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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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SILÊNCIO QUE SE VAI CANTAR O FADO… NA AMADORA!

Gente d’Entre-o-Douro-e-Minho também aprecia o fado

Apagam-se as luzes e, no cenário melancólico de iluminação ténue a lembrar o ambiente fadista e notívago de outrora, das ruelas dos bairros alfacinhas, eis que se soltam as primeiras notas pungentes das cordas de uma guitarra bem portuguesa. O Grupo de Danças e Cantares Alto do Moinho, em Alfragide, realizou uma vez mais a “Noite de Fados”, um momento que o público revive com a força e sentimento que lhe vai na alma.

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Acompanhados à guitarra por Alfredo da Sé e à viola por Filipe Campos, o espectáculo contou com a participação dos fadistas Fátima Moedas, Liliana Santos, Leonardo Pereira, Jacinto Frango, Vítor Cordeiro e Rui Santos.

Perdem-se nos tempos as origens do fado e as influências várias que recebeu. Expressão musical de raíz popular interpretada pelas classes sociais mais baixas da sociedade, o fado destinava-se a relatar de forma plangente as ocorrências tristes da sua vida, a sina da vida e a fatalidade, em síntese o fado a que a gente humilde estava condenada.

Considerado pelos ideólogos do Estado Novo como uma forma de expressão musical decadente – contrastando com o vigor e a alegria do folclore – o fado foi retirado dos becos de Alfama, Mouraria e dos retiros das hortas e encaminhado para casas típicas onde, após depurado do seu carácter original e genuíno, converteu-se numa cançoneta recomendável às famílias e rentável ao turismo.

Actualmente, o fado conta com cada vez maior número de intérpretes e apreciadores, facto a que seguramente não é alheio o aparecimento de várias escolas de aprendizagem do fado, a organização de eventos de grande dimensão e, mais recentemente, o reconhecimento pela UNESCO como Património Imaterial da Humanidade. Para tráz ficou a narrativa que constituía a essência e razão de ser da designação que para sempre adoptou – o Fado!

Fotos: Manuel Santos

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RANCHO FOLCLÓRICO DE LOUSADO LEVA O FOLCLORE DE FAMALICÃO À CIDADE DA AMADORA

Famalicão esteve hoje bem representado através do Rancho Folclórico de Lousado, no II Festival de Folclore Águas Livres que encerrou a terceira edição da Feira do Fumeiro e Produtos Regionais, na localidade da Damaia, atual freguesia de Águas Livres do concelho da Amadora.

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O grupo famalicense foi bastante aplaudido pelo numeroso público que assistiu à atuação dos grupos folclóricos. Além do Rancho Folclórico de Lousado, participaram ainda naquele festival o Grupo Etnográfico Danças e Cantares do Minho e o Rancho Folclórico Verde Minho, ambos sediados na região de Lisboa, o Rancho Folclórico de Gouveia – S. Simão, de Amarante; o Grupo Folclórico de Pias, de Cinfães e o anfitrião Grupo Danças e Cantares Alto do Moinho que representa na região de Lisboa o folclore da chamada província do Douro Litoral.

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GRUPO ETNOGRÁFICO DANÇAS E CANTARES DO MINHO MOSTRA NA DAMAIA A ALEGRIA E BELEZA DO FOLCLORE MINHOTO

O folclore do Minho tem no Grupo Etnográfico Danças e Cantares do Minho um dos seus mais fiéis representantes na capital do país e até na nossa própria região. Este incansável grupo atuou hoje perante o numeroso público que encheu o Largo da Igreja, na Damaia. Tratou-se do II Festival de Folclore Águas Livres, espetáculo que encerrou com grandiosidade a III Feira do Fumeiro e Produtos Regionais da Freguesia de Águas Livres.

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Com 36 anos de existência, o Grupo Etnográfico Danças e Cantares do Minho é considerado o decano dos grupos folclóricos minhotos na região de Lisboa onde, curiosamente, existe mais de uma dezena de agrupamentos folclóricos.

Constituído em 16 de maio de 1980, o Grupo Etnográfico Danças e Cantares do Minho é o mais antigo agrupamento folclórico minhoto sediado em Lisboa. Formado predominantemente por minhotos e seus descendentes radicados na capital, este grupo procura divulgar a cultura tradicional minhota e preservar a identidade sobretudo junto dos mais jovens.

Ao longo da sua existência, o Grupo Etnográfico Danças e Cantares do Minho tem levado o folclore minhoto a todo o país e ainda a números países como Espanha, França, Alemanha, Polónia, Hungria, Holanda, Marrocos, Brasil, Eslováquia, Lituânia, Turquia, Malta e Japão onde, aliás, participou nas comemorações dos 450 anos da chegada dos Portugueses àquele país.

Este Grupo tem o apoio técnico da Federação do Folclore Português, está também inscrito no INATEL, na Federação Portuguesa das Coletividades de Cultura e Recreio e preside atualmente à “Associação do Distrito de Lisboa para Defesa da Cultura Tradicional Portuguesa”. Encontra-se sediado na Junta de Freguesia de Benfica em Lisboa, cidade onde todos os anos organiza o festival de folclore “Cidade de Lisboa”.

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RANCHO FOLCLÓRICO VERDE MINHO REPRESENTA PELA PRIMEIRA VEZ NA AMADORA UMA MALHADA DO CENTEIO

O Rancho Folclórico Verde Minho levou hoje ao II Festival de Folclore de Águas Livres a representação de uma malhada do centeio, exibida em cima do palco a meio da sua atuação. Tratou-se de uma novidade que fez o gáudio do numeroso público que ali se encontrava a assistir ao espetáculo.

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O grupo presenteou ainda a assistência com algumas das mais animadas danças do folclore da nossa região, percorrendo sobretudo vilas e aldeias do Alto Minho, área que constitui a sua própria referência.

Disse um dia o escritor transmontano Miguel Torga, “…no Minho tudo é verde, o caldo é verde, o vinho é verde…” – não podiam, pois, os minhotos que vivem na região de Lisboa, deixar de tomar para si a identificação cromática que caracteriza a sua região.

Respondendo ao chamamento da terra que os viu nascer, os minhotos que vivem nos arredores de Lisboa, mais concretamente no Concelho de Loures, decidiram em tempos criar um grupo folclórico que os ajuda a manter a sua ligação afetiva às origens. Assim nasceu em 1994 o “Grupo Folclórico e Etnográfico Danças e Cantares Verde Minho”, anunciado como seu propósito a preservação, salvaguarda e divulgação das suas raízes culturais.

Visa através da sua atuação promover as tradições da nossa região nomeadamente junto dos mais jovens ao mesmo tempo que valoriza os seus conhecimentos musicais e da etnografia minhota.

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As danças e cantares que exibe são alegres e exuberantes como animadas são as mais exuberantes romarias do Minho. Trajam de linho e sorrobeco e vestem trajes de trabalho e domingueiros, de mordoma e lavradeira, de noivos, de ir ao monte e à feira. Calçam tamancos e ostentam o barrete e o chapéu braguês. As moças, graciosas e belas nos seus trajes garridos bordados pelas delicadas mãos de artista, com a sua graciosidade e simpatia, exibem vaidosas os colares de contas e as reluzentes arrecadas de filigrana que são a obra-prima da ourivesaria minhota.

Ao som da concertina e da viola braguesa, do bombo e do reque-reque, dos ferrinhos e do cavaquinho, cantam e dançam a chula e o vira, a rusga e a cana-verde, com a graciosidade e a desenvoltura que caracteriza as gentes do Minho. O seu reportório foi recolhido em meados do século passado, junto das pessoas mais antigas cujo conhecimento lhes foi transmitido ao longo de gerações, nas aldeias mais remotas das serranias da Peneda e das Argas, nas margens do Minho e do Lima, desde Melgaço a Ponte da Barca, do Soajo a Viana do Castelo. Levam consigo a merenda e os instrumentos de trabalho que servem na lavoura como a foicinha e o malho, os cestos de vime e os varapaus, as cabaças e os cabazes do farnel.

Qual hino de louvor ao Criador, o Minho, terra luminosa e verde que a todos nos seduz pelo seu natural e infinito encanto, salpicado de capelinhas aonde o seu povo acorre em sincera devoção, é ali representado por um punhado de jovens, uns mais do que outros, os quais presenteiam o público com o que o Minho possui de mais genuíno – o seu Folclore!

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MINHOTOS LEVAM FOLCLORE ÀS FESTAS DA DAMAIA

Terminou hoje em apoteose a III Feira do Fumeiro e Produtos Regionais da Freguesia Águas Livres, ainda conhecida da generalidade das pessoas por Damaia, topónimo derivado de A-da-Maia. No Largo da Igreja desta localidade do concelho da Amadora, largas centenas de pessoas juntaram-se para assistir à atuação dos ranchos folclóricos no âmbito do II Festival de Folclore de Águas Livres.

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A anteceder o festival teve lugar o cortejo etnográfico que percorreu as principais artérias da localidade, passando sob o imponente Aqueduto das Águas Livres que constitui o ex-líbris da freguesia que recentemente tomou o seu nome.

O Minho fez-se representar neste festival e folclore através do Rancho Folclórico de Lousado que veio propositadamente de Famalicão e ainda pelos Grupo Etnográfico Danças e Cantares do Minho e o Rancho Folclórico Verde Minho, sediados respetivamente em Lisboa e Loures.

Mas não foi apenas o Minho que esteve presente neste grandioso festival: de Amarante veio o Rancho Folclórico de Gouveia – S. Simão; de Cinfães o Grupo Folclórico de Pias e, como não podia deixar de ser, o anfitrião Grupo Danças e Cantares Alto do Moinho que representa na região de Lisboa o folclore da chamada província do Douro Litoral, na realidade parte integrante da mesma região geo-etnográfica correspondente à histórica Comarca d’Entre-o-Douro-e-Minho.

Tal como já nos referimos, coube ao Grupo Danças e Cantares Alto do Moinho a iniciativa da organização do II Festival de Folclore de Águas Livres que tem a chancela da Junta de Freguesia e conta com o apoio da Câmara Municipal da Amadora.

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O Grupo Danças e Cantares Alto do Moinho é um agrupamento constituído no seio da Associação de Moradores do Alto do Moinho, na freguesia de Alfragide, no concelho da Amadora. Fundado em 12 de novembro de 1987, com a designação original de “Rancho Folclórico Alto do Moinho”, decidiu este grupo após duas décadas de existência, proceder a uma profunda reestruturação, altura em que adotou a sua atual denominação, passando desde então a representar exclusivamente o chamado Douro Litoral.

Este é um grupo que apresenta variadíssimos trajes de entre os quais se destacam, os trajes de trabalho, traje de romaria, traje de vendedeiras de bolos, traje de aguadeira, traje de lavadeira, traje de vindimador, entre outros.

De modo a representar fidedignamente o folclore do Douro Litoral este grupo fez uma recolha das modas e trajes das regiões de Gondomar, Trofa, Maia e outras regiões do grande Porto.

No seu repertório, este grupo, apresenta modas de roda como a caninha verde, cantares ao desafio como a Desgarrada, danças melodiosas e em coluna como a Pastorinha e a real Caninha, entre outras bastante demonstrativas da região do Douro Litoral.

Convém sublinhar que, do ponto de vista histórico, geográfico e etnográfico, o Minho estende-se até ao rio Douro, formando com o Douro Litoral uma única região que corresponde à vetusta Comarca d’Entre-o-Douro-e-Minho. Foi a reforma administrativa que ao Minho subtraiu o Douro Litoral, da mesma maneira que ao Distrito de Vila Real entregou importantes parcelas do território minhoto.

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CASA DO MINHO EM LISBOA: O FOLCLORE É O ESTEIO DO REGIONALISMO!

O Rancho Folclórico da Casa do Minho participou hoje no IV Festival de Folclore organizado pelo Rancho Folclórico Alegria Do Minho (Assorpim), na cidade da Amadora.

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Constituído no seio da Casa do Minho – a mais antiga associação regionalista minhota em Lisboa – o rancho folclórico tem constituído ao longo da sua existência o principal esteio da atividade regionalista desta associação.

Este grupo folclórico é considerado o mais antigo grupo folclórico minhoto na região de Lisboa, apesar dos prolongados períodos em que a sua atividade esteve suspensa. Curiosamente, com a sua participação neste evento patrocinou uma iniciativa do mais jovem grupo folclórico minhoto ali sediado.

O Rancho Folclórico da Casa do Minho levou consigo as músicas e os trajes, as danças e os cantares recolhidas um pouco por todo o Minho, as quais foram bastante aplaudidas pelo numeroso público que se juntou no Parque Central para assistir à atuação dos grupos folclóricos.

A festa na Amadora foi minhota e decorreu sob o signo da alegria, fazendo jus ao grupo organizador da iniciativa – o Rancho Folclórico Alegria Do Minho (Assorpim) – constituído por minhotos radicados naquela cidade dos arredores de Lisboa.

Além do Rancho Folclórico da Casa do Minho, participaram ainda o Rancho Folclórico do Centro Desportivo e Cultural de Outeiro e o Grupo Etnográfico de São Lourenço da Montaria, ambos de Viana do Castelo, o Grupo Etnográfico de S. Paio de Guimarei – Santo Tirso e o anfitrião Rancho Folclórico Alegria Do Minho (Assorpim), sediado na Amadora.

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SANTO TIRSO DANÇA NA AMADORA

Grupo Etnográfico de S. Paio de Guimarei representou hoje Santo Tirso no IV Festival de Folclore organizado pelo Rancho Folclórico Alegria Do Minho (Assorpim), na cidade da Amadora.

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A localidade de Santo Tirso, limitada a norte pelos concelhos de Guimarães, Vizela e Famalicão, é parte integrante da região geo-etnográfica que corresponde à antiga Comarca d’Entre-o-Douro-e-Minho uma vez que a província do Douro Litoral não passa de uma criação artificial concebida ao tempo do Estado Novo

Deve Santo Tirso o seu nome a Turiaco, divindade celta que representava o poder e era venerado pelos gróvios, povo que habitou toda a região de Entre.o-Douro-e-Minho antes da ocupação romana.

Além do Grupo Etnográfico de S. Paio de Guimarei – Santo Tirso, participaram no evento o Rancho Folclórico do Centro Desportivo e Cultural de Outeiro e o Grupo Etnográfico de São Lourenço da Montaria, ambos de Viana do Castelo, e ainda o Rancho Folclórico da Casa do Minho em Lisboa e o anfitrião Rancho Folclórico Alegria Do Minho (Assorpim), sediado na Amadora.

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VIANA DO CASTELO LEVA FOLCLORE E ALEGRIA À CIDADE DA AMADORA

O Rancho Folclórico do Centro Desportivo e Cultural de Outeiro e o Grupo Etnográfico de São Lourenço da Montaria representaram hoje o folclore do Viana do Castelo no IV Festival de Folclore organizado pelo Rancho Folclórico Alegria Do Minho (Assorpim), na cidade da Amadora.

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Eles levaram consigo as músicas e os trajes, as danças e os cantares da nossa região que foram bastante aplaudidas pelo numeroso público que se juntou no Parque Central para assistir à atuação dos grupos folclóricos.

A festa na Amadora foi minhota e decorreu sob o signo da alegria, fazendo jus ao grupo organizador da iniciativa – o Rancho Folclórico Alegria Do Minho (Assorpim) – constituído por minhotos radicados naquela cidade dos arredores de Lisboa.

Além dos grupos que se deslocaram a partir de Viana do Castelo, participaram ainda naquele evento o Grupo Etnográfico de S. Paio de Guimarei – Santo Tirso e o Rancho Folclórico da Casa do Minho, sediado em Lisboa.

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MINHO É ALEGRIA – FOLCLORE É ALEGRIA DO MINHO!

A cidade da Amadora vestiu-se hoje com as alegres cores do Minho. As gentes da localidade assomaram às varandas para ver o cortejo etnográfico que percorreu as ruas da freguesia da Mina de Água em direção ao Parque Central, onde uma numerosa assistência os aguardava para assistir à sua atuação. A presidente da Câmara Municipal da Amadora, Drª Carla Tavares, deu as boas-vindas a todos os agrupamentos presentes no festival.

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De Viana do Castelo vieram o Rancho Folclórico do Centro Desportivo e Cultural de Outeiro e o Grupo Etnográfico de São Lourenço da Montaria. De Santo Tirso, localidade que faz parte da mesma região geo-etnográfica d’Entre-o-Douro-e-Minho, veio o Grupo Etnográfico de S. Paio de Guimarei. Também a comunidade minhota radicada em Lisboa fez-se representar pelo Rancho Folclórico da Casa do Minho. E, como não podia deixar de suceder, o anfitrião deste IV Festival de Folclore fez as “honras da casa” como é costume dizer-se: o Rancho Folclórico Alegria Do Minho (Assorpim), da Amadora.

O Rancho Folclórico Alegria Do Minho (Assorpim) e foi legalmente constituído no dia 29 de agosto de 2013. Constituído no seio da Associação de Reformados Pensionistas e Idosos da Mina (ASSORPIM), este grupo está sediado na Junta de Freguesia da Mina, no Concelho da Amadora.

Em termos etnográficos, pretendem abranger na sua representação toda a região do Minho, quer nas danças e cantares, quer nos trajes com que se apresenta. Do seu reportório constam as mais lindas modas do nosso folclore como a Ritinha, Rosinha, Chula Picada, Rusga, Cana Verde, Vira de Viana, Linda Morena e o Picadinho.

Com apenas 4 anos de existência, o Rancho Folclórico Alegria Do Minho (Assorpim) é o mais jovem agrupamento folclórico minhoto na região de Lisboa e revela já uma notável capacidade de iniciativa, como se comprova através do programa que acaba de realizar no âmbito deste IV Festival de Folclore.

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GENTES D’ENTRE-O-DOURO-E-MINHO DANÇAM NA AMADORA

Grupo de Danças e Cantares do Alto do Moinho realizou o XVIII Festival de Folclore de Alfragide

O Grupo de Danças e Cantares do Alto do Moinho, no concelho da Amadora, realizou no passado sábado mais uma edição do Festival de Folclore de Alfragide, o qual contou este ano com a participação do Rancho Regional de Mindelo – Vila do Conde, Rancho Folclórico “Os pescadores de Matosinhos” – Porto e do Rancho Folclórico de Vila Nova da Erra – Coruche, além naturalmente do próprio grupo anfitrião. A organização teve o apoio da Câmara Municipal da Amadora e da Junta de Freguesia de Alfragide.

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O anfitrião, Grupo de Danças e Cantares do Alto do Moinho, foi fundado em 1987 e encontra-se sediado na Associação de Moradores Alto do Moinho, no Bairro do Zambujal, concelho da Amadora, nos limites geográficos com a cidade de Lisboa. No entanto, este grupo representa com fidelidade os usos e costumes das gentes do Douro Litoral, na realidade a região geo-etnográfica de Entre-Douro-e-Minho.

Este é um grupo que apresenta variadíssimos trajes de entre os quais se destacam, os trajes de trabalho, traje de romaria, traje de vendedeiras de bolos, traje de aguadeira, traje de lavadeira, traje de vindimador, entre outros.

De modo a representar fidedignamente o folclore do Douro Litoral, aliás região d’Entre-o-Douro-e-Minho para sermos mais rigorosos do ponto de vista geo-etnográfico, este grupo fez uma recolha das modas e trajes das regiões de Gondomar, Trofa, Maia e outras regiões do grande Porto.

No seu repertório, este grupo, apresenta modas de roda como a caninha verde, cantares ao desafio como a Desgarrada, danças melodiosas e em coluna como a Pastorinha e a real Caninha, entre outras bastante demonstrativas da região do Douro Litoral.

O Grupo está inscrito na Confederação Portuguesa das Coletividades de Cultura, Recreio e Desporto. Inicialmente com o nome de Rancho Folclórico Alto do Moinho, após 20 anos de atividade decidiu com o apoio da Associação de Moradores, fazer uma reestruturação completa, nascendo assim o Grupo Danças e Cantares Alto do Moinho, composto por cerca de 50 elementos, com idades compreendidas entre os 5 e os 80 anos com gente oriunda de norte a sul do país, sendo esta uma das razões pela qual foi motivado a representar as danças e cantares de todo o país, exibindo trajes de diversas regiões.

Fotos: Manuel Santos

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CANTARES AO DESAFIO LEVAM AO RUBRO FESTA MINHOTA NA AMADORA

Terminou há instantes na Amadora o Encontro de Concertinas e Cantadores ao Desafio promovido pelo Rancho Folclórico Alegria do Minho. A festa teve lugar no Jardim Central Zeca Afonso e contou com a participação especial da exímia cantadeira Irene de Gaia cujo despique com o cantador Teotónio Gonçalves arrebatou frequentes vezes o riso e os aplausos do público.

Pelo tablado passaram muitos grupos de tocadores de concertina acompanhados por outros instrumentos típicos. Parte destes grupos são destacados das próprias tocatas dos ranchos folclóricos minhotos que existem na região de Lisboa e que desta forma contribuem para a popularização da concertina e da própria música popular portuguesa.

Estes encontros têm estado na origem do aparecimento de muitos tocadores de concertina, garantindo a preservação e até o aparecimento de novos ranchos folclóricos. Refira-se que num tempo ainda não muito distante, assistia-se a uma carência de tocadores de concertina, o que criava situações difíceis que comprometiam a própria coesão dos grupos folclóricos e a forma de se apresentarem em palco.

O Rancho Folclórico Alegria do Minho foi em 29 de Agosto de 2012, fundado na cidade da Amadora por um grupo de minhotos oriundos do Distrito de Viana do Castelo com o propósito de recolher, preservar e divulgar a cultura tradicional minhota, transmitindo-a às novas gerações de descendentes e contribuindo para a aproximação das nossas gentes radicadas nomeadamente no concelho da Amadora.

Fotos: Carlos Gomes / Manuel Santos

GRUPO ETNOGRÁFICO DANÇAS E CANTARES DO MINHO REALIZA “NOITE DAS TRADIÇÕES” E PREPARA FESTIVAL NACIONAL DE FOLCLORE

É festa é festa! Ainda ecoam os últimos acordes das concertinas tocados na “Noite das Tradições que ontem teve lugar na União e Progresso da Venda Nova e já o Grupo Etnográfico Danças e Cantares do Minho prepara a realização do Festival Nacional de Folclore “Cidade de Lisboa”, no Ringue António Livramento, no próximo dia 15 de maio.

Para além do anfitrião, a festa contou ainda com a participação do Rancho Tradicional de Cinfães.

O minhoto encara a vida como uma festa. O trabalho e a romaria, a religião e a gastronomia, para o minhoto é sempre motivo de alegria. É a exuberância e a profusão da cor, a beleza da terra e o encanto das moças, o sorriso largo e franco com que se entrega à dança aos primeiros acordes de uma concertina.

É gente do Minho que vive e trabalha na região de Lisboa, filhos e amigos de minhotos e que, em qualquer dos casos, amam a nossa região e fazem dela uma excelente representação que a todos nos orgulha. Todos os seus componentes, com especial destaque para os mais jovens, apresentam-se invariavelmente em todas as atuações com o maior garbo e respeito pelos nossos trajes tradicionais, exibindo-os com dignidade e altivez pois representam a nossa identidade.

O Grupo Etnográfico Danças e Cantares do Minho foi constituído em 16 de maio de 1980, já lá vão mais de 35 anos, sempre a representar condignamente as nossas tradições, em Portugal e no estrangeiro.

Este Grupo é filiado na Federação do Folclore Português e no INATEL, na Federação Portuguesa das Coletividades de Cultura e Recreio e preside atualmente à “Associação do Distrito de Lisboa para Defesa da Cultura Tradicional Portuguesa”. Encontra-se sediado na Junta de Freguesia de Benfica em Lisboa, cidade onde todos os anos organiza o festival de folclore “Cidade de Lisboa”.

Fotos: Manuel Santos

CIDADE DA AMADORA ESTÁ CADA VEZ MAIS MINHOTA

Um pouco de todo o lado, afluíram hoje à cidade da Amadora tocadores de instrumentos de música popular tradicional. Levaram consigo o bombo e os ferrinhos, o reco-reco e a viola braguesa. E, como não podia deixar de suceder, o mais popular e porventura menos tradicional de todos os instrumentos do nosso folclore – a concertina. E, juntaram-se todos a tocar a concertina e a cantar o so-li-dó… porque, quando se juntam dois minhotos, começa a festa!

A iniciativa foi do Grupo Etnográfico Danças e Cantares do Minho e teve lugar no pavilhão Desportivo da União e Progresso da Venda Nova, na Amadora, mesmo junto às Portas de Benfica. E não faltaram as lindas moças trajadas, cheias de chieira, com as suas arrecadas reluzentes e os garridos trajes de lavradeira.

Participaram neste encontro João Moura e Pedro Peseiro concertinas, Rancho da Casa do Povo de Vialonga - Vila Franca de Xira, Grupo de concertinas de Carenque, Rancho Folclórico Camponeses de Canados – Alenquer, Tocadores de concertina do Rancho Folclórico Flores da Beira – Oeiras, Grupo Folclórico Verde Minho – Loures, Grupo de Danças e Cantares da Mugideira - Torres Vedras, Grupo Etnográfico Danças e Cantares do Minho - Grupo organizador, Grupo de concertinas - Somos do Norte, Rancho Alegria do Minho – Amadora, Gonçalo Barata – acordeão, Grupo Folclórico Terras da Nóbrega – Oeiras, Grupo de concertina e Cantares Beira Lima Rancho Folclórico Dançar É Viver - Amadora Grupo de concertinas Os Desafinados do Catujal, Escola de Concertinas de Daniel Sousa e Rancho Folclórico da Casa do Minho.

E porque o minhoto quer é festa, o Grupo Etnográfico Danças e Cantares do Minho anuncia já a próxima para o dia 13 de março, um autêntico arraial minhoto que vai realizar-se no Ringue António Livramento, instalações pertencentes à Junta de Freguesia de Benfica. No dia 19 de março, leva a efeito uma Noite Cultural na União e Progresso da Venda Nova. No dia 15 de maio, tem lugar o Festival Nacional de Folclore “Cidade de Lisboa”, no Ringue António Livramento. E, no dia 26 de junho, organiza o Festival Nacional de Folclore inserido no Arraial de S. Pedro que se realiza junto à Mata de Benfica, em Lisboa.

Fotos: Manuel Santos

 

MINHOTOS VÃO AOS FADOS NA AMADORA

A Associação Rancho Folclórico Alegria do Minho/Assorpim leva a efeito uma sessão de fados, ater lugar no próximo dia 20 de março, pelas 15 horas, nas instalações da Associação de Solidariedade Social para Reformados, Pensionistas e Idosos da Freguesia da Mina de Água (ASSORPIM).

As inscrições são limitadas pelo que, quem estiver interessado, deverá inscrever-se diretamente na ASSORPIM ou através dos seguintes contactos: 969 926 763 / 961 023 083. O preço de cada inscrição é de 10€.

E, a acompanhar o trinar das guitarras, o “programa” inclui chouriço, queijos, presunto, pão, broa, caldo verde, água, vinhos, sumos e arroz doce.

GRUPO ETNOGRÁFICO DANÇAS E CANTARES DO MINHO PREPARA ARRAIAL MINHOTO EM LISBOA

O minhoto encara a vida como uma festa. O trabalho e a romaria, a religião e a gastronomia, para o minhoto é sempre motivo de alegria. É a exuberância e a profusão da cor, a beleza da terra e o encanto das moças, o sorriso largo e franco com que se entrega à dança aos primeiros acordes de uma concertina. Que o diga o Grupo Etnográfico Danças e Cantares do Minho que, no próximo dia 21 de Fevereiro, leva a efeito o quarto Encontro de Tocadores de Instrumentos Tradicionais, a ter lugar no pavilhão Desportivo da União e Progresso da Venda Nova, na Amadora, mesmo junto às Portas de Benfica.

Mas a festa ainda agora começou… no próximo dia 13 de março, organiza um Arraial Minhoto, no Ringue António Livramento, instalações pertencentes à Junta de Freguesia de Benfica. No dia 19 de março, leva a efeito uma Noite Cultural na União e Progresso da Venda Nova. No dia 15 de maio, tem lugar o Festival Nacional de Folclore “Cidade de Lisboa”, no Ringue António Livramento. E, no dia 26 de junho, organiza o Festival Nacional de Folclore inserido no Arraial de S. Pedro que se realiza junto à Mata de Benfica, em Lisboa.

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É gente do Minho que vive e trabalha na região de Lisboa, filhos e amigos de minhotos e que, em qualquer dos casos, amam a nossa região e fazem dela uma excelente representação que a todos nos orgulha. Todos os seus componentes, com especial destaque para os mais jovens, apresentam-se invariavelmente em todas as atuações com o maior garbo e respeito pelos nossos trajes tradicionais, exibindo-os com dignidade e altivez pois representam a nossa identidade.

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O Grupo Etnográfico Danças e Cantares do Minho foi constituído em 16 de maio de 1980, já lá vão mais de 35 anos, sempre a representar condignamente as nossas tradições, em Portugal e no estrangeiro.

Este Grupo é filiado na Federação do Folclore Português e no INATEL, na Federação Portuguesa das Coletividades de Cultura e Recreio e preside atualmente à “Associação do Distrito de Lisboa para Defesa da Cultura Tradicional Portuguesa”. Encontra-se sediado na Junta de Freguesia de Benfica em Lisboa, cidade onde todos os anos organiza o festival de folclore “Cidade de Lisboa”.

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