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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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PONTE DA BARCA MOSTRA CARTAZES DA ROMARIA DE S. BARTOLOMEU

Arquivo Municipal disponibiliza “on line” coleção de cartazes da Romaria de São Bartolomeu. A coleção compreende cartazes desde 1985 até 2017

A Romaria de São Bartolomeu está a chegar e nada melhor que poder recordar alguns dos cartazes que fazem parte da memória coletiva dos barquenses. Deste modo, o Arquivo Municipal de Ponte da Barca quis associar-se às festividades, divulgando a coleção que faz parte do seu espólio e que compreende cartazes desde 1985 até 2017.

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Apesar do arquivo já ser considerável, a Câmara Municipal apela à população em geral, no sentido de quem tiver algum cartaz que não esteja nesta coleção, o mesmo possa ser facultado ao Arquivo Municipal que o digitalizará e entregará na hora, podendo desta forma enriquecer o acervo documental.

A visualização dos cartazes pode ser feita através do seguinte link: http://arquivo.cmpb.pt/details?id=125&ht=cartazes

PONTE DE LIMA CANDIDATA PAÇO DE VITORINO DAS DONAS AO PROGRAMA DOS ARQUIVOS IBEROAMERICANOS

Município de Ponte de Lima Apoia Candidatura do Paço de Vitorino das Donas ao Programa dos Arquivos IBEROAMERICANOS

O Município de Ponte de Lima candidatou-se, em 2015, ao programa ADAI (Apoio ao Desenvolvimento dos Arquivos Iberoamericanos), submetendo a concurso uma candidatura do Paço de Vitorino das Donas.

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Deu-se por concluído no final do mês de maio, a execução da candidatura “Arquivo do Paço de Vitornio das Donas: Tratamento, digitalização e difusão online”, co-financiada pela Agência Española de Cooperación Internacional para el Desarrollo (AECID).

O projeto visou garantir a preservação, valorização e difusão do Arquivo do Paço de Vitorino das Donas, constituído por documentação que remonta ao início do séc. XVI sendo que a primeira geração da família tem início em António Ramos, natural da vila de Viana, capitão “das partes das Índias de Castela” - mais concretamente em Cusco (Perú) e na Costa de Cartagena (Colômbia) - onde veio a casar com Catarina Capa Yupange, natural da cidade de Cusco, sendo esta possivelmente uma das filhas do Imperador Inca Atahualpa.

Os resultados da primeira fase do projeto, já estão disponíveis para consulta através do catálogo online do Arquivo Municipal de Ponte de Lima.

http://pesquisa.arquivo.cm-pontedelima.pt/details?id=991055&ht=

DOCUMENTOS DA SANTA CASA DA MISERICÓRDIA DE MELGAÇO VÃO FICAR ACESSÍVEIS NO ARQUIVO MUNICIPAL

Assinatura do protocolo no dia 9 de junho, pelas 12h30

A Câmara Municipal de Melgaço e a Santa Casa da Misericórdia de Melgaço, assinam no dia em que se celebra o Dia Internacional dos Arquivos, próxima sexta-feira, 9 de junho, um contrato de depósito do Arquivo da Santa Casa. Em questão está um acervo de valor inestimável: valor histórico e arquivístico municipal e nacional, dadas as relevantes funções desempenhadas, formado essencialmente por livros e alguns maços de documentos que refletem a atividade daquela instituição desde o século XV até ao século XIX (1516-1988). Inclui ainda documentação de instituições a seu cargo como do Hospital da Caridade e do Asilo Pereira de Sousa. A assinatura terá lugar no Salão Nobre da Câmara Municipal de Melgaço, pelas 12h30.

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Em causa está o facto de o Arquivo da Santa Casa da Misericórdia se encontrar instalado em condições adversas: numa sala de consistório, junto à Igreja da Misericórdia, em armários de madeira em condições de humidade relativa e temperatura nocivas à sua conservação. De todo o conjunto, ressaltam-se os seguintes documentos: atas das sessões da mesa, os estatutos e os tombos da Misericórdia. No total serão 60 caixas repletas de documentos que o Município de Melgaço se compromete salvaguardar e preservar.

O arquivo ficará depositado nas instalações do Arquivo Municipal de Melgaço. A partir da data de entrega da documentação nas instalações do Arquivo Municipal, o mesmo compromete-se a tornar acessível a documentação através da elaboração de um instrumento de descrição, conforme as normas arquivísticas em vigor, em formato papel e eletrónico (catálogo on-line). Após esta conclusão, o Arquivo Municipal de Melgaço irá disponibilizar aos seus utentes, parcial ou totalmente, o Arquivo da instituição.

O contrato terá a duração de 30 anos, renovado automaticamente, caso não seja denunciado por nenhuma das partes, antes um ano do seu término.

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PONTE DE LIMA FACILITA ACESSO AO ARQUIVO DO PAÇO DE VITORINO

Arquivo do Paço de Vitorino: (re)constituir a memória e a identidade familiar com quase cinco séculos de história: apresentação do catálogo online

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Amanhã, dia 20 de maio, às 15h00, será apresentado no Paço de Vitorino o catálogo online do seu arquivo com quase cinco séculos de história.

Esta iniciativa, que resulta do tratamento técnico e digitalização levados a cabo no âmbito do protocolo de cooperação entre os proprietários do Paço de Vitorino e o Município de Ponte de Lima, surge pela consciencialização do papel importante que as fontes de informação contidas nos arquivos de família desempenham para o estudo da história local, regional e até mesmo nacional, sendo fundamental garantir a sua divulgação, valorização e preservação a longo prazo, para além de torná-lo acessível a toda a comunidade.

O Arquivo do Paço de Vitorino passará a estar disponível para consulta através do catálogo do Arquivo Municipal de Ponte de Lima.

ARQUIVO DISTRITAL DE BRAGA INAUGURA NOVAS INSTALAÇÕES

No próximo dia 28 de abril, sexta-feira, pelas 11h00 serão inauguradas as novas instalações do Arquivo Distrital de Braga/Universidade do Minho, na Rua do Abade da Loureira, em Braga.

No mesmo dia, pelas 14h30, a Universidade do Minho, através das suas Unidades Culturais – Arquivo Distrital de Braga e Casa Museu de Monção, em colaboração com o Departamento de História realizará, no Salão Nobre da Universidade do Minho, no largo do Paço, as Conferências Entre a História e os Arquivos.

Estas Conferências serão uma homenagem da Universidade do Minho ao Prof. Doutor José Marques, figura notável da cultura e historiografia portuguesa com um papel destacado no estudo e valorização dos fundos arquivísticos do Arquivo Distrital de Braga.

A cerimónia será presidida por Sua Excelência o Ministro da Cultura.

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ARQUIVO MUNICIPAL DE GUIMARÃES LANÇA NOVA SÉRIE DO BOLETIM DE TRABALHOS HISTÓRICOS 2016

AO FINAL DA TARDE DESTA SEXTA-FEIRA

Iniciativa marcada para esta sexta-feira à tarde. Preservar a memória, estabelecer permutas com centros de investigação e facilitar o acesso da informação aos investigadores são alguns dos objetivos.

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O Arquivo Municipal Alfredo Pimenta, em Guimarães, vai proceder ao lançamento do quinto volume, da terceira série, do Boletim de Trabalhos Históricos de 2016, numa cerimónia agendada para esta sexta-feira, 27 de janeiro, às 18 horas, nas instalações do Arquivo Municipal, situadas na Rua João Lopes de Faria.

Com a edição impressa do Boletim de Trabalhos Históricos, o Arquivo Municipal Alfredo Pimenta poderá estabelecer as usuais permutas com bibliotecas e centros de investigação, nacionais e internacionais, constituindo mais um contributo para o conhecimento e divulgação de documentos que relatam a história e a cultura vimaranense. A adoção deste procedimento facilitará o acesso da informação aos investigadores e a todos aqueles que dedicam a sua vida à construção do passado.

O Boletim de Trabalhos Históricos foi publicado pela primeira vez em 1933, por intermédio do seu primeiro diretor, Alfredo Pimenta. Órgão de divulgação cultural, este documento difunde os seus fundos documentais, além de dar a conhecer estudos de grande interesse local e regional de diversos autores. O programa da sessão desta sexta-feira incluirá a apresentação dos artigos pelos seus autores.

FREGUESIA DE CERVEIRA ENTREGA ESPÓLIO DOCUMENTAL AO ARQUIVO MUNICIPAL

Espólio da Freguesia de Vila Nova de Cerveira depositado no Arquivo Municipal

Na sequência do desafio lançado pelo autarca cerveirense no Dia do Município do ano passado, e da adesão de algumas juntas de freguesia do concelho, o executivo da União de Freguesias de Vila Nova de Cerveira e de Lovelhe acaba de consumar a entrega de um vasto conjunto documental histórico e identitário da localidade de Cerveira ao Arquivo Municipal. Objetivo é preservar factos e memórias, além de disponibilizar a sua consulta a toda a população.

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A assinatura do auto de entrega decorreu, esta terça-feira, no edifício do Arquivo Municipal, com a presença do presidente da Câmara Municipal, Fernando Nogueira, e do executivo da Junta da União de Freguesias de Vila Nova de Cerveira e Lovelhe, nomeadamente o presidente Constantino Costa, o secretário Cândido Malheiro e a tesoureira Maria José Morais.

O espólio arquivístico com valor histórico entregue no Arquivo Municipal, a título de depósito, data desde os finais do século XIX até inícios do século XXI. Entre a diversa e rica documentação da freguesia de Vila Nova de Cerveira, o destaque vai para as atas das sessões da Junta de Paróquia e também da Junta de Freguesia, bem como alguma correspondência recebida e expedida neste período de tempo.

Agradecendo a sensibilidade para a preservação de documentos históricos e identitários de Vila Nova de Cerveira, “colocando-os num espaço único e apropriado, com a vantagem de serem consultados e divulgados, ao invés de ficarem fechados numa gaveta”, o edil cerveirense, Fernando Nogueira, reiterou o desafio lançado em tempos às Juntas de Freguesia e instituições do concelho para depositarem o seu espólio no Arquivo Municipal, continuando a ter propriedade sobre os documentos.

De realçar que o Arquivo Municipal de Vila Nova de Cerveira está recetivo a inventariar, preservar e divulgar, quer documentos públicos, quer privados, seja a título de doação ou de depósito, de forma a contribuir para o enriquecimento do património documental existente no concelho e de o tornar acessível não só a investigadores, como a todas as pessoas que pretendem visitar e consultar a informação disponibilizada.

BRAGA DIVULGA PERGAMINHOS DO ARQUIVO MUNICIPAL

‘Braga à Lupa’ divulga colecção de pergaminhos do Arquivo Municipal

‘A Colecção de Pergaminhos do Arquivo Municipal’ é o tema da segunda sessão do ‘Braga à Lupa’, que se realiza a 23 de Novembro, às 21h30, no Arquivo Municipal (Câmara Municipal de Braga). Esta é uma iniciativa integrada no programa ‘À Descoberta de Braga’ que desafia os Bracarenses a descobrir e a reflectir sobre um aspecto desconhecido e aliciante da Cidade, sejam obras de arte, documentos históricos, curiosidades arquitectónicas, gastronomia, personalidades, lendas ou tradições.

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A próxima sessão terá como convidados o cónego José Marques, da Universidade do Porto, e Arnaldo Melo, da Universidade do Minho. 

O Arquivo Municipal de Braga é um dos espaços fundamentais da memória de Braga. O seu fundo documental é constituído pelas Actas da Câmara Municipal, desde o século XVI até à actualidade, Tombos, Prazos e Emprazamentos, Livros de Notas de Escrivão, Livro de Receitas e Despesas desde 1614, Correspondência, bem como uma colecção de 428 sobre os Expostos.

Neste espólio obtém particular destaque o conjunto de pergaminhos classificados, referentes à liturgia católica, designadamente a notações musicais «do tipo aquitano, bem como uma série de ordenanças com selo real datadas do século XV. Será sobre este verdadeiro tesouro documental que versará a segunda sessão do Braga à Lupa.

De referir que o ‘Braga à Lupa’ tem uma periodicidade mensal, realizando-se a uma quarta-feira. Cada sessão tem a duração máxima de 90 minutos e é conduzida por um ou dois convidados que farão a abordagem aos elementos seleccionados.

As sessões são de participação livre, implicando uma inscrição prévia para cultura@cm-braga.pt devido à limitação de espaço nos locais onde irão decorrer as sessões. 

FAMALICÃO DEBATE ARQUIVÍSTICA DIGITAL

Famalicão debate os desafios para os arquivos na era digital, no próximo dia 21 de novembro

O arquivo Municipal Alberto Sampaio, em Vila Nova de Famalicão, acolhe no próximo dia 21 de novembro, o seminário dedicado ao tema “Que desafios para os arquivos na era digital” coorganizado pelo município famalicense e pela Associação Portuguesa de Bibliotecários, Arquivistas e Documentalistas (APBAD).

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O seminário tem como objetivo principal refletir sobre as oportunidades e os desafios que atualmente se colocam aos profissionais da informação no que se refere a garantir o acesso e a preservação da informação digital a longo prazo.

As inscrições devem ser efetuadas até ao dia 14 de novembro. Para mais informação deve-se contactar o site http://apbad.pt/ o email formacao@bad.pt

ARQUIVO MUNICIPAL DE PONTE DE LIMA APRESENTA CANDIDATURA AO COMITÉ INTERGOVERNAMENTAL DO IBEROARQUIVOS

Projeto do Arquivo Municipal de Ponte de Lima – aprovada candidatura internacional

No âmbito de um projeto de tratamento técnico e de divulgação online, o Arquivo Municipal de Ponte de Lima viu confirmada uma candidatura internacional apresentada ao Comité Intergovernamental do Iberoarquivos - Programa ADAI – Apoio ao Desenvolvimento dos Arquivos Iberoamericanos.

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A aprovação desta candidatura internacional resulta numa concessão de ajuda financeira ao projeto sobre o Arquivo do Paço de Vitorino das Donas: Tratamento, digitalização e difusão online”, que o Arquivo Municipal está a desenvolver.

O projeto apresentado tem como principais objectivos garantir a preservação, valorização e difusão desse valiosíssimo património documental, tornando-o acessível a toda a comunidade e contribuindo, desta forma, para fomentar a investigação científica, bem como sensibilizar os restantes proprietários de arquivos privados para a conservação dessas fontes de informação imprescindíveis para a reconstrução da memória social e coletiva.

À semelhança do Arquivo Municipal de Ponte de Lima foram aprovadas, pelo Comité Intergovernamental do Iberoarquivos - Programa ADAI, candidaturas de catorze países, nomeadamente do Brasil, Chile, Colômbia, Costa Rica, Cuba, Filipinas, México, Panamá, Paraguai, Perú, República Dominicana, Porto Rico, Uruguai e Portugal.

ARQUIVO MUNICIPAL DE VILA NOVA DE CERVEIRA E AQUA MUSEU DO RIO MINHO RECEBEM CERTIFICADO DE QUALIDADE

O Presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Cerveira, Fernando Nogueira, recebeu, esta quarta-feira, das mãos do representante da AENOR, Dr. Luís Osório, o Certificado de Sistema de Gestão da Qualidade, atestando o Arquivo Municipal e o Aquamuseu do rio Minho. Autarquia pretende que esta primeira certificação seja exemplo para implementar noutros serviços.

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Esta certificação consiste numa avaliação realizada por um organismo certificador devidamente acreditado, reconhecendo que estes dois serviços do Município de Vila Nova de Cerveira cumprem todos os requisitos da norma internacional ISO 9001:2008, e que incorporam nas suas atividades importantes princípios de gestão, como a focalização nos clientes, liderança, envolvimento das pessoas e melhoria contínua.

Durante a cerimónia simbólica de entrega do certificado e da bandeira, o autarca cerveirense sublinhou que “reunindo vontades, potenciando sinergias e adquirindo uma visão empreendedora com horizonte no desenvolvimento sustentável, o Município assume a Política de Qualidade como um exercício de modernização administrativa dos serviços públicos e da gestão autárquica”. Felicitando o empenho e trabalho dos colaboradores na concretização de um processo bastante exigente e difícil, Fernando Nogueira realçou a aposta na qualidade e inovação, e que este reconhecimento “é um bom exemplo de que estamos e queremos continuar a prestar o melhor serviço aos nossos munícipes”. E assegurou: “Está lançada a semente, pois o desafio é alargar a certificação de qualidade a novas áreas municipais, mas com passos firmes”.

O representante da AENOR, Dr. Luís Osório, felicitou o Município pelo excelente trabalho desenvolvido em prol da implementação do Sistema da Gestão de Qualidade que se traduz “numa demonstração de inteligência e de uma estrutura de conhecimento que fica no Município, independentemente da política”.

De sublinhar que a Câmara Municipal tem procurado acompanhar a evolução tecnológica e os seus benefícios, tendo na política de proximidade um eixo prioritário de ação. Desta forma, o processo de implementação da Política de Qualidade visa apresentar novas soluções que contribuam para um salto qualitativo do desempenho interno com repercussões na facilidade de acesso à informação e na celeridade de resposta às necessidades e expetativas dos Munícipes.

ARCOS DE VALDEVEZ COMEMORA DIA DOS ARQUIVOS

Arquivo Municipal José Terra assinala Dia Internacional dos Arquivos

No âmbito do Dia Internacional dos Arquivos, o Arquivo Municipal José Terra abrirá, novamente, ao público nos dias 18 e 19 de Junho, entre as 09h30 e as 17h30.

Neste dia, os visitantes serão convidados a conhecer as instalações do Arquivo, sendo-lhes dada a oportunidade de conhecer todo o procedimento de tratamento documental, nomeadamente, todo o processo que um documento sofre desde a sua entrada até ao acondicionamento: a higienização, o restauro, a identificação, a digitalização e, por fim, o seu acondicionamento adequado. Também lhes serão mostrados documentos de interesse patrimonial e histórico.

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GUIMARÃES COMEMORA DIA INTERNACIONAL DOS ARQUIVOS

SESSÃO NO ARQUIVO ALFREDO PIMENTA

Conferência assinala quinta-feira o Dia Internacional dos Arquivos em Guimarães

Data é igualmente celebrada com a realização de visitas guiadas. No final, decorrerá a sessão pública.

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O Arquivo Municipal Alfredo Pimenta, no âmbito das comemorações do Dia Internacional dos Arquivos, organiza em Guimarães a conferência “A importância da enfiteuse nas dinâmicas de produção documental - Pergaminhos avulsos do AMAP séculos XIII-XVI”, proferida por Rui Faria e Fátima Carvalho Dias, esta quinta-feira, 09 de junho, às 18 horas.

Antes disso, a partir das 15 horas, o Arquivo Municipal de Guimarães promove uma visita guiada às suas instalações, também no âmbito das comemorações do Dia Internacional dos Arquivos. A inscrição é individual e gratuita e deve ser feita até esta quarta-feira, 08 de junho, através do endereço de email <arquivo.municipal@cm-guimaraes.pt>, estando sujeito a confirmação.

O Dia Internacional dos Arquivos foi instituído pela Assembleia Geral do Conselho Internacional dos Arquivos, em 2007, e a data invoca o dia 9 de junho de 1948, quando a UNESCO, a agência das Nações Unidas para a Educação e Cultura, fundou o Conselho Internacional dos Arquivos. Proporcionar condições para que em todo o mundo se desenvolvam ações de promoção e divulgação da causa dos arquivos é um dos objetivos da criação deste dia.

ARQUIVO MUNICIPAL DE PONTE DE LIMA RECEBE ARQUIVO DA CASA DE POMARCHÃO

Arquivo Municipal de Ponte de Lima: Auto de Entrega do Arquivo da Casa de Pomarchão

No próximo dia 19 de abril, pelas 15h00, realizar-se-á no salão nobre da Câmara Municipal de Ponte de Lima, a cerimónia de assinatura do auto de entrega do Arquivo da Casa de Pomarchão pelo Sr. Fredericoarquivo_mpl Luís Albuquerque Vilhena Villar.

 

Localizada na freguesia de Arcozelo, a Casa de Pomarchão, é uma propriedade que se encontra na posse da família Malheiro Reimão desde a sua fundação, por António Gonçalves Reimão, o primeiro Senhor da Casa. No ano de 1681 já no tempo de Manuel Gonçalves Reimão é instaurado o Morgadio de Pomarchão, tendo em 1690 sido criada em ligação a Quinta de Pomarchão a favor dos descendentes do seu irmão, Gaspar Malheiro Reimão.

O Arquivo da Casa de Pomarchão que conta com um total de 13 939 (treze mil setecentos e cinquenta e nove) documentos, datados entre os séculos XVII e XVIII é essencialmente constituído por correspondência recebida e escrituras de arrendamento, será entregue ao Arquivo Municipal que procederá ao seu tratamento técnico e à digitalização para que posteriormente seja possível a sua disponibilização online.

Tendo em vista a disponibilização de uma maior variedade de informação relevante para a construção e reconstrução da memória coletiva bem como o enriquecimento da mesma, o Município de Ponte de Lima tem vindo a celebrar protocolos de cooperação com diversos proprietários de arquivos privados com a finalidade de proceder à sua organização, preservação e divulgação.

Esse processo teve início em 2012 aquando da assinatura do protocolo de colaboração entre o Município de Ponte de Lima e os proprietários do Arquivo do Paço de Vitorino, situado em Vitorino das Donas. No ano seguinte, foi assinado com os herdeiros do General Norton Matos o protocolo de cooperação.

O primeiro passo foi dado em 2012 com a assinatura do protocolo de colaboração entre o Município de Ponte de Lima e os proprietários do Arquivo do Paço de Vitorino (Vitorino das Donas), em 2013, foi assinado protocolo de cooperação com os herdeiros do General Norton de Matos.

“MELGAÇO: IMAGENS COM MEMÓRIA” ASSOCIAÇÃO HUMANITÁRIA DE BOMBEIROS VOLUNTÁRIOS DE MELGAÇO CEDE FOTOGRAFIAS AO ARQUIVO MUNICIPAL

O Arquivo Municipal de Melgaço promove desde 2010 uma iniciativa para a recolha de património junto dos Melgacenses que depende também da vontade e colaboração de todos, por isso a autarquia está muito grata à Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários de Melgaço com quem foi assinado mais um protocolo para a cedência de fotografias do espólio desta corporação.

Este projeto de proximidade pretende preservar a memória concelhia através da digitalização e divulgação do material recolhido, que fará posteriormente parte da realização de exposições, conferências, estudos entre outras iniciativas acerca de monumentos, tradições, festas populares, entre outras temáticas de interesse histórico sobre o património e a história do concelho de Melgaço.

O Município lança mais uma vez o desafio aos Melgacenses para colaborarem nesta iniciativa, através do empréstimo temporário mediante acordo de entrega de fotografias, cartazes e panfletos entre outros documentos.

COLEÇÃO JORNALÍSTICA ENRIQUECE ARQUIVO MUNICIPAL DE CERVEIRA

O Arquivo Municipal de Vila Nova de Cerveira vai receber um conjunto de coleções de dois jornais do concelho, um ainda em atividade e um outro já extinto. A doação da Srª. Aurora Caldas acaba de ser aceite pela autarquia cerveirense, na reunião de câmara desta segunda-feira.

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O espólio em causa consiste em 35 coleções do Jornal “Cerveira Nova” publicadas entre 1970 e 2015, e de nove exemplares do Jornal “Cerveira Livre” respeitantes ao ano de 1975.

De acordo com o edil cerveirense, Fernando Nogueira, esta doação apresenta-se como um repositório histórico preponderante para o Município e que interessa preservar, bem como uma fonte de informação importante para investigadores locais e não só.

Nos últimos anos, vários os particulares e instituições/entidades do concelho têm contactado a Câmara para depositarem, no Arquivo Municipal, espólio de valor incalculável que têm em sua posse. A autarquia agradece esta sensibilidade para a preservação de documentos históricos e identitários de Vila Nova de Cerveira, colocando-os num espaço único e apropriado, com a vantagem de serem consultados e divulgados, ao invés de ficarem fechados numa gaveta.

ARCUENSES APRENDEM PALEOGRAFIA

Arquivo Municipal José Terra acolheu workshop de Paleografia

O Arquivo Municipal José Terra acolheu, no passado dia 5 de Dezembro, o segundo workshop de Paleografia, orientado pela Dra. Alexandra Vidal, Paleógrafa, licenciada em História, e com Pós-Graduação e Mestrado em Ciência da Informação e Documentação.

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Para além de terem sido analisadas as abreviaturas mais comuns na escrita humanística, foi também dada uma breve introdução à Diplomática, nomeadamente quanto às partes do discurso diplomático, seguidos de exercícios de leitura de vários textos do séc. XVI e XVIII.

Por fim, realizou-se uma visita à exposição presente no Arquivo Municipal, com a leitura da transcrição do Foral Manuelino.

ARQUIVO MUNICIPAL DE MONÇÃO TEM CATÁLOGO ONLINE

Equipamento cultural, inaugurado em 2008, alarga o seu serviço público com a implementação do catálogo online. Acedendo a arquivo.cm-moncao.pt, tem disponível vários fundos documentais, fotografias antigas e jornais locais.

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Aceder ao vasto espólio bibliográfico do Arquivo Municipal de Monção é agora mais fácil e cómodo, encontrando-se disponível para consulta no seguinte endereço: arquivo.cm-moncao.pt. Basta um simples click, a qualquer hora ou local, para ter acesso ao catálogo online.

A criação deste serviço conta já com sete fundos disponíveis: Câmara Municipal de Monção (1512 - ….) Câmara Municipal de Valadares (1633-1855) Administração do Concelho de Monção (1841-1884), Administração do Concelho de Valadares (1834-1855), Couto de Paderne (1710-1778), Santa Casa da Misericórdia de Monção (1419-1995), e Santa Casa da Misericórdia de Valadares (1615-1953).

O catálogo online, aberto a todos os interessados através da rede global, recebeu financiamento pelo POCTEP no âmbito do projeto ARPAD. Além da documentação mencionada, é possível ainda aceder a fotografias antigas e exemplares de jornais locais já extintos.

Para o autarca local, Augusto de Oliveira Domingues, a disponibilização da informação existente no Arquivo Municipal de Monção, contendo séculos de história monçanense, reforça a sua função de serviço público e obedece aos princípios que estiveram na origem da sua criação.

“O acesso ao nosso fundo documental em qualquer local constitui uma mais-valia para a divulgação da nossa biografia coletiva e uma vantagem para estudantes, académicos e investigadores que recorrem aos nossos serviços para os seus trabalhos” salientou.

O Arquivo Municipal de Monção foi inaugurado a 12 de Março de 2008, numa cerimónia presidida pelo Ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros, Luís Amado. Projetado pelo arquiteto Paulo Gomes, compreende três pisos com espaços destinados à consulta, acondicionamento e tratamento de toda a documentação referente à atividade municipal.

ARQUIVO MUNICIPAL DE GUIMARÃES APRESENTA “ALFREDO PIMENTA - CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA”

Arquivo Municipal de Guimarães reúne em catálogo cartas enviadas ao seu primeiro diretor

Apresentação marcada para a próxima quarta-feira, ao final da tarde. Publicação revela correspondência enviada ao primeiro diretor do Arquivo por ilustres personalidades, entre elas, Egas Moniz, João de Barros ou Guerra Junqueiro. Iniciativa assinala 81º aniversário da sua abertura ao público.

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O Arquivo Municipal Alfredo Pimenta, em Guimarães, realiza uma sessão pública nas suas instalações, na próxima quarta-feira, 14 de outubro, pelas 18 horas, onde irá apresentar o catálogo “Alfredo Pimenta - Correspondência Recebida”. A sessão, que está incluída no programa de comemorações dos 81 anos da sua abertura oficial, na altura, no edifício dos antigos Paços do Concelho, terá a apresentação do Professor Luís Reis Torgal, sendo inaugurada posteriormente uma mostra documental sobre o seu primeiro diretor.

O Arquivo Municipal Alfredo Pimenta foi criado pelo decreto nº 19.952, de 27 de junho de 1931. Por determinação deste decreto, o Arquivo reúne, conserva, cataloga e faculta, oportunamente, à leitura e consultas públicas os documentos do arquivo da extinta Colegiada de Guimarães, os documentos do antigo recolhimento do Anjo, processos crimes, cíveis e orfanológicos, livros dos cartórios e tabeliães extintos, livros paroquiais do concelho, todos os documentos, livros, processos e estatutos provenientes das irmandades, corporações e repartições extintas.

Esta atribuição confere-lhe funções de Arquivo Distrital para a área do concelho de Guimarães, tornando-o único no país. Entre 1931 e 1934, o Arquivo ocupou o segundo andar da Casa de Martins Sarmento, no Largo do Carmo, onde laboriosamente trabalhou Rodrigo Pimenta na catalogação e inventariação de centenas documentos. Em 1934, a casa foi ocupada, a título provisório, pela Câmara Municipal de Guimarães e pelos Serviços de Repartições de Finanças.

Da Oliveira a Santa Clara até às atuais instalações

Nesta altura, o Arquivo Municipal mudou-se para o antigo edifício dos Antigos Paços do Concelho, no Largo da Oliveira, onde a 14 de outubro de 1934 se assistiu à abertura solene. A 29 de fevereiro de 1952, por portaria publicada no Diário do Governo nº 51, II série da mencionada data, passou a designar-se Arquivo Municipal Alfredo Pimenta, em homenagem àquele que foi seu Diretor cerca de 20 anos.

Em 1963, o Arquivo foi transferido para algumas dependências do Convento de Santa Clara, por razões de segurança, já que o edifício se encontrava em perigo de ruína. A 23 de julho de 1964, por determinação da Inspeção Superior de Bibliotecas e Arquivos, passou a incorporar os livros paroquiais do concelho de Guimarães, incluindo aqueles que se encontravam no Arquivo Distrital de Braga. Entre 1973 e 24 de junho de 2003, o Arquivo Municipal Alfredo Pimenta esteve instalado na Capela do Convento de Santa Clara.

No âmbito do Programa de Apoio à Rede Nacional de Arquivos Municipais (PARAM), do Instituto dos Arquivos Nacionais/Torre do Tombo, verificou-se uma comparticipação financeira para a sua instalação num edifício já existente, denominado “Casa Navarros de Andrade”, inaugurado no dia 24 de junho de 2003, Dia Um de Portugal, comemoração da Batalha de S. Mamede. Com a adaptação da Casa Navarros de Andrade, resolveu-se uma das preocupações mais prementes, a salvaguarda, preservação e acesso à memória coletiva de Guimarães.

 

ARQUIVO MUNICIPAL DE VILA NOVA DE CERVEIRA LANÇA CATÁLOGO ON-LINE

Catálogo On-line do Arquivo Municipal: do formato físico para o virtual

Acompanhando os benefícios da evolução tecnológica na preservação documental, o Arquivo Municipal de Vila Nova de Cerveira dispõe, desde o passado dia 01 de outubro, de um Catálogo On-Line que proporciona uma maior facilidade no acesso à informação, conferindo-lhe visibilidade para o exterior.

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Emblemático quer pela história quer pela antiguidade, quem ainda não conhece o Foral de Vila Nova de Cerveira outorgado pelo Rei D. Manuel a 20 de outubro de 1512, terá agora uma oportunidade de ‘contactar’ com este documento à distância de um click. Mas também alguma documentação da própria Câmara Municipal (1512 -...), da Administração do Concelho (1835 – 1973), Alfandega de Vila Nova de Cerveira (1769-1778), Corregedor da Comarca de Vila Nova de Cerveira (1707-1794), Provedoria do Concelho (1829-1836), entre outros.

A consulta do Catálogo On-Line em http://arquivo.cm-vncerveira.pt conta já com 21 fundos arquivísticos disponíveis e mais de 15 mil imagens digitalizadas dos mais diversos documentos e períodos históricos.

Aproveitando a oportunidade, o Presidente da Câmara Municipal deixou um desafio às Juntas de Freguesia e instituições do concelho para depositarem o seu espólio no Arquivo Municipal. Mantendo a propriedade sobre os documentos, “esta ação visa preservar documentos de valor incalculável para a história e identidade cerveirenses, colocando-os num único e apropriado espaço, com a vantagem de serem consultados e divulgados, ao invés de ficarem fechados numa gaveta ou encostados numa prateleira”.

Com um edifício arquitetonicamente moderno, o Arquivo Municipal de Vila Nova de Cerveira, através do Catálogo On-Line, disponibiliza agora um mecanismo virtual para o conhecimento da história deste concelho ligando o passado e o presente, com impacto no futuro.