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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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SOAJO MOSTRA ARTES E OFÍCIOS

Feira das Artes e Ofícios Tradicionais de Soajo realiza-se de 21 a 23 de julho

Soajo promove a Feira de Artes e ofícios Tradicionais a partir da próxima sexta-feira, dia 21 de julho, e até domingo. A vila de Soajo, característica nas suas formas particulares de vivência e organização social e económica, é provavelmente um dos destinos concelhios mais divulgados e conhecidos e é famoso pelo vasto conjunto de espigueiros erigidos sobre uma enorme laje granítica.

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Terra de tradição e integrante do Parque Nacional da Peneda Gerês, um dos ex-libris da região, declarado como Reserva Mundial da Biosfera pela Unesco, chama à atenção pela sua riqueza cultural e natural.

Assim, de 21 a 23 de julho, decorrerá mais uma edição da Feira das Artes e Ofícios Tradicionais de Soajo que, tal como em anos anteriores, conta com a organização da Câmara Municipal de Arcos de Valdevez, da ARDAL – Associação Regional para o Desenvolvimento do Alto Lima e da Junta de Freguesia de Soajo, e o apoio da Casa do Povo de Soajo, Assembleia de Compartes dos Baldios de Soajo, do Centro Social e Paroquial de Soajo, do Rancho Folclórico da Associação de Vilarinho das Quartas – Soajo e do Rancho Folclórico Camponesas de Soajo.

Com este evento pretende-se promover os produtos, as artes e ofícios tradicionais, o folclore, os usos e costumes tradicionais e as manifestações espontâneas da cultura popular.

O certame é composto por uma exposição de produtos locais e artesanato, associado a um vasto programa de animação. Na componente exposição, dá-se destaque ao espaço ocupado pelas tasquinhas que terão à disposição dos visitantes um sem número de petiscos e iguarias de sabores excecionais, bem como aos pratos servidos pelos restaurantes aderentes no âmbito das jornadas gastronómicas, acompanhados pelo vinho verde da região. Produtos que reúnem as potencialidades, riquezas e especificidades do mundo rural, permitindo construir uma oferta integrada e a promoção de um território de excelência.

O programa de animação é variado, assente na música tradicional, com destaque para a atuação de Cláudia Martins & Minhotos Marotos, rusgas; ranchos folclóricos; cantares ao desafio; grupos de bombos e concertinas.

Venha a Soajo! Venha desfrutar da nossa cultura, das nossas tradições, da boa gastronomia e do ar puro do Parque Nacional Peneda Gerês, os quais compõem um leque de boas opções que não o vão desiludir.

ART-MAP “PENSAR BARROCO”REÚNE EM BRAGA TRABALHOS DE MAIS DE 80 ARTISTAS

Festival-roteiro das Artes decorre de 22 de Julho até 09 de Setembro

Art-Map “Pensar Barroco” é um projecto artístico que visa mapear Portugal com arte. O projecto organiza anualmente exposições de arte contemporânea de grande escala em diferentes cidades, convidando artistas portugueses e estrangeiros, conhecidos e emergentes, para fascinar-se com a autenticidade das localidades, viver a história e expor nas melhores galerias.

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Este ano, de 22 de Julho a 9 de Setembro, o Art-Map apresenta-se em Braga com 270 obras em nove edifícios históricos da Cidade: pinturas, esculturas, instalações, fotografia e vídeo arte, arte sonora e livros de artistas. O evento inclui também várias residências artísticas, conferências com os artistas, workshops, uma performance do duo teatral espanhol Balázs Várnai e Mercé de Rande e um concerto do lendário Homem do Trigo.

O circuito inaugural do evento decorre este Sábado, dia 22 de Julho, às 15h00, tendo início na Biblioteca Lúcio Craveiro da Silva. O circuito percorre os seguintes locais: 15h30 nas Termas Romanas do Alto da Cividade; 16h00 no Palácio do Raio; 16h30 na Livraria 100.ª Página; 17h00 na Galeria Privada Mestre Alberto Vieira; 17h30 na Casa dos Crivos; 18h00 no Edifício do Castelo/Rua do Castelo; 18h30 no Museu da Imagem e 19h00 na Galeria da Antiga Estação CP.

Os 80 artistas participantes foram seleccionados a partir de 311 propostas recebidas para expor em Braga e são representantes de 21 países, incluindo, além da UE, Israel, Índia, Dubai, EUA, Cuba, Canadá, Brasil e Costa Rica. Entre eles, estão artistas portugueses como Alberto Vieira, Carlos Araújo, Carlos Teixeira, Patrícia Ferreira e Costa Araújo.

“Pensar Barroco” foi o desafio proposto aos artistas para revitalizar nas suas criações os motivos do barroco, estudando o estilo e os seus conceitos e como se pode manifestar na contemporaneidade.

Este Festival-Roteiro das Artes convida os visitantes a orientarem-se pelo mapa e, num dia, visitar os nove espaços no centro da Cidade, usufruindo da exposição da arte contemporânea organizada com curadoria de Madina Ziganshina.

Os nove destinos são: Galeria da Antiga Estação, Museu da Imagem, Largo do Paço, Casa dos Crivos, edifício do Castelo/Rua do Castelo, Palácio do Raio, Biblioteca Lúcio Craveiro, Termas Romanas do Alto da Cividade, Livraria Centésima Página e Edifício INATEL (Avenida Central).

O escultor bracarense Alberto Vieira preparou ainda, especialmente para esta edição de Art-Map, uma obra na entrada da sua galeria, na rua de São Vicente 47.

PONTE DE LIMA TEM ARTE NA RUA

Município de Ponte de Lima promove segunda edição de Arte na Rua

O Município de Ponte de Lima vai organizar, pelo segundo ano consecutivo, a iniciativa “Arte na rua – pintores à solta em Ponte de Lima”, projeto artístico que promete levar ao Largo de Camões, a 6 de agosto, dezenas de artistas que, ao longo do dia, reproduzirão em tela ou escultura a riqueza patrimonial e paisagística da histórica vila alto minhota.

O objetivo da ação é dar a conhecer, em tempo real, todas as fases que envolvem a produção de uma obra de arte e aproximar os veraneantes dos criadores e do trabalho que desenvolvem.  

Associe-se ao “Arte na rua” e veja como os nossos artistas fazem magia num dos mais emblemáticos espaços de Ponte de Lima.

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MINISTRO DA CULTURA NA ABERTURA DA ARTE NA LEIRA EM ARGA DE BAIXO

Na Casa do Marco, em Arga de Baixo, pelas 15h30

O ministro da Cultura, Luís Filipe de Castro Mendes, vai estar amanhã em Caminha, para a abertura da edição 2017 da Arte na Leira, pelas 15h30. A Casa do Marco, em Arga de Baixo, acolhe este ano trabalhos de mais de três dezenas de artistas, nacionais e estrangeiros, nas áreas da pintura, escultura, tapeçaria, desenho, cerâmica e fotografia.

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Até ao dia 20 de agosto vai ser possível visitar a Arte na Leira, admirar e adquirir obras de arte, mas também conviver com os artistas e participar no programa de animação que brevemente será anunciado. Visitar a Casa do Marco, ao longo deste período, é também uma oportunidade para subir a lindíssima Serra de Arga e tomar contacto com a arte num cenário natural e raro.  

Esta é uma mostra única. A Casa do Marco e a sua leira, no meio da serra, transformam-se por esta altura numa galeria de arte moderna. Visitantes e aldeões cruzam-se num espaço genuinamente rural, sem preconceitos, com uma naturalidade que distingue o evento. Como escreveu Miguel Alves, a qualidade das obras, a par desta singularidade, são caraterísticas distintivas. O promotor, o artista Mário Rocha, é capaz de “reunir no mesmo espaço intelectuais e pastores, sem que uns e outros experimentem qualquer sensação de desconforto, ao coexistirem lado a lado numa galeria natural e extraordinariamente diferente”, conclui o presidente da Câmara Municipal de Caminha.

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VINCUL`ARTE – TODA A ARTE EM MONÇÃO

A maior mostra de arte ao ar livre do Alto Minho que celebra a cultura nas mais variadas formas (música, teatro, poesia, cinema, workshop e exposições) em cinco espaços públicos do centro histórico (Praça Deu-la-Deu, Alameda dos Néris, Rua da Independência, Largo de Camões e Largo da Igreja Matriz) realiza-se este fim de semana, 14 e 15 de julho.

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Monção é palco este fim-de-semana, 14 e 15 de julho, da segunda edição do “Vincul`Arte”, a maior mostra de arte ao ar livre do Alto Minho que celebra a cultura nas mais variadas formas (música, teatro, poesia, cinema, workshop e exposições) em cinco espaços públicos do casco urbano (Praça Deu-la-Deu, Alameda dos Néris, Rua da Independência, Largo de Camões e Largo da Igreja Matriz).

André Coelho, da Associação Clube Azul, organizadora do evento, promete dois dias intensos para desfrutar da arte, nas suas profundas e criativas multiplicidades, em locais emblemáticos do centro histórico de Monção. Refere que “a primeira edição foi uma surpresa agradável” e que a segunda “será o crescimento natural de um projeto que veio para ficar”

A Alameda dos Néris recebe exposições de pintura, escultura, fotografia e ilustração, bem como workshop de desenho “Meta_Olmo”, coordenado por Patrícia Oliveira, do Atelier Flor Agreste, o qual tem como finalidade focar a atenção dos participantes nos aspetos e detalhes da beleza natural circundante. As exposições são inauguradas no dia 14, sexta-feira, pelas 16h00. O workshop no dia 15, sábado, pelas 18h00.

Com o apoio do Cine Clube de Monção, está previsto cinema ao ar livre na Rua da Independência com passagem do “Cinema Paradiso”, de Guisseppe Tornatore. Na sede do clube, na mesma rua, estará patente ao público uma exposição de cartazes que fazem a história do cinema português. Sessão marcada para o dia 14, sexta-feira, pelas 22h00.

A peça de teatro “Não é por ali”, diálogo cómico com duas intérpretes, Andreia Alves e Ana Rita Monteiro, é apresentada no dia 15, sábado, pelas 17h00, no Largo de Camões, seguindo-se, no mesmo local, o primeiro concerto da presente edição do “Vincul`Arte” a cargo de “O Manipulador”.

A poesia de Valeriano Varela e José Pinto far-se-á ouvir no Largo da Igreja Matriz, a partir das 21h30, abrindo portas a vários concertos, naquele espaço, que prometem animar o casco urbano da vila: Them Flying Monkeys, Nice Weather for Ducks, Puma Pumku e Cave Story.

ARTE NA LEIRA ABRE ESTE SÁBADO ÀS 16H00 EM ARGA DE BAIXO

Arte, música, convívio e boa gastronomia marcam este dia de festa em Arga de Baixo

Mais de três dezenas de artistas participam este ano na Arte na Leira, um evento consagrado, que há 19 anos transforma a Casa do Marco, em Arga de Baixo, numa galeria de arte única. O segredo é, talvez, para além da qualidade dos trabalhos e de toda a organização, a conjugação perfeita entre a arte moderna e a natureza - a grande moldura de toda a mostra. O artista Mário Rocha é o promotor e o dono da “Casa” e a 19ª edição abre este sábado, dia 15 de julho, pelas 16h00. O evento conta com o apoio da Câmara Municipal.

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Pintura, escultura, tapeçaria, desenho, cerâmica e fotografia são as áreas principais da mostra, que envolve este ano um total de 29 artistas, nacionais e estrangeiros, a que acresce a participação do Instituto Politécnico. Nas presenças estrangeiras importa realçar os artistas vindos da Alemanha e da França.  Destaque também para a presença e participação crescente de associados da Sociedade Nacional de Belas Artes.

A abertura este ano acontecerá um pouco mais cedo do que é habitual, pelas 16h00 como referimos, mas esta festa das artes e da cultura prolonga-se pelo resto do dia, e só termina à noitinha, com lançamento de fogo de artifício. A música também vai estar presente neste primeiro dia. Os sons do piano e do violino vão enquadrar todo o convívio, onde a gastronomia também não vai faltar.

Até ao dia 20 de agosto vai ser possível visitar a Arte na Leira, admirar e adquirir obras de arte, mas também conviver com os artistas e participar no programa de animação que brevemente será anunciado. Visitar a Casa do Marco, ao longo deste período, é também uma oportunidade para subir a lindíssima Serra de Arga e tomar contacto com a arte num cenário natural e raro.  

Conforme escreveu Miguel Alves, no catálogo da 19ª edição, por esta altura a magia da serra mistura-se com a arte: “a nossa Serra de Arga tem um brilho único que tem conquistado gente de muitas proveniências, que desperta sentimentos e que nos obriga a voltar. Normalmente, os visitantes sentem-se atraídos pela natureza, pela rudeza das pedras, pelas tradições, por uma genuinidade de locais e de gentes que está mesmo aqui à beira, mas que nos permite mergulhar num mundo imenso e diferente do bulício das vilas e das cidades - como por magia”. Mas “todos os anos, pelo verão, é a Arte que encima este fascínio da Serra, em Arga de Baixo, terra de gente boa e de arte moderna por uns dias, nas suas diferentes manifestações, desde logo a pintura e a escultura, dominantes na Arte na Leira, mas sobretudo as telas esmagadoras que saem das mãos do Mário Rocha”, conclui o presidente da Câmara de Caminha.

Miguel Alves destaca também a personalidade rara do artista Mário Rocha, sobejamente conhecido e reconhecido e de quem pouco mais há a dizer; que é capaz de “reunir no mesmo espaço intelectuais e pastores, sem que uns e outros experimentem qualquer sensação de desconforto, ao coexistirem lado a lado numa galeria natural e extraordinariamente diferente”. É também o homem que, há 19 anos, teve a coragem de iniciar este percurso pela Serra de Arga, hoje consolidado, mas nessa altura constituiu uma aventura. Homem espontâneo, com a simplicidade que de que só os grandes homens são capazes, Miguel Alves conclui: “obrigado Mário por conservares essa espontaneidade e por a partilhares connosco, na nossa Serra, neste maravilhoso concelho de Caminha”.

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VINCUL`ARTE – TODA A ARTE EM MONÇÃO

A maior mostra de arte ao ar livre do Alto Minho que celebra a cultura nas mais variadas formas (música, teatro, poesia, cinema, workshop e exposições) em cinco espaços públicos do centro histórico (Praça Deu-la-Deu, Alameda dos Néris, Rua da Independência, Largo de Camões e Largo da Igreja Matriz) realiza-se este fim de semana, 14 e 15 de julho.

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Monção é palco este fim-de-semana, 14 e 15 de julho, da segunda edição do “Vincul`Arte”, a maior mostra de arte ao ar livre do Alto Minho que celebra a cultura nas mais variadas formas (música, teatro, poesia, cinema, workshop e exposições) em cinco espaços públicos do casco urbano (Praça Deu-la-Deu, Alameda dos Néris, Rua da Independência, Largo de Camões e Largo da Igreja Matriz).

André Coelho, da Associação Clube Azul, organizadora do evento, promete dois dias intensos para desfrutar da arte, nas suas profundas e criativas multiplicidades, em locais emblemáticos do centro histórico de Monção. Refere que “a primeira edição foi uma surpresa agradável” e que a segunda “será o crescimento natural de um projeto que veio para ficar”

A Alameda dos Néris recebe exposições de pintura, escultura, fotografia e ilustração, bem como workshop de desenho “Meta_Olmo”, coordenado por Patrícia Oliveira, do Atelier Flor Agreste, o qual tem como finalidade focar a atenção dos participantes nos aspetos e detalhes da beleza natural circundante. As exposições são inauguradas no dia 14, sexta-feira, pelas 16h00. O workshop no dia 15, sábado, pelas 18h00.

Com o apoio do Cine Clube de Monção, está previsto cinema ao ar livre na Rua da Independência com passagem do “Cinema Paradiso”, de Guisseppe Tornatore. Na sede do clube, na mesma rua, estará patente ao público uma exposição de cartazes que fazem a história do cinema português. Sessão marcada para o dia 14, sexta-feira, pelas 22h00.

A peça de teatro “Não é por ali”, diálogo cómico com duas intérpretes, Andreia Alves e Ana Rita Monteiro, é apresentada no dia 15, sábado, pelas 17h00, no Largo de Camões, seguindo-se, no mesmo local, o primeiro concerto da presente edição do “Vincul`Arte” a cargo de “O Manipulador”.

A poesia de Valeriano Varela e José Pinto far-se-á ouvir no Largo da Igreja Matriz, a partir das 21h30, abrindo portas a vários concertos, naquele espaço, que prometem animar o casco urbano da vila: Them Flying Monkeys, Nice Weather for Ducks, Puma Pumku e Cave Story.

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BRAGA INAUGURA PROJECTO DE ARTE URBANA

Inauguração da proposta vencedora do projecto Porta Nova. Quinta-feira, 13 de Julho, pelas 18h00, junto ao Arco da Porta Nova

O Município de Braga inaugura a proposta vencedora do projecto Porta Nova, em cerimónia que terá lugar amanhã, Quinta-feira, dia 13 de Julho, pelas 18h00, junto ao Arco da Porta Nova, em Braga.

Porta Nova é um projecto de Arte Urbana e Educação pela Arte, desenvolvido pelo SEI [Serviço Educativo Integrado] do Município de Braga, em parceria com as escolas do Ensino Secundário do Concelho (curso de Artes Visuais) e com orientação artística do escultor Alberto Vieira.

Durante o ano lectivo 2016/17, foram várias as propostas desenvolvidas por alunos do 12º ano de diferentes escolas secundárias de Braga que, depois de analisadas por júri constituído para o efeito, sairiam vencedoras as seguintes propostas:

1º lugar: PORTAL DE BRAGA [Escola Secundária Dona Maria II - orientação da professora Cidália Freitas];

2º lugar: UMA PORTA NOVA [Escola Secundária Dona Maria II - orientação do professor João Vieira];

3º lugar: BRACORA [Escola Secundária Alberto Sampaio - orientação da professora Cristina Cunha].

MUSEU MUNICIPAL DE CAMINHA EXPÕE “OS ROSTOS DA MÃE DE DEUS”

Inauguração está agendada para o dia 15 de julho, pelas 11H00

De 15 de julho a 29 de outubro, o Museu Municipal de Caminha vai ter patente ao público a exposição “Os Rostos da Mãe de Deus”, composta com imagens da Virgem Maria das paróquias do Arciprestado de Caminha. Esta iniciativa integra o programa celebrativo do Centenário das Aparições de Fátima que está a decorrer no concelho de Caminha até outubro.  A inauguração está agendada para as 11H00.

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“Os Rostos da Mãe de Deus” é uma exposição que dá a conhecer as 21 imagens da Virgem Maria das paróquias Arciprestado de Caminha, ou seja, no Museu é possível admirar uma imagem de cada paróquia do concelho de Caminha. Estarão em exposição: Senhora do Calvário (Arga de Baixo); Senhora do Carmo (Arga de Cima); Senhora da Piedade (Arga de São João); Senhora das Dores (Âncora, Azevedo); Senhora da Luz (Argela); a Senhora do Rosário (Caminha, Vila Praia de Âncora);  Senhora da Conceição (Cristelo, Vilar de Mouros, Vile); Senhora das Neves (Dem); Senhora da Cabeça (Freixieiro de Soutelo); Santa Maria (Gondar, Orbacém); Senhora da Graça (Lanhelas); Imaculado Coração de Maria (Moledo, Vilarelho); Senhora da Soledade (Riba de Âncora); Senhora da Consolação (Seixas); Senhora do Monte (Venade).

Para além da exposição “Os Rostos Mãe de Deus” este programa engloba diversas atividades.  Estão a decorrer os concertos Marianos “Te Canto Maria”, a cargo do Orfeão de Vila Praia de Âncora. O primeiro realizou-se Igreja da Misericórdia de Caminha. No próximo dia 13 de julho, a Igreja Paroquial de Moledo acolhe o segundo concerto. No mês de agosto, decorrer na Igreja de Nossa Senhora da Bonança e, em setembro na Igreja Paroquial de Âncora.

A Peregrinação a Fátima é outra das atividades que já está em curso. No total serão realizadas oito peregrinações. É de referir que as viagens até Fátima são financiadas pelo Município de Caminha.

Estão também a decorrer as caminhadas “Caminhar com Maria’. Ao todo são 4. Em julho, o percurso englobou as freguesias de Arga de Cima, Arga de Baixo e Arga de São João; em agosto, Seixas, Vilar de Mouros e Lanhelas; em setembro, Vila Praia de Âncora, Moledo, Cristelo e Caminha e, em outubro, Vile, Riba de Âncora e Dem.

No dia 23 de julho, vai decorrer o concerto “Música Sacra Barroca Mariana e de Cânticos de Fátima” pela Associação Vox Angelis.

Em agosto, o cinema vai marcar este programa. No Cineteatro dos Bombeiros Voluntários de Vila Praia de Âncora vão ser exibidos os filmes “Jacinta”; “O13º dia” e “Fátima”.

Em outubro, a vila de Caminha vai acolher o Encontro Mariano Arciprestal com Procissão de Velas.

Está programada a conferência “As Aparições de Fátima: contexto, mensagem e futuro”, ainda em data a agendar.

FAMALICENSES REALIZAM PIQUENIQUE DAS ARTES

Piquenique das artes de Famalicão desafia famalicenses a darem o melhor de si. Mel adoça dias quentes de agosto no Parque da Devesa

Uma dezena de concertos, espetáculos de teatro e dança, tertúlias e oficinas, visitas guiadas, piqueniques e muitas horas de divertimento, reflexão e grande animação. É isto que promete a primeira edição do Mel – Piquenique das Artes, que vai decorrer entre 3 e 6 de agosto, no Parque da Devesa de Vila Nova de Famalicão.

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O festival, de participação gratuita em todos os eventos, é a proposta cultural para este verão das Associações Elogio Vadio e Fértil Cultural, que contam com o apoio da Câmara Municipal famalicense para lançar este novo conceito artístico e cultural.

Na apresentação do festival, que decorreu na passada sexta-feira, na Casa do Território, César Cardoso, da organização adiantou que o Mel “é um evento artístico multicultural e interdisciplinar, que tem a consciência, a ecologia e a cidadania como valores centralizadores de todo o projeto”. Para o responsável a escolha do nome Mel designa bem o objetivo do evento, que quer revelar “o melhor de nós”, tendo em conta que “o Mel é um produto que não se estraga nem deteriora e que é produzido de forma colaborativa”. Por outro lado, o conceito de piquenique “assenta na ideia de partilha, de coesão social e da identidade do concelho”.

Do programa destacam-se os concertos protagonizados por artistas portugueses e estrangeiros, como o Samba sem Fronteiras, do Brasil, no dia 4 de agosto, os Budda Power Blues, no dia 5 de agosto, Lucas Caballero & Florencia Paz, da Argentina, no dia 6, entre muitos outros.

Referência ainda para os espetáculos de teatro destinados ao público infantil, juvenil e famílias. “Eu é que conto”, no dia 4, e “Papim papa palavras”, no dia 5, pela Fértil Cultural. “Bzzzoira Moira”, pelo Teatro e Marionetas Mandrágoa, no dia 6, são alguns exemplos.

Na dança, logo a abrir o festival no dia 3, decorre o espetáculo “Chulada da Ponte Velha”, um projeto musical que recupera o reportório tradicional da chula. Destaque ainda para o espetáculo “The Zotagnas”, no dia 5.

De resto, esta primeira edição do Mel tem como tema “A voz” entendida como forma de expressão artística e como meio de participação ativa na sociedade. Neste âmbito, o evento compreende também um ciclo de tertúlias dedicado ao “Corpo”, enquanto veículo da voz. E um outro dedicado ao Silêncio, a ausência da voz.

Diariamente serão promovidas várias visitas ao parque e também piqueniques, que pretendem estabelecer relações de partilha que se repetem durante as horas de almoço e jantar de todos os dias do festival.

Para o presidente da Câmara Municipal, Paulo Cunha, “o município não podia ficar de fora deste projeto cultural que tem uma dimensão cívica e comunitária muito virtuosas”.

“É muito interessante perceber que há esta espontaneidade da nossa comunidade em conceber ideias e de as partilhar”, salientou o autarca elogiando o espirito de iniciativa e inovador da organização.

Paulo Cunha sublinhou ainda “a grande diversificação do programa do festival”, que considerou ser “a simbiose perfeita com a missão do Parque da Devesa”, pois ambos têm “a ambição de tocar nas pessoas, de as ajudar nos seus processos coletivos. Por isso mesmo, estas propostas tão ricas e tão diversas vão ao encontro dos gostos dos nossos cidadãos”.

O Mel arranca no dia 3, pelas 19h00, com um piquenique e termina no dia 6, com o espetáculo Fogo Fogo, a partir das 22h30.

MONÇÃO REALIZA MOSTRA DE ARTES AO AR LIVRE

Monção recebe segunda edição de VinCul’Arte nos dias 14 e 15 de Julho

A vila raiana de Monção receberá nos próximos dias 14 e 15 de Julho o VinCul’Arte, a maior mostrar de artes ao ar livre do Alto Minho.

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O VinCul’Arte é uma mostrar de música, teatro, poesia, exposição e cinema que vai envolver esta vila raiana em todo o seu centro histórico. Nesta edição são muitos os artistas convidados nas mais diversas áreas. Durante os dois dias será possível visitar exposições permanentes de Joana Degues ou Alua Polen, entres outros.

No dia 14 de Julho, na sede da CineClube de Monção estará em exposição a história do cinema Português e, às 22 horas será projetado na rua da Independência o filme: “Cinema Paradiso” de Guisseppe Tornatore realizado em 1988.

No dia 15 de Julho, pelas 17 horas, destaca-se a presença de duas artistas - Andreia Siva e Rita Monteiro – que vêm apresentar “Não é Por Ali”, uma performance que tem como ponto de partida o texto “Cantora Careca” de Eugene Iunesco. Uma hora mais tarde terá lugar o primeiro concerto do dia, O Manipulador, uma One Man Band experimental de baixo, pedais, loop station e voz.

Alameda dos Nerys, Largo de Camões, Largo da Igreja Matriz, Rua da Independência e a Praça Deu-La-Deu receberão concertos de música, exposições de Pintura, escultura, fotografia e ilustração bem como seções de cinema, declamações de poesia, peças de teatro e workshop.

Pode consultar o programa completo no nosso Facebook (@vinculartemoncao).

Manter e criar vínculos entre as pessoas e a arte é o objetivo deste festival, que vai para a segunda edição, após o sucesso alcançado em 2016. Este ano os espetáculos continuarão a ser de acesso livre a todas as áreas de demonstração de arte.

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PIQUENIQUE DAS ARTES É NOVIDADE EM FAMALICÃO

Festival decorre de 3 a 6 de agosto, no Parque da Devesa, com entrada gratuita

MEL :: Piquenique das Artes é apresentado esta sexta-feira

Há uma novidade na agenda de Verão do concelho de Vila Nova de Famalicão. Trata-se do “MEL :: Piquenique das Artes”, um novo festival artístisco e cultural que decorrerá de 3 a 6 de agosto, no Parque da Devesa.

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O evento, organizado pela Associação Elogio Vádio com o apoio da autarquia famalicense, é apresentado amanhã, sexta-feira, dia 7 de junho, pelas 11h00, numa conferência de imprensa que decorrerá na Casa do Território, com a presença do Presidente da Câmara Municipal, Paulo Cunha.

A “Voz” é o tema desta primeira edição do festival, que tem entrada gratuita e como valores centrais a consciência, a ecologia e a cidadania.

O projeto musical Budda Power Blues, Fogo Fogo e a estreia dos argentinos Lucas Caballero & Florencia Paz em solo nacional são alguns dos destaques da programação do MEL, que contempla ainda teatro, dança, literatura e a dinamização de tertúlias, oficinas e visitas guiadas ao Parque da Devesa.

PONTE DE LIMA PROMOVE CRIAÇÃO ARTÍSTICA

Lethes Art Ponte de Lima 2017. Memória(s) & Identidade(s) de 1 de julho a 30 de setembro de 2017

Ponte de Lima vai receber a primeira edição da exposição Lethes Art. A inauguração está agendada para sábado, 1 de julho, às 18 horas, na Capela das Pereiras, e contará com a presença do Diretor Regional da Cultura do Norte Dr. António Ponte.

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Lethes Art é um projeto artístico que promove a criação e exibição de obras de arte contemporânea de Artistas nacionais e estrangeiros em diversos locais de exposição da vila de Ponte de Lima, Município que o acolhe. O projeto almeja potenciar e facilitar a comunicação entre obras de arte, edifícios e lugares históricos da vila medieval, bem como entre o discurso artístico plural contemporâneo, os artistas e a perceção artística de públicos interculturais.

A proposta conceptual da primeira edição do Lethes Art Ponte de Lima, intitulada Memória(s) & Identidade(s), inspirou centenas de artistas que submeteram as suas propostas para esta mostra, nas categorias de Arquitetura, Cerâmica, Desenho, Escultura, Fotografia, Ilustração, Instalação de Arte, Livro de Artista, Pintura, Poesia, Vídeo, Computer Art, Land Art, Projection Art, e Sound Sculpture. Após o processo de seleção, regista-se a participação de cerca de 162 artistas, 22 países, num total de cerca de 300 obras, a exibir em 15 espaços de cultura. Cada espaço de exibição conta com uma Narrativa própria, numa audaciosa proposta de curadoria, que se desenvolve como linha temática do conceito geral apresentado na primeira edição do Lethes Art. Recriar uma narrativa de memória e identidade, de natureza desconstrutiva-reconstrutiva, para cada um dos espaços de exposição, é a proposta da curadoria.

De suporte ao projeto, aos artistas, e à equipa, bem como à comunicação de informação  e  registo em área privada (Área do Artista), tem o Lethes Art a sua plataforma, que disponibiliza informação útil e notícias da mostra, continuamente. Outra das potencialidades da plataforma é visitar o mapa da vila e conhecer de forma breve a história dos vários Locais de Exposição, bem como os respetivos horários de funcionamento dos edifícios e seus endereços < http://lethesartpontedelima.com >. A plataforma Lethes Art oferece, também, um espaço de Leituras & Escrita, que pode contar com o contributo de textos escritos, visuais e sonoros relacionados com tópicos pertinentes no âmbito das artes e da literatura, bem como da história e cultura. Para além da informação contida e recriada no catálogo da mostra, proposta igualmente ousada da curadoria, os visitantes podem deixar-se guiar pelo roteiro da mostra, com o mapa da vila e a indicação dos locais de exposição e respetivos horários, numa possibilidade de aproximar o lazer e as artes, a natureza e a cultura, tão bem sucedidas quando associadas ao turismo cultural.

A inauguração da Mostra tem início na Capela das Pereiras, às 18 horas, e termina com um Verde de Honra, prolongando-se excecionalmente o horário de funcionamento dos espaços de exposição. Motivada pela necessidade de preservar estórias pessoais e culturais na era da globalização, ou inspirada pelas lendas de Ponte de Lima, a sua história, e as imagens dos museus locais, jardins, capelas ou igrejas, as artes convocam-nos, em registos textuais, visuais e sonoros de memórias dos tempos diacronicamente plurais. Conheça a narrativa construída para cada edifício – com as obras de arte selecionadas desconstruídas e reconstruídas, outras textualidades emergem em cada edifício ou local!

MONÇÃO RECEBE MOSTRA DE ARTE AO AR LIVRE

Monção recebe segunda edição de VinCul’Arte nos dias 14 e 15 de Julho

A vila raiana de Monção receberá nos próximos dias 14 e 15 de Julho o VinCul’Arte, a maior mostra de arte ao ar livre do Alto Minho.

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O VinCul’Arte é uma mostrar de música, teatro, poesia, exposição e cinema que vai envolver esta vila raiana em todo o seu centro histórico. Nesta edição são muitos os artistas convidados nas mais diversas áreas. Durante os dois dias será possível visitar exposições permanentes de Joana Degues ou Alua Polen, entres outros.

No dia 14 de Julho, na sede da CineClube de Monção estará em exposição a história do cinema Português e, às 22 horas será projetado na rua da Independência o filme: “Cinema Paradiso” de Guisseppe Tornatore realizado em 1988.

No dia 15 de Julho, pelas 17 horas, destaca-se a presença de duas artistas - Andreia Siva e Rita Monteiro – que vêm apresentar “Não é Por Ali”, uma performance que tem como ponto de partida o texto “Cantora Careca” de Eugene Iunesco. Uma hora mais tarde terá lugar o primeiro concerto do dia, O Manipulador, uma One Man Band experimental de baixo, pedais, loop station e voz.

Alameda dos Nerys, Largo de Camões, Largo da Igreja Matriz, Rua da Independência e a Praça Deu-La-Deu receberão concertos de música, exposições de Pintura, escultura, fotografia e ilustração bem como seções de cinema, declamações de poesia, peças de teatro e workshop.

Pode consultar o programa completo no nosso Facebook (@vinculartemoncao) ou no nosso site, emwww.vincultare.pt

Manter e criar vínculos entre as pessoas e a arte é o objetivo deste festival, que vai para a segunda edição, após o sucesso alcançado em 2016. Este ano os espetáculos continuarão a ser de acesso livre a todas as áreas de demonstração de arte.  

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JOVENS BRACARENSES LEVAM ARTE URBANA ÀS FREGUESIAS

Projeto Urban Youth, do Pelouro da Juventude da Câmara Municipal de Famalicão, em Requião e Jesufrei 

A arte urbana chegou às freguesias de Requião e Jesufrei e tem a assinatura de jovens famalicenses. O Urban Youth, projeto de intervenção artística com recurso a técnicas como o grafite e a azulejaria, desenvolvido pelo Pelouro da Juventude da Câmara de Famalicão, em parceria com o centro artístico A Casa ao Lado, concluiu recentemente a sua segunda edição. O local escolhido foi o polidesportivo de Requião, depois de uma primeira experiência na cidade, no Parque de Sinçães, com a elogiada ilustração de escritores famalicenses.

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As imagens ilustradas nos muros do polidesportivo de Requião retratam uma lenda antiga da freguesia, segundo a qual dois jovens primos provenientes de famílias abastadas de Requião cresceram juntos e se apaixonaram. Certo dia, num passeio a cavalo, o jovem perdeu o rubi que lhe havia sido oferecido em criança por um velho do Oriente. E a história feliz transformou-se numa tragédia de doença, morte e saudade.

Esta segunda edição do Urban Youth envolveu doze participantes. Entretanto, está já no terreno a terceira edição, em Jesufrei e com o mesmo número de jovens, que culminará em julho. O mural a ser realizado nesta freguesia tem como base o Arcanjo S. Miguel, que é o arcanjo protetor da localidade, pelo que a intervenção artística irá ilustrá-lo a proteger a povoação.

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PONTE DE LIMA VAI SER MONTRA DE ARTE CONTEMPORÂNEA

Lethes Art Ponte de Lima 2017. Memória(s) & Identidade(s) de 1 de julho a 30 de setembro de 2017

Ponte de Lima vai receber a primeira edição da exposição Lethes Art. A inauguração está agendada para sábado, 1 de julho, às 18 horas, na Capela das Pereiras.

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Lethes Art é um projeto artístico que promove a criação e exibição de obras de arte contemporânea de Artistas nacionais e estrangeiros em diversos locais de exposição da vila de Ponte de Lima, Município que o acolhe. O projeto almeja potenciar e facilitar a comunicação entre obras de arte, edifícios e lugares históricos da vila medieval, bem como entre o discurso artístico plural contemporâneo, os artistas e a perceção artística de públicos interculturais.

A proposta conceptual da primeira edição do Lethes Art Ponte de Lima, intitulada Memória(s) & Identidade(s), inspirou centenas de artistas que submeteram as suas propostas para esta mostra, nas categorias de Arquitetura, Cerâmica, Desenho, Escultura, Fotografia, Ilustração, Instalação de Arte, Livro de Artista, Pintura, Poesia, Vídeo, Computer Art, Land Art, Projection Art, e Sound Sculpture. Após o processo de seleção, regista-se a participação de cerca de 162 artistas, 22 países, num total de cerca de 300 obras, a exibir em 15 espaços de cultura. Cada espaço de exibição conta com uma Narrativa própria, numa audaciosa proposta de curadoria, que se desenvolve como linha temática do conceito geral apresentado na primeira edição do Lethes Art. Recriar uma narrativa de memória e identidade, de natureza desconstrutiva-reconstrutiva, para cada um dos espaços de exposição, é a proposta da curadoria.

De suporte ao projeto, aos artistas, e à equipa, bem como à comunicação de informação  e  registo em área privada (Área do Artista), tem o Lethes Art a sua plataforma, que disponibiliza informação útil e notícias da mostra, continuamente. Outra das potencialidades da plataforma é visitar o mapa da vila e conhecer de forma breve a história dos vários Locais de Exposição, bem como os respetivos horários de funcionamento dos edifícios e seus endereços < http://lethesartpontedelima.com >. A plataforma Lethes Art oferece, também, um espaço de Leituras & Escrita, que pode contar com o contributo de textos escritos, visuais e sonoros relacionados com tópicos pertinentes no âmbito das artes e da literatura, bem como da história e cultura. Para além da informação contida e recriada no catálogo da mostra, proposta igualmente ousada da curadoria, os visitantes podem deixar-se guiar pelo roteiro da mostra, com o mapa da vila e a indicação dos locais de exposição e respetivos horários, numa possibilidade de aproximar o lazer e as artes, a natureza e a cultura, tão bem sucedidas quando associadas ao turismo cultural.

A inauguração da Mostra tem início na Capela das Pereiras, às 18 horas, e termina com um Verde de Honra, prolongando-se excecionalmente o horário de funcionamento dos espaços de exposição. Motivada pela necessidade de preservar estórias pessoais e culturais na era da globalização, ou inspirada pelas lendas de Ponte de Lima, a sua história, e as imagens dos museus locais, jardins, capelas ou igrejas, as artes convocam-nos, em registos textuais, visuais e sonoros de memórias dos tempos diacronicamente plurais. Conheça a narrativa construída para cada edifício – com as obras de arte selecionadas desconstruídas e reconstruídas, outras textualidades emergem em cada edifício ou local!

ARCOS DE VALDEVEZ CRIA CENTRO INTERPRETATIVO DO BARROCO

1 milhão de euros para criar porta de entrada do Barroco em Arcos de Valdevez

A Câmara Municipal procedeu recentemente à consignação da obra do Centro Interpretativo do Barroco, a levar a efeito na Igreja do Espírito Santo, em Arcos de Valdevez. Um ato cerimonial que contou com a presença do Sr. Bispo de Viana, D. Anacleto Cordeiro Gonçalves de Oliveira e do Sr. Diretor Regional Da cultura do Norte, Dr. António Ponte.

Nesta cerimónia foi explicado a todos os presentes o objetivo da intervenção, bem como todas as suas características funcionais.

De referir, que o projeto trata-se de uma plataforma de dinâmica turística e de conhecimento do Barroco na região do Alto-Minho, servindo de porta de entrada para o Barroco nos 10 concelhos e permitirá lançar conhecimentos sobre este período da cultura na região, bem como, simultaneamente explorar as características únicas e importantíssimas do templo do Espirito Santo, imóvel de interesse público e um dos mais importantes na região Norte do país;

Este Centro Interpretativo do Barroco incorporará novas tecnologias de realidade aumentada e virtual para interpretar os monumentos da região, o período do Barroco e o próprio monumento; será alvo de reabilitação do seu riquíssimo e referencial espólio artístico, de valor nacional, sendo igualmente potenciado o seu uso cultural, pedagógico e turístico, desenvolvidas temáticas como a Sociedade e o Pensamento na época Barroca Cultura e Arte no Barroco e um momento relativo ao próprio monumento, intitulado Igreja do Espírito Santo: da origem à consagração para além da descoberta dos principais monumentos barrocos da região.

Tanto o Sr. Bispo de Viana, D. Anacleto Cordeiro Gonçalves de Oliveira como o Sr. Diretor Regional Da cultura do Norte, Dr. António Ponte, enalteceram a importância do projeto, o qual releva a parte cultural, nunca esquecendo a religiosa, realçando a interesse que o mesmo terá para a comunidade local e turística, como também ao nível da reabilitação e conservação do património para os vindouros.

A intervenção divide-se em duas grandes rubricas, já adjudicadas, nomeadamente a de ARQUITETURA E ESPECIALIDADES, ESTUDO HISTÓRICO E ARQUEOLÓGICO, CONTEÚDOS E EQUIPAMENTOS TECNOLOGÍCOS E INTERPRETATIVOS E FISCALIZAÇÃO E COORDENAÇÃO DE SEGURANÇA, no valor de 392.000,00 EUROS e as OBRAS DE REABILITAÇÃO, CONSERVAÇÃO E RESTAURO, orçadas em 588.000,00 EUROS.

Este projeto insere-se na operação “NORTE-04-2114-FEDER-000114 - Centro Interpretativo do Barroco - Igreja do Espírito Santo / Arcos de Valdevez”, cofinanciada pelo Fundo Europeu, Programa Operacional NORTE 2020, Eixo Prioritário 4 - Qualidade Ambiental e conta com um Investimento Elegível de 978.467,62 € e Comparticipação Comunitária de 831.697,48 €. Esta candidatura contou o apoio da Direção Regional de Cultura Norte, através da inserção do projeto no modelo de rotas do Barroco, e com a parceria da Fábrica da Igreja de Arcos Valdevez (salvador).

DADORES DE SANGUE DE FAMALICÃO HOMENAGEADOS COM ARTE PÚBLICA

Escultura em forma de coração homenageia dadores de sangue

“Um reconhecimento mais do que merecido”. Foi desta forma que unanimemente foi apresentado  o monumento aos dadores de sangue de Vila Nova de Famalicão, inaugurado no passado sábado, 10 de junho, no Parque de Sinçães, dia em que a Associação de Dadores de Sangue celebrou o Dia do Dador Famalicense.

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Iniciativa da própria associação, que ainda na última reunião do executivo autárquico mereceu um apoio municipal de 8 mil euros para o desenvolvimento das suas atividades, o monumento foi desenhado por Miguel Moniz e consiste “na junção de duas peças geométricas fragmentadas que estabelecem um jogo figurativo e abstrato, preenchido de expressividade, onde é  corporizada a imagem do coração, o elemento gráfico com maior relação e significado para o dador de sangue”, explica o autor.

Manuel Vilarinho, presidente da direção, agradeceu à autarquia o apoio que anualmente é atribuído para o desenvolvimento das suas atividades e, em nome dos cerca de 12 mil dadores de sangue de Famalicão, mostrou-se reconhecido. “Há mais de 60 anos que há famalicenses que dão sangue e que até hoje nunca tiveram uma homenagem como esta”, disse.

O Presidente da Câmara Municipal falou também na justiça do reconhecimento público aos dadores de sangue. “A sua doação é das melhores preocupações que se pode ter com os outros, com a comunidade e com o futuro. Significa dar um pouco do que cada um tem em benefício de quem precisa. É um gesto que merece ser reconhecido e incentivado e este monumento, implantado numa zona nobre de Vila Nova de Famalicão, é um contributo importante nesse sentido.”

DESENCAMINHARTE PASSA POR LINDOSO

Primeiro Festival de Arte pública do país promoveu um conjunto de experiências artísticas, culturais e lúdicas nos dez concelhos do Alto Minho

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Espigueiros de Lindoso, em Ponte da Barca, foi o cenário escolhido para a realização do Desencaminharte – Festival de Arte pública promovido pela Comunidade Intermunicipal (CIM) do Alto Minho a que o Município barquense se associou. De 01 a 04 de junho, junto ao castelo, o conjunto de mais de 50 espigueiros, aglomerado único no país e de rara beleza que aprimoram este núcleo rural, inserido no coração do Parque Nacional da Peneda-Gerês, acolheu um conjunto de experiências artísticas, culturais e lúdicas sempre em harmonia com a natureza e tradições do Alto Minho.

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PROJECTO BRACARA URBANA DECORRE NA CENTRAL DE CAMIONAGEM

Trabalhos artísticos ´contam´ história da Cidade

Ricardo Rio, presidente da Câmara Municipal de Braga, e Sameiro Araújo, vereadora da Juventude, visitaram hoje o projecto Bracara Urbana - intervenção artística / graffiti festival, que está a decorrer na Central de Camionagem.

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De 1 a 7 de Junho, os dez artistas que responderam ao desafio da Associação SYnergia estão a desenvolver intervenções no local. Os artistas são provenientes de diferentes países - Brasil, Argentina, Espanha e várias cidades Portuguesas, com forte representação Bracarense.

Os trabalhos artísticos baseiam-se na reconstrução temporal e objectiva dos acontecimentos da história dos povos que habitavam e habitam a cidade de Braga (desde as raízes celtas ou os momentos de invasão e ocupação do Império Romano, passando pela mais recente historia da Cidade), criando assim uma sequência de “frames” sobre as raízes de Braga.

A intervenção é pensada enquanto projecto de reabilitação urbana e dinamização económica, sendo a Estação de Camionagem, um importante ponto de contacto com visitantes da cidade de Braga, criando, através da arte, um impacto positivo sobre os turistas e demais passageiros.

O projecto, da responsabilidade da Associação SYnergia, tem a parceria da Câmara Municipal de Braga, Associação Braga+ e Transdev.

Mais informações em https://www.facebook.com/BracaraUrbana

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"MARÉ D'ARTE" GALGA ESPOSENDE

“Maré d’Arte” invade Largo Fonseca Lima no dia 10 de junho

O Largo Fonseca Lima, em Esposende, vai ser palco, no próximo sábado, dia 10 de junho, de um evento de arte na rua, intitulado “Maré d’Arte”.

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A iniciativa marca o arranque do Ciclo de Artes Plásticas e Performativas do Museu Municipal de Esposende e reúne artistas plásticas e performers do norte de Portugal, sendo comissariada pela pintora Madalena Macedo, de Guimarães.

O evento vai decorrer das 10h00 às 16h30, com pintura ao vivo em cavalete, com a participação dos pintores António Miranda, Fátima Miranda e Monteiro da Silva, de Barcelos, António Nunes, João Marrocos e Joel Correia, de Caminha, Jorge Ferreira, de Forjães, Lurdes Rodrigues, de Braga, Cipriano Oquiniame, de Viana do Castelo, Mário Rebelo de Sousa, de Vila Praia de Âncora, Pierre-Michel de Keyn, de Valdreu, e da própria Madalena Macedo.

A Maré d’Arte trará ainda ao Largo Fonseca Lima apontamentos de poesia pelos declamadores Armindo Cerqueira, de Barcelos, e Maria Simões, de Braga, cujo fio condutor terá como protagonista as paisagens e as histórias do mar de Esposende.

CERVEIRA EXPÕE FOTOGRAFIA DE ARTE

“Cerveira em Arte!” – uma exposição fotográfica

No próximo dia 3 de junho de 2017, a ETAP- Escola Profissional juntamente com a Câmara de Vila Nova de Cerveira inauguram a exposição fotográfica “Cerveira em Arte!”, às 15:00h, no Fórum Cultural de Cerveira.

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Este evento, atividade prática da Prova de Aptidão Profissional do aluno Mário Pacheco do Curso Comunicação/Marketing, Relações Públicas e Publicidade, da ETAP- Escola Profissional, tem como principal objetivo estimular a capacidade de observação do meio que nos rodeia, incentivar, desenvolver e valorizar competências técnicas e de criatividade no âmbito da fotografia.

A exposição estará patente ao público até ao dia 17 de junho de 2017, no Fórum Cultural de Cerveira.

BRAGA PREMEIA ARTE URBANA

Projecto premeia trabalhos de intervenção de Arte Urbana. Iniciativa conta com orientação artística do escultor Alberto Vieira

Maria Eduarda Loureiro, Rafael Alves e Abílio Queirós, alunos do 12.º ano da Escola Secundária D. Maria II, foram os grandes vencedores da 1.ª edição do concurso ‘Porta Nova’. O projecto proposto foi desenvolvido em espaço-escola, tendo por base um desafio lançado pelo SEI - Serviço Educativo Integrado aos alunos da opção de Artes Visuais do ensino secundário, em estreita colaboração com o escultor Alberto Vieira.

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O júri foi constituído pela vereadora da Cultura e Educação do Município de Braga, Lídia Dias, por Sofia Ponte, Sónia Rocha e Rui Bianchi, sendo que a concurso foram submetidos oito trabalhos que envolveram o total de 50 alunos.

O projecto ‘Porta Nova’ propõe um percurso de promoção de arte urbana e educação pela arte em Braga em colaboração com as escolas secundárias do Concelho, remetendo para uma reinterpretação do universo arquitectónico e histórico da Cidade.

Deseja-se que o projecto se repita noutros espaços da Cidade e, assim, nasça um compromisso entre o legado do passado de Braga e o poder incitador da comunidade escolar jovem, capaz de construir novas narrativas na cidade, levando a escola para fora de portas.

CERVEIRA HOMENAGEIA PINTOR JAIME ISIDORO

Inaugurado mural de homenagem ao pintor Jaime Isidoro

A fachada principal da Casa do Artista apresenta-se, desde esta quinta-feira, como mais um atrativo de visita à ‘Vila das Artes’. Integrada no evento ‘Desencaminharte’, a intervenção artística da autoria de Ana Torrie resulta num mural de homenagem ao pintor Jaime Isidoro, cuja inauguração contou com a presença do presidente da Câmara Municipal, Fernando Nogueira, do presidente da CCDR-N, Prof. Dr. Fernando Freire de Sousa, e do primeiro Secretário Executivo da CIM Alto Minho, Eng.º Júlio Pereira.

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Promovido pela Comunidade Intermunicipal do Alto Minho, o ‘Desencaminharte’ – Festival de Arte Pública em meio rural e natural -, decorre, entre 1 e 4 de junho, nos 10 municípios alto-minhotos em 10 locais distintos, nos quais acontecem 10 intervenções de 10 artistas convidados.

Cerveira, ‘Vila das Artes’ recebeu, esta quinta-feira, o arranque oficial deste evento com a inauguração da primeira intervenção artística. Trata-se de um mural em homenagem a um dos fundadores das bienais de Cerveira, Jaime Isidoro, que nasceu na parede principal da Casa do Artista e cujo perfil do pinto, acompanhado do seu gato de estimação, é perfeitamente reconhecido. “Motivada a criar uma imagem que representasse Jaime Isidoro, o pai da Bienal de Cerveira, e mantendo um tema recorrente no meu trabalho, desenhos de retratos de família, decidi inaugurar uma nova fase do meu trabalho. O desafio de retratar este “pai”, Jaime Isidoro e as suas histórias de família, foi concretizado em apenas dois dias, e o trabalho está à vista de todos”, disse a artista Ana Torrie.

Louvando a realização de uma iniciava desta natureza, o presidente do Município de Vila Nova de Cerveira, Fernando Nogueira, realçou “um mural muito bem conseguido e que dignifica o homem que quebrou a utopia”. “Jaime Isidoro é um dos responsáveis por trazer cultura desta grandiosidade para Vila Nova de Cerveira, uma pequena vila gravada no território do Vale do Minho e que era quase que desconhecida no final da década de 70. A utopia foi quebrada, vencida e, hoje, todos nós atestamos essa realidade, com as bienais de Cerveira a comemorarem em 2018 o seu 40º aniversário, e a colocarem no mapa Cerveira”.

Por sua vez, o presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte (CCDR-N), Prof. Dr. Fernando Freire de Sousa, enunciou dez razões para aceitar o convite para a inauguração. “É na cultura que vamos encontrar a raiz da sociedade; é um evento de arte pública; tem subjacente o cruzamento de vários tipos de intervenção em espaço rural; o cruzamento entre cultura e economia, e a consequente projeção que o turismo está a ter em Portugal, nomeadamente no Norte; o prazer de testemunhar a realização de um grande evento que conta com o apoio de uma CIM; a homenagem à descentralização cultural;  por ser a casa de Jaime Isidoro; a referência da bienal no contexto de afirmação desta localidade; o incentivo a novos artistas e novos trabalhos; e o desencaminhar os turistas a conhecer outras localidades”, afirmou.

Entre os vários artistas e entidades locais e distritais presentes nesta inauguração destacou-se o filho do artista, Daniel Isidoro, acompanhado pela esposa, que se manifestou muito satisfeito com o resultado final da intervenção artística de Ana Torrie.

A primeira edição do ‘Desencaminharte’ acontece desde o nascer do sol de dia 1 até ao pôr-do-sol de dia 4 de junho. Valorizar o Alto Minho como destino cultural e turístico, passa por desencaminhar a comunidade para este evento de reforço da região na qualidade de plataforma do Alto Minho. A programação do festival apoia-se na atividade diária de (a)gentes locais que promovem o meio rural e propõe a mobilização de visitantes para o seu trabalho, para a natureza, a paisagem, a arte, as múltiplas atividades ao ar livre, um pretexto para dormir sob as estrelas e descansar da cidade. Mais informação em: http://www.desencaminharte.altominho.pt

DESENCAMINHARTE - FESTIVAL DE ARTE PÚBLICA NO ALTO MINHO

Primeira edição decorre entre 1 e 4 de junho em dez espaços rurais e naturais da região, um em cada município, com coordenação de dez artistas distintos. Em Monção, a iniciativa decorre na Penha da Rainha, Abedim, com coordenação de Sofia Leitão, artista plástica, que propõe a instalação artística “Mnemosynite”. Nestes dias, estão ainda previstas oficinas de trabalho, animação musical, performance noturna, peça de teatro, percursos pedestres e mercado com produtos locais.

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Promovido pela CIM - Comunidade Intermunicipal de Alto Minho, o Festival de Arte Pública do Alto Minho “Desencaminharte”, que decorre em espaços rurais e naturais da região, realiza-se desde o nascer do sol do dia 1 de junho até ao pôr-do-sol do dia 4.

Nesta primeira edição, as intervenções tem lugar em dez locais, um em cada município, com coordenação de dez artistas distintos. O objetivo é promover a natureza e a beleza patrimonial específica de cada um dos dez municípios da região, aproximando as comunidades locais e os visitantes de um roteiro de descoberta alternativo, fora dos lugares comuns.

No caso de Monção, a iniciativa decorre na Penha da Rainha, Abedim, com coordenação de Sofia Leitão, artista plástica, que propõe a instalação artística “Mnemosynite”. Nestes dias, estão ainda previstas oficinas de trabalho, animação musical, performance noturna, peça de teatro, percursos pedestres e mercado com produtos locais.

Em Abedim, a paisagem geológica está intimamente ligada às suas lendas, existindo mesmo uma simbiose entre as duas, ou seja, pedras que assumem formas de animais e penedos que escondem tesouros. Estas lendas cristalizam-se na memória coletiva das pessoas que habitam nesta região através da tradição oral e de memórias que passam pelas gerações.

O projeto de Sofia Leitão consiste na colocação de um conjunto de peças de dimensões variáveis ao longo de um percurso similar aos elementos milenares distribuídos na paisagem. O material predominante será o espelho, o que permitirá que ao longo do dia a variação da luz do sol possibilite efeitos luminosos ao refletir nas peças que estarão colocadas em locais de difícil acesso.

Além desta instalação artística, que permanecerá no tempo, o “Desencaminharte” na Penha da Rainha, em Abedim, compreende ainda, no dia 3, sábado, atuação dos Bombos de Abedim (14h00), atuação do Grupo Folclórico “Amigos de Longos Vales” (15h00), interpretação teatral “A Nossa Foda” do Tuka -Tuka – Grupo de Teatro Amador de Mazedo (16h30), atuação do Grupo “Danças e Cantares de Mazedo” (18h00), e performance noturna “Animal Belo”, de  INDRI (21h00).

Nesse dia, o programa prevê também a realização de um mercado com produtos locais denominado “Banha da Cobra”. Promovido pelo Ateliê “Flor Agreste”, apresenta trabalhos em pintura, fotografia e artesanato de Patrícia Oliveira, Nuno Ranha, Valerie, José Maria Meleiro, Ricardo Campos, Joana Degues, Marcos Guilherme e Iria Vaqueiro.

O Cine Clube de Monção expõe publicações e imagens que retratam Monção e o Grupo Popular “Os Teimosos” mostra doçaria tradicional, apresentando o modo de confeção de roscas. Previstas também duas oficinas de trabalho: dia 1, a partir das 10h00, “Cadavre Exquis”, com Sofia Leitão, e dia 3, a partir das 9h30, “Meta­_Penha da Rainha”, com Patricia Oliveira. Quem estiver com vontade de caminhar, tem alguns trilhos disponíveis.

Mais informações em: www.desencaminharte.altominho.pt

www.facebook.com/Desencaminharte

PONTE DA BARCA REALIZA FESTIVAL DE ARTE PÚBLICA

Desencaminharte, por Ponte da Barca: Primeiro festival de arte pública do país acontece de 1 a 4 de junho

Do nascer-do-sol do dia 1 de junho ao pôr-do-sol do dia 4, quem visitar o Alto Minho é ‘desencaminhado’ a descobrir a arte e a natureza. A proposta é da Comunidade Intermunicipal (CIM) do Alto Minho que organiza o primeiro festival de arte pública do país em espaço natural e rural, entre serras, rios e mar. Desencaminharte é o nome do evento e ao qual o Município de Ponte da Barca se associou, juntamente com os restantes municípios do Alto Minho, e que propõe experiências artísticas, culturais, turísticas e lúdicas de mãos dadas com a natureza e tradições seculares, em lugares de características únicas dos concelhos do Alto Minho.

Situados fora das sedes dos concelhos e de áreas urbanas, os lugares propostos propõem um roteiro alternativo aos lugares comuns da região, contribuindo para a diversificação dos tópicos de interesse num destino que vê crescer os seus indicadores turísticos acima da média nacional, mas também para a educação para o património ambiental e cultural. Espigueiros do Lindoso foi o local desencaminhado em Ponte da Barca:

Programa específico para Ponte da Barca

Dia 1

10:00 - 12:00

Diabo à Solta!

Oficina destinada ao público escolar com Mariana Barrote

Espigueiros do Lindoso

Dia 2

09:30 - 12:30 + 14:30 - 17:30por marcação 251 466 041

Canoagem na Barragem das Conchas

Venha ver os Espigueiros desde a água da albufeira com a Montes de Laboreiro.

Espigueiros do Lindoso ou Porta de Lamas de Mouro

Dia 3

09:30 - 12:30 + 14:30 - 17:30por marcação 251 466 041

Canoagem na Barragem do Lindoso

Remar para espantar os males de espírito com a Montes de Laboreiro.

Espigueiros do Lindoso ou Porta de Lamas de Mouro

Dia 4

11:00 ao pôr-do-sol

Banha da Cobra

Mercado promovido pelo desencaminharte.

Espigueiros do Lindoso

13:30 - 14:30

Os Amigos do Lindoso*

Actuação do grupo de bombos a anunciar que se anda a desencaminharte.

Espigueiros do Lindoso

15:00 - 16:00

Rancho Folclórico Lindoso - Parada*

O grupo aumenta a Parada com uma actuação para desencaminharte.

Espigueiros do Lindoso

16:30 - 17:30

Colubra Ecdise

Venham mudar a pele com a Vera Santos numa oficina de dança destinada ao público em geral.

Espigueiros do Lindoso

PONTE DA BARCA REALIZA FESTIVAL DE ARTE PÚBLICA

Desencaminharte, por Ponte da Barca. Primeiro festival de arte pública do país acontece de 1 a 4 de junho

Do nascer-do-sol do dia 1 de junho ao pôr-do-sol do dia 4, quem visitar o Alto Minho é ‘desencaminhado’ a descobrir a arte e a natureza. A proposta é da Comunidade Intermunicipal (CIM) do Alto Minho que organiza o primeiro festival de arte pública do país em espaço natural e rural, entre serras, rios e mar. Desencaminharte é o nome do evento e ao qual o Município de Ponte da Barca se associou, juntamente com os restantes municípios do Alto Minho, e que propõe experiências artísticas, culturais, turísticas e lúdicas de mãos dadas com a natureza e tradições seculares, em lugares de características únicas dos concelhos do Alto Minho.

Situados fora das sedes dos concelhos e de áreas urbanas, os lugares propostos propõem um roteiro alternativo aos lugares comuns da região, contribuindo para a diversificação dos tópicos de interesse num destino que vê crescer os seus indicadores turísticos acima da média nacional, mas também para a educação para o património ambiental e cultural. Campo de Espigueiros do Lindoso foi o local desencaminhado em Ponte da Barca:

 

Agenda:

Espigueiros do Lindoso, Ponte da Barca - TODOS OS DIAS
➡ Sulco Espigaitado
Intervenção pública de Mariana Barrote

http://www.desencaminharte.altominho.pt/portfolio/sulco-espigaitado-mariana-barrote/

➡ Trilhos a passar no Espigueiros do Lindoso
Consultar mapas no programa em www.desencaminharte.altominho.pt/programa-festival

➡ Campismo
Exclusivamente durante o festival, pernoita-se gratuitamente, junto às intervenções, para que seja possível acompanhar as intervenções de perto. Mais info em www.desencaminharte.altominho.pt/info-util/acampar/

➡ Curta documental
A Ao Norte vai andar por aí a registar o que foi desencaminharte.

Concursos
De 1 a 4 de junho
➡ João Branco fotografia
O desencaminharte quer 10 novos postais da região, 1 por município no Instagram.
http://www.desencaminharte.altominho.pt/concursos/concurso-instagram

De 9 de maio até 15 de agosto
➡ Cobras e Lagartos
artesanato
Podem dizer Cobras e Lagartos do festival! O Desencaminharte anda à procura da mascote e há 2000 euros para a serpente que melhor o representar. Inscrições em www.desencaminharte.altominho.pt/concursos/concurso-artesanato-cobras-e-lagartos

Grande parte do programa que quer desencaminharte faz-se sob inscrição.
O programa pode sofrer alterações mediante a participação do público.
As atividades de entrada livre, sem inscrição e dirigidas ao público em geral estão assinaladas (*).

✔ Dia 1
10:00 - 12:00
Diabo à Solta!
Oficina destinada ao público escolar com Mariana Barrote Espigueiros do Lindoso

18h30 - 20h00
Ovos de Serpente*
Inauguração da exposição coletiva com a presença dos 10 artistas
Casa do Artista Jaime Isidoro, Vila Nova de Cerveira

✔ Dia 2
09:30 - 12:30 + 14:30 - 17:30 , por marcação 251 466 041
Canoagem na Barragem das Conchas
Venha ver os Espigueiros desde a água da albufeira com a Montes de Laboreiro 
Espigueiros do Lindoso ou Porta de Lamas de Mouro

✔ Dia 3
09:30 - 12:30 + 14:30 - 17:30 , por marcação 251 466 041 Canoagem na Barragem do Lindoso
Remar para espantar os males de espírito com a Montes de Laboreiro 
Espigueiros do Lindoso ou Porta de Lamas de Mouro

15:30 - 18:00 , por marcação 966648817
Kayak de Ermelo a Entre Ambos-os-Rios
Sente o rio, com a Planeta Lima
Parque Campismo Lima Escape

✔ Dia 4
11:00 ao pôr-do-sol
Banha da Cobra*
Mercado promovido pelo desencaminharte
Espigueiros do Lindoso

14:00 - 15:00
Os Amigos do Lindoso *
Actuação do grupo de bombos a anunciar que se anda a desencaminhar
Espigueiros do Lindoso

15:00 - 16:00
Rancho Folclórico Lindoso - Parada *
O grupo aumenta a Parada com uma actuação para desencaminharte
Espigueiros do Lindoso

16:30 - 17:30
Colubra Ecdise
Venham mudar a pele com a Vera Santos numa oficina de dança destinada ao público em geral
Espigueiros do Lindoso

18:00 - 19:00*
Rurar, Rurar
Depois da oficina, a Vera Santos desencaminha-te para assistir à sua performance 
Espigueiros do Lindoso
Programa geral:http://www.desencaminharte.altominho.pt/programa-festival/

ARTE E NATUREZA DIALOGAM EM CERVEIRA

‘Vila das Artes’ integra‘Percurso Lusitano’ de Robert Schad

É sob o conceito de perfeito diálogo arte/natureza e, em particular, com o rio Minho, que o reconhecido escultor alemão Robert Schadescolheu três espaços simbólicos de Vila Nova de Cerveira para expor três esculturas da sua autoria. A iniciativa integra a exposição nacional ‘Percurso Lusitano’ apresentada em 15 concelhos do Norte a Sul do país, e que vai estar patente na ‘Vila das Artes’ até abril de 2018.

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Robert Schad regressa ao país, onde no início da década de 1980, iniciou a sua carreira artística, para apresentar uma vasta exposição de esculturas.‘Percurso Lusitano’ revela-se como um momento único, tanto no número de esculturas expostas, como também na própria distribuição espacial, já que estão espalhadas em zonas de cariz histórico e ambiental de Portugal. As linhas que determinam as suas esculturas constituem um fio condutor que atravessa o país, permitindo novos pontos de vista sobre os locais em que as esculturas se encontram.

Aproveitando a especificidade de cada concelho, em Vila Nova de Cerveira, o escultor expõe, a partir de hoje, três esculturas em ferro em três locais distintos, mas com a natureza e o rio Minho como o elemento consensual. Assim, no Parque de Lazer do Castelinho foi colocada a escultura “HAN”,no Parque de Merendas de Montorrosé possível apreciar a escultura “Enfime” e no Monte do Espirito Santo a escultura intitulada “Volok”.

Segundo Robert Schad, “o ferro vem da natureza e o objetivo desta exposição é reintegrar este material no seu local de origem, através de formas que se prendem com a natureza, transmitindo a energia interior existente nas árvores e plantas”. Trabalhadas em ferro maciço e partilhando o mesmo diâmetro, as esculturas de Robert Schad caraterizam-se por uma contradição muito interessante, isto é, uma leveza visual que não pressupõe o peso físico de 1,5 tonelada. “É o sonho da leveza, em que sobressai o jogo da construção e do crescimento da escultura conjugado com a natureza”, explica o escultor alemão.

A exposição ‘Percurso Lusitano’ em Vila Nova de Cerveira decorre entre esta quarta-feira, prolongando-se até abril de 2018. A inauguração formalestá agendada para o dia 25 de agosto, pelas 18h00, no Fórum Cultural de Cerveira, integrando o programa da XIX Bienal Internacional de Arte de Cerveira.

Com uma carreira artística amplamente reconhecida, Robert Schad tem vários prémios nacionais e internacionais, entre os quais, em 1982, o Prémio de Desenho da IIIBienal de Arte Contemporânea de Vila Nova de Cerveira.No ano de 2007, Robert Schad realizou no novo complexo da Santíssima Trindade, do Santuário de Fátima, a Cruz Alta, peça com 34 metros, e que ocupa um lugar central na obra de Robert Schad,

Robert Schad reside e trabalha em Larians (França) e em Chamosinhos (Portugal), onde desde 1988 tem a sua segunda residência.

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DESENCAMINHARTE - FESTIVAL DE ARTE PÚBLICA NO ALTO MINHO

Primeira edição decorre entre 1 e 4 de junho em dez espaços rurais e naturais da região, um em cada município, com coordenação de dez artistas distintos. Em Monção, a iniciativa decorre na Penha da Rainha, Abedim, com coordenação de Sofia Leitão, artista plástica, que propõe a instalação artística “Mnemosynite”. Nestes dias, estão ainda previstas oficinas de trabalho, percursos pedestres, animação cultural e mercado com produtos locais.

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Promovido pela CIM - Comunidade Intermunicipal de Alto Minho, o Festival de Arte Pública do Alto Minho “Desencaminharte”, que decorre em espaços rurais e naturais da região, realiza-se desde o nascer do sol do dia 1 de junho até ao pôr-do-sol do dia 4.

Nesta primeira edição, as intervenções tem lugar em dez locais, um em cada município, com coordenação de dez artistas distintos. Oobjetivo é promover a natureza e a beleza patrimonial específica de cada um dos dez municípios da região, aproximando as comunidades locais e os visitantes de um roteiro de descoberta alternativo, fora dos lugares comuns.

No caso de Monção, a iniciativa decorre na Penha da Rainha, Abedim, com coordenação de Sofia Leitão, artista plástica, que propõe a instalação artística “Mnemosynite”. Nestes dias, estão ainda previstas oficinas de trabalho, percursos pedestres, animação cultural e mercado com produtos locais.

Em Abedim, a paisagem geológica está intimamente ligada às suas lendas, existindo mesmo uma simbiose entre as duas, ou seja, pedras que assumem formas de animais e penedos que escondem tesouros. Estas lendas cristalizam-se na memória coletiva das pessoas que habitam nesta região através da tradição oral e de memórias que passam pelas gerações.

O projeto de Sofia Leitão consiste na colocação de um conjunto de peças de dimensões variáveis ao longo de um percurso similar aos elementos milenares distribuídos na paisagem. O material predominante será o espelho, o que permitirá que ao longo do dia a variação da luz do sol possibilite efeitos luminosos ao refletir nas peças que estarão colocadas em locais de difícil acesso.

Além desta instalação artística, que permanecerá no tempo, o “Desencaminharte” na Penha da Rainha, em Abedim, compreende ainda, no dia 3, atuação do Grupo de Danças e Cantares de Mazedo, interpretação teatral do Tuka -Tuka – Grupo de Teatro Amador de Mazedo e performance noturna“Animal Belo”, de  INDRI.

Programa prevê também mercado com produtos locais, nos dias 3 e 4, e duas oficinas de trabalho: dia 1, a partir das 10h00, “CadavreExquis”, com Sofia Leitão, e dia 3, a partir das 9h30, “Meta­_Penha da Rainha”, com Patricia Oliveira. Quem estiver com vontade de caminhar, tem alguns trilhos disponíveis.

Mais informações em:

www.desencaminharte.altominho.pt

www.facebook.com/Desencaminharte

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BARCELOS EXPÕE "METROS DE COR"

Galeria Municipal de Arte expõe “Metros da Cor” de Ralf Glasz

A Galeria Municipal de Arte tem patente a exposição “Metros de Color - ou Metros da Cor” de Ralf Glasz.
Até 4 de junho, quem visitar a Galeria poderá apreciar 41 trabalhos com referências à natureza, retratos, figurativo e paisagem.

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Os aspetos da vida rural, folclore, arte local, festivais populares, cheios de vida e de cor são o espelho do gosto do artista Ralf Glasz que pinta num estilo realista, usando tamanhos de telas que sejam fáceis de pendurar numa sala normal.

Desde muito novo que Ralf reparte a sua dedicação entre a música e a pintura; as suas grandes companheiras ao longo da vida. Estudou piano e canto, não só no prestigiado Instituto Robert Schumann em Dusseldorf, na Alemanha, como também teve aulas privadas com vários artistas de renome internacional. O seu caminho nem sempre foi fácil, mas, em 1983 recebeu uma bolsa de um dos editoriais do presidente do município de Londres que o ajudou, ao longo dos 17 anos que lá residiu, a lançar a sua carreira musical. Ao trabalhar como cantor de ópera e como pianista em concertos de música clássica, que são sem dúvida a sua grande paixão e parte da sua vida até ao momento, teve a oportunidade de viajar muito e passou por muitos cantos da terra atuando em teatros, casas de ópera e salas de espetáculos. Durante as pausas entre os ensaios e os espetáculos, em que a maioria dos artistas parecem viver uma vida cheia de glamour, Ralf passava muitas horas sozinho a estudar ou a recuperar energias para as atuações que tinha pela frente. Era nesta altura que continuava a rabiscar, a esboçar e a pintar. Ralf também trabalhou como ator em palcos e em filmes, foi professor de piano e de canto, produzindo alguns novos talentos importantes, enquanto paralelamente ensinava línguas em escolas públicas e privadas.

PONTE DE LIMA RECEBE FESTIVAL DESENCAMINHARTE

Desencaminharte – Primeiro Festival de Arte Pública do País em espaço natural e rural

De 1 a 4 de junho o Festival está patente em Ponte de Lima

10 municípios, 10 lugares únicos, 10 intervenções, é deste modo que o Desencaminharte apresenta a sua estreia, a 1 de Junho de 2017. 

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O projeto de arte pública em pleno meio rural no alto Minho promete, durante estes quatro dias, “desencaminhar” turistas e visitantes, com mais de meia centena de experiências e tentações que levam à redescoberta dos valores intrínsecos e paisagens únicas, do alto Minho, natural e rural.

O Desencaminharte propõe ao visitante todo um conjunto experiências artísticas, culturais, turísticas e lúdicas, permitindo acompanhar o trabalho dos artistas, percorrer trilhos, assistir a oficinas, concertos, performances, explorar mercados, participar em atividades de geocaching, e quiçá, passar a noite em acampamento, em pleno Desencaminharte. Parte substancial da programação supra mencionada está já acessível em www.desencaminharte.altominho.pt .

Quanto aos locais de exposição, situados fora das sedes dos concelhos e de áreas urbanas, estes vêm propor um roteiro alternativo aos lugares comuns da região, de mãos dadas com a natureza e com as suas tradições seculares. Para tal não haverá melhor lugar do que a Quinta de Pentieiros, em Ponte de Lima, que acolhe nesta primeira edição, a obra “Relógio de Sol” de Meroficina. Disponibilizam-se nesta hiperligação mais informações sobre as intervenções e os artistas.

Contribuindo para a diversificação dos tópicos de interesse num destino que vê crescer os seus indicadores turísticos acima da média nacional, esta iniciativa atenta ainda à educação para o património ambiental e cultural, uma das bandeiras do Município de Ponte de Lima, que prima por incutir a noção de sustentabilidade numa base intergeracional, a nível concelhio, ou não fosse o Alto Minho a única sub-região de Portugal integralmente certificada com a Carta Europeia de Turismo Sustentável.

Enquanto festival de arte pública, o Desencaminharte visa tangibilizar o conceito de arte. Precisamente neste contexto promove oficinas educativas, que colocarão alunos de escolas da região em contacto com os artistas convidados e as suas intervenções.

A iniciativa lança ainda um concurso dirigido aos artesãos do Alto Minho, desafiando-os à criação de propostas de uma mascote para o Desencaminharte, entre cobras e lagartos, uma vez que este Festival elege “a serpente por signo e o serpentear por prática”. Estas propostas devem ser elaboradas com recurso a ofícios de cerâmica, madeira, têxtil, couro, estuque ou cestaria, entre outros.

Virgínia Valente é a curadora artística do Festival, com a organização executiva da EMERGE. A iniciativa conta com o cofinanciamento do Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional, ao abrigo do NORTE 2020/Portugal 2020, e de 1 a 4 de junho de 2017, a organização promete, em plena simbiose com o respeito pela identidade dos lugares, “revitalizar valores, imaginários e tradições”.

O Desencaminharte pode ser seguido em www.desencaminharte.altominho.pt, no Facebook e no Instagram. E a Quinta de Pentieiros em http://www.lagoas.cm-pontedelima.pt/ver.php?cod=0W ou no site do Município.

BARCELOS QUER COMBATER ABANDONO ESCOLAR ATRAVÉS DA ARTE

Auditório do Museu de Olaria recebe workshop internacional

Responsáveis autárquicos e diretores de escolas, italianos, polacos e portugueses, juntam-se para combater o abandono escolar através da arte

Responsáveis autárquicos e diretores de escola vindos de Reggio di Calabria, Itália, e de Chorkówka, Polónia, estão de visita a Barcelos, no âmbito do projeto “A School for tomorrow’s Europe: Dropout Prevention, Intervention, and Retrieval through Art Education”do programa ERASMUS +.

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Hoje, dia 19 de abril, os diretores das escolas, bem como os autarcas dos referidos países, foram recebidos pela Vice-Presidente da Câmara Municipal de Barcelos, Armandina Saleiro, nos Paços do Concelho, e o dia de amanhã, quinta-feira, está destinado ao workshop internacional subordinado ao tema “Building Bridges: Art education to fight early school leaving and dropout”, no Museu de Olaria.

Ao longo de dois dias,  os dois grupos estarão em contacto direto com a cultura local,  visitando a feira semanal e vendo os artesãos a trabalhar ao vivo para depois partilharem as  suas experiências no workshop vocacionado para a arte e dirigido a alunos da Escola Secundária de Barcelos.

LABORATÓRIO DE CRIAÇÃO ARTÍSTICA DE FAMALICÃO TEM INSCRIÇÕES ABERTAS

Inscrições abertas para o FRAME IT, Laboratório de Formação e Criação Artística

Estão abertas as inscrições para o FRAME IT – Laboratório de Formação e Criação Artística. Este projeto do Pelouro da Juventude da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão pretende unir o design de moda e as artes performativas e destina-se a jovens dos 12 aos 35 anos.

A edição deste ano arranca a 29 abril, na Casa da Juventude, estando a apresentação final dos trabalhos agendada para 8 de julho.

A direção artística no design de moda está a cargo de Susana Bettencourt, designer de moda. Já nas artes performativas a direção artística pertence a Neusa Fangueiro e Rui Alves Leitão, codirectores da associação Fértil Cultural.

Constituído por três fases distintas (aperfeiçoamento e formação técnica, experimentação e criação artística e espetáculo), o FRAME IT desenvolve nos jovens a sensibilidade artística e permite que as artes ganhem outra visibilidade, potenciando o aparecimento de novos criadores e artistas.

As inscrições decorrem até 27 de abril no portal da Juventude de Famalicão (www.juventudefamalicao.org).

FAMALICENSE ANTÓNIO GONÇALVES EXPÕE NO CENTRO CULTURAL DE BELÉM

António Gonçalves, artista, diretor artístico da Fundação Cupertino de Miranda e curador da Galeria Municipal, Ala da Frente, tem exposto no Centro Cultural de Belém a sua "contemplação particular" sobre as “Tentações de Santo Antão", até 25 de junho, na Praça CCB.

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Esta obra de António Gonçalves segue a linha do seu trabalho sobre o estudo e prática da pintura, tendo em conta a leitura das “Tentações de Santo Antão”, de Gustave Flaubert, entre outros trabalhos que "foram formando uma base de estudo do erótico, do religioso, do pensamento estético e filosófico, onde o corpo e a sua sexualidade têm uma forte presença", segundo um texto do artista.

António Gonçalves refere ainda que, durante a criação do políptico, sentiu a necessidade de um espaço autónomo para o apresentar, construído especialmente para a obra.

Neste sentido, desafiou a arquiteta a projetar um edifício que albergasse a pintura, "que fosse um espaço consagrado à [sua] contemplação, permitindo uma experiência de observação de fruição, onde o público entre sem qualquer inibição, podendo vivenciar uma experiência contemplativa e de introspeção".

Também foi lançado o convite ao compositor António Celso Ribeiro para criar três momentos musicais para serem interpretadas no espaço do edifício durante a exposição do políptico, "possibilitando uma experiência singular na visualização das três posições que toma o políptico na sua visualização", explica o artista.

António Gonçalves nasceu em 1975, em Vila Nova de Famalicão, e frequentou a Escola Soares dos Reis, no Porto, o Curso de Artes Plásticas – Pintura da Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto e a Faculdade de Belas Artes de Cuenca-Espanha.

BRAGA LANÇA CONCURSO ARTÍSTICO

Lançamento do Concurso Artístico Noite Branca Braga 2017. Amanhã, Quarta-feira, dia 5 de Abril, pelas 15h30, no gnration

O Município de Braga realiza amanhã a cerimónia de lançamento do Concurso Artístico Noite Branca Braga 2017, que terá lugar amanhã, Quarta-feira, dia 5 de Abril, pelas 15h30, no pátio interior do gnration

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A sessão contará com as presenças de Ricardo Rio, presidente da Câmara Municipal de Braga. Sameiro Araújo, presidente da Fundação Bracara Augusta, e André Nunes, da Orquestra de Paus e Cordas, um dos projectos vencedores da edição 2016 desta iniciativa.

O concurso tem por objectivo enriquecer culturalmente a edição 2017 da Noite Branca da Cidade de Braga, que se realiza de 1 a 3 de Setembro, e é lançado pela Fundação Bracara Augusta (FBA), em parceria com a Câmara Municipal de Braga, sendo aberto a toda a comunidade na procura de actividades culturais complementares ao evento. Este concurso pretende atrair participações nas áreas da Media Arts (Arte digital e Multimédia), Teatro, Dança, Música, Artes Visuais, Arquitectura, Design e Arte Urbana.

CASA DA EIRAS EM LANHELAS EXPÕE A "VIA CRUCIS" DO ARTISTA FRANCÊS FRANÇOIS DUBERCELLE

A Via Crucis de Dubercelle, a arte religiosa e a cenografia da Paixão

A Casa da Eira, em Lanhelas, dando continuidade a um projecto destinado a incrementar a “literacia” visual e a análise de temas de grande actualidade sem desdenhar o confronto com o passado, a cultura e as tradições que nos identificam enquanto povo -, promove o primeiro evento do ano de 2017 com uma exposição/debate consagrada à série de 14 estampas originais da famosa via sacra do artista plástico francês François Philippe Dubercelle.

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Relevante desenhador e gravador, em actividade na 1ª metade do século XVIII, distinguiu-se na produção de mapas e na ilustração de livros. Na qualidade de autor de estampas de carácter satírico, género de intervenção cívica muito cultivado em França, Dubercelle, cuja biografia é mal conhecida, terá excedido os limites de tolerância definidos pela censura e a audácia acabou por levá-lo a cumprir um ano de cárcere.

Relativamente à sua incursão na esfera da arte sacra, a Via Crucis granjeou-lhe, por sua vez, além-fronteiras, uma manifesta notoriedade. De facto, em Itália (San Martino, Amatrice) e em Espanha (Umbrete, Ródenas, Montesa e Alcora), foram descobertos, restaurados e musealizados diversos painéis de azulejo que reproduzem ou se inspiram na narrativa duberceliana do itinerário e suplícios sofridos por Cristo entre o Pretório onde foi sentenciado e o Calvário, local da sua crucifixão.

Ora no próximo ciclo de celebrações pascais ainda tão vivazes em numerosas povoações do Alto-Minho, quer no plano litúrgico quer no âmbito de uma festiva e popular sociabilidade, contemplar e problematizar uma representação plástica da cena fundadora do cristianismo e matriz imagética cimeira da história da arte do Ocidente, é, decerto, um aliciante desafio.

LOURDES MAGALHÃES EXPÕE EM MONÇÃO

A Casa Museu de Monção da Universidade do Minho acolhe a partir do próximo dia 1 de abril, pelas 16 horas, a exposição Casa Museu de Monção da Universidade do Minho, da artista Lourdes Magalhães.

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«A obra de Maria de Lourdes desoculta (mas não desnuda) um imaginário íntimo, de formas voláteis e frágeis, que me lembra o sincelo pictórico de Matisse, a musicalidade de Chagall, a alegria de Klimt; e todos esses retalhos do seu imaginário estão ora imersos num espaço amniótico (os peixes) ora vicejam (frutos, seios, lábios) em terra úbere, sem espaço nem barreiras, onde interroga e contempla (pelos olhos de uma mulher comum) o fascinante e inacessível infinito (as estrelas) num desafio erótico e naif, amoroso e intáctil. E que dizer das suas obras de atelier? Não lembram a angústia sombria e dilacerante de Munch? E aquelas duas obras, que mais parecem o verso e o reverso de uma mesma mater dolorosa não exalam um cheiro de santidade e atemporalidade que dá vontade de morrer para ocupar esse lugar, e lembram Boticelli?! Mas tudo isto são palavras de um "fala-só", não guiam ninguém, antes são uma floresta de enganos; não se fiem, pois, delas….» por Norberto Ferreira da Cunha, Professor Catedrático Ap. da Universidade do Minho.

Esta exposição estará patente ao público até ao final do mês de abril.

HORÁRIO DA EXPOSIÇÃO:

Terça a Sexta Feira - das 09h30 às 12h00 e das 14h00 às 17h00

Sábados - das 14h00 às 18h00

Domingos e Segundas: encerrada

BRAGA EXPÕE ARTE E NANOTECNOLOGIA

´Matter of Perspectives´ patente no gnration até dia 17 de Junho. Instalação resulta de parceria entre gnration e INL 

Decorreu hoje, dia 24 de Março, na galeria INL do gnration, a inauguração da instalação ´Matter of Perspectives´, da autoria do conceituado artista visual Holandês Tarik Barri. Para a realização deste trabalho o artista esteve em residência artística durante uma semana no Laboratório Ibérico Internacional de Nanotecnologia.

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A instalação, que estará patente até ao dia 17 de Junho, realiza-se no âmbito do ´Scale Travels´, um programa colaborativo que liga arte e nanotecnologia, fruto da parceria estabelecida no ano transacto entre o Laboratório Ibérico Internacional de Nanotecnologia, que tem a seu cargo a supervisão científica do projecto, e o gnration, que tem sob sua alçada a direcção artística e produção. Durante este ano realizar-se-ão três instalações inseridas neste programa.

Como afirmou Firmino Marques, Vice-presidente da Câmara Municipal de Braga, desta parceria resulta um ´casamento perfeito´ entre a ciência e a arte. “Esta frutífera cooperação coloca o conhecimento produzido no INL ao serviço da criatividade e da arte, o que se traduz em mais um trabalho de enorme qualidade que aqui é apresentado”, disse.

Já Paulo Freitas, Vice-Director Geral do INL, referiu que esta é uma ´excelente´ possibilidade de fazer confluir dois mundos, o da ciência e da visão artística, que habitualmente estão separados. “É uma experiência interessante ver o que o artista absorveu do nosso dia-a-dia durante o período de residência artística. A parceria é também uma forma de o INL se abrir à sociedade, neste caso particular através da arte”, disse.

A galeria INL, localizada no interior do gnration, recebeu já instalações sonoras e audiovisuais dos artistas portugueses Rui Dias e Fernando José Pereira (PT) e do norte-americano Pierce Warnecke (EUA).

Tarik Barri começou a programar aos sete anos de idade e aos 16 a criar música electrónica. Ao desenvolver o seu próprio software, Tarik criou o seu único instrumento audiovisual que usa para explorar novas estéticas na combinação de som e imagem. Para além de fazer visuais para artistas como Nicolas Jaar, Thom Yorke (Atoms for Peace) e Monolake, o trabalho de Barik assume diferentes formas como performances audiovisual, instalação e vídeo.

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CAFÉ CULTURAL RESIDÊNCIA ARTÍSTICA ESTREIA EM FAFE

Música e Graffiti em destaque nesta primeira edição

Fafe recebe, pela primeira vez, um ciclo de residências artísticas do projeto Café Cultural Residência Artística, criado numa parceria entre o Município de Fafe e a organização Café Cultural do artista plástico e produtor brasileiro, Vicente Coda.

Este projecto, centrado nas diferentes formas culturais, vai destacar, na primeira residência, até 24 de Março, a música e o graffiti, estando programadas várias iniciativas como o músico Luiz Fontineli e os grafiters Pedro Loureiro e João Vasco.

No Sábado, dia 18, Luiz Fontineli dá o mote para vários dias de animação com um Workshop de Ritmos Nordestinos, na Junta de Freguesia de Fornelos, a partir das 21h30.

No dia seguinte, dia 19, no Multiusos de Fafe, quer os graffits, quer a música nordestina serão o tema de vários workshops destinados a todos os públicos.

Na sexta-feira, dia 23, a partir das 16h00, são inaugurados, na Praça das Comunidades, os trabalhos finais de Graffiti, desenvolvidos pelos dois grafiters que estiveram em Fafe. À noite, pelas 21h30, é apresentado, na Sala Manoel de Oliveira, o projecto de Sinergia entre os artistas convidados, a Academia de Música José Atalaya e a Escola Bailado de Fafe.

Este primeira residência termina no dia 24, com um concerto de Luiz Fontineli e a Banda de Rua no Teatro-Cinema de Fafe, às 21h30.

Pompeu Martins, Vereador da Cultura da Câmara Municipal de Fafe revela que “se trata de um projecto inovador, dinâmico e progressista e que vai trazer à nossa cidade um conjunto de artistas de renome e diferentes manifestações culturais. O que vai acontecer em Fafe durante estas duas semanas é, na verdade, uma partilha de aprendizagens e experiências num laboratório de descobertas artísticas. Cada artista vai desenvolver uma oficina na sua área e criar um trabalho único em conjunto com a população.”

AMARES APOSTA NA CRIATIVIDADE ARTÍSTICA

Encontrarte Amares estimula capacidade criativa através de concursos internacional de desenho e de cinema de animação experimental

Amares volta a receber entre os dias 27 e 30 de julho o Festival de Artes Plásticas e Cinema de Animação Encontrarte. “Património em Trânsito” será o mote para a 5ª edição da bienal que abrirá portas para que artistas nacionais e internacionais, das mais variadas áreas, criem laços de diálogo com Amares, propondo um olhar autoral capaz de refletir a realidade atual da região.

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Assente numa pluralidade de discursos decorrentes de práticas artísticas diversificadas, objetiva a construção de um espírito crítico capaz de projetar, valorizar e promover as dinâmicas da região.

Transformação, movimento, transpiração e trânsito vão ser as palavras-chave para estudar a complexidade do território.

Inscrições abertas até 10 de junho

Promover, fomentar e estimular o interesse pelo Cinema de Animação ao nível local, nacional e internacional e o interesse pelo desenho, enquanto disciplina autónoma, bem como, valorizar artistas e estudantes da área, quer nacionais quer internacionais, são os objetivos centrais dos concursos de cinema de animação experimental e concurso internacional de desenho promovidos no âmbito do Encontrarte Amares 2017. As inscrições estão abertas e decorrem até ao dia 10 junho 2017.

Concurso Internacional de Cinema de Animação Experimental 

A Edição 2017 do Encontrarte Amares propõe uma reflexão em torno da multiplicidade e contemporaneidade no cinema de animação.

O principal objetivo deste festival passa por traçar uma abordagem transescalar, que hierarquiza e acompanha os vários estádios da produção cinematográfica e seus agentes, e pela qual as diferentes formas de pensar e fazer cinema de animação contemporâneas se manifestam.

O Concurso Internacional de Cinema de Animação Experimental promove a divulgação de obras e autores nacionais e internacionais, valorizando a originalidade, a componente visual e as narrativas não convencionais, e assume-se como um incentivo à criação de novas abordagens cinematográficas de carácter experimental.

Regulamento e inscrições disponíveis no site: http://encontrarte.pt/portuguese/edio-2017/concurso-de-cinema-animao-experimental/sobre.html.

Concurso Internacional de Desenho

O Concurso Internacional de Desenho, a realizar-se no âmbito do Encontrarte Amares 2017, visa a criação de uma plataforma de desenvolvimento e consolidação do que se entende como a dimensão artística do desenho.

“É nosso objetivo promover a reflexão em torno do papel do desenho na contemporaneidade e o potencial inerente à sua autonomização em relação ao processo de criação artística. Isto é, o desenho já não é visto apenas como um método auxiliar, mas também como um processo criativo independente. E é essa a dimensão do desenho que nos interessa”, refere a equipa do Encontrarte.

Por isso, serão valorizadas as ferramentas (intelectuais e físicas) que, hoje em dia, alicerçam a singularidade desta disciplina, como também, a procura de novos caminhos e significados face à sua autonomia e no sentido do seu crescimento e afirmação.

Regulamento e inscrições disponíveis no site: http://encontrarte.pt/portuguese/edio-2017/concurso-de-desenho/sobre.html

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GUIMARÃES ORGANIZA BIENAL DE ARTES

Bienal de Ilustração de Guimarães é apresentada na próxima 6ª feira, 17 março

Programa, que incluirá um concurso de âmbito nacional, é anunciado no final desta semana. Encontro com os jornalistas decorrerá na Plataforma das Artes.

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A programação da primeira edição da BIG – Bienal de Ilustração de Guimarães é apresentada em conferência de imprensa na próxima sexta-feira, 17 de março, às 11 horas, na Plataforma das Artes e da Criatividade.

Na oportunidade, será anunciada a data do evento, a abertura das inscrições e o conceito que está subjacente a este novo projeto cultural da Câmara Municipal de Guimarães, em parceria com a cooperativa A Oficina, Museu de Alberto Sampaio e “CAAA – Centro para os Assuntos da Arte e da Arquitectura”.

A BIG - Bienal de Ilustração de Guimarães tem como principal objetivo dignificar o papel dos ilustradores no desenvolvimento cultural, seja no campo da edição (livros, revistas, jornais, cartazes, suportes clássicos de comunicação de massas), seja no âmbito das novas tecnologias. A BIG pretende colocar Guimarães como referência nacional e internacional no domínio do fomento da massa crítica e da criação na área da ilustração.

PROFESSORES DE ARTES DA ESCOLA SUPERIOR GALLAECIA EXPÕEM EM MONÇÃO

Monção inaugura a Exposição de Professores de Artes da Escola Superior Gallaecia,  hoje, pelas 16h00, nas instalações da Casa Museu de Monção da Universidade do Minho, sitas na vila de Monção.

Trata-se de uma iniciativa da, Unidade Cultural da Universidade do Minho que conta com o apoio da Casa Museu de Monção da Universidade do Minho e da Fundação Bienal de Cerveira. Os docentes da Licenciatura em Artes Plásticas e Multimédia da Escola Superior Gallaecia têm a honra de apresentar os seus trabalhos artísticos, fruto do percurso individual de cada docente.

Artistas: Alexandre Costa, Damião Matos, Emília Simão, Henrique Silva, Hermano Passos, José Vicente, Margarida Leão, Samuel Barbosa e Teresa Correia.

Esta exposição estará patente ao público até ao final do mês de março.

HORÁRIO DA EXPOSIÇÃO:

Terça a Sexta Feira - das 09h30 às 12h00 e das 14h00 às 17h00

Sábados - das 14h00 às 18h00

Domingos e Segundas: encerrada

Mais informações em:

www.casamuseumoncao.uminho.pt

PROFESSORES DE ARTES EXPÕEM EM MONÇÃO

O Presidente e a Direção da Casa Museu de Monção, Unidade Cultural da Universidade do Minho, promovem a Exposição de Professores de Artes da Escola Superior Gallaecia, no próximo dia 8 de março (quarta feira), pelas 16h00, nas instalações da Casa Museu de Monção da Universidade do Minho, sitas na vila de Monção.

Com o apoio da Casa Museu de Monção da Universidade do Minho e da Fundação Bienal de Cerveira, os docentes da Licenciatura em Artes Plásticas e Multimédia da Escola Superior Gallaecia têm a honra de apresentar os seus trabalhos artísticos, fruto do percurso individual de cada docente.

Artistas: Alexandre Costa, Damião Matos, Emília Simão, Henrique Silva, Hermano Passos, José Vicente, Margarida Leão, Samuel Barbosa e Teresa Correia.

Esta exposição estará patente ao público até ao final do mês de março.

HORÁRIO DA EXPOSIÇÃO:

Terça a Sexta Feira - das 09h30 às 12h00 e das 14h00 às 17h00

Sábados - das 14h00 às 18h00

Domingos e Segundas: encerrada

Mais informações em:

www.casamuseumoncao.uminho.pt

www.facebook.com/pages/Casa-Museu-de-MonçãoUniversidade-do-Minho/809321412454696

NAVIO GIL EANNES RECEBE EXPOSIÇÃO “ARTE & MEDICINA”

De 4 de março a 30 de abril, vai estar patente no Navio Museu Gil Eannes a exposição “Arte & Medicina”.

É uma exposição do Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra, a qual foi idealizada por uma equipa de curadoras Cristina Nogueira e Carolina Gomes.

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A exposição exibe 61 reproduções de pinturas e iluminuras de museus de todo o mundo tendo como objetivo induzir o visitante a refletir na forma como a arte representou a medicina, os médicos, as doenças e os hospitais, e a sua evolução história. Exibem-se ainda objetos de uso médico do acervo da Escola Superior de Saúde de Viana do Castelo.

A exposição que conta com o apoio da Fundação Gil Eannes, será inaugurada no próximo dia 4 de março às 18h, e poderá ser visitada todos os dias a partir das 9.30h.

VISITAS GUIADAS À ARTE URBANA EM GUIMARÃES TERMINAM ESTE DOMINGO

ESTE DOMINGO DE MANHÃ (11H)

Guimarães realiza última visita guiada a mostras de arte urbana em paragens de autocarro

Inscrições abertas para conhecer projeto urbano “As Paragens onde o Tempo Habita”. Última visita ao conjunto de ilustrações decorrerá este domingo de manhã.

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A Câmara Municipal de Guimarães tem abertas inscrições para a participação na última visita guiada de autocarro, agendada para este domingo, 19 de fevereiro, às intervenções artísticas realizadas em dezassete abrigos de paragens de transportes públicos no centro de Guimarães, um dos eventos que assinalou o 15º aniversário da elevação do Centro Histórico a Património Cultural da Humanidade.

As inscrições para o público poder acompanhar a visita ao projeto urbano “As Paragens onde o Tempo Habita” são limitadas aos lugares existentes no autocarro. O percurso tem início às 11 horas, no abrigo da Alameda S. Dâmaso (Norte), seguindo-se o da Rua de Santo António, Alameda da Universidade (2), Rua Teixeira Pascoais e Pavilhão Francisco de Holanda.

O périplo continua pela Avenida São Gonçalo (2), Alameda Dr. Mariano Felgueiras (em frente ao Hospital), Escola de Creixomil, Alameda Dr. Mariano Felgueiras (em frente ao GuimarãeShopping), Avenida D. Afonso Henriques, Largo República do Brasil (2), Alameda Abel Salazar (em frente à Escola Martins Sarmento), Rua Dr. R. Carvalho e Av. Cónego Gaspar Estaço (junto ao Tribunal).

Marcações por correio eletrónico ou na Praça S. Tiago

Os interessados poderão efetuar as inscrições através de correspondência eletrónica (cultura@cm-guimaraes.pt) ou diretamente na Loja Interativa de Turismo de Guimarães, na Praça de S. Tiago, até ao dia anterior à data pretendida. Para tal, deverão indicar o nome, contacto de telemóvel e número de pessoas inscritas.

O projeto, coordenado pela Escola Superior Artística de Guimarães (ESAG), em parceria com as empresas ARRIVA e JCDecaux, é constituído por ilustrações da autoria de Flavie Monjon, Mafalda Neves, João Silvestre, Catarina Peixoto, Sérgio Marques e Evandro Souza Dias, jovens autores, mestres em ilustração pela ESAG, dirigida por Paulo Leocádio, que coordenará a visita.

IRMANDADE DE S. VICENTE DE BRAGA REALIZA CONFERÊNCIAS DEDICADAS AO MÁRTIR

1ª Conferência

27 | jan.(sex)

Tema: Azulejos entre talha(s)” *

Convidado: Doutor Eduardo Pires de Oliveira, investigador e especialista em História da Arte

Moderação: José Pinto, Juiz Presidente da Irmandade

Local: Igreja paroquial de São Vicente, rua de São Vicente, Braga

Hora: 21:30h

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2ª Conferência

03 | fev.(sex)

Tema: “Intervenção arqueológica em espaços religiosos”

Convidado: Prof. Doutor Luís Fontes, arquólogo da Unidade de Arqueologia da Universidade do Minho (UAUM) e, docente da UMinho

Moderação: José Pinto, Juiz Presidente da Irmandade

Local: Igreja paroquial de São Vicente, rua de São Vicente, Braga

Hora: 21:30h

*No final da conferência, irá a leilão uma fotografia do interior da Igreja de São Vicente, oferecida por Libório Manuel Silva, editor da obra: «Azulejo em Braga - O Largo Tempo do Barroco». Insere-se este leilão, na campanha de angariação de fundos "Abrigar São Vicente". A base de licitação da foto é de: 25,00€. Os interessados, poderão fazer chegar as suas propostas diretamente na sacristia, das 09:30h às 12:00h e das 16:00h às 18:30h, ou através do  email: "irmandadesaovicente@gmail.com", e, ainda no final da Conferência.

Com estas duas conferências temáticas, a Irmandade de São Vicente de Braga encerra o programa de 2017 da festa em honra do seu padroeiro.

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PONTE DE LIMA RECEBE EXPOSIÇÃO DE ARTE CONTEMPORÂNEA

LETHES ART Ponte de Lima 2017. Memória & Identidade (s) – Candidaturas até 31 de março

A Vila de Ponte de Lima vai receber mais uma grande exposição de Arte Contemporânea.

O projeto artístico Lethes Art, que promove a criação e exibição de obras de arte contemporânea de Artistas nacionais e estrangeiros, vai permanecer numa da Vilas Mais Antigas de Portugal entre 1 de julho a 30 de setembro, ocupando diversos locais de exposição.

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Já em 2016 o Município de Ponte de Lima abriu as portas do seu património a idêntica iniciativa promovendo a mostra em vários museus municipais, um jardim temático, uma capela, ou uma casa senhorial.

Em 2017, esta mostra internacional de arte contemporânea irá apresentar-se em diversos edifícios e locais históricos da vila, desde espaços museológicos, jardins, capelas, igrejas ou uma antiga prisão de mulheres constituem a geografia física dos locais de exposição do roteiro do LETHES ART Ponte de Lima.

Artistas de todo o mundo estão convidados a participar com os seus trabalhos nesta mostra de arte contemporânea. O tema do LETHES ART em 2017, ‘Memória & Identidade(s)’, convida à participação em diversas áreas: Arquitetura, Cerâmica, Desenho, Escultura, Fotografia, Ilustração, Instalação de Arte, Livro de Artista, Pintura, Poesia, Vídeo, Computer Art, Land Art, Projection Art, Sound Sculpture.

As candidaturas são feitas online, na opção ‘Área do Artista’, de 16 de janeiro a 31 de março de 2017. Leia as Condições de Participação e o Conceito 2017 e registe-se na plataforma do LETHES ART para submeter as suas obras de arte à participação. Lethes Art!

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PONTE DE LIMA RECEBE EXPOSIÇÃO DE ARTE CONTEMPORÂNEA

LETHES ART Ponte de Lima 2017. Memória & Identidade (s) – Candidaturas até 31 de março

A Vila de Ponte de Lima vai receber mais uma grande exposição de Arte Contemporânea.

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O projeto artístico LETHES ART que promove a criação e exibição de obras de arte contemporânea de artistas nacionais e estrangeiros, vai permanecer na Vila Mais Antiga de Portugal entre 1 de julho a 30 de setembro, ocupando diversos locais de exposição.

Já em 2016 o Município de Ponte de Lima abriu as portas do seu património a idêntica iniciativa promovendo a amostra em vários museus municipais, um jardim temático, uma capela, ou uma antiga ‘prisão das mulheres’.

Em 2017, esta mostra internacional de arte contemporânea irá apresentar-se em diversos edifícios e locais históricos da vila, desde espaços museológicos, jardins, capelas ou igrejas constituem a geografia física dos locais de exposição do roteiro do LETHES ART Ponte de Lima.

Todos os artistas nacionais e estrangeiros estão convidados a participar com os seus trabalhos nesta mostra de arte contemporânea. O tema do LETHES ART em 2017, ‘Memória & Identidade(s)’, convida à participação em diversas áreas: Arquitetura, Cerâmica, Desenho, Escultura, Fotografia, Ilustração, Instalação de Arte, Livro de Artista, Pintura, Poesia, Vídeo, Computer Art, Land Art, Projection Art, Sound Sculpture.

As candidaturas são feitas online, na opção ‘Área do Artista’, de 16 de janeiro a 31 de março de 2017. Leia as Condições de Participação e o Conceito 2017 e registe-se na plataforma do LETHES ART para submeter as suas obras de arte à participação.

FAMALICÃO REALIZA CONCURSO DE ARTE VICENTINA

Inscrições para concurso de Arte Vicentina decorrem até sábado

Decorrem até ao próximo sábado, 14 de janeiro, as inscrições para participar no concurso de Arte Vicentina, promovido pelo Município de Vila Nova de Famalicão, através do Gabinete do Associativismo, em parceria com a União das Freguesias de Arnoso Santa Maria, Arnoso Santa Eulália e Sezures.

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O concurso que põe à prova a criatividade da população, desafiando-a a apresentar réplicas do grande arco das festas de S. Vicente, resulta numa exposição que terá lugar durante o dia 22 de janeiro, no Monte de S. Vicente.

Os arcos a concurso devem ter uma altura máxima de 1,5 metro, e podem ser criados com qualquer material, sendo contudo condição de participação que as obras incorporem materiais/resíduos provenientes da terra ou que esta esteja simbolicamente representada.

Dado que as obras selecionadas serão expostas ao ar livre, em local público junto à Capela de S. Vicente, os artistas deverão ter em consideração a sua facilidade de instalação e remoção. A divulgação dos premiados e respetiva entrega de prémios será feita no dia 22, na “Mostra Associativa”. Todos os artistas serão contemplados com certificado de participação e aos primeiros classificados serão entregues diplomas e troféus.

Refira-se que as inscrições realizam-se na Junta de Freguesia de Sezures através do preenchimento de ficha própria, sendo a data limite para receção das mesmas o dia 14 de janeiro de 2017.

RTP2 MOSTRA OBRA DOS ARTISTAS PORTUGUESES

“Estou nas Tintas”: Apresentação do programa reúne artistas de várias gerações

Estreia a 6 de Janeiro de 2017 na RTP2 e é apresentado publicamente três dias antes, no dia 3 de Janeiro, na Galeria da Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa (FBAUL) com a presença de vários artistas portugueses de diferentes gerações. “Estou nas Tintas” é um programa sobre artes, produzido pela Provetouch e realizado por António de Almeida Lopes para a RTP.

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Júlio Pomar, Cruzeiro Seixas, Eurico Gonçalves, Dalila D’Alte, Manuel Botelho, Ana Mesquita, Carlos Nogueira, Odeith e Nomen são alguns dos artistas entrevistados que estarão presentes na Galeria da FBAUL no dia 3 de Janeiro, às 18h30, para a apresentação pública do programa “Estou nas Tintas”, que estreia no dia 6 de Janeiro, às 21h, na RTP2, e que será uma celebração das obras e dos criadores portugueses.

Quem são os nossos artistas? Que obra têm? O que é que ela transmite ou representa? O que têm a dizer ao mundo? O que os move ou inspira? Estas foram algumas das linhas de orientação deste projecto, que vai dar a conhecer a vida e a obra de cerca de 80 dos mais importantes nomes da arte nacional.

Um ano depois do início das filmagens chega a hora de o partilhar com o público, que tem, desta forma, a oportunidade de entrar nas casas e nos ateliês de múltiplos artistas. A ambição dos autores é que esta série se torne um documento essencial da história da arte portuguesa, uma referência basilar para quem no futuro tiver interesse em conhecer uma parte significativa da nossa herança artística.

António de Almeida Lopes, realizador do programa “Repórteres de Palmo e Meio” e de campanhas como “Saúde com Sabor”, “Praia Limpa, Praia Segura” ou “Riscos e Rabiscos”, foi o autor da ideia e quem realizou o projecto – aprovado pela directora de programas da RTP2, Teresa Paixão – e Joaquim Luís Feijão o responsável pela Provetouch, a produtora que abraçou e embarcou nesta viagem durante sete meses.

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Voz aos artistas

“Essa frase ‘estou nas tintas’ é um exemplo de como o sentido que se pode dar às coisas pode ser muito diferente. Ninguém pense que tem a verdade absoluta.” – Júlio Pomar

 

“Pintar, para mim, é uma forma de estar vivo, é como respirar, comer…” – Diogo Navarro

 

“Picasso dizia que a arte limpa, do quotidiano, a poeira dos dias.” – Ana Mesquita

 

“Se a função do artista é a procura do belo, eu encontrei essa procura no corpo da mulher.” – Francisco Simões

 

“Nessa altura, comemorava-se a venda de um quadro, fosse de quem fosse.” – Gracinda Candeias

 

“Eu estou sempre apaixonada. Tento-me apaixonar nem que seja por um livro, por uma frase, pelo amanhecer…” – Tamara Alves

 

“Eu penso que a actividade artística se define, quer em pintura, quer no cinema, quer na literatura, seja onde for… é exactamente o repensar constantemente métodos, definições, objectivos, trajectórias…” – Jaime Silva

 

“Eu tenho pavor do óbvio e tento sempre fazer coisas inesperadas.” – José Costa Reis

 

“A técnica, no meu ponto de vista, é apenas um suporte ou um apoio para a concretização de um trabalho.” – Carlos Nogueira

 

“A pintura acaba por ser a nossa forma de nos expressarmos e acaba por ser o alfabeto da pessoa.” – Jorge Almeida

 

“Não temos um grande museu de arte portuguesa, por exemplo. Nós se quisermos ver a evolução da arte portuguesa, desde o princípio do século até hoje, onde é que vamos?” – Manuel Baptista

 

“O amor, a cultura, a poesia são realmente a coisa mais importante que nós temos, para agarrar com ambas as mãos com toda a força.” – Cruzeiro Seixas

 

“Qualquer fotógrafo é um contador de histórias.” – Joel Santos

 

“Os artistas portugueses, para mim, são mais uma dessas facetas que nós temos que ser capazes de valorizar, que fazem parte do nosso património.” – Manuel Botelho

 

“A arte é a zona mais criativa da natureza humana.” – Eurico Gonçalves

Lista de artistas convidados do programa

 

Pintores

 

Alexandre Alonso Clo Bourgard Cruzeiro Seixas David Levy Lima Diogo Navarro Eleutério Sanches Eurico Gonçalves Gabriela Carrascalão Gracinda Candeias Gustavo Fernandes Jaime Silva

Jorge Almeida Júlio Pomar Luís Noronha da Costa Madalena Raimundo Manuel Baptista Manuel Botelho Maria de Lurdes Oliveira Mário Rita Pedro Guimarães

 

Escultores

 

Carlos Nogueira Francisco Simões Frederico Elias Isabel Garcia Manuela Madureira Manuel Sousa Pereira Mestre José Rodrigues Rogério Timóteo Rui Matos Susana Piteira

 

Writers

 

Adalberto Brito (Youth One) Artur Silva (Bordalo II) Gustavo Teixeira (Mesk) João SAMINA Miguel Caeiro (RAM) Nuno Palhas (Third) Nuno Reis (Nomen) Oliveiros Júnior (Utopia) Sérgio Odeith

 

Ilustradores

 

Ana Mesquita João Saramago José Pereira Marco Mendes Rita Ravasco Sara Osório (Sara-a-Dias) Tamara Alves

 

Artistas plásticos

 

Ana Isabel Miranda Rodrigues António Canau Bernardete Moreira Cristiano Neves

Dalila D’Alte Joel Santos José Costa Reis José Pedro Alves Paula Bernardes Sérgio Santos

 

Outros especialistas

 

Ágata Rodrigues (Fundação José Rodrigues) Ana Roque António Soares Celine de Azevedo Cristina Ehrn David Brites Fernando Catarino Inês Almeida Professora Joana de Oliveira (Agrupamento de Escolas D. Carlos I – Sintra) José Esteves Maria Hortense Canelas Mizette Nielsen Mouralinda Serralha Nisha Narotomo Nuno Lima de Carvalho (Galeria de Arte – Casino Estoril) Sara António Matos (Atelier-Museu Júlio Pomar) Sérgio Pinheiro Telma Araújo Wilson Galvão

 

Colaboração especial

 

Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa Prof. Dalila D’Alte Prof. Eurico Gonçalves Prof. Jaime Silva Prof. Manuel Botelho Carlos Sanches (Músico) João Gil (Músico) José Cid (Músico)

 

Ficha Técnica

 

Direcção de Produção Joaquim Luís Feijão

 

Produção Rute Simão Carina Rodrigues António de Almeida Lopes

 

Entrevistas Beatriz Machado Carina Rodrigues Rute Simão

 

Textos Carina Rodrigues António de Almeida Lopes Rute Simão

 

Pesquisa António de Almeida Lopes Carina Rodrigues Rute Simão

 

Operadores de Câmara Fernando Silva Miguel Marques Ricardo Oliveira

 

Assistentes de Câmara Tomás Feijão Rodrigo Coutinho

 

Edição Afonso Brito Clemente Alves Joana Júdice

 

Técnico Responsável de Som Joaquim Luís Feijão

 

Apoio Técnico Carlos Loureiro Francisco Esteves

 

Locução Carina Rodrigues

 

Backoffice Fernando Pinheiro

 

Realização António de Almeida Lopes

 

Uma Produção PROVETOUCH

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RTP2 DÁ A CONHECER A OBRA DOS MAIORES VULTOS DA ARTE NACIONAL

“Estou nas Tintas”: O homem à frente da obra

O “Estou nas Tintas” estreia a 6 de Janeiro de 2017, às 21h00, e as expectativas são imensas. Durante 13 semanas, o programa produzido pela RTP2 vai dar a conhecer a vida e a obra de cerca de 80 dos mais importantes nomes da arte nacional.

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Dar voz à obra e ao criador foi o principal objectivo deste projecto, que tenta abordar as mais variadas formas de expressão artística e divulgar métodos, pensamentos e singularidades dos artistas plásticos portugueses.

Além de nomes incontornáveis – Júlio Pomar, Cruzeiro Seixas, José Costa Reis, Odeith e o Mestre José Rodrigues (que infelizmente partiu aos 79 anos em setembro passado, deixando-nos uma última recordação sua e da sua obra) são alguns dos convidados do programa –, o “Estou nas Tintas” pretende também dar destaque a novos nomes do panorama artístico português. António de Almeida Lopes, realizador de programas como “Saúde com Sabor”, “Praia Limpa, Praia Segura” ou “Riscos e Rabiscos”, foi o autor da ideia e quem realizou o projecto e Joaquim Feijão o responsável pela Provetouch, a produtora que abraçou e embarcou nesta viagem durante sete meses.

Um ano depois do início do projeto chega finalmente a hora de o partilhar com o público, que tem desta forma a oportunidade de entrar dentro das casas e dos ateliers de múltiplos artistas nacionais. A ambição dos autores é que esta série se torne um documento incontornável da história da arte nacional, uma fonte de informação basilar para quem no futuro tiver interesse em conhecer uma parte significativa da herança artística portuguesa.

Voz aos artistas

“Essa frase ‘estou nas tintas’ é um exemplo de como o sentido que se pode dar às coisas pode ser muito diferente. Ninguém pense que tem a verdade absoluta.” – Júlio Pomar

“Pintar, para mim, é uma forma de estar vivo, é como respirar, comer…” – Diogo Navarro

“Picasso dizia que a arte limpa, do quotidiano, a poeira dos dias.” – Ana Mesquita

“Se a função do artista é a procura do belo, eu encontrei essa procura no corpo da mulher.” – Francisco Simões

“Nessa altura, comemorava-se a venda de um quadro, fosse de quem fosse.” – Gracinda Candeias

“Eu estou sempre apaixonada. Tento-me apaixonar nem que seja por um livro, por uma frase, pelo amanhecer…” – Tamara Alves

“Eu penso que a actividade artística se define, quer em pintura, quer no cinema, quer na literatura, seja onde for… é exactamente o repensar constantemente métodos, definições, objectivos, trajectórias…” – Jaime Silva

“Eu tenho pavor do óbvio e tento sempre fazer coisas inesperadas.” – José Costa Reis

“A técnica, no meu ponto de vista, é apenas um suporte ou um apoio para a concretização de um trabalho.” – Carlos Nogueira

“A pintura acaba por ser a nossa forma de nos expressarmos e acaba por ser o alfabeto da pessoa.” – Jorge Almeida

“Não temos um grande museu de arte portuguesa, por exemplo. Nós se quisermos ver a evolução da arte portuguesa, desde o princípio do século até hoje, onde é que vamos?” – Manuel Baptista

“O amor, a cultura, a poesia são realmente a coisa mais importante que nós temos, para agarrar com ambas as mãos com toda a força.” – Cruzeiro Seixas

“Qualquer fotógrafo é um contador de histórias.” – Joel Santos

“Os artistas portugueses, para mim, são mais uma dessas facetas que nós temos que ser capazes de valorizar, que fazem parte do nosso património.” – Manuel Botelho

“A arte é a zona mais criativa da natureza humana.” – Eurico Gonçalves

Lista de artistas convidados do programa

Pintores

Alexandre Alonso

Clo Bourgard

Cruzeiro Seixas

David Levy Lima

Diogo Navarro

Eleutério Sanches

Eurico Gonçalves

Gabriela Carrascalão

Gracinda Candeias

Gustavo Fernandes

Jaime Silva

Jorge Almeida

Júlio Pomar

Luís Noronha da Costa

Madalena Raimundo

Manuel Baptista

Manuel Botelho

Maria de Lurdes Oliveira

Mário Rita

Pedro Guimarães

Escultores

Carlos Nogueira

Francisco Simões

Frederico Elias

Isabel Garcia

Manuela Madureira

Mestre José Rodrigues

Rogério Timóteo

Rui Matos

Susana Piteira

Writers

Adalberto Brito (Youth One)

Artur Silva (Bordalo II)

Gustavo Teixeira (Mesk)

João SAMINA

Miguel Caeiro (RAM)

Nuno Palhas (Third)

Nuno Reis (Nomen)

Oliveiros Júnior (Utopia)

Sérgio Odeith

Ilustradores

Ana Mesquita

João Saramago

José Pereira

Marco Mendes

Rita Ravasco

Sara Osório (Sara-a-Dias)

Tamara Alves

Artistas plásticos

Ana Isabel Miranda Rodrigues

António Canau

Bernardete Moreira

Cristiano Neves

Dalila D’Alte

Joel Santos

José Costa Reis

José Pedro Alves

Paula Bernardes

Sérgio Santos

Outros especialistas

Ágata Rodrigues (Fundação José Rodrigues)

Ana Roque

António Soares

Celine de Azevedo

Fernando Catarino

Inês Almeida

Professora Joana de Oliveira (Agrupamento de Escolas D. Carlos I – Sintra)

José Esteves

Maria Hortense Canelas

Mizette Nielsen

Mouralinda Serralha

Nisha Narotomo

Nuno Lima de Carvalho (Galeria de Arte – Casino Estoril)

Sara António Matos (Atelier-Museu Júlio Pomar)

Sérgio Pinheiro

Telma Araújo

Wilson Galvão

Colaboração especial

Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa

Prof. Dalila D’Alte

Prof. Eurico Gonçalves

Prof. Jaime Silva

Prof. Manuel Botelho Carlos Sanches (Músico)

João Gil (Músico)

José Cid (Músico)

ARCOS DE VALDEVEZ CRIA CENTRO INTERPRETATIVO DO BARROCO

Centro Interpretativo do Barroco – adjudicado o Estudo Histórico e Arqueológico

A Câmara Municipal adjudicou a prestação de serviços para o Estudo Histórico e Arqueológico do Centro Interpretativo do Barroco - Igreja do Espirito Santo à firma Archeo'Estudos, Investigação Arqueológica, Lda, pelo valor de 69.550,00 euros mais IVA.

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O projeto de criação do Centro Interpretativo do Barroco na Igreja do Espírito Santo, integrado num monumento nacional de grande valor estilístico, cultural e arquitetónico, é uma aposta da autarquia dos Arcos de Valdevez, que pretende assim promover a recuperação do edifício e do valiosíssimo espólio arquitetónico, potenciar o uso cultural com programa alusivo ao estilo artístico do Barroco e divulgar junto do público em geral e do educativo o conhecimento da arte, da sociedade e do pensamento da época barroca. A Autarquia pretende, de igual modo, transformar este monumento numa porta de entrada da Rede do Barroco na região.

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A intervenção arqueológica agora contratualizada pretende a avaliação de áreas que serão afetadas pela empreitada de requalificação, caracterizando as sequências estratigráficas contemporâneas, mas também as pré-existentes à construção do edifício religioso. Será igualmente realizado acompanhamento específico durante toda a obra, prevendo possibilidades de ocorrências arqueológicas e patrimoniais. A componente de investigação histórica neste projeto terá como objetivo o enquadramento do templo enquanto monumento representativo do Barroco no contexto regional minhoto, assim como na obtenção, análise e interpretação de dados, que serão adaptados aos conteúdos a disponibilizar pelo Centro Interpretativo; os dados recolhidos nesta etapa, serão de igual forma importantes para a interpretação dos resultados da investigação arqueológica e no estabelecimento de algumas das estratégias de abordagem à requalificação deste monumento.

Este projeto insere-se na operação “NORTE-04-2114-FEDER-000114 - Centro Interpretativo do Barroco - Igreja do Espírito Santo / Arcos de Valdevez”, cofinanciada pelo Fundo Europeu, Programa Operacional NORTE 2020, Eixo Prioritário 4 - Qualidade Ambiental e conta com um Investimento Elegível de 978.467,62 € e Comparticipação Comunitária de 831.697,48 €.

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BARCELENSES ANALISAM OBRA DE JOSÉ RODRIGUES

Conversas sobre a obra de José Rodrigues 

Amanhã, dia 17 de novembro, às 15h00, no Teatro Gil Vicente 

A Câmara Municipal de Barcelos promove amanhã, dia 17 de novembro, uma sessão de Conversas sobre a obra de José Rodrigues, aberta à comunidade em geral, mas dirigidas sobretudo aos alunos de artes do Ensino Secundário e Ensino Superior, com a participação de Cabral Pinto, atual diretor da Bienal de Arte de Cerveira.

A iniciativa está integrada no programa de exposições dedicado ao trabalho de José Rodrigues e que estarão patentes até ao final do mês no Museu de Olaria, Teatro Gil Vicente e Sala Gótica dos Paços do Concelho.

BANDA LINDI MARTINI ANIMA APRESENTAÇÃO DO ENCONTRARTE AMARES

É já amanhã, dia 5 de novembro, pelas 21h30, que o Auditório Conde de Ferreira, em Amares, acolhe a apresentação dos novos desafios do Encontrarte Amares 2017. Na  conferência de imprensa de apresentação irá também revisitada a edição de 2015.

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A noite vai contar com a presença dos Linda Martini, uma das mais relevantes bandas da música nacional, que partilhará a sua experiência em torno da residência artística que está a ter lugar em Amares, desde o dia 1 novembro, na Quinta dos Ferrage.

Amares conta com a vossa presença!

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ARTISTAS DE GAIA EXPÕEM EM BARCELOS

Ondas da Bienal de Gaia invadem Barcelos. Dia 5 de novembro, às 17h, na Galeria Municipal de Arte

A Galeria Municipal de Arte recebe no próximo sábado, dia 5 de novembro, às 17h, a exposição coletiva de artes plásticas “Onda Bienal em Barcelos”. Um projeto que engloba o trabalho de quarenta e oito artistas plásticos e que escolheu Barcelos como ponto de paragem obrigatória.

Depois do sucesso da 1ª Bienal de Gaia 2015, a “Artistas de Gaia – Cooperativa Cultural”, com o apoio da Câmara Municipal de Vila Nova de Gaia, decidiu desenvolver o projeto “ONDA BIENAL”, que pretende divulgar e incentivar os artistas plásticos, criar novos públicos de forma a mostrar a importância da arte na formação das pessoas.

Para o Presidente da Câmara Municipal de Barcelos, Miguel Costa Gomes, “ é uma honra para o Município abrir as portas a esta exposição coletiva de artes plásticas, num concelho onde a criatividade espelha as gentes que o compõem, onde as cores, o barro, os bordados, a madeira, o ferro são a base de uma arte sem igual”.

Um dos objetivos da “Artistas de Gaia – Cooperativa Cultural” é também realizar em Barcelos, entre julho e setembro de 2017, um polo da 2ª Bienal Internacional de Arte de 2017.

Esta mostra de pintura, escultura e fotografia será acolhida na Galeria Municipal de Arte e estará patente até 31 de dezembro, com entrada gratuita.

FESTIVAL DE ARTE BINNAR ARRANCA AMANHÃ EM FAMALICÃO

Primeira edição do evento decorre de 3 a 20 de novembro e vai percorrer vários espaços da cidade

É com um solo da cantora portuguesa Ana Deus, ex-Três Tristes Tigres e Osso Vaidoso, que abre esta quinta-feira, 3 de novembro, a primeira edição do festival de arte BINNAR, que a partir de amanhã, e durante os próximos dezoito dias, vai percorrer os principais espaços culturais do concelho de Vila Nova de Famalicão com concertos, cinema, exposições, performances e oficinas. 

O fotógrafo colombiano Daniel González é um dos artistas que compõem a exposição coletiva MIT Me There.jpg

A iniciativa, organizada pela associação cultural BINNAR com o apoio da Câmara Municipal, conta com um programa diversificado que reúne mais de uma dezena de artistas consagrados e emergentes do panorama artístico nacional e internacional. 

A performance de Ana Deus está marcada para as 21h30, na Casa das Artes de Famalicão. Dos vários concertos agendados para os próximos dias, destaque para a atuação de uma das mais conhecidas bandas da Galiza, os Cró, esta sexta-feira, dia 4, a partir das 22h00, no espaço cultural Cru. 

Um dos pontos altos do festival acontece já no próximo dia 12 de novembro, com a inauguração da instalação artística “(MIT) Me There”, no Museu da Indústria Têxtil. Uma exposição coletiva internacional que reúne trabalhos de fotografia e pintura de vários artistas, entre os quais a espanhola Núria Figueiredo e o fotógrafo colombiano Daniel González. 

A Fundação Cupertino de Miranda, a Galeria Soledade Malvar, o Mosteiro de Arnoso Santa Eulália, a Fundação Castro Alves, o Museu Ferroviário e a escola de artes “A Casa ao Lado” são outros dos espaços que vão dar palco às diversas iniciativas do BINNAR, cujo programa completo está disponível para consulta em www.binnar.org

Todas as iniciativas e atividades inseridas no âmbito do festival são de entrada gratuita.

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CEMITÉRIOS SÃO GALERIAS DE ARTE FUNERÁRIA E PANTEÃO DE FIGURAS ILUSTRES

Os municípios deveriam organizar roteiros culturais de modo a dar a conhecer a História e a arte que ali se guarda

Desde as suas origens, o Homem procurou sempre superar a sua própria morte, constituindo essa uma das essências de todas as religiões. Através de determinados ritos garantia a viagem eterna para uma nova vida, colocando-se na posição fetal ou levando consigo a moeda com que haveria de pagar a Caronte a travessia para o Hades.

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As antas e dolmens, as lanternas etruscas, as pirâmides egípcias e as técnicas de mumificação não são mais do que expressões de arte funerária de diferentes civilizações de épocas distintas que são atualmente estudadas e conservadas, classificadas como património cultural.

Durante muitos séculos, entre nós, o sepultamento era feito no interior das igrejas ou no terreno adjacente considerado campo santo. Ainda atualmente se conservam em muitos locais as pedras tumulares com as respetivas inscrições e, não raras as vezes, brasões de família. Nalguns casos, porém, uma certa falta de sensibilidade para a necessidade de se preservar o património tem levado à destruição das sepulturas existentes no interior das igrejas e capelas com a realização de obras alegadamente de melhoramento.

Em 1835, passou a ser proibido o enterro dentro das igrejas, decisão que juntamente com outras medidas tomadas pelo governo de Costa Cabral vieram a estar na origem da Revolução da Maria da Fonte.

Durante o século XIX, fortemente marcado pelo Romantismo, a arte funerária regista um grande desenvolvimento que se traduz na construção de grandes jazigos repletos de esculturas e motivos arquitetónicos, o emprego de novos símbolos associados nomeadamente a profissões e a obediências maçónicas, figuras alegóricas, motivos vegetalistas e uma profusão de epitáfios.

Com efeito, a arte funerária reflete a visão do cosmos e a interpretação da vida e da morta feita a partir de um determinado contexto histórico, social e ideológico, revelando a estrutura social e a mentalidade da sociedade em que a mesma foi produzida. Devido ao seu elevado interesse patrimonial e cultural, alguns cemitérios tornaram-se visitas obrigatórias e estão incluídas nos roteiros turísticos como sucede com o cemitério de Pére Lachaise, em Paris, ou o cemitério dos Prazeres, em Lisboa, onde se encontram magníficas obras de arte e em cujos jazigos repousam os restos mortais dos nossos mais ilustres poetas e outras figuras ilustres.

No dia em que muitos minhotos vão aos cemitérios visitar as sepulturas dos seus entes queridos já falecidos, o BLOGUE DO MINHO deixa aqui a sugestão para que aquele espaço de meditação seja também visto noutra perspetiva, contemplando as obras de arte, procurando decifrar os símbolos e descobrindo as figuras notáveis que ali repousam, algumas das quais marcaram em suas vidas o desenvolvimento da sociedade local.

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ARTISTA PEDRO CABRITA REIS EXPÕE “RIDI PAGLIACCIO” EM FAMALICÃO

Exposição foi inaugurada no passado sábado, dia 15, pelo artista plástico português

Em 1993, Pedro Cabrita Reis decidiu reunir alguns autorretratos que familiares e amigos lhe tiraram e começar a trabalhar sobre eles. Nesse momento nascia “Ridi Pagliaccio”, um trabalho que o artista plástico português terminou alguns anos mais tarde e que agora pode ser apreciado na galeria de arte contemporânea Ala da Frente, em Vila Nova de Famalicão.  

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A exposição, que vai estar patente no espaço cultural até dia 21 de janeiro, foi inaugurada no passado sábado, dia 15 de outubro, com a presença do autor.  

Sobre as 25 obras expostas, Pedro Cabrita Reis explica que o que as torna a todas particulares é o facto de serem baseadas em imagens que os outros têm de si próprio, chegando mesmo a dar uma forma muito peculiar da sua figura.  

“Há uma tónica comum a todas elas: o humor. Em todas as fotos há uma história e a intenção de brincar com ela, de desfazer o mito do artista enquanto herói, desmistificando aquela pose heroica que nos habituamos a ver em todos os autorretratos de artistas, poetas e músicos”, disse.

“Os artistas não podem nunca tomar uma posição de heroísmo. Devem antes adotar uma certa modéstia, por vezes irónica, mas sempre sujeita a fragilidades, sempre sujeitos a serem analisados e pensados pelos outros”, acrescentou Pedro Cabrita Reis, que não saiu de Vila Nova de Famalicão sem antes elogiar a solidez e o respeito que a Ala da Frente tem vindo a ganhar no seio da comunidade artística portuguesa.

“Não se iludam com o tamanho. A sala é pequena mas as coisas grandes não produzem necessariamente coisas maiores. É o entusiasmo e a dedicação que pomos nas pequenas coisas que fazem com elas que fiquem e perdurem no tempo”.

Considerado um dos artistas mais reconhecidos da atualidade, Pedro Cabrita Reis nasceu em Lisboa em 1956, cidade onde atualmente vive e trabalha. Com reconhecimento internacional consolidado, o seu trabalho tornou-se crucial para o entendimento da escultura a partir de meados da década de 80.

Conta com exposições individuais nas maiores galerias nacionais e internacionais e com obras presentes em importantes coleções - Fundação EDP, Fundação Serralves, Calouste Gulbenkian, Tate Modern - e nas maiores feiras e bienais de arte, como é o caso da Bienal de Veneza e de São Paulo.

Recorde-se que a Galeria Municipal “Ala da Frente”, assim chamada pelo facto da sala de exposição se encontrar na ala da frente do Palacete Barão da Trovisqueira, e por referência à contemporaneidade e vanguardismo associados ao espaço, foi inaugurada em 30 de maio de 2015, tendo iniciado o seu percurso com uma exposição de obras de Jorge Molder. Seguiu-se Rui Chafes, o vencedor do Prémio Pessoa 2015, com a mostra “Exúvia”, e José Pedro Croft, com “Prova de Estado”.

FICHA TÉCNICA

Título da exposição: "Ridi Pagliaccio"

Autor: Pedro Cabrita Reis

Data: 15 de outubro de 2016 a 21 de janeiro 2017

Horário: Terça a Sexta das 10h00 às 17h30. Sábado das 14h30 às 17h30.

Encerra aos domingos e feriados.

Entrada: Gratuita

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BRAGA PROMOVE ARTES NO MERCADO CULTURAL DO CARANDÁ

Percurso pelas Artes no Mercado Cultural do Carandá

O Município de Braga promove este Sábado, 8 de Outubro, a partir das 14h30, no Mercado Cultural do Carandá, um Dia Aberto com Percurso pelas Artes. 

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A iniciativa, organizada em colaboração com o Conservatório Bomfim e a Arte Total, situadas no Mercado Cultural do Carandá, incide na participação do público em diferentes actividades em duas áreas das artes: dança e música.

No auditório do Conservatório Bomfim será feita uma apresentação das actividades que vão decorrer durante a tarde, seguido de um concerto pela Orquestra Académica do Conservatório Bomfim. 

Na Escola de Dança Arte Total, os participantes vão poder assistir, às 16h00, a aulas abertas e posteriormente todos serão convidados (pais, crianças e avós) a participarem numa aula de dança criativa. Poderão, também, assistir a uma pequena performance pela Arte Total Companhia.

PEDRO CABRITA MOSTRA “RIDI PAGLIACCIO” NA ALA DA FRENTE EM FAMALICÃO

Exposição estará patente ao público, de forma livre e gratuita, de 15 de outubro a 21 de janeiro

É com a obra de um dos artistas mais conhecidos da atualidade que a galeria de arte contemporânea Ala da Frente, em Vila Nova de Famalicão, vai fechar o ano de 2016. A exposição “Ridi Pagliaccio” de Pedro Cabrita Reis é a proposta do espaço cultural para os próximos meses e estará patente ao público a partir de 15 de outubro.

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No total são 25 as obras que compõem esta mostra, “onde o desenho e a fotografia nos dão uma forma muito peculiar da figura de Cabrita Reis e onde somos levados a encontrar o seu universo mais particular através de uma ação plástica muito cuidada”, refere António Gonçalves, curador da Ala da Frente.

Sobre os trabalhos apresentados nesta exposição, que poderão ser apreciados de forma livre e gratuita até 21 de janeiro do próximo ano, o responsável explica ainda que “há um pretexto lançado por cada imagem fotográfica e uma resposta do desenho, da tinta, da mancha, para fazer o corpo da obra existir”.

Pedro Cabrita Reis nasceu em Lisboa em 1956, cidade onde atualmente vive e trabalha. Com reconhecimento internacional consolidado, o seu trabalho tornou-se crucial para o entendimento da escultura a partir de meados da década de 80. A sua complexa obra, caracterizada por um idiossincrático discurso filosófico e poético, engloba uma grande variedade de meios: pintura, escultura, fotografia, desenho e instalações compostas de materiais encontrados e de objetos manufaturados, “com um cuidado e empenhado labor que lhe tem permitido apresentar obras de grande singularidade e de forte referência”, refere António Gonçalves. E acrescenta: “os materiais que usa e a forma como os compõe nas suas obras, provocam-nos uma atenção particular, são detentores de uma poética original”.

Cabrita Reis conta com exposições individuais nas maiores galerias nacionais e internacionais e com obras presentes em importantes coleções - Fundação EDP, Fundação Serralves, Calouste Gulbenkian, Tate Modern - e nas maiores feiras e bienais de arte, como é o caso da Bienal de Veneza e de São Paulo.

Recorde-se que a Galeria Municipal “Ala da Frente”, assim chamada pelo facto da sala de exposição se encontrar na ala da frente do Palacete Barão da Trovisqueira, e por referência à contemporaneidade e vanguardismo associados ao espaço, foi inaugurada em 30 de maio de 2015, tendo iniciado o seu percurso com uma exposição de obras de Jorge Molder. Seguiu-se Rui Chafes, o vencedor do Prémio Pessoa 2015, com a mostra “Exúvia”, e José Pedro Croft, com “Prova de Estado”.

FICHA TÉCNICA

Título da exposição: "Ridi Pagliaccio"

Autor: Pedro Cabrita Reis

Data: 15 de outubro de 2016 a 21 de janeiro 2017

Horário: Terça a Sexta das 10h00 às 17h30. Sábado das 14h30 às 17h30.

Encerra aos domingos e feriados.

Entrada: Gratuita

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BRAGA VIRA CAPITAL DO BARROCO

Concerto da Casa da Música e Entrada de D. José de Bragança são os pontos altos

A Braga Barroca, iniciativa que o Município de Braga está a promover para assinalar as Jornadas Europeias do Património, vive amanhã o seu Dia Maior. A programação proposta tem como seus maiores destaques a encenação da Entrada Pública do arcebispo D. José de Bragança e o grande concerto pela Orquestra e Coro Barroco da Casa da Música, que vai decorrer na rua do Raio, defronte do renovado Palácio do Raio.

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Esta iniciativa, que conta com entrada livre, é considerado o ponto alto da programação da Braga Barroca, evento que decorre desde a passada quarta-feira nas ruas e monumentos barrocos da cidade.

A recriação da entrada solene do Arcebispo D. José de Bragança está marcada para as 17h30 e tem início no Arco da Porta Nova. Este momento, que vai reunir algumas centenas de figurantes, integra um cortejo pelas ruas do centro histórico que terminará no Largo do Paço. Esta recriação baseia-se nas esplendorosas descrições da chegada deste prelado à cidade de Braga, ocorrida com grande solenidade em 23 de Julho de 1741.

Durante a tarde estão agendadas diversas encenações de rua, além de visitas guiadas ao património barroco da cidade de Braga, tal como o percurso pelas 7 Maravilhas do Barroco que tem ponto de partida às 09h30 na igreja de São Paulo.

Ao longo da manhã e tarde estão ainda agendados espectáculos de rua, como é o caso do “Extravagância Barroca” pelo Teatro do Bolhão, que irá animar algumas varandas barrocas do centro histórico. 

A Braga Barroca termina no domingo, pelas 18h00, com um Sarau Barroco pelo Conservatório de Música Calouste Gulbenkian, que irá decorrer no Salão Medieval da Reitoria.

Com um intenso programa de iniciativas centradas na vivência do período barroco, o evento está a oferecer à Cidade mais de 80 horas de programação, que incluem quatro concertos, oficinas didácticas, sessões de história local, exposições, teatro, visitas guiadas e recriações históricas, actividades que visam fomentar o conhecimento e a divulgação da história local.

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BRAGA BARROCA É UM ESPECTÁCULO!

Braga Barroca oferece mais de 80 horas de programação à Cidade. Evento decorre entre amanhã e domingo

O Município de Braga promove, entre os dias 21 e 25 de Setembro, a terceira edição da Braga Barroca. Com um intenso programa de iniciativas centradas na vivência do período barroco, o evento vai oferecer à Cidade mais de 80 horas de programação, que incluem quatro concertos, oficinas didácticas, sessões de história local, exposições, teatro, visitas guiadas e recriações históricas, actividades que visam fomentar o conhecimento e a divulgação da história local.

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O programa arranca amanhã, dia 21, a partir das 09h30, no Convento do Pópulo, com ‘Tons de Azul’, uma oficina pedagógica que visa explorar os azulejos do Convento do Pópulo, datados do século XVIII. A oficina termina com um concerto de música barroca, da responsabilidade do Conservatório Bonfim. A actividade é dirigida aos alunos do 1.º ciclo do ensino básico e sujeita a inscrição.

Às 11h00, no Largo do Paço, haverá “Leituras Poéticas à Época” dinamizadas pela Biblioteca Lúcio Craveiro. Com sessões às 11h30 e às 16h00, “A Elegância da Vida Palaciana no Período Barroco”, é uma visita encenada no Museu dos Biscainhos realizada pelo Colégio Luso Internacional de Braga, e que está sujeita a inscrição.

No Largo do Paço, pelas 14h00, “O Arauto Anuncia as Novas do Reino” pela Companhia Viv’Arte.

Às 14h30, também no Largo do Paço, irá decorrer “A Música no Barroco”, um concerto didáctico de música da época pelo Departamento de Música da UMinho, seguido de uma sessão de história da música, com destaque para instrumentos como o cravo e o violino. Nesta oficina os participantes serão também convidados a conhecer a fonte, a ala sul do edifício e os magníficos painéis de azulejo, bem como outros elementos arquitectónicos do período barroco. Esta actividade destina-se a alunos do 1.º e 2.º ciclo do ensino básico e está sujeita a inscrição.

Entre as 14h30 e as 19h00, no Largo do Paço, realiza-se uma mostra de doçaria conventual, licores e iguarias setecentistas.

Às 21h00, na Igreja da Penha, terá lugar uma representação de quadros vivos “Anjos Iluminados”, interpretados pelo Tin.Bra, seguido da sessão de história local ‘Braga no Itinerário do Barroco Português’, orientada por Assunção Lemos e integrada no projecto ‘À Descoberta de Braga’.

Animação de rua e mostra de ‘Sabores Setecentistas’

De referir que durante todo o evento, diferentes personagens da época e figuras do imaginário barroco irão percorrer as praças, jardins e ruas da Cidade, transformando Braga num palco de estórias ao vivo. Braga transforma-se assim num palco de estórias ao vivo: poetas românticos, histórias de amor e galanteio, damas procuram malfeitores, música e dança nas praças, representações da corte, peripécias de taberna, cetraria e cavalos, cortejos de aristocracia, demonstrações de esgrima, maestros cómicos e modelistas que apresentam as melhores perucas e ensinam as mais sofisticadas técnicas de embelezamento.

De igual forma, haverá uma pequena mostra de doçaria conventual, licores e iguarias denominada ‘Sabores Setecentistas’. A mostra irá decorrer de acordo com o seguinte calendário:

  • 21 Setembro - 14h30/19h00 - Largo do Paço;
  • 22 Setembro - 14h30/19h00 - Largo do Paço | 20h30/23h00 Museu dos Biscainhos;
  • 23 Setembro - 14h30/19h00 – Largo do Paço | 20h30/23h00 Museu dos Biscainhos;
  • 24 Setembro - 10h00/19h00 - Largo do Paço | 20h30/23h00 Palácio do Raio;
  • 25 Setembro - 14h30/19h00 - Largo do Paço.

Inscrições e mais informações sobre as actividades em cultura@cm-braga.pt

O programa completo da Braga Barroca 2016 está disponível através do link https://goo.gl/qrN912

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BRAGA BARROCA CONVIDA À DESCOBERTA DE PERÍODO ÁUREO DA CIDADE

Evento decorre de 21 a 25 de Setembro

O Município de Braga promove, entre os dias 21 e 25 de Setembro, a terceira edição da Braga Barroca. Com um intenso programa de iniciativas centradas na vivência do período barroco, o evento vai oferecer à Cidade mais de 80 horas de programação, que incluem quatro concertos, oficinas didácticas, sessões de história local, exposições, teatro, visitas guiadas e recriações históricas, actividades que visam fomentar o conhecimento e a divulgação da história local.

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Para o presidente da Câmara Municipal de Braga, Ricardo Rio, a Braga Barroca constitui um “momento único para redescobrir uma época de ouro da história da Cidade”. “O evento foi uma aposta ganha por parte deste Executivo Municipal, desde logo pelo sucesso das edições anteriores, pelo envolvimento das entidades parceiras, mas sobretudo pela receptividade que os Bracarenses tiveram desde a primeira hora por esta iniciativa”, referiu o Edil durante a apresentação do evento, que decorreu hoje, 16 de Setembro, no Palácio do Raio.

O Autarca explicou que o Município tem procurado preencher o calendário de eventos da Cidade com iniciativas de diferente cariz no sentido de criar oferta cultural “capaz de combater a sazonalidade turística e de atrair a Braga um número crescente de visitantes ao longo de todo o ano”.

O certame - integrado nas comemorações das Jornadas Europeias do Património e do Dia Mundial do Turismo - pretende fornecer uma experiência abrangente, através de acções de âmbito artístico que procuram recriar hábitos e tipologias de vida, e envolver progressivamente a Cidade e os seus agentes.

Para a vereadora da Cultura, Lídia Dias, a Braga Barroca “não é apenas mais um evento do calendário anual”. “Este é um momento que queremos ver enraizado no quotidiano, reunindo as instituições culturais da Cidade e solidificando tendências no público Bracarense”, sustentou a vereadora.

Este ano obtém particular protagonismo o reabilitado Palácio do Raio que é, segundo a vereadora, “o expoente da incansável tarefa de valorização do património que a Misericórdia de Braga tem levado a efeito”.

Lídia Dias destacou ainda a participação das diversas entidades parceiras do evento, nomeadamente do Museu dos Biscainhos, Conservatório Calouste Gulbenkian, Cabido da Sé, Santa Casa da Misericórdia de Braga, Conselho Cultural da Universidade do Minho, Seminário de S. Pedro e S. Paulo, Biblioteca Lúcio Craveiro da Silva e Fundação Bomfim.

Concerto com Orquestra Barroca da Casa da Música

Um dos pontos altos do programa do evento acontecerá no dia 24, pelas 21h30, em frente ao Palácio do Raio, com o concerto ‘Vivaldi e as Quatro Estações’ pela Orquestra Barroca da Casa da Música, do Porto.

A programação arranca no dia 21, sendo que o destaque vai para a sessão de história local, pelas 21h30, na Igreja da Penha, a realizar no âmbito do projecto ‘À Descoberta de Braga’. De salientar ainda o concerto didáctico ‘Música no Barroco’, às 14h30, no Largo do Paço, e para a visita encenada pelos alunos do CLIB ao Museu dos Biscainhos.

No dia 22, às 10h0 e às 15h00, haverá ‘Uma viagem ao Museu dos Biscainhos com o PIF’H e, pelas 21h30, um circuito musical pelo UM Ensemble, em que o público é convidado a explorar os recantos do museu através de sonoridades do barroco.

O concerto ‘Preciosidades do Barroco: da ópera à música experimental’, pelo Com.Cordas Ensemble é o destaque do dia 23. No dia 24 está agendada uma visita guiada pelas ‘7 Maravilhas do Barroco’, uma visita ao Palácio do Raio e a encenação triunfal do Arcebispo D. José de Bragança e cortejo com início às 17h30, no Arco da Porta Nova.

A Braga Barroca 2016 termina no dia 25 com o ‘Viva Vivaldi’, pela Casa da Música, um espectáculo integrado no festival de Teatro Infantil ‘Era uma vez no mês…’ e com o Sarau Barroco pelo Conservatório de Música Calouste Gulbenkian, a ter lugar no Salão Medieval da Universidade do Minho.

De referir que durante todo o evento, diferentes personagens da época e figuras do imaginário barroco irão percorrer as praças, jardins e ruas da Cidade, transformando Braga num palco de estórias ao vivo.

O programa completo do evento está disponível através do link https://goo.gl/qrN912

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CERVEIRA HOMENAGEIA MESTRE JOSÉ RODRIGUES

“Jardim Mestre Zé Rodrigues” perpetua o homem e o artista

Pela dedicação e ligação íntima ao concelho, e pelo respeito e amizade às suas gentes, a Câmara Municipal de Vila Nova de Cerveira aprovou, esta quarta-feira, por unanimidade, a atribuição do nome do Mestre José Rodrigues ao espaço ajardinado à entrada na vila onde se encontra a grandiosa escultura da sua autoria - ‘O Esforço’. Assim, nasce o “Jardim Mestre Zé Rodrigues – Escultor – 1936/2016”.

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A morte do Mestre José Rodrigues, no passado sábado, é encarada pelo município cerveirense como uma perda irreparável para a cultura nacional e, em particular, para Cerveira, ‘Vila das Artes’. Como forma de reconhecimento e homenagem póstuma, a Câmara Municipal propôs uma alteração toponímica, de modo a perpetuar o nome do escultor num jardim onde, há alguns anos, se ergueu uma das suas ‘filhas artísticas’, ‘O Esforço’. No local, será colocada uma placa identificativa “Jardim Mestre Zé Rodrigues – Escultor – 1936/2016”.

“A pessoa e a obra do Mestre José Rodrigues estão eternamente ligadas a Vila Nova de Cerveira, e este ato simbólico representa um contributo para a recordação e preservação da memória do Homem e Artista nos dias de hoje e para as novas gerações. Consideramos que é mais uma justa homenagem ao percurso pessoal e artístico, pela centralidade, pela existência de um trabalho da sua autoria e por ser um espaço de beleza natural. O Mestre José Rodrigues idolatrava a interação entre a arte e a natureza e, se aquele jardim em pleno coração da vila já lhe pertencia pela obra “O Esforço”, de hoje em diante é mesmo seu ”, afirma o presidente Fernando Nogueira.  

Depois de ter decretado dois dias de luto municipal (10 e 11 de setembro), com o hastear da bandeira do Município a meia-haste nos Paços do Concelho, a autarquia cerveirense aprovou também, na reunião de vereação, um Voto de Pesar pelo falecimento do Mestre José Rodrigues, guardando um minuto de silêncio em sua memória.

Já em 2012, no Dia do Município, a 01 de outubro, Vila Nova de Cerveira agradecia o trabalho e dedicação do Mestre José Rodrigues, agraciando-o com a entrega do mais prestigiado título municipal, a Medalha de Honra do Município, pela propulsão que conferiu às Bienais Internacionais de Arte de Vila Nova Cerveira e ao seu papel enquanto diretor artístico na VI edição.

José Rodrigues foi um dos propulsores das Bienais Internacionais de Arte de Vila Nova de Cerveira e um dos sócios-fundadores da Fundação Bienal de Arte de Cerveira. Com um vasto e rico currículo de âmbito nacional e internacional, o Mestre é reconhecido também pelas suas inúmeras esculturas públicas que se encontram espalhadas pro Portugal e no estrangeiro, sendo o autor de três símbolos escultóricos que embelezam Vila Nova de Cerveira, nomeadamente “O Cervo”, imponente escultura que se encontra no Monte da Encarnação e que todos associam à ‘Vila das Artes’; o “Esforço”, que se encontra junto ao centro da vila; e as “Navegações” junto à margem do rio Minho; para além do espólio aberto ao público no Convento S. Paio.

Cerveira, ‘Vila das Artes’ respira cultura em cada esquina e é amplamente reconhecida como tal graças a alguns rostos com nomes, e um deles é e será o Mestre José Rodrigues.

CIDADÃOS PROTESTAM CONTRA A DESTRUIÇÃO DOS BRASÕES FLORAIS DA PRAÇA DO IMPÉRIO EM BELÉM

Está a correr um abaixo-assinado na internet promovido por um grupo de cidadãos entre os quais se contam muitas personalidades conhecidas ligadas à cultura, insurgindo-se contra a intenção da Câmara Municipal de Lisboa em destruir os brasões florais da Praça do Império, em Lisboa.

O abaixo-assinado é dirigido à Assembleia Municipal de Lisboa e encontra-se no endereço http://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=pt82251

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Preservar a Praça do Império é defender a Portugalidade

Para: Assembleia Municipal de Lisboa

A Nova Portugalidade, grupo de cidadãos que visa o estudo, promoção e defesa do património material e espiritual da Portugalidade, lastima a decisão, anunciada ontem por diversos órgãos de comunicação social, de remover da Praça do Império o conjunto de brasões florais que presentemente a adornam. A Câmara Municipal de Lisboa, iniciadora do processo, fá-lo precipitadamente, pois não podemos – não no-lo permitiria a fé que temos nessa alta instituição - crer que o faça por preconceito ideológico e em atentado à nossa memória colectiva. Parece claro, contudo, que a decisão obedece à visão, aliás conhecida e insistentemente difundida, de importantes responsáveis camarários para o local. Ora, os canteiros alusivos às antigas províncias portuguesas do ultramar não são marca de anacronismo, mas dessa história que a Praça evoca e deve celebrar. 
Os canteiros floridos da Praça do Império são, pese embora o desprezo que lhes parecem votar alguns espíritos menos avisados, um símbolo vivo, actual, da viva e actual globalização portuguesa. Representam-se ali, com os seus brasões de armas, os pedaços de Portugalidade que mais longamente se mantiveram ligados entre si; hoje, o jardim é testemunho forte de uma aventura colectiva que marcou o nosso passado e pode bem determinar o nosso futuro. Como atestado pelas impressivas manifestações de carinho com que os povos da Portugalidade nos brindaram aquando do Euro 2016, o mundo português é bem mais que um slogan: o largo espaço que os portugueses descobriram, habitaram e abraçaram é uno no sentimento que lhe é comum, fecundo nos benefícios que promete e sólido como fórum alternativo de afirmação do Estado português. É hoje tão actual como em 1500. 
Não pode existir argumento financeiro, estético ou histórico que concorra para a destruição de algo tão belo e pleno de significado. Se avançar com o projecto de requalificação agora aprovado para a Praça do Império, a CML cometerá um crime contra Lisboa, o património nacional e a profunda amizade que mantemos com os povos da Portugalidade. Mais, tratar-se-ia de um crime contra a História e, portanto, contra o próprio país. O povo português, residente ou não em Lisboa, não pode permitir semelhante barbaridade. A Câmara Municipal de Lisboa, crêem os signatários, também não. A Praça do Império, com tudo o que nela sugere a grandeza passada e potencial futuro do país, não pode ser devorada pela falsa religião do progresso. 
Pela memória, 
Rafael Pinto Borges, Fundador da Nova Portugalidade 
Abel Matos Santos, Psicólogo clínico 
Ana Cristina Pinto, Escritora 
António Carvalho Capela, Economista 
Alexandre Franco de Sá, Professor Universitário 
Aline Gallasch-Hall de Beuvink, Professora universitária e historiadora 
Benigno Guterres, Estudante timorense residente em Lisboa 
Carlos Fino, Jornalista 
Eurico Barros, Crítico de cinema 
Fernando Ribeiro Rosa, presidente da Junta de Belém 
Filipe Anacoreta Correia, Jurista e deputado do CDS – Partido Popular 
Francisco Quelhas Lima, presidente da AE da Faculdade de Direito da Universidade Católica do Porto 
Hugo Dantas, Jurista 
Isabel Santiago Henriques, Fotógrafa e assistente de realização 
Jaime Nogueira Pinto, jurista, professor universitário, escritor 
Joaquim Magalhães de Castro, Fotógrafo e escritor 
José António Rodrigues Pereira, Oficial superior na situação de Reforma, investigador de história marítima 
João Borges, Designer e museógrafo 
Luís Bonifácio, Engenheiro 
Luís Farinha Franco, Assessor do Ministério da Cultura, heraldista 
Mamede Broa Fernandes, Estudante 
Manuel Azevedo Graça, Historiador da Arte 
Manuel Ribeiro de Faria, Oficial Superior na Reserva, ex-director do Museu Militar 
Marcelo Mendes Pinto, Arqueólogo e investigador 
Maria do Guadalupe Mègre Pinto Teixeira, Jurista, quadro superior dirigente da ONU 
Mário Cunha Reis, Engenheiro 
Pe. Mário Tavares de Oliveira 
Miguel Castelo-Branco, Assessor do Ministério da Cultura, investigador 
Nuno Canas Mendes, Professor universitário 
Nuno da Motta Veiga C. Alves, Arquitecto 
Pedro Pestana Bastos, Jurista 
Pedro Quartin Graça, Jurista e ex-deputado independente eleito pelo PSD 
Pedro Sanchez, Arquitecto 
Raul Almeida, Gestor, politólogo e ex-deputado do CDS - Partido Popular 
Rui Brito Fonseca, Professor universitário, investigador, consultor 
Vasco Silva, Editor 

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MORREU O MESTRE JOSÉ RODRIGUES

Cerveira de luto pela morte do Mestre José Rodrigues

Faleceu o prestigiado artista e amigo de Vila Nova de Cerveira, o Mestre José Rodrigues, aos 79 anos de idade, considerado um dos maiores nomes das artes plásticas portuguesas.

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A notícia da sua morte representa uma perda irreparável para a cultura nacional e internacional e, muito em particular, para Vila Nova de Cerveira, concelho ao qual esteve intimamente ligado por ter sido um dos fundadores da reconhecida Bienal Internacional de Artes e deixar um valioso legado artístico que sempre honrou a ‘Vila das Artes’.

“Será sempre lembrado em Vila Nova de Cerveira com muita estima, carinho e deixa uma eterna saudade. Se Cerveira é conhecida como ‘Vila das Artes, muito deve a esta personalidade que ficará para sempre ligada à história e identidade cerveirenses. Um artista, um bom homem e um grande amigo de quem, entre várias caraterísticas, saliento a sua verdadeira paixão pelas obras de arte, desprendida da vertente comercial”, afirma o presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Cerveira, Fernando Nogueira.

O Município de Vila Nova de Cerveira expressa as mais sinceras condolências à família, amigos e toda a comunidade artística.

O Mestre José Rodrigues, escultor e artista plástico, nasceu em Luanda, Angola, a 28 de outubro de 1936. Realizou os seus estudos artísticos na Escola Superior de Belas-Artes do Porto, onde concluiu o curso de Escultura (1963). Em 1968, com os colegas Ângelo de Sousa, Armando Alves e Jorge Pinheiro, que com ele terminaram o curso com a classificação máxima, formou o grupo ‘Os Quatro Vintes’.

Foi um dos fundadores da Cooperativa Cultural Árvore, no Porto e um dos promotores da Bienal de Arte de Cerveira, tendo sido diretor geral da 6.ª edição (1988). Desde 1964 que tinha exposições individuais em diversas cidades do país e no estrangeiro. Além da escultura dedicou-se igualmente a outras expressões artísticas. Fez ilustração para livros de escritores e poetas como Eugénio de Andrade, Jorge de Sena, Vasco Graça Moura. Produziu cerâmica e medalhística.

O funeral do Mestre José Rodrigues está agendado para amanhã, domingo, pelas 11h00, em Matosinhos.

FESTIVAL DE ARTE URBANA EM BRAGA ESTIMULA A CRIATIVIDADE DOS NOVOS TALENTOS

Evento decorre de 25 a 27 de Agosto

De 25 a 27 de Agosto, Braga acolhe o BragArt - Festival de Street Art. O evento, idealizado por Bruno Guedes, responsável pelo movimento artístico e cultural Bragartes, foi o projecto mais votado no Orçamento ‘Tu Decides’, e insere-se na programação da Capital Ibero-Americana da Juventude, pretendendo valorizar a Arte Urbana, com um festival artístico ao longo do rio Este e no Centro Histórico da Cidade, procurando criar um estímulo directo para as Artes e Cultura.

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“É importante que as Cidades se moldem a estas novas tendências. A nível internacional, as principais cidades já utilizam a arte urbana como uma forma de estimular a criatividade e de promoverem uma espécie de regeneração urbana assente numa vertente cultural incorporada”, referiu Ricardo Rio, presidente da Câmara Municipal de Braga, durante a apresentação do evento que decorreu esta Quinta-feira, 18 de Agosto, no gnration.

Segundo o Autarca, “Braga enquanto Cidade cosmopolita, tem que perceber estas novas dinâmicas artísticas e valorizar os talentos que vão surgindo a nível local e nacional, dando-lhes oportunidade de expressarem a sua criatividade”, aproveitando a ocasião para desafiar os jovens Bracarenses a apresentarem propostas à edição do Orçamento ‘Tu Decides’, cujo período de candidaturas decorre até 31 de Agosto.

Sob o mote ‘Colorir o Futuro’, o festival “dará a conhecer artistas locais e nacionais de grande potencial, que têm vindo a merecer cada vez mais a atenção de todos, ao demonstrar as suas capacidades artísticas no campo do graffiti e street art”, explicou Bruno Guedes, mentor do projecto, agradecendo ao Município de Braga a oportunidade de desenvolver esta iniciativa.

Artistas como Odeith, Youthone, gonçaloMAR, mile1art, Violant, JSD 253 e Beckham têm já presença confirmada e vão desenvolver um mural denominado ‘Hall of Fame’ com 70 metros de cumprimento que vai trazer uma nova dinâmica à ciclovia do rio Este, junto à ponte S. João.

Ainda sob a alçada do festival, haverá duas exposições de Street Art com o apoio da Associação Comercial de Braga e da Biblioteca Lúcio Craveiro da Silva, que decorrem de 25 de Agosto a 2 de Setembro desde o Arco da Porta Nova até ao Largo Barão de São Martinho. Associado a esta exposição fotográfica será também possível observar uma mostra de pranchas de skate, que serão personalizadas pelo artista bracarense André Machado. Na tentativa de captar atenção, assim como, cultivar apontamentos musicais urbanos, e ao mesmo tempo, valorizar o potencial suburbano de Braga, será apresentado ao longo do dia 25 de Agosto, a performance musical e artística do BBOY Trigger e do projecto suburbano bracarense, MC Galleno & STR Family.

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ARTISTAS CRIAM ARTE EM DIRETO NO LARGO DE CAMÕES EM PONTE DE LIMA

Mais de duas dezenas de artistas provenientes de várias cidades do país transformaram o Largo de Camões num atelier de pintura ao ar livre. Protegidos pelas sombras de uma praça aquecida pelo sol de Verão, os criadores convidados para o evento Arte na rua – pintores à solta em Ponte de Lima, que decorreu no passado sábado, 6 de agosto, abriram as telas vazias e, em direto, começaram a criar arte sustentada na observação da paisagem urbana e natural da vila. Sob o olhar atento de transeuntes e veraneantes, foram nascendo compassadamente trabalhos de influências e estilos diversos, na sua maioria dedicados a referências cimeiras da cultura local.

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Um dos símbolos mais representados foi a ponte romana/medieval e a respetiva paisagem envolvente. No total finalizaram-se 15 telas e uma escultura em pasta de papel, resultado da criatividade de Madalena Macedo (Guimarães), de Mário Rebelo de Sousa (Vila Praia de Âncora), de Monteiro da Silva (Barcelos), de Fátima Miranda (Barcelos), de José Luís Pinto (Barcelos), de Vítor Carneiro (Santo Tirso), de Camilo de Lellis (Famalicão), de Rosa Vaz (Braga), de Flor Rocha (Porto), de Joel Correia (Caminha), de João Marrocos (Caminha), de Alice Castro (Esposende), de António Miranda (Barcelos), de Fátima Granja (Barcelos) e de Marcelino Abreu (Barcelos).

A primeira edição do evento, que por causa das altas temperaturas se transferiu à tarde para a Avenida dos Plátanos, contou com a presença do Presidente do Município, Eng.º Victor Mendes, e do Vereador da Educação, Dr. Paulo Barreiro de Sousa.

A totalidade das obras criadas no Arte na rua – pintores à solta em Ponte de Lima será exposta na Torre da Cadeia Velha, em data a definir.

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ARTE NA LEIRA E VIVÊNCIAS DA AGRICULTURA DUAS MOSTRAS A NÃO PERDER EM CAMINHA

Propostas de cultura e lazer no concelho também passam pelas exposições

Durante o mês de agosto são várias as propostas de cultura e lazer no concelho, incluindo as exposições, de vários géneros, com destaque para a 18ª edição da Arte na Leira, que se mantém patente em plena Serra d’Arga, numa iniciativa do pintor Mário Rocha, que conta com o apoio do Município de Caminha. Hoje ao final da tarde abre ao público mais uma exposição a não perder: “Vivência(s) da Agricultura no Vale do Âncora”, que ficará patente no Centro Social e Cultural de Vila Praia de Âncora.

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Arte na Leira pode ser visitada até ao próximo dia 21 deste mês, na Casa do Marco, em Arga de Baixo, numa organização da Associação Arte na Leira.

“Em plena Serra d’Arga existe este recanto cultural que parece integrar-se tão naturalmente no espaço tal como as pedras, as árvores e até um espigueiro que por lá habitam, há muito. Ao entrar, somos recebidos por uma grande tapeçaria de Mário Rocha, que nos promete (sem sabermos) uma experiência extraordinária. Promessa essa, que se cumpre”. Assim descrevia a jornalista Susana Ribeiro a sua experiência ao visitar pela primeira vez a mostra. 

Na abertura da mostra houve ainda um animado desfile de roupas, com padrões inspirados no Minho, da autoria de Isabel Lima, uma das artistas convidadas da Arte na Leira 2016, a que se juntam Rico Sequeira, Luís Coquenão, Jean Pierre Porcher, Jaime Silva, Ana Lima Netto, Cecília Guimarães, António Carmo, Marco Rooth, Dilar Pereira, Juliana Sá, Lara Lavey, Luís Paupério, Mafalda Ayres, Manuel Lima, Mário Rebelo, Marion Ache, Miguel Silva Rocha, Rita Sá Lima, Rita Sá Machado, Túhárágen e Joana Caçador.

Participam também os institutos politécnicos de Bragança, Porto e Viana do Castelo, o Festival de Cans de Curtas Metragens, a Associação do Porto de Paralisia Cerebral, a CAL - Comunidade Artística Limiana e o Instituto Português de Fotografia.

Entretanto, a partir das 18h30 de hoje e até 7 outubro, no Centro Social e Cultural de Vila Praia de Âncora, a proposta é para revisitar as memórias do concelho. A exposição tem por tema “Vivência(s) da Agricultura no Vale do Âncora” e apresenta testemunhos, objetos e fotografias. A organização é do Centro de Memória do Centro Social e Cultural de Vila Praia de Âncora.

ADMIRADORES COMEMORAM 50 ANOS DA MORTE DE ANTÓNIO PEDRO

Uma oportunidade para revisitar a obra deste vulto das artes e das letras

António Pedro desapareceu precocemente, com apenas 56 anos. Vulto das artes e das letras, a sua figura está ligada a Moledo, onde veio a falecer há meio século. Por iniciativa de um grupo de admiradores, vão ser assinalados os 50 anos da sua morte e esta será também uma grande oportunidade de revisitar a sua obra. As várias iniciativas repartem-se pelo Porto, Viana do Castelo e Caminha.

1- Por ocasião do cinquentenário da morte de António Pedro da Costa, ocorrida em Moledo do Minho, em 17/8/1966, um grupo de admiradores da sua figura e obra e com ligações àquele local, resolveu homenagear a sua memória;

2- É intenção da Comissão Organizadora da homenagem recordar não só a figura imponente, em todos os aspetos, de António Pedro, mas sobretudo reviver a sua obra e a sua incansável ação, em prol da modernidade;

3- O percurso pessoal de António Pedro, oriundo de uma família com raízes minhotas, mas nascido em Cabo Verde, passou por Seixas, La Guardia (Galiza), Viana do Castelo, Coimbra, Lisboa, Rio de Janeiro, São Paulo, Paris, Londres e Porto, tendo acabado os seus dias em Moledo do Minho;

4- A sua multifacetada obra desdobrou-se em vários universos, desde poesia (podendo considerar-se o primeiro surrealista português), romance. pintura, desenho, cerâmica, ensaio, jornalismo, tendo-se destacado aos microfones da B.B.C durante a segunda guerra mundial. Na sua última fase de vida (António Pedro faleceu com apenas 56 anos) foi grande obreiro do Teatro Experimental do Porto, no final da época de 50, rasgando novos caminhos para o teatro em Portugal;

5- António Pedro foi um verdadeiro cosmopolita, um homem que no seu tempo esteve muitas vezes para além dele.

Por essa razão e, porque é urgente revisitar a sua obra e as lições da sua ação, esta comissão resolveu organizar um programa de iniciativas, conforme anexo, que visa despertar o interesse, o conhecimento e a atenção para a obra e para o papel de António Pedro na cultura nacional.

A Comissão Organizadora é composta por João Alberto Brandão Alves Pimenta (Porto), Teresa André (Lisboa) e Rodrigo Pita de Meireles (Caminha).

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PONTE DE PARADA FOI CLASSIFICADA COMO MONUMENTO DE INTERESSE PÚBLICO

A Ponte de Parada, também conhecida como Ponte do Bôco, foi classificada como Monumento de Interesse Público (MIP).

Construída entre 1908 e 1909, esta ponte faz a ligação entre o Lugar de Aldeia, freguesia de Parada do Bouro, concelho de Vieira do Minho, e o lugar de Dornas, freguesia de Bouro (Santa Maria), concelho de Amares, e é atualmente a mais antiga ponte de betão armado portuguesa.

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IGREJA DO ESPÍRITO SANTO EM ARCOS DE VALDEVEZ VAI RECEBER CENTRO INTERPRETATIVO DO BARROCO

A Câmara Municipal de Arcos de Valdevez viu ser aprovado o projeto de criação do Centro Interpretativo do Barroco na Igreja do Espírito Santo. O projeto, integrado no próprio monumento religioso de grande valor estilístico, cultural e arquitetónico, é uma aposta da autarquia dos Arcos de Valdevez, que pretende assim promover a recuperação do edifício e do valiosíssimo espólio arquitetónico; potenciar o uso cultural com programa alusivo ao estilo artístico do Barroco; divulgar junto do público em geral e do educativo o conhecimento da arte, da sociedade e do pensamento da época barroca.

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O projeto contempla a recuperação da Igreja do Espírito Santo e do valioso artístico e incorporará novas tecnologias de realidade aumentada e virtual para dar a conhecer esta Igreja e outras da região, bem como o enquadramento histórico e social da época Barroca.

O Centro será uma porta de entrada da Rede do Barroco na região.

A Igreja do Espírito Santo está classificada como imóvel de interesse público, sendo um dos mais icónicos monumentos do estilo de arte Barroca do alto Minho.

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São também objetivos primordiais o estímulo à visita de novos públicos, enfocados num turismo cultural, ciente da importância e originalidade do monumento e das suas abordagens tecnológicas de última geração em relação à interpretação do templo e do Barroco, inclusive na região, bem como do desenvolvimento de uma programação artística, aproveitando o facto de existir um notável espaço cénico e acústico; será igualmente alargada a perspetiva da potenciação de eventos diversos, usando o espaço como “âncora” local, que permita o retomar do templo como edifício centralizador, e difusor, das dinâmicas sociais inter-relações da comunidade.

Este projeto insere-se na operação “NORTE-04-2114-FEDER-000114 - Centro Interpretativo do Barroco - Igreja do Espírito Santo / Arcos de Valdevez”, cofinanciada pelo Fundo Europeu, Programa Operacional NORTE 2020, Eixo Prioritário 4 - Qualidade Ambiental e conta com um Investimento Elegível de 978.467,62 € e Comparticipação Comunitária de 831.697,48 €. Esta candidatura contou o apoio da Direção Regional de Cultura Norte, através da inserção do projeto no modelo de rotas do Barroco, e com a parceria da Fábrica da Igreja de Arcos Valdevez (Salvador).

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FAMALICÃO: CARVALHO COM 110 ANOS GANHA NOVA VIDA NA DEVESA

Paulo Cunha e Isaque Pinheiro apresentam obra de arte, amanhã, sexta-feira, pelas 11h00

O Presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão Paulo Cunha e o escultor Isaque Pinheiro convidam os órgãos de comunicação social a conhecerem o resultado final da obra artística “Rebater uma árvore”, que está patente no Parque da Devesa. O encontro com os jornalistas está marcado para amanhã, sexta-feira, dia 5 de agosto, pelas 11h00, na Devesa.

Refira-se que durante os últimos dois meses, o escultor transformou a árvore – que teve ser abatida por questões de segurança – numa verdadeira obra de arte. A intervenção artística que teve como objetivo honrar aquela árvore, tirando partido da sua beleza e imponência e valorizar o parque e a natureza envolvente é ainda pouco comum no nosso país.

O grande Carvalho-alvarinho (Quercus robur) que se situava no talude entre a Casa do Território e o moinho morreu há mais de dois anos. Nos últimos tempos as quedas dos seus ramos demonstraram a necessidade do abate por questões de segurança, o que aconteceu no dia 2 de maio de 2016. Media 30 metros de altura, pesava 7 toneladas e tinha cerca de 110 anos.

Isaque Pinheiro nasceu em Lisboa, em 1972. Vive e trabalha no Porto. Para além de exposições individuais nas galerias, Caroline Pagès em Lisboa, Mário Sequeira em Braga, Presença no Porto, Esther Montoriol em Barcelona, Laura Marsiaj no Rio de Janeiro, Moura Marsiaj em São Paulo e Ybakatu em Curitiba, destacam-se também participações em exposições coletivas no Stenersen Museum em Oslo, Centro Galego de Arte contemporânea em Compostela e Caixa Cultural do Rio de Janeiro. Está representado nas coleções Fundação Caixanova em Espanha, Museu da Bienal de Cerveira em Vila Nova de Cerveira, Centro Galego de Arte Contemporânea em Compostela, Fundação PLMJ em Lisboa e Fundação Edson Queiroz, Fortaleza, Brasil, entre outras.

CERVEIRA É VILA DAS ARTES DESDE A PRÉ-HISTÓRIA

Investigação da UM traz novos dados sobre a arte rupestre de Cerveira

Foram identificadas cerca de 40 novas gravuras rupestres no concelho de Vila Nova de Cerveira. O trabalho de campo, recentemente desenvolvido por uma equipa da Universidade do Minho, com o apoio do Município, vai agora avançar para uma fase mais técnica/de gabinete para inventariar, estudar, conservar e divulgar mais esta descoberta de arte rupestre, consolidando a história cerveirense.

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De grande riqueza patrimonial, Vila Nova de Cerveira é um concelho que apresenta um elevado potencial arqueológico que agora se alarga à arte rupestre, apresentando concentrações muito significativas de gravuras que remontam às origens históricas em formações rochosas situadas nas encostas e chãs da Serra da Gávea e que, desde há vários anos, suscita o interesse de profissionais e a curiosidade de visitantes.

O mais recente estudo decorreu ao longo do passado mês de julho, com uma equipa de cinco investigadores da Universidade do Minho a pesquisar arte rupestre em Cerveira, na sequência do projeto de investigação de pós-doutoramento “Paisagem e representação do poder na Pré-história Recente: Arte Atlântica e Estátuas-Menir”.

O trabalho consistiu na deteção de gravuras mediante a realização de prospeção sistemática de áreas de maior potencial, originando a descoberta de cerca de 40 novos locais gravados. Para cada uma das gravuras identificadas procedeu-se à contextualização física e arqueológica dos locais, à limpeza dos afloramentos, ao estudo técnico e formal das gravuras e ao levantamento fotogramétrico.

Os dados recolhidos vão agora ser analisados e sistematizados em gabinete, afim de se proceder à sua inventariação e definição de estratégias para posterior proteção e conservação.  De sublinhar que, dando continuidade à estratégia de promoção de Vila Nova de Cerveira enquanto polo de turismo cultural, a Câmara Municipal está já a preparar com os investigadores uma visita guiada às gravuras, a ter lugar no próximo mês de setembro equacionando a criação alguns trilhos e sinalizações que divulguem este e outros legados já descobertos.

O grupo de investigadores da Universidade do Minho constituído por alunos do Mestrado e Licenciatura em Arqueologia da Universidade do Minho, sob a coordenação do Doutor Manuel Santos Estévez, pós-doutorando da Universidade do Minho, e da Prof.ª Doutora Ana Maria dos Santos Bettencourt, Professora Auxiliar com Agregação da mesma instituição de ensino.

VIANA DO CASTELO EXPÕE ARTE CONTEMPORÂNEA

A Galeria do Absoluto Design Hotel inaugura a exposição coletiva de arte contemporânea “Diálogos no Absoluto”, que reúne os artistas Acácio Viegas, Agostinho Santos, Alexandre Rola, Américo Carneiro, Cipriano Oquiniame, Helena Dias, Joana de Brito Degues, Miguel Neves Oliveira, Nuno Ranha e Ricardo Campos.

O evento terá lugar no Absoluto Design Hotel, no dia 5 de agosto, pelas 21H30, na Rua da Bandeira 174, em Viana do Castelo.

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PÓVOA DE LANHOSO DEDICA "UM DIA PELA ARTE"

“Um dia pela arte” aproximou artistas e comunidade

“Um dia pela arte” foi como se designou mais uma das propostas do “Verão Com(N)Vida” e que se realizou a 30 de julho. Desta atividade resultou o busto da Maria da Fonte (por Nigel Cave), vários desenhos a carvão (por Domingos Silva) e três painéis de grafites, que serão expostos até à próxima sexta-feira, dia 5 de agosto.

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Domingos Silva representou a Pintura e Nigel Cave a Escultura. Esteve ainda representada a arte de trabalhar a Madeira através de Abel Poças e a Cestaria com Manuel Cunha. Bruno Lisboa representou o Grafite, Pako, o Hip – Hop e a companhia de teatro Tin.Bra trouxe ainda animação circense. Houve também a presença de elementos da Escola da Banda Musical de Calvos, workshops e atividades, música e dança tradicional.

A comunidade foi convidada a participar e a aproveitar esta oportunidade de proximidade com os artistas em pleno processo de criação e, na verdade, esta proposta criou curiosidade a quem passou pelo Largo António Lopes, na Vila Povoense. As pessoas puderam experimentar as várias atividades, tendo-se formado um ambiente de diversão, tanto nas crianças como nos mais crescidos, a que ajudou também o bom tempo que se fez sentir.

Reunir diversas vertentes artísticas, mais tradicionais e mais recentes, desde a música às artes mais elementares, como, por exemplo, o trabalho da madeira, e envolver a população interessada, de todas as idades, numa experiência diferente foram objetivos.

Todas as atividades funcionaram como oficinas para que as pessoas pudessem experimentar e apurar o gosto e os conhecimentos pelas artes.

Os artistas estiveram, entre as 10h00 e as 20h00, no Largo António Lopes, na Vila da Póvoa de Lanhoso, trabalhando ao vivo e com quem aceitou o desafio de participar ativamente, em “Um dia pela arte”. 

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ARTISTAS PINTAM PONTE DE LIMA AO VIVO NO LARGO DE CAMÕES

Pintores de Portugal, ajoelhai!

Isto é um milagre, não é cor nem tinta!...

Mas não pinteis, pintores! Orai, rezai!

Uma beleza destas não se pinta!...

Teófilo Carneiro

O Largo de Camões – espaço central de cultura e convívio – vai ser palco de um ateliê de pintura ao vivo, no próximo sábado, 6 de agosto. Intitulado Arte na rua – pintores à solta em Ponte de Lima, o evento congregará vários artistas que, ao longo do dia, vão reproduzir nas diversas telas existentes a riqueza do património material e imaterial da vila.

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Já confirmadas estão as presenças de Fátima Granja, Fátima Miranda, António Miranda, Monteiro da Silva, Madalena Macedo e António Fernando Leite Machado, de Barcelos; João Marrocos e Joel Correia, de Caminha; Vítor Carneiro, de Santo Tirso; Mário Rebelo de Sousa, de Âncora; Alice Castro, de Esposende; Camilo de Lellis, de Famalicão, e de Flor Rocha, do Porto.

Além da observação direta dos criadores a trabalhar num estúdio improvisado ao ar livre, os veraneantes poderão trocar experiências com os artistas.

O resultado final das pinturas ao vivo ficará em exposição na Torre da Cadeia Velha, em data a definir.

A Arte na rua espera por si.

TERRAS DE BOURO PROMOVE ENCONTRO DE ARTES

III ENCONTRO DE ARTES NO PNPG - PINTAR O GERÊS - 30 Julho

O Município de Terras de Bouro informa que se vai realizar no próximo sábado dia 30 de Julho, a partir das 10h, na Freguesia do Campo do Gerês, no "Sítio dos Canastros", sob moderação e coordenação da artista plástica, pintora, escultora e poetisa Luzia Teixeira (Lucy Bream) e com todo o apoio técnico, logístico e cedência das instalações por João Barroso, o III Encontro de Artes no PNPG – Pintar o Gerês”.

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Este evento teve início em 2014 e decorreu na Vila do Gerês, sendo criado em para dar a conhecer Terras de Bouro, a Serra do Gerês e tudo o que o PNPG - Parque Nacional da Peneda Gerês comporta, com o único objetivo de "Pintar o Gerês" e Terras de Bouro na sua integridade. Já em 2015, teve uma prospeção mais alargada ao município, sendo que, além da Vila do Gerês, parte do programa decorreu no Museu de Vilarinho da Furna e Museu da Geira, inserida no Programa "O Festival 6 Continentes. Este ano, concentram-se as ações exclusivamente no seio da Freguesia do Campo de Gerês, visando um programa extensivo no dia 30 de Julho, com atividades artísticas de: Expressão de Artes Plásticas, Audiovisuais, Artes de Palco e Poesia.

No decorrer do mês de Agosto, decorrerá um Exposição Coletiva da autoria dos artistas que participam no referido «Encontro de Artes», em simultâneo com outras atividades artísticas. As obras elaboradas neste encontro do dia 30 de Julho, serão apresentadas em Exposição nos dias 1 e 2 de Outubro - inserida no Programa "O Festival 6 Continentes.

 Trata-se de uma iniciativa que visa Movimentos Artísticos - Encontro de Artistas que, inspirados no lema "Pintar o Gerês", abordam a temática em vários estilos, técnicas e dimensões, com o lema “Somos Artistas que abraçam a Arte como modo de ser e estar na vida” e sem fins lucrativos nestes eventos.

PONTE DE LIMA LEVA CRIANÇAS À ARTE NA LEIRA

Oficinas de Verão Área Protegida das lagoas de Bertiandos e S. Pedro de Arcos – Arte na Leira

A Oficina Desporto e Cultura das Oficinas de Verão que o Serviço Educativo da Área Protegida das Lagoas de Bertiandos e S. Pedro D´Arcos do Município de Ponte de Lima está a dinamizar levou 40 crianças até à Arte na Leira.

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A Arte na Leira é uma mostra de arte, expressa de diversas forma, desde a pintura, cerâmica, serigrafia e outras. Da autoria do artista plástico Mário Rocha a iniciativa realiza-se há 18 anos, e está patente ao público em plena Serra D´Arga, até 21 de agosto.

Como forma de assinalar esta 18ª edição, foi lançado um livro sobre a vida e obra do mentor deste projeto artístico, “Mário Rocha: Retrato de uma vida”. O autor considera que a Arte na Leira “dá a conhecer novas expressões e vivências num ambiente natural.”

Esta visita da Oficina sobre Desporto e Cultura da Área Protegida, permitiu às crianças, que são provenientes de várias localidades, nomeadamente de Viana do Castelo, Porto, Paredes de Coura, Arcos de Valdevez, Vila Verde, Ponte de Lima e Paris, conhecer todas as obras expostas e interagir com o autor, que realizou um workshop sobre pintura, no qual desenharam uma tela alusiva ao atleta olímpico Limiano Fernando Pimenta.

Associou-se a esta visita o Vereador da Educação da Câmara Municipal de Ponte de Lima, Dr. Paulo Sousa, que realçou a importância deste projeto e a forma como o Município de Ponte de Lima “promove, dinamiza e fomenta a interação das suas ações com as expressões culturais que se vão realizando na região.”

A Arte na Leira 2016 mostra numerosos trabalhos, nas áreas da pintura, escultura, tapeçaria, cerâmica, fotografia, moda e design, entre outras. 

As Oficinas de Verão, projeto que visa o desenvolvimento ecológico e rural e a ocupação lúdica das crianças com idades compreendidas entre 5 e 12 anos, prolongam-se até ao próximo mês de setembro.

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PÓVOA DE LANHOSO INCENTIVA POPULAÇÃO A CONTACTAR COM A ARTE

“Um dia pela arte” convida população a participar

“Um dia pela arte” é como se designa mais uma das propostas deste ano da iniciativa “Verão Com(N)Vida” e que se realiza a 30 de julho. A população está convidada a participar e a aproveitar esta oportunidade de ver de perto os artistas em processo de criação.

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“Como tem sido prática, o Município pretende melhorar e inovar o programa cultural do Verão e este evento vem nesse mesmo sentido. O Largo António Lopes será embelezado e potenciado com os diversos tipos e formas de arte”, explica o Vereador da Cultura da Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso, André Rodrigues.

Reunir diversas vertentes artísticas, mais tradicionais e mais recentes, desde a música às artes mais elementares, como, por exemplo, o trabalho da madeira e da pedra, e envolver a população interessada, de todas as idades, numa experiência diferente é o que se pretende.

Isto porque todas estas atividades previstas vão funcionar como oficinas para que todas as pessoas possam experimentar e possa desperte nelas o gosto pelas artes ou então que possam progredir nos seus conhecimentos.

Desta forma, artistas de diversas áreas estarão, entre as 10h00 e as 20h00, no Largo António Lopes, na Vila da Póvoa de Lanhoso, trabalhando ao vivo e com as pessoas que quiserem participar mais ativamente. Domingos Silva representará a Pintura e Nigel Cave a Escultura. Estará ainda representada a arte de trabalhar a Madeira a Pedra e a Cestaria. Bruno Lisboa representará o Grafite, Pako o Hip – Hop e a companhia de teatro Tin.Bra irá trazer outra animação. Haverá ainda workshops e atividades, música e dança tradicional.

O Largo António Lopes está também associado às Artes, pois situa-se em frente à principal sala de espetáculos da Póvoa de Lanhoso, ou seja, o Theatro Club, palco das mais diversas manifestações artísticas.

FAMALICÃO APOSTA NA INOVAÇÃO DA ARTE DO MOBILIÁRIO

A emoção tem razão na arte do mobiliário. Emotional Objects inscreveu hoje o seu nome na lista do roteiro Famalicão Made IN

A Emotional Objets é mais um exemplo em Vila Nova de Famalicão de que é possível inovar com arte num sector tradicional da economia portuguesa. João Faria é um excelente testemunho da reinvenção do sector. O arquiteto mentor desta nova marca de mobiliário desenha peças que conjugam diferentes materiais e buscam a perfeição, resultado da harmonia improvável entre a razão e a emoção.

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Mesas de centro, secretárias e aparadores estão entre as 26 coleções que João Faria já desenvolveu e quer começar a comercializar. É também o caso da Manteigueira Íris que já lhe valeu um prémio internacional de design e de outros objetos de uso diário.

São objetos que provocam o olhar, ainda que “limpos e menos vistosos, mas carregados de complexidade e valor acrescentado”, como hoje o arquiteto os apresentou ao Presidente da Câmara Municipal. Paulo Cunha visitou a Emotional Objects em mais uma jornada do roteiro Famalicão Made IN.

João Faria combina as técnicas artesanais e tradicionais com a alta tecnologia e associa-lhe um traço único de beleza e elegância. Um trabalho que conta com várias sinergias. “Excelentes empresas, todas de Vila Nova de Famalicão, colaboram com a Emotional Objects na parte dos metais, das madeiras, dos aços inoxidáveis e dos vidros. Fazem coisas raras e conseguem levar a sua arte até ao fim”, explicou.

A Emotional Objects “desenvolve linguagens estéticas internacionais”, razão pela qual a internacionalização da marca é a aposta. “Queremos conquistar todos os mercados que nos querem, até os menos óbvios como o Irão, país com um gosto muito europeu e que aprecia objetos de qualidade”. João Faria não tem dúvidas: “O mundo há de ser nosso”

Paulo Cunha não poupou nas palavras para elogiar o trabalho da Emotional Objects. “Objetos de grande qualidade e requinte”, considerou, enaltecendo ainda o facto de envolver outras empresas famalicenses. “É um projeto que amarra no território para acrescentar valor ao que faz, sendo um bom exemplo de economia em rede”.

O autarca disponibilizou a “força institucional” da Câmara Municipal para ajudar a Emotional Objects a crescer. “O sucesso deste projeto é uma reivindicação nossa. Sinal inequívoco de uma parceria que queremos que seja construtiva”, rematou.

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SERRA D’ARGA: ARTE NA LEIRA ARRANCA CHEIA DE NOVIDADES

Patente até 21 de agosto na Casa do Marco, em Arga de Baixo

Arrancou no passado sábado a 18ª edição da Arte na Leira, marcada pelo lançamento do livro “Mário Rocha: Retrato de uma vida”, sobre a vida e obra do mentor deste evento, que há 18 anos consecutivos dá visibilidade e prestigia a Serra D’Arga e o concelho de Caminha. Nesta edição, que pode ser visitada até 21 de agosto, há numerosos trabalhos para admirar e/ou adquirir, nas áreas da pintura, escultura, tapeçaria, cerâmica, fotografia, moda e design, entre outras.

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Numa mesa moderada pelo presidente do Instituto Politécnico de Viana do Castelo, Rui Teixeira, coube a Isabel Pires de Lima a apresentação do livro “Mário Rocha: Retrato de uma vida”. A ex-ministra da Cultura é ela própria uma apaixonada pela Serra d’Arga e profunda conhecedora do evento que tornou a Casa do Marco, em Arga de Baixo, uma referência no roteiros culturais e das mostras de arte moderna.

Sobre a obra, mas sobretudo sobre Mário Rocha, falou com entusiasmo em plena eira da Casa do Marco, sublinhando as três regiões que influenciam trabalho do artista, desde logo o Alto Minho, mas também o Douro e o Alentejo. Essas inspirações estão patentes nas numerosas obras de Mário Rocha, dispersas por vários locais em Portugal e no estrangeiro. A partir de agora é porém possível revisitar uma boa parte dessa imensa coleção, através das páginas do novo livro.

O presidente da Câmara de Caminha, Miguel Alves interveio também brevemente, salientando que a Arte na Leira é um evento que qualifica a oferta cultural do concelho e dá visibilidade à Serra D’Arga e cuja longevidade é com certeza produto do mérito, da persistência e da coragem do artista Mário Rocha.

Miguel Alves sublinhou também que há um elemento comum ao evento, à obra e à própria visão do pintor Mário Rocha, que interpela tudo à sua volta, ou seja, que comunica, fazendo a diferença e tornando a Arte na Leira única.

O presidente partilhou também com a vasta audiência que, num dia de muito calor, não quis perder a inauguração, a sua alegria por ser um sábado particularmente rico em termos culturais para o concelho, já que nessa manhã foi também inaugurada a nova Biblioteca Municipal de Caminha. 

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Na abertura da mostra houve ainda um animado desfile de roupas, com padrões inspirados no Minho, da autoria de Isabel Lima, uma das artistas convidadas da Arte na Leira 2016, a que se juntam Rico Sequeira, Luís Coquenão, Jean Pierre Porcher, Jaime Silva, Ana Lima Netto, Cecília Guimarães, António Carmo, Marco Rooth, Dilar Pereira, Juliana Sá, Lara Lavey, Luís Paupério, Mafalda Ayres, Manuel Lima, Mário Rebelo, Marion Ache, Miguel Silva Rocha, Rita Sá Lima, Rita Sá Machado, Túhárágen e Joana Caçador.

Participam também os institutos politécnicos de Bragança, Porto e Viana do Castelo, o Festival de Cans de Curtas Metragens, a Associação do Porto de Paralisia Cerebral, a CAL – Comunidade Artística Limiana e o Instituto Português de Fotografia.      

O resto da tarde foi vivida no tradicional em ambiente descontraído e festivo que carateriza estas iniciativas na Casa do Marco, onde não faltou a música nem o fogo de artificio, a saudar, já à noitinha, o arranque de mais uma edição da Arte na Leira, recheada de novas propostas artísticas.

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PONTE DE LIMA MOSTRA VIVÊNCIAS ARTÍSTICAS

Vivências Artísticas na Torre da Cadeia Velha em Ponte de Lima. Exposição de Pintura e Escultura – até 30 de julho

O Presidente da Câmara Municipal de Ponte de Lima, Eng. Victor Mendes, acompanhado pelos vereadores Ana Machado e Paulo Sousa, visitou a exposição de pintura e escultura, designada “Vivências artísticas” patente ao público na Torre da Cadeia Velha, até 30 de julho, da autoria de Conceição Trigo.

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Com várias exposições individuais, Conceição Trigo, expõe com regularidade desde 1996, participando também em exposições coletivas de pintura, nacionais e internacionais.

Mestre em Educação Artística, o seu percurso artístico, não se define com um estilo ou corrente artística pré-definida, mas sim, por explorar e utilizar diferentes materiais e técnicas na criação das suas obras artísticas, tanto na pintura como na escultura.

Na mostra patente na Torre da Cadeia Velha, em Ponte de Lima, apresenta um conjunto de peças escultóricas figurativas, utilizando papel maché/jornal e diversos materiais reciclados para a sua produção.

Do conjunto exposto, referência para a peça do jogo de Xadrez, composto por 32 peças (escultura) alusivo à tradicional “Vaca das Codas”. O conceito e o princípio básico do design deste jogo, caracteriza-se pelo valor histórico e simbólico da tradicional lenda da Vaca das Cordas. Trata-se de uma narrativa pormenorizada à composição do jogo, as peças minuciosamente esculpidas representam e identificam os vários elementos que compõem a secular tradição.

Visite a exposição de pintura e escultura na Torre da Cadeia Velha, em Ponte de Lima, de segunda a sábado, das 9h30 às 13h00 e das 14h00 às 17h30.

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VILA VERDE ENTREGA PRÉMIOS AOS VENCEDORES DO CONCURSO DE ARTE JOVEM

Entrega de prémios durante a Sessão de Encerramento da 9ª Bienal Internacional de Arte Jovem de Vila Verde

A Biblioteca Professor Machado Vilela, em Vila Verde, acolhe no próximo sábado (16 de julho), pelas 17h00, a Cerimónia de Encerramento da 9ª Bienal Internacional de Arte Jovem de Vila Verde. A sessão, gratuita e aberta ao público em geral, contempla a entrega dos prémios aos vencedores de um concurso em que participaram dezenas de jovens artistas (sub-35) de vários pontos do país e do estrangeiro (Espanha e México). As obras a concurso estão em exposição até ao próximo sábado, pelo que se ainda não teve a oportunidade de visitar a mostra artística tem aqui uma excelente oportunidade, já que a sessão encerramento inclui ainda uma visita guiada pela exposição.

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O coração do Minho palpita mais forte desde o dia 02 de julho, com uma autêntica lufada de ar fresco, criatividade e inovação. A iniciativa contribui para elevar a cultura e promover o desenvolvimento de jovens artistas (sub-35) e, em simultâneo, permite à população contactar com diversas formas artísticas inovadoras e modernas, aumentando o número motivos de interesse para vilaverdenses e visitante, contribuindo diretamente para a promoção e desenvolvimento do território.

Recorde-se que a jovem artista Alexandra Rafael, de Coimbra, conquistou o Grande Prémio da 9ª Bienal Internacional de Arte Jovem de Vila Verde, com a sua instalação 'Recolhas'. O segundo prémio foi para Filipe Cortez, com o trabalho 'Collection'. Destaque também para dois primeiros lugares, em ex aequo, no Prémio Jovem Revelação. O júri premiou as obras 'Nem Preto, Nem Branco', da Escola Secundária de Vila Verde, e ‘Poéticas de Luz’, da Escola Monsenhor Elísio de Araújo. Nota de destaque ainda para as 4 Menções Honrosas, atribuídas às obras 'Migrante', de Alexandre Carvalho, 'Ubicácion Água', de Omar SM, '10 Chifres', de Bessa Oliveira, e 'Dissecação', de Joana Couto.

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FAMALICÃO RECEBE FESTIVAL DAS ARTES

Festival de artes de rua e circo decorre entre 15 e 23 de Julho. Famalicão recebe Vaudeville Rendez-Vous, este sábado, com a estreia absoluta de “Arremesso”

Está quase, quase a começar o maior e mais influente festival de artes de rua e circo contemporâneo da região norte – o Festival Internacional Vaudeville Rendez-Vous. O evento que, este ano, envolve para além de Vila Nova de Famalicão, Braga e Guimarães, arranca já na próxima sexta-feira, dia 15, na cidade-berço e termina em Vila Nova de Famalicão, no dia 23, com espetáculo “A Corps Pedus”. Cada cidade conta com cerca de oito iniciativas.

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Em Vila Nova de Famalicão, o primeiro espetáculo acontece já no sábado, dia 16, no Parque da Juventude (zona do campo de ténis), pelas 19h00. Arremesso, uma estreia absoluta da Companhia Bisonte Amarelo, inspira-se nos anos de prática em solidão e autoaprendizagem que Filipe Caldeira fez com os objetos tradicionais de malabarismo como bolas. É a reflexão sobre um lugar de prática que normalmente fica escondido, recolocando-o no agora. Recupera a memória de um lugar a só e deixa ver o homem e a matéria criada que nunca se vê. Os estados a cru da prática pela prática. O treino. O frágil, a falha, o erro – lugares normalmente distantes do circo. Algo na iminência de acontecer. A beleza e a violência vivem lado a lado. Momentos apagados. Momentos criados. A cadência. O ritmo: baixo-me e levanto-me infinitas vezes. Entre o céu e a terra o irreconhecível e o malabarismo, uma paisagem onde o corpo não precisa agora de identidade, nem rosto, uma ficção no meio de uma tempestade que se chama progresso.

No domingo, 17 de julho há Debate na Casa do Território, pelas 15h00. Será uma iniciativa onde se pretende aprofundar o papel do circo e o trabalho social que alguns projetos ligados a esta linguagem exerceram e continuam a exercer nos seus territórios de ação. Serão referidos três exemplos de projetos em que o circo teve um papel preponderante no desenvolvimento social das comunidades. Os projetos: Crescer e Viver (Rio de Janeiro / Brasil), representado por Junior Perim; CircusLab (Viseu / Portugal), representado por Giacomo Scalisi; Circriolo (Cidade da Praia / Cabo Verde), representado por Jorge Rui Martins.

À noite, pelas 22h00, na Praça D. Maria II será apresentado o espetáculo Tangram, na Praça D. Maria II. Complexo, sexy e irreverentemente criativo, Tangram redefine as fronteiras da dança, do novo circo e do teatro físico. Co-criado e interpretado pela reconhecida bailarina Cristina Casadio e pelo mundialmente conhecido artista circense Stefan Sing, Tangram descreve a luta humana da atração e repulsa.

Na terça-feira, dia 19, o festival regressa ao Parque da Juventude com “Resiliência”, pelas 19h00. O explora como ser resiliente neste mundo conturbado, buscando esta essência da forma, da cor, do espaço, do ser num processo contínuo de simplificação, utilizando as artes do novo circo e suas técnicas virtuosas que nos abrem novas linhas e planos no espaço e novas perspetivas sobre o ser humano e os seus limites.

Segue-se na quarta-feira, dia 20, pelas 19h00, na Praça D. Maria II Tauromáquina, que foi nomeado para melhor espetáculo de rua na Catalunha em 2015. Dois homens e uma máquina põem a descoberto os contrastes entre o ferro e carne num jogo entre o corpo vs máquina. Uma dança de forças mecânicas e humanas, um diálogo animalesco, um motor emocional. É uma performance que explora a inteligência robótica com capacidade emocional e a arte e técnica de domar.

Na quinta-feira, 21 de julho, é dia de Oficina Radar 360, no Centro Coordenador de Transportes, pelas 22h00. A atividade exploratória, desafia os públicos a criar uma cenografia expansiva a partir das temáticas do espetáculo “Os Transportadores”, que é apresentado no dia seguinte, sexta-feira, no mesmo local pelas 22h00. A ecologia, o consumismo, o excesso de informação, o desperdício e a poluição, serão temas base desta pesquisa em conjunto.

Sobre “Transportadores”, o espetáculo vencedor da primeira Bolsa de Criação Isabel Alves Costa questiona o excesso, a carência, o desperdício, o alto consumo, a sociedade fabricada, a natureza bruta… a memória individual e a consciência coletiva, da e na, sociedade contemporânea.

Vila Nova de Famalicão faz as honras do encerramento do festival que ficará a cargo da Cie Bivouac, que apresentará o espetáculo “A Corps Perdu”, no dia 23, às 22h00, na Praça D. Maria II.

Em A Corps Perdu cada movimento do mastro e do corpo é uma razão para chegar a alguém, o símbolo de um ponto de vista sobre a vida e seus paradoxos e uma tentativa de evitar a resignação e chegar a um estado ideal de liberdade, ação e criatividade.

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Consulte toda a programação em http://teatrodadidascalia.com/td/vaudevillerendez-vous/

Fichas Técnicas:

ARREMESSO | 16 DE JULHO| 19H00

PARQUE DA JUVENTUDE

ESTREIA ABSOLUTA | COPRODUÇÃO

COMPANHIA: BISONTE AMARELO (FILIPE CALDEIRA E CATARINA GONÇALVES)

EQUIPA ARTÍSTICA E TÉCNICA:

Criador e Performer: Filipe Caldeira

Cocriadora e Acompanhamento Artístico: Catarina Gonçalves

Direção Técnica: Carin Geada

Música: Tiago Ângelo

Figurinos: Inês Mariana moitas

Agradecimentos: Erva Daninha

DEBATE | 17 DE JULHO | 15H00

CASA DO TERRITÓRIO

O Circo e os seus círculos sociais

Este será um debate onde aprofundaremos o papel do circo e o trabalho social que alguns projetos ligados a esta linguagem exerceram e/ ou continuam a exercer nos seus territórios de acção. Como ponto de partida para este debate focar-nos-emos em 3 exemplos de projetos em que o circo teve um papel preponderante no desenvolvimento social das comunidades. Os projetos: Crescer e Viver (Rio de Janeiro / Brasil), representado por Junior Perim; CircusLab (Viseu / Portugal), representado por Giacomo Scalisi; Circriolo (Cidade da Praia / Cabo Verde), representado por Jorge Rui Martins.

Inscrições em http://teatrodadidascalia.com/

TANGRAM | 17 DE JULHO | 22H00

PRAÇA D. MARIA II

ESTREIA NACIONAL

COMPANHIA: STEFAN SING & CRISTINA CASADIO

EQUIPA ARTÍSTICA E TÉCNICA ARTISTIC AND TECHNICAL TEAM:

Co-criação e interpretação: Stefan Sing e Cristiana Casadio

Orientação: Julia Christ, Sabine Rieke e Iris Zordia

Figurinos: Intrika

Música: Nikolaus Herdiekenhof aka ›cellolitis‹, venetian snares, 9 bajanescu quartett e Stefan Sing

Desenho de Luz e Direção de Cena: Citronella Antholz

RESILIÊNCIA | 19 DE JULHO | 19H00

PARQUE DA JUVENTUDE

ESTREIA ABSOLUTA | COPRODUÇÃO

COMPANHIA: UMPOR1

EQUIPA ARTÍSTICA E TÉCNICA:

Direção Artística: Bruno Machado

Orientação Artística: Cláudia Nóvoa

Assistência de Direção e Produção: Mickaella Dantas

Interpretação e Cocriação: André Araújo, Bruno Machado, Carmen Viegas, Chandra Malatisch, Juliana Moura e Luís Reis

Cenografia: A Casa ao Lado

Música Original: Luca Argel

Fotografia: Aclo

Coprodução: Festival Internacional Vaudeville Rendez-Vous

Residências Artísticas: Acro Clube da Maia, Junta de Freguesia Tenões, Lago Discount

TAUROMÁQUINA | 20 DE JULHO | 19H00

PRAÇA D. MARIA II

ESTREIA NACIONAL

Tauromáquina foi nomeado para melhor espetáculo de rua na Catalunha em 2015.

COMPANHIA: ANIMAL RELIGION

EQUIPA ARTÍSTICA E TÉCNICA:

Performers: Benet Jofre and Quim Giron

Música: Felix Cucurull

Técnico de luz: Joana Serra

Figurinos: Txell Genot

Produção e Agenciamento: Anna Aro 10

OFICINA RADAR 360 | 21 DE JULHO | 17H30

CENTRO COORDENADOR DE TRANSPORTES

Duração: 2h

Público-alvo: M/10 anos

Lotação: 20 pessoas (2 grupos)

Formadores: Radar 360

TRANSPORTADORES | 22 DE JULHO | 22H00

CENTRO COORDENADOR DE TRANSPORTES

Espetáculo vencedor da primeira Bolsa de Criação Isabel Alves Costa.

COMPANHIA: RADAR 360

EQUIPA ARTÍSTICA E TÉCNICA:

Direção Artística: António Oliveira

Interpretação e Cocriação: António Oliveira, Bruno Machado, Joana Domingos, Julieta Rodrigues e Viriato Morais

Cenografia e Construção: Hugo Ribeiro

Figurinos: Julieta Rodrigues

Sonoplastia: António Oliveira, Maria Mónica, Tiago Ralha e Vasco Ferreira

Video e Ilustração: Maria Mónica

Consultadoria Vídeo e Ilustração: Patrício Brito

Desenho de Luz: Vasco Ferreira

Fotografia: Teresa Couto

Assistência de Direção e Apoio Dramatúrgico: Gonçalo Fonseca

Co-produção: Comédias do Minho / Fimp / Teatro Municipal do Porto

Apoios à Criação: Fábrica da rua da Alegria, Ipp, Teatro Municipal Campo Alegre

A CORPS PERDU | 23 DE JULHO | 22H00

PRAÇA D. MARIA II

ESTREIA NACIONAL

COMPANHIA: BIVOUAC COMPAGNIE

EQUIPA ARTÍSTICA E TÉCNICA:

Direção: Maryka Hassi

Assistência de Direção: Benjamin Lissardy

Cenografia: Maureen Brown

Música: Erwan Le Guen

Mastro Chinês: Benjamin Lissardy, Gaëtan Dubr iont, Nhat Nam Lê, Maureen Brown

Acrobacia: Charlie Marey

Trampolim: Nat Whittingham

Figurinos: Aline Froux

Desenho de Luz: Patrick Cathala

Direção de Cena: Raphael Quillart

MINHO REÚNE TODA A ARTE EM MONÇÃO

16 de julho, sábado. Festival Vincul`arte junta fotografia, pintura, música, poesia e teatro num dia repleto de arte com palcos instalados em diferentes pontos do centro histórico de Monção. O objetivo desta iniciativa incide no reforço da dinâmica e diversidade cultural do município, criando vínculos fortes da população com a arte.

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Este sábado, 16 de julho, a arte vai “andar” pelo Centro Histórico de Monção. O Festival Vincul`arte, que se estreia nestas andanças, apresenta, durante a tarde e noite, exposições de fotografia e pintura, concertos musicais, declamações de poesia e peças de teatro.

Com organização da Associação Clube Azul, apoio da autarquia monçanense e colaboração de várias coletividades do concelho, as intervenções artísticas, todas gratuitas,decorrem na Praça Deu-la-Deu Martins, Largo de Camões, Largo do Loreto e Avenida General Humberto Delgado, a melhor varanda sobre o rio Minho.

De acordo com a organização, o objetivo desta iniciativa passa por reforçar a dinâmica e diversidade cultural do município tendo como base um projeto com múltiplas formas de criação, expressão, difusão e fruição cultural. Focaliza-se também na criação de laços fortes entre as pessoas e a arte.

A abertura oficial do Festival Vincul`arte acontece pelas 14h00, no Museu do Alvarinho, com a presença do Vereador das Atividades Culturais, Paulo Esteves, seguindo-se a apresentação do galardão FAJOVIC, promovido pela Federação das Associações Juvenis de Viana do Castelo.

As intervenções culturais iniciam-se após a cerimónia de abertura, prolongando-se durante sensivelmente 12 horas ininterruptas. A declamação de poesia estará a cargo de Valeriano Varela & José Alberto Pinto e Burgueses Famintos, ficando a componente teatral sob responsabilidade do grupo de teatro da Filarmónica Milagrense.

Participam os grupos Jigsaw&The Great MoonshinersBand; Filho da Mãe; GrandFather`sHouse, Cró; Surma; Vive lesCônes; Jacketx e Areia nos Calções. Os artistas convidados a expor são Patricia Oliveira, Fernando Guedes; Joana Degues; Laro Lagosta; Joana Rosa Caçador; Zure Ama e Valérie Carreira. Estará igualmente patente uma exposição da Senhora das Dores 2016.

Contacto:

André Simões

969 803 301

BIENAL INTERNACIONAL DE ARTE JOVEM DE VILA VERDE JÁ TEM VENCEDORES

Artista de Coimbra destacou-se entre quase meia centena de obras de artistas nacionais e internacionais

Alexandra Rafael venceu a 9ª Bienal Internacional de Arte Jovem de Vila Verde

A arte marcou a agenda cultural de Vila Verde e de toda a região, com a apresentação ao público das 45 obras que integram a 9ª Bienal de Arte Jovem de Vila Verde, que decorreu ao final da tarde de ontem (02 de julho). O coração do Minho palpitou mais forte com autêntica uma lufada de ar fresco, criatividade e inovação. A iniciativa contribui para elevar a cultura e promover o desenvolvimento de jovens artistas (sub-35) e, em simultâneo, permite à população contactar com diversas formas artísticas inovadoras e modernas, aumentando o número motivos de interesse para vilaverdenses e visitante, contribuindo diretamente para a promoção e desenvolvimento do território.

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A jovem artista Alexandra Rafael, de Coimbra, conquistou o Grande Prémio da 9ª Bienal Internacional de Arte Jovem de Vila Verde, com a sua instalação 'Recolhas'. O segundo prémio foi para Filipe Cortez, com o trabalho 'Collection'. Destaque também para dois primeiros lugares, em ex aequo, no Prémio Jovem Revelação. O júri premiou as obras 'Nem Preto, Nem Branco', da Escola Secundária de Vila Verde, e ‘Poéticas de Luz’, da Escola Monsenhor Elísio de Araújo. Nota de destaque ainda para as 4 Menções Honrosas, atribuídas às obras 'Migrante', de Alexandre Carvalho, 'Ubicácion Água', de Omar SM, '10 Chifres', de Bessa Oliveira, e 'Dissecação', de Joana Couto.

Jovens criadores voltaram a surpreender pela positiva

A sessão de abertura começou com performances de guitarra e violino protagonizadas por jovens vilaverdenses, que abrilhantaram o momento e enfatizaram o ambiente de cultura que se respirava na Biblioteca Municipal Professor Machado Vilela, em pleno centro da sede de concelho, e deram o mote para a tão ansiada visita à exposição. Presente na cerimónia, a vereadora da Cultura do Município de Vila Verde, Júlia Fernandes, não escondeu o regozijo pelo sucesso crescente da iniciativa. “A cada edição a genialidade artística é ainda mais surpreendente que na anterior. Isto só tem sido possível porque os jovens acreditam nas suas potencialidades e se dedicam de corpo e alma à criação de trabalhos verdadeiramente deslumbrantes, mostrando que não há limites para a criatividade e para a imaginação”, afirmou.

Fomentar a arte, a cultura, o turismo e a educação

Com o pelouro da Educação também sob a sua tutela, Júlia Fernandes não hesita em apontar os benefícios da Bienal na formação dos mais jovens. “Inserida nesta iniciativa, a Bienal na Escola tem surpreendido pela excelência dos trabalhos a concurso e pelo talento dos alunos dos estabelecimentos de ensino do concelho”, vincou, acrescentando que “a arte tem um papel insubstituível no desenvolvimento da cultura do concelho e representa um dos pilares estruturantes na construção de um território atrativo, que se quer afirmar também pelas suas dinâmicas culturas, pela valorização do potencial humano e pelo desafios e oportunidades que é capaz de gerar para o crescimento sustentado de múltiplas manifestações culturais e artísticas”.

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“É uma satisfação pertencer ao mundo da arte”

Por sua vez, o Diretor Artístico e Presidente do Júri, o artista pradense Luís Coquenão, fez questão de sublinhar que apesar de haver de facto prémios e artistas destacados, já que incorpora um concurso, o espírito da BIAAJVV extrapola o âmbito do tangível e material. “É com muito gosto que estou nesta posição, mas estou aqui também como artista. Há prémios e vamos destacar alguém, mas como organizador penso que o lugar que cada artista e encontrou nesta exposição é um espaço no mundo a arte. Para mim é uma satisfação pertencer ao mundo da arte e penso que é também com este espírito que se desenvolve esta bienal”, referiu.

“Não tenho dúvidas que Vila Verde se vai afirmar na rede das cidades criativas”

O presidente do Instituto Português do Desporto e da Juventude deixou rasgados elogios ao trabalho desenvolvido, “tem-se vindo a constituir um ecossistema que considero fundamental em qualquer política de desenvolvimento local que reforça a atratividade do exterior”. Manuel Barros prosseguiu enfatizando o papel da Bienal vilaverdense no panorama da cultura nacional. “Hoje os próprios artistas reivindicam a existência desta bienal. O Município de Vila Verde estabeleceu um convénio com a bienal de Cerveira. Lá é para os seniores e esta é das esperanças, mais vocacionada para os jovens”, frisou, acrescentando que “Vila Verde tem apostado na criação de marcas fortes e esta é uma das mais importantes”. O presidente do IPDJ concluiu frisando que “com esta marca forte não tenho dúvidas que Vila Verde se vai afirmar na rede das cidades criativas, que está em evolução”.

Exposição aberta todos os dias até 16 de julho

Foram apresentadas a concurso 58 projetos, de 36 concorrentes, dos quais 10 são de nacionalidade estrangeira (Espanha e México). Foram selecionadas 45 obras em diversas modalidades artísticas, sendo que 4 dessas obras são resultado da iniciativa "A Bienal na Escola 2015”. As obras estarão em exposição aberta ao público todos os dias (até 16 de julho) na Biblioteca Municipal Professor Machado Vilela, com visitas guiadas às Terças e Quintas, pelas 17h00, ou com marcação prévia através do 253 323 600. A 9ª Bienal Internacional de Arte Jovem foi organizada pelo Município de Vila Verde, com a colaboração da associação D’Arte e do Instituto Português do Desporto e da Juventude, tendo o BPI como principal patrocinador.

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BRAGA APRESENTA ARTE TUMULAR DO CEMITÉRIO DE MONTE D’ARCOS EM LIVRO

Obra será apresentada a 1 de Julho

Na próxima Sexta-feira, dia 1 de Julho, será apresentado no Salão Nobre dos Paços do Concelho, o livro ‘Memorial do Cemitério de Monte D’arcos de Braga - Arte Tumular e seus Eméritos’.

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A obra, da autoria Alexandra Maria Ferreira de Castro, conta com uma nota introdutória de Ricardo Rio, presidente da Câmara Municipal de Braga, e aborda, através da reprodução fotográfica, a Arte Tumular existente Cemitério de Monte D’arcos, definindo-a de grande riqueza patrimonial, histórica e artística.

Trata-se de um livro pioneiro, em que mereceram destaque, as personalidades de grande relevo religioso, social e político, sepultadas, onde são retratados homens e mulheres, uns mais ilustres do que outros mas, que tiveram um papel fundamental na história da sociedade Bracarense e do país, como por exemplo, Fidalgos da Casa Real, Arcebispos, Presidentes da Câmara, Ministros, escritores, heróis da pátria, negociantes, entre muitos outros.

Os cemitérios são Museus ao ar livre, que devem ser visitados sem preconceitos. São espaços de oração, de respeito, de devoção, de dor e de cultura, nesse sentido, todos interessados a marcarem presença na cerimónia pública de apresentação da obra que está agendada para as 17h00 de Sexta-feira, dia 1 de Julho.

PONTE DE LIMA EXPÕE ARTE CONTEMPORÂNEA

ART-MAP 2016: “Re-Conhecimento: arte como um saber visual”

Ponte de Lima recebe exposição de Arte Contemporânea. Inauguração 1 de julho – 18 horas

A Vila de Ponte de Lima vai receber uma grande exposição de Arte Contemporânea. A inauguração está agendada para sexta-feira, 1 de julho, às 18 horas, com início na Capela das Pereiras. Será convidado de honra o Diretor Regional de Cultura Norte, Dr. António Manuel Torres da Ponte.

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Entre julho e agosto o projeto ART-MAP invade o Centro Histórico e diversos equipamentos da Vila Mais Linda de Portugal. Trata-se de uma iniciativa de interesse artístico que visa divulgar diversas obras de escritores e artistas plásticos de diversas nacionalidades e colocá-las em diálogo com a população através de um circuito de exposições coletivas de arte nos monumentos, museus ou galerias desta localidade e de uma galeria patente no portal da internet do projeto supracitado.

O Município de Ponte de Lima abre as portas do seu património à iniciativa que conta com uma seleção de cerca de 300 obras de 140 artistas de vários países: Portugal, Reino Unido, França, Espanha, Alemanha, Polónia, Suécia, Finlândia, Bulgária, Croácia, Estados Unidos, Itália, Suíça, Irlanda, Iraque, Irão, Ucrânia, Sérvia, Turquia, Grécia, Líbano, Canadá, Perú, Dinamarca, Brasil, Israel, e Macedónia.

A mostra está patente de 1 de Julho a 30 de agosto, em vários edifícios históricos: Paços do Concelho, Universidade Fernando Pessoa – Casa da Garrida, Capela das Pereiras, Museu dos Terceiros, CIPVV (Centro de Interpretação e Promoção do Vinho Verde), CIPT (Centro de Interpretação e Promoção do Território – Museu Rural), Museu do Brinquedo Português, Biblioteca Municipal e Arquivo Municipal. Vários espaços comerciais associaram-se à iniciativa, como pastelarias, restaurantes e hotéis, abrindo as suas portas à exposição de obras de arte contemporânea.

Aos visitantes será oferecido um Roteiro da Mostra com referência aos vários edifícios e locais de exposição das obras de arte. Nesse roteiro encontrará o mapa da vila e informação relacionada com os horários de funcionamento de cada local de exposição. Por outro lado, o Catálogo da Exposição apresenta-se como objeto de construção/desconstrução de conceitos e culturas.

Mais informações sobre este projeto móvel de curadoria estão disponíveis no endereço http://projectartmap.com/submission/, a partir do qual poderá, também, visitar as obras já submetidas ao concurso de 2016, atualizadas continuamente na Galeria Virtual do projeto.

PROJETO ARTÍSTICO EM BARCELOS ARRANCA COM FESTIVAL DA CANÇÃO

É já na quinta e sexta-feira, às 21h30, que decorre o Festival da Canção no Largo da Porta Nova 

O Projeto Artístico (PA) Barcelos 2016 arranca com o Festival da Canção decorre nos dias 9 e 10 de junho, pelas 21h30, no Largo da Porta Nova, e tem duas categorias: Versão Original e Cover. O P.A. é organizado pela Câmara Municipal de Barcelos através do Pelouro da Juventude e decorre entre junho e dezembro contemplando várias áreas de ação e de interesse.

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O Projeto Artístico é uma iniciativa dedicada à educação através das expressões artísticas e que tem como principal objetivo criar condições de produção, revelação e valorização das competências dos jovens do concelho.

Já em julho, no dia 15, decorre o Festival de Bandas de Barcelos, pelas 21h30, na Alameda das Barrocas, onde também decorrerá, no dia 17, pelas 18h00, o Festival de Dança. As inscrições para estas duas iniciativas estão abertas até dia 24 de junho.

Depois do verão, o projeto continua com o Encontro de Coros no Teatro Gil Vicente, nos dias 25 e 26 de novembro, pelas 21h30, e cujas inscrições estarão abertas até dia 28 de outubro. O auditório do teatro receberá ainda este ano a Noite de Fados, no dia 3 de dezembro, pelas 21h30. As inscrições decorrem até dia 4 de novembro e o casting de selação decorre no dia seguinte, pelas 9h30, na Casa da Juventude.

Os jovens barcelenses têm vindo a revelar um interesse proeminente nas áreas relacionadas com as múltiplas dimensões artísticas, nomeadamente na música e na dança, o que se reflete na forte adesão aos eventos realizados pelo Pelouro da Juventude.

ARTISTA ACÁCIO VIEGAS EXPÕE DESENHO DIGITAL EM VIANA DO CASTELO

O artista vianense Acácio Viegas inaugura no próximo dia 11 de Junho, pelas 21H30, na Galeria do Absoluto Design Hotel, a exposição “Ser Consciente”, na qual será apresentada uma série de trabalhos de desenho abstrato digital. A Galeria encontra-se situada na Rua da Bandeira 174, em Viana do Castelo.

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Nascido em 1976, em Viana do Castelo é mestre em Design Industrial, pela Universidade do Porto. Designer desde 1999, tem passado pelas mais diversas áreas, desde o design do produto, design gráfico, web design ao retail design. Em 1999, expõe na primeira edição da  Experimentadesign,  Meeting Point, com o objeto “Quatro L. Constam do seu portfólio trabalhos reconhecidos internacionalmente, obtidos pela participação em concursos e selecionados por meios de comunicação, nas áreas do design gráfico e de produto.

Em 2002, por convite, ingressa na carreira docente, no Instituto Politécnico de Viana do Castelo, como assistente onde permaneceu por vários anos.

Em 2014, em busca de novas formas de expressão, fruto de uma necessidade interior de manifestação espiritual e expansão da consciência, encontra na arte a forma de extrapolar a funcionalidade dos objetos e a objetividade da comunicação imposta pelo design, abrindo novos caminhos de exploração semântica da forma para comunicar com a alma.

A mistura de conhecimentos influenciam claramente a escolha das técnicas e dos suportes, apresentando o artista uma abordagem pragmática na representação. Explora o digital como forma de estudo, preferindo as técnicas industriais e contemporâneas para materializar as suas ideias e pensamentos relacionados com manifestações espirituais, culturais e de essência da própria vida.

Na sua arte, propõe-se provocar um despertar da consciência, uma mudança de significado ou de perspetiva.

Os seus primeiros ensaios artísticos são mostrados ao grande público, pela primeira vez, na edição de 2015 do Guimarães nos noc, com a exposição “Consciência” e em seguida, em Lisboa, no Instituto Macrobiótico de Portugal, com a exposição individual “Ser”, com obras inspiradas em textos originais de vários autores portugueses.

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JOSÉ PEDRO CROFT E PAULO CUNHA INAUGURAM EM FAMALICÃO “PROVA DE ESTADO” NA ALA DA FRENTE

Exposição abre amanhã, sábado, 4 de junho, pelas 20h00

O artista plástico José Pedro Croft e o presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, Paulo Cunha, inauguram este sábado, 4 de Junho, pelas 20h00, a exposição “Prova de Estado”, na Galeria Municipal Ala da Frente, na cidade famalicense. O artista plástico que vai representar Portugal na próxima edição da Exposição Internacional da Bienal de Arte de Veneza, que decorrerá em 2017, vai passar por Vila Nova de Famalicão para mostrar cinco gravuras, cinco Prova(s) de Estado.

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A Ala da Frente foi inaugurada precisamente há um ano, e para celebrar este primeiro aniversário chama a si um dos artistas mais notados da chamada geração de 80. Nesta exposição, José Pedro Croft mostra um trabalho onde, acima de tudo, se pressente o fazer intenso, a contínua procura numa entrega laboriosa, num processo artesanal que vai revelando cada prova, cada consequência, para nos afetar a atenção ao diferencial que cada resultado constitui.

José Pedro Croft nasceu no Porto em 1957. Estudou pintura na Escola Superior de Belas Artes de Lisboa, cidade onde reside desde a adolescência, e escultura com João Cutileiro, expondo regularmente desde 1980. O seu trabalho está representado em Portugal nas coleções do Centro de Arte Moderna da Fundação Calouste Gulbenkian, da Fundação EDP, da Fundação de Serralves e do Museu Berardo. No estrangeiro, as suas obras estão expostas em museus como a Fundació La Caixa, o Museu Nacional — Centro de Arte Reina Sofia, o Centro e Artes Visuales Fundación Helga de Alvear, em Espanha, o Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro e Pinacoteca do Estado de São Paulo, no Brasil, no Banco Central Europeu e no Sammlung Albertina, na Áustria.

No texto “José Pedro Croft: Prova de Estado”, o filósofo espanhol Amador Veja afirma o seguinte: “Parece-me que o trabalho de Croft com as suas provas de estado é um testemunho muito singular da renúncia em dar por definitiva a criação. Mais parece que, no seu estado de prova contínuo, se situa esperançosamente numa criação em devir constante, num fazer com que a obra vá sendo: moldando curvas nunca vistas até então, enrugando as texturas como protesto perante razões nem claras nem distintas, incisando no cobre como o mineiro que desce a níveis cada vez mais fundos da terra, isto é, tornando contínua a sagrada conversação da palavra criadora na sua atualização sempre necessária.”

A mostra estará patente ao público, de forma livre e gratuita, durante três meses, até 17 de setembro.

Recorde-se qua a Galeria Municipal “Ala da Frente”, assim chamada pelo facto da sala de exposição se encontrar na ala da frente do Palacete Barão da Trovisqueira, e por referência à contemporaneidade e vanguardismo associados ao espaço, foi inaugurada em 30 de maio de 2015, tendo iniciado o seu percurso com uma exposição de obras de Jorge Molder. Seguiu-se Rui Chafes, o vencedor do Prémio Pessoa 2015, com a mostra “Exúvia” e ainda "Encáusticas" de João Queiroz.

FICHA TÉCNICA

Título da exposição - "Prova de Estado"

Autor – José Pedro Croft

Data: 4 de junho a 17 de setembro

Horário: Terça a Sexta das 10h00 às 17h30. Sábado e Domingo das 14h30 às 17h30. Encerra aos feriados.

Entrada: Gratuita

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CAUSA ANIMAL UNE-SE À ARTE CERVEIRENSE

"Os Animais de Todos e de Ninguém" é o mote da Exposição de Obras de Artistas Plásticos e Escolas, cuja inauguração acontece este sábado, na Loja Interativa de Turismo de Vila Nova de Cerveira. Mostra visa sensibilizar para os princípios do bem-estar animal e angariar verbas para a atuação da Associação Patas e Patas.

Lançado o desafio pela Associação Patas e Patas, os vários estabelecimentos de ensino de Vila Nova de Cerveira prontamente assumiram o compromisso. Ao longo do presente ano letivo, crianças e jovens do Agrupamento de Escolas, da Creche do Centro de Apoio Social às Empresas, da Escola Superior Gallaecia, da ETAP, do Colégio de Campos e da Santa Casa da Misericórdia transformaram-se em pequenos artistas, cuja musa inspiradora eram os ‘amiguinhos de estimação’.

Por si só, e como seria de esperar, o tema já suscitou muita recetividade. A adesão superou todas as expetativas e a criatividade e imaginação deram lugar a verdadeiras obras de arte. E assim surgiu o projeto "Os Animais de Todos e de Ninguém" promovido pela Associação Patas e Patas, em colaboração com as escolas do concelho, a Câmara Municipal e o Conselho Local de Ação Social, mas também a participação de alguns artistas de renome como Henrique do Vale, Cabral Pinto, Fernanda Araújo, Henrique Silva e Margarida Leão.

Com esta ação, a Associação Patas e Patas pretende transmitir a mensagem de que os animais considerados de rua e/ou sem dono são na realidade uma responsabilidade de todos, no sentido em que, se cada um agir de acordo com os princípios do bem-estar animal, essencialmente esterilizando e vacinando, a problemática teria uma outra dimensão.

De realçar que os presentes trabalhos que integram a Exposição de Obras de Artistas Plásticos e Escolas já foram expostos durante o VII Educarte que decorreu no final de abril, no Fórum Cultural, acolhendo um feedback extremamente positivo. A partir deste sábado, as obras vão estar expostas na Loja Interativa de Turismo e no Salão Multiusos do Cineteatro de Cerveira, até ao dia 25 de junho.

O projeto "Os Animais de Todos e de Ninguém" terminará com um Jantar Solidário no dia 16 de julho, no INATEL Cerveira, com o objetivo de leiloar as obras de arte e para o qual estão todos convidados!

SAMUEL ÚRIA PARTICIPA O ANIVERSÁRIO DA CASA DAS ARTES DE FAMALICÃO

Espaço cultural famalicense celebra amanhã 15 anos ao serviço da Arte e da Cultura

A Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão está há quinze anos com o fôlego das grandes casas de espetáculo nacionais. O espaço cultural famalicense celebra esta quarta-feira, dia 1 de junho, mais um aniversário e não vai deixar passar a data em branco. O próximo fim-de-semana promete ser de festa e vai contar com um convidado especial: Samuel Úria.

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 O músico português tem concerto agendado para esta sexta e sábado, dias 3 e 4 de junho, e é o principal nome das comemorações do 15.º aniversário da Casa das Artes. Samuel Úria prepara-se para apresentar em Famalicão o seu mais recente trabalho – “Carga de Ombro” – lançado no final do passado mês de abril e sucessor de “A Descondecoração” (2010) e “O Grande Medo do Pequeno Mundo” (2013).

Os concertos irão decorrer a partir das 22h30, no Foyer da Casa das Artes e terão um limite máximo de 150 espectadores. O bilhete tem o custo de 1 euro, reduzindo para metade para estudantes e portadores do Cartão Quadrilátero Cultural.

Antes da atuação de Úria, pelas 21h30, há ainda tempo para um outro momento. Falamos da apresentação da peça de teatro itinerante “Por Detrás do Sol”, um projeto performativo, coproduzido com a Narrativensaio.

Tocado e cantado ao vivo, “Por detrás do Sol” joga-se na hibridez entre o teatro e as artes plásticas, transpondo barreiras entre o real e o imaginário. Os intérpretes convocam o público para uma viagem pelas várias salas da Casa das Artes, experienciando atmosferas distintas em cada espaço. 
Trata-se de uma instalação encenada a partir de histórias de várias figuras das artes e da literatura, como Charles Baudelaire, Simone de Beauvoir, Chavela Vargas, Camilo Pessanha, Frida Kahlo e Florbela Espanca, que deambulam pelas salas falando sobre temas como o amor, o desamor a vida e a obra. 

Mas a programação de junho da Casa das Artes não se fica por aqui. Na música, destaque ainda para o concerto dos Grandfather’s House, no dia 25, no café concerto. A banda bracarense, cujo som viaja entre o rock e o blues, é composta por Rita Sampaio, Tiago Sampaio e João Costeira e acaba de lançar o seu disco de estreia, intitulado “Slow Move”.

No que toca a teatro, junho reserva-nos ainda dois outros momentos. No dia 17 e 18, o grande auditório recebe a peça “Lisístrata”, uma coprodução da Casa das Artes e a ACE – Escola de Artes de Famalicão, e no dia 25 de junho, a peça “A Fera Amansada”, uma adaptação da obra de William Shakespeare levada à cena pelo Jangada Teatro.

Por fim, o cinema, que continua a ser uma das grandes apostas do espaço cultural famalicense. “Os 33” e “10 Cloverfield Line” são algumas das propostas cinematográficas para este mês.

Mais informações no site oficial da Casa das Artes de Famalicão, em www.casadasartes.org