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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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ESPOSENDE É MUNICÍPIO AMIGO DO AMBIENTE

Viaturas elétricas ao serviço da Esposende Ambiente

A empresa municipal Esposende Ambiente adquiriu duas viaturas 100% elétricas para os seus serviços ambientais, nomeadamente para apoio nas áreas operacionais de limpeza urbana e fiscalização ambiental. Esta aquisição foi viabilizada pelo programa do Fundo Ambiental do Ministério do Ambiente e insere-se na estratégia de médio prazo que pretende conferir a Esposende caraterísticas vincadas de município amigo do ambiente.

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A Esposende Ambiente candidatou-se a este programa do Ministério do Ambiente para promover a aquisição de duas viaturas elétricas, uma destinada à limpeza urbana e outra para apoio a serviços ambientais, nomeadamente para a fiscalização ambiental.

A aquisição das duas viaturas teve um custo total de 51 702,27 euros e um financiamento de 24 467,36 euros, pelo programa do Fundo Ambiental, estando já disponíveis as viaturas para os serviços da empresa municipal esposendense.

A viatura para os serviços de limpeza urbana é um veículo 100% elétrico com caixa aberta basculante e com taipais elevados em rede com autonomia mínima de 70 quilómetros, equipada com sistema de lavagem a alta e baixa pressão, cuja utilização estará essencialmente vocacionada para a recolha de resíduos de papeleiras.

A segunda viatura, corresponde a um veículo comercial ligeiro de mercadorias, com dois lugares e compartimento de carga, cujo motor também é 100 % elétrico.

Sendo a componente ambiental um fator de valorização das estratégias municipais e um gerador de oportunidades, esta medida insere-se no âmbito das ações previstas no Plano Estratégico Municipal de Gestão Sustentada da Energia e no Pacto de Autarcas.

A aquisição destas viaturas constitui, para a Esposende Ambiente, um dos muitos passos dados no que diz respeito à mais sustentada gestão energética e, em concreto, à adequação da frota municipal de Esposende a este novo paradigma, substituindo viaturas movidas a combustíveis fósseis por viaturas elétricas.

CAMINHA PROMOVE PERCURSO PEDESTRE INTERPRETATIVO SOBRE O TEMA “PLANTAS DUNARES”

Iniciativa vai ter lugar em Moledo, sábado, dia 19 de agosto  

Sábado, dia 19 de agosto, vai ter lugar mais um Percurso Pedestre Interpretativo, sobre o tema “Plantas Dunares”. O local é a freguesia de Moledo e a atividade acontece pelas 14h30, sendo a participação gratuita, mas sujeita a inscrição.

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Na sequência do Percurso Pedestre Interpretativo “Plantas da Orla Costeira”, que teve lugar em Vila Praia de Âncora, é a vez agora de Moledo receber uma atividade idêntica, desta vez versando sobre o tema “Plantas Dunares”. O início do percurso está marcado para as 14h30, junto ao mastro da Bandeira Azul, na praia de Moledo.

O desafio é para um passeio diferente, cuja participação, como referimos, é gratuita. No entanto, a inscrição é obrigatória e pode ser feita através do endereço de email: cisa@cm-caminha.pt

A organização é da Câmara Municipal de Caminha em parceria com Carlos Venade.

Estas atividades têm como objetivo a realização de um percursos pedestres interpretativos, sobre plantas da orla costeira e inserem-se na programação da Bandeira Azul. Sob orientação de Carlos Venade, os participantes têm oportunidade de aprender a identificar espécies da orla costeira e caraterizar o seu potencial.

PAN QUESTIONA MINISTÉRIO DA SAÚDE SOBRE A DEMORA NA DECISÃO DA COMPARTICIPAÇÃO DOS NOVOS MEDICAMENTOS PARA VIH/SIDA

·         Novos medicamentos a aguardar decisão não despoletam, alegadamente, efeitos secundários significativamente adversos

·         Esta substituição integraria os parâmetros terapêuticos internacionais

·         Em Espanha já são comparticipados há mais de um ano

·         Em Portugal, o pedido de comparticipação foi efetivado há mais de um ano

·        ​Especialistas defendem que a comparticipação representaria uma poupança anual para o Serviço Nacional de Saúde de cerca de 24 milhões de euros

O PAN – Pessoas-Animais-Natureza questionou hoje o ministério da saúde acerca da demora na decisão acerca da comparticipação por parte do Estado dos novos medicamentos para VIH/SIDA.

De acordo com a informação veiculada recentemente por um órgão de comunicação social existem três medicamentos indicados para o tratamento da infeção pelo VIH/SIDA a aguardar por decisão de comparticipação por parte do Estado. Os medicamentos em causa apresentam em comum a substância tenofovir alafenamide, (TAF), sendo que estes são aptos a substituir um outro medicamento da mesma família terapêutica - o Tenofovir Disoproxil Fumarate (TDF). A questão relevante prende-se com o facto de o produto inovador sucedâneo não despoletar efeitos secundários significativamente adversos (especialmente a nível renal e ósseo) ao contrário que acontece com o medicamento que está a ser utilizado.

Os novos medicamentos, caso passem a ser comparticipados apresentarão o condão de substituir a medicação atualmente ministrada a milhares de doentes, mantendo o mesmo esquema posológico assente numa toma única diária mas que incrementa um nível superior de adesão à terapêutica por parte dos doentes, afigurando-se este como um elemento indispensável ao sucesso do tratamento desta infeção.

A substituição aflorada integra os parâmetros terapêuticos internacionais em toda a Europa Ocidental e em alguns países da Europa de Leste, onde, por norma, este tipo de inovações é mais tardiamente implementada – a título de exemplo, em Espanha, estes medicamentos já são comparticipados há mais de um ano, enquanto em Portugal, o pedido de comparticipação foi efetivado há mais de um ano, ainda aguardando decisão do Ministério da Saúde.

A presente delonga na decisão de comparticipação carece de compreensão, até porque especialistas defendem que a comparticipação destes medicamentos reduziria em 10% a fatura global do Serviço Nacional de Saúde com antirretrovirais, o que desembocaria numa poupança anual de cerca de 24 milhões de euros.

Face a uma alegada conjuntura tão vantajosa o PAN ficará a aguardar a resposta deste Ministério sobre a razão pela qual ainda não foi aprovada a comparticipação por parte do Estado destes medicamentos.

ESPOSENDE ALERTA PARA AS CONSEQUÊNCIAS AMBIENTAIS DOS RESÍDUOS DE PLÁSTICO NOS OCEANOS

Esposende recebe Exposição “Mar de Plástico” de 14 de julho a 15 de setembro

No âmbito do programa das Oficinas de Férias, do Centro Educação Ambiental - Verão 2017, encontra-se patente a exposição itinerante “Mar de Plástico”. Destinada a alertar a população para os graves problemas gerados pelos resíduos de plástico no oceano, a exposição é organizada pela Campanha Ocean Action do CIIMAR (Centro Interdisciplinar de Investigação Marinha e Ambiental – Universidade do Porto) e estará patente até 15 de setembro, no Centro de Acolhimento do Centro de Educação Ambiental.

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Estima-se que mais de 8 milhões de toneladas de plástico vão parar todos os anos ao oceano, levados pelos ventos, esgotos, rios e chuvas, ou deitados diretamente nas praias ou no mar. A maior parte deste plástico vai parar aos fundos marinhos, enquanto o restante fica a flutuar ou é trazido de volta para as praias. Este plástico causa graves consequências nos animais marinhos, que podem morrer ao ingeri-lo ou por ficarem presos nos detritos. Além disso, os plásticos apresentam alta durabilidade e vão-se apenas partindo em partículas cada vez mais pequenas devido à ação do sol. Estes microplásticos absorvem grande quantidade de contaminantes da água e podem ser facilmente ingeridos pelo zooplâncton e por pequenos peixes, iniciando uma corrente de acumulação de contaminantes ao longo da cadeia alimentar, que pode acabar no nosso prato.

Na exposição “Mar de Plástico” os visitantes são convidados a atravessar um corredor de objetos de plástico, que permite percecionarem o efeito opressivo da acumulação do plástico no meio marinho. A exposição também integra um supermercado de plástico constituído por uma infinidade de objetos de uso diário, recolhidos durante ações de limpeza de praias, realizadas no âmbito da campanha Ocean Action, etiquetados não com as respetivas datas de validade, mas com o tempo de vida esperado de cada objeto no mar, o qual pode alcançar em alguns casos as largas centenas ou milhares de anos.

A exposição apresenta ainda uma mostra de trabalhos premiados no concurso “Poluição do Oceano”, organizado para escolas a nível nacional, nas modalidades reciclarte, cartaz de sensibilização, fotorreportagem e infografia.

Segundo José Teixeira, coordenador da Campanha Ocean Action, “a exposição recorre ao uso da arte e a diferentes ferramentas de comunicação com forte impacto visual para atrair a atenção da sociedade para o problema do lixo marinho e alertar assim para a necessidade da adoção de comportamentos ambientalmente responsáveis pela população”.

A exposição pode ser visitada gratuitamente de segunda a sexta-feira, das 9h00 às 13h00 e das 14h00 às 16h30. As IPSS’s, associações e grupos interessados podem igualmente participar na oficina “Reutilizar o lixo marinho” relacionada com a temática da exposição, devendo para isso consultar o programa próprio que se encontra disponível em www.esposendeambiente.pt e inscrever-se em cea@esposendeambiente.pt

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FAMALICÃO: VOLUNTÁRIOS LIMPAM MARGENS DO RIO GUISANDE

Projeto “Os Nossos Rios” mostra trabalho no terreno

Mais de meia centena de voluntários participaram, este sábado, em mais uma jornada de limpeza das margens ribeirinhas de Vila Nova de Famalicão. A ação que decorreu nas margens do rio Guisande foi promovida pela autarquia em conjunto com a Engenho, Associação de Desenvolvimento Local do Vale do Este e a União de Freguesias de Arnoso Santa Maria, Santa Eulália e Sezures.

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Esta iniciativa, inserida no âmbito do projeto “Os Nossos Rios” – que tem como objetivo a proteção do ambiente e a promoção do património natural do concelho – e também no processo de adoção do Rio Guisande pela Associação Engenho, envolveu mais uma vez a comunidade na limpeza e preservação das margens e leito do Rio, valorizando assim o património natural. Ao todo, foram limpos mais de 700 metros de margem.

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A ação contou com a presença do vereador do Ambiente, Pedro Sena. Entre os voluntários, destaque para o movimento associativo, autarcas, grupos de jovens, associações ambientalistas, agrupamentos do CNE, crianças, pais e colaboradores da Engenho e proprietários dos terrenos ribeirinhos.

Além da ação de limpeza, também se realizou uma verdadeira saída de campo com a responsável do Projeto Rios e um biólogo da H2Ave, que tomaram o rio Guisande como um laboratório vivo e deram a aula aos mais pequenos, in loco, que vibravam a cada descoberta.

Do rio tirou-se uma variadíssima quantidade de plásticos, garrafas, tecidos, restos de uma maquina de lavar e até mesmo ossos, mas no final dos trabalhos todos estavam satisfeitos e com sentimento de missão cumprida e até o Rio voltou a cantar!

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VIANA DO CASTELO TEM OITO PRAIAS COM BANDEIRA AZUL

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São oito as praias com bandeira azul em Viana do Castelo:

Afife, Arda/Bico, Paçô, Carreço, Norte, Cabedelo, Amorosa e Castelo de Neiva

O QUE É A BANDEIRA AZUL?

A Bandeira Azul é um símbolo de qualidade, um galardão que é atribuído anualmente às praias e marinas que se candidatam e que cumpram um conjunto de critérios de natureza ambiental, de segurança e conforto dos utilizadores da praia e de informação e sensibilização ambiental.

ARCOS DE VALDEVEZ PROMOVE MAIS E MELHOR AMBIENTE

A higiene e salubridade são temáticas de bastante atenção por parte da autarquia que se preocupa em dotar o concelho de equipamentos de recolha de resíduos modernos, bem como aumentar a oferta e a periodicidade da recolha dos mesmos.

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Atualmente encontra-se a instalar na zona urbana 20 novos ecopontos de superfície, com novo design, 2 ecopontos enterrados novos, bem como a substituir os marcos dos ecopontos existentes. De igual modo reforçará a rede de contentores de superfície nas freguesias, no total de 60 contentores, tendo já sido substituídos 28 que se encontravam em mau estado e colocados mais 32 novos.

Também procedeu ao embelezamento de vários moloks na zona urbana através da colocação de cintas decorativas com imagens alusivas ao concelho.

De notar que estes equipamentos ficarão perfeitamente enquadrados no meio envolvente, permitindo minimizar o impacto aos habitantes e visitantes que este concelho recebe frequentemente.

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Ao nível da limpeza, a autarquia encontra-se a investir na higienização e na lavagem dos contentores enterrados, bem como da sua envolvente, estando agendada para breve a higienização de 475 contentores de superfície.

Por outro lado, de forma a responder mais eficazmente ao nível da recolha de resíduos na época de verão, foi implementado o aumento da periodicidade nas zonas com mais ecopontos.

A autarquia adquiriu ainda carrinhos de varredura manuais novos, também eles com imagem apelativa, para poder substituir os existentes que já se encontram bastante usados.

Estas intervenções vão de encontro às boas práticas de salubridade e visam manter o concelho mais limpo e convidativo, melhorar o aspeto visual  dos pontos de recolha de resíduos, bem como assegurar uma correta deposição de resíduos, respeitando a saúde pública e o ambiente.

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POVOENSES MONITORIZAM VACA-LOURA

Centro de Interpretação do Carvalho de Calvos participa em projeto de monitorização das vacas-louras

O Centro de Interpretação do Carvalho de Calvos está a participar no projeto VACALOURA.pt, que consiste em compilar e organizar informação enviada pelos cidadãos sobre a distribuição e estado das populações da vaca-loura e dos restantes escaravelhos da família Lucanidae em Portugal.

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Vaca-loura, cabra-loura, carrocha, são os nomes populares atribuídos ao Lucanus cervus ao maior escaravelho encontrado no nosso país. Estando esta espécie tão vulnerável está a decorrer aquele projeto de monitorização destes escaravelhos.

O Carvalho de Calvos (carvalho alvarinho) devido às suas características ímpares aliadas à grande quantidade de matéria morta que possui é um habitat de vacas-louras extraordinário. Já foram observados cerca de 20 exemplares durante os meses quentes (junho, julho). Espera-se poder continuar a observa-los até início de setembro.

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Os lucanídeos encontram-se associados a bosques e florestas de caducifólias compostas por árvores antigas, principalmente espécies como o carvalho alvarinho ou o castanheiro.

Atualmente é uma espécie protegida. As ameaças a Lucanus cervus estão associadas principalmente à destruição e substituição da floresta autóctone por espécies não indígenas que resulta na redução de abrigos e de áreas de alimentação disponíveis; à utilização de fertilizantes, pesticidas e herbicidas que fito-contaminam o ecossistema florestal e às coleções para venda que pode ser uma ameaça adicional.

O projeto tem uma forte componente de educação ambiental, com a qual se pretende disseminar e sensibilizar para a importância da madeira morta nos ecossistemas florestais, da biodiversidade associada a estes habitats e de como todos juntos podemos ajudar a conservar estes ecossistemas.

Todos podem participar no projeto VACALOURA.pt. Sempre que visitar áreas que reúnam condições para ser habitat de lucanídeos e avistar um exemplar (vivo ou morto), tire-lhe uma foto e faça o registo em http://www.vacaloura.pt/.

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VILA DE PRADO HASTEIA BANDEIRA NEGRA NA PRAIA FLUVIAL DO FAIAL

Bandeira negra como ato simbólico a exigir respeito na Praia do Faial contra 'pirataria silenciosa'

A Praia Fluvial do Faial apresenta-se de luto. Hoje (18 de julho), perto da bandeira de sinalização, o presidente da Junta de Freguesia da Vila de Prado, Paulo Gomes, hasteou uma bandeira negra, num ato simbólico de solidariedade e a exigir respeito para com os comerciantes locais (que quase há um mês vêm acumulando prejuízos) e para com pradenses e visitantes, impedidos de desfrutar de uma zona pública de lazer altamente concorrida durante a época balnear.

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“É necessário combater a origem do problema e acabar com esta 'pirataria silenciosa'. Não obstante os bons esclarecimentos prestados pela Câmara Municipal de Vila Verde no que concerne à legislação em vigor, acabam por ser sempre as pessoas que padecem”, afirmou o autarca pradense.

Paulo Gomes está do lado da população e exige explicações. “O processo merecia maior celeridade e deviam ter a coragem de explicar o motivo para haver uma praia a jusante com bandeira verde e outra com bandeira vermelha a montante numa curta distância. Já chega! Merecemos uma explicação!”, frisou.

Paulo Gomes concluiu referindo que é com algum pesar que tem assistido a um fogo cruzado desenfreado nas redes sociais, muitas das vezes protagonizado por pessoas que revelaram não ter qualquer conhecimento de causa. Paulo Gomes não se limitou a decretar o luto virtual da praia e trouxe esse sentimento das redes sociais para o mundo real neste ato simbólico de solidariedade e exigência de respeito com a população e o comércio local.

O presidente da Junta de Freguesia da Vila de Prado não exclui a possibilidade de encetar novas ações em prol da Praia do Faial da Vila de Prado, das suas gentes e de quem nos visita, caso a situação se mantenha.

PRAIAS DE ESPOSENDE SÃO DE OURO

Praias de Esposende com “Qualidade de Ouro” em apreciação no portal Mais Praia

As praias da Ramalha, Apúlia, Ofir-Fão, Cepães e Rio de Moinhos, que ostentam o galardão “Qualidade de Ouro”, foram escolhidas pela DECO PROTESTE para figurar no portal Mais Praia www.maispraia.pt, uma plataforma de informação sobre as praias costeiras e fluviais portuguesas.

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No portal Mais Praia, disponível até ao final da época balnear, é possível encontrar as praias com Bandeira Azul, as que foram reconhecidas como Praias Acessíveis, além de outras informações complementares, relacionadas com vigilância, equipamentos, estacionamento e qualidade da água.

A exemplo dos últimos dois anos, a DECO PROTESTE disponibiliza esta plataforma, dando a possibilidade aos utentes registados de darem a sua apreciação sobre as praias e denunciar os problemas detetados pelos banhistas, sendo que a DECO PROTESTE se compromete a reencaminhar a reclamação para a entidade competente com vista à sua resolução.

A novidade da edição deste ano reside na possibilidade de os utilizadores elegerem uma praia que gostariam de ver melhorada – o “Amor de Praia”. Neste sentido, a DECO PROTESTE disponibiliza cinco mil euros para a realização de uma intervenção que proporcione uma melhoria nas condições de utilização da praia que recolher mais votos. De entre outras possibilidades, é atribuída especial importância à segurança dos utilizadores das praias, à informação e ao acesso de pessoas com mobilidade reduzida.

A verba será entregue à Câmara Municipal ou à Junta de Freguesia da praia respetiva, após uma análise conjunta de projetos de melhorias propostos por estas entidades.

Comprovando que Esposende se mantém como um excelente destino balnear, para além das referidas praias com “Qualidade de Ouro”, nesta época balnear, Esposende ostenta a Bandeira Azul nas praias de Apúlia, Fão, Suave Mar e Cepães.

ARCOS DE VALDEVEZ: MINISTRO DO AMBIENTE VISITA PORTA DO MEZIO

Ministro do Ambiente apresentou na Porta do Mezio projeto-piloto para o PNPG no valor de 8,4 ME

Parque Nacional da Peneda Gerês conta com mais 10 brigadas de sapadores florestais, constituídas por 50 elementos

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O Ministro do Ambiente, João Pedro Matos Fernandes, esteve esta sexta-feira na Porta do Mezio para apresentar o Projeto-piloto para o Parque Nacional da Peneda-Gerês (PNPG), o qual prevê o reforço das equipas e dos equipamentos dos agentes florestais.

Deste Projeto-Piloto composto por 11 medidas, faz parte a colocação no terreno de 50 elementos, num total de 10 equipas, que vão passar a trabalhar na prevenção e também no combate aos fogos florestais, contratados, parte deles pelo Instituto de Conservação da Natureza (ICNF) e outra parte pela Adere - Peneda Gerês (Associação de Desenvolvimento de Desenvolvimento Regional) que integra os cinco municípios do PNPG.

Para além da contratação das brigadas, este plano engloba ações como o restauro da mata do Ramiscal, de Matas do Mezio, programa de prevenção estrutural e conservação de mata no PNPG e a melhoria da cobertura da rede móvel, encontrando-se já ativas antenas na zona do Parque.

De referir que este documento foi elaborado na sequência dos incêndios que no ano transato consumiram cerca de sete mil hectares, 10% dos 70 mil hectares do Parque nacional Peneda Gerês, sendo que a sua maior parte é referente à zona do Mezio, Soajo e Cabana Maior.

Será suportado pelo Fundo Ambiental e implementado ao longo de 10 anos, com metas a 8anos, 3 e 1 ano. No caso de Arcos de Valdevez prevê-se a rearborização de quase 500 hectares de área florestal no Mezio.

O Presidente da Câmara Municipal, João Esteves, relevou a importância da colocação das brigadas no terreno, uma medida solicitada no ano transato ao Governo após os incêndios no concelho, e avançou que esta é fundamental pois “é necessário mais presença humana no território de forma a aumentar as ações de prevenção e reduzir os potenciais incêndios”.

Desde 2014 que a autarquia tem realizado esforços no sentido de valorizar o PNPG, bem como mantido contacto com o Ministério do Ambiente para se conseguirem levar avante algumas medidas, como é exemplo a atual melhoria das comunicações móveis. Mas, para além disso, o Municipio investe na defesa da floresta contra incêndios através da celebração anual de protocolos no valor de mais de 200 mil euros com as Associações de Baldios, faz limpezas, encontra-se a implementar um projeto de rede primária, apoia os Bombeiros Voluntários e mantém um papel ativo com ANPC.

O autarca solicitou ao Governo que se comecem a usar novas tecnologias, nomeadamente, drones ao nível da prevenção e combate aos incêndios.

João Esteves também referiu ao governante a necessidade de se concretizar o Plano de Valorização do PNPG, pois contém um conjunto de intervenções que contribuirão para a valorização dos produtos e do património natural e cultural do mesmo.

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CÂMARA DE CAMINHA VAI PROMOVER PERCURSO PEDESTRE INTERPRETATIVO “PLANTAS DA ORLA COSTEIRA”

Atividade vai decorrer no dia 8 de julho, pelas 14H30, em Vila Praia de Âncora

A Câmara Municipal de Caminha vai promover no dia 8 de julho, o percurso pedestre interpretativo “Plantas da Orla Costeira”, em Vila Praia de Âncora. Esta atividade insere-se no programa de atividades de educação ambiental que o município está a realizar durante a época balnear nas praias marítimas do concelho. A participação é gratuita, mas obrigatória.

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Com concentração marcada para as 14H30, ma Meia Laranja em Vila Praia de Âncora, este percurso interpretativo é organizado pela Câmara Municipal de Caminha, em parceria com Carlos Venade.

Sob orientação de Carlos Venade, durante o percurso pedestre interpretativo “Plantas da Orla Costeira”, os participantes vão aprender a identificar as espécies da orla costeira e a caraterizar o seu potencial.

A participação é gratuita, mas a inscrição na atividade é obrigatória. Neste sentido, os interessados em participar deverão formalizar a inscrição através do endereço eletrónico cisa@cm-caminha.pt.   

Recorda-se que o concelho de Caminha está a viver mais um “Verão Azul”, com as quatro praias marítimas a exibir a Bandeira Azul da Europa, pela terceira vez na história do concelho. O galardão de qualidade está nas praias de Caminha (Foz do Minho), Moledo, Âncora (Forte do Cão) e Vila Praia de Âncora. Tal nunca tinha sucedido antes e, no caso de Vila Praia de Âncora, a última vez que a praia tinha sido galardoada aconteceu em 2011.

Para além deste percurso, este programa da Bandeira Azul inclui a realização de múltiplas atividades, com destaque para as mensagens de sensibilização, percurso pedestre “Plantas Dunares”, documentário “O teu planeta é a tua casa”, exposição “Biodiversidade em espaços naturais”, formação em ambiente de jovens. Programa Nacional de Vigilância da Bandeira Azul,  nas praias do Forte do Cão, Vila Praia de Âncora, Moledo e Foz do Minho, durante os meses de julho, agosto e setembro.

COMISSÃO EUROPEIA DISTINGUE GUIMARÃES COM O SELO URBACT POR TER BOAS PRÁTICAS AMBIENTAIS

Projeto no âmbito da preservação e promoção da biodiversidade urbana foi distinguido como Boa Prática pelo júri internacional.

Guimarães foi reconhecida com o selo URBACT da Comissão Europeia, numa distinção que será entregue no próximo mês de outubro em Tallin, Estónia. O projeto, denominado P2GREeN – Proteção e Promoção da Biodiversidade de Guimarães - Património Natural, foi distinguido como um exemplo de Boa Prática pelo programa europeu URBACT, que fomenta o desenvolvimento urbano sustentável integrado. Com este prémio, o Município de Guimarães vê reconhecido o investimento que tem sido realizado no âmbito da preservação e promoção da biodiversidade com diversos projetos que integram o conhecimento científico com o envolvimento da comunidade.

Foi, aliás, a capacidade de envolver universidades, técnicos, escolas e população em geral, num conjunto de processos participativos, que mais terá entusiasmado o júri, além do carácter inovador de alguns dos projetos em execução. Programas que têm permitido a caracterização do território e a promoção da biodiversidade foram elogiados, como é o exemplo do Plano de Controlo de Espécies Invasoras, bem como a iniciativa da Criação de uma base de Dados de Biodiversidade, da qual nasceu a nova aplicação móvel “Biodiversity GO!” desenvolvidas pelo Laboratório da Paisagem de Guimarães.

Outro exemplo é o projeto Guimarães mais Floresta que permitirá, a cada ano, a florestação do concelho de Guimarães com mais 15 mil novas árvores autóctones e que é uma das atividades âncoras do Programa Ambiental PEGADAS. Neste âmbito, faz também parte o projeto de Criação de Novas Rotas de Biodiversidade, também em execução, e a criação de espaços privilegiados para observação de espécies e que ajudarão a promover o Turismo de Natureza em Guimarães.

Com esta distinção, Guimarães fica ainda com a possibilidade de assumir uma candidatura para a liderança das redes de transferência de boas práticas, na qual só as cidades cujas boas práticas foram reconhecidas com o selo URBACT podem participar.

O URBACT é um Programa de Cooperação Territorial Europeu que fomenta o desenvolvimento urbano sustentável integrado em cidades dos Estados Membros da União Europeia, Noruega e Suíça. Cofinanciado pela Comissão Europeia (FEDER) e pelos Estados Membros, o URBACT é um instrumento de Política de Coesão utilizado para promover o trabalho em rede, bem como a troca de experiências e partilha de conhecimentos. Nessa medida, o programa apoia os decisores políticos e os profissionais urbanos em todos os níveis de governação e reconhece, anualmente, as melhores práticas promovendo a sua partilha a nível da UE.

PAN RECOMENDA AO GOVERNO CRIAÇÃO DE UMA FORÇA NACIONAL DE SEGURANÇA AMBIENTAL EM PORTUGAL

  • Combater o crescimento organizado e sofisticado do crime internacional que tem levado a uma proliferação de crimes ambientais
  • Programa de Crimes Ambientais da Interpol recomenda aos vários países que implementem uma Força Nacional de Segurança Ambiental
  • Força Nacional de Segurança Ambiental deve ser incorporada no Serviço de Proteção da Natureza e do Ambiente (SEPNA) da GNR

O crescimento organizado e sofisticado do crime internacional tem levado a uma proliferação de crimes ambientais, o que levou o Programa de Crimes Ambientais da Interpol a recomendar aos vários países que implementem uma Força Nacional de Segurança Ambiental (National Environmental Security Task Forces - NEST). Esta entidade será responsável por todas as questões relacionadas com crimes ambientais, através de uma abordagem coordenada, colaborativa e estratégica.

Por entender que é absolutamente fundamental uma resposta proporcional ao aumento de crimes ambientais através de uma entidade multidisciplinar e internacional, o PAN – Pessoas-Animais-Natureza – avançou com uma iniciativa legislativa que pretende juntar Portugal a um lote considerável de países cujas agências ambientais laboram de forma articulada pela observância e cumprimento dos trâmites da segurança ambiental, como é o caso da Bélgica, Roménia, Bulgária, Brasil, Finlândia, Austrália, Nova Zelândia, Estados Unidos da América, entre outros.

Esta entidade constituiria uma força de segurança cujo objetivo central seria reunir e partilhar informação entre as entidades responsáveis pela aplicação da lei e suas respetivas áreas de especialização, em torno de uma meta comum no combate eficaz e adequado de todo o género de crimes ambientais, desenvolvendo todas as ações no âmbito da prossecução de “targets” como a redução da poluição, a conservação de espécies específicas e a proteção dos vários recursos naturais, onde se incluem as florestas e o oceano.

A INTERPOL desenvolveu um guia para ajudar os países interessados na criação da Força Nacional de Segurança Ambiental, o qual fornece exemplos de NESTs, diretrizes legais e uma recomendação de procedimentos a adotar. Os três objetivos centrais são: recolher informação e elaborar estatísticas sobre criminalidade ambiental; assegurar que a análise da criminalidade dos dados seja efetivada em todos os países e estar atento aos problemas das entidades responsáveis pela aplicação da lei e dos serviços administrativos responsáveis pelo controlo de resíduos e procurar formas de resolução dos problemas apurados.

O PAN defende que a Força Nacional de Segurança Ambiental deve ser incorporada no Serviço de Proteção da Natureza e do Ambiente (SEPNA) da GNR, uma vez que desde a sua criação que esta entidade representa no panorama luso a “polícia ambiental, competente para vigiar, fiscalizar, noticiar e investigar todas as infrações à legislação que visa proteger a natureza, o ambiente e o património natural, em todo o território nacional, sem prejuízo das competências próprias dos vigilantes da natureza.” Esta iniciativa pretende dotar o SEPNA de recursos complementares, numa lógica colaborativa internacional, com o escopo de prevenir e combater a constante proliferação de crimes ambientais.

“Pelos casos que continuam a aparecer diariamente, os do conhecimento público e os outros, precisamos de criar mecanismos que regulem a impunidade que ainda se vive no que que respeita à aplicação da lei nestas matérias”, comenta André Silva, Deputado do PAN.

MINISTRO DO AMBIENTE INAUGURA OBRAS EM CABECEIRAS DE BASTO

Ministro do Ambiente inaugurou obras de Renaturalização das Margens do Rio Peio na Ranha

Centenas de pessoas assistiram no passado sábado, dia 17 de junho, à cerimónia de inauguração das obras de Renaturalização das Margens do Rio Peio na Zona de Lazer da Ranha presidida pelo Ministro do Ambiente, Eng. João Matos Fernandes. Marcaram também presença nesta cerimónia o presidente da Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto, o presidente da Assembleia Municipal, vereadores, o presidente da Junta de Freguesia de Abadim, entre outros autarcas do Município e das Freguesias. Estiveram também presentes o diretor Regional do Norte da Agência Portuguesa do Ambiente, Eng. Pimenta Machado, representantes da Iberdrola, demais convidados e população em geral.

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Elogiando a “excelente qualidade da intervenção” efetuada na Ranha, o Ministro do Ambiente destacou o facto desta obra ter mantido a zona nas suas condições naturais que “até parece que esta praia foi sempre assim”. Quando se trata de requalificações ambientais é neste tipo de intervenções “naturais que devemos apostar”, realçou Matos Fernandes.

Nas suas palavras, o presidente da Câmara Municipal começou por evidenciar: “estamos aqui hoje para inaugurar uma importante obra, uma obra que diz muito a tantos e tantos cabeceirenses, desde há tantos anos. As pessoas fizeram deste espaço, desde sempre, um espaço de estar e lazer onde se encontram e desfrutam da natureza, especialmente quando o verão chega e o calor aperta”.

A Declaração de Impacto Ambiental condicionou a construção da Barragem de Daivões, do Sistema Eletroprodutor do Tâmega, equipamento localizado no limite dos concelhos de Ribeira de Pena e Cabeceiras de Basto, à concretização de um Plano de Ação de promoção do desenvolvimento económico, social e cultural da bacia do Tâmega, através da realização de medidas de compensação e minimização dos efeitos daquela obra.

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De acordo com Francisco Alves, “quando trabalhámos com o Ministério do Ambiente e com a IBERDROLA, empresa concessionária da construção daquela Barragem, escolhemos, entre muitas outras, para incluir no referido Plano de Ação, a requalificação e melhoria de espaços verdes de lazer do concelho, designadamente esta obra de renaturalização das margens do rio Peio e de beneficiação da zona de lazer da Ranha”, uma oportunidade de avançar com as obras de requalificação fluvial, estabilização das margens, restauro da galeria ripícola e reabilitação ecológica deste local, “conferindo esta qualidade que está à vista de todos”, destacou.

As soluções encontradas pelos projetistas recorreram à utilização de materiais e recursos naturais como a pedra e a madeira, mas também a fibra de coco e a aplicação de material vegetal autóctone. Soluções que mereceram o parecer favorável dos serviços do Ministério do Ambiente e que transformaram este espaço, num local aprazível e de grande atratividade. Para além da intervenção nas margens do rio, foi ainda construído o parque de estacionamento, reabilitado o edifício de apoio e instalações sanitárias, a limpeza, reboco e pintura da ponte e a beneficiação do muro de suporte da estrada.

Uma obra que representa um investimento global de cerca de 200 mil euros e que beneficiou de uma comparticipação financeira da IBERDROLA de 130 mil euros.

De acordo com Francisco Alves, “para além dos Cabeceirenses em geral, esta zona fluvial vai atrair também gente de outros territórios e, com a sua vinda, provocar a animação turística e económica do nosso concelho”. Mas a Câmara Municipal está a trabalhar “noutra vertente muito importante”, avançou o autarca.

No seu discurso, sublinhou o facto de a Câmara Municipal ter visto aprovadas duas candidaturas a Fundos Comunitários, no âmbito do Programa POSEUR, candidaturas essas que visam a redução da poluição das massas de água e, consequentemente, a melhoria da qualidade ambiental.

Com a selagem da ETAR da Cumieira, prevista numa das candidaturas aprovadas, equipamento que tem uma relação direta com este rio e com esta zona de lazer, a Câmara Municipal vai avançar com o processo da certificação que levará à classificação da Ranha como Praia Fluvial. “É esse, agora, o nosso objetivo”, garantiu Francisco Alves, destacando: “queremos aqui uma Praia Fluvial com todos os requisitos legais de qualidade e segurança”.

Dirigindo-se a todos os utentes desta zona de lazer, o presidente da Câmara disse: “para vós quero deixar neste momento um pedido. Aceitem ser nossos parceiros na defesa e valorização deste espaço. Ajudem-nos a manter este local asseado, belo e útil para todos os que aqui vêm. Ajudem-nos, para que atos de vandalismo não estraguem o que é de todos nós e que tanto custa a manter”.

Por fim, agradeceu aos técnicos e trabalhadores da Câmara Municipal, aos projetistas, ao empreiteiro e aos seus trabalhadores, à Junta de Freguesia de Abadim, à IBERDROLA, à Direção Regional do Norte da Agência Portuguesa do Ambiente e ao Ministro do Ambiente por ter presidido a esta inauguração.

Por seu turno, o presidente da Assembleia Municipal, Eng. Joaquim Barreto, disse ser uma honra receber o ministro, louvando a iniciativa da Câmara Municipal que possibilitou a beneficiação desta zona fluvial que tanto diz aos Cabeceirenses desde há muitos anos.

Na sua intervenção, o presidente da Junta de Abadim, Fernando Basto, começou por afirmar que “a Freguesia de Abadim orgulha-se de ter no seu território uma zona de lazer fluvial como esta da Ranha” que beneficiou de uma intervenção e de “uma melhoria ambiental conseguida sem colocar em risco a natureza”.

“Gostamos do que aqui foi feito e queremos dar os parabéns à Câmara Municipal pela decisão de requalificar esta zona de lazer, esperando que muito em breve este rio possa merecer a certificação das suas águas e a classificação neste local de zona balnear”, salientou Fernando Basto, garantindo que “pelo que vamos ouvindo e lendo a maioria das pessoas que têm passado, já, por aqui manifestam-se muito agradadas com a beleza da intervenção. Por isso hoje sou um presidente de Junta de freguesia feliz por sentir a alegria dos mais velhos, dos adultos, dos jovens, das crianças”.

Aos utilizadores deixou também uma mensagem: “usem este espaço, respeitem o ambiente, mas não descurem nunca a segurança”.

A Freguesia de Abadim conta com “espaços fantásticos para o recreio e o lazer”, finalizou Fernando Basto.

Esta inauguração contou também com a animação do Grupo de Bombos ‘Os Amigos da Galhofa’ da aldeia de Vilela, Riodouro, bem como de tocadores de concertina.

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AGERE ASSEGURA CAPACETE DE PROTECÇÃO AOS COLABORADORES DA RECOLHA DOMÉSTICA

Medida inovadora a nível nacional

A Agere iniciou a distribuição e implementação do uso de capacetes de protecção aos colaboradores da recolha de resíduos.

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Sensibilização, informação e participação activa são factores importantes na solidificação de uma cultura de segurança na Agere, pelo que o objectivo é potenciar a segurança no que diz respeito à prevenção de acidentes de trabalho.

A implementação deste equipamento de protecção individual ao nível da recolha doméstica assume-se como uma medida inovadora e distintiva a nível nacional.

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GERÊS ROCK FEST "AMIGO"DA NATUREZA

Ação de limpeza da floresta pelos trilhos da Calcedónia

Organização considera que já se começou a cumprir o "espírito do festival" a mais de um mês de se ouvirem os primeiros acordes musicais no Campo do Gerês

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Está dado o mote para um festival que tem um "caderno de encargos ecológico" muito rígido. A organização do Gerês Rock Fest diz que isso não os assusta já que os seus elementos sempre viveram neste local, e por isso, sabem bem o valor da natureza.

"Não nos vamos desviar um milímetro das nossas intenções" queremos fazer deste festival um exemplo, numa altura em que tanto se fala de alterações climáticas e sustentabilidade do planeta queremos fazer alguma coisa de concreto. E porque não aproveitar a visibilidade que o festival nos tem dado junto dos media nacionais e até internacionais?"

Desta vez e apesar dos termómetros terem subido acima dos 35 graus ninguém desistiu, munidos com o material indispensável à limpeza dos espaços verdes, caminhos e riachos, o grupo de voluntários recolheu sobretudo embalagens de plástico, material que não é biodegradável e por isso altamente poluente.

O Gerês Rock Fest acontece nos dias 28 e 29 de julho, e reune algumas das bandas emergentes com nomes já consagrados do panorama musical nacional, junto ao Núcleo Museológico da Geira e oferece espaços preparados para campismo. A estimativa aponta para mais de 10 mil festivaleiros nos dias.

A pensar em reduzir o número de automóveis nas imediações do recinto existirão transportes desde e para Terras de Bouro e igualmente junto a São Bento da Porta Aberta. Reforçadas também serão as ligações a partir de Braga com a Trandev e estabelecidas várias parcerias com plataformas digitais de partilha de transportes.

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MINISTRO DO AMBIENTE INAUGURA EM CABECEIRAS DE BASTO OBRAS DE REQUALIFICAÇÃO DAS MARGENS DO RIO PEIO NA RANHA

O Ministro do Ambiente, Eng. João Matos Fernandes, inaugura amanhã, dia 17 de junho, às 17h00, as obras de Renaturalização das Margens do Rio Peio na Zona de Lazer da Ranha, trabalhos que permitiram a requalificação fluvial, a estabilização das margens, o restauro da galeria ripícola e consequente reabilitação ecológica.

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Na cerimónia vão também marcar presença o presidente da Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto, o presidente da Assembleia Municipal e o presidente da Junta de Freguesia de Abadim, entre outros autarcas do Município e das Freguesias, demais convidados e população em geral.

A cerimónia agendada para as 17h00 inicia com animação musical a partir das 16h00, seguindo-se o momento inaugural, terminando a festa com um lanche/convívio aberto à população.

No final do ano de 2016 tiveram início as obras de renaturalização das margens do Rio Peio na área verde da Ranha, local vulgarmente conhecido pelos cabeceirenses como ‘Praia da Ranha’, obras que permitiram, ainda, a ordenação da circulação pedonal, a criação de estacionamento e colocação de iluminação.

A intervenção na Zona de Lazer da Ranha permitiu, também, na zona arborizada, a instalação de alguns equipamentos de lazer, tais como campo de voleibol de praia, mesa de ping pong e parque de merendas com cinco mesas e bancos.

De salientar que as soluções escolhidas para esta obra recorreram principalmente à utilização de materiais e recursos naturais como madeira, pedra e fibras de coco, contemplando, ainda, a aplicação de material vegetal autóctone. Paralelamente foi reabilitado o edifício de apoio – bar e balneários da zona da Ranha – e ainda efetuados trabalhos de manutenção, limpeza, reboco e pintura da Ponte na Ranha e muro de suporte da estrada nacional.

Esta obra beneficiou de um apoio financeiro da IBERDROLA, empresa que celebrou com o Estado Português, em 2014, o contrato de concessão para a construção dos Aproveitamentos Hidroelétricos de Gouvães, Alto Tâmega e Daivões.

De referir que a Declaração de Impacto Ambiental condicionou a concretização destes projetos ao estabelecimento de um Plano de Ação de promoção do desenvolvimento económico, social e cultural da bacia do Tâmega através da concretização das ações previstas no Plano de Ação como medidas de compensação e de minimização previstas na referida Declaração de Impacto Ambiental, designadamente a renaturalização das margens do rio Peio na Zona de Lazer da Ranha.

O investimento desta obra atingiu o montante global de 198 mil euros, 130 mil euros dos quais financiados pela IBERDROLA.

ALUNOS ARCUENSES CUIDAM DO AMBIENTE

No âmbito do programa Eco-Escolas, um programa internacional da, que pretende encorajar ações e reconhecer o trabalho de qualidade desenvolvido pelas escolas, foi realizado nas escolas do concelho um concurso/campanha para incentivar os alunos na recolha de resíduos, envolvendo os alunos do 1º ciclo e 2º e 3º ciclo dos centros escolares da sede, de Távora e de Sabadim.

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Todos os alunos se deveriam esforçar o mais possível ao longo do ano letivo por arrecadar o máximo de resíduos, como tampinhas de garrafas, eletrodomésticos e pilhas.

Deste concurso saíram vencedoras 10 turmas do ensino, os quais tiveram como premio passarem um dia em pleno na Porta do Mezio a usufruir de todas as atividades lúdicas e recreativas que este espaço tem para oferecer, como por exemplo fazer slide, rapel ou trilhos.

O Presidente da Câmara Municipal, João Esteves, esteve presente na Porta do Mezio para dar os parabéns pela iniciativa, agradecer o esforço a todas as crianças, bem como incentiva-las a continuarem a cuidar de um ambiente que é de todos nós. Solicitou ainda que apoiassem na sensibilização junto de outras pessoas.

Já Fernanda Araújo, a coordenadora do programa Eco Escolas em Arcos de Valdevez, também fez questão de demonstrar o orgulho sentido por esta iniciativa e deixou palavras de estímulo aos jovens para que incentivem os seus familiares e amigos a continuaram a ter atitudes responsáveis relativamente ao Ambiente e à floresta.

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