

Recordar que Celorico de Basto dispõe de um Centro Interpretativo que serve de apoio ao Castelo de Arnoia e que permite a explicação de todos os pormenores referentes a este ex-libris local.

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PONTE DE LIMA RECEBE EXPOSIÇÃO DE ARTE CONTEMPORÂNEA

ART-MAP 2016. “Re-Conhecimento: arte como um saber visual” – Candidaturas até 5 de maio

A Vila de Ponte de Lima vai receber uma grande exposição de Arte Contemporânea. Entre julho e agosto o projeto ART_MAP invade o Centro Histórico e diversos equipamentos da Vila Mais Antiga de Portugal. Trata-se de uma iniciativa de interesse artístico que visa divulgar diversas obras de escritores e artistas plásticos de diversas nacionalidades e colocá-las em diálogo com a população de diversas pequenas e médias cidades portuguesas através de um circuito de exposições coletivas de arte nos monumentos, museus ou galerias da localidade e de uma galeria patente no sítio da internet do projeto supracitado.

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Pretende-se desta forma fomentar o diálogo e a interculturalidade, qualquer artista quer de nacionalidade portuguesa quer estrangeira pode participar participando com as suas obras numa Mostra temporária em cada localidade.

Em 2016, é o Município de Ponte de Lima que abre as portas do seu património à iniciativa que decorrerá, nos meses de julho e agosto, em vários museus municipais, um jardim temático, uma capela, ou uma antiga ‘prisão das mulheres’. Até ao momento já concorreram mais de 450 obras de um total de 160 autores provenientes de vários continentes.

A proposta temática ART-MAP Ponte de Lima 2016 é o “Re-Conhecimento: arte como um saber visual”, podendo-se, na opção ‘Conceito’, disponível em linha, encontrar-se propostas de tópicos a explorar, bem como outras informações, como por exemplo, lendas e tradições limianas, ou informações sobre os espaços de exposição a usar, consubstanciando o diálogo de culturas que se visa promover. Como indicam as Regras de Participação também disponíveis, o convite à participação de escritores e artistas plásticos encontra-se aberto até 5 de maio, e a submissão é feita online, podendo cada concorrente apresentar até um máximo de três obras, nas categorias de Pintura, Artes Gráficas, Fotografia, Escultura, Vídeo, Instalação de Arte, Land Art, Light Art, ou Poesia.

Mais informações sobre este projeto móvel de curadoria e sobre o concurso aberto até 5 de maio, bem como o Formulário de Candidatura, estão disponíveis no endereço http://projectartmap.com/submission/, a partir do qual poderá, também, visitar as obras já submetidas ao concurso de 2016, atualizadas continuamente na Galeria Virtual do projeto.

FAFE CIDADE DAS ARTES PREMIADA NO BRASIL

Melhor encenação e Melhor interpretação recebem Prémio Braskem 2015

A produção de Fafe Cidade das Artes, “Bululú: estórias da invenção do mundo”, assinada por Moncho Rodriguez, foi recentemente premiada com o Prémio Braskem de Teatro 2015, cuja entrega se realizou na Bahia (Brasil).

Prémio Braskem

A comédia, que ao mesmo não poupa críticas às falsas relações entre a arte e a sociedade, já foi encenada em diversos locais do Brasil, a exemplo dos Estados da Bahia, Sergipe e Pernambuco.

“Bululú: estórias da invenção do mundo” venceu três troféus: dois na categoria de Melhor Ator, para a dupla Bartolomeus e Amadeus, interpretados por Danilo Cairo e João Guisande; e um na categoria de Melhor Espetáculo, destinado a Moncho Rodriguez, que assina o texto, direção e toda a cenografia da peça.

Na sua 23.ª edição, esta é a primeira vez que o prémio Braskem do Teatro contempla dois intérpretes na categoria de Melhor Ator. Para Moncho Rodriguez, o facto só comprova a excelência das criações de Fafe Cidade das Artes.

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“A Plataforma tem como compromisso promover e difundir a qualidade e a criatividade artística. Os atores Danilo Cairo e João Guisande foram residentes no projeto em Fafe, o que mais uma vez comprova que estamos seguindo no rumo certo.”, afirma o encenador Moncho Rodriguez.

O prémio Braskem é considerado um dos mais importantes prémios de teatro no Brasil. A sua entrega constitui um evento tradicional, já consolidado no cenário cultural da Bahia, e tem o objetivo de valorizar, reconhecer e premiar a produção teatral do Estado, abrindo espaço para o surgimento de novos talentos.

Pompeu Martins realça “o reconhecimento que o prémio traz à peça, aos artistas nela envolvidos e à Plataforma Fafe Cidade das Artes, que tem trazido diversidade de espetáculos a Fafe e qualidade na produção cultural no concelho.”

“A entrega deste Prémio à peça Bululú é sinal do bom rumo que a Plataforma Fafe Cidade das Artes está a traçar e das boas opções culturais que os fafenses cada vez mais têm à sua disposição.”

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VIANENSES DEBATEM ARQUITETURA MODERNISTA

Centro de Estudos Regionais promove um percurso pela arquitectura modernista em Viana do Castelo

No próximo dia 28 de Abril (quinta-feira), o Centro de Estudos Regionais promove um percurso urbano, no âmbito do programa do Ciclo de Estudos “Arte, da criação à fruição”, pela arquitectura modernista em Viana do Castelo, conduzido por Francisco Carneiro Fernandes.

“A Arquitectura Modernista em Viana do Castelo - primeira metade do século XX" é um percurso urbano, centrado na Avenida dos Combatentes da Grande Guerra, que nos permitirá revisitar os principais exemplares de arquitectura da cidade referentes ao referido período, conhecer melhor os seus autores e as características do seu trabalho.

Guiado por Francisco Carneiro Fernandes, autor de diversos artigos e livros sobre a história da cidade, o percurso terá início pelas 15 horas, junto do Café Girassol, no Jardim Público, tendo uma duração prevista de duas horas a duas horas e meia.

A participação é gratuita e não carece de inscrição.

CERVEIRA PROMOVE MOSTRA DE ARTE INFANTO-JUVENIL

EDUCARTE de portas abertas até sexta-feira

São pequenos artistas, mas enormes em criatividade. O VII EDUCARTE – Mostra de Arte Infanto-Juvenil apresenta dezenas de trabalhos artísticos elaborados pelos alunos das várias escolas do concelho de Vila Nova de Cerveira e, este ano, pela primeira vez, com a participação de escolas do Concello de Tomiño (Galiza). Esta ‘Bienal dos Pequeninos’ é já um evento que fascina os graúdos.

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Até sexta-feira, o Fórum Cultural de Vila Nova de Cerveira acolhe mais um evento artístico. Até aqui nada de novo, pois esta é a ‘casa das artes’ de um concelho conhecido por ‘Vila das Artes’. Mas a presente mostra tem duas particularidades, por um lado ser da autoria de crianças e jovens e, por outro, alcançar uma dimensão transfronteiriça dada a presença de escolas de Tomiño.

Organizado pela Câmara Municipal de Vila Nova de Cerveira, em parceria com os estabelecimentos de ensino do concelho, do pré-escolar ao ensino superior (Agrupamento de Escolas de Vila Nova de Cerveira, o Colégio de Campos, a Creche de Campos, a ETAP, a Escola Superior Gallaecia e a Santa Casa da Misericórdia), e com o Concello de Tomiño, este projeto visa aproximar os mais novos ao conceito de arte e das suas diferentes expressões, estimulando a criatividade e o sentido crítico.

Durante a inauguração que decorreu esta manhã, o presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Cerveira realçou o sucesso de um evento consolidado e que surpreende pela aquisição de novos impulsos que potenciam a arte aos residentes e visitantes. “Não há nada melhor do que despertar o bichinho e a veia artística junto dos mais pequenos. Eles são criativos por natureza e nós temos a obrigação de fomentar essa vontade através da oferta de recursos para eles evoluírem”, disse Fernando Nogueira. Vila Nova de Cerveira é terra de bienais, “e esta é a Bienal dos Pequeninos”.

Entre as várias obras de arte expostas até sexta-feira no Fórum Cultural, há inúmeras interpretações do Cervo Rei, referências imponentes para a proteção dos animais, dado que a Patas e Patas esteve presente ao longo do projeto, assim como um forte componente de consciencialização ambiental.

Com a participação de 10 escolas, num total de 1300 alunos, o VII EDUCARTE– Mostra de Arte Infanto-Juvenil, que acontece de dois em dois anos, integra um conjunto de iniciativas que proporcionam a interatividade com música, dança, teatro, atividade física e artes plásticas.

CENTRO DE ESTUDOS REGIONAIS PROMOVE CONFERÊNCIA SOBRE A ARTE MEDIEVAL NO ALTO MINHO

No próximo dia 21 de Abril (quinta-feira), na Sala Couto Viana da Biblioteca Municipal de Viana do Castelo, às 17.00 horas, António Matos Reis apresenta uma comunicação sobre a arte medieval no Alto Minho, integrada no Ciclo de Estudos “Arte, da criação à fruição”, promovido pelo Centro de Estudos Regionais.

António Matos Reis, natural de Fornelos (Ponte de Lima), é doutor em História, pela Universidade do Porto, com a tese intitulada “Os Concelhos na Primeira Dinastia à luz dos forais e de outros documentos da Chancelaria Régia”. Fez, na Università Internazionale del'Arte, em Florença, os cursos de Museologia e de Estudos Especiais de Crítica de Arte. Tem exercido várias actividades e funções, entre as quais se contam as de docente de História, no ensino oficial, as de Conservador e Director do Museu Municipal de Viana do Castelo, e as de Director do Departamento de Desenvolvimento Económico, Social e Cultural, na Câmara Municipal de Viana do Castelo. Actualmente trabalha como investigador independente, integrado no C.E.P.E.S.E. (Projecto “Sociedade Medieval Portuguesa”). Tem cerca de duas centenas de trabalhos publicados, entre os quais se destacam os livros seguintes: Origens dos Municípios Portugueses (com duas edições, 1991 e 2002), O Foral de Valença (1996), A Santa Casa da Misericórdia de Ponte de Lima no passado e no presente (1997), Entre o sucesso e desgraça – Pero do Campo Tourinho, fundador de Porto Seguro (2000), Ponte de Lima no Tempo e no Espaço (2000); A Louça de Viana (2003), História dos Municípios 1055-1385 (2007), que lhe mereceu o Prémio Nacional de História Medieval “Almeida Fernandes” no ano de 2008; Foral Manuelino de Viana da Foz do Lima (2012) e Foral Manuelino de Valença (2013).

O Ciclo de Estudos “Arte, da criação à fruição” é promovido pelo Centro de Estudos Regionais, no âmbito das actividades da sua Academia Sénior, e desenvolve-se até finais de Junho, incluindo conferências, visitas de estudo e exposições.  

A sessão é pública.

Nota: encontra-se patente nas instalações do Centro de Estudos Regionais, situadas no Largo do Instituto Histórico do Minho, junto à Sé Catedral de Viana do Castelo, uma exposição de fotografia organizada pelo Clube de Fotografia da Academia Sénior do Centro de Estudos Regionais. A entrada é livre.

FAMALICÃO INCENTIVA JOVENS PARA A ARTE URBANA

Jovens de Famalicão incentivados a intervirem com arte em espaços urbanos

A juventude de Vila Nova de Famalicão está a ser desafiada para dar asas à criatividade artística e para a plasmar em espaços públicos urbanos com recurso às mais variadas técnicas e materiais como o grafite, a azulejaria e a pintura. “Urban Youth” é um projeto de arte urbana desenvolvido pelo pelouro da Juventude, em parceria com a Escola de Artes Plásticas - A Casa ao Lado, que visa estimular a expressão artística da juventude famalicense e simultaneamente revitalizar espaços urbanos através da arte.  São também objetivos do projeto, incentivar o diálogo e o pensamento crítico dos jovens, transformando a educação através da arte numa educação para a cidadania.

O projeto vai ser desenvolvido através da organização de uma residência artística destinada a jovens dos 12 aos 35 anos, que incluirá ações de formação e workshops a desenvolver na Casa da Juventude, no Museu de Cerâmica da Fundação Castro Alves e em espaços urbanos a intervencionar.

O pontapé de saída para a primeira edição do projeto tem início marcado para o próximo dia 16 de abril e prolongar-se-á até dia 9 de julho, data escolhida para a apresentação do resultado da primeira intervenção artística. As sessões práticas decorrerão aos sábados, das 14h às 18h, entre a Casa da Juventude, a Fundação Castro Alves e o Parque de Sinçães.

A inscrição é gratuita e poderá ser realizada através do Portal da Juventude, emwww.juventudefamalicao.org.

CLDS – 3G discute comunicação dentro da rede

“Na Rede. Como Comunicamos?” É este o título do seminário que vai decorrer na Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão no próximo dia 19 de abril, no âmbito do novo Contrato Local de Desenvolvimento Social – CLDS 3G. A entrada é livre.  

Promovido pelas entidades que integram o projeto – A Câmara Municipal, a CIOR, Cooperativa de Ensino de Vila Nova de Famalicão, a Engenho – Associação para o Desenvolvimento do Vale do Este e a PASEC - Plataforma de Animadores Socioeducativos e Culturais, em parceria com a Universidade do Minho, o seminário posiciona-se como uma plataforma de reflexão sobre a comunicação dentro de uma rede interinstitucional, muito concretamente no âmbito social.

A comunicação organizacional em rede e os desafios sociais, pela investigadora e professora universitária Teresa Ruão e o contributo da comunicação estratégica para o Desenvolvimento Social, pela presidente do Instituto de Ciências Sociais da Universidade do Minho, são alguns dos temas que vão estar em debate.

A ARTE POPULAR E OS “DIREITOS DE AUTOR” DOS ARTISTAS QUE DELA SE APROPRIAM

A arte da filigrana do Minho constitui uma das vertentes da ourivesaria tradicional portuguesa cujas origens se perdem nos tempos e cuja autoria pertence ao povo, à semelhança do que sucede com outras manifestações da nossa cultura popular e que fazem parte do nosso património coletivo, material e imaterial.

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Sucede que, revelando um défice de criatividade, alguns artistas geralmente muito zelosos dos direitos que lhes assistem – os chamados “direitos de autor” – não se coíbem de usar a criatividade do nosso povo em benefício próprio e vão ao ponto de despudoradamente assinar a arte como se tivesse sido criação sua.

Vem isto a propósito da emissão pela Imprensa Nacional Casa da Moeda de uma moeda de coleção com o valor facial de 2 euros, representando num dos lados o tradicional coração de filigrana que constitui uma das marcas de identidade das gentes do Minho, junto ao qual aparece o nome do artista que supostamente criou a referida representação. Resta-nos saber se os ciosos cobradores dos “direitos de autor” tencionam deslocar-se à Póvoa de Lanhoso e a outras localidades da nossa região para reclamar os “direitos” da artista que indevidamente se apropriou da arte que pertence ao nosso povo?

GUIMARÃES RECEBE BIENAL DE ARTE EM PAISAGEM

Guimarães recebe em 2017 a “LandArt – Bienal de Arte em Paisagem” ao longo de uma semana

Evento decorrerá no início de junho do próximo ano. Interessados em participar no certame terão, brevemente, todas as informações disponíveis na página de internet do Laboratório da Paisagem.

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O concelho de Guimarães vai receber, em 2017, a primeira edição da ‘Guimarães LandArt – Bienal de Arte em Paisagem’, uma manifestação interventiva na paisagem que vai agregar, ao longo de uma semana, exposições de artistas que, fazendo uso dos quadros paisagísticos vimaranenses, expressam-se na natureza e com a natureza. As instalações artísticas formarão um mosaico paisagístico na geografia urbana de Guimarães, utilizando para tal os espaços públicos destinados à intervenção artística.

«Juntar o ambiente e a cultura faz todo o sentido num território que foi Capital Europeia da Cultura em 2012 e que está a trabalhar na candidatura a Capital Verde Europeia 2020! O LandArt em Guimarães é um projeto que demonstra a estratégia que a Câmara Municipal tem para o concelho, articulando a cultura com a paisagem», referiu José Bastos, Vereador do Município, na sessão de apresentação realizada durante o Seminário Internacional de Arte e Paisagem, que termina este sábado, 09 de abril, no Laboratório da Paisagem.

Na cerimónia, que serviu para apresentar e discutir abordagens emergentes entre as diversas formas de arte e paisagem, estiveram igualmente presentes o Diretor Executivo do Laboratório da Paisagem, Carlos Ribeiro, o Diretor Artístico do CIAJG - Centro Internacional das Artes José de Guimarães, Nuno Faria, a professora da Universidade do Minho, Ana Francisca de Azevedo, e o coordenador do evento, o investigador de Geografia do Laboratório da Paisagem, Ricardo Martins.

Com a ‘Guimarães LandArt - Bienal de Arte em Paisagem’, o Município e o Laboratório da Paisagem pretendem proporcionar experiências de contacto com a natureza, cuja materialização artística reflita uma aprendizagem prática, válida e inovadora em assuntos ambientais. Nesse sentido, a primeira edição da bienal permitirá que os cidadãos possam apresentar propostas artísticas complementares ao evento, com o objetivo de enriquecer culturalmente Guimarães e apelar a uma consciencialização ambiental da população.

Da mesma forma, pretende-se integrar as políticas do quotidiano, a ciência e a arte, dar ênfase aos elementos sociais e culturais na transformação intelectual e artística e promover formas de expressão artística alternativas, desenvolvendo a ética e cidadania ambiental em conjugação com a consciência artística, ao mesmo tempo que se potencia o espírito de iniciativa artística.

A natureza como manifestação artística

Uma LandArt é um movimento cultural que preconiza o regresso à natureza onde as criações artísticas utilizam o espaço exterior como suporte, tema ou meio de expressão. Trata-se de uma forma de arte efémera não necessariamente passível de exposição em museus ou galerias, sendo caracterizada por ser uma forma de expressão em terreno natural, objetando este modo de fazer arte a dissolução da noção de objeto artístico.

Como ferramenta de mediação da sua forma e duração finita, são os métodos de prova documental (fotografia, vídeo, desenho ou texto) que garantem a vida da instalação artística. Em particular, a LandArt auspicia a fruição do “natural” e a descoberta de novos temas e produções culturais, impulsionando a criação de espaços de contaminação e interação da população em comunhão com o ambiente físico.

LABORATÓRIO DA PAISAGEM DE GUIMARÃES RECEBE SEMINÁRIO INTERNACIONAL DE ARTE E PAISAGEM

Inscrições estão abertas até esta segunda-feira

Evento conta com alguns dos maiores especialistas nacionais e internacionais da área em debate. Inscrições para participantes sem comunicações encontram-se abertas até ao dia 04 de abril.

Os interessados em participar no Seminário Internacional de Arte e Paisagem, que decorrerá em Guimarães entre 07 e 09 de abril, com o objetivo de apresentar e discutir abordagens emergentes entre as diversas formas de arte e paisagem, devem inscrever-se até esta segunda-feira, 04 de abril. O evento, promovido pelo Laboratório da Paisagem, irá analisar a forma como a paisagem é hoje entendida, fruto da ação e interação dos recursos naturais, humanos e o seu entendimento na qualidade de vida dos cidadãos e nas mais variadas manifestações artísticas.

Para este seminário internacional, estarão presentes alguns dos maiores especialistas nacionais e internacionais na área, como é o caso de Joan Nogué, Diretor do Observatori del Paisatge de Catalunha e professor catedrático de Geografia Humana da Universidade de Girona, da docente da Universidade do Minho, Ana Francisca de Azevedo, Doutorada em Geografia e autora de diversas publicações versadas sobre paisagem, de Frederico Meireles, Doutorado em Arquitetura Paisagista e docente na Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro e ainda, Nuno Faria, Curador e Diretor Artístico do CIAJG - Centro Internacional das Artes José de Guimarães.

O programa de comunicações do evento está já preliminarmente constituído e reúne contribuições temáticas de Portugal, Brasil e Espanha. A par dos painéis de comunicações, no dia 07 de abril, e tendo como mote de partida a cerimónia de encerramento do Seminário Internacional de Arte e Paisagem, será realizado o anúncio público do evento cultural que marcará Guimarães em 2017: o lançamento do “Guimarães LandArt - Bienal de Arte em Paisagem”.

Todas as informações necessárias estão disponíveis na seguinte ligação: www.labpaisagem.pt/index.php/seminar

CENTRO DE ESTUDOS REGIONAIS DE VIANA DO CASTELO PROMOVE CONFERÊNCIA SOBRA A ARTE PRÉ-HISTÓRICA EM SANTA LUZIA

No próximo dia 17 de Março (quinta-feira), na Sala Couto Viana da Biblioteca Municipal de Viana do Castelo, às 17.00 horas, Ana Bettencourt apresenta a comunicação com o título “Arte Pré-histórica na serra de Santa Luzia: dos gestos às interpretações”, no âmbito do ciclo de estudos “Arte, da criação à fruição”, promovido pelo Centro de Estudos Regionais e sua Academia Sénior.

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Ana Bettencourt, natural de Angra do Heroísmo (Açores), é licenciada em História (variante Arqueologia), pela Universidade de Coimbra, mestre em Antropologia (opção Paleoantropologia, pela Universidade de Bordeús, enquanto bolseira da Fundação Calouste Gulbenkian), doutorada em Arqueologia e História da Antiguidade, pela Universidade do Minho, e Agregada em Arqueologia Pré-histórica pela Universidade do Porto. É docente no Departamento de História da Universidade do Minho. As suas áreas de investigação relacionam-se com a Pré-história da Península Ibérica, tendo trabalhado temas associados aos contextos e práticas funerárias, metalurgia, arte rupestre e arqueologia e turismo. Foi investigadora responsável por vários projetos coletivos, subsidiados por fundos comunitários através da Fundação para a Ciência e Tecnologia. Participa, regularmente, em congressos nacionais e estrangeiros e tem vasta obra publicada, entre livros, capítulos de livros e artigos em revistas nacionais e internacionais.

A entrada é livre.

…e visita guiada sobre a talha e arquitetura de André Soares em Viana do Castelo.

No dia 19 de Março (sábado), o Centro de Estudos Regionais promove uma visita guiada às obras de André Soares em Viana do Castelo. O percurso pedestre ligará a Igreja de Nossa Senhora d’Agonia, onde tem início a visita, às 15.00 horas, a Igreja de S. Domingos e a Capela das Malheiras. A visita é guiada por Eduardo Pires de Oliveira, reconhecido especialista na obra de André Soares e do Barroco. A iniciativa encerra o Curso “André Soares e o Barroco no Alto Minho”, integrado no VII Ciclo de Estudos do Centro de Estudos Regionais, intitulado "Arte, da criação à fruição", que decorre até Junho de 2016.

Eduardo Pires de Oliveira é doutorado em História de Arte na Universidade do Porto sob o tema “André Soares e o rococó do Minho”. Investigador integrado do ARTIS/Instituto de História de Arte da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, recebeu o Prémio José de Figueiredo (Academia Nacional de Belas Artes), em 1994, e é autor de cerca de 180 livros, artigos e comunicações em congressos em Portugal, Brasil e Espanha sobre o Património Cultural Minhoto e sobre a Diáspora da Arte Minhota Barroca e Rococó pelo mundo, com especial relevo em Minas Gerais.

André Soares (1720-1769) foi um dos poucos vultos da História de Arte portuguesa que teve uma dimensão europeia. As mais recentes Histórias de Arte editadas fora do país tem-lhe dedicado alguma atenção, embora a sua obra ainda não tenha merecido a devida divulgação internacional. Como era corrente na época, oscilou entre o rococó e o tardobarroco. Os seus trabalhos estão disseminados um pouco por todo o Entre Douro-e-Minho: Braga, Viana do Castelo, Guimarães, Ponte de Lima, Arcos de Valdevez, etc. André Soares é, no dizer de Robert Smith, “o grande poeta do granito e virtuoso do castanho dourado”.

A participação é gratuita e não carece de inscrição.

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BARCELOS APRESENTA ARTISTAS DAS MELHORES ESCOLAS DE ARTE DO MUNDO

Teatro Gil Vicente e Salão Nobre oferecem, de 10 a 12 de março, o melhor da música erudita

Barcelos recebe um dos mais relevantes projetos artísticos e culturais da Europa. O Festival Harmos reúne, de 10 a 12 de março, no Teatro Gil Vicente e no Salão Nobre dos Paços do Concelho, artistas das melhores escolas de arte do mundo. Um projeto de sucesso na forma exemplar como promove a música e o excelente trabalho desenvolvido pelas Instituições de Ensino Superior Artístico a nível mundial.

O Festival Harmos sobe ao palco do Teatro Gil Vicente nos dias 10 e 12 de março, e no dia 11 as atuações têm lugar no Salão Nobre dos Paços do Concelho, com todos os concertos com início às 21h30 e de entrada gratuita. Pelo sexto ano consecutivo, Barcelos participa neste evento extraordinário que é muito mais que um espetáculo de nível mundial, é uma oportunidade única de proporcionar o primeiro grande contacto dos estudantes com o público e com o mercado de trabalho e, por outro lado, de trazer a música erudita às populações, não se fixando, para isso, apenas nos grandes centros urbanos. Estes são alguns dos objetivos que distinguem o Festival Harmos dos restantes concertos de música deste género.

A entrada é gratuita, limitada à lotação da sala e à reserva de bilhete no caso do Teatro Gil Vicente.

10 de março | quinta-feira | Teatro Gil Vicente | 21h30

Hochschule für Musik und Theatre Leipzig, Alemanha

“Fin de siècle” Quintet

Sabina Curti, violino

Ohad Cohen, violino

Nir Rom Nagy, viola

Nerea Sorozábal Moreno, violoncelo

Vita Gajevska, piano

11 de março | sexta-feira | Salão Nobre dos Paços do Concelho | 21h30

Lithuanian Academy of Music and Theatre, Lituânia

“Levicki - Lankutytė” duo

Konrad Levicki, violino

Lauryna Lankutyte, piano

12 de março | sábado | Teatro Gil Vicente | 21h30

Guildhall School of Music and Drama, Londres, Reino Unido

Trio Aramis

Ionel Manciu, violino

Leander Kippenberg, violoncelo

Krzysztof Moskalewicz, piano

CENTRO DE ESTUDOS REGIONAIS DE VIANA DO CASTELO PROMOVE DEBATE SOBRE ARTE E INCLUSÃO

O Centro de Estudos Regionais de Viana do Castelo e a sua Academia Sénior, promovem no próximo dia 2 de Março (quarta-feira), uma sessão, de acesso livre, para a apresentação de projetos e debate de ideias sobre a arte e a inclusão. A iniciativa, que se realiza no âmbito do ciclo de estudos “Arte, da criação à fruição”, tem lugar na Sala Couto Viana da Biblioteca Municipal de Viana do Castelo, às 17.00 horas, e conta com a colaboração de um conjunto de convidados institucionais.

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No encontro, estará presente a terapeuta Conceição Cunha, em representação da APPACDM, que partilhará algumas das experiências desenvolvidas pela referida associação na área da arte como fator de inclusão.

Isabel Barciela, em nome da Íris Inclusiva, associação que promove a plena inclusão comunitária e social das pessoas cegas e com baixa visão, apresentará o trabalho que tem vindo a realizar no sentido de aproximar as pessoas à cultura e à arte.

Por sua vez, Joana Laranjeira apresentará VINDINÓS, um projeto de vídeo-dança, que dirigiu e coreografou, numa co-produção entre o Dançando com a Diferença, companhia de dança contemporânea dirigida por Henrique Amoedo, e a Escola de Dança da Escola de Dança da Fundação Cultural do Estado da Bahia (Brasil).

GUIMARÃES RECEBE SEMINÁRIO SOBRE ARTE E PAISAGEM

Entre 7 e 9 de abril, Guimarães recebe “Seminário Internacional de Arte e Paisagem” no Laboratório da Paisagem

Evento contará com alguns dos maiores especialistas nacionais e internacionais da área em debate. Inscrições estão abertas até ao dia 18 de março.

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O Laboratório da Paisagem de Guimarães vai acolher, entre 07 e 09 de abril, um Seminário Internacional de Arte e Paisagem, onde se pretende apresentar e discutir as abordagens emergentes entre as diversas formas de arte e paisagem. Em discussão estará a forma como a paisagem é hoje entendida, fruto da ação e interação dos recursos naturais, humanos e o seu entendimento na qualidade de vida dos cidadãos e nas mais variadas manifestações artísticas.

Para este seminário internacional, estarão presentes alguns dos maiores especialistas nacionais e internacionais na área, como é o caso da docente da Universidade do Minho, Ana Francisca de Azevedo, Doutorada em Geografia e autora de diversas publicações versadas sobre paisagem, ou de Frederico Meireles, Doutorado em Arquitetura Paisagista e docente na Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro.

Estarão igualmente presentes Joan Nogué, professor catedrático de Geografia Humana da Universidade de Girona e Diretor do Observatori del Paisatge de Catalunha, e ainda Nuno Faria, Curador e Diretor Artístico do CIAJG - Centro Internacional das Artes José de Guimarães.

Os interessados em participar em formato poster ou por comunicação oral devem fazer chegar o resumo dos seus trabalhos até ao dia 18 de março, através da seguinte ligação: <http://www.labpaisagem.pt/index.php/seminar>. A Comissão Científica encarregue de avaliar os trabalhos inclui expertos de Universidades Portuguesas (UTAD e UMinho), bem como membros internacionais de Universidades do Brasil e de Espanha (UdG).

CERVEIRA RECUPERA OBRA DE ARTE

Tela de José Lebrão e imagem da Senhora do Leite restauradas e devolvidas à Santa Casa

O presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Cerveira entregou, esta quarta-feira, aos membros da Mesa da Santa Casa da Misericórdia, a tela do benemérito Manuel José Lebrão e a imagem de Nossa Senhora do Leite, alvo de um minucioso trabalho de restauro em prol da preservação da memória histórica da instituição e do concelho.

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Em abril do ano passado, o Arquivo Municipal, ao abrigo de um protocolo de colaboração com a Santa Casa da Misericórdia de Vila Nova de Cerveira, promoveu a exposição “Misericórdias de Cerveira: Religião, Caridade e Hospital” que despoletou a necessidade imediata para uma intervenção de conservação de duas peças de inestimável valor patrimonial e histórico.

Após identificação dos principais problemas, a autarquia cerveirense, em estreita colaboração com os órgãos sociais da Santa Casa, assumiu o compromisso de avançar com o restauro do quadro daquele que foi o grande benemérito local, Manuel José Lebrão, e da imagem da Senhora do Leite – peça antiga e rara.

Para o edil cerveirense, o resultado deste esforço e intervenção rigorosa orgulha e honra/enriquece/valoriza não só uma instituição secular com um papel determinante no seio da comunidade, como o concelho. Fernando Nogueira agradece a disponibilidade da Santa Casa da Misericórdia ao longo deste processo, bem como a partilha destas memórias com a população através da exposição no Arquivo.

Propriedade da Santa Casa, a tela de Manuel José Lebrão, datada do século XX, década de 20 ou 30, recorda o homem que, com o fim de auxiliar os doentes desprotegidos, mandou erigir, em 1926, um grandioso hospital na sede do Concelho de Vila Nova de Cerveira, inaugurado em 1929, e que ofereceu à Misericórdia de Cerveira dotado com mais mil contos. Por sua vez, a imagem da Senhora do Leite, que se encontra num oratório nas instalações do Lar Maria Luísa da Santa Casa, é uma das mais antigas do concelho, sendo contemporânea da fundação da própria Misericórdia em Vila Nova de Cerveira.

SOAJO REALIZA BIENAL D'ART VEZ

Bienal D'Art Vez em Soajo de 13 de Fevereiro a 28 de Março

Depois de ter estado patente ao público na Casa das Artes arcuense até ao fim do mês de janeiro, a bienal de Artes “D’Art Vez”, projeto que conta já com 30 anos e tem sido espaço de convívio e reflexão sobre as diferentes formas e expressões artísticas, estará disponível na Casa do Povo de Soajo entre 13 de Fevereiro e 28 de Março, no âmbito do projeto municipal de descentralização cultural pelas freguesias concelhias.

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Este ano a exposição contou com a participação de mais de seis dezenas de artistas, de várias geografias, e foi dedicada aos 500 Anos do Foral arcuense; cada artista criou uma obra artística com base em textos dos últimos 500 anos de Arcos de Valdevez, desde os finais do séc. XV até 2015, criando um espólio de total originalidade e qualidade. Em Soajo, e por características físicas do espaço expositivo, estarão patentes cerca de duas dezenas de trabalhos, com prioridade para os autores arcuenses e com destaque para a obra escultórica de Fenando Cerqueira, vencedora do Concurso de Ideias municipal para um elemento escultórico alegórico aos 500 anos do Foral de Soajo, e que conhecerá, em breve, colocação no espaço público da Vila soajeira.

A inauguração da mostra, que contou com a presença do edil arcuense João Manuel Esteves, foi complementada com um excelente momento musical interpretado pelo coletivo “MusicArte”, também ele de génese arcuense.

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GUIMARÃES PROMOVE VISITA GUIADA A ARTE URBANA

NO PRÓXIMO DOMINGO, 21 DE FEVEREIRO

Guimarães abre inscrições para última visita guiada a arte urbana em paragens de autocarro

“As Paragens onde o Tempo Habita” tem inscrições abertas para a última visita. Iniciativa decorrerá no próximo domingo de manhã.

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A Câmara Municipal de Guimarães tem abertas inscrições para a participação na última visita guiada de autocarro, agendada para o próximo domingo, 21 de fevereiro, às intervenções artísticas realizadas em dezassete abrigos de paragens de transportes públicos no centro de Guimarães, um dos eventos que assinalou o 14º aniversário da elevação do Centro Histórico a Património Cultural da Humanidade.

As inscrições para o público poder acompanhar a visita ao projeto urbano “As Paragens onde o Tempo Habita” são limitadas aos lugares existentes no autocarro. O percurso tem início às 11 horas, no abrigo da Alameda S. Dâmaso (Norte), seguindo-se o da Rua de Santo António, Alameda da Universidade (2), Rua Teixeira Pascoais e Pavilhão Francisco de Holanda.

O périplo continua pela Avenida São Gonçalo (2), Alameda Dr. Mariano Felgueiras (em frente ao Hospital), Escola de Creixomil, Alameda Dr. Mariano Felgueiras (em frente ao GuimarãeShopping), Avenida D. Afonso Henriques, Largo República do Brasil (2), Alameda Abel Salazar (em frente à Escola Martins Sarmento), Rua Dr. R. Carvalho e Av. Cónego Gaspar Estaço (junto ao Tribunal).

Os interessados poderão efetuar as inscrições através de correspondência eletrónica (cultura@cm-guimaraes.pt) ou diretamente na Loja Interativa de Turismo Guimarães, na Praça de S. Tiago. Para tal, deverão indicar o nome, contacto de telemóvel e número de pessoas.

O projeto, coordenado pela Escola Superior Artística de Guimarães (ESAG), em parceria com a empresa ARRIVA, é constituído por ilustrações da autoria de Mafalda Neves, Luís Taklim, Sérgio Marques, Uriel Cordas, Bruno Santos, Bárbara Rocha, Cláudia Loureiro, Patrícia Guerra e Joana de Sousa, jovens autores, mestres em ilustração pela ESAG, dirigida por Paulo Leocádio, que coordenará a visita.

TERTÚLIA NO MUSEU BORDALO PINHEIRO DEBATE “O MODERNISMO E O FOLCLORE”

O debate em torno de “O Modernismo e o Folclore” marcaram a tarde de ontem no Museu Bordalo Pinheiro, em Lisboa. Tratou-se de uma conversa amena que teve lugar no âmbito da exposição Luís Filipe e a Farsa da Vida. Na ocasião, foi também inaugurada na sala “A Paródia”, do Museu Bordalo Pinheiro, uma mostra de peças “Pixeladas vianenses”.

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Esta foi a primeira de uma série de três tertúlias programadas acerca de Luís Filipe (1887-1949) que foi um dos artistas pioneiros do primeiro Modernismo em Portugal.

Esta tertúlia contou como convidados para a conversa o Musicólogo João Soeiro de Carvalho da Universidade Nova de Lisboa, a Historiadora da Arte Ana Vasconcelos do Centro de Arte Moderna da Fundação Calouste Gulbenkian, o Antropólogo Carlos Mendes e os Designers Liliana Soares e Ermanno Aparo da Escola Superior de Tecnologia e Gestão do Instituto Politécnico de Viana do Castelo.

Fotos: Museu Bordalo Pinheiro

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MUSEU BORDALO PINHEIRO EM LISBOA PROMOVE HOJE TERTÚLIA SOBRE “MODERNISMO E FOLCLORE”

A obra de Luís Filipe (1887-1949), que foi um dos pioneiros do primeiro Modernismo em Portugal é muito pouco conhecida e, no âmbito da exposição Luís Filipe e a Farsa da Vida, vamos fazer um conjunto de três tertúlias sobre o artista.

A primeira será sobre Modernismo e Folclore no Museu Bordalo Pinheiro, no sábado, dia 13, às 5 da tarde.

Será uma conversa sobre a forma como a arte popular é reinterpretada pelos diferentes movimentos artísticos e, muito particularmente, como Luís Filipe o fez nos anos 1930.

Convidámos para a conversa o Musicólogo João Soeiro de Carvalho (FCSH/UNL), a Historiadora da Arte Ana Vasconcelos (Centro de Arte Moderna/Fundação Calouste Gulbenkian) o Antropólogo Carlos Mendes e os Designers Liliana Soares e Ermanno Aparo (Esc. Sup Tecnologia e Gestão / Instituto Politécnico de Viana do Castelo).

Será também inaugurada a mostra “Pixeladas Vianenses: Luís Filipe, um modernista revisitado”, de trabalhos dos alunos de Design do Produto do IPVC inspirados na obra de Luís Filipe

VIANA DO CASTELO EM DESTAQUE NO MUSEU BORDALO PINHEIRO EM LISBOA

O Museu Bordalo Pinheiro, em Lisboa, leva a efeito uma tertúlia, no próximo sábado, dia 13 de Fevereiro, às 17 horas, no âmbito da exposição Luís Filipe e a Farsa da Vida.

Luís Filipe (1887-1949) é um artista vianense surpreendente e pouco conhecido do primeiro Modernismo. Em Viana ficou conhecido principalmente pelos cartazes das festas de 1932, 34 e 48.

A tertúlia será sobre Modernismo e Folclore, com João Soeiro de Carvalho, Sub-diretor da Faculdade de Ciências e Humanidade da Universidade Nova de Lisboa, Ana Vasconcelos, Curadora no Centro de Arte Moderna da Fundação Gulbenkian e os professores no Instituto Politécnico de Viana do Castelo, Carlos Mendes, Liliana Aparo e Ermanno Aparo.

Vai ser também inaugurada uma mostra de trabalhos dos alunos de Design do Produto da ESTG /IPVC.

CENTRO DE ESTUDOS REGIONAIS DE VIANA DO CASTELO APRESENTA O BARROCO NO MINHO

Centro de Estudos Regionais abre inscrições para Curso sobre o André Soares e o Barroco no Minho

No âmbito do ciclo de estudos “Arte, da criação à fruição”, o Centro de Estudos Regionais aceita inscrições para o Curso “André Soares e o Barroco no Minho”, orientado por Eduardo Pires de Oliveira, até ao próximo dia 5 de fevereiro.

O Curso será organizado em 4 sessões, sendo três teóricas e a quarta de ordem prática. A primeira sessão, com data de realização prevista para o dia 17 de fevereiro, é dedicada ao Barroco e ao Rococó no Minho. As restantes versam sobre a obra de arquitectura e de talha de André Soares. Na última sessão, os participantes realizarão uma visita a obras de André Soares existentes em Viana do Castelo.

Eduardo Pires de Oliveira é doutorado em História de Arte na Universidade do Porto sob o tema “André Soares e o rococó do Minho”.

Investigador integrado do ARTIS/Instituto de História de Arte da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, Eduardo Oliveira é Académico correspondente da Academia Nacional de Belas Artes e recebeu o Prémio José de Figueiredo (Academia Nacional de Belas Artes), em 1994.

É autor de cerca de 180 livros, artigos e comunicações em congressos em Portugal, Brasil e Espanha sobre o Património Cultural Minhoto e sobre a Diáspora da Arte Minhota Barroca e Rococó pelo mundo, com especial relevo em Minas Gerais.

Tem como temas principais de investigação “Arte nos séculos XVII e XVIII no norte de Portugal” e “A diáspora dos artistas minhotos pelo mundo nos séculos XVII e XVIII”. Aprenda a podar árvores com a Academia Sénior do Centro de Estudos Regionais "Aprenda a podar as árvores do seu quintal e/ou jardim" é a próxima iniciativa da Academia Sénior do Centro de Estudos Regionais, inserida na área “Partilha de Saberes”.

Esta actividade, dinamizada pelo engenheiro agrónomo Ernesto Paço, desenvolver-se-á em três sessões, realizando-se a primeira no dia 11 de fevereiro, na Residência BellaVida Viana, em Areosa.

A formação incluirá uma sessão teórica e sessões práticas. As inscrições deverão ser feitas na sede do Centro de Estudos Regionais, no Largo do Instituto Histórico do Minho, junto da Sé catedral de Viana do Castelo, até ao dia 5 de fevereiro.

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RENDAS VESTEM ESCULTURAS EM VALENÇA

Cavalos, Elefantes e Gatos Vestidos com Rendas em Valença

Esculturas de cavalos, elefantes, gatos, guarda-chuvas e manequins “vestidos” com rendas em croché, marcam exposição no Núcleo Museológico, até 23 de abril.

Uma exposição com instalações de bordados, com mais de 200 peças sui generis, onde a arte tradicional de bordar se apresenta em formas contemporâneas.

As artes tradicionais de bordar ganham novas contextualizações, nesta exposição, mostrando as possibilidades de utilização atual das rendas e bordados nas novas tendências da moda.

Os emblemáticos lenços dos namorados de Valença, onde os versos de rimas soltas são características únicas, a linho cru, os de noivar, com as cores garridas a vermelho e azul os de namorar destacam-se também nesta exposição. Na exposição encontram-se, ainda, bordados em ponto de cruz e rechilieu. O visitante pode viajar, ainda, pela arte de bordar, com amor, descobrindo uma infinidade de dedais, pontas de agulhas e muitos outros acessórios.

A exposição conta com trabalhos dos utentes da Associação de Reformados de Valença e peças de Anabela Pereira, Maria Estrela Costa, Augusta Santana, Maria Fernanda Sousa, Ana Maria Fontainhas e Casa das Fontes.

NÚCLEO DE ARTES E LETRAS DE FAFE REÚNE ASSOCIADOS E APROVA PLANO E ORÇAMENTO PARA 2016

O Núcleo de Artes e Letras de Fafe promoveu um jantar convívio com os seus associados, num restaurante da cidade, em que aproveitou para, previamente e em assembleia geral, aprovar o plano de actividades e orçamento para o ano em curso.

Em palavras introdutórias, o presidente do Núcleo, Artur Ferreira Coimbra, apresentou o documento, nas suas linhas gerais, posto o que os associados o votaram, aprovando-o por unanimidade.

Deixamos alguns tópicos do documento.

A nível das publicações, será levada ao prelo a edição da obra Poetas de Fafe, uma antologia de poemas dos autores nascidos ou criados em Fafe, na história e na actualidade, com selecção e notas de Artur Coimbra e de Carlos Afonso.

Por outro lado, o NALF voltará a fazer parceria com a editora Labirinto para a publicação de uma nova edição da antologia Cintilações da Sombra, de dimensão nacional e internacional.

Será lançada este ano a quarta edição do prémio de Poesia do Núcleo de Artes e Letras de Fafe, agora chamado “Prémio de Poesia Soledade Summavielle”, pela segunda vez destinado a obras originais e inéditas, a submeter até 31 de Dezembro de 2016 e cujo montante é de 500 euros.

Após o êxito dos primeiros Cursos Livres de História Local, sobre a 1ª República em Fafe (2010) e sobre o impacto da Guerra Colonial em Fafe (2013), o Núcleo irá avançar em 2016 para outras épocas e personagens da história de Fafe, dado ser um contributo que quer prestar à História e à Cultura deste município.

A nível dos eventos culturais, destaque para a promoção dos Primeiros Encontros Literários do Núcleo de Artes e Letras de Fafe, para versarem e problematizarem a poesia, a realizar ao longo de dois dias, envolvendo as escolas e poetas e críticos locais, da região e do país.

Neste ano, o Núcleo projecta ainda lançar uma nova iniciativa, que designa por “Jantares Poéticos” e que consiste em promover, trimestralmente, um jantar com os nossos poetas (e quem nele queira participar, obviamente), que poderão ler dois poemas, um inédito de autoria própria e outro de outro autor à sua escolha.

Os inéditos poderão dar lugar à edição de uma obra poética no ano seguinte.

Ao longo do ano, a associação continuará a promover e/ou apoiar eventos culturais ligados à literatura ou às artes, sobretudo deste concelho, designadamente apresentação de obras literárias e exposições, colaborará com a organização da próxima edição das Jornadas Literárias de Fafe, que acontecem em Março próximo, envolvendo a autarquia, as escolas e agrupamentos e associações culturais do concelho.

Outra das acções tem a ver com a retoma do programa de visitas de estudo a locais de interesse cultural, para os associados e eventualmente para outros públicos. É o caso de habitações e espaços ligados a personalidades do mundo das artes e das letras, museus e outros locais de cultura.

De igual modo, continuará a colaborar com outras entidades locais, à semelhança do verificado anteriormente, designadamente, a Câmara Municipal, a editora Labirinto, a Junta de Freguesia de Fafe, o Cineclube e eventualmente outras instituições que prossigam fins culturais.

Porque o lema do Núcleo de Artes e Letras de Fafe “só pode ser a contribuição para a dinamização cultural da cidade e do concelho de Fafe”.

O NALF, que tem vindo a aumentar o número dos seus associados, quer continuar a contribuir para concretizar o projecto “FAFE – UMA TERRA DE CULTURA”!

BARCELOS PROMOVE ARTE DO TÊXTIL

“Tecer o Futuro: O desafio dos têxteis inteligentes e funcionais” junta alunos e empresários no Auditório Municipal na próxima Sexta-feira, dia 15 de janeiro, às 14h

São mais de 300 alunos inscritos na conferência "Tecer o Futuro: O desafio dos têxteis inteligentes e funcionais”, interessados no seu futuro e em ouvir empresários de sucesso do concelho de Barcelos. O setor têxtil estará em destaque, sexta-feira, dia 15 de janeiro, no Auditório Municipal, e poderá ser para estes jovens uma saída profissional.

Os alunos inscritos, portugueses e estrangeiros, vêm de diferentes universidades, escolas secundárias, cursos técnico-profissionais e terão a oportunidade de interagir com os responsáveis das empresas: Impetus Portugal – Têxteis, S.A., PR Têxteis, Barcelcom Têxteis, S. A., Flor da Moda - Confeções, S.A., Becri – Malhas e Confeções, Grupo Valérius.

A organização,  Escola Secundária de Barcelinhos, no âmbito do seu projeto Erasmus + - Matters of Matter: future materials in science education - em parceria com a Câmara Municipal de Barcelos, acredita que o discurso na primeira pessoa e a interação que pode ser criada, nesta iniciativa, dotará estes alunos de um conhecimento que nenhum livro ou universidade conseguirá.

VIMARANENSES VISITAM ARTE URBANA

Guimarães promove novas visitas guiadas a mostras de arte urbana em paragens de autocarro nos dias 17 de janeiro e 21 de fevereiro

Inscrições abertas para duas visitas ao projeto “As Paragens onde o Tempo Habita”. Iniciativas decorrerão em dois domingos de manhã. Uma neste mês e a outra em fevereiro.

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A Câmara Municipal de Guimarães tem abertas inscrições para a participação em duas visitas guiadas de autocarro, nos dias 17 de janeiro e 21 de fevereiro, às intervenções artísticas realizadas em dezassete abrigos de paragens de transportes públicos no centro de Guimarães, um dos eventos que, no passado dia 13 de dezembro, assinalou o 14º aniversário da elevação do Centro Histórico a Património Cultural da Humanidade.

As inscrições para o público poder acompanhar as visitas ao projeto urbano “As Paragens onde o Tempo Habita” são limitadas aos lugares existentes no autocarro. Os percursos nos dois dias têm início às 11 horas, no abrigo da Alameda S. Dâmaso (Norte), seguindo-se o da Rua de Santo António, Alameda da Universidade (2), Rua Teixeira Pascoais e Pavilhão Francisco de Holanda.

O périplo continua pela Avenida São Gonçalo (2), Alameda Dr. Mariano Felgueiras (em frente ao Hospital), Escola de Creixomil, Alameda Dr. Mariano Felgueiras (em frente ao GuimarãeShopping), Avenida D. Afonso Henriques, Largo República do Brasil (2), Alameda Abel Salazar (em frente à Escola Martins Sarmento), Rua Dr. R. Carvalho e Av. Cónego Gaspar Estaço (junto ao Tribunal).

Inscrições por email ou na Praça S. Tiago

Os interessados poderão efetuar as inscrições através de correspondência eletrónica (cultura@cm-guimaraes.pt) ou diretamente na Loja Interativa de Turismo Guimarães, na Praça de S. Tiago, até ao dia anterior à data pretendida. Para tal, deverão indicar o nome, contacto de telemóvel, número de pessoas e data pretendida.

O projeto, coordenado pela Escola Superior Artística de Guimarães (ESAG), em parceria com a empresa ARRIVA, é constituído por ilustrações da autoria de Mafalda Neves, Luís Taklim, Sérgio Marques, Uriel Cordas, Bruno Santos, Bárbara Rocha, Cláudia Loureiro, Patrícia Guerra e Joana de Sousa, jovens autores, mestres em ilustração pela ESAG, dirigida por Paulo Leocádio, que coordenará as duas visitas.

PRESIDENTE DA REPÚBLICA CONDECORA ARTISTA VIANENSE MÁRIO ROCHA

O pintor vianense Mário Rocha foi agraciado pelo Presidente da República com o grau de Comendador da Ordem do Mérito pela sua ligação ao vinho enquanto artista plástico. A cerimónia teve lugar no passado dia 19 de dezembro, no âmbito da inauguração da Adega Leonor Freitas, da Casa Ermelinda Freitas, em Fernando Pó, Palmela, ocasião em que o Chefe de Estado teve ocasião de homenagear diversas personalidades ligadas à vitivinicultura da região sul.

O Presidente da República visitou o espaço museológico da Casa Ermelinda Freitas, a nova adega e as zonas de engarrafamento e rotulagem.

Para além de Mário Rocha, foram ainda agraciados com o grau de Comendador da Ordem do Mérito Empresarial, Classe do Mérito Agrícola, o Eng.º David Baverstock (Alentejo, Algarve, Herdade do Esporão); Eng.º Jaime Fernando Miguel da Silva Quendera (Casa Ermelinda Freitas e Cooperativa de Pegões); Prof. João Manuel Mota Barroso (Universidade de Évora e Adega Cooperativa de Borba); Dr. José Luís Santos Lima Oliveira da Silva (Casa Santos Lima, Alenquer); Eng.º Luís António Lousa Duarte (Enólogo do Ano 1997, 2007 e 2014 - Alentejo); Eng.º Paulo António Canhão Laureano (Mouchão e Vidigueira) e o Dr. Vasco Torre do Vale d’Avillez (Presidente da Comissão Vitivinícola da Região de Lisboa).

Fonte: http://www.presidencia.pt/

GUIMARÃES MOTRA ARTE NOS ABRIGOS DAS PARAGENS DE AUTOCARROS

Visita guiada a abrigos intervencionados mostra arte nas paragens de autocarro de Guimarães, este domingo, a partir das 11 horas

Domingo repleto de atividades no Centro Histórico de Guimarães, Património Mundial há 14 anos. Dia termina com iluminação da zona classificada e uma caminhada com performances musicais.

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A inauguração do projeto “As Paragens onde o Tempo Habita”, com a realização de uma visita guiada de autocarro, a partir das 11 horas, às intervenções artísticas em dezassete abrigos de paragens de transportes públicos no centro urbano de Guimarães, é um dos eventos que assinala o 14º aniversário da elevação do Centro Histórico de Guimarães a Património Cultural da Humanidade, este domingo, 13 de dezembro.

O percurso tem início no abrigo da Alameda S. Dâmaso (Norte), seguindo-se o da Rua de Santo António, Alameda da Universidade (2), Rua Teixeira Pascoais, Pavilhão Francisco de Holanda, Av. São Gonçalo (2), Alameda Dr. Mariano Felgueiras (em frente ao Hospital), Escola de Creixomil, Alameda Dr. Mariano Felgueiras (em frente ao GuimarãeShopping), Avenida D. Afonso Henriques, Largo República do Brasil (2), Alameda Abel Salazar (em frente à Escola Martins Sarmento), Rua Dr. R. Carvalho e Av. Cónego Gaspar Estaço (junto ao Tribunal).

O projeto, coordenado pela ESAP-Guimarães, é constituído por ilustrações da autoria de Sérgio Sequeira, Sérgio Marques, Mariana Baldaia, Mafalda Neves, Tiago Tsou, Afonso Ferreira, Diana Martins, Filipa Areias e Eva Mendes, jovens autores, mestres em ilustração pela delegação de Guimarães da Escola Superior Artística do Porto.

Ainda no âmbito das comemorações do título da UNESCO, a edição de 2015 da revista de património “Veduta” é apresentada às 16 horas, na loja d’ “A Oficina”, na Rua da Rainha. Às 17, na Igreja de Nossa Senhora da Oliveira, apresentar-se-á o Ensemble Vox Angelis. Meia hora depois, ilumina-se o património. Também às 17:30 horas terá início a Corrida e Caminhada Guimarães – Património Mundial, que terá cinco intervenções musicais ao longo do seu percurso.

ARTISTA VIANENSE CARLOS DA TORRE EXPÕE DESENHOS EM VIANA DO CASTELO

O artista vianense Carlos da Torre inaugura no próximo dia 18 de dezembro, a exposição de desenhos “Preto no Branco e Outros Medos”, a qual ficará patente ao público até ao dia 9 de janeiro de 2016, na Galeria da Santa Casa da Misericórdia de Viana do Castelo, sita na Praça da República, em Viana do Castelo.

Carlos da Torre nasceu em Viana do Castelo em 1959. Concluiu o Curso de Ingresso no Ensino Superior Artístico da Cooperativa de Ensino Polivalente Artístico Árvore e frequentou o Curso Superior de Desenho da ESAP, na época, “Árvore”.

Deixaram marcas especiais na sua aprendizagem artística, Sá Nogueira no desenho, Helena Cabral na serigrafia, Eduarda Coquet na gravura, Gualberto Boa-Morte na fotografia e Abi Feijó no cinema de animação.

Foi professor de Educação Visual de 1986 a 1996 e formador em diversos cursos de formação profissional. Como designer, obteve o 1º Prémio no concurso para a criação do logótipo da Escola Superior de Enfermagem de Viana do Castelo e uma Menção Honrosa no concurso para a criação do logótipo do Europarque.

Fez parte do grupo de 25 designers selecionados para representar Portugal na Icograda’92, um grande encontro internacional de associações de design realizado em Glasgow.

Criou, em parceria com o designer Célia Novo, a Galatea, oficina gráfica com atividade nas áreas de design de comunicação e de equipamento, e também de impressão serigráfica comum e artística, que funcionou de 1990 a 2004.

É autor da imagem gráfica de diversas empresas, produtos, instituições e eventos. Dirigiu o departamento de comunicação da empresa J. Canão de 2005 a 2006. Foi consultor responsável pela imagem corporativa e de marcas da Sanitop de 1999 a 2007. De 2007 a 2011 dirigiu o departamento de design e comunicação da mesma empresa, participando ainda no seu conselho estratégico.

Realizou, individualmente, uma exposição de desenho, em 1989, a qual esteve patente em Caminha, na Cooperativa Etnia, em Viana do Castelo no Bar-Galeria Ministério e no Porto, no Bar-Galeria Português Suave.

ESPOSENDE PROMOVE EXPOSIÇÃO E ARTES

De 01 de Novembro a 30 de Novembro 2015 e com o propósito de promover e difundir a arte em Esposende, a Hecoarte-Galeria de Arte Contemporânea, sita na Rua Nossa Senhora da Graça na cidade de Esposende, promove uma nova iniciativa, desta feita sob o tema "O Elogio da Mão". A mostra integra trabalhos de alguns autores esposendenses de renome nacional e internacional.