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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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ASSOREAMENTO DA BARRA DO RIO MINHO DIFICULTA A VIDA AOS PESCADORES

Caminha (38)

O excessivo assoreamento da foz do rio Minho está a criar dificuldades à navegação de embarcações de pesca e de recreio, colocando em risco a sua segurança. Não raras as vezes, os barcos roçam o fundo arenoso ou ficam presos no leito do rio. No ano passado, a situação o próprio ferry-boat Santa Rita de Cássia teve de suspender a travessia entre as duas margens.

Os pescadores de Caminha debatem-se com grandes dificuldades para determinar o local exacto de passagem para entrar e sair da barra em virtude do canal de navegação ser praticamente inexistente. Em manhãs de nevoeiro, chegam a permanecer várias horas junto à Ínsua à espera que este se levante a fim de poderem enxergar o enfiamento da barra.

Para além dos aspectos relacionados com a segurança, afectando a actividade piscatória e a navegação de recreio, o assoreamento do rio Minho levanta ainda problemas económicos e ambientais, atendendo nomeadamente a que se trata de uma localidade com forte incidência de turismo.

A erosão causada pela acção do vento e da água, resultante nomeadamente da desflorestação provocada pelos incêndios, está na origem da excessiva acumulação e depósito de sedimentos no leito dos rios, sobretudo junto á foz, bem assim como a alteração das suas margens e consequentes inundações. A sua regularização e o estabelecimento de um canal navegável implicam o estudo prévio do leito de modo a conhecer a sua morfologia e hidrodinâmica, bem assim a determinar o cálculo de dragados e locais de depósito.

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