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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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ARROZ DE GALO COM GRELOS SALTEADOS CONDIMENTA AVALIAÇÃO EM LISBOA DOS GRUPOS FOLCLÓRICOS MINHOTOS

O Conselho Técnico Regional do Alto Minho da Federação do Folclore Português procedeu ontem a uma fase de avaliação técnica dos grupos folclóricos representativos do Alto Minho sediados em Lisboa com o estatuto de sócios aderentes daquela entidade.

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Mais concretamente, os grupos submetidos a avaliação foram o Rancho Folclórico da Casa do Minho, o Grupo Folclórico Verde Minho, o Rancho Folclórico Alegria do Minho, o Grupo Folclórico Terras da Nóbrega e o Grupo Folclórico e Etnográfico Danças e Cantares do Minho cujo dirigente integra o CTR e esteve presente.

Refira-se, no entanto, que a maior parte dos grupos folclóricos minhotos sediados na região de Lisboa não se encontram envolvidos neste processo, provavelmente por manifesto desinteresse, uma vez que estamos convencidos de que alguns deles reuniriam condições para virem futuramente a ser admitidos como sócios efectivos.

Mais do que outra forma de manifestação cultural, o folclore está isento de competição e, como tal, é a que melhor contribui para a paz e amizade entre os povos. E, a confirmar, o agradável repasto de arroz de galo com grelos salteados com que os elementos do Rancho Folclórico Alegria do Minho presenteou os amantes do folclore… e da boa gastronomia tradicional! Sem esquecer os dotes culinários de Fátima Gonçalves, do Grupo Folclórico Verde Minho, cuja intervenção foi indispensável no apuramento dos paladares...

Pelas numerosas referências elogiosas que nos fizeram chegar, o “Alegria do Minho” está desde já eleito entre os que dominam a arte de nem cozinhar!

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BLOGUE DO MINHO DESEJA BOA SORTE A TODOS OS GRUPOS FOLCLÓRICOS MINHOTOS!

Decorre hoje na cidade da Amadora a reunião do Conselho Técnico Regional do Alto Minho da Federação do Folclore Português com os grupos folclóricos minhotos sediados na região de Lisboa, sócios aderentes daquela entidade, no âmbito do processo de avaliação com vista à análise dos requisitos para a sua posterior admissão como sócios efectivos.

O BLOGUE DO MINHO deseja sinceramente que todos os grupos submetidos a apreciação reúnam condições para passarem a efectivos. E, àqueles que tais requisitos ainda não reúnam, espera que se esforcem com vista à introdução de eventuais correcções a fim de que possam vir a engrossar o movimento folclórico observando o rigor e qualidade.

- A todos os nossos sinceros votos de boa sorte!

BELDADES MINHOTAS ENCANTAM NA S. SILVESTRE DA AMADORA

Rui Pinto, atleta do Sport Lisboa e Benfica, vence a prova pelo terceiro ano consecutivo

Terminou há instantes mais uma edição da prestigiada Corrida de S. Silvestre da Amadora, por sinal a mais antiga do nosso país. Posicionadas na meta de chegada como já vem sendo tradição desde há várias décadas, a beleza das jovens minhotas do Grupo Folclórico Dançar é Viver, rigorosamente trajadas à vianesa, conferiu à festa um especial brilho e encanto.

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Ao longo das artérias desta cidade dos arredores da capital, milhares de pessoas apinhavam-se para assistir à passagem dos atletas, apoiando os seus ídolos e incentivando-os a prosseguir no seu esforço.

O atleta do Sport Lisboa e Benfica voltou este ano, pela terceira vez consecutiva, a alcançar a vitória ao cortar a meta com apenas 30.10 segundos, logo seguido de Lucínio Pimentel, do Sporting Clube de Portugal e de Eduardo Mbengani, tam ele do Sport Lisboa e Benfica. Na quarta posição ficou André Costa, do Clube de Praças da Armada, seguindo-se-lhe Andrelino Furtado (SCP), Hugo Almeida (SC Braga) e, em sétimo lugar, o amadorense Hugo Correia (SCP).

Iniciada em 1975, com a denominação de "1º Grande Prémio da Amadora", a São Silvestre da Amadora começou a transformar-se no ano seguinte, quando foi para a estrada a primeira edição.

Para o baptismo, nada mais significativo do que a presença de Carlos Lopes que, ainda em 1976, conquistou a medalha de prata na final dos 10.000 metros dos Jogos Olímpicos de Montreal (Canadá). A primeira São Silvestre da Amadora teve a participação de 156 atletas, representando alguns clubes de nomeada como o Sporting e o Benfica. Em 2017, celebra a 43ª edição, sendo a corrida de São Silvestre mais antiga de Portugal Continental. Realiza-se no último dia do ano, pelas 18h00.

Fotos: Miguel Quesada

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GENTES D’ENTRE-O-DOURO-E-MINHO FORAM AOS FADOS A ALFRAGIDE

Silêncio que se vai cantar o fado! – lembrou há instantes Rafael Passos, num momento em que prosseguia mais uma Noite de Fados na Associação de Moradores Alto do Moinho, em Alfragide.

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A sessão de fados – a 3ª Noite de Fados organizada por esta associação – conta com a participação dos fadistas Adília Azevedo, Isilda Andrade, Leonardo Pereira, Nelson Lemos e Rubem Morais, acompanhados à viola por Júlio Dias e à guitarra por Paulo Caixinho.

Rafael Passos é o Director do Grupo de Danças e Cantares Alto do Moinho, um rancho sediado no concelho da Amadora que preserva as tradições da região d’Entre-o-Douro-e-Minho, mais concretamente da província que durante o Estado Novo passou a designar-se por Douro Litoral.

Mas, nem só de folclore vive as nossas gentes radicadas na região de Lisboa… também o fado as irmana, num sentimento melancólico e fatalista que assimilaram nos bairros mais castiços da velha urbe onde a vida desgraçada da gente pobre inspirava a literatura de cordel, as cegadas e as cantigas decadentes que os fadistas compunham e acompanhavam à guitarra, sob a luz ténue de um velho candeiro na penumbra de um beco de Alfama ou da Mouraria.

É certo que o fado – não confundir com a balada de Coimbra! – ao longo do tempo perdeu bastante da sua autênticidade. Retirou-se das ruelas mal frequentadas para passar a ser cantado nas casas típicas a contento do turismo e, despindo-se da descrição das desgraças e sina miserável da gente humilde para se tornar recomendável às famílias de bons costumes burgueses. Mas sobrevive e saiu fora de portas, nomeadamente até aos lados de Alfragide, onde os moradores repartem a sua alma entre a melancolia do fado e a alegria do nosso folclore!

Fotos: Manuel Santos

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MINHOTOS DANÇAM NA AMADORA NO FESTIVAL INTERCULTURAL

Rancho Folclórico Alegria do Minho foi bastante aplaudido

Está ainda a decorrer na cidade da Amadora o XII Festival Intercultural, evento que reune num espectáculo único vários géneros musicais e culturais, desde o folclore do Minho ao cante alentejano, da capoeira à marrabenta, das danças orientais às danças contemporâneas. O Minho foi representado pelo Rancho Folclórico Alegria do Minho, sediado naquele concelho.

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Trata-se de uma iniciativa da Junta de Freguesia da Falagueira-Venda Nova com vista a celebrar o aniversário da cidade da Amadora ou seja, a sua elevação a concelho. O festival junta várias centenas de pessoas no Parque Aventura, na Falagueira que, perante uma tarde soalheira, conviveram e partilharam as culturas das suas regiões num ambiente saudável e fraterno.

Fotos: Carlos Gomes / Manuel Santos

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GRUPO DE DANÇAS E CANTARES ALTO DO MOINHO LEVA FOLCLORE À AMADORA

Largas centenas de pessoas afluíram à IV Feira do Fumeiro e Produtos Regionais da Freguesia Águas Livres, no concelho da Amadora, para assistir ao magnífico festival de folclore organizado pelo Grupo Danças e Cantares Alto do Moinho em parceria com a autarquia local. Além do grupo anfitrião, participaram ainda o Rancho Folclórico de Boelhe – Penafiel, Grupo Folclórico e Cultural de Tardariz, de São Pedro da Cova – Gondomar, e o Grupo de Pauliteiros de Ossela – Oliveira de Azemeis.

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O Grupo Danças e Cantares Alto do Moinho é um agrupamento constituído no seio da Associação de Moradores do Alto do Moinho, na freguesia de Alfragide, no concelho da Amadora. Fundado em 12 de novembro de 1987, com a designação original de “Rancho Folclórico Alto do Moinho”, decidiu este grupo após duas décadas de existência, proceder a uma profunda reestruturação, altura em que adotou a sua atual denominação, passando desde então a representar exclusivamente o Douro Litoral – província artificialmente criada ao tempo do Estado Novo – na realidade, uma área geo-etnográfica que integra a região d’Entre-o-Douro-e-Minho.

Este grupo apresenta variadíssimos trajes de entre os quais se destacam, os trajes de trabalho, traje de romaria, traje de vendedeiras de bolos, traje de aguadeira, traje de lavadeira, traje de vindimador, entre outros.

De modo a representar fidedignamente aquela região, fez uma recolha das modas e trajes das regiões de Gondomar, Trofa, Maia e outras regiões do grande Porto.

No seu repertório, este grupo, apresenta modas de roda como a caninha verde, cantares ao desafio como a Desgarrada, danças melodiosas e em coluna como a Pastorinha e a real Caninha.

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GENTES D’ENTRE-O-DOURO-E-MINHO LEVAM FOLCLORE À AMADORA

O Grupo de Danças e Cantares Alto do Moinho – Alfragide acaba de realizar com êxito o XIX Festival de Folclore de Alfragide, no concelho da Amadora. Para além do grupo anfitrião, participaram neste evento o Rancho Etnográfico de Santiago de Bougado – Trofa, o Grupo de Danças e Cantares da Cidreira – Coimbra e o Rancho Folclórico da Ribeira de Fráguas – Albergaria-a-Velha.

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O anfitrião, Grupo de Danças e Cantares do Alto do Moinho, foi fundado em 1987 e encontra-se sediado na Associação de Moradores Alto do Moinho, no Bairro do Zambujal, concelho da Amadora, nos limites geográficos com a cidade de Lisboa. No entanto, este grupo representa com fidelidade os usos e costumes das gentes do Douro Litoral, na realidade a região geo-etnográfica de Entre-Douro-e-Minho.

A constante alusão a uma suposta região do Douro Litoral constitui um equívoco do ponto de vista geo-etnográfico porquanto se tratou de uma mera divisão político-administrativa, aliás efémera, criada ao tempo do Estado Novo. Com efeito, a reforma administrativa levada a efeito em 1936 subtraiu à vetusta Comarca d’Entre-o-Douro-e-Minho uma importante parcela de território para criar artificialmente a província do Douro Litoral. Esta englobava outrora, no Distrito de Aveiro, os concelhos de Arouca, Castelo de Paiva, Espinho e Santa Maria da Feira. No Distrito de Viseu incluía os concelhos de Cinfães e Resende. E, no Distrito de Vila Real, parte do concelho de Montalegre que outrora pertenceu ao extinto concelho de Ruivães que foi despois integrado no município de Vieira do Minho. Perante tal divisão, o Minho ficou supostamente reduzido aos atuais Distritos de Viana do Castelo e Braga, limitado a sul pelo Douro Litoral.

O Grupo de Danças e Cantares Alto do Moinho está inscrito na Confederação Portuguesa das Coletividades de Cultura, Recreio e Desporto. Inicialmente com o nome de Rancho Folclórico Alto do Moinho, após 20 anos de atividade decidiu com o apoio da Associação de Moradores, fazer uma reestruturação completa, nascendo assim o Grupo Danças e Cantares Alto do Moinho, composto por cerca de 50 elementos, com idades compreendidas entre os 5 e os 80 anos com gente oriunda de norte a sul do país, sendo esta uma das razões pela qual foi motivado a representar as danças e cantares de todo o país, exibindo trajes de diversas regiões.

Fotos: Manuel Santos

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GENTES D'ENTRE-O-DOURO-E-MINHO LEVAM FOLCLORE A ALFRAGIDE, NA AMADORA

XIX Festival de Folclore de Alfragide, conta já com a sua 19ªEdição

O Grupo Danças e Cantares Alto do Moinho, representante da Região do Douro Litoral, em tempos denominada como “Entre-Douro e Minho”, em parceria com a Junta de Freguesia de Alfragide, como tem vindo a ser costume irá levar a efeito o seu 19º Festival de Folclore, no próximo dia 9 de Setembro.

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O Evento irá ter lugar na Associação de Moradores Alto do Moinho, onde o Grupo Danças e Cantares Alto do Moinho, está sediado, é um lugar muito acolhedor e fica muito perto do IKEA de Alfragide, contando com ótimos acessos ao local.

Os grupos que iram fazer parte desta noite de folclore são da mais digna representatividade dos tempos de outrora.

Pelas 20h30 sensivelmente irá começar o desfile pelas ruas do Bairro Alto do Moinho

Pelas 21h00 terá início o XIX Festival de Folclore de Alfragide com os seguintes grupos:

  • Grupo Danças e Cantares Alto do Moinho - Alfragide - Douro Litoral
  • Rancho Etnográfico Santiago de Bougado - Trofa - Douro Litoral Norte
  • Grupo Danças e Cantares da Cidreira - Coimbra - Beira Litoral
  • Rancho Folclórico da Ribeira de Fráguas - Alberg.-A-Velha - Beira Litoral

No local do evento há o bar da Associação de Moradores Alto do Moinho, que terá petiscos e grelhados para todos os que quiserem provar algumas iguarias antes do festival começar.

Convidamos desde já todos os sócios, amigos, conhecidos, e outras pessoas que queiram vir passar um belo serão de folclore na companhia de todos os grupos que nos visitam. Vamos fazer com que as nossas tradições se mantenham vivas e recordar um pouco de como era no passado. Sintam-se todos convidados, a todos o nosso muito obrigado.