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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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PONTE DE LIMA CANDIDATA PAÇO DE VITORINO DAS DONAS AO PROGRAMA DOS ARQUIVOS IBEROAMERICANOS

Município de Ponte de Lima Apoia Candidatura do Paço de Vitorino das Donas ao Programa dos Arquivos IBEROAMERICANOS

O Município de Ponte de Lima candidatou-se, em 2015, ao programa ADAI (Apoio ao Desenvolvimento dos Arquivos Iberoamericanos), submetendo a concurso uma candidatura do Paço de Vitorino das Donas.

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Deu-se por concluído no final do mês de maio, a execução da candidatura “Arquivo do Paço de Vitornio das Donas: Tratamento, digitalização e difusão online”, co-financiada pela Agência Española de Cooperación Internacional para el Desarrollo (AECID).

O projeto visou garantir a preservação, valorização e difusão do Arquivo do Paço de Vitorino das Donas, constituído por documentação que remonta ao início do séc. XVI sendo que a primeira geração da família tem início em António Ramos, natural da vila de Viana, capitão “das partes das Índias de Castela” - mais concretamente em Cusco (Perú) e na Costa de Cartagena (Colômbia) - onde veio a casar com Catarina Capa Yupange, natural da cidade de Cusco, sendo esta possivelmente uma das filhas do Imperador Inca Atahualpa.

Os resultados da primeira fase do projeto, já estão disponíveis para consulta através do catálogo online do Arquivo Municipal de Ponte de Lima.

http://pesquisa.arquivo.cm-pontedelima.pt/details?id=991055&ht=

DOCUMENTOS DA SANTA CASA DA MISERICÓRDIA DE MELGAÇO VÃO FICAR ACESSÍVEIS NO ARQUIVO MUNICIPAL

Assinatura do protocolo no dia 9 de junho, pelas 12h30

A Câmara Municipal de Melgaço e a Santa Casa da Misericórdia de Melgaço, assinam no dia em que se celebra o Dia Internacional dos Arquivos, próxima sexta-feira, 9 de junho, um contrato de depósito do Arquivo da Santa Casa. Em questão está um acervo de valor inestimável: valor histórico e arquivístico municipal e nacional, dadas as relevantes funções desempenhadas, formado essencialmente por livros e alguns maços de documentos que refletem a atividade daquela instituição desde o século XV até ao século XIX (1516-1988). Inclui ainda documentação de instituições a seu cargo como do Hospital da Caridade e do Asilo Pereira de Sousa. A assinatura terá lugar no Salão Nobre da Câmara Municipal de Melgaço, pelas 12h30.

Arquivo Municipal 1

Em causa está o facto de o Arquivo da Santa Casa da Misericórdia se encontrar instalado em condições adversas: numa sala de consistório, junto à Igreja da Misericórdia, em armários de madeira em condições de humidade relativa e temperatura nocivas à sua conservação. De todo o conjunto, ressaltam-se os seguintes documentos: atas das sessões da mesa, os estatutos e os tombos da Misericórdia. No total serão 60 caixas repletas de documentos que o Município de Melgaço se compromete salvaguardar e preservar.

O arquivo ficará depositado nas instalações do Arquivo Municipal de Melgaço. A partir da data de entrega da documentação nas instalações do Arquivo Municipal, o mesmo compromete-se a tornar acessível a documentação através da elaboração de um instrumento de descrição, conforme as normas arquivísticas em vigor, em formato papel e eletrónico (catálogo on-line). Após esta conclusão, o Arquivo Municipal de Melgaço irá disponibilizar aos seus utentes, parcial ou totalmente, o Arquivo da instituição.

O contrato terá a duração de 30 anos, renovado automaticamente, caso não seja denunciado por nenhuma das partes, antes um ano do seu término.

Arquivo Municipal

PONTE DE LIMA FACILITA ACESSO AO ARQUIVO DO PAÇO DE VITORINO

Arquivo do Paço de Vitorino: (re)constituir a memória e a identidade familiar com quase cinco séculos de história: apresentação do catálogo online

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Amanhã, dia 20 de maio, às 15h00, será apresentado no Paço de Vitorino o catálogo online do seu arquivo com quase cinco séculos de história.

Esta iniciativa, que resulta do tratamento técnico e digitalização levados a cabo no âmbito do protocolo de cooperação entre os proprietários do Paço de Vitorino e o Município de Ponte de Lima, surge pela consciencialização do papel importante que as fontes de informação contidas nos arquivos de família desempenham para o estudo da história local, regional e até mesmo nacional, sendo fundamental garantir a sua divulgação, valorização e preservação a longo prazo, para além de torná-lo acessível a toda a comunidade.

O Arquivo do Paço de Vitorino passará a estar disponível para consulta através do catálogo do Arquivo Municipal de Ponte de Lima.

ARQUIVO DISTRITAL DE BRAGA INAUGURA NOVAS INSTALAÇÕES

No próximo dia 28 de abril, sexta-feira, pelas 11h00 serão inauguradas as novas instalações do Arquivo Distrital de Braga/Universidade do Minho, na Rua do Abade da Loureira, em Braga.

No mesmo dia, pelas 14h30, a Universidade do Minho, através das suas Unidades Culturais – Arquivo Distrital de Braga e Casa Museu de Monção, em colaboração com o Departamento de História realizará, no Salão Nobre da Universidade do Minho, no largo do Paço, as Conferências Entre a História e os Arquivos.

Estas Conferências serão uma homenagem da Universidade do Minho ao Prof. Doutor José Marques, figura notável da cultura e historiografia portuguesa com um papel destacado no estudo e valorização dos fundos arquivísticos do Arquivo Distrital de Braga.

A cerimónia será presidida por Sua Excelência o Ministro da Cultura.

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ARQUIVO MUNICIPAL DE GUIMARÃES LANÇA NOVA SÉRIE DO BOLETIM DE TRABALHOS HISTÓRICOS 2016

AO FINAL DA TARDE DESTA SEXTA-FEIRA

Iniciativa marcada para esta sexta-feira à tarde. Preservar a memória, estabelecer permutas com centros de investigação e facilitar o acesso da informação aos investigadores são alguns dos objetivos.

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O Arquivo Municipal Alfredo Pimenta, em Guimarães, vai proceder ao lançamento do quinto volume, da terceira série, do Boletim de Trabalhos Históricos de 2016, numa cerimónia agendada para esta sexta-feira, 27 de janeiro, às 18 horas, nas instalações do Arquivo Municipal, situadas na Rua João Lopes de Faria.

Com a edição impressa do Boletim de Trabalhos Históricos, o Arquivo Municipal Alfredo Pimenta poderá estabelecer as usuais permutas com bibliotecas e centros de investigação, nacionais e internacionais, constituindo mais um contributo para o conhecimento e divulgação de documentos que relatam a história e a cultura vimaranense. A adoção deste procedimento facilitará o acesso da informação aos investigadores e a todos aqueles que dedicam a sua vida à construção do passado.

O Boletim de Trabalhos Históricos foi publicado pela primeira vez em 1933, por intermédio do seu primeiro diretor, Alfredo Pimenta. Órgão de divulgação cultural, este documento difunde os seus fundos documentais, além de dar a conhecer estudos de grande interesse local e regional de diversos autores. O programa da sessão desta sexta-feira incluirá a apresentação dos artigos pelos seus autores.

FREGUESIA DE CERVEIRA ENTREGA ESPÓLIO DOCUMENTAL AO ARQUIVO MUNICIPAL

Espólio da Freguesia de Vila Nova de Cerveira depositado no Arquivo Municipal

Na sequência do desafio lançado pelo autarca cerveirense no Dia do Município do ano passado, e da adesão de algumas juntas de freguesia do concelho, o executivo da União de Freguesias de Vila Nova de Cerveira e de Lovelhe acaba de consumar a entrega de um vasto conjunto documental histórico e identitário da localidade de Cerveira ao Arquivo Municipal. Objetivo é preservar factos e memórias, além de disponibilizar a sua consulta a toda a população.

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A assinatura do auto de entrega decorreu, esta terça-feira, no edifício do Arquivo Municipal, com a presença do presidente da Câmara Municipal, Fernando Nogueira, e do executivo da Junta da União de Freguesias de Vila Nova de Cerveira e Lovelhe, nomeadamente o presidente Constantino Costa, o secretário Cândido Malheiro e a tesoureira Maria José Morais.

O espólio arquivístico com valor histórico entregue no Arquivo Municipal, a título de depósito, data desde os finais do século XIX até inícios do século XXI. Entre a diversa e rica documentação da freguesia de Vila Nova de Cerveira, o destaque vai para as atas das sessões da Junta de Paróquia e também da Junta de Freguesia, bem como alguma correspondência recebida e expedida neste período de tempo.

Agradecendo a sensibilidade para a preservação de documentos históricos e identitários de Vila Nova de Cerveira, “colocando-os num espaço único e apropriado, com a vantagem de serem consultados e divulgados, ao invés de ficarem fechados numa gaveta”, o edil cerveirense, Fernando Nogueira, reiterou o desafio lançado em tempos às Juntas de Freguesia e instituições do concelho para depositarem o seu espólio no Arquivo Municipal, continuando a ter propriedade sobre os documentos.

De realçar que o Arquivo Municipal de Vila Nova de Cerveira está recetivo a inventariar, preservar e divulgar, quer documentos públicos, quer privados, seja a título de doação ou de depósito, de forma a contribuir para o enriquecimento do património documental existente no concelho e de o tornar acessível não só a investigadores, como a todas as pessoas que pretendem visitar e consultar a informação disponibilizada.

BRAGA DIVULGA PERGAMINHOS DO ARQUIVO MUNICIPAL

‘Braga à Lupa’ divulga colecção de pergaminhos do Arquivo Municipal

‘A Colecção de Pergaminhos do Arquivo Municipal’ é o tema da segunda sessão do ‘Braga à Lupa’, que se realiza a 23 de Novembro, às 21h30, no Arquivo Municipal (Câmara Municipal de Braga). Esta é uma iniciativa integrada no programa ‘À Descoberta de Braga’ que desafia os Bracarenses a descobrir e a reflectir sobre um aspecto desconhecido e aliciante da Cidade, sejam obras de arte, documentos históricos, curiosidades arquitectónicas, gastronomia, personalidades, lendas ou tradições.

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A próxima sessão terá como convidados o cónego José Marques, da Universidade do Porto, e Arnaldo Melo, da Universidade do Minho. 

O Arquivo Municipal de Braga é um dos espaços fundamentais da memória de Braga. O seu fundo documental é constituído pelas Actas da Câmara Municipal, desde o século XVI até à actualidade, Tombos, Prazos e Emprazamentos, Livros de Notas de Escrivão, Livro de Receitas e Despesas desde 1614, Correspondência, bem como uma colecção de 428 sobre os Expostos.

Neste espólio obtém particular destaque o conjunto de pergaminhos classificados, referentes à liturgia católica, designadamente a notações musicais «do tipo aquitano, bem como uma série de ordenanças com selo real datadas do século XV. Será sobre este verdadeiro tesouro documental que versará a segunda sessão do Braga à Lupa.

De referir que o ‘Braga à Lupa’ tem uma periodicidade mensal, realizando-se a uma quarta-feira. Cada sessão tem a duração máxima de 90 minutos e é conduzida por um ou dois convidados que farão a abordagem aos elementos seleccionados.

As sessões são de participação livre, implicando uma inscrição prévia para cultura@cm-braga.pt devido à limitação de espaço nos locais onde irão decorrer as sessões. 

FAMALICÃO DEBATE ARQUIVÍSTICA DIGITAL

Famalicão debate os desafios para os arquivos na era digital, no próximo dia 21 de novembro

O arquivo Municipal Alberto Sampaio, em Vila Nova de Famalicão, acolhe no próximo dia 21 de novembro, o seminário dedicado ao tema “Que desafios para os arquivos na era digital” coorganizado pelo município famalicense e pela Associação Portuguesa de Bibliotecários, Arquivistas e Documentalistas (APBAD).

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O seminário tem como objetivo principal refletir sobre as oportunidades e os desafios que atualmente se colocam aos profissionais da informação no que se refere a garantir o acesso e a preservação da informação digital a longo prazo.

As inscrições devem ser efetuadas até ao dia 14 de novembro. Para mais informação deve-se contactar o site http://apbad.pt/ o email formacao@bad.pt

ARQUIVO MUNICIPAL DE PONTE DE LIMA APRESENTA CANDIDATURA AO COMITÉ INTERGOVERNAMENTAL DO IBEROARQUIVOS

Projeto do Arquivo Municipal de Ponte de Lima – aprovada candidatura internacional

No âmbito de um projeto de tratamento técnico e de divulgação online, o Arquivo Municipal de Ponte de Lima viu confirmada uma candidatura internacional apresentada ao Comité Intergovernamental do Iberoarquivos - Programa ADAI – Apoio ao Desenvolvimento dos Arquivos Iberoamericanos.

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A aprovação desta candidatura internacional resulta numa concessão de ajuda financeira ao projeto sobre o Arquivo do Paço de Vitorino das Donas: Tratamento, digitalização e difusão online”, que o Arquivo Municipal está a desenvolver.

O projeto apresentado tem como principais objectivos garantir a preservação, valorização e difusão desse valiosíssimo património documental, tornando-o acessível a toda a comunidade e contribuindo, desta forma, para fomentar a investigação científica, bem como sensibilizar os restantes proprietários de arquivos privados para a conservação dessas fontes de informação imprescindíveis para a reconstrução da memória social e coletiva.

À semelhança do Arquivo Municipal de Ponte de Lima foram aprovadas, pelo Comité Intergovernamental do Iberoarquivos - Programa ADAI, candidaturas de catorze países, nomeadamente do Brasil, Chile, Colômbia, Costa Rica, Cuba, Filipinas, México, Panamá, Paraguai, Perú, República Dominicana, Porto Rico, Uruguai e Portugal.

ARQUIVO MUNICIPAL DE VILA NOVA DE CERVEIRA E AQUA MUSEU DO RIO MINHO RECEBEM CERTIFICADO DE QUALIDADE

O Presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Cerveira, Fernando Nogueira, recebeu, esta quarta-feira, das mãos do representante da AENOR, Dr. Luís Osório, o Certificado de Sistema de Gestão da Qualidade, atestando o Arquivo Municipal e o Aquamuseu do rio Minho. Autarquia pretende que esta primeira certificação seja exemplo para implementar noutros serviços.

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Esta certificação consiste numa avaliação realizada por um organismo certificador devidamente acreditado, reconhecendo que estes dois serviços do Município de Vila Nova de Cerveira cumprem todos os requisitos da norma internacional ISO 9001:2008, e que incorporam nas suas atividades importantes princípios de gestão, como a focalização nos clientes, liderança, envolvimento das pessoas e melhoria contínua.

Durante a cerimónia simbólica de entrega do certificado e da bandeira, o autarca cerveirense sublinhou que “reunindo vontades, potenciando sinergias e adquirindo uma visão empreendedora com horizonte no desenvolvimento sustentável, o Município assume a Política de Qualidade como um exercício de modernização administrativa dos serviços públicos e da gestão autárquica”. Felicitando o empenho e trabalho dos colaboradores na concretização de um processo bastante exigente e difícil, Fernando Nogueira realçou a aposta na qualidade e inovação, e que este reconhecimento “é um bom exemplo de que estamos e queremos continuar a prestar o melhor serviço aos nossos munícipes”. E assegurou: “Está lançada a semente, pois o desafio é alargar a certificação de qualidade a novas áreas municipais, mas com passos firmes”.

O representante da AENOR, Dr. Luís Osório, felicitou o Município pelo excelente trabalho desenvolvido em prol da implementação do Sistema da Gestão de Qualidade que se traduz “numa demonstração de inteligência e de uma estrutura de conhecimento que fica no Município, independentemente da política”.

De sublinhar que a Câmara Municipal tem procurado acompanhar a evolução tecnológica e os seus benefícios, tendo na política de proximidade um eixo prioritário de ação. Desta forma, o processo de implementação da Política de Qualidade visa apresentar novas soluções que contribuam para um salto qualitativo do desempenho interno com repercussões na facilidade de acesso à informação e na celeridade de resposta às necessidades e expetativas dos Munícipes.

ARCOS DE VALDEVEZ COMEMORA DIA DOS ARQUIVOS

Arquivo Municipal José Terra assinala Dia Internacional dos Arquivos

No âmbito do Dia Internacional dos Arquivos, o Arquivo Municipal José Terra abrirá, novamente, ao público nos dias 18 e 19 de Junho, entre as 09h30 e as 17h30.

Neste dia, os visitantes serão convidados a conhecer as instalações do Arquivo, sendo-lhes dada a oportunidade de conhecer todo o procedimento de tratamento documental, nomeadamente, todo o processo que um documento sofre desde a sua entrada até ao acondicionamento: a higienização, o restauro, a identificação, a digitalização e, por fim, o seu acondicionamento adequado. Também lhes serão mostrados documentos de interesse patrimonial e histórico.

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GUIMARÃES COMEMORA DIA INTERNACIONAL DOS ARQUIVOS

SESSÃO NO ARQUIVO ALFREDO PIMENTA

Conferência assinala quinta-feira o Dia Internacional dos Arquivos em Guimarães

Data é igualmente celebrada com a realização de visitas guiadas. No final, decorrerá a sessão pública.

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O Arquivo Municipal Alfredo Pimenta, no âmbito das comemorações do Dia Internacional dos Arquivos, organiza em Guimarães a conferência “A importância da enfiteuse nas dinâmicas de produção documental - Pergaminhos avulsos do AMAP séculos XIII-XVI”, proferida por Rui Faria e Fátima Carvalho Dias, esta quinta-feira, 09 de junho, às 18 horas.

Antes disso, a partir das 15 horas, o Arquivo Municipal de Guimarães promove uma visita guiada às suas instalações, também no âmbito das comemorações do Dia Internacional dos Arquivos. A inscrição é individual e gratuita e deve ser feita até esta quarta-feira, 08 de junho, através do endereço de email <arquivo.municipal@cm-guimaraes.pt>, estando sujeito a confirmação.

O Dia Internacional dos Arquivos foi instituído pela Assembleia Geral do Conselho Internacional dos Arquivos, em 2007, e a data invoca o dia 9 de junho de 1948, quando a UNESCO, a agência das Nações Unidas para a Educação e Cultura, fundou o Conselho Internacional dos Arquivos. Proporcionar condições para que em todo o mundo se desenvolvam ações de promoção e divulgação da causa dos arquivos é um dos objetivos da criação deste dia.

ARQUIVO MUNICIPAL DE PONTE DE LIMA RECEBE ARQUIVO DA CASA DE POMARCHÃO

Arquivo Municipal de Ponte de Lima: Auto de Entrega do Arquivo da Casa de Pomarchão

No próximo dia 19 de abril, pelas 15h00, realizar-se-á no salão nobre da Câmara Municipal de Ponte de Lima, a cerimónia de assinatura do auto de entrega do Arquivo da Casa de Pomarchão pelo Sr. Fredericoarquivo_mpl Luís Albuquerque Vilhena Villar.

 

Localizada na freguesia de Arcozelo, a Casa de Pomarchão, é uma propriedade que se encontra na posse da família Malheiro Reimão desde a sua fundação, por António Gonçalves Reimão, o primeiro Senhor da Casa. No ano de 1681 já no tempo de Manuel Gonçalves Reimão é instaurado o Morgadio de Pomarchão, tendo em 1690 sido criada em ligação a Quinta de Pomarchão a favor dos descendentes do seu irmão, Gaspar Malheiro Reimão.

O Arquivo da Casa de Pomarchão que conta com um total de 13 939 (treze mil setecentos e cinquenta e nove) documentos, datados entre os séculos XVII e XVIII é essencialmente constituído por correspondência recebida e escrituras de arrendamento, será entregue ao Arquivo Municipal que procederá ao seu tratamento técnico e à digitalização para que posteriormente seja possível a sua disponibilização online.

Tendo em vista a disponibilização de uma maior variedade de informação relevante para a construção e reconstrução da memória coletiva bem como o enriquecimento da mesma, o Município de Ponte de Lima tem vindo a celebrar protocolos de cooperação com diversos proprietários de arquivos privados com a finalidade de proceder à sua organização, preservação e divulgação.

Esse processo teve início em 2012 aquando da assinatura do protocolo de colaboração entre o Município de Ponte de Lima e os proprietários do Arquivo do Paço de Vitorino, situado em Vitorino das Donas. No ano seguinte, foi assinado com os herdeiros do General Norton Matos o protocolo de cooperação.

O primeiro passo foi dado em 2012 com a assinatura do protocolo de colaboração entre o Município de Ponte de Lima e os proprietários do Arquivo do Paço de Vitorino (Vitorino das Donas), em 2013, foi assinado protocolo de cooperação com os herdeiros do General Norton de Matos.

“MELGAÇO: IMAGENS COM MEMÓRIA” ASSOCIAÇÃO HUMANITÁRIA DE BOMBEIROS VOLUNTÁRIOS DE MELGAÇO CEDE FOTOGRAFIAS AO ARQUIVO MUNICIPAL

O Arquivo Municipal de Melgaço promove desde 2010 uma iniciativa para a recolha de património junto dos Melgacenses que depende também da vontade e colaboração de todos, por isso a autarquia está muito grata à Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários de Melgaço com quem foi assinado mais um protocolo para a cedência de fotografias do espólio desta corporação.

Este projeto de proximidade pretende preservar a memória concelhia através da digitalização e divulgação do material recolhido, que fará posteriormente parte da realização de exposições, conferências, estudos entre outras iniciativas acerca de monumentos, tradições, festas populares, entre outras temáticas de interesse histórico sobre o património e a história do concelho de Melgaço.

O Município lança mais uma vez o desafio aos Melgacenses para colaborarem nesta iniciativa, através do empréstimo temporário mediante acordo de entrega de fotografias, cartazes e panfletos entre outros documentos.

COLEÇÃO JORNALÍSTICA ENRIQUECE ARQUIVO MUNICIPAL DE CERVEIRA

O Arquivo Municipal de Vila Nova de Cerveira vai receber um conjunto de coleções de dois jornais do concelho, um ainda em atividade e um outro já extinto. A doação da Srª. Aurora Caldas acaba de ser aceite pela autarquia cerveirense, na reunião de câmara desta segunda-feira.

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O espólio em causa consiste em 35 coleções do Jornal “Cerveira Nova” publicadas entre 1970 e 2015, e de nove exemplares do Jornal “Cerveira Livre” respeitantes ao ano de 1975.

De acordo com o edil cerveirense, Fernando Nogueira, esta doação apresenta-se como um repositório histórico preponderante para o Município e que interessa preservar, bem como uma fonte de informação importante para investigadores locais e não só.

Nos últimos anos, vários os particulares e instituições/entidades do concelho têm contactado a Câmara para depositarem, no Arquivo Municipal, espólio de valor incalculável que têm em sua posse. A autarquia agradece esta sensibilidade para a preservação de documentos históricos e identitários de Vila Nova de Cerveira, colocando-os num espaço único e apropriado, com a vantagem de serem consultados e divulgados, ao invés de ficarem fechados numa gaveta.

ARCUENSES APRENDEM PALEOGRAFIA

Arquivo Municipal José Terra acolheu workshop de Paleografia

O Arquivo Municipal José Terra acolheu, no passado dia 5 de Dezembro, o segundo workshop de Paleografia, orientado pela Dra. Alexandra Vidal, Paleógrafa, licenciada em História, e com Pós-Graduação e Mestrado em Ciência da Informação e Documentação.

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Para além de terem sido analisadas as abreviaturas mais comuns na escrita humanística, foi também dada uma breve introdução à Diplomática, nomeadamente quanto às partes do discurso diplomático, seguidos de exercícios de leitura de vários textos do séc. XVI e XVIII.

Por fim, realizou-se uma visita à exposição presente no Arquivo Municipal, com a leitura da transcrição do Foral Manuelino.

ARQUIVO MUNICIPAL DE MONÇÃO TEM CATÁLOGO ONLINE

Equipamento cultural, inaugurado em 2008, alarga o seu serviço público com a implementação do catálogo online. Acedendo a arquivo.cm-moncao.pt, tem disponível vários fundos documentais, fotografias antigas e jornais locais.

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Aceder ao vasto espólio bibliográfico do Arquivo Municipal de Monção é agora mais fácil e cómodo, encontrando-se disponível para consulta no seguinte endereço: arquivo.cm-moncao.pt. Basta um simples click, a qualquer hora ou local, para ter acesso ao catálogo online.

A criação deste serviço conta já com sete fundos disponíveis: Câmara Municipal de Monção (1512 - ….) Câmara Municipal de Valadares (1633-1855) Administração do Concelho de Monção (1841-1884), Administração do Concelho de Valadares (1834-1855), Couto de Paderne (1710-1778), Santa Casa da Misericórdia de Monção (1419-1995), e Santa Casa da Misericórdia de Valadares (1615-1953).

O catálogo online, aberto a todos os interessados através da rede global, recebeu financiamento pelo POCTEP no âmbito do projeto ARPAD. Além da documentação mencionada, é possível ainda aceder a fotografias antigas e exemplares de jornais locais já extintos.

Para o autarca local, Augusto de Oliveira Domingues, a disponibilização da informação existente no Arquivo Municipal de Monção, contendo séculos de história monçanense, reforça a sua função de serviço público e obedece aos princípios que estiveram na origem da sua criação.

“O acesso ao nosso fundo documental em qualquer local constitui uma mais-valia para a divulgação da nossa biografia coletiva e uma vantagem para estudantes, académicos e investigadores que recorrem aos nossos serviços para os seus trabalhos” salientou.

O Arquivo Municipal de Monção foi inaugurado a 12 de Março de 2008, numa cerimónia presidida pelo Ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros, Luís Amado. Projetado pelo arquiteto Paulo Gomes, compreende três pisos com espaços destinados à consulta, acondicionamento e tratamento de toda a documentação referente à atividade municipal.

ARQUIVO MUNICIPAL DE GUIMARÃES APRESENTA “ALFREDO PIMENTA - CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA”

Arquivo Municipal de Guimarães reúne em catálogo cartas enviadas ao seu primeiro diretor

Apresentação marcada para a próxima quarta-feira, ao final da tarde. Publicação revela correspondência enviada ao primeiro diretor do Arquivo por ilustres personalidades, entre elas, Egas Moniz, João de Barros ou Guerra Junqueiro. Iniciativa assinala 81º aniversário da sua abertura ao público.

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O Arquivo Municipal Alfredo Pimenta, em Guimarães, realiza uma sessão pública nas suas instalações, na próxima quarta-feira, 14 de outubro, pelas 18 horas, onde irá apresentar o catálogo “Alfredo Pimenta - Correspondência Recebida”. A sessão, que está incluída no programa de comemorações dos 81 anos da sua abertura oficial, na altura, no edifício dos antigos Paços do Concelho, terá a apresentação do Professor Luís Reis Torgal, sendo inaugurada posteriormente uma mostra documental sobre o seu primeiro diretor.

O Arquivo Municipal Alfredo Pimenta foi criado pelo decreto nº 19.952, de 27 de junho de 1931. Por determinação deste decreto, o Arquivo reúne, conserva, cataloga e faculta, oportunamente, à leitura e consultas públicas os documentos do arquivo da extinta Colegiada de Guimarães, os documentos do antigo recolhimento do Anjo, processos crimes, cíveis e orfanológicos, livros dos cartórios e tabeliães extintos, livros paroquiais do concelho, todos os documentos, livros, processos e estatutos provenientes das irmandades, corporações e repartições extintas.

Esta atribuição confere-lhe funções de Arquivo Distrital para a área do concelho de Guimarães, tornando-o único no país. Entre 1931 e 1934, o Arquivo ocupou o segundo andar da Casa de Martins Sarmento, no Largo do Carmo, onde laboriosamente trabalhou Rodrigo Pimenta na catalogação e inventariação de centenas documentos. Em 1934, a casa foi ocupada, a título provisório, pela Câmara Municipal de Guimarães e pelos Serviços de Repartições de Finanças.

Da Oliveira a Santa Clara até às atuais instalações

Nesta altura, o Arquivo Municipal mudou-se para o antigo edifício dos Antigos Paços do Concelho, no Largo da Oliveira, onde a 14 de outubro de 1934 se assistiu à abertura solene. A 29 de fevereiro de 1952, por portaria publicada no Diário do Governo nº 51, II série da mencionada data, passou a designar-se Arquivo Municipal Alfredo Pimenta, em homenagem àquele que foi seu Diretor cerca de 20 anos.

Em 1963, o Arquivo foi transferido para algumas dependências do Convento de Santa Clara, por razões de segurança, já que o edifício se encontrava em perigo de ruína. A 23 de julho de 1964, por determinação da Inspeção Superior de Bibliotecas e Arquivos, passou a incorporar os livros paroquiais do concelho de Guimarães, incluindo aqueles que se encontravam no Arquivo Distrital de Braga. Entre 1973 e 24 de junho de 2003, o Arquivo Municipal Alfredo Pimenta esteve instalado na Capela do Convento de Santa Clara.

No âmbito do Programa de Apoio à Rede Nacional de Arquivos Municipais (PARAM), do Instituto dos Arquivos Nacionais/Torre do Tombo, verificou-se uma comparticipação financeira para a sua instalação num edifício já existente, denominado “Casa Navarros de Andrade”, inaugurado no dia 24 de junho de 2003, Dia Um de Portugal, comemoração da Batalha de S. Mamede. Com a adaptação da Casa Navarros de Andrade, resolveu-se uma das preocupações mais prementes, a salvaguarda, preservação e acesso à memória coletiva de Guimarães.

 

ARQUIVO MUNICIPAL DE VILA NOVA DE CERVEIRA LANÇA CATÁLOGO ON-LINE

Catálogo On-line do Arquivo Municipal: do formato físico para o virtual

Acompanhando os benefícios da evolução tecnológica na preservação documental, o Arquivo Municipal de Vila Nova de Cerveira dispõe, desde o passado dia 01 de outubro, de um Catálogo On-Line que proporciona uma maior facilidade no acesso à informação, conferindo-lhe visibilidade para o exterior.

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Emblemático quer pela história quer pela antiguidade, quem ainda não conhece o Foral de Vila Nova de Cerveira outorgado pelo Rei D. Manuel a 20 de outubro de 1512, terá agora uma oportunidade de ‘contactar’ com este documento à distância de um click. Mas também alguma documentação da própria Câmara Municipal (1512 -...), da Administração do Concelho (1835 – 1973), Alfandega de Vila Nova de Cerveira (1769-1778), Corregedor da Comarca de Vila Nova de Cerveira (1707-1794), Provedoria do Concelho (1829-1836), entre outros.

A consulta do Catálogo On-Line em http://arquivo.cm-vncerveira.pt conta já com 21 fundos arquivísticos disponíveis e mais de 15 mil imagens digitalizadas dos mais diversos documentos e períodos históricos.

Aproveitando a oportunidade, o Presidente da Câmara Municipal deixou um desafio às Juntas de Freguesia e instituições do concelho para depositarem o seu espólio no Arquivo Municipal. Mantendo a propriedade sobre os documentos, “esta ação visa preservar documentos de valor incalculável para a história e identidade cerveirenses, colocando-os num único e apropriado espaço, com a vantagem de serem consultados e divulgados, ao invés de ficarem fechados numa gaveta ou encostados numa prateleira”.

Com um edifício arquitetonicamente moderno, o Arquivo Municipal de Vila Nova de Cerveira, através do Catálogo On-Line, disponibiliza agora um mecanismo virtual para o conhecimento da história deste concelho ligando o passado e o presente, com impacto no futuro.

“MIGUEL NA TERRA DE COURA”: PAREDES DE COURA COMEMORA DIA INTERNACIONAL DOS ARQUIVOS

Para assinalar o Dia Internacional dos Arquivos abre, hoje (dia nove), a Exposição de desenhos “Miguel na Terra de Coura”, elaborados na Sala de Leitura do Arquivo Municipal de Paredes de Coura pelas turmas do 1ºA, 2ºA; 2ºB e 2ºD, na sequência das visitas inseridas nas comemorações dos 500 anos da atribuição do Foral Manuelino.

Os alunos deram asas à imaginação e coloriram, de forma original, o símbolo da efeméride – o Miguel -, que a Autarquia Courense celebra ao longo do presente ano. O conjunto dos 72 trabalhos está patente ao público, no Arquivo Municipal de Paredes de Coura, até ao próximo mês de setembro.

Note-se que, desde o início do ano em curso, o Arquivo Municipal de Paredes de Coura recebeu um total de 16 turmas, de diferentes níveis de ensino (básico e secundário), acompanhadas dos respetivos docentes, no âmbito das iniciativas de extensão cultural e educativa, o que perfaz um total de 332 estudantes.

Deslocaram-se ao AMPCR para efetuar “Visitas Guiadas”, aos vários circuitos que compõem aquele equipamento cultural, explorar a exposição recentemente inaugurada “Terra de Coura: Foral Manuelino e Futuro” e integrar a oficina “O Pequeno Herói da Travanca”, lançada no primeiro trimestre de 2015, com o intuito de explicar a génese histórica do Dia do Município, celebrado a 10 de agosto. Essa oficina contou com a presença do escritor Assírio Bacelar, autor da obra “O Pequeno Herói da Travanca”.

Implantado no coração da vila, na emblemática Rua Conselheiro Miguel Dantas, o AMPCR, aberto ao público desde 5 de maio de 2008, está vocacionado para a preservação e gestão do património documental concelhio.

PONTE DE LIMA DEBATE ARQUIVÍSTICA

I Ciclo de Conferências e Debates Arquivos Pessoais e de Famílias. Património, Memória, e Conhecimento | 4 de julho, em Ponte de Lima

O Município de Ponte de Lima, a Associação Portuguesa dos Arquivos Históricos Privados e a Fundação Inês de Castro, organizam no dia 4 de Julho, em Ponte de Lima, um encontro subordinado ao tema “Os Arquivos de Família hoje: o estado da questão”.

A iniciativa integra-se num ciclo conferências intitulado “Arquivos Pessoais e de Famílias. Património, Memória, e Conhecimento”, de periodicidade semestral, que pretende debater e refletir sobre variadas questões em torno dos APF e de proporcionar a articulação entre os múltiplos atores, nomeadamente, os detentores de arquivos públicos ou privados e os investigadores, independentemente da sua área de investigação.

O ciclo pretende reunir especialistas na área das Ciências Sociais – Arquivística/ Ciência da Informação, História, Genealogia, Sociologia, Antropologia, Direito, entre outras – com o objetivo de abordar os diferentes modelos conceptuais, perspetivas e problemáticas no que se refere à gestão, organização, preservação e difusão dos arquivos pessoais e de família.

A agregação de público de diferentes áreas no sentido de novas abordagens diferenciadas e estudos interdisciplinares pretende despertar para a necessidade de responsabilizar as entidades públicas e privadas para a preservação, valorização e divulgação dos Arquivos Pessoais e de Famílias enquanto fontes de informação detentoras de valor informativo que são imprescindíveis para a construção da Memória e da História Nacionais.

O evento conta com a presença de conceituados docentes e investigadores da Universidade do Porto, da Universidade Nova de Lisboa e da Universidade do Minho - Prof. Doutor Manuel Braga da Cruz, Prof. Doutora Maria Engrácia Leandro, Prof. Doutor Armando Malheiro da Silva, Prof. Doutora Maria de Lurdes Rosa, Prof. Doutora Helena Osswald, Prof. Doutor António Barros Cardoso, entre outros.

Conta ainda com a presença de profissionais de informação e de proprietários de Arquivos Familiares.

A inscrição é obrigatória e será entregue certificado de participação.

A Participação é gratuita mas sujeita a inscrição através do preenchimento do formulário online ou dos seguintes contactos:

Formulário online / Inscrições: http://www.cm-pontedelima.pt/evento.php?id=1657

VIZELA: BIBLIOTECA MUNICIPAL FUNDAÇÃO JORGE ANTUNES DISPONIBILIZA FUNDO MANUEL CAMPELOS

A Câmara Municipal de Vizela e a Fundação Jorge Antunes inauguraram no passado sábado o Fundo Reservado Manuel Campelos, composto por toda a documentação relativa ao Movimento para a Restauração do Concelho de Vizela, doado pelo ilustre vizelense Manuel Campelos.

fundo manuel campelos

Na inauguração esteve presente o Presidente da Câmara Municipal de Vizela, Dinis Costa, que enalteceu a figura de Manuel Campelos: ‘Ninguém como Manuel Campelos se entregou, ao longo de mais de três décadas, de forma contínua, persistente e abnegada, a uma luta perseverante, que chegou ao fim a 19 de março de 1998 e que elevou, finalmente, Vizela a Concelho’.

Dinis Costa realçou também a importância deste projeto: ‘Não posso também deixar de agradecer à Fundação Jorge Antunes o facto de ter iniciado este projeto, ao qual a Câmara Municipal de Vizela se associou desde a primeira hora, por se tratar de um espólio de valor incomensurável para o Município de Vizela e que irá contribuir para a perpetuação no tempo do significado da luta autonómica do Concelho de Vizela.’

De realçar que a criação do Fundo Manuel Campelos resultou de uma parceria entre a Câmara Municipal de Vizela e a Fundação Jorge Antunes, sendo este Fundo constituído pelo arquivo do Movimento para a Restauração do Concelho de Vizela, que inclui correspondência, folhetos, fotos e recortes de jornal, entre outros, que retratam o processo de luta pelo concelho de Vizela, de 1964 a 1998.

O espólio foi cedido por Manuel Campelos e está agora disponível para consulta na Biblioteca Municipal Fundação Jorge Antunes.

Fundo reservado Manuel Campelos

A Biblioteca Municipal Fundação Jorge Antunes coloca à disposição dos seus leitores o fundo reservado Manuel Campelos, constituído pelo arquivo do Movimento para a Restauração do Concelho de Vizela, que inclui correspondência, folhetos, fotos e recortes de jornal, entre outros, que retratam o processo de luta pelo concelho de Vizela, de 1964 a 1998, ano em que Vizela foi considerada concelho.

No sentido de facilitar a consulta do fundo reservado, os documentos foram agrupados em áreas, a saber (ordem alfabética):

CDS;  Código Postal; Comunicados; Diversos; Freguesias; Governo Civil Braga; Marechal Spínola; Ministério da administração interna; Moreira; Nova Vizela (Guiné); Organizações internacionais; Partidos diversos; PCP; PPM; Presidente da República; Primeiro-ministro; PS; PSD; Recortes de jornal; Vilarinho.

Condições de acesso

O Fundo de Reservados exige condições especiais de acesso. Este Fundo mantém unicamente leitura de presença, sem possibilidade de empréstimo. As solicitações de reprodução do fundo reservado deverão ser comunicadas à biblioteca e serão objeto de análise.

  1. a) O acesso a estes fundos só é permitido a pessoas devidamente identificadas.
  2. b) O leitor é responsável pelas espécies que recebe até à sua devolução e conferência pelos funcionários de serviço. Não poderá, em caso algum, escrever nos documentos ou sobre eles, nem retirá-los da sua ordem.
  3. c) Cada leitor só poderá ter na sua mesa de trabalho uma capa.

PONTE DE LIMA APOIA JORNADA DE “GESTÃO, PRESERVAÇÃO E ACESSO À INFORMAÇÃO DIGITAL”

A Jornada “Gestão, preservação e acesso à informação digital” realiza-se no dia 11 de setembro / Auditório Municipal – 09h30/17h00

O Município de Ponte de Lima apoia a jornada “Gestão, preservação e acesso à informação digital”, promovida pela Associação Portuguesa de Bibliotecários, Arquivistas e Documentalistas/Grupo de Trabalho de Gestão de Documentos de Arquivo (GT-GDA) e organizada conjuntamente com a Delegação Regional do Norte.

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Agendada para o dia 11 de setembro, a iniciativa realiza-se no Auditório Municipal e visa promover o debate e a partilha de conhecimentos em torno das oportunidades e desafios que se impõem às organizações, em geral, e à administração pública, em particular, face ao atual contexto digital e à crescente produção e disseminação de informação.

Importa refletir sobre o papel dos profissionais da informação no que se refere ao desenvolvimento e implementação de sistemas que garantam a criação, manutenção e preservação da informação a longo prazo, bem como à definição de estratégias e de políticas que visem garantir o acesso continuado à informação digital autêntica, íntegra, fidedigna, inteligível e (re)utilizável.

A jornada será estruturada em torno de três temas centrais: “Sistemas de informação de arquivo e interoperabilidade”, “Acesso, difusão e reutilização da informação” e “Oportunidades e desafios da era digital na gestão e preservação da informação”. Dirige-se a todos os profissionais de informação interessados em reforçar as suas competências e contribuir para a introdução de uma nova dinâmica e melhoria da gestão da informação no país.

As inscrições devem ser realizadas em: http://tinyurl.com/ptmjd42. Para mais informações consulte o site: www.bad.pt

UNIÃO DE FREGUESIAS DE CERVEIRA E LOVELHE TRANSFERE ESPÓLIO DE LOVELHE PARA O ARQUIVO MUNICIPAL

O Dia Internacional dos Arquivos foi assinalado, a 09 de junho, no concelho de Vila Nova de Cerveira com a entrega, a título de depósito, da documentação autárquica da Freguesia de Lovelhe ao Arquivo Municipal.

Do auto de entrega, assinado pelo presidente de Junta da União de Freguesias de Vila Nova de Cerveira e Lovelhe, Constantino João Magalhães Costa, e a vereadora da Câmara Municipal de Vila Nova de Cerveira, Aurora Viães, consta que o conjunto documental ficará sob custódia do Arquivo Municipal, continuando a ser propriedade da freguesia.

O espólio transferido é constituído por cinco metros lineares de documentos, correspondentes a atas da junta e da assembleia de freguesia, entre outra informação referente a esta localidade.

O Arquivo Municipal de Vila Nova de Cerveira está receptivo a inventariar, preservar e divulgar, quer documentos públicos, quer privados, seja a título de doação ou de depósito, de forma a contribuir para o enriquecimento do património documental existente no concelho e de o tornar acessível não só a investigadores, como a todas as pessoas que pretendem visitar e consultar a informação disponibilizada.

Da ‘vida’ documental do arquivo fazem parte fundos da Câmara Municipal, Administração do Concelho, Alfândega, Capitania-Mor das Ordenanças, Corregedor da Comarca, Escola Primária de Candemil, Escola Primária de Nogueira, Junta Escolar de Vila Nova de Cerveira, Liga dos Amigos de Cerveira, Paróquias de Campos, Gondar, Nogueira e Sopo, provedoria do Concelho, Recebedoria do Concelho, Coleções e Serviços Prestados pelo Arquivo.

O Arquivo Municipal de Vila Nova de Cerveira foi criado em 1994, e desde 2009, tem um novo edifício. O documento mais antigo, e que se encontra atualmente em exposição, é o Foral do rei D. Manuel I, outorgado em 20 de Outubro de 1512.

ARCOS DE VALDEVEZ COMEMORA DIA INTRNACIONAL DOS ARQUIVOS

DIA DOS ARQUIVOS___

O Arquivo Municipal de Arcos de Valdevez assinala nos próximos dias 7, 8 e 9 de Junho, o Dia Internacional dos Arquivos, com a abertura do edifício ao público em geral. Através de visitas guiadas, pretende-se dar a conhecer a existência do Arquivo Municipal e os acervos que constituem o seu espólio o espólio documental.

Para mais informações contacte o Arquivo Municipal - 258 520523

ARQUIVO HISTÓRICO DA MARINHA REALIZA MOSTRA DOCUMENTAL

O seu acervo documental possui elevado interesse para os estudiosos e investigadores da nossa região

O Arquivo Histórico da Marinha leva a efeito durante o próximo mês de junho uma mostra documental subordinada ao tema “A Marinha e os Arquivos”. Com elevado interesse também no que à região de Lisboa diz respeito, mormente os concelhos do litoral e toda a atividade marítima e piscatória com ela relacionada, o Arquivo Histórico da Marinha constitui um importante lugar de memória cuja consulta se aconselha vivamente aos estudiosos e investigadores da nossa região.

Para melhor entendimento da sua importância, transcreve-se com a devida vénia a apresentação que é feita no site oficial da Marinha Portuguesa.

“O Arquivo Histórico conserva registada a memória da Marinha, nas suas múltiplas atividades ao longo dos últimos 250 anos.

Integrado na Biblioteca Central de Marinha, o Arquivo Histórico assegura a guarda, conservação e divulgação do património documental e arquivístico, de natureza histórica, da Marinha enquanto fundamento da memória coletiva e individual, e ainda como fonte de investigação.

O Arquivo Histórico conserva registada a memória da Marinha, nas suas múltiplas atividades ao longo dos últimos 250 anos.

A área presentemente ocupada pelo Arquivo é superior a 2000 m2. Os serviços, que incluem gabinetes, salas de avaliação, catalogação, restauro, conservação, e a sala de leitura ocupam cerca de 380 m2 sendo a restante área destinada ao acervo documental.

A documentação mais antiga existente remonta ao século XVII, no entanto a documentação relativa aos séculos XIX e XX é que forma o principal espólio.

A escassez ou mesmo, nalguns casos, a inexistência de documentos deve-se a vicissitudes várias, sendo as principais: o terramoto de 1755, incêndios, a saída da corte para o Brasil, as invasões francesas e as guerras liberais.

A tipologia documental é variada e altamente especializada, obviamente virada para a História Marítima, agrupando-se em documentação avulsa, códices, documentação encadernada, fotografias, cartografia e planos de navios.

O Arquivo Histórico da Marinha regista a memória da Marinha ao longo dos últimos 250 anos, ocupando uma área superior a 1600 m2, o que equivale a cerca de 13 quilómetros de prateleiras com documentação.”

Fonte: http://www.marinha.pt/pt-pt/servicos/cultura/Paginas/Arquivo-Historico.aspx

VIANA DO CASTELO: CENTRO DE ESTUDOS REGIONAIS DIVULGA INICIATIVAS CULTURAIS

Arquivos, memórias e história discutidos no ciclo de estudos “A serra e o homem: natureza, cultura e arte”

Na próxima quinta-feira, dia 10 de Abril, na Sala Couto Viana da Biblioteca Municipal de Viana do Castelo, às 17 horas, decorre a oitava sessão do ciclo de estudos “A Serra e o Homem: natureza, cultura e arte”, promovido pelo Centro de Estudos Regionais e sua Academia Sénior. O encontro, com o título Arquivar a memória da serra, preservar a história do homem, pretende dar a conhecer o diálogo entre o arquivista e o historiador, entre a preservação da memória e a construção da história. Contaremos com a colaboração de Vitor Marinho, arquivista do Município de Ponte da Barca.

A sessão é pública.

Apresentação do livro “Memórias de uma Guerra – Moçambique, 1970/72, de João Hilário Lima

O Centro de Estudos Regionais apresentará no próximo dia 12 de Abril, às 16 horas, na Sala Couto Viana da Biblioteca Municipal de Viana do Castelo, o livro Memórias de uma Guerra – Moçambique, 1970/72, de João Hilário Lima. A publicação reúne as memórias da Guerra Colonial registadas pelo autor, através do verso, e integra a Coleção Seiva das Edições do Centro de Estudos Regionais.

O livro, composto por 180 páginas, apresenta centenas de imagens alusivas ao tema e conta com um prefácio redigido por Albino Ramalho e um posfácio da autoria de Mário Leitão. A apresentação estará a cargo da Profª Cândida Novo. A entrada é livre.

João Hilário Gonçalves Lima, natural da freguesia da Facha, concelho de Ponte de Lima, é filho de lavradores, autodidata, tendo como habilitações literárias a 4ª classe. Aos 18 anos emigrou “a salto” para a França onde permaneceu durante dois anos, findos os quais se apresentou, voluntariamente, para cumprir o serviço militar.

Embarcou para Moçambique, Cabo Delgado, em 1970. Graduado 1º cabo, exerceu funções na arma de transmissões, onde permaneceu durante 26 meses, em comissão militar. As experiências por si vivenciadas, semelhantes à de tantos outros jovens da sua geração, é o núcleo central da presente edição.

VALENÇA REFORÇA E PROJETA MEMÓRIA HISTÓRICA

1500 metros lineares de documentos do arquivo histórico, intermédio e corrente, guardam a memória histórica de Valença, no Arquivo Municipal, a funcionar em pleno centro histórico.

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Milhares de documentos proporcionam informações preciosas para os historiadores, os trabalhos de investigação académica de várias universidades e o apoio aos jovens estudantes valencianos que abordam a história local.

Neste espaço pode, também, obter ajuda para começar a descobrir a história da sua família, com orientação na pesquisa de ascendentes e organização de dados da árvore genealógica. O Arquivo passa, também, certidões e fotocópias de documentos arquivados, bem como dispõe de um auditório polivalente para acolher conferências, exposições e as mais diversas manifestações culturais.

Milhares de documentos históricos poderão ser consultados neste espaço. De toda a documentação destaca-se o Foral Manuelino de 1512, o documento mais antigo. Do espólio existente merecem especial referência os documentos da Administração do Concelho (1834-1928), do Antigo Colégio Português (1932-1972), da Assembleia Valenciana (1635; 1851-1975), da Associação Valenciana de Socorros Mútuos (1864-1970), do Couto de Sanfins (1747-1835), do Juízo dos Resíduos (1680-1821), bem como de muitas irmandades e serviços públicos extintos em Valença, ao longo dos tempos.

Espaços para higienização documental, seleção e triagem, preservação, restauro e conservação, completam o amplo trabalho desenvolvido pelo Arquivo Municipal em prol da memória história.

Para Jorge Salgueiro Mendes, “A história valenciana, hoje, tem mais visibilidade e enriquece a oferta cultural da cidade”.

O Arquivo Municipal está aberto ao público, a todos os interessados, de segunda a sexta-feira, das 9h às 16h.

ESPÓLIO BIBLIOGRÁFICO DE VÍCTOR CASTILHO ENRIQUECE ARQUIVO MUNICIPAL DE PONTE DE LIMA

O património documental do Arquivo Municipal de Ponte de Lima está mais rico, graças à recente aquisição de um valioso acervo documental.

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O Município de Ponte de Lima adquiriu ao bibliófilo e colecionador limiano Victor Castilho um valioso acervo documental constituído por diversos manuscritos, partituras, fotografias antigas de paisagens e monumentos, jornais, revistas e livros impressos, alguns dos quais raros, todos referentes ao concelho de Ponte de Lima e/ou a autores limianos, num total de 250 documentos.

Esta aquisição, que em muito contribui para o enriquecimento do fundo local, reveste-se de grande importância para a investigação e para o conhecimento da história do concelho de Ponte de Lima.

O acervo documental será brevemente disponibilizado ao público no Arquivo Municipal de Ponte de Lima.

FAFE INAUGURA EDIFÍCIO DO ARQUIVO MUNICIPAL

Ao longo da tarde, registou-se a inauguração de três melhoramentos pelo concelho. O primeiro a ser inaugurado, pelas 15h00, é o arranjo urbanístico da Igreja de Antime, que consistiu na requalificação do espaço envolvente do templo, construção de acessibilidades e casas de banho, num investimento de aproximadamente 200 000 euros. Promovido pela Junta de Freguesia, teve o indispensável apoio da Câmara Municipal, na disponibilização do projeto e apoio técnico, entre outros.

Uma hora depois, é inaugurado o edifício do Arquivo Municipal, que resulta da adaptação, recuperação e ampliação do chamado “Palacete do ex-Grémio”, um belíssimo imóvel “brasileiro” edificado em 1912 e que completa o quarteirão cultural, integrado ainda pela Casa Municipal de Cultura e pela Biblioteca Municipal.

Comparticipada pela ON 2, a obra de recuperação do edifício para instalação do Arquivo Municipal ascende a 1 229 600 euros.

As diferentes atividades que o Arquivo Municipal desenvolve ganharão nova dimensão com a sua transferência para o edifício definitivo (é a primeira vez que o arquivo municipal dispõe de instalações adequadas), pensado no sentido de responder aos desafios da sociedade atual e apto a reunir toda a documentação produzida pela administração nos últimos séculos, quer na documentação histórica, quer intermédia.

Vão concentrar-se nesta infraestrutura, adquirida pelo município em 2007, as áreas do Arquivo Municipal destinadas à receção, triagem, desinfestação, tratamento técnico e armazenagem de documentos, ações de conservação e pequenos restauros, as tarefas relacionadas com a transferência de suporte e de meios de reprodução, bem como áreas destinadas ao público, as quais incluem a sala de consulta, biblioteca de referência, serviço educativo, para além de espaços afetos à realização de exposições, conferências, ações de formação, workshops, entre muitas outras atividades, concretizando, desta forma, um projeto que se pretende que seja de âmbito concelhio e ao serviço do munícipe.

Finalmente, pelas 17h00, acontece a inauguração da Praia Fluvial e Zona de Lazer de Calvelos, uma obra comparticipada pelo programa PRODER e que orça os 143 580 euros.

MUNICÍPIO DE BARCELOS PROMOVE 1.º ENCONTRO ARQUIVOS MEMÓRIA DE UMA REGIÃO

Iniciativa realiza-se no sábado, dia 8 de junho, às 14h30, no Auditório da Biblioteca Municipal

A Câmara Municipal de Barcelos realiza no próximo dia 8 de junho, a partir das 14h30, no Auditório da Biblioteca Municipal, o I Encontro Arquivos Memória de uma Região, uma iniciativa que assinala o Dia Internacional dos Arquivos.

Neste encontro pretende-se salientar a importância dos arquivos como produtores e divulgadores de informação, mas também como memória, no sentido em que preservam, conservam e procedem ao tratamento dessa documentação.

Assim, no primeiro painel, e com moderação de Fernando Miranda, professor da Escola Secundária Alcaides de Faria, vão intervir Maranhão Peixoto, do Arquivo Municipal de Viana do Castelo que falará dos “Arquivos Municipais: identidade e herança cultural” e Abel Rodrigues, da Fundação da Casa de Mateus que abordará o tema "O Arquivo da Casa de Mateus. Da produção informacional à salvaguarda da Memória."

Depois de um pequeno intervalo, realizar-se-á o segundo painel, moderado por Cláudia Milhazes, Chefe de Divisão de Educação, Desenvolvimento Social, Cultura e Museus. Victor Pinho, Chefe do Gabinete de Cultura, Museus e Arquivo do Município de Barcelos falará de “O Arquivo Municipal de Barcelos e a História Local”, seguindo-se Palmira Brandão, Técnica Superior do Município de Barcelos que abordará o tema “As parcerias na recuperação dos acervos documentais: Arquivos da Coelgiada de Santa Maria Maior-Barcelos e da Banda Musical de Oliveira - Barcelos”.

MUNICÍPIO DE PONTE DE LIMA CELEBRA PROTOCOLO COM FAMÍLIA NORTON DE MATOS

Foi celebrado, no passado dia 2 de março, o protocolo entre o Município de Ponte de Lima representado pelo Presidente da Câmara Eng.º Victor Mendes e pelo Vereador da Cultura, Dr. Franclim Castro Sousa e os Herdeiros do General Norton de Matos, D. Maria Emília Norton de Matos d'Albuquerque Calheiros e Dr. José Maria Norton de Matos d'Albuquerque Calheiros, que contou com a presença do Prof. Doutor Armando Malheiro da Silva, conceituado docente e investigador da Faculdade de Letras da Universidade do Porto.

O presente protocolo visa o tratamento técnico da biblioteca e arquivo do General José Mendes Ribeiro Norton de Matos e a sua posterior divulgação, sendo este,  indubitavelmente, um acervo que se reveste de primordial importância para a história nacional do século XX.

Desta forma, os Herdeiros do General Norton de Matos não se limitam a ser os legítimos detentores do património arquivístico e bibliográfico em questão, mas assumem também a elevada função cultural e cívica ao promover a sua disponibilização e divulgação dentro do mais estrito rigor científico e historiográfico.

Esta cerimónia constitui mais um passo importante no enriquecimento do Arquivo e Biblioteca Municipal e vem de encontro ao projecto cultural assumido pelo Município assente na celebração de parcerias com entidades que podem proporcionar aos investigadores e ao público acesso a novas fontes de documentação.

ARQUIVO E BIBLIOTECA MUNICIPAL DE PONTE DE LIMA RECEBEM VALIOSA DOAÇÃO DE LIVROS E DOCUMENTOS DIVERSOS

Entre a bibliografia recebida encontram-se diversos exemplares do hebdomadário “Mala da Europa” que foi dirigida pelo escritor Delfim Guimarães

O Arquivo e a Biblioteca Municipal de Ponte Lima foram contemplados com um conjunto de documentos e livros sobre temáticas diversas, através da assinatura dos autos de entrega que se realizou sexta-feira, dia 30 de novembro no salão nobre da Câmara Municipal.

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Ao Arquivo Municipal foram doados um conjunto de documentos, dos quais destacamos o 1º livro sobre Gastronomia (1689), e diversos periódicos estrangeiros e portugueses entre os quais, alguns números de Mala da Europa – hebdomadário fundado pelo limiano Delfim José Monteiro Guimarães Júnior, pai de Delfim Guimarães que, após a morte de seus pais, para além de colaborador, passa a administrar), almanaques, monografias, manuais escolares dos finais do século XIX e início do século XX e, ainda, alguns livros sobre Ponte de Lima. Este espólio foi doado pelo Dr. Jorge Luís Cruz de Menezes Sottomayor, da freguesia de Calheiros, que considerou que “este é o sítio certo para acolher estes documentos, com condições adequadas para preservar estas memórias.” Como curiosidade, entre as ofertas está o livro ARTE DE COZINHAR, o 1º livro de culinária, de 1680.

Congratulando-se com esta doação, o Vereador da Educação e Cultura, Dr. Franclim Castro Sousa, considerou que esta louvável atitude contribui para o enriquecimento do espólio dos serviços do Município, colocando à disposição de todos os cidadãos uma verdadeira memória coletiva e classificou-a como um acto de generosidade cultural.

Além desta oferta, à Biblioteca Municipal foram doados 516 livros sobre temáticas diversas, pelo Dr. Fernando Manuel Mendes Marques, da freguesia de Cabaços.

ARQUITETO ALFREDO CAMPOS MATOS OFERECE LIVRO DE TOMBO DA CAPELA DAS PEREIRAS AO ARQUIVO MUNICIPAL DE PONTE DE LIMA

O Município de Ponte de Lima recebeu do Arquiteto Alfredo Campos Matos, o Livro de Tombo da Capela das Pereiras. Trata-se de um documento de indubitável importância para a história local e para a memória coletiva, que passa a integrar o espólio do Arquivo Municipal de Ponte de Lima.

Foto Susana Matos D. Teresa

O livro de tombo ou inventário dos bens da Capela de Nossa Senhora da Misericórdia das Pereiras, desta vila de Ponte de Lima, cujo termo de abertura refere: "Este livro ha de servir para o tombo dos bens da Capela de Nossa Senhora das Pereiras desta vila extrahido dos proprios autos do mesmo. Vai numerado e rubricado por mim e tem no fim o seu encerramento. Ponte do Lima 24 de Outubro de 1807. O Juiz de Fora Antero José da Maia e Silva".

Para além de Juiz de Fora, Antero José da Maia e Silva assume, por designação régia, as funções de Juiz do Tombo cabendo-lhe fazer a medição, demarcação e tombo dos bens e propriedades da citada capela, juntamente com o escrivão Manuel José Saraiva.

Em suma, este livro de tombo dá a conhecer, com bastante pormenor, os bens e propriedades pertencentes à Capela de Nossa Senhora da Misericórdia das Pereiras, localizados em diversas freguesias do concelho.

A altitude intelectual do Arq. Campos de Matos merece a admiração do Município, comprovada em mais um gesto de grande atenção e paixão pelas coisas de Ponte de Lima.

Foto: Susana Matos

ARQUIVO E BIBLIOTECA MUNICIPAL DE PONTE DE LIMA RECEBEM DOAÇÕES DE DOCUMENTOS

Realiza-se no próximo dia 30 de novembro, a partir das 16h00, no salão nobre da Câmara Municipal de Ponte de Lima, a assinatura dos autos de entrega pela doação de documentos ao Arquivo e Biblioteca Municipal.

P LMA 0 Fot. Amândio Vieira

À Biblioteca Municipal foram doados 516 livros sobre temáticas diversas, pelo Dr. Fernando Manuel Mendes Marques, da freguesia de Cabaços. Por sua vez, o Arquivo Municipal recebeu do Dr. Jorge Luís Cruz de Menezes Sottomayor, da freguesia de Calheiros, um conjunto de documentos, designadamente periódicos estrangeiros e periódicos portugueses (entre os quais, alguns números de Mala da Europa – hebdomadário fundado pelo limiano Delfim José Monteiro Guimarães Júnior, pai de Delfim Guimarães que, após a morte de seus pais, para além de colaborador, passa a administrar), almanaques, monografias, manuais escolares dos finais do século XIX e início do século XX e, ainda, alguns livros sobre Ponte de Lima.

Deste modo contribuem para o enriquecimento do espólio desses serviços, colocando o mesmo à disposição de todos os cidadãos, uma atitude louvável que o Município agradece e que possa servir de exemplo a toda a sociedade. Será uma forma de perpetuar o espólio e ficar assinalada a generosidade intelectual e social dos ofertantes.

Foto: Amândio Vieira

ARQUIVO MUNICIPAL DE PONTE DE LIMA RECEBE OBRAS DO DR. JOSÉ CRESPO

O Arquivo Municipal de Ponte de Lima recebeu de Sidónio José Afonso Ferreira Crespo várias obras escritas pelo Dr. José Crespo, seu pai. Entre as obras, ora doadas, contam entre outros, os seguintes títulos: "Roteiro do Minho" (1984), "Santa Isabel na doença e na morte" (1972), "Viagens na Europa" (1950), "A higiene na escola primária" (1945), "Apoteose da uva e do vinho" (1984).

Ponte de Lima

José Gomes de Almeida Crespo, nasceu em Gouveia, distrito da Guarda, a 14 de maio de 1902 e faleceu em 6 de fevereiro de 1992, na sua residência em Viana do Castelo.

Licenciou-se em Medicina e Cirurgia, em 1926, pela Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra.

Exerceu, entre outras, as funções de delegado de saúde, médico municipal e médico escolar do Liceu de Viana e, também, clínico extraordinário do extinto Hospital Sanatório Rodrigues Semide, no Porto, tendo recebido um louvor do Ministério da Instrução Pública.

Foi membro do Instituto de Coimbra, da Real Academia Galega, da Sociedade de Geografia de Lisboa, da Sociedade Portuguesa de Escritores Médicos, da Sociedade Portuguesa e Colégio Ibérico-Latino-Americano de Dermatologia, do Instituto Histórico do Minho e da Sociedade Luso-Africana do Rio de Janeiro.

Para mais informações consulte o Arquivo Municipal de Ponte de Lima, através do seguinte endereço arquivo@cm-pontedelima.pt, ou pelo telef: 258 900 425 / Fax: 258 900 410.